30 de junho de 2018

Especialista avisa: impossível deter a islamização de um país se a população muçulmana atingir 16%


Especialista avisa: impossível deter a islamização de um país se a população muçulmana atingir 16%

Joshua Cullen
De acordo com um estudo da Universidade de Harvard, é impossível deter a islamização de um país quando a população muçulmana atinge 16% da população total. Isso é o que a especialista em islamismo, Nikoletta Incze, disse em 22 de junho, na televisão pública húngara.
Incze é pesquisadora do Centro para o Estudo do Islamismo Político, uma fundação do crítico americano do islamismo, Bill Warner, que atua em vários países.
A entrevista com a especialista do islamismo foi transmitida como parte de uma reportagem de uma revista que foca na propagação do islamismo na Europa e traz o título de “Avanço Islâmico — Já Há 44 Milhões de Adeptos na Europa.”
No início da conversa, Nikoletta Incze ressalta que muitos países hoje islâmicos eram originalmente cristãos, como a Turquia, o Egito e a Síria.
Em outros países, o islamismo suplantou a religião anterior: o Paquistão era hindu, o Afeganistão era budista, o Irã era dominado pelo zoroastrismo.
Maomé e seus sucessores subjugaram esses países militarmente e os islamizaram. A islamização foi um processo que levou séculos. Surge a questão de quando foi decidido que o islamismo prevaleceria nesses países.
Nikoletta Incze cita um estudo da Universidade de Harvard. Segundo ela, a islamização de um país já é inevitável, quando a proporção de muçulmanos na população é de cerca de 16%. Levará mais 100 a 150 anos até que a islamização esteja completa.
Nikoletta Incze vê uma islamização da Europa atualmente. No entanto, há uma grande diferença com a expansão islâmica na Idade Média: naquela época, a Europa teria feito resistência.
Hoje, os muçulmanos são tratados com tolerância e aceitação. O islamismo é tratado como uma religião em pé de igualdade, ignorando a ideologia política.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês de Voice of Europe: Expert warns: The Islamisation of a country can no longer be stopped if Muslim population reaches 16%
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29 de junho de 2018

Diretor de proeminente instituição de caridade que faz campanha contra abuso infantil é preso por “tentar estuprar várias crianças de apenas dois anos”


Diretor de proeminente instituição de caridade que faz campanha contra abuso infantil é preso por “tentar estuprar várias crianças de apenas dois anos”

