30 de setembro de 2018

Evangélicos do Brasil dizem que candidato presidencial de extrema direita é resposta às suas orações


Evangélicos do Brasil dizem que candidato presidencial de extrema direita é resposta às suas orações

Anthony Boadle
Comentário de Julio Severo: A notícia a seguir é da Reuters, o primeiro serviço noticioso internacional do mundo, com sede em Londres. Não estou publicando esta matéria porque concordo com tudo, mas para destacar o que está sendo amplamente visto internacionalmente: os evangélicos do Brasil, mais do que ninguém, estão exercendo papel conservador decisivo na política brasileira. Esse fato já foi notado e noticiado pela imprensa dos Estados Unidos, conforme mostra minha matéria “Evangélicos poderão colocar um candidato de direita na presidência do Brasil. Enquanto muitos grupos brasileiros, inclusive maçônicos e ocultistas, buscam para si a glória da onda conservadora no Brasil, a glória realmente pertence a Deus, que está usando os evangélicos e suas orações. Confira agora a reportagem completa da Reuters:
Fiéis oram e cantam durante um culto da igreja do Ministério da Fé em Brasília, Brasil, em 26 de setembro de 2018. REUTERS/Ueslei Marcelino
BRASÍLIA (Reuters) — Em uma visita a Israel há dois anos, o parlamentar brasileiro de extrema direita Jair Bolsonaro inclinou-se para trás no rio Jordão com uma túnica branca para ser batizado nos braços de um colega parlamentar e pastor evangélico.
Embora ainda seja católico declarado, Bolsonaro está recebendo uma onda de apoio de evangélicos brasileiros, que ajudaram a torná-lo o principal candidato presidencial ao primeiro turno de votação marcado para 7 de outubro.
Os evangélicos representam um em cada quatro eleitores no maior país católico do mundo e mais de 20% de seus legisladores federais. Muitos foram cativados pela atitude de Bolsonaro aceitar avidamente as guerras culturais e sua estridente retórica anti-homossexualismo. Em uma entrevista de 2011 para a revista Playboy Brasil, por exemplo, o pai de cinco filhos disse que não seria capaz de amar um filho gay. “Eu preferiria que meu filho morresse,” disse ele.
Esses eleitores querem agora que o ex-capitão do Exército lidere um contra-ataque conservador contra a agenda progressista do Partido dos Trabalhadores (PT), que liderou o Brasil durante a maior parte dos últimos 15 anos.
Esses apoiadores veem a eleição de Bolsonaro como crucial para acabar com o reconhecimento pelos tribunais brasileiros de uniões civis do mesmo sexo e para deter o impulso em direção ao casamento gay.
Eles também querem suspender os esforços legislativos para legalizar o aborto, drogas, jogos de azar e pesquisas com células-tronco. E almejam bloquear qualquer tentativa de penalizar a discriminação com base na orientação sexual ou identidade de gênero. Acima de tudo, eles querem ver a educação sobre direitos LGBT removida das escolas públicas.
“A esquerda foi longe demais,” disse o bispo Robson Rodovalho, fundador da igreja Sara Nossa Terra, com sede em Brasília, que conta com 1,6 milhão de seguidores. “Doutrinar crianças em idade escolar sobre sexo revoltou muitos pais. Hoje estamos vendo um reação fervilhando.”
Como muitos outros líderes evangélicos, ele está convocando seus seguidores para apoiar Bolsonaro, cujo nome do meio é Messias.
Os marqueteiros de Bolsonaro dizem que esses votos serão decisivos para garantir a vitória. Eles se reuniram com líderes religiosos em todo o país para ouvir sua visão do Brasil. Bolsonaro participa regularmente de reuniões de oração realizadas por pastores evangélicos em seus gabinetes no Congresso em Brasília. E o candidato casado três vezes acompanha sua esposa evangélica à igreja aos domingos, disseram os assessores.
Voluntários evangélicos têm respondido distribuindo panfletos de campanha do lado de fora das igrejas e falando sobre Bolsonaro para amigos e vizinhos. Essa organização de base é fundamental para a campanha de baixo orçamento de Bolsonaro; ele não tem nenhum partido político importante e muito pouco tempo de propaganda no rádio e na televisão.
Ainda assim, ele atrai quase cinco vezes mais o apoio de eleitores evangélicos do que a ambientalista Marina Silva, a única política evangélica entre os principais candidatos. Pesquisas recentes feitas por empresas de pesquisa brasileiras, Ibope e Datafolha, disseram que 36 por cento dos eleitores evangélicos votarão em Bolsonaro no mês que vem e apenas 7 por cento ou 8 por cento em Marina.
Fiéis oram e cantam durante um culto da igreja do Ministério da Fé em Brasília, Brasil, em 26 de setembro de 2018. REUTERS/Ueslei Marcelino
A popularidade de Bolsonaro cresceu ainda mais depois que ele foi esfaqueado no abdômen por um agressor mentalmente perturbado em uma manifestação de campanha no início deste mês. O candidato foi forçado a parar de fazer campanha enquanto se recupera.
O apoio ao candidato favorito desde então se estabilizou em 28 por cento em um campo lotado de 13 candidatos. Se nenhum candidato obtiver a maioria no dia 7 de outubro, como previsto, os dois primeiros colocados competirão em um segundo turno de votação em 28 de outubro.
O Bolsonaro incendiário tem a maior taxa de rejeição de todos os candidatos, o que poderá ser uma desvantagem num segundo turno.
As pesquisas atualmente preveem que seu provável concorrente será o candidato do PT, Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo. Ele substituiu o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na chapa quando Lula foi impedido de concorrer devido a uma condenação por corrupção. Uma pesquisa do Ibope na quarta-feira mostrou que Haddad derrotou Bolsonaro por uma margem de seis pontos em uma disputa frente a frente.

