31 de maio de 2018

A seita sexual que deu origem à Mulher Maravilha: O homem por trás da super-heroína de quadrinhos de poder feminista era um fanático por sexo livre e obcecado por sadomasoquismo que mantinha DUAS amantes


A seita sexual que deu origem à Mulher Maravilha: O homem por trás da super-heroína de quadrinhos de poder feminista era um fanático por sexo livre e obcecado por sadomasoquismo que mantinha DUAS amantes

Sarah Oliver
Comentário de Julio Severo: Esta reportagem do DailyMail tem caráter estritamente secular e, embora revele fatos importantes sobre o criador da Mulher Maravilha, não se aprofundou numa pesquisa da verdadeira natureza emocional e ética das imoralidades sexuais dele, preferindo em vez disso rotular essas imoralidades como situações de felicidade. O criador da Mulher Maravilha era um psicólogo, aliás, professor de psicologia, pervertido. Era o que denomino de psicolouco. Tirando a negligência jornalística, dá para aproveitar certas informações sobre o criador da Mulher Maravilha. Leia a reportagem do DailyMail a seguir:
Chegando em casa um dia depois do trabalho, William Moulton Marston, doutor em psicologia na Tufts, uma das universidades mais prestigiadas dos Estados Unidos, deu algumas notícias drásticas para sua esposa, Betty. Em breve, ele disse a ela, haveria outro membro na família. Uma de suas alunas, uma bela jovem chamada Olive Byrne, viria morar com eles. Não como inquilina, mas como amante. E se Betty não gostasse, ele a deixaria.
Só podemos imaginar o que a Mulher Maravilha — a super-heroína dos quadrinhos que Marston criou — poderia ter feito com um homem que trouxesse para casa uma jovem amante e exigisse divórcio ou um triângulo amoroso. Mas na vida real, a esposa de Marston concordou.
Agora aquele trio feliz se tornaria a base de uma seita de sexo livre, onde eles assumiram os títulos de Líder Amor, Mestra e Garota do Amor, e onde nudez, dominação e submissão eram exigidos num memorando de 95 páginas de instrução sexual.
Por isso, é um toque irônico, talvez, que Marston — que criou a Mulher Maravilha como um ícone feminista, e afirmou que as estórias em quadrinhos eram “propaganda psicológica para o novo tipo de mulher que, acredito, deve dominar o mundo,” — esperava que suas mulheres se submetessem a seus gostos sexuais transgressivos.
Não que isso apareça no primeiro filme longa-metragem da Mulher Maravilha, que estreou com elogios na sexta-feira, com a supermodelo de Israel, a atriz Gal Gadot, de 32 anos, elogiada por sua interpretação da heroína que incorpora o empoderamento feminino.
Mas se um filme fosse feito da vida privada de Marston, dificilmente seria adequado para famílias assistirem, considerando seus evidentes gostos sexuais pervertidos.
William Marston nasceu em 1893, criado por sua mãe herdeira e mimado por um bando de tias solteironas numa mansão com torres perto de Boston, Massachusetts. Talvez como resultado de sua educação orientada apenas por mulheres, ele se tornou um dos primeiros defensores dos direitos das mulheres e do avanço delas no local de trabalho. Aliás, ele acreditava que as mulheres eram superiores aos homens e que um dia elas governariam o mundo.
Estudando Direito e Psicologia na Universidade de Harvard, Marston impressionou seus professores com seu brilhantismo e casou-se com sua namorada de infância Sadie Elizabeth Holloway, a quem ele rebatizou de Betty, em 1915.
Ela também era altamente inteligente, uma feminista comprometida e uma advogada e psicóloga qualificada. No entanto, ela permitiu que Marston passasse a pesquisa inovadora dela sobre a psicologia da enganação como se fosse dele.
William Marston, sua amante Olive e filhos
Foi, em parte, a observação dela de que sua pressão arterial aumentava sempre que ela estava zangada ou excitada que levou o marido a conceber um protótipo para máquinas detectoras de mentiras. Mas, em vez de apenas detectar trapaceiros e mentirosos, Marston usou sua invenção para medir a excitação erótica das mulheres quando assistiam a filmes românticos, concluindo que as morenas eram mais alegres do que as loiras.