Emily Crane, Dailymail.com
O diretor de uma instituição de caridade que faz campanhas contra a violência sexual foi preso em Nova Iorque por pornografia infantil e supostamente tentando se encontrar com crianças de apenas dois anos.
Joel Davis
Joel Davis, 22 anos, é acusado de tentar estabelecer encontros sexuais entre si mesmo e crianças pequenas, além de solicitar a um agente do FBI que enviasse vídeos sexualmente explícitos de menores.
O homem de Nova Iorque foi preso na terça-feira por acusações de abuso sexual infantil e pornografia infantil.
Davis é o presidente da Campanha Internacional para Acabar com o Estupro e a Violência de Gênero em Conflito — uma organização dedicada a acabar com a violência sexual.
Promotores dizem que, apesar de seu envolvimento na organização, Davis trocou mensagens de texto com agentes disfarçados ao longo de várias semanas no início deste mês.
Davis supostamente disse aos agentes que ele estava sexualmente interessado em crianças de todas as idades. Ele é acusado de enviar aos agentes fotografias sexualmente explícitas de bebês e crianças pequenas, inclusive algumas crianças envolvidas em atos sexuais com adultos.
O rapaz de 22 anos supostamente organizou um encontro com a filha de nove anos de um dos agentes disfarçados e com a pretensa filha de dois anos da namorada do agente.
Ele supostamente entrou em detalhes nas mensagens de texto sobre quais atividades sexuais ele pretendia se envolver com as crianças.
Os promotores dizem que Davis pediu repetidas vezes ao agente disfarçado que tirasse fotos e vídeos nus e sexualmente explícitos das crianças e os enviasse para ele.
Após sua prisão, Davis supostamente admitiu aos policiais que ele havia abusado de um menino de 13 anos no passado e que ele mantinha imagens de pornografia infantil em seu telefone.
“Tendo iniciado uma organização que pressionou pelo fim da violência sexual, Davis demonstrou o mais alto grau de hipocrisia por suas supostas tentativas de explorar sexualmente vários menores,” disse o vice-diretor do FBI, William F. Sweeney Jr.
“Como se isso não fosse repulsivo o suficiente, Davis supostamente possuía e distribuía imagens totalmente explícitas de inocentes bebês e crianças pequenas sendo abusadas sexualmente por adultos.”
Davis enfrentou na terça-feira o tribunal federal de Manhattan acusado de incitamento de um menor a se envolver em atividade sexual, tentativa de exploração sexual de menor, posse de pornografia infantil e recebimento e distribuição de pornografia infantil.
De acordo com seu perfil no LinkedIn, Davis cursou a Universidade de Oxford, a Universidade de Columbia e a Escola Juilliard.
O procurador dos EUA Geoffrey S. Berman descreveu as alegadas ações de Davis como “inconcebíveis” e “doentias.”
“Davis começou uma organização dedicada a acabar com a violência sexual, enquanto supostamente se envolveu no comportamento dúbio de compartilhar imagens explícitas de crianças envolvidas em atividade sexual,” disse ele.
“Davis também supostamente solicitou a um agente disfarçado — a quem ele pensava ser um participante voluntário — que enviasse vídeos sexualmente explícitos de sua filha de nove anos, e até mesmo estabelecer um encontro sexual entre ele e uma criança de dois anos.
“A conduta alegada contra Joel Davis é tão inconcebível quanto é repugnante, e como este caso demonstra, as autoridades policiais manterão olhos atentos nos cantos mais escuros da internet para levar os predadores à justiça.”
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28 de junho de 2018

“Eu estava vivendo uma mentira até que Jesus me libertou”: ex-gays refletem sobre decisão histórica que legalizou casamento gay nos Estados Unidos


“Eu estava vivendo uma mentira até que Jesus me libertou”: ex-gays refletem sobre decisão histórica que legalizou casamento gay nos Estados Unidos

John Wesley Reid e Jenna Browder
WASHINGTON, EUA — Três anos se passaram desde que o Supremo Tribunal dos EUA validou o casamento gay como a lei suprema dos EUA no caso histórico Obergefell v. Hodges.
Para marcar o aniversário de três anos desse caso, a entidade Americanos pela Verdade sobre a Homossexualidade (AFTAH) ficou do lado de fora do Supremo Tribunal para denunciar a decisão e exigir uma revogação.
Mas isso não foi apenas sobre um conflito judicial. Juntando-se ao protesto, havia um grupo de pessoas ex-LGBT que deram a Jesus o crédito pela libertação de seus antigos estilos de vida.
“Estive escravizado na homossexualidade por 30 anos até que orei a Jesus e Ele me disse onde estava minha verdadeira identidade,” disse um palestrante à multidão. “Eu estava vivendo uma mentira em quem eu pensava que era até que Jesus me libertou!”
Kathleen Crank, militante pró-família ligada ao Partido Republicano e candidata à Casa de Delegados de Maryland, expressou os desafios freqüentemente sentidos com a defesa da verdade bíblica.
“Expor a escuridão não é divertido e pode ser frustrante e assustador como aprendi,” Crank disse. “Mesmo que seja frustrante e assustador continuar dizendo a verdade, temos de continuar fazendo isso porque o lado certo da história é verdadeiro.”
Um manifestante respondeu gritando: “O lado conservador louco!”
Virando-se para o manifestante que gritava, Crank respondeu: “Para meus amigos com as bandeiras do arco-íris, eu digo que o arco-íris pertence a Deus.”
Além do raciocínio judicial e bíblico, os palestrantes também mostraram preocupação em relação à onde essa decisão pode levar a sociedade americana. O declive escorregadio, segundo eles, se manifestou no sistema de escolas públicas dos EUA ao permitir banheiros relativos a gêneros.
Esse aniversário vem na sequência da decisão judicial Masterpiece Cakeshop vs. Colorado Civil Rights Commission. Esse caso envolveu o padeiro Jack Phillips se recusando a personalizar um bolo para um casamento entre pessoas do mesmo sexo, citando condenações religiosas como base para sua decisão.
A batalha judicial de seis anos terminou no mês passado, quando o Supremo Tribunal deu como decisão que o estado do Colorado não havia dado consideração suficiente à liberdade religiosa de Phillips.
Um comunicado de imprensa da AFTAH disse: “A farsa judicial de Obergefell está bem ao lado da decisões Roe versus Wade e Dred Scott como entre as decisões mais inconstitucionais e equivocadas da Suprema Corte na história americana.”
“Obergefell acelerou o declínio moral dos EUA e a guerra LGBT-esquerdista contra a liberdade religiosa,” continuou o comunicado. “Torna também mais fácil para as escolas doutrinar as crianças na confusão de sexo e gênero em nome da ‘igualdade.’“ Os americanos que se preocupam com a verdade, a virtude e a liberdade nunca devem aceitar essa mentira imposta por tribunais.”
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da Rede de Televisão Cristã dos EUA: 'I Was Living a Lie Until Jesus Delivered Me': Ex-Gays Reflect on Historic Gay Marriage Ruling
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27 de junho de 2018

