31 de agosto de 2018

Novo primeiro-ministro da Austrália, um homem pentecostal


Novo primeiro-ministro da Austrália, um homem pentecostal

Jessilyn Justice
Comentário de Julio Severo: Logo que soube, me alegrei com a eleição do novo primeiro-ministro australiano, por ele ser, conforme reportagem da revista pentecostal Charisma, um homem cheio do Espírito Santo. Mas meu entusiasmo diminuiu quando li sobre as principais referências políticas dele: Embora William Wilberforce seja uma referência excelente (confira este artigo: “Feliz aniversário, William Wilberforce — o legado de um herói”), Desmond Tutu é adepto de uma espécie de Teologia da Libertação Negra e é totalmente contra os versículos da Bíblia que condenam o homossexualismo. Confira este artigo: Arcebispo Tutu: Prefiro ir para o inferno a ir para um céu “homofóbico.” Leia também reportagem do WND, um dos maiores sites conservadores dos EUA, intitulada “Arcebispo: Prefiro ir para o inferno.” A reportagem de Charisma sugere que, na questão homossexual, o primeiro-ministro pentecostal é conservador. Mas, sinceramente, não sei como ele consegue conciliar tal conservadorismo com admiração por Tutu, um esquerdista e apóstata que ama a sodomia e detesta a Palavra de Deus. É a mesma coisa que um político cristão dizer que é conservador, mas admira Leonardo Boff da Teologia da Libertação. É uma incompatibilidade colossal. Outra incoerência foi citar Joe Lieberman, senador americano do Partido Democrático. Lieberman é pró-aborto! Morrison me parece, em questões conservadoras e em questões de fé, muito mais ousado do que Marina Silva, mas sua citação de esquerdistas é um erro grande, que espero seja apenas ignorância de um pentecostal com pouca leitura. Vou tentar postar, na página de Facebook de Scott Morrison, meu artigo em inglês e o artigo do WND em inglês sobre o apóstata Tutu. Leia a reportagem da Charisma:
Scott Morrison
Quando os australianos elegeram Scott Morrison na semana passada, eles conseguiram um homem que fala abertamente sobre sua fé cheia do Espírito.
Morrison é um frequentador regular da Igreja Horizonte, uma das maiores igrejas pentecostais da Austrália.
“Acreditamos que, ao permitirmos que o Espírito Santo revele Seus propósitos e a presença de Si mesmo no meio de Sua igreja, a vida das pessoas será transformada. Nossa liderança é liderada pelo Espírito e nossas atividades e programas são dirigidos pelo Espírito,” segundo o site da igreja.
Que Morrison é pentecostal chamou a atenção de vários grandes meios de comunicação, até mesmo nos Estados Unidos.
“Acho que as pessoas de fé em todo o país estão muito cheias de esperança de que alguém de fé e princípios cristãos esteja desempenhando tal papel na vida pública,” disse Kristy Mills, a pastora executiva, disse ao jornal New York Times. “Eu acho que há uma grande esperança de que a tomada de decisões seja influenciada por princípios baseados no temor a Deus.”
Cada meio de comunicação é rápido em apontar que os membros da Igreja Horizonte falam em línguas e experimentam curas divinas.
Mas alguns australianos são céticos sobre como a fé do novo primeiro ministro afetará sua política.
“Se eu fosse Morrison, teria cuidado sobre parecer muito religioso e insistir demais nisso,” diz Geoffrey Robinson, professor sênior de ciências sociais na Universidade Deakin. “Essas declarações ‘de coração aberto’ da fé religiosa deixam algumas pessoas um pouco desconfortáveis. Religião na política causa suspeita. Parecer claramente religioso pode ser um problema.”
Grandes questões bíblicas já causaram problemas na Austrália, já que os australianos votaram a favor da legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo no final do ano passado.
Segundo o Times, Morrison se absteve da votação.
Morrison diz que sua “fé pessoal em Jesus Cristo não é uma agenda política… para mim, a fé é pessoal, mas as implicações são sociais.”
Declarações como essas ajudam os cristãos australianos a suspirar de alívio.
“Ele não acha que ele é a maior e mais poderosa pessoa,” diz Martyn Iles, diretor do Australian Christian Lobby. “Ele sabe que está sob Deus.”
Em 2017, Morrison prometeu que não iria mais “tolerar” a discriminação religiosa contra os cristãos.
“E eu simplesmente vou chamar a atenção de todos para essa questão,” diz Morrison. “Com o que eu vi acontecer no ano passado, tomei a decisão mais recentemente, não vou mais tolerar isso. Não acho que meus colegas também vão tolerar isso.”
“Onde eu acho que as pessoas estão sendo ofensivas à religião neste país — qualquer religião que possa ser, mas particularmente aquela que eu e muitos outros cristãos apoiamos — olha, nós simplesmente vamos chamar a atenção de todos para essa questão e exigiremos o mesmo respeito que as pessoas deveriam fornecer a todas as religiões,” diz Morrison.
Morrison compartilhou parte de sua jornada de fé em 2008 em um discurso ao Parlamento:
