22 de maio de 2018

Médica abortista confessa que adora matar bebês: “Este é o meu sonho”


Médica abortista confessa que adora matar bebês: “Este é o meu sonho”

Micaiah Bilger
Quando menina, Merle Hoffman imaginava-se como uma guerreira medieval que lutava contra opressores perversos e protegia as vítimas inocentes.
Merle Hoffman
Hoje, embora o jornal East Hampton Star a retrate como realizando esses sonhos, Hoffman está se revelando muito diferente disso. A maior parte de sua vida tem sido dedicada a oprimir as vítimas mais inocentes de todas — os bebês em gestação.
E ela descreveu isso como um “sonho.”
Hoffman é dona de Choices, uma grande empresa de abortos em Queens, Nova Iorque, onde bebês viáveis em gestação são abortados até 24 semanas de gravidez. Ela lucra entre US$ 450 e US$ 2.000 por cada bebê que é abortado e vive em uma luxuosa casa à beira-mar. A revista Forbes certa vez a apelidou de “Abortista Milionária.”
Doentiamente, Hoffman disse ao jornal que ela agora não está mais sonhando, mas vivendo sua fantasia.
“É hoje. Esse é meu sonho. Minha vida é valiosa, desafiadora, estressante e extremamente excitante às vezes,” disse ela.
Como ativista do aborto de antes de Roe v. Wade [que legalizou o aborto nos EUA em 1973], Hoffman se gabou de ter ajudado a estabelecer uma das primeiras empresas de aborto nos Estados Unidos em 1971.
A reportagem continua:
Hoffman, que é solteira, descreve toda a sua carreira, que começou quando estudava na Faculdade Queens, em 1970, e trabalhava para um médico que fazia abortos, como uma batalha. “Eu estou na linha de frente há 46 anos,” disse ela.
A linha de frente, isto é, da guerra travada pelo direito de abortar, que ainda permanece sob ataque feroz 45 anos depois que a decisão da Suprema Corte Roe vs. Wade legalizou o aborto em todos os Estados Unidos.
Em 1971, juntamente com o médico para o qual ela trabalhava, Hoffman fundou Choices, a primeira clínica legal nos Estados Unidos a oferecer abortos; abortos provocados eram legais em Nova York desde 1970. Foi sua primeira paciente de Nova Jersey que alterou sua trajetória de aspirante a pianista para uma ativista numa cruzada pró-aborto.
“Imagine isso,” lembrou Hoffman em sua casa à beira-mar na véspera do Dia das Mães, “do outro lado do rio, em Nova Jersey, os abortos eram ilegais.” Sua paciente, ela disse, era branca, casada, católica e tão economicamente estressada que não poderia ter o filho. “Foi muito forte.”
E assim, a fantasia de resgate que a consumiu quando ela era menina começou a se manifestar sobre sua vida notável. Em 1977, ela co-fundou a primeira organização profissional nacional de provedores de aborto, a Federação Nacional do Aborto, e tornou-se sua primeiro presidente.
Hoffman disse que não tem nenhum problema com as pessoas que sabem que sua clínica de aborto é um negócio e não uma organização sem fins lucrativos (como a Federação de Planejamento Familiar, que vale US$ 1 bilhão, mas alega ser sem fins lucrativos). Ela disse que os abortos são 40 por cento do que sua clínica faz.
Ignorando a brutalidade mortal de seu próprio trabalho, Hoffman atacou conselheiros pró-vida que atuam nas calçadas e que estendem a mão para mulheres no lado de fora de seu negócio. Ela os descreveu como “o talibã americano” por quererem salvar bebês e mães do aborto e os rotula como “misóginos” e radicais religiosos.
Tão revoltante quanto o trabalho de Hoffman é na mesma medida repugnante os louvores que ela recebe da grande mídia dos EUA. O trabalho de vida dela, seus negócios, suas riquezas não vêm verdadeiramente de ajudar as mulheres em circunstâncias desesperadoras. Tudo o que ela tem veio através de seu negócio inescrupuloso de matar bebês em gestação inocentes e indefesos e dizer às suas mães que a violência contra seus próprios filhos resolveria seus problemas.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do LifeNews: Abortionist Admits She Loves Killing Babies: “This is My Dream”
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5 comentários :

Alexandre Costa disse...

Se essa organização dessa adoradora de baal não tivesse fim lucrativo,com certeza não só ela,como os demais envolvidos,não fariam parte desse genocídio.

Boroc disse...

Imagina o ranger de dentes dessa aí quando ela estiver no plano espiritual...

Raquel van de Raa disse...

Assassina. Está matando inocentes.
Ainda vai se arrepender muito do que faz agora.

Marcelo Victor disse...

O diabo veio para matar, roubar e destruir tudo que Deus fez por amor. Seus filhos e filhas seguem os seus passos.
Nada de novo!!!

Carla disse...

Doente!