Nadar e dirigir é perigoso… para quem não sabe nadar e dirigir


Nadar e dirigir é perigoso… para quem não sabe nadar e dirigir

Julio Severo
O homem que não tem a experiência de natação vê como extremo perigo nadar em cachoeiras e outros lugares. Ele tem como base sua própria experiência — se ele tentar nadar nesses lugares, ele se afoga.
Ele pode usar também o exemplo de pessoas que morreram afogadas em mares, lagos, cachoeiras e rios para mostrar que nadar é perigoso. De fato, não faltam exemplos de mortes por afogamento. Ele tem abundantes exemplos para desestimular as pessoas de nadar.
Isso significa que deve haver cessação de toda natação?
O mesmo caso ocorre com o volante. Há um número anual muito grande de pessoas que morrem por acidentes de automóveis. Quem não sabe dirigir pode usar os numerosos casos de acidentes de trânsito como prova de que deve-se banir pessoas do volante.
Isso significa que seres humanos não foram feitos para dirigir? Isso significa que deve haver cessação de motoristas e veículos?
De forma alguma. Mesmo que nadar e dirigir impliquem em riscos, a atitude correta é o nadador e o motorista se aperfeiçoarem na experiência de nadar e dirigir. Banir não resolve o problema; apenas remove opções necessárias.
Aplico o exemplo da proibição de nadar e dirigir à teologia cessacionista, que busca proibir na vida cristã a experiências de dons sobrenaturais do Espírito Santo. Assim como é ridículo alguém que não sabe nadar e dirigir querer impor leis e proibir pessoas de nadar e dirigir, inclusive com teorias contra nadar e dirigir, assim também é ridículo teólogos que não têm nenhuma experiência dons sobrenaturais do Espírito Santo imporem doutrinas humanas e proibirem cristãos de ter esses dons, inclusive com teorias teológicas mirabolantes contra esses dons.
Como tudo o mais na vida que é necessário e importante, o uso dos dons pode implicar em riscos, assim como nadar e dirigir sempre implicam riscos. Mas o caminho certo não é evitar nadar, dirigir e ter dons sobrenaturais do Espírito Santo. O caminho certo é aprender direito e se aperfeiçoar nessas experiências necessárias.
Se os dons sobrenaturais não fossem necessários para equipar a igreja, Jesus não os teria dado aos seus primeiros apóstolos e ele não os daria hoje.
Negar que Jesus dá hoje esses dons usando como base a falta dessa experiência nos críticos ou usando os casos bizarros é a mesma coisa que criticar a experiência de nadar e dirigir usando como base a falta de experiência dos críticos e casos horrendos de afogamentos e acidentes de trânsitos.
Proibir as pessoas de nadar e dirigir vai com certeza evitar quase 100 por cento das mortes por afogamento e acidentes de trânsito, mas vai trazer inúmeros outros problemas.
Proibir experiências de dons sobrenaturais, inclusive revelação e profecias, na igreja vai com certeza evitar casos bizarros, mas vai trazer inúmeros outros problemas, inclusive deficiência espiritual.
Só os imaturos, os medrosos e os covardes proíbem as pessoas de dirigir, nadar e ter dons sobrenaturais.
Aprenda a dirigir muito bem.
Aprenda a nadar bem no Rio do Espírito Santo.
Aprenda a nadar bem no seu dom.
Aprenda a deixar o Espírito Santo guiar e dirigir sua experiência de dons sobrenaturais.
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26 de junho de 2018

Quem é Nikki Haley?