Eu me volto agora para as influências mais significativas na minha vida — minha família e minha fé. A família é a essência da vida e não há nada mais precioso. Agradeço aos membros da minha família aqui na galeria hoje pelo seu apoio. É minha esperança que todos os australianos possam ter o mesmo ambiente de carinho e apoio que meus pais me deram, John e Marion Morrison, e meus falecidos avós, Mardie e Sandy Smith e Douglas e Noel Morrison, que eu honro neste lugar hoje. Meus pais lançaram as bases para minha vida. Juntamente com meu irmão, Alan, eles demonstraram através de suas ações sua fé cristã e o valor que deram ao serviço público e comunitário. Em nossa família, nunca era o que você acumula que importa, mas o que você contribui. Agradeço-lhes pelo seu sacrifício, amor e, acima de tudo, o seu exemplo. Para minha esposa, Jenny, no dia dos namorados: palavras não são suficientes. Ela me amou e apoiou em todas as coisas e fez inúmeros sacrifícios, coerentes com sua natureza generosa, desinteressada e carinhosa. No entanto, acima de tudo, agradeço-lhe a determinação de nunca perder a esperança de ter um filho. Após 14 anos de amargas desilusões, Deus lembrou-se de sua fidelidade e nos abençoou com nossa filha milagrosa, Abbey Rose, no sétimo dia do sétimo do sétimo, a quem dedico este discurso hoje na esperança de um futuro ainda melhor para ela e sua geração.
Crescendo em um lar cristão, assumi um compromisso com a minha fé em tenra idade e fui muito assistido pelo trabalho pastoral de muitos líderes dedicados da igreja, em particular o reverendo Ray Green e os pastores Brian Houston e Leigh Coleman. Minha fé pessoal em Jesus Cristo não é uma agenda política. Como disse Lincoln, nossa tarefa não é afirmar se Deus está do nosso lado, mas orar fervorosamente para que estejamos do lado dEle. Para mim, a fé é pessoal, mas as implicações são sociais — como responsabilidade pessoal e social estão no centro da mensagem cristã. Nos últimos tempos, tornou-se moda estereotipar negativamente aqueles que professam sua fé cristã na vida pública como “extremistas” e sugerir que tal fé não tem lugar no debate político deste país. Isso representa um desafio significativo para aqueles de nós, como meu colega, que procuram seguir o exemplo de William Wilberforce ou Desmond Tutu, para citar apenas dois. Esses líderes defendiam as verdades e princípios imutáveis ​​da fé cristã. Eles transformaram suas nações e, de fato, o mundo no processo. Mais importante, seguindo as convicções de sua fé, eles estabeleceram e reforçaram os princípios de nossa democracia liberal sobre os quais nossa própria nação é construída.
A Austrália não é um país secular — é um país livre. Esta é uma nação onde você tem a liberdade de seguir qualquer sistema de crenças que escolher. O secularismo é apenas um. O secularismo não pode fazer maiores reivindicações do que qualquer outra crença em nossa sociedade. Como disse o senador americano Joe Lieberman, a Constituição garante a liberdade de religião e não a religião. Eu acredito que o mesmo é verdade neste país.
Então, quais são os valores extraio da minha fé? Minha resposta vem de Jeremias 9:24: “Eu sou o Senhor que exerço benevolência, justiça e retidão na terra; porque deleito-me nestas coisas, diz o Senhor.”
Da minha fé, extraio os valores da bondade amorosa, justiça e retidão, para agir com compaixão e bondade, reconhecendo nossa humanidade comum, e para considerar o bem-estar dos outros; lutar por justiça para que todos possam realizar seu potencial humano e remover quaisquer obstáculos injustos que estejam em seu caminho, inclusive a diminuição de sua responsabilidade pessoal por seu próprio bem-estar; e fazer o que é certo, respeitar o Estado Democrático de Direito, a santidade da vida humana e a integridade moral do casamento e da família. Precisamos reconhecer um padrão imutável e absoluto do que é bom e do que é mal. Desmond Tutu explica desta forma: “Esperamos que os cristãos… sejam aqueles que defendem a verdade, defendam a justiça, permaneçam do lado dos pobres e famintos, dos sem-teto e dos nus, e quando isso acontece, então os cristãos serão testemunhas confiáveis e críveis.”
Esses são meus princípios. Minha visão para a Austrália é por uma nação que seja forte, próspera e generosa: forte em nossos valores e nossas liberdades, forte em nossa vida familiar e comunitária, forte em nosso senso de nacionalidade e nas instituições que protegem e preservam nossa democracia; próspera em nossos empreendimentos e cuidadosa administração de nossas oportunidades, de nosso ambiente natural e de nossos recursos; e, acima de tudo, generosa em espírito, para compartilhar nossa boa sorte com os outros, tanto em casa como no exterior, por compaixão e desejo de justiça.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da revista Charisma: Meet The First Tongue-Talking, Pentecostal Prime Minister
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30 de agosto de 2018