SEXO NA ESCOLA

Muitos dos apoiadores evangélicos de Bolsonaro estão unidos em seu medo de que a família, a principal instituição de uma sociedade cristã, está sob ameaça de um Estado sem Deus.
Esses eleitores se revoltaram quando o governo de Lula criou um programa nacional para promover direitos LGBT. Mas os evangélicos ficaram particularmente indignados quando o governo da sucessora escolhida por Lula, Dilma Rousseff, tentou distribuir um manual instruindo os educadores sobre como ensinar às crianças tolerância para com relacionamentos gays e lésbicos. A oposição ao material, que os críticos apelidaram de “Kit Gay,” foi tão feroz que a iniciativa foi abandonada.
O pastor Everaldo Pereira, o político que batizou Bolsonaro no rio Jordão, disse que os pais, e não o Estado, devem ensinar seus filhos sobre sexo e casamento tradicional entre um homem e uma mulher.
Everaldo, o líder do Partido Social Cristão, está concorrendo agora ao Senado. Ele quer aprovar uma lei que revoga uma decisão do Supremo Tribunal de 2011 que permitiu uniões civis do mesmo sexo. Ele diz que colocar Bolsonaro no cargo máximo do país pode ajudar esse sonho a se tornar realidade.
“Bolsonaro irá restaurar a ordem no caos,” disse Everaldo.
Os evangélicos, enquanto isso, se afastaram de um membro do meio deles. O apoio a Marina, ex-senadora que obteve cerca de 20 por cento dos votos nas duas eleições presidenciais anteriores, despencou principalmente entre os eleitores evangélicos.
Marina defende há muito tempo manter sua fé evangélica separada da política. Essa é uma posição que muitos crentes interpretam como falta de vontade de defender os valores deles.
Bolsonaro, por exemplo, prometeu vetar qualquer legislação que busque legalizar o aborto, o que é permitido apenas em casos de estupro, deformação fetal e para salvar a vida de uma mãe. Marina favorece um plebiscito para deixar os brasileiros decidirem.
“Essa é Marina. Vamos salvar os ovos das tartarugas, mas matar os fetos,” disse a professora desempregada Madalena Venâncio, 44, em uma manifestação de Bolsonaro. “Prefiro a franqueza dele.”