Quem é Nikki Haley?

Julio Severo
A embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, tirou os Estados Unidos do Conselho de Direitos Humanos da ONU. Seu argumento é que esse conselho tem um viés anti-Israel. Sua decisão foi absolutamente correta. Na verdade, os Estados Unidos deveriam ter tomado essa decisão há muitas décadas.
Nikki Haley
Mas Haley não estava certa ao acrescentar a Síria ao seu argumento dizendo que esse conselho aprovou mais resoluções neste ano condenando Israel do que a Síria — querendo dizer que a Síria merece ser alvo especial de ataques na ONU.
Por que ela selecionou a Síria, que não é membro desse conselho, e não escolheu a Arábia Saudita, que é membro desse conselho?
Se o Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas está votando sistematicamente contra Israel, é porque seu membro saudita e outros membros radicais querem isso.
Desde 2011, a Síria tem sido vítima das ações militares do governo dos EUA, primeiro sob Obama e agora sob o Presidente Donald Trump. O grande pecado sírio é não estar alinhado aos interesses dos EUA. A Arábia Saudita não foi selecionada para ser atacada por Haley porque, apesar de ser uma patrocinadora do terrorismo islâmico mundial, está alinhada aos interesses dos EUA. Então culpe um inimigo dos EUA (Síria) pelo ódio anti-Israel de um aliado dos EUA (Arábia Saudita) na ONU!
Entretanto, esta não é a primeira vez que os EUA e a Arábia Saudita têm interesses alinhados. Quando o presidente dos EUA, Franklin Delano Roosevelt, criou a ONU em 1945, ele assegurou à Arábia Saudita que não permitiria a criação de Israel. Assim, o criador da ONU — Roosevelt — não queria a criação de Israel, porque ele tinha em mente os interesses sauditas. Se a ONU hoje se opõe a Israel para servir aos interesses sauditas, está fazendo apenas a vontade de seu criador.
Se Haley fosse embaixadora dos EUA sob o criador da ONU, ele a elogiaria por não ter selecionado a Arábia Saudita para ser atacada. Mas ele certamente a demitiria por se opor aos interesses sauditas no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas contra Israel.
Foi um grande passo tirar os EUA desse conselho. No entanto, seria um passo muito mais necessário repudiar sua criação perversa. Os EUA não podem negar sua própria paternidade sobre a ONU, mas podem e devem repudiar sua criação e denunciar Roosevelt.
De qualquer forma, Haley teria problemas se tentasse se opor aos interesses sauditas anti-israelenses em um governo Roosevelt.
Mas mesmo no governo Trump, os interesses dela nem sempre estão alinhados a Trump.
Em abril passado, Haley se envolveu em uma briga pública depois que o assessor de Trump, Larry Kudlow, sugeriu que ela teve alguma “confusão momentânea” em relação às sanções americanas contra a Rússia. Haley respondeu: “Com todo o respeito, não me confundo.”
Ela apoia o aumento das sanções anti-Rússia que Obama havia iniciado. Ela queria mais sanções anti-Rússia num momento em que Trump não queria, e deu confusão.
Haley, de 46 anos, é embaixadora na ONU desde 27 de janeiro de 2017.
Há outras coisas que você precisa saber sobre Haley.
Ela foi nomeada uma das 100 pessoas mais influentes na revista Time em 2016. Então, se ela é tão importante, você precisa conhecê-la melhor, porque se há uma mulher que pode alcançar a presidência dos EUA, é ela.
Quando assumiu o cargo em 2011, Haley se tornou a primeira governadora do sexo feminino da Carolina do Sul. A republicana também foi a primeira representante de uma minoria a ocupar esse cargo. Ela foi endossada por Mitt Romney, o candidato presidencial republicano de 2012. Romney foi o primeiro governador a aprovar o “casamento” homossexual em Massachusetts. Mas Haley não é culpada pelos liberais republicanos que a apoiam.
Ela deveria ser culpada pelo que ela mesma tem feito. E, com todo o respeito a ela, acho que ela realmente fica confusa.
Em 2015, Haley assinou um projeto de lei para remover uma bandeira confederada que estava na sede do governo, aderindo às exigências dos esquerdistas no estado que viam a bandeira conservadora como um símbolo de ódio. Ela ficou do lado dos esquerdistas contra os conservadores. Ela fez exatamente o que governadores esquerdistas fizeram em outros estados.