Os militares americanos posteriormente adaptaram essa máquina para interrogar espiões e prisioneiros de guerra.
Mas a primeira sugestão de que isso não seria um casamento tradicional veio em 1919, quando Betty estava grávida e Marston levou para casa uma jovem colega, Marjorie Huntley, uma divorciada que acreditava em “amarrar por amor” — ou sadomasoquismo — e no poder psíquico do orgasmo. Marjorie, ele informou Betty, estaria vivendo com eles como amante. E assim começou um trio intermitente feliz.
Entretanto, se Betty esperava que essa mudança de padrão refrearia o apetite sexual fora do normal de seu marido, ela estava, infelizmente, enganada — e ficou arrasada quando o marido a apresentou à bem-intencionada Olive Byrne, que parecia um menino. Ele queria que ela se tornasse o quarto membro de seu quarteto sexual e um membro permanente da família não ortodoxa, comparado ao arranjo mais intermitente com Marjorie.
Byrne pertencia a uma geração de mulheres ambiciosas que desfrutavam de uma aparência andrógina e de um apetite desavergonhado de sexo. Na vanguarda em seus pontos de vista, ela era sobrinha da pioneira americana do controle de natalidade, Margaret Sanger, a amante de longa data de H. G. Wells, cujos livros e discursos radicais haviam disparado as opiniões feministas de Marston e, por extensão, sua imaginação da Mulher Maravilha.
Quando Marston, aos 32 anos, alto, moreno e perigoso, chegou para ensinar psicologia experimental na Universidade Tufts em 1925, Byrne tornou-se sua “assistente de pesquisa.” Ela se sentia atraída por seu professor bonitão e levou-o para uma extraordinária festa de irmandade universitária na qual garotas vestidas de bebês eram vendadas e amarradas enquanto outras alunas as obrigavam a realizar tarefas ou bater nelas com varas.
Marston, sem fôlego, redigiu um relato “acadêmico” do ritual, comentando em detalhes o “prazer e excitação da emoção do cativeiro” entre as garotas punindo as estudantes “cativas.” Não é de surpreender que essa venda e cena de escravidão mais tarde acabassem aparecendo nas estórias em quadrinhos da Mulher Maravilha.
William Marston trata da Mulher Maravilha em quadrinhos
Não muito tempo depois, Marston deu seu ultimato a Betty, exigindo que Olive, de 22 anos, morasse com eles permanentemente. Betty embarcou numa caminhada de seis horas para pensar sobre isso, antes de finalmente concordar com essa exigência — na esperança de que ela pudesse usar a presença de Olive para sua vantagem.
Ela insistiu em que Olive deveria educar qualquer criança, deixando-a livre para continuar sua carreira como editora de publicações acadêmicas. E foi assim que ela, Marston, Olive e Marjorie amante de sadomasoquismo — junto com várias outras pessoas — formaram uma seita de sexo livre conhecida como “Era de Aquário,” que chamaram de Unidade do Amor.
Foi o ponto culminante do sonho sexual de Marston: três mulheres para cuidar de seu prazer em casa e liberdade para se entregar a orgias de sadomasoquismo encenadas no apartamento próximo da tia de Marston. As próprias mulheres parecem ter sido muito felizes. Marston estava desempregado a maior parte da década de 1930 e, depois de ter dois filhos, Betty voltou a trabalhar como principal provedora, enquanto Olive ficou em casa cuidando deles, bem como de seus dois filhos gerados por Marston.
O mundo exterior ainda não estava preparado para um grupo tão fora do normal, de modo que Marston dizia às pessoas que Olive era sua cunhada, enquanto ela afirmava que era viúva, trabalhando como empregada da família.
Em 1935, numa tentativa de regularizar essa situação muito irregular, Marston e Betty adotaram legalmente os filhos de Olive, estabelecendo um lar em Rye, Nova Iorque, com um pomar de cerejeiras e 48 acres de terras agrícolas.
As crianças também diziam que o marido de Olive estava morto. Eles não necessariamente acreditavam nisso, mas em público mantinham a ficção da família. Como Betty depois explicou a eles, imaginar o que acontecia em sua seita de amor “exigiria grande flexibilidade em seu pensamento e na ampla extensão de seus horizontes mentais.”