LEI E ORDEM

Bolsonaro se apresenta como uma figura contra as elites nos moldes do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cujas políticas ele admira.
Mas apesar de quase 27 anos no Congresso, ele tem poucas realizações legislativas para mostrar. Em vez disso, sua carreira consistiu em grande parte em controvérsias. Ele expressou repetidamente apoio à ditadura militar de 1964-1985 e virou manchete com comentários racistas, sexistas e homofóbicos.
Vilipendiado por muitos críticos como um fanfarrão isolado, Bolsonaro demonstrou instintos políticos perspicazes, explorando a revolta pública contra a corrupção desenfreada e o aumento do crime. Ele quer afrouxar as leis de porte de armas para que mais brasileiros possam se armar. E ele prefere dar carta branca à polícia para matar criminosos suspeitos.
Essa postura dura ganhou admiradores em uma nação que registrou um recorde de quase 64.000 assassinatos no ano passado.
Saindo do culto de uma igreja evangélica recentemente em Ceilândia, um subúrbio da classe trabalhadora de Brasília, Maria de Conceição disse estar inclinada a votar em Bolsonaro.
“Ele diz que vai restaurar a disciplina nas escolas, onde os alunos fazem o que querem e batem nos professores,” disse Maria. “Talvez devêssemos tentar um oficial militar agora.”
Traduzido por Julio Severo do serviço noticioso Reuters: Brazil’s evangelicals say far-right presidential candidate is answer to their prayers
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29 de setembro de 2018

