8 de outubro de 2018

Secretário de Estado dos EUA Mike Pompeo continua o “imperialismo” LGBT de Obama


Secretário de Estado dos EUA Mike Pompeo continua o “imperialismo” LGBT de Obama

Alex Newman
Comentário de Julio Severo: Desde junho, quando o governo de Trump, através de seu Departamento de Estado, celebrou a agenda homossexual dando um péssimo exemplo para as outras nações, fiz minha denúncia, neste artigo “Pelo segundo ano, Departamento de Estado de Trump reconhece junho como Mês do Orgulho LGBTI.” Meu artigo foi publicado na imprensa americana e criticado pela esquerda dos EUA (veja: “O que o Observatório da Direita, da entidade esquerdista americana People for the American Way, tem contra mim?”) Outros altos funcionários de Trump, inclusive Nikki Haley, que se diz evangélica e pratica o hinduísmo, têm também descaradamente celebrado um “orgulho” de homossexualismo, apesar do fato de que a maioria dos eleitores que deram vitória para Trump foram evangélicos, e eles não o elegeram para que seu governo e seus funcionários elevados celebrassem a sodomia. A agenda homossexual é pérfida e deve ser combatida pelos cristãos conservadores. Deve ser combatida independentemente se é promovida pela esquerda e pela direita, por Obama e por Trump. Leia o artigo a seguir que traduzi da revista The New American:
Sob a liderança do secretário de Estado dos EUA Mike Pompeo, o Departamento de Estado dos EUA está continuando a política da era Obama de forçar a agenda LGBT militante goela abaixo de nações e povos estrangeiros. Desde celebrar abertamente o mês de “orgulho” homossexual e desfraldar bandeiras do arco-íris em embaixadas dos EUA em todo o mundo até descaradamente difamar as visões bíblicas sobre homossexualidade como “fanatismo” ou “fobia,” o Departamento de Estado de Pompeo vem pressionando governos em todo o mundo a abraçar o movimento LGBT. O departamento também prometeu combater a suposta “discriminação” contra homossexuais e indivíduos confusos sobre o sexo biológico em todo o planeta. Mas os críticos da política cada vez mais radical apontaram que Pompeo e o governo dos EUA não têm mandato público para forçar a agenda homossexual radical em países estrangeiros — e nenhuma autoridade constitucional para fazê-lo também.
A sigla LGBT, que significa Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros, se tornou uma bandeira usada por um movimento agressivo, bem financiado e verdadeiramente internacional. Com a ajuda do governo Obama e de outros governos ocidentais de esquerda, esse movimento já sequestrou em grande parte o sistema da ONU, embora a maioria de seus Estados membros nunca tenha consentido. E aparentemente, agentes do movimento LGBT também foram capazes de sequestrar o Departamento de Estado dos EUA, independentemente de qual partido esteja no poder. Isso significa que nações e povos em todo o mundo estão enfrentando um ataque em várias frentes e historicamente sem precedentes à sua soberania nacional, autogoverno, tradições, crenças, culturas e visões religiosas que ameaçam derrubar os próprios alicerces da civilização humana. Funcionários do Departamento de Estado dos EUA estão sendo forçados a participar de programas de reeducação LGBT. E os trabalhadores americanos que pagam impostos de renda estão pagando a conta de tudo — até hoje.
Em maio, Pompeo fez uma declaração bizarra em homenagem ao que ele chamou de “Dia Internacional Contra Homofobia, Transfobia e Bifobia.” Os críticos notaram, em primeiro lugar, que Pompeo havia adotado a linguagem exata do movimento radical LGBT. Este movimento sustenta que cristãos, muçulmanos, judeus, hindus e todos os outros que rejeitam o comportamento homossexual como pecaminoso ou desordenado devem de alguma forma ter uma “fobia” — definida como um medo irracional — de homossexuais e pessoas confusas sobre sua realidade biológica. “Medo e fanatismo estão consagrados em leis que criminalizam a condição ou a conduta LGBTI em mais de 70 países,” Pompeo reclamou no comunicado, sem notar que a sodomia ainda era crime em muitas partes dos Estados Unidos há menos de duas décadas, quando o Supremo Tribunal usurpou a autoridade para derrubar leis estaduais de séculos que proíbem a prática na decisão legal Lawrence versus Texas.