Por mais anormal que fosse, a vida doméstica parece ter funcionado bem. Os álbuns de família da época mostram seus bebês sendo embalados no colo, há piqueniques e jogos no jardim e até mesmo uma foto de Betty e Olive conectada à máquina detectora de mentiras de Marston.
Marston provou ser um pai dedicado, inspirador e afetuoso, mas sua carreira ainda era caótica, com Betty trazendo dinheiro. Até mesmo Olive acrescentava à renda deles artigos ocasionais para a revista de supermercado Family Circle, dando dicas sobre como criar uma casa de família saudável, vivendo o tempo todo em circunstâncias que seus leitores teriam considerado altamente imorais. Ela citava regularmente Marston como especialista em psicologia infantil.
Foi graças a um desses artigos que Marston se envolveu com o mundo dos super-heróis. Ele havia elogiado o efeito da idade de ouro dos gibis sobre as crianças americanas e foi rapidamente recrutado pela DC Comics como consultor.
O momento era perfeito. Era 1941 e eles tinham sido atormentados por críticas de que o Super-Homem parecia um pouco “fascista.” Um antídoto era necessário para o que Marston chamava de masculinidade “horripilante” do Super-Homem, do Batman e outros super-heróis e sua solução foi criar a Mulher Maravilha: uma mulher forte e independente (com um colete e cinturão apertado). Ela foi um sucesso desde o início, a personificação de todos os ideais físicos e intelectuais de Marston.
De acordo com seu filho, a super-heroína foi ideia de Betty, algo que ela sempre negou. Mas não há dúvida de que o caráter agressivo da Mulher Maravilha deve muito a Betty. Expressões como “Safo Sofredora” e “Grande Hera” também são dela, enquanto as pulseiras da Mulher Maravilha que desviam balas foram inspiradas pelas pulseiras largas de estilo sadomasoquista que Marston deu a Olive em 1928 em vez de um anel de casamento.
Marston havia escrito as estórias com um pseudônimo, Charles Moulton, mas sua verdadeira identidade foi revelada em sua própria vida, e ele começou a receber cartas de colegas adeptos do sadomasoquismo perguntando se ele poderia ajudá-los a encontrar o tipo de equipamento retratado na Mulher Maravilha — “a máscara de couro, ou a larga coleira de ferro do Tibete, ou a algema grega de tornozelo…”
A professora de história de Harvard, Jill Lepore, que escreveu uma biografia do personagem Mulher Maravilha em 2014, confirmou que a super-heroína parecia gostar de um pouco da sadomasoquismo leve.
“Em episódio após episódio, a Mulher Maravilha é acorrentada, amarrada, amordaçada, laçada, aprisionada, acorrentada e algemada,” explica Lepore.
“Ela é trancada numa jaula elétrica. Ela é erguida numa camisa de força, da cabeça aos pés. Seus olhos e boca são tapados com fita. Ela é trancada num cofre do banco. Ela é amarrada em trilhos de trem. Ela é apertada contra uma parede. ‘Grande Cinturão de Afrodite,’ ela grita. ‘Estou cansada de estar amarrada.’”
Embora muitos dos leitores do sexo masculino de Mulher Maravilha fossem, sem dúvida, tão entusiasmados com sua forma sensual quanto com sua luta por justiça, ela foi adotada na década de 1970 como um ícone feminino por “Ms.,” a revista esquerdista feminista de Gloria Steinem. Uma série de TV estrelada por Lynda Carter veio em seguida e contou com reprises até o início dos anos 2000.
Então, no ano passado, Gadot a retratou para uma nova geração, quando ela apareceu ao lado de outros super-heróis da DC Comics no filme de sucessor arrasador “Batman vs Superman: A Origem da Justiça,” que por sua vez abriu o caminho para o primeiro filme autônomo da Mulher Maravilha.
Passaram-se 70 anos desde que Marston morreu de câncer em 1947, com apenas 53 anos, mas ele ficaria feliz em saber que seu sonho de uma sociedade matriarcal perdurou após sua morte, pelo menos em sua própria casa.