A força dos evangélicos na eleição


A força dos evangélicos na eleição

Comentário de Julio Severo: A notícia a seguir é do serviço noticioso alemão Deutsche Welle. Não estou publicando esta matéria porque concordo com tudo, mas para destacar o que está sendo amplamente visto internacionalmente: os evangélicos do Brasil, mais do que ninguém, estão exercendo papel conservador decisivo na política brasileira. Esse fato já foi notado e noticiado pela imprensa dos Estados Unidos, conforme mostra minha matéria “Evangélicos poderão colocar um candidato de direita na presidência do Brasil.” Enquanto muitos grupos brasileiros, inclusive maçônicos e ocultistas, buscam para si a glória da onda conservadora no Brasil, a glória realmente pertence a Deus, que está usando os evangélicos e suas orações. Confira agora a reportagem completa da Deutsche Welle:
Na política brasileira, eles ainda estão sub-representados. Mas agora podem ser decisivos para a escolha do mais alto cargo do Estado. E podem tornar o Brasil ainda mais conservador.
O outrora "país mais católico do mundo" sempre teve presidentes católicos – com exceção do evangélico Ernesto Geisel. A eleição do dia 7 de outubro terá dois candidatos à Presidência com perfil evangélico: Marina Silva e Jair Bolsonaro. A primeira é evangélica convertida do catolicismo, e o segundo, católico, se deixou batizar em 2016 por um pastor evangélico no rio Jordão.
As igrejas evangélicas estão há décadas ganhando cada vez mais fiéis. No censo de 2010, 42 milhões de brasileiros (22%) se declararam "evangélicos", enquanto 123 milhões eram católicos (64%). Atualmente, a parcela de evangélicos é de cerca de 30%, segundo estimativas de especialistas.
Mas politicamente eles ainda estão sub-representados. Atualmente, dos 513 deputados da Câmara dos Deputados, apenas cerca de 90 pertencem à Frente Parlamentar Evangélica, fundada em 2003. No Senado, cinco dos 81 senadores são evangélicos, sendo que dois estão licenciados.
Nas próximas eleições, é esperado que a bancada evangélica cresça pelo menos 10% devido ao desempenho de Bolsonaro, na opinião do cientista político Ricardo Ismael, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ): "A novidade é que os evangélicos começam a ser competitivos em eleições para o Poder Executivo".
Uma prova disso é a eleição em 2016, do bispo da Igreja Universal do Reino de Deus Marcelo Crivella para prefeito do Rio de Janeiro. Para isso, ele contou com o poder da Igreja Universal, fundada por seu tio Edir Macedo, junto com o império de TV Rede Record. Pastores teriam pedido votos para Crivella, segundo reportagens da mídia. Não se sabe com quanto dinheiro a Igreja Universal contribuiu para a dispendiosa campanha eleitoral.
Nem todos os candidatos evangélicos têm o apoio de Igrejas tão grandes, influentes e poderosas financeiramente. Mas eles ganham eleitores da nova classe média baixa, onde a Igreja Católica vem perdendo influência desde os anos 70.
"A população de baixa renda e de classe média baixa brasileira se afastou da chamada teologia da libertação, defendida pela Igreja Católica progressista, e aderiu ao que ficou conhecido como 'teologia da prosperidade', propagada pelas igrejas evangélicas neopentecostais", ressalta Ismael.
Para o sociólogo Francisco Borba Ribeiro Neto, coordenador do Núcleo Fé e Cultura da PUC-SP, a ascensão dos evangélicos é resultado do êxodo rural na segunda metade do século 20. A devota população rural encontrou nas cidades grandes uma sociedade católica secularizada e liberal e foi buscar refúgio nas Igrejas Pentecostais —  moralmente mais severas, conservadoras e puristas -, com suas promessas de prosperidade.
"Para uma população massacrada por condições de vida extremamente difíceis, escandalizada pela perda dos valores tradicionais, solitária nas grandes cidades, essa mensagem era muito atraente", afirma Ribeiro Neto.
Ela conseguiu ascender economicamente nas últimas décadas para uma nova classe média – e vota tendencialmente na direita conservadora. A pesquisa Ibope de 18 de setembro, por exemplo, aponta que os eleitores evangélicos votam menos na esquerda (6%) do que os católicos (21%). "O discurso católico tem mirado mais a questão social, dos direitos dos mais pobres", sublinha o sociólogo. "Enquanto o discurso evangélico — particularmente entre os neopentecostais — está mais centrado na questão dos valores morais."
Diferentemente das classes mais pobres, que tendem a votar na esquerda, que são mais dependentes da ajuda estatal, a população da ascendente classe baixa média não depende mais de ajudas diretas do Estado.
"Já os neopentecostais são hegemônicos nessas novas classes médias, e se preocupam muito com os valores morais, o combate à insegurança urbana e o fim do Estado assistencialista – que não atende mais às suas necessidades", comenta o especialista.
A grande maioria dos políticos evangélicos também é contra uma agenda a favor das minorias, segundo Ismael. "A bancada evangélica tem se colocado contra uma agenda de esquerda, que quer mudanças na questão dos direitos das minorias, na possibilidade de novos formatos de famílias, nas discussões sobre gênero e no sistema educacional. É cedo para dizer que ela terá êxito em impedir tais avanços. Mas tem força para provocar muitos embates e negociações."
Será que o próximo presidente será evangélico? Jair Bolsonaro lidera as pesquisas de intenção de voto (27%, segundo a CNI/Ibope de quarta-feira), enquanto Marina Silva perde força (6%). Ela não restringe seu discurso a temas evangélicos, mas abraça tanto a política social quanto o ambientalismo, segundo Ismael.
"O candidato Jair Bolsonaro tem um discurso que reproduz os valores da pregação evangélica, se colocando contra a agenda da esquerda na área de costumes. Dai vem sua expressiva votação entre os evangélicos", analisa.
Enquanto Marina Silva, declaradamente evangélica, possui um perfil com características mais católicas, o católico Bolsonaro discursa como um evangélico, na avaliação de Ribeiro Neto.
"Curiosamente, Marina é a candidata católica por excelência, vivendo essa cisão entre as questões sociais – onde tem um perfil de esquerda — e as morais — onde se aproxima da direita", afirma.
Já Bolsonaro, de acordo com o especialista, é totalmente identificado com as aspirações da nova classe média. "Tanto para um evangélico quanto para um católico ultraconservador, Bolsonaro representa a alternativa populista de um líder capaz de usar a força para resolver os problemas que não estão sendo resolvidos pelo diálogo democrático", frisa o sociólogo.
Divulgação: www.juliosevero.com
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28 de setembro de 2018

Vítima da guerra do Facebook contra os conservadores: Minha conta foi permanentemente encerrada pelo Facebook


Vítima da guerra do Facebook contra os conservadores: Minha conta foi permanentemente encerrada pelo Facebook

Sem assistência legal, estou permanentemente banido do Facebook

Julio Severo
Atualização: Sete horas depois que publiquei este artigo, o Facebook desbloqueou minha conta, DEPOIS que lhe enviei meus documentos. Esta é a segunda vez que o Facebook quer meus documentos. Anos atrás, o Facebook também desativou minha conta e só a desbloqueou depois de envio de documentos que provavam que eu sou o Julio Severo, autor oficial das declarações que posto contra a agenda homossexual e o islamismo. Como o Facebook usará esses documentos, não sei, mas seguirei as palavras de Jesus: “Bem-aventurado sois quando vos perseguirem…”
Após meses de assédio, censura e perseguição, o Facebook desativou, encerrou minha conta (https://www.facebook.com/julio.severo). Isso parece ser parte de sua campanha para deter vozes conservadoras nesta eleição. Veja: Facebook está construindo “centro de comando de guerra contra notícias falsas” dentro de sua sede para combater informações conservadoras durante as próximas eleições americanas e brasileiras.
Sou vítima da guerra do Facebook contra os conservadores.
O Facebook vinha implacavelmente me importunando por minhas posições conservadoras. Nos últimos 14 meses, o Facebook me puniu com seus infames bloqueios de 30 dias pelo menos 5 vezes. Você pode encontrar mais informações nesta reportagem sobre o bloqueio anterior: Facebook censura comentário sobre lésbicas, mas não censura comentários homossexuais contra Jesus Cristo.
Talvez um dos atos mais vergonhosos do Facebook contra mim foi censurar Levítico 18:22, um famoso versículo da Bíblia que eu publiquei no meu perfil, mas o Facebook não gostou e o removeu. Veja meu artigo: Socorro! O Facebook está censurando versículos da Bíblia
Nesse versículo sagrado, Deus diz: “Não se deite com um homem como com uma mulher. É abominação.”
Essa censura contra um versículo da Bíblia imediatamente se tornou manchete no WND (WorldNetDaily), numa reportagem intitulada “Famoso versículo da Bíblia intolerável demais para o Facebook.”
Devido a esse escândalo, o Facebook entrou em contato com o WND com esta mensagem:
“Logo que fomos notificados do problema, começamos a investigar e restauramos o conteúdo logo que pudemos identificar o erro. O conteúdo foi restaurado já que não violava nossos padrões. Informamos ao Sr. Severo acerca do restabelecimento e fizemos um pedido de desculpas pelo erro.” (Veja a reportagem traduzida do WND “Facebook finalmente responde sobre sua censura a versículo picante da Bíblia”)
No entanto, o post da Bíblia não foi restaurado e eu nunca recebi nenhum pedido de desculpas do Facebook.
Aparentemente, o Facebook teve a ideia de resolver todos os seus problemas e confusões comigo por causa de sua própria desonestidade me banindo.
Em 27 de setembro de 2018, o Facebook enviou-me a seguinte mensagem: “Sua conta foi desativada.”
Mas isso não é um novo bloqueio, uma punição parcial. Agora é punição total e permanente. O Facebook já encerrou meu perfil pessoal. Com a eliminação da minha conta no Facebook, as informações do Facebook envolvendo meu nome praticamente desapareceram até da pesquisa do Google, com apenas alguns resultados. Antes, havia milhares desses resultados.
A única vez que o Facebook recuou em seu assédio e intimidação contra mim foi quando uma organização jurídica conservadora na Califórnia enviou uma carta para o Facebook. Veja: Facebook reconhece sua própria censura contra Julio Severo. E agora?
Para prosseguir com ações legais contra o Facebook, essa organização precisava do meu envolvimento financeiro, o que eu não tenho.
Devido a limitações financeiras, não posso contratar um grupo legal para ajudar a defender minha causa.
Sem um grupo legal para ajudar a me defender contra a atitude do Facebook encerrar minha conta depois de meses de assédio, censura e perseguição, serei mantido no Gulag da Internet: fora da minha rede de amigos que construí na minha conta do Facebook. Sem assistência legal, estou permanentemente banido do Facebook.
Entrei no Facebook em 2009 porque esse era supostamente um ambiente livre. Acima de tudo, porque o Facebook é americano e os EUA personificam tradicionalmente a liberdade de expressão, especialmente a expressão conservadora. Como essa é uma empresa americana, não uma empresa cubana, saudita ou norte-coreana, eu acreditava que o Facebook seria capaz de defender a liberdade de expressão para mim e para outros. Não apenas o Facebook traiu a tradição americana de defender a liberdade de expressão, mas foi o executor de assédio, censura e perseguição contra meu discurso conservador e evangélico, dando impressão ao mundo de que as atuais grandes empresas americanas representam exatamente isso: assédio, censura e perseguição de ideias conservadoras.
Sou um brasileiro evangélico conservador. Tenho um livro evangélico conservador (http://www.propheticprayersofficial.com/) publicado por uma divisão de Thomas Nelson e Zondervan.
Sou também colunista no Barbwire, um site conservador dos EUA.
A América original nunca foi contra o discurso conservador e cristão. A América original, que era 98% protestante, nunca foi contra o discurso conservador evangélico.
Os esquerdistas são livres para defender suas ideias na América? Certamente, e eles têm feito exatamente isso.
O Facebook é de esquerda e tem todo o direito de ser de esquerda. Mas eles deveriam ser pelo menos honestos e dizer: “Ei, somos uma plataforma de esquerda que defende a liberdade de expressão apenas para esquerdistas.”
Eu entenderia a postura deles e a respeitaria. Nenhum rótulo adequado causa confusão. Em vez de usar um rótulo de esquerda, o Facebook se apresenta como imparcial. Isso não é verdade. O Facebook recebe esquerdistas e suas ideias, mas não os conservadores e suas ideias. Falo na condição de um conservador que foi vítima do tratamento tendencioso do Facebook.
O presidente Donald Trump manifestou preocupação com o tratamento tendencioso do Facebook para com os conservadores. Como usuário do Facebook, fui vítima de tal tratamento por um longo tempo. Agora o Facebook enviou minha conta para seu Gulag.
Peço ao senhor presidente Trump que lute contra a deturpação da imagem da América que o Facebook está fazendo. A censura do discurso conservador no Facebook é digna de Cuba, Arábia Saudita e Coréia do Norte, não da América que George Washington criou e imaginou.
Aguardo ações de Trump contra o tratamento tendencioso do Facebook. Enquanto isso, peço a algum grupo legal conservador para me ajudar.
Enquanto isso, estou entrando em contato com o Facebook para revogar sua decisão de desativar minha conta.
Além disso, se Deus abençoou você financeiramente, lembre-se de nos abençoar enquanto lutamos pela vida, família e valores conservadores. Envie uma contribuição para mim e minha família, neste link: http://bit.ly/2tYDBeH
Sua contribuição não ajuda um grupo gordo e inútil, mas uma família que precisa de sua ajuda e orações.
Leitura recomendada sobre censura do Facebook:
Leitura recomendada sobre a Esquerda dos EUA contra Julio Severo:
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27 de setembro de 2018