Liberdade de expressão é a grande questão de nossa época: Gigantescas empresas tecnológicas provocam revolta conservadora


Liberdade de expressão é a grande questão de nossa época: Gigantescas empresas tecnológicas provocam revolta conservadora

“Isso pode acabar sendo a grande questão de liberdade de expressão de nossa época.”

Essas foram as palavras de Alex Marlow, redator-chefe do site Breitbart, cuja organização publica artigos que desmascaram alegas tendenciosidades políticas e censura feitas pela empresa gigantesca de busca Google e seu site de compartilhamento de vídeos YouTube.
“As elites do Vale do Silício estão dizendo: Não nos importamos com o que você quer ver — sabemos o que você tem de ver,” Marlow disse ao jornal New York Times. “Sabemos mais.”
Conforme o WND noticiou, vários conservadores importantes estão acusando as empresas gigantescas de tecnologia e mídia social Twitter, Google e YouTube de discriminação numa séria de ações legais contra essas organizações. O WND também tem feito reportagens sobre a censura alegada de conteúdo conservador feita pela empresa gigantesca de mídia social Facebook.
A questão da censura de pontos-de-vista conservadores praticada por esses sites chegou a ser assunto de um debate imensamente popular na Conferência de Ação Política Conservadora no mês passado intitulada “Supressão de Pontos-de-Vista na Mídia Social: Uma Questão da Primeira Emenda.”
James Damore
James Damore, um ex-engenheiro do Google que foi demitido depois de escrever um memorando acusando essa empresa de tecnologia de “alienar os conservadores” em sua sede em Bay Area, disse ao New York Times: “Há ativistas políticos em todas essas empresas que querem ativamente empurrar uma agenda esquerdista. Por que isso importa? Porque essas empresas são tão onipresentes e poderosas que estão controlando todos os meios de comunicação de massa.”
Alguns conferencistas da CAPC descreveram campanhas de sites para bloquear ou remover seus anúncios.
Esse problema está finalmente obtendo alguma exposição pública, e provavelmente essa questão vai ser tratada num filme documentário que será lançado pelo escritor best-seller Peter Schweizer com o título possível “The Creepy Line” (O Limite Repulsivo). O filme vai examinar os poderes censuradores e elitistas no Facebook e Google. O título do documentário é uma referência a um discurso de 2010 feito pelo então presidente do Google Eric Schmidt, que explicou que a política de privacidade da empresa gigantesca de busca era “chegar até o limite repulsivo e não cruzá-lo.”