Piorando as coisas, Pompeo chegou a sugerir que os princípios sobre os quais os Estados Unidos foram fundados de alguma forma implicam que atos homossexuais e paradas obscenas de orgulho gay em público são um “direito humano” fundamental. Na realidade, a atividade homossexual era crime em praticamente toda a história dos EUA, inclusive em muitos estados durante a maior parte da vida de Pompeo. “Os Estados Unidos se opõem firmemente à criminalização, violência e atos sérios de discriminação, como habitação, emprego e serviços governamentais, dirigidos contra pessoas LGBTI,” disse Pompeo, se parecendo muito com o governo Obama e confundindo a rejeição à agenda LGBT com violência. “Usamos a diplomacia pública e privada para levantar questões de direitos humanos, fornecer assistência de emergência a pessoas em risco e impor restrições de vistos e sanções econômicas contra aqueles que os perseguem.”
Pompeo também alinhou firmemente o Departamento de Estado com os elementos mais radicais e extremistas do movimento LGBT — inclusive aqueles que demonizam bilhões de cristãos, muçulmanos, judeus e outros ao redor do mundo como “odiosos,” “intolerantes,” “fanáticos” e “homofóbicos” por rejeitarem a homossexualidade como pecaminosa ou desordenada. “No Dia Internacional Contra Homofobia, Transfobia e Bifobia, os Estados Unidos estão do lado de pessoas em todo o mundo para defender a dignidade e a igualdade de todas as pessoas, independentemente de orientação sexual, identidade ou expressão de gênero ou características sexuais,” disse ele. “Os direitos humanos são universais, e as pessoas LGBTI têm o mesmo respeito, liberdade e proteção que todos os outros.” A letra “I” significa “Intersexual.”
Em 1º de junho, o secretário de Estado Pompeo novamente divulgou uma declaração oficial pró-LGBT em homenagem ao que ele apelidou de “Mês do Orgulho LGBTI.” “Os Estados Unidos se unem a pessoas de todo o mundo para celebrar o Mês do Orgulho Lésbica, Gay, Bissexual, Transgênero e Intersexual (LGBTI) e reafirmar seu compromisso de proteger e defender os direitos humanos de todos, inclusive de indivíduos LGBTI,” disse Pompeo, sem explicar quando a atividade homossexual ou as “mudanças sexuais” envolvendo a mutilação genital se tornaram um “direito humano” ou com que autoridade. O secretário também expressou preocupação de que homossexuais em algumas partes do mundo não são livres para marchar pelas ruas expressando orgulho pelo que praticamente toda cultura e sociedade ao longo da história humana tem considerado como pecado e perversão. Aliás, o Departamento de Estado dos EUA tem apoiado abertamente essas marchas “orgulho” gay em todo o mundo.
“Em muitas partes do mundo, os indivíduos LGBTI e seus apoiadores continuam enfrentando violência, prisão, assédio e intimidação por defender seus direitos humanos, participando de passeatas e comícios pacíficos, expressando seus pontos de vista e simplesmente sendo quem são.” Pompeo continuou. “Os indivíduos LGBTI — como todas as pessoas — devem ser livres para desfrutar de seus direitos humanos e liberdades fundamentais, inclusive a liberdade de expressão, reunião e associação pacífica, sem medo de represálias. Como americanos, damos um alto valor a esses direitos e liberdades, que todas as pessoas merecem desfrutar de maneira plena e igualitária. Os Estados Unidos estão firmemente do lado de vocês enquanto vocês exercem seus direitos humanos e liberdades fundamentais. Desejamos-lhes um Mês do Orgulho Gay seguro e feliz.”