“Esta bandeira, embora parte integrante do nosso passado, não representa o futuro do nosso grande estado,” disse Haley na época. Eu posso entender sua falta de raízes nessa questão porque, apesar de ter nascido e crescido na Carolina do Sul, as verdadeiras raízes de Haley têm origem em seus pais imigrantes indianos. A bandeira confederada ou outro símbolo conservador dos EUA não tem parte integrante no passado dela.
“Para destruir um povo, você deve cortar suas raízes,” escreveu Alexander Solzhenitsyn, o laureado russo que passou oito anos em um campo de trabalhos forçados soviético por sua oposição ao sistema marxista. Ele fez essa declaração a respeito dos esforços dos soviéticos para separar o povo russo de sua história, incluindo sua história cristã.
Haley não fez a mesma coisa?
Até onde sei, os confederados têm boas tradições. Cerca de 10.000 confederados se mudaram para o Brasil após o fim da Guerra Civil em 1865 e eles, que eram evangélicos, fundaram escolas e pregaram o Evangelho no Brasil. Eles foram a inspiração direta para o governo brasileiro criar o primeiro sistema de escolas públicas. Antes dos confederados, os pobres não tinham acesso à escolarização e educação no Brasil. Se os pobres brasileiros têm hoje alguma educação, é graças ao confederado. Isso não é uma boa tradição? Se Haley não vê dessa maneira, o que há em sua mente?
Nikki Haley
Mesmo sendo cristã, Haley diz que ainda honra a religião sikh de sua família.
Ela se casou em duas cerimônias. Uma cerimônia foi realizada em uma igreja metodista e outra foi uma cerimônia sikh.
Haley frequenta uma igreja metodista. Mas ela disse ao jornal New York Times em um perfil de 2010 que ela às vezes frequentava os cultos sikhs, já que ela foi criada nessa religião.
A religião sikh, que é uma combinação dos conceitos do hinduísmo e do islamismo sufi, acredita na reencarnação.
O fundador do sikhismo, Guru Nanak, ensinava que deus (Vahiguru) já está dentro de cada pessoa, mas pode ser acessado e conhecido apenas pela contemplação. Muito parecido com coisas da Nova Era.
Em seu livro The Public Encyclopedia of Apologetics (Enciclopédia Pública de Apologética), o autor Ed Hindson disse: “Como o sikhismo está em completa contradição com o Cristianismo, a lista de discordâncias entre o sikhismo e o Cristianismo é longa. O sikhismo nega a encarnação, a Trindade e a Bíblia. O sikhismo defende a reencarnação e nega a realidade do pecado. Até mesmo a natureza de Deus como Criador não criado não é a mesma.”
Nikki Haley
Então, se um cristão não pode ser adepto do sikhismo ao mesmo tempo, o que Haley está fazendo indo aos cultos sikhs? Com todo o respeito a Haley, acho que ela está confusa sobre assuntos espirituais.
Não sei o que Haley chama de Cristianismo, mas Cristianismo com a religião sikh é uma mistura estranha, fogo estranho e jugo desigual.
Se ela acabar chegando à presidência dos EUA, sua espiritualidade cristã/sikh (na verdade, doente) misturada vai deixá-la mais confusa, pois se o corpo de um cristão é o templo do Espírito Santo, como esse templo pode compartilhar suas dependências com os espíritos (demônios) do sikhismo?
Nikki Haley
Se ela não conseguiu respeitar as raízes conservadoras da Carolina do Sul e, em vez disso, respeitou os queixumes dos esquerdistas, o que uma possível presidente Haley poderia fazer com as raízes conservadoras nacionais dos EUA quando confrontada com a pressão esquerdista?
Ela não endossou Trump nas primárias do Partido Republicano em 2016. Aliás, ela o atacou. Ela insinuou críticas a Trump quando disse: “Durante tempos de ansiedade, pode ser tentador seguir o apelo da sirene das vozes mais raivosas. Precisamos resistir a essa tentação.” Trump, que entendeu a crítica “implícita,” respondeu: “Estou! Estou com muita raiva porque odeio o que está acontecendo com o nosso país.”
As manchetes diziam com precisão que, para Nikki Haley, qualquer republicano poderia ser candidato, menos Trump.
Haley endossou o senador da Flórida, Marco Rubio, que é um neoconservador que constantemente quer guerra com a Rússia. Ela tem os mesmos sentimentos neocons.