Google 

Como o WND noticiou, Damore entrou com ação legal popular junto com outro engenheiro do Google, David Gudeman, por demissão injusta.
O processo, iniciado em janeiro no tribunal superior de Santa Clara, na Califórnia, acusa que o Google cometeu discriminação contra eles e outros funcionários por suas opiniões políticas e por serem homens brancos.
“Damore, Gudeman e outros membros da classe foram excluídos, desprezados e punidos por suas opiniões políticas heterodoxas e pelo pecado adicional de suas circunstâncias de nascimento de serem brancos e/ou do sexo masculino,” o processo alega. “Essa é a essência da discriminação — o Google formou opiniões sobre os demandantes e então os tratou não baseado em seus méritos individuais, mas em vez disso no fato de eles serem membros de grupos com características presumidas.”
A queixa também fornece evidência de que os diretores do Google desenvolveram “listas negras” de funcionários conservadores com os quais eles não queriam trabalhar em nenhum projeto.
A queixa cita violação das leis trabalhistas da Califórnia por, entre outras coisas, discriminarem contra um funcionário por se envolver em atividades políticas, ameaçando funcionários com demissão como “meio de coagir ou influenciar as atividades políticas dos funcionários” e discriminação na base de sexo ou raça.
A queixa declara que os funcionários e diretores do Google “fortemente preferiam ouvir as mesmas opiniões ortodoxas regurgitadas repetidamente, produzindo uma câmara de ressonância ideológica, uma bolha protegida e distorcida de identidade de grupo.”
Quando Damore e Gudeman “desafiaram as práticas do Google de empregar imigrantes ilegais, eles foram abertamente ameaçados e sujeitos a tormentos e retaliação do Google,” a queixa acusa.
“O Google criou um ambiente de proteção aos funcionários que atormentavam indivíduos que expressavam suas opiniões contra a perspectiva do Google ou o ‘jeito do Google,’ como às vezes é conhecido internamente. Os funcionários do Google sabiam que podiam atormentar os demandantes com impunidade, considerando o tom estabelecido pelos executivos — e assim agiram.”
A queixa alega que o Google “emprega cotas de contratação de imigrantes ilegais para preencher suas percentagens desejadas de mulheres e candidatos favorecidos de minorias, e abertamente envergonha diretores de unidades de empreendimentos que não preenchem suas cotas — no processo, abertamente denegrindo funcionários brancos e do sexo masculino como menos favorecidos do que outros.”
Damore e Gudeman afirmam que não apenas “era a presença numérica de mulheres celebradas no Google exclusivamente devido ao seu sexo, mas a presença de brancos europeus e homens era ridicularizada com ‘vaias’ durante reuniões semanais em toda a empresa.”
Em janeiro, o Google foi acusado de censurar seis sites de mídia conservadores (Breitbart, Daily Caller, Daily Wire, Blaze, Gateway Pundit e WND), tratando-os como “notícias falsas” publicando avisos sobre seu conteúdo. Contudo, de acordo com reportagens, os 20 principais sites de esquerda não passaram por “inspeções,” e organizações [esquerdistas] de notícias como o New York Times, o Washington Post e o New Yorker chegaram a receber “prêmios” do Google em vez de avisos.
Na quinta-feira, o WND informou que o Google encaminha as pessoas para o Centro Legal de Pobreza do Sul, de extrema esquerda, para pesquisas de reputação sobre sites e páginas. São as Normas Gerais de Conteúdo do Usuário do Google que citam essa organização.
“Pesquisa de reputação é importante para identificar sites que promovam o ódio e a violência. O Centro de Pesquisas Pew, a Liga Anti-Difamação e o Centro Legal de Pobreza do Sul são algumas fontes confiáveis que podem ser usadas para pesquisa de reputação,” afirma o Google.
A recomendação está no meio de uma série de aulas sobre “páginas enganosas,” “conteúdo principal de qualidade mais baixa,” “conteúdo principal informativo de YMYL enganoso ou impreciso.”