Olive e Betty continuaram felizes juntas, criando seus filhos e seguindo suas carreiras até Olive morrer em 1990. Marjorie Huntley era uma visitante regular até o fim.
Marston, sem dúvida, teria ficado contente também, que sua heroína estaladora de chicote, a Mulher Maravilha, tem durado, incorporando o amor dele ao que ele considerava ser o sexo mais forte e mais sábio — mesmo que sua admiração pelas mulheres assumisse uma forma bizarra.
Como Sheldon Mayer, o sempre paciente editor da Mulher Maravilha de Marston, certa vez comentou sobre as opiniões dele acerca as mulheres: “William as valorizava de uma forma bastante estranha. Uma só nunca era o suficiente.”
Leitura recomendada sobre gibis:
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30 de maio de 2018

E se os médicos aborteiros usassem armas em vez de agulhas?


E se os médicos aborteiros usassem armas em vez de agulhas?

Dave Daubenmire
Todo argumento no mundo é baseado na perspectiva. Essa obviedade está se tornando cada vez mais clara à medida que nos aprofundamos cada vez mais no buraco de rato que se tornou o debate público. Quanto mais dividida a América se torna, mais emoções entram em jogo.
Costumávamos usar a expressão “debate racional” quando nos referíamos ao diálogo entre pontos de vista opostos, mas as discussões de hoje estão se tornando menos e menos racionais e mais e mais emotivas. Fatos não importam mais, especialmente num diálogo emocional. Os sentimentos dominam tudo hoje e as decisões emocionais raramente são as melhores.
Emoções profundas são mais poderosas… pelo menos até a hora de pagar o flautista. Hoje, onde o dinheiro real e seu valor estão se tornando cada vez menos concretos, muitas vezes encontramos nossos corações escrevendo cheques que nosso talão de cheques não pode cobrir.
É por isso que os Estados Unidos se encontram numa dívida de trilhões de dólares.
Poderíamos propor uma longa lista de decisões emocionais que não se revelaram tão sábias… Nossa primeira experiência sexual… A compra do nosso primeiro carro… A votação num presidente com base na cor da sua pele…
Aquele que formula o argumento ganha o debate e a Esquerda tem sido muito mais eficaz na sua formulação. Anos de educação governamental em que professores do sexo masculino estão em minoria, descobrimos que nossos filhos são bastante eficazes em imitar, mas miseravelmente incapazes de pensar com o uso da lógica.
A chave para ganhar a maioria dos argumentos é formular o debate de tal forma que ele traga uma resposta emocional maior que acabe levando a uma decisão lamentável quando for vista sob o microscópio da lógica.
Fatos são fáceis de ignorar quando as emoções estão envolvidas. Quanto mais emocional o debate, menos os fatos importam e mais ilógica a solução. Se os conservadores vão mover a direção no debate cultural, teremos de nos tornar mais especialistas em formular argumentos.
Tudo o que precisamos fazer é ver o atual debate sobre armas. Precisamos andar com mais cuidado para que não acabemos na armadilha que a esquerda estabeleceu. “Você certamente não é a favor de ver criancinhas morrerem nas escolas, não é?”
Essa não é a questão. Claro que não… mas associar armas a assassinato é forçar a barra. Existem muitas maneiras de matar pessoas.
É como a palavra “escolha” que a Esquerda usa ao tentar esconder o fato de que o aborto mata um bebê. Se a “escolha” for sobre o direito de um bebê viver, em vez do direito de uma mulher de abortar, você encontrará menos pessoas apoiando o “direito da mulher de escolher.”
Qual seria a reação ao aborto provocado se os médicos aborteiros matassem os bebês com armas?
E se apontássemos que os fórcepses e as mangueiras de sucção matam mais crianças do que as armas? E se dissermos que o útero é mais perigoso para uma criança do que uma escola pública? Alguma vez argumentaríamos que os adolescentes nas escolas não são realmente pessoas porque ainda são dependentes de seus pais? E se todo o debate sobre o aborto fosse focado na criança e não na mãe? E se nos concentrássemos no direito de um bebê viver?
Seria horrível perder uma criança, independentemente da arma que foi usada. O aborto mata mais crianças do que qualquer outra coisa. E se proibíssemos as armas de destruição em massa abaixo?