Trump disse em um tweet: “O povo da Carolina do Sul está envergonhado de Nikki Haley!”
Trump acabou colocando em seu governo Haley e o diretor do Instituto McCain — dois neocons ávidos. Ele fez exatamente o que ele condenou em 2016.
Hoje, como representante dos Estados Unidos na ONU, Haley tem usado sua posição para celebrar orgulho na sodomia (homossexualidade). Outros cristãos evangélicos no governo Trump estão fazendo a mesma celebração. O Secretário de Estado Mike Pompeo, que diz ser evangélico, declarou junho como mês homossexual, e Haley se juntou a ele dizendo:
“Nós nos juntamos aos nossos amigos LGBT em todo o mundo para celebrar o mês do Orgulho. Os Estados Unidos apoiam a comunidade LGBT em defender seus direitos humanos.”
Minha resposta pública para ela:
“Totalmente vergonhoso, Nikki! Você diz que é evangélica, mas está celebrando ‘orgulho’ na sodomia? Deus disse: ‘Não tenha relações sexuais com um homem como se faz com uma mulher; isso é abominação.’ (Levítico 18:22) Não existe orgulho em uma abominação.”
Nenhum cristão ou conservador real jamais defenderia a celebração da perversão homossexual.
Existem pontos positivos em Haley? Com certeza.
Haley diz que a ONU é inútil porque, sob o controle islâmico (inclusive saudita, embora ela não inclua especificamente os sauditas em seus ataques), é persistentemente anti-Israel. Concordo com ela. Contudo, como ela não consegue lembrar que, sob controle neocon, o governo dos EUA tem sido igualmente persistente em uma posição anti-Rússia, mesmo agora quando a Rússia é muito mais conservadora? Os EUA têm tratado a Rússia conservadora não muito diferente do que as nações muçulmanas tratam Israel.
Dá para entender Obama e suas sanções contra a Rússia, inclusive sua zombaria anti-Rússia. Mas não dá para entender como Haley, que alega ser conservadora, pode continuar com o comportamento porco de Obama contra uma Rússia que tem lutado contra o aborto e a agenda homossexual na ONU. Assim como ela fez com a bandeira confederada conservadora, ela está fazendo com a Rússia conservadora.
Dá para ela lembrar que ela usa sua posição na ONU para condenar a Síria, que tem sido vítima do ISIS, da al-Qaeda e tem sofrido uma violenta guerra civil provocada pelo governo dos EUA sob Obama, mas ela não condena a Arábia Saudita, que está apoiando diretamente a carnificina na Síria, que tem uma das comunidades cristãs mais antigas do mundo? Por que proteger a ditadura islâmica da Arábia Saudita e atacar sua vítima, a Síria? Ela não pode ser suficientemente compassiva para ouvir a antiga comunidade cristã síria, que em grande parte tem se oposto às decisões dela contra a Síria?
Dá para ela lembrar que o governo dos EUA tradicionalmente valoriza a Arábia Saudita acima de Israel? Aliás, em sua primeira viagem internacional, a primeira nação que Trump visitou não foi Israel. Foi a Arábia Saudita.
Dá para ela lembrar que a ONU não foi fundada por muçulmanos e sua sede não está na Arábia Saudita ou outra nação islâmica? A ONU, cuja sede fica em Nova Iorque, foi fundada pelo presidente dos EUA, Franklin Delano Roosevelt, que também valorizava a Arábia Saudita acima de Israel. Portanto, não é de admirar que, seguindo os desejos de seu fundador americano, a ONU sempre tenha colocado a Arábia Saudita e seus desejos acima de Israel.
Assim como os muçulmanos anti-Israel (um pleonasmo) são uma ameaça na ONU, os neocons anti-Rússia (outro pleonasmo) são uma ameaça no governo dos EUA.
Se Haley consegue se dar bem com a Arábia Saudita, que proíbe o Cristianismo e a Bíblia e é a principal patrocinadora do terrorismo islâmico em todo o mundo, inclusive o ISIS, por que ela não consegue se dar bem com a Rússia conservadora, que não proíbe o Cristianismo e a Bíblia?
Se Haley acabar chegando à presidência dos EUA, sua ideologia cristã/neocon misturada vai deixá-la mais confusa, pois se Jesus Cristo nunca trabalhou para expandir os interesses militares do Império Romano, como a “cristã” Haley pode trabalhar pelos interesses militares dos neoconservadores? Que compatibilidade existe entre Jesus Cristo e neocons?
