15 de agosto de 2018

Médica aborteira: “Como minha fé cristã me inspirou a me tornar uma médica de abortos”


Médica aborteira: “Como minha fé cristã me inspirou a me tornar uma médica de abortos”

Micaiah Bilger
Uma médica aborteira do Tennessee, EUA, diz que sua fé cristã a levou a acreditar que as mulheres deveriam ter fácil acesso a abortos sem condenação ou vergonha.
Sarah Wallett
Em uma coluna para o site Refinary 29, Sarah Wallett explicou por que ela é abortista e cristã. Ela disse que sua educação cristã e a dedicação de sua família para cuidar de pessoas necessitadas foram o que a “inspiraram” a seguir sua linha de trabalho.
As mulheres “exigem e merecem” abortos, afirmou Wallett. Ela descreveu seu trabalho de aborto como uma parte “integral” da assistência de saúde das mulheres e disse que as mulheres não devem ser julgadas por fazer aborto. Wallet disse que suas pacientes muitas vezes tentam justificar seus abortos para ela ou dizem que se sentem aflitas com sua decisão. Ela culpou esses sentimentos pelo estigma e condenação da sociedade, e disse que as mulheres não deveriam sentir que precisam justificar seus abortos a ninguém. Ela nunca menciona como essa angústia poderia ter algo a ver com o fato de que um aborto destrói a vida de um inocente bebê em gestação.
Ela escreveu:
Eu também fui criada em um lar cristão em Lexington, SC. Minha família frequentava a igreja regularmente, fazia orações antes das refeições e eu aprendi desde a infância que era meu dever ajudar as pessoas necessitadas e deixar o mundo um lugar melhor do que eu o havia encontrado. As pacientes que atendo todos os dias são muito claramente pessoas necessitadas — e o atendimento médico que lhes presto tanto muda a vida delas quanto, em muitas circunstâncias, salva a vida delas.
A compaixão e empatia que aprendi com minha fé cristã são fundamentais para o meu trabalho. Demasiadas vezes, as mulheres que optam por abortar enfrentam estigma e vergonha significativos — vejo isso todos os dias. As pacientes têm de caminhar por entre manifestantes que gritam “assassina” e muito pior apenas para entrar na minha clínica. Certa paciente, mãe de quatro filhos, não conseguia parar de me dizer por que estava fazendo um aborto, sentindo-se claramente como se precisasse se explicar depois de passar por entre os manifestantes. Ela ficava me dizendo que já tinha uma família grande, que estava tendo dificuldades financeiras, que suas gravidezes eram de alto risco e que seu parceiro concordava com ela — qualquer coisa que pudesse pensar para ter certeza de que eu entendia sua vida e situação. Até mesmo para sua médica de aborto, ela se sentia obrigada a justificar sua decisão, uma tarefa que ninguém deveria ter de fazer.
Outra paciente compareceu sozinha à clínica de aborto de Wallett porque sua família e amigos não apoiaram sua decisão de abortar seu filho em gestação. Ela disse que a família e os amigos da paciente a incentivaram a manter o filho, mas a paciente queria terminar a faculdade antes de ter uma família. Wallett disse que a situação da paciente era triste porque sua família e amigos não a apoiavam. No entanto, lendo nas entrelinhas, parece que a família da paciente estava tentando apoiar a ela e seu filho.
Como médica, Wallett disse que também enfrentou condenação por fazer abortos, tanto de cristãos quanto de colegas na classe médica.
“… Até me senti afastada de meus colegas de medicina por causa do medo de associação com um procedimento que é ‘desagradável’ para muitos pensarem ou discutirem,” disse ela.
Ela concluiu: “Escolhi ser médica aborteira, enquanto ninguém escolhe ter de encarar a decisão de fazer um aborto. Muitas das minhas pacientes também têm uma fé forte, e espero que elas possam encontrar o mesmo conforto, aceitação e compreensão em suas próprias vidas. De minha parte, continuarei a fazer o que puder para garantir que eles encontrem.”
Para Wallett, um aborto é um direito que toda mulher deve ter acesso fácil. Ela acredita que o aborto é uma opção compassiva para as mulheres que enfrentam uma gravidez não planejada ou indesejada, e ninguém deve tentar tirar essa opção ou julgar uma mulher por isso.
Wallett pega e escolhe quais partes da fé cristã ela quer seguir. Ela nunca reconhece que um aborto destrói a vida de um ser humano inocente no útero. Nem menciona como o Cristianismo ensina que todo ser humano tem valor inato, começando no útero; e que é errado matar um ser humano inocente.
O Cristianismo ensina compaixão e serviço às pessoas necessitadas, como Wallett mencionou; mas esses ensinamentos incluem seres humanos no útero. Wallett pode estar tentando ajudar as mulheres com suas tentativas equivocadas de compaixão, mas ao abortar bebês em geração, ela está prejudicando mais vidas do que está ajudando.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do LifeNews: Abortionist: “How My Christian Faith Inspired Me To Become An Abortion” Doctor
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2 comentários :

Neiva Franke disse...

Ela deve seguir ao "outro" e não ao Senhor Jesus.

Cicero disse...

TIPO DE ABERRAÇÃO JÁ PROFETIZADO QUE HAVERIA.