YouTube

Quanto ao YouTube.com, propriedade do Google, a organização conservadora de Dennis Prager, a Prager University, processou a plataforma por listar mais de 40 vídeos em “modo restrito,” limitando o acesso aos vídeos para muitos usuários.
“O YouTube não quer que os jovens ouçam ideias conservadoras,” afirmou PragerU. “… Muitas famílias ativam o modo restrito para manter conteúdo adulto e sexual inadequado e impróprio longe de seus filhos — não para evitar que assistam vídeos educativos animados e adequados à idade.”
Na convenção dos Donos de Rádio e Televisão Religiosos Nacionais, na semana passada, Prager disse: “O caso é muito simples. Há um aspecto fraudulento no que o Google afirma representar. Ele diz: “Somos um fórum aberto.” Eles não são. Eles são um fórum de esquerda. Se nossa ação legal falhar, o que acontecerá é que eles receberão sanção judicial para tornar a internet o que a universidade se tornou — um mundo fechado para não-esquerdistas, fechado até mesmo para o pensamento liberal.”
Prager explicou que há uma diferença entre liberal e esquerdista.
“A esquerda é a antítese do liberalismo e a antítese do conservadorismo. É isso que precisa ser conhecido. O Google é de esquerda. Os liberais permitem liberdade de expressão. Os esquerdistas nunca permitiram. Desde Lênin até o Google, a esquerda não permite. É assim que essa ação legal é grande… Por favor, entenda, a internet será como uma universidade esquerdista se os juízes permitirem que eles continuem o que estão fazendo.”
Como informado pelo WND, em janeiro, Prager criticou fortemente o YouTube por rotular um vídeo educativo sobre a Guerra da Coreia como “pornográfico.”
Dennis Prager
“Eles censuram vídeos que não são de esquerda. Qualquer pessoa que assiste a nossos 40 vídeos saberá que a censura deles tem motivação ideológica,” disse Prager, explicando que sua organização não está atrás de dinheiro do YouTube, mas quer que essa plataforma corrija sua política.
“Eu quero que as pessoas entendam o quão sério isso é. Se perdermos, isso significa que os maiores veículos contemporâneos para uma sociedade aberta estão fechados,” disse ele. “A censura é dos esquerdistas, e os liberais têm de decidir se são liberais ou esquerdistas. A maior ameaça ao liberalismo vem da esquerda.”
Prager disse que o problema do YouTube será abordado em um documentário, “No Safe Spaces.”
Em sua coluna semanal publicada na WND, Michael Brown detalhou algumas de suas próprias lutas com o YouTube, as quais são separadas do caso de Prager. Brown disse que o site sinalizou alguns de seus vídeos como “Não é adequado para a maioria dos anunciantes,” inclusive os seguintes:
1) Vídeos que tratam da homossexualidade: “Testemunho: Jackie Hill Perry É Salvo de um Estilo de Vida Homossexual,” “Integração de Gays na TV no Horário Hobre”
2) Vídeos que tratam da ética sexual: “Por Que a Ética Sexual de Mike Pence Faz um Bom Sentido Cristão,” “A Morte do Manson” e “A Ética Sexual Bíblica Faz Sentido”
3) Vídeos que tratam do aborto: “Uma Ateia Feminista e uma Freira Concordam com o Aborto,” “Dr. Brown Corrige o Conceito Errado do Pastor Carl Lentz e do Aborto ”
4) Vídeos sobre política conservadora: “A Visão do Juiz Roy Moore para os EUA”
5) Vídeos criticando a mídia secular: “Don Lemon, Há uma Razão Por Que Oramos"
6) Vídeos sobre Israel e o povo judeu: “Donald Trump Está Cumprindo a Profecia Bíblica sobre Jerusalém?” “Martinho Lutero e os Judeus” e “O Cristianismo ‘Substituiu’ o Judaísmo?”
7) Outros vídeos com base espiritual: “Uma Criança de 11 Anos Quer Ter Certeza de Que Ela É Salva” e “Tempo de Chorar” (reflexões após o massacre da igreja no Texas)
O YouTube aprovou os vídeos acima depois de uma análise manual, mas Brown disse que o YouTube começou a denunciar seus vídeos novamente, inclusive os seguintes títulos: “Dr. Brown Responde às Suas Perguntas,” “Respostas às Suas Perguntas,” “Você Tem Perguntas, Nós Temos Respostas,” “Dr. Brown Responde às Suas Perguntas Ao Vivo na Black Friday,” “Dr. Brown Recebe Suas Chamadas e Responde a Alguns Críticos,” “Existem Coisas Que Deus Não Pode Fazer?” “O Que é Cosmovisão ‘Bíblica’?” “Deus Promete Nos Livrar do Sofrimento?” “Quem São os 144.000 no Livro do Apocalipse?” “No que Acreditam os Judeus que Nasceram na Década de 1980?” e “Deus Predestina as Pessoas Para o Inferno?”
“Infelizmente, em um nível prático, no momento em que um dos seus vídeos é sinalizado, você não recebe mais nenhuma renda por ele. E, quando você solicitar uma revisão manual, a menos que seja visualizada 1.000 vezes em um período de sete dias, ele não será analisado,” explicou Brown.
“E como publicamos muitos vídeos e temos cerca de 36.000 inscritos (em oposição a, digamos, um milhão de inscritos), alguns desses vídeos não preenchem esse requisito de audiência e, portanto, nunca serão analisados. Isso significa que há a perda contínua de receita importante que teríamos imediatamente reinvestido em nosso ministério sem fins lucrativos para nos ajudar a produzir vídeos com mais qualidade.
“Continuo esperançoso de que, com pressão suficiente de pessoas suficientes, o YouTube faça uma correção em seu curso de ações e faça a coisa certa.”
O Daily Caller informou recentemente que o Centro Legal de Pobreza do Sul (CLPS), de extrema esquerda, foi escolhido para ajudar o YouTube a policiar conteúdo de sites. De acordo com a reportagem, os “Sinalizadores de Confiança” do YouTube policiam o site em busca de supostos discursos de ódio e conteúdo relacionado a terrorismo. O CLPS tem sido criticado nos últimos anos por listar organizações conservadoras legítimas como “grupos de ódio.”
Em 2015, a cantora Joyce Bartholomew teria processado o YouTube por remover seu videoclipe pró-vida.