Jesus teve muitas oportunidades para apoiar os interesses militares do Império Romano e teve muitas oportunidades para induzir seus discípulos a apoiar os interesses militares do Império Romano. Mas ele não fez isso. Por que a “cristã” Haley está fazendo isso?
Se Trump pôde dizer no Twitter, “O povo da Carolina do Sul está envergonhado de Nikki Haley!” em 2016, a atitude dela hoje contra a bandeira confederada e a Rússia conservadora tem igualmente envergonhado os conservadores reais.
Acho que posso oferecer um conselho duro para ela e para Trump também, porque embora ele tenha desistido de seu discurso antineocon de 2016, eu continuo seguindo seu exemplo de antineocon. No entanto, no caso de Haley, ela nunca desistiu de suas posições pró-neocon.
Eu “cutuquei” Trump e Nikki Haley no Twitter:
Julio Severo para Trump: Por favor, torne os EUA independentes da Arábia Saudita e seus malditos petrodólares.
Julio Severo para Trump: Por favor, demita a neocon Nikki Haley. Contrate um conservador antineocon para denunciar a ditadura terrorista islâmica da Arábia Saudita. Haley não tem coragem de fazer isso.
Nikki Haley: RT @USUN: “É preciso muita coragem para o povo iraniano usar o poder de sua voz contra seu governo, especialmente quando esse governo tem uma longa história de assassinar seu próprio povo que ousa falar a verdade… as pessoas que amam a liberdade devem apoiar sua causa.”
Julio Severo: Ei, Nikki, você poderia incentivar a CIA a fazer uma revolução “popular” similar na Arábia Saudita?
Tenho certeza de que o que move Haley a apoiar Israel é sua fé cristã. Isso faz sentido.
Mas não tenho certeza do que a move a apoiar a violenta ditadura islâmica da Arábia Saudita e desconsiderar e até mesmo atacar as vítimas sauditas, inclusive a Síria. Isso não faz sentido. Certamente, não é sua fé cristã. Essa é sua fé neocon, e o neoconservadorismo envolve guerras incessantes para sustentar o complexo industrial militar em guerras que muitas vezes massacram os cristãos e produzem lucros, expandindo o imperialismo neocon e o islamismo sunita — o tipo de islamismo praticado na Arábia Saudita.
Eu também não tenho certeza do que a moveu a desconsiderar as tradições confederadas e a Rússia conservadora. Isso não faz sentido. Certamente, não é sua fé cristã. É o respeito dela pelos caprichos dos esquerdistas, que odeiam tanto o conservadorismo dos confederados quanto o conservadorismo da Rússia.
Se Haley pretende continuar usando o nome de Jesus, ela precisa saber que Deus é ciumento. A Bíblia diz:
“Adúlteros, vocês não sabem que a amizade com o mundo é inimizade com Deus? Quem quer ser amigo do mundo faz-se inimigo de Deus. Ou vocês acham que é sem razão que a Escritura diz que o Espírito que ele fez habitar em nós tem fortes ciúmes?” (Tiago 4: 4-5 NVI)
Isso pode significar: “Adúlteros, vocês não sabem que a amizade com o sikhismo e o neoconservadorismo é inimizade com Deus? Quem quer ser amigo do sikhismo e do neoconservadorismo, faz-se inimigo de Deus.” Ou ela serve apenas a Jesus ou ao sikhismo. Ou ela serve apenas a Jesus ou ao neoconservadorismo, que é a “religião” dos amantes da guerra.
O Cristianismo verdadeiro não tem mistura com o sikhismo, reencarnação e neoconservadorismo. É por isso que estou preocupado com Haley, cujo Cristianismo protestante tem exatamente essa mistura espiritualmente prejudicial. Eu não sei na igreja metodista, mas qualquer tal “cristão” misturado teria sido um caso para libertação espiritual para Jesus e Seus apóstolos.
Como a revista Time a nomeou uma das 100 pessoas mais influentes em 2016, ela tem uma chance real de conquistar a presidência dos EUA. No que diz respeito a Israel, ela seria uma excelente opção. Mas no que diz respeito às ambições neoconservadoras — inclusive oposição ao conservadorismo cristão nos EUA e na Rússia —, ela está longe de ser uma boa escolha. E sua espiritualidade misturada acabaria produzindo desastres inesperados.
Com informações da FoxNews.
Versão em inglês deste artigo: Who Is Nikki Haley?
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25 de junho de 2018