E se usássemos vídeos e ciência real para mostrar aos adolescentes o que realmente ocorre durante um aborto? Nós vemos o que as armas fazem para os seres humanos, então talvez devêssemos mostrar a eles o que a Federação de Planejamento Familiar faz para humanos prematuros. A violência no útero leva à violência no mundo. Nós nos recusamos a conectar os pontos.
Carros matam mais crianças do que armas. O mesmo acontece com mensagens de texto, bebidas, vacinas e metanfetamina. Sugeri que o Congresso aceitasse os 500 milhões de dólares concedidos à Federação de Planejamento Familiar e os usasse para colocar guardas armados em escolas públicas, onde eles poderiam proteger as crianças inocentes de um louco com uma arma. Como dá para justificar o governo pagando para matar algumas crianças enquanto deixa outras serem alvos fáceis? Qual é realmente a diferença entre um atirador de escola e um médico aborteiro? Ambos empunham suas armas do coldre de um coração em trevas.
A posse de armas é realmente especificada na Constituição dos EUA. Dá para você me dizer qual emenda dessa constituição se refere ao aborto? O aborto não está na Constituição e leva à morte de crianças, enquanto a posse adequada de armas está especificada na Constituição e protege crianças.
Se ninguém quer ver crianças inocentes morrerem, então por que não paramos de matar crianças inocentes no útero? Dizer que essas crianças não são pessoas é o maior de todos os bullyings.
Talvez essa matança terminasse se aprovássemos uma lei forçando os médicos aborteiros a matar os bebês com armas. Talvez então a esquerda hipócrita se levantaria e lutaria por TODAS as crianças.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do NewsWithViews: What If Abortionists Used Guns Instead Of Needles?
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29 de maio de 2018

Este é o começo do fim da imprensa livre?


Este é o começo do fim da imprensa livre?

Comentário de Julio Severo: Em plena Inglaterra, gangues muçulmanas de imigrantes e filhos de imigrantes estão estuprando milhares de meninas britânicas, enquanto a imprensa e o governo britânico não tratam do assunto, como se estupradores e suas vítimas não existissem. Então, quando aparece um corajoso cidadão britânico para tentar mostrar ao povo britânico essa realidade cruel, o que acontece? O governo britânico manda prender o cidadão e dá ordens para a imprensa ficar de boca fechada. O que está acontecendo? Estamos voltando à Idade das Trevas? Dessa vez, serão as trevas de gangues de estupradores muçulmanos acobertadas pelo governo e mídia da Inglaterra? Leia a reportagem completa do WND:
Tommy Robinson sendo preso
Tommy Robinson, um ativista britânico e ferrenho jornalista independente, foi preso na frente de uma sala britânica de tribunal na cidade de Leeds por transmitir ao vivo informações sobre uma gangue muçulmana que estava sendo julgada por estuprar centenas de vítimas, algumas com onze anos de idade.
Robinson foi levado imediatamente para a prisão, enquanto muitas fontes de notícias britânicas que faziam a cobertura do caso ficaram em silêncio e as autoridades se recusaram a comentar sobre a prisão dele.
O julgamento em andamento diz respeito ao estupro de crianças cometido por 26 suspeitos do sexo masculino e duas mulheres. As acusações incluíam estupro, tráfico, atividade sexual com crianças, negligência infantil, rapto de crianças, fornecimento de drogas e produção de imagens indecentes de crianças.
Centenas de crianças foram alegadamente estupradas, enquanto policiais e funcionários do governo foram acusados de encobrir do público os crimes generalizados, impondo sanções draconianas em toda tentativa de noticiar esses julgamentos.
Robinson foi algemado e preso na sexta-feira após ter filmado membros de uma alegada gangue de aliciamento de crianças que entraram no tribunal para serem julgados — mas os detalhes da suposta sentença dele permanecem obscuros depois que o juiz ordenou que a imprensa não informasse o caso ao público.
Robinson, ex-diretor da Liga de Defesa da Inglaterra e ativista de longa data contra o islamismo e a migração islâmica, foi preso depois de filmar homens acusados de fazer parte de uma gangue que aliciava crianças. A Grã-Bretanha vem sendo abalada por uma série de escândalos sexuais infantis, perpetuados por gangues de homens predominantemente muçulmanos.