Naturalmente, qualquer um que tenha assistido a um desfile de “Orgulho” LGBT ou visto um na televisão sabe que isso não é meramente uma questão de “liberdade de expressão.” Andando pela rua quase nus chicoteando uma pessoa numa coleira em um traje de couro de cachorro, por exemplo, não é um exemplo legítimo de liberdade de expressão, nem é ficar montado em um carro alegórico usando uma tanga fingindo ter relações sexuais com outra pessoa. Em muitas nações ao redor do mundo, tal comportamento é considerado como uma obscenidade na melhor das hipóteses — especialmente quando as crianças são expostas a ele, algo que é inevitável quando essas marchas acontecem em vias públicas. Quando o governo dos EUA começou a equiparar paradas LGBT obscenas de “orgulho” com liberdade de expressão e liberdade de expressão, não ficou claro.
Mas claro, o povo americano nunca concordou com isso. Tão controversa é a agenda LGBT que Barack Obama admitiu que mentiu para os americanos sobre suas opiniões acerca da questão quando estava concorrendo à presidência dos EUA. Quando têm a oportunidade de votar sobre “casamento” homossexual, até mesmo os eleitores de estados “progressistas” de extrema-esquerda como a Califórnia votaram para defender o casamento contra o movimento LGBT. Em alguns estados, como o Alabama, mais de oito entre 10 eleitores rejeitaram o “casamento” homossexual nas urnas. Apesar disso, Pompeo, que afirma ser um conservador, está empurrando descaradamente essa agenda para nações cristãs e muçulmanas em todo o mundo, como se houvesse alguma verdade objetiva no dogma radical avançado por ativistas LGBT de que o casamento e a família devem ser redefinidos para satisfazer a um minoria extremista que odeia cristãos, muçulmanos e judeus fiéis e até mesmo a noção de moralidade objetiva.
Contudo, este é provavelmente apenas o começo. Primeiro, o movimento homossexual simplesmente alegou que queria acabar com as leis criminais e os rótulos de saúde mental dirigidos para a atividade homossexual. Em seguida, buscou colocar as crianças nas mãos de homossexuais mediante adoção. Em seguida, buscou redefinir — ou indefinir — o casamento para incluir duplas homossexuais. E agora, o movimento busca silenciar toda crítica e oposição à agenda LGBT, usando a força do governo e outras formas de terrorismo contra aqueles que desafiam seu dogma cada vez mais radical. Em algumas nações ocidentais, o movimento homossexual já obteve êxito, criminalizando qualquer divergência contra a ortodoxia LGBT. Até pastores têm sido presos por pregar da Bíblia. Mas a prisão para os críticos não será o ponto final. Um governo ocidental chegou a investigar os versículos da Bíblia sobre a homossexualidade e concluiu que eles representavam uma violação das leis de “discurso do ódio.”
Escrevendo para a organização pró-família Mass Resistance, Amy Contrada disse que a adoção do extremismo LGBT por parte de Pompeo foi uma grande decepção para os conservadores — e isso pode ser um modo suavizado de dizer o que está acontecendo. Detonando o “xingamento” de Pompeo contra cristãos e judeus, Amy argumentou que as declarações pró-LGBT do secretário estavam dando “credibilidade à ideologia radical que considera todas as formas de expressão sexual e de gênero como ‘direitos humanos’ e que qualquer discordância é irracional ou odiosa.” Amy também discordou de algumas das afirmações de Pompeo e do que ela descreveu como exageros, por exemplo, a noção de que homossexuais e indivíduos confusos sobre gênero enfrentam perigosas perseguições em todo o mundo e precisam urgentemente de assistência do governo dos EUA. A realidade é muito menos sombria para os homossexuais, mesmo em países em que crimes sexuais como adultério, estupro, incesto e sodomia podem, teoricamente, ser punidos com a morte.
Ela também desafiou a suposta preocupação do secretário com a “dignidade humana” em tudo isso. “Como é que é isso de defender a ‘dignidade humana’ de definir as pessoas por suas inclinações sexuais, ou a negação de sua própria realidade biológica?” perguntou Amy. “É honroso celebrar publicamente o próprio envolvimento na sodomia? É honroso personificar o sexo oposto e exigir acesso aos espaços do sexo oposto? É honroso procurar a própria castração química e cirúrgica? É ‘homofobia’ ou ‘transfobia’ irracional se preocupar com essas questões? No entanto, Pompeo aparentemente acredita que o Departamento de Estado está promovendo a ‘dignidade humana’ quando apoia oficialmente eventos de orgulho LGBT e exibe a bandeira do arco-íris em nossas embaixadas.”