Evangélicos valorizam mais mudança da embaixada dos EUA para Jerusalém do que judeus, diz Trump


Evangélicos valorizam mais mudança da embaixada dos EUA para Jerusalém do que judeus, diz Trump

Na entrevista na Casa Branca, o presidente dos Estados Unidos diz a Mike Huckabee que ele nunca entendeu por que presidentes anteriores negaram-se a seguir adiante com a mudança — até que líderes mundiais começaram a ligar

JTA
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que os evangélicos têm valorizado mais sua decisão de transferir a embaixada dos EUA para Jerusalém do que os judeus.
Trump fez a afirmação durante uma entrevista ao ar no fim de semana com Mike Huckabee, no programa de entrevistas do ex-governador republicano de Arkansas, que vai ao ar pela rede cristã TBN.
A entrevista aconteceu na Casa Branca em 18 de junho.
“Eu lhes digo, recebo mais chamadas de agradecimento dos evangélicos, e vejo isso nas audiências e em tudo mais, do que dos judeus,” disse Trump. “E o povo judeu valoriza isso, mas os evangélicos valorizam mais do que os judeus.”
“Não é uma surpresa, porém, senhor presidente, porque os evangélicos são pessoas do livro,” disse Huckabee em resposta. “E eles acreditam que você cumpriu uma promessa, cumprindo um compromisso de 3.000 anos de reconhecer Jerusalém como a capital.”
“Eu acho que é uma coisa boa de dizer, porque isso realmente afeta mais o povo judeu em teoria, mas como você diz pessoas do livro, pessoas da Bíblia,” disse Trump. “Mas os evangélicos realmente valorizam isso e isso me faz sentir bem.”
Huckabee participou da abertura da embaixada dos EUA em Jerusalém no mês passado.
“Foi uma promessa de campanha, eu ia mantê-la,” disse Trump sobre a mudança da embaixada. Ele acrescentou que nunca entendeu por que os presidentes americanos antes dele não fizeram a mudança da embaixada, até que ele começou a receber telefonemas de dezenas de líderes mundiais pedindo a ele que não transferisse a embaixada.
Huckabee também perguntou a Trump sobre seu relacionamento com o líder norte-coreano Kim Jong-un e sobre a controvérsia sobre imigração.
Traduzido por Julio Severo do jornal israelense Times of Israel: Evangelicals appreciate US Embassy move more than Jews, Trump says
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