O vídeo mostra Robinson, cujo nome real é Stephen Lennon, sendo cercado por até sete policiais, enquanto ele transmitia ao vivo o incidente em seu telefone. A polícia informou que ele estava sendo preso por “perburbação da ordem pública.”
Tommy Robinson sendo levado pela polícia
Mas logo após sua prisão, uma fonte com conhecimento do caso disse à Fox News que ele havia sido preso por 13 meses por acusação de desacato ao tribunal.
Uma lista do tribunal indicou que o caso estava “fechado” na tarde de sexta-feira.
Uma fonte disse que ele foi encarcerado na prisão de Hull. A cobertura do caso no site do jornal Hull foi um dos exemplos em que as autoridades britânicas impuseram silêncio. A prisão recusou-se a confirmar que Robinson estava lá.
De acordo com um relato, Robinson já estava com uma sentença suspensa por desacato ao tribunal por [fazer a cobertura de] um caso de estupro coletivo em 2017.
Na sexta-feira o juiz impôs uma medida proibindo os meios de comunicação de fazerem reportagens sobre o caso. A ordem proíbe os repórteres de noticiar um caso se houver motivos para acreditar que a reportagem possa prejudicar um julgamento. A ordem impede reportagens até a conclusão do julgamento que Robinson estava cobrindo.
A ordem de mordaça levou as agências de notícias do Reino Unido a remover todas as suas reportagens de seus sites para cumprir a ordem. Fontes com conhecimento do caso de Robinson estão falando apenas sob condição de anonimato por medo de que também sejam presas por desacato. Um deles disse à Fox News que o advogado de Robinson alertou que, considerando a presença de membros de gangues muçulmanas na prisão, uma sentença de 13 meses equivale a uma sentença de morte.
“O advogado de Tommy disse que ele provavelmente vai morrer na cadeia, considerando seu perfil e ameaças credíveis anteriores, e o juiz basicamente disse que não se importa,” disse a fonte. “Ele o sentenciou a 13 meses de prisão.”
Geert Wilders protestou contra a prisão no Twitter: “Preso por ‘perturbar a ordem pública’ enquanto noticiava sobre um julgamento de gangue islâmica de aliciamento? A Inglaterra virou Arábia Saudita?
Roseanne Barr também twittou: “Os pedófilos e seus agentes estão agora prendendo aqueles que se opõem a eles, na INGLATERRA! #LibertemTommyRobinson @Nigel_Farage @POTUS #Pedogate ”
Robinson, de 35 anos, foi visto sendo levado para a parte traseira de uma van da polícia e sendo revistado em imagens postadas em sua página no Facebook.
Ele diz: “Estou sendo preso por perturbar a ordem pública.”
Ele pediu a um apoiador quando ele foi levado embora: “Você pode me conseguir um advogado? Veja, estou em uma sentença suspensa.”
Um policial na filmagem disse antes de ler para Robinson os direitos: “Você está sendo preso por suspeita de causar perturbação da ordem pública.”
Robinson fundou a Liga de Defesa Inglesa em Luton em 2009, antes de renunciar em 2013.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Is this beginning of the end of free press?
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28 de maio de 2018

Direitos, sim; mas e a responsabilidade?


Direitos, sim; mas e a responsabilidade?

Bill Federer
A empresa cinematográfica Twentieth-Century Fox fez um filme em 1955 intitulado “A Man Called Peter” (Um Homem Chamado Peter), sobre a vida do capelão do Senado dos EUA, Peter Marshall, nascido em 27 de maio de 1902.
Peter Marshall
Aos 25 anos, Peter Marshall emigrou da Escócia, chegando à Ilha Ellis, em Nova Iorque, em 1927. Membros de sua turma de Escola Dominical pagaram sua viagem para o seminário em Atlanta, onde ele se formou em 1931.