Facebook

No caso do Facebook, essa plataforma de mídia social aparentemente ajustou seu algoritmo, uma ação que impulsionou o engajamento da página do presidente Donald Trump, de acordo com uma reportagem recente do Breitbart. O novo algoritmo tem a intenção de mudar o feed de notícias para se concentrar no conteúdo de “amigos, família e grupos,” em vez de conteúdo publicado em páginas públicas para “empresas, marcas e mídia.”
O Facebook também prometeu que impulsionaria fontes de notícias “amplamente confiáveis” no site.
 “O engajamento nos posts de Donald Trump no Facebook caiu aproximadamente 45% desde que a plataforma introduziu uma nova mudança de algoritmo, após um ano de pressão de funcionários de esquerda e da mídia por ‘permitir’ que o presidente ganhasse a eleição geral,” informou Allum Bokhari, do Breitbart, juntamente com o seguinte gráfico, ilustrando um declínio significativo no engajamento total na página de Trump.
Bokhari também notou que o engajamento médio de Trump caiu 38% desde que o algoritmo do Facebook mudou.
“Quando comparado a estatísticas políticas de alto perfil do Partido Democrático, o engajamento de Trump parece ter sido particularmente atingido,” escreveu ele. “Elizabeth Warren e Bernie Sanders não parecem ter sofrido um declínio comparável no engajamento do Facebook.”
Um porta-voz do Facebook disse a Bokhari: “As páginas podem ver seu alcance, tempo de exibição de vídeo e diminuição do tráfego de referência. O impacto variará de página para página, impulsionado por fatores, inclusive o tipo de conteúdo que eles produzem e como as pessoas interagem com ele.”
Em 2016, um ex-administrador de notícias do Facebook admitiu ao DigiDay que o conteúdo dos conservadores recebe um exame extra do site: “Noventa por cento da equipe se identificava como esquerdista, inclusive os editores de estilo, que essencialmente tiveram a aprovação final dos tópicos. Se surgisse uma fonte que pudesse ter menos credibilidade para um revisor esquerdista — como o Breitbart ou outra publicação como essa —, isso exigiria um exame secundário mais extenso. No entanto, se houvesse um artigo que veio de uma publicação de inclinação mais esquerdista, recebia essencialmente menos exame e era um tema mais viável para ter aprovação.”
Há apenas uma semana, o WND informou que o escritor e blogueiro cristão Julio Severo acusou o Facebook de puni-lo com uma proibição de 30 dias por postar Levítico 18:22 em inglês: “Não de deitarás com homem, como se fosse mulher; abominação é.” (Veja reportagem original em inglês aqui: “Famous Bible verse too sizzling for Facebook.” Veja tradução em português aqui: “Famoso versículo da Bíblia intolerável demais para o Facebook.”)
O Facebook enviou uma mensagem para Severo que dizia: “Removemos Algo que Você Postou. Parece que algo que você postou não segue nossos Padrões Comunitários. Removemos posts que atacam pessoas com base em sua raça, etnia, origem nacional, filiação religiosa, orientação sexual, gênero ou deficiência. Levítico 18.22: Não de deitarás com homem, como se fosse mulher; abominação é.”
Depois da reportagem do WND, a página de Severo estava de novo ativa e uma declaração do Facebook ao WND, anunciada na condição de que fosse considerada “sem fonte específica,” disse que o post “foi removido por engano por um membro de nossa equipe de revisão depois que recebemos denúncias de que o conteúdo no post violava nossos Padrões Comunitários.”
O Facebook disse: “Logo que fomos notificados do problema, começamos a investigar e restauramos o conteúdo logo que pudemos identificar o erro,” disse o Facebook. “O conteúdo foi restaurado já que não violava nossos padrões. Informamos ao Sr. Severo acerca do restabelecimento e fizemos um pedido de desculpas pelo erro.”
Mas Severo disse ao WND que não houve nenhum pedido de desculpas. E ele disse que não é de hoje que o Facebook o ataca.

Twitter

O Twitter agora está censurando ativistas pró-vida, informou o Daily Caller na terça-feira.
Devin Sena, um escritor conservador, disse que postou uma foto no site no sábado com a legenda “Isso é um ser humano” e a hashtag “TriggerALiberalIn4Words.”
O Twitter respondeu rotulando o tuíte “material sensível” e emitindo um aviso para muitos usuários que tentaram visualizá-lo.
O site de mídia social enviou um e-mail para a Sena que afirmou: Após uma revisão, decidimos que a mídia é potencialmente sensível e a rotulamos desse jeito. Agora haverá uma mensagem de aviso toda vez que alguém clicar sobre a mídia para os usuários cujas contas estão configuradas para que sejam informadas antes de exibir mídias que possam ser sensíveis.”
O escritor conservador David Sena disse ao Daily Caller que o Twitter censurou este post emitindo um aviso para muitos usuários de que “pode conter material sensível” (Foto: Screenshot postada por Daily Caller)
O Daily Caller disse que o Twitter alertou Sena de que seus tuítes podem até ser censurados no futuro. A organização de notícias também notou que o Twitter proibiu o grupo pró-vida Human Coalition de anunciar três tuítes pró-vida em fevereiro.
Ainda na semana passada, a questão da censura no Twitter chamou a atenção da deputada federal Marsha Blackburn, de R-Tenn, que acusou o site de bloquear um vídeo de campanha que detalhava sua própria liderança da Câmara dos Deutados dos EUA contra o suposto tráfico de órgãos de bebês feito pela Federação de Planejamento Familiar.
Marsha Blackburn
“Foi assim que a linguagem pró-vida foi tratada,” declarou a Dep. Blackburn ao Proclaim 18, a Convenção Internacional de Mídia Cristã dos Donos de Rádio e Televisão Religiosos Nacionais. “Eu disse: ‘Para mim, coletar e vender órgãos de bebês evoca uma reação negativa muito forte’… Fiquei firme e, eventualmente, o Twitter cedeu… Quando você censura a liberdade de expressão para um, você censura para todos… O vídeo voltou ao Twitter. Esse é o tipo de posição que temos de tomar quando as grandes empresas de tecnologia ultrapassam seus limites.”
Também na segunda-feira, o Twitter entrou em guerra com um grupo pró-Israel, informou o Washington Free Beacon. O site suspendeu uma conta pertencente a Canary Mission, uma organização que combate o antissemitismo.
“À medida que a batalha se intensificou, a Canary Mission acusou o Twitter de ter um ‘problema com os judeus’ e de mirar grupos pró-Israel para suspendê-los enquanto permitia que supremacistas brancos como David Duke continuassem operando sem restrições na rede de mídia social,” informou o Free Beacon.
“A batalha espelha um debate maior por causa do esforço do Twitter para reprimir contas que a empresa considera como engajando em discurso de ódio e intimidação. A repressão a esse discurso tem visto várias contas associadas à mídia conservadora paralisadas e, em alguns casos, expulsas dessa rede social.”
O Twitter teria suspendido a conta da Canary Mission em 24 de fevereiro “sem motivo.” Quando essa organização recorreu da decisão, o site alegou ter violado novas políticas de “conduta de ódio.” O Twitter restituiu a conta no dia seguinte após protestos públicos, mas depois suspendeu novamente no fim de semana.
Um representante do Twitter disse ao Free Beacon: “A conta foi temporariamente bloqueada por engano e, desde então, foi restaurada.” Mas a Canary Mission disse que ainda não tinha acesso à sua conta.
“Ainda é visível, mas o Twitter impediu que Canary Mission acessasse sua conta — a menos que apague um tuíte que afirma que o Twitter violou suas regras. Esse poderia ser o mesmo tuíte que causou a suspensão inicial? Se assim for, esse caso acaba de se tornar ainda mais perturbador… talvez bizarro.”
O Twitter restaurou a conta novamente depois que o artigo do Free Beacon foi destaque no Drudge Report na noite de terça-feira.
Esse é apenas o começo da suposta tendenciosidade política no Twitter.
Em janeiro, o WND divulgou um vídeo explosivo divulgado pelo Project Veritas, de James O’Keefe, que revelou que os funcionários do Twitter estão dispostos a usar seu acesso à conta do presidente Trump para derrubar o presidente dos EUA.
Clay Haynes, funcionário do Twitter, que trabalha na empresa desde 2016, falou com um jornalista secreto do Project Veritas em 3 de janeiro. Haynes, autodeclarado “esquerdista de bom coração,” delineou maneiras específicas pelas quais a empresa poderia ajudar a derrubar o presidente, inclusive fornecendo todos os tuítes que Trump fez, mesmo aqueles que foram deletados, bem como quaisquer mensagens diretas. Mensagens diretas são geralmente consideradas privadas. Haynes declarou abertamente seu desejo de acabar com o governo de Trump.
Em ainda outro vídeo divulgado por O’Keefe, Abhinov Vadrevu, o ex-funcionário de software do Twitter, disse que o Twitter tem meios de banir os usuários de sua plataforma de mídia social sem que eles saibam. É chamado de “banimento na sombra” e é frequentemente usado contra conservadores.
“Uma estratégia é banir na sombra para que você tenha o controle final. A ideia de banir na sombra é que você bane alguém, mas ele não sabe que foi banido, porque continua postando, mas ninguém vê o conteúdo dele. Então, a vítima simplesmente acha que ninguém está se envolvendo com seu conteúdo, quando, na realidade, ninguém o está vendo,” disse ele.
O consultor político republicano Roger Stone foi banido do Twitter em outubro. O site alegou que seus tuítes para os repórteres da CNN estavam assediando e ameaçando.
Stone disse que a proibição do Twitter é claramente “hipocrisia.”
“Usuários verificados do Twitter pedem meu homicídio online todos os dias, mas o Twitter não os bane,” disse ele.
Além disso, Charles Johnson, proprietário do GotNews.com, anunciou em janeiro que está processando o Twitter, que o baniu permanentemente da plataforma em 2015. Ele alega que o Twitter o discriminou por causa de suas opiniões políticas e violou seus direitos de liberdade de expressão. Johnson entrou com o processo em 8 de janeiro no Tribunal Superior da Califórnia em Fresno.
“Esse vai ser um caso muito sério sobre a liberdade da Internet,” disse Johnson ao Buzzfeed News. “As gigantescas empresas de mídia social se configuram como serviços públicos em vez de monopólios. É o que elas dizem. Mas você não vê as empresas de energia elétrica, que são serviços públicos, sufocando a liberdade de expressão.”
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): 'Free speech issue of our time': Tech giants trigger conservative revolt
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29 de agosto de 2018

