20 de julho de 2018

Putin está matando milhões de americanos!


Putin está matando milhões de americanos!

Ann Coulter
Comentário de Julio Severo: Neste artigo, a escritora americana Ann Coulter zomba dos esquerdistas fazendo muitas piadas com base no próprio histórico deles. Ela mistura, com pesadas pitadas de humor, conhecimento de história com o histórico de desonestidade deles.
Ann Coulter
Não sei o que Trump disse durante aquelas duas horas em que ele se encontrou em privado com o presidente russo Vladimir Putin, mas como muitos na mídia, sei o que espero que ele disse: Sr. Putin, preciso que você admita publicamente sua cumplicidade no problema que os EUA têm com estrangeiros ilegais.
Somente se Putin confessar que é culpado de mobilizar uma vasta rede de agentes russos para dirigir pessoalmente os movimentos de milhões de estrangeiros ilegais através do Deserto de Sonora, através de dezenas de postos de controle e outros meios para entrar nos EUA, em cumprimento de seu plano mestre de atacar a viabilidade financeira, segurança e perspectivas futuras dos EUA, a mídia, o Partido Democrata e os republicanos chegarão emergir de sua letargia e admitirão que os EUA têm um enorme problema em sua fronteira sul.
Os imigrantes ilegais já mataram muito mais americanos do que a Rússia em toda a sua história — ou poderia algum dia esperar matar, mesmo com uma bomba nuclear bem colocada.
Mas nada será feito, a menos que possamos provar que Putin está por trás disso.
Os meios de comunicação e o governo dos EUA querem que você se fixe na anexação da Crimeia pela Rússia como o grande problema que os EUA enfrentam, esperando que os americanos esqueçam o buraco enorme na sua fronteira.
Não contei para ver quantos americanos morreram como consequência da ação de Putin readquirindo a Criméia — sim, fiz a contagem! NENHUM. Enquanto isso, traficantes de drogas mexicanos matam mais americanos a cada semana do que a União Soviética comunista matou quando derrubou o voo 007 da Coréia por voar em seu espaço aéreo, quase iniciando uma guerra nuclear.
Obcecados com problemas irrelevantes e insolúveis em partes remotas do mundo, é como os esquerdistas americanos provam que são intelectuais. Coréia do Norte, Síria, Rússia — é com isso que os americanos precisam se importar, segundo eles. Não o próprio país deles. Somente os compradores do Wal-Mart se importam com o próprio país.
Seria como se, em 1939, quando a ameaça nazista se aproximava, os jornais britânicos discutissem apenas os incêndios florestais lá longe em Victoria, na Austrália. Quantos morreram? Eles precisam da nossa ajuda? O que devemos fazer? Qual é a postura do primeiro ministro da Inglaterra?
Com a Rússia, os esquerdistas recebem um bônus extra por baterem em Trump sobre sua conivência inexistente com a Rússia — o maior inimigo dos EUA desde muito, muito recentemente.
Pelo menos nenhum presidente democrata jamais chegou a abraçar publicamente um ditador russo, enquanto entregava a ele toda a Europa Oriental em Yalta, de modo que a consciência da esquerda americana está limpa!
Na verdade, não. Até que todas as estátuas de Roosevelt sejam derrubadas, os esquerdistas precisam se fixar na Rússia. Pelo menos Trump não está chamando Putin de “tio Vlad” e dando a ele um terço da Europa, enquanto ele está sendo aconselhado por dois espiões russos.
Embora eu tenha certeza de que a invasão da Ucrânia pela Rússia e a anexação da Criméia fossem uma grave ameaça para todos os homens, mulheres e crianças nos Estados Unidos, Putin também deveria ser responsabilizado pelo estupro e assassinato de milhares de americanos no próprio território americano todos os anos, como resultado da imigração ilegal aparentemente impossível de ser parada. (Quem sabia que um muro na fronteira dos EUA era um feito de engenharia tão inconcebível?)
Onde mais colocar a culpa por esse ataque monstruoso, senão em Putin, o homem mais maligno desde Hitler?
É verdade que os esquerdistas passaram décadas fazendo lobby por um fluxo interminável de estrangeiros ilegais. Mas isso não deveria ser um problema. Eles também passaram décadas defendendo ditadores russos.
Abandonar todas as posições que eles já tiveram para atacar Trump é um procedimento operacional padrão nos dias de hoje.
Além de Trump não desafiar Putin em uma briga de socos em Helsinque, os meios de comunicação foram à loucura pelo fato de ele ter citado as revelações das agências de inteligência dos EUA — mas depois acrescentou que Putin negou as acusações.
ELE ACREDITA EM PUTIN ACIMA DAS PRÓPRIAS AGÊNCIAS DE INTELIGÊNCIA DOS EUA? Equivalência moral! Traição! Altos crimes e contravenções! Kristallnacht! Trump poderia muito bem ter pisado num retrato de George Washington. (Ou, já que estamos falando de esquerdistas, Stálin.)
Mas do jeito que me lembro, democratas eleitos — até mesmo candidatos democratas à presidência — criticaram as agências de inteligência dos EUA de forma feroz, particularmente em relação à Guerra do Iraque.
A mídia transformou o palhaço Joe Wilson num herói nacional por ridicularizar as revelações das agências de inteligência dos EUA.
No início da guerra, a inteligência dos EUA, a inteligência britânica e o Comitê de Inteligência do Senado concluíram que Saddam Hussein estava buscando enormes quantidades de urânio do Níger.
Mas Joe Wilson foi enviado por sua esposa, uma agente não-secreta, informal e insignificante da CIA, para uma viagem ao Níger, onde ele olhou diretamente nos olhos dos funcionários do governo e perguntou: Saddam enviou emissários para este país esquecido que não tem nada para vender, exceto urânio, a fim de comprar urânio? Sejam honestos! Eu não tenho absolutamente nenhuma maneira de saber se vocês estão mentindo, e nações poderosas com armas nucleares ficarão realmente bravas com vocês se vocês disserem “sim.”
Foi com base nessa conversa que Wilson concluiu, como escreveu no jornal New York Times: “Não tenho muita escolha a não ser concluir que parte da inteligência relacionada ao programa de armas nucleares do Iraque foi distorcida para exagerar a ameaça iraquiana.”
Longe de condenar esse desengonçado antipatriótico por cagar nas agências de inteligência dos EUA, a mídia fez dele uma estrela! Apenas um tolo como George W. Bush acreditaria nas ineptas agências americanas de inteligência sobre a palavra de um funcionário do governo do Níger.
Então, fazer uma meia-volta volver em cima de uma posição anterior de longa data não é problema para os esquerdistas, desde que sirva ao propósito maior de pegar Trump.
Não sei se os esquerdistas perceberam, mas tentar colocar o público em uma onda de raiva inflamada por causa da anexação da Criméia por Putin não tem sido um grande sucesso.
Além do fato de que quem é dono da Crimeia não tem absolutamente nenhum interesse de segurança nacional concebível para os Estados Unidos, a Crimeia é parte da Rússia desde sempre. (Tecnicamente, desde 1783 — quando eles a tomaram dos muçulmanos.)
Busque no Google “Vila Potemkin.” A história diz que Grigory Potemkin, um assessor da imperatriz russa Catarina II, tentou impressioná-la com sua mais nova possessão territorial, estabelecendo aldeias falsas ao longo de sua rota. Local e data da história: Criméia, 1787.
A esquerda precisa de algo um pouco mais pretencioso para nos deixar furiosos com a Rússia — e a imigração ilegal é apenas o bilhete de entrada! A única coisa com a qual os esquerdistas se preocupam é a Rússia, mas a única coisa com a qual a maioria dos americanos se preocupa é o seu próprio país.
A solução está nos encarando bem no meio da cara. Convencer Putin a admitir que ele é responsável pelos milhões de invasores estrangeiros que se infiltram nos EUA, abaixando os salários em um bom dia, estuprando garotinhas e cometendo assassinatos repugnantes nos dias ruins.
Em troca, os EUA darão a Putin Bill Browder e George Soros.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Putin is killing millions of Americans!
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