O Rev. Peter Marshall pastoreava uma pequena igreja em Covington, na Geórgia, então pregava na Igreja Presbiteriana de Westminster, em Atlanta. Lá ele conheceu Catherine Wood, aluna da Faculdade Agnes Scott, e eles se casaram. O livro de Catherine Marshall sobre a vida de Peter, “A Man Called Peter” (Um Homem Chamado Peter), foi transformado no filme. Seu romance, “Christy,” foi transformado em uma série de televisão da CBS.
Em 1937, aos 35 anos, Peter Marshall tornou-se pastor da prestigiada Igreja Presbiteriana de New York Avenue, em Washington, D.C., cujos pastores falaram com presidentes, membros do gabinete e juízes do Suprema Tribunal. O Rev. Peter Marshall tornou-se cidadão dos EUA em 1938. Ele foi convidado para pregar o Sermão de Natal para o Presidente Franklin D. Roosevelt e sua família. Depois que a Segunda Guerra Mundial terminou e quando a Guerra da Coréia começou, o Senado americano nomeou Peter Marshall como seu Capelão em 4 de janeiro de 1947.
Peter Marshall orou:
“Ó Senhor nosso Deus, mesmo neste momento em que entramos desajeitados em Tua presença em oração, somos assombrados por memórias de deveres não cumpridos, direções desobedecidas e convites ignorados. Oportunidades de sermos gentis bateram à porta do nosso coração e fomos embora chorando.”
Em 22 de maio de 1947, durante o 80º Congresso, o capelão do Senado dos Estados Unidos, Peter Marshall, fez a oração:
“Deus de nossos pais dá a nós, teus servos, uma verdadeira valorização de nossa herança, de grandes homens e grandes feitos no passado, mas não permitas que sejamos intimidados pelos sentimentos de nossas próprias insuficiências para esta hora atribulada. Faz-nos lembrar que o Deus que eles adoraram, e mediante cuja ajuda eles lançaram as bases da nossa Nação, ainda é capaz de nos ajudar a manter o que eles legaram e dar-lhe significado.”
Em 3 de julho de 1947, na véspera do Dia da Independência, o capelão do Senado dos Estados Unidos, Peter Marshall, orou:
“Deus de nossos Pais, cuja mão todo-poderosa fez e preservou nossa Nação, concede que nosso povo entenda o que eles celebrarão amanhã. Que eles se lembrem de quão amargamente a nossa liberdade foi ganha, o pagamento que foi feito por ela, as parcelas que foram feitas desde que esta República nasceu, e o preço que deve ser pago pela nossa liberdade…”
Peter Marshall continuou:
“Que a liberdade seja vista não como o direito de fazer o que quisermos, mas como a oportunidade de fazer o que é certo. Que se entenda que nossa liberdade está sob Deus e não pode ser encontrada em nenhum outro lugar. Que nossa fé seja algo que não seja meramente gravado em nossas moedas, mas expresso em nossas vidas. Vamos, como nação, não ter medo de defendermos sozinhos os direitos dos homens, já que nascemos assim, como a única nação na terra que veio a existir ‘para a glória de Deus e o avanço da fé cristã…’”
Peter Marshall concluiu:
“Sabemos que seremos fiéis ao sonho dos Peregrinos [fundadores evangélicos dos EUA] quando formos fiéis ao Deus que eles adoraram. Na medida em que a América honrar a Ti, Tu abençoarás a América, e a manterá fiel como Tu a mantiveste livre, e a farás boa como Tu a enriqueceste. Amém.”
Peter Marshall afirmou:
“O mundo tem mulheres suficientes que são populares. Precisa de mais mulheres que sejam puras. Precisamos de mulheres e também de homens que prefiram ser moralmente corretos em vez de socialmente corretos.”
Peter Marshall morreu de ataque cardíaco em 1949 aos 46 anos. Apenas seis meses antes de morrer, em 11 de junho de 1948, o capelão do Senado dos Estados Unidos Peter Marshall abriu o Congresso com a oração:
“Ajude-nos, nosso Pai, a mostrar às outras nações uma América digna de se imitar… a América que ama a honestidade, os negócios honestos, a conversa franca, a liberdade real e a fé em Deus.”
Durante a colocação da pedra fundamental da Igreja Presbiteriana da Avenida New York, em 3 de abril de 1951, o Presidente Harry S. Truman afirmou:
“A Igreja Presbiteriana da New York Avenