27 de maio de 2018

Arábia Saudita não permitirá que igrejas sejam construídas


Arábia Saudita não permitirá que igrejas sejam construídas

Nota da organização International Christian Concern: No início do mês, a imprensa egípcia publicou reportagens dizendo que a Arábia Saudita havia concordado em permitir a construção de igrejas católicas no país. Essas reportagens foram amplamente divulgadas na mídia internacional. No entanto, o Vaticano negou que tal acordo tenha sido feito com a Arábia Saudita. O Egito e a Arábia Saudita têm um relacionamento estratégico e ambos têm uma reputação negativa de liberdade religiosa. Na Arábia Saudita, é impossível que alguém pratique abertamente o Cristianismo.
Arábia Saudita (Mohabat News) — Alegações de que a Arábia Saudita concordou com o Vaticano em permitir a construção de igrejas pela primeira vez em sua história foram rejeitadas como “notícias falsas” nesta semana. Notícias na imprensa egípcia afirmaram em 4 de maio que a Arábia Saudita havia feito um acordo com o Vaticano para construir igrejas para “cidadãos cristãos.”
Mas o Vaticano depois negou que tal acordo tenha sido feito, e o jornal Egypt Independent, a fonte original da reportagem, removeu o artigo de seu site.
O jornal havia originalmente declarado que a Liga Mundial Muçulmana, uma organização financiada pelo governo saudita e que promove os ensinamentos islâmicos, havia assinado o acordo com o cardeal Jean-Louis Tauran, presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso.
A reportagem não afirmou se alguma igreja seria construída na própria Arábia Saudita.
A Arábia Saudita segue uma estrita interpretação wahhabi do islamismo e é impossível para qualquer um que viva no país praticar abertamente o Cristianismo. Há centenas de milhares de cristãos de outras nações, como as Filipinas, outras partes da Ásia ou países africanos, que vivem e trabalham na Arábia Saudita. Mas eles são obrigados a se reunir em casas particulares para adorar e arriscar assédio, prisão e deportação se forem pegos fazendo isso.
Só Deus sabe o número de cidadãos sauditas que são cristãos. Como convertidos do islamismo, eles correm risco de serem executados por apostasia e, portanto, a maioria é de crentes secretos.
As leis administrativas do Reino da Arábia Saudita declaram que sua constituição é o “Alcorão Sagrado e as tradições do Profeta [Maomé],” e o sistema judicial opera com base numa interpretação estrita da lei sharia, que oficialmente impõe a pena de morte para qualquer cidadão muçulmano que se converta ao Cristianismo. Homens e mulheres adultos estão sujeitos à pena de morte por se apostatarem do islamismo sob a forma sunita hanbali da lei sharia praticada na Arábia Saudita.
Então, se tivesse realmente existido o acordo, como informado, de que a Arábia Saudita permitiria templos de igrejas para “cidadãos cristãos,” a questão teria surgido se tais cidadãos cristãos sauditas se revelariam para o público.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do International Christian Concern: Saudi Arabia Will Not Allow Churches to be Built
Leitura recomendada sobre a Arábia Saudita:

3 comentários :

Alexandre Costa disse...

A recíproca também deveria ser verdadeira nos países ditos cristãos,mas os petrodólares falam mais alto do que qualquer ideologia.

Cicero disse...

Testemunho impressionante de conversão na Arábia! Jesus - o motorista de ônibus!
https://www.bibles4mideast.com/home-1/2018/5/10/mysterious-bus-driver-in-mecca-encourages-pilgrim-to-leave-meaningless-rituals-of-islam-and-know-god-personally

Marcelo Victor disse...

Salvo erro, com relação à pessoa do anticristo, há duas possibilidades:
(1) O anticristo será contrário ao cristianismo, perseguindo todas as denominações cristãs a nível mundial; ou
(2) O anticristo sairá do meio judaico-cristão e quererá tomar o lugar de Cristo, perseguindo somente os cristãos verdadeiros.

Ocorre que, para que se cumpram as profecias e as nações digam HÁ PAZ DE SEGURANÇA (1 Ts 5:3), existem apenas duas possibilidades:
(1) Ou os árabes irão exterminar todos os cristãos (julgados inimigos número um dos muçulmanos);
(2) Ou o mundo se unirá para exterminar os muçulmanos, visto que eles não consentem em viver em paz com cristãos e judeus, são contra a sodomia, não admitem o feminismo, são contrários à democracia, ou seja, caminham no sentido inverso do que caminha o mundo ocidental.

Por isso, eu fico com a segunda hipótese, ou seja, que o anticristo será uma espécie de libertador (do extremismo árabe), trazendo paz e segurança para o mundo ocidental e fundando uma religião cristã ecumênica que aprova a sodomia, o abortismo, a depravação e toda sorte de abominação (aprovadas até mesmo pelos judeus).

Por isso, creio que os muçulmanos estão cavando suas sepulturas.