Depois de destacar a preocupação declarada de Pompeo com a liberdade religiosa, ela também se perguntou se Pompeo não estava ciente dos crescentes ataques de ativistas radicais LGBT à liberdade religiosa nos EUA. “Os chamados ‘direitos LGBT’ passam por cima de qualquer coisa em seu caminho: trazendo processos contra crentes conservadores por causa de recusas de fazer bolos de casamento ‘gays’ ou ‘trans’; exigindo a aceitação de pessoas transexuais em acomodações públicas; catequizando crianças em idade escolar sobre o credo LGBT contra as convicções dos pais; censurando os sérios riscos à saúde que acompanham as escolhas de estilo de vida LGBT, etc,” continuou ela. “A celebração de todas as coisas LGBT tornou-se totalitária. Os radicais sexuais agora têm o poder de fechar sites, silenciar pesquisadores de universidades e arrancar plataformas de pagamento de grupos conservadores. Eles silenciam o debate com acusações de ‘discurso de ódio.’ Eles empurram as pessoas para a autocensura.“ Em outras nações ocidentais, é ainda pior, com pastores literalmente sendo presos por publicamente expressarem uma visão bíblica sobre sexualidade.
A ONU também assumiu essa responsabilidade, mas apenas recentemente. Aliás, todo esse extremismo “LGBT” só saiu do armário nos últimos anos. “Apenas recentemente os ‘direitos LGBT’ — ou seja, todas as formas de expressão sexual e ‘gênero’ — foram declarados ‘direitos humanos’ por ativistas radicais. Então, é exagero afirmar que os 72 países que criminalizam ‘atos do mesmo sexo’ estão violando os ‘direitos humanos,’” concluiu Amy no Mass Resistance. “Por que é aceitável que o Departamento de Estado de Pompeo tente forçar a aceitação dessa nova ideologia de ‘direitos LGBT’ na maioria dos países em todo o mundo que discordam? Por que o imperialismo cultural LGBT fica impune?… O vocabulário incendiário de Pompeo (homofobia, transfobia, bifobia) ofende a maioria dos cidadãos americanos como fanáticos irracionais e deploráveis… Os americanos achavam que esse radicalismo havia acabado quando Obama deixou a presidência dos EUA. Obviamente não.”
Enquanto o governo dos EUA continua a promover a normalização da homossexualidade e o avanço da agenda LGBT radical em todo o mundo, cristãos ainda são massacrados aos milhões em todo o mundo, muitas vezes como consequência direta da “política externa” dos EUA. Na Líbia, na Costa do Marfim, no Egito, no Afeganistão e em outros países, as intrigas do governo americano contribuíram diretamente para o que muitos especialistas chamam de genocídio contra antigas comunidades cristãs. Em vez de usar todos esses recursos para proteger homossexuais de supostas “discriminações” e leis das quais o governo dos EUA não gosta, talvez esse dinheiro pudesse ser melhor gasto pagando indenizações aos muitos milhões de cristãos e outras pessoas ao redor do mundo cujas vidas foram totalmente destruídas — e até extintas — pelo intervencionismo ilegal do governo dos EUA.
Em vez de forçar a agenda militante LGBT no mundo através do imperialismo cultural financiado pelos impostos dos americanos, o governo de Trump deveria erradicar os revolucionários sexuais radicais de seus poleiros dentro do Departamento de Estado e outras burocracias. Em seu último discurso à Assembleia Geral das Nações Unidas, Trump prometeu repetidamente que os Estados Unidos não iriam ao redor do mundo dizer a outros países o que fazer. “Honro o direito de todas as nações neste salão de seguir seus próprios costumes, crenças e tradições,” disse ele à Assembleia Geral da ONU. “Os Estados Unidos não vão lhes dizer como viver, trabalhar ou praticar suas formas de adoração.” É nisso que o povo americano votou. É hora de o Congresso dos EUA e todo o governo de Trump obedecerem à Constituição e cumprir essa promessa.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da revista The New American: Secretary of State Pompeo Continues Obama’s LGBT “Imperialism”
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