Pastor palestino recorda encontro pessoal com Jesus que o levou a arrepender-se de seu ódio pelos judeus


Pastor palestino recorda encontro pessoal com Jesus que o levou a arrepender-se de seu ódio pelos judeus

Steve Warren
Bassam Adranly nasceu palestino e cresceu na tradição cristã ortodoxa grega.
Bassam Adranly
Em uma entrevista recente ao Revive Live, ele diz que muitas vezes criticava os judeus. Enquanto estava em seus 20 anos e frequentando uma universidade em Tel Aviv, ele virou ateu.
Em 1995, ele diz que teve um encontro pessoal com Jesus Cristo que mudou sua vida.
“Toda noite eu estava sonhando com Ele, a noite inteira,” diz Adranly. “Indo com Ele e Seus discípulos por toda parte… e durante todo o dia, não consegui tirar as palavras dEle da minha mente.”
Adranly disse na época que ele tinha ódio aos judeus como muitos outros palestinos.
 “Eu estava lutando com isso e sabia que estava errado. Então me entreguei ao Senhor para mudar isso,” disse ele ao programa de televisão.
Adranly disse que Deus tocou seu coração e seu preconceito se foi.
Hoje, ele é um cristão árabe que vive em Israel e pastoreia uma congregação no centro da cidade de Jerusalém.
“O Senhor me mostrou claramente que a nacionalidade não é algo que recebo. Não é algo que simplesmente pego da minha antiga vida,” explicou Adranly. “A Palavra de Deus em 2 Coríntios 5:17 diz: ‘Quem está em Cristo é nova criação. As coisas velhas já passaram,” e isso inclui nossa nacionalidade. Então temos de ir ao Senhor e pedir para receber dele o que ele quer ensinar (a mim) sobre a minha nacionalidade, sobre o meu povo.”
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da Rede de Televisão Cristã dos EUA: Palestinian Pastor Recalls Personal Encounter with Jesus That Led Him to Repent of Hatred for Jews
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26 de setembro de 2018

Trump para líderes mundiais: o socialismo traz apenas “miséria”


Trump para líderes mundiais: o socialismo traz apenas “miséria”

Art Moore
Em seu discurso na terça-feira na ONU, o presidente Trump pediu a “restauração da democracia” na Venezuela e usou a morte da nação outrora próspera como uma ilustração do motivo pelo qual todos os países do mundo “precisam resistir ao socialismo e à miséria que ele traz a todos.”
Trump, anunciando novas sanções contra o “regime repressivo,” disse que o mundo está “testemunhando uma tragédia humana” na Venezuela, onde o FMI projeta que a taxa de inflação atingirá 1 milhão por cento este ano, enquanto as pessoas lutam para encontrar necessidades básicas.
“Mais de 2 milhões de pessoas fugiram da angústia infligida pelo regime socialista de Maduro e seus patrocinadores cubanos,” disse ele.
Trump observou que “não muito tempo atrás,” antes da eleição do presidente revolucionário socialista Hugo Chávez em 1998, a Venezuela “era um dos países mais ricos do mundo.”
“Hoje, o socialismo faliu a nação rica em petróleo e levou seu povo à extrema pobreza,” disse ele.
Trump, em seguida, mudou para sua lição universal para os líderes reunidos na terça-feira na sede da ONU em Nova Iorque.
“Basicamente, em todo lugar em que o socialismo ou o comunismo foi tentado, produziu sofrimento, corrupção e decadência,” disse ele. “A sede de poder do socialismo leva à expansão, incursão e opressão. Todas as nações do mundo precisam resistir ao socialismo e à miséria que ele traz a todos,” declarou o presidente.
Em seu discurso na ONU, Trump também criticou o regime islâmico liderado por mulás do Irã como uma “ditadura corrupta” que semeia “caos, morte e destruição.”
O acentuado declínio da Venezuela está documentado no Índice de Liberdade Econômica da Fundação Heritage. Em 1995, o primeiro ano do índice, a Venezuela obteve 59,8 pontos na escala de 0 a 100, mais de dois pontos acima da média mundial.
Sob o comando de Chávez e seu sucessor escolhido a dedo, Nicolas Maduro, a Venezuela ficou em segundo lugar na lista dos países mais economicamente reprimidos do mundo, atrás apenas da Coréia do Norte comunista.
A Anistia Internacional divulgou um relatório no início deste mês dizendo que milhões foram forçados a deixar suas posses para trás e andar a pé até países vizinhos para escapar da pobreza junto com violações de direitos humanos como “prisões arbitrárias, execuções extrajudiciais, tortura e violações de seus direitos à comida e saúde.”
Uma manchete do jornal New York Times em dezembro passado resumiu a tragédia: “Enquanto a Venezuela entra em colapso, crianças estão morrendo de fome.”
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Trump to world leaders: Socialism brings only 'misery'
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