12 de agosto de 2018

Política holandesa comete suicídio depois de revelar que ela foi “estuprada por muçulmanos”


Política holandesa comete suicídio depois de revelar que ela foi “estuprada por muçulmanos”

Laura Cat
Willie Dille, vereadora da cidade de Haia e membro do Partido da Liberdade, que é anti-imigrantes, tirou a própria vida na quarta-feira. Ela tinha acabado de postar um vídeo no Facebook descrevendo como ela havia sido estuprada por um grupo como parte de uma campanha de intimidação há mais de um ano.
Willie Dille
A Sra. Dillie foi deputada do Partido da Liberdade anti-imigrante de 2010-2012 antes de retornar à sua vaga na câmara de vereadores da cidade de Haia. Geert Wilders, o líder do partido, critica abertamente o islamismo.
A líder local do Partido da Liberdade, Karen Gerbrands, disse que Dille “não conseguia mais suportar o que havia acontecido com ela e as reações que ela teve,” ao confirmar o suicídio.
No vídeo, ela afirmou como a gangue exigiu seu silêncio durante debates na câmara de vereadores e recentemente teve sua vida ameaçada com ameaças como “em breve cortaremos sua garganta e deixaremos você sangrar até morrer.”
Ela parecia angustiada e ansiosa no vídeo em que ela revela no vídeo: “Eu só quero que o mundo saiba a verdade. Em 15 de março de 2017 fui raptada, estuprada e agredida por um grupo de muçulmanos porque eles queriam que eu ficasse em silêncio na câmara de vereadores da cidade de Haia.”
Quinze de março do ano passado foi o dia das eleições parlamentares na Holanda. “Depois que aconteceu, eu não contei a ninguém, apenas fiz meus debates no dia seguinte.”
Ela afirmou ainda que estava deixando a política porque temia que alguém machucasse seus filhos. “Eu não consigo viver com isso. Eles não gostam de forma alguma de mulheres. Eles não gostam de modo algum de mim,” disse Willie. “É por isso que decidi parar.”
O vídeo foi removido logo após ser postado. A polícia disse à imprensa local na tarde de quinta-feira que eles estavam em contato com ela com relação ao estupro, embora ela nunca tenha sentido que poderia registrar oficialmente um boletim de ocorrência, um medo que muitas vítimas de estupro sofrem.
Hilde Vijverberg, porta-voz da polícia, falando ao jornal holandês Algemeen Dagblad (AD), disse:
“Houve rumores de estupro. Nós oferecemos ajuda a ela e dissemos que precisamos de uma queixa formal e de provas concretas para iniciar uma investigação. Mas ela não fez uma queixa formal e não recebemos nenhuma informação concreta para nos permitir lançar um inquérito.”
O marido de Dille e uma amiga próxima dizem que não duvidam do que ela disse. “O estupro aconteceu, tenho certeza de que é a verdade,” diz Caspar Reedijk, seu marido, à AD.
Linda, a melhor amiga de Dille, que quer ser mantida anônima, diz ao mesmo jornal: “Ela não estava doente ou confusa, eu estava em contato diário com ela.”
 “O marido dela, eu e outras pessoas que conhecem Willie Dille, não duvidam por um segundo do que ela disse,” diz Linda à AD. Ela diz que sabe a razão por que Dille não prestou queixa, mas não cabe a ela dizer o motivo disso.
Ela chama as reações odiosas nas mídias sociais com relação à morte de Dille de horríveis porque Willie era a mulher mais doce e útil que ela conhece.
A declaração de Geert Wilders, divulgada no Twitter, diz que ele ficou chocado com a morte de Dille e que sentiríamos “enormemente” a falta dela.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da Voz da Europa: Dutch politician commits suicide after revealing she was ‘gang raped by Muslims’
Leitura recomendada sobre estupros muçulmanos na Europa:

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