Trump dá aviso ao Google, Twitter, Facebook: “É melhor terem cuidado”


Trump dá aviso ao Google, Twitter, Facebook: “É melhor terem cuidado”

Thomas Barrabi
As ações do Google, Facebook e Twitter foram negociadas em baixa na terça-feira, depois que o presidente Trump acusou os líderes tecnológicos de preconceito contra vozes conservadoras, avisando que estão “pisando em um território muito problemático.”
“O Google está realmente tirando proveito de muita gente e acho isso muito sério e uma acusação muito séria,” disse Trump depois de uma reunião no Salão Oval com o presidente da FIFA, Gianni Infantino. “Acho que o que o Google e o que outros estão fazendo, se você observar o que está acontecendo no Twitter, se você observar o que está acontecendo no Facebook — é melhor eles terem cuidado, porque eles não podem fazer isso com as pessoas.”
“O Google, o Twitter e o Facebook estão realmente pisando em território muito problemático e precisam tomar cuidado. Não é justo para grandes parcelas da população,” acrescentou Trump, observando que seu governo tem “literalmente milhares e milhares de reclamações chegando” sobre as práticas das empresas de tecnologia.
As ações do Google e do Twitter fecharam em queda de 1 por cento, enquanto as do Facebook recuaram 0,68 por cento.
As declarações de Trump vieram horas depois de ele ter criticado o Google em sua conta no Twitter, acusando a gigantesca empresa de tecnologia de limitar o acesso de fontes conservadoras da mídia em favor do que ele descreveu como a “Mídia de Notícias Falsas.” O presidente disse que a vasta maioria dos resultados de busca de “Notícias de Trump” é de fontes de notícias de esquerda.
“A busca não é usada para definir uma agenda política e não distorcemos nossos resultados na direção de qualquer ideologia política,” disse o Google em comunicado na terça-feira. “Todos os anos, emitimos centenas de melhorias em nossos algoritmos para garantir que eles exibam conteúdo de alta qualidade em resposta às consultas dos usuários. Trabalhamos continuamente para melhorar a Pesquisa do Google e nunca classificamos os resultados da pesquisa para manipular sentimentos políticos.”
Um representante do Twitter encaminhou um pedido de comentário sobre as declarações de Trump ao testemunho público de Nick Pickles, líder mundial de estratégia de política pública do Twitter, o qual testificou perante o Congresso em julho.
“Alguns críticos descreveram a soma de todo esse trabalho como uma proibição de vozes conservadoras. Deixe-me esclarecer ao Comitê hoje que essas alegações são infundadas e falsas,” disse Pickles na época.
O Facebook não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da Fox Business: Trump warns Google, Twitter, Facebook: 'They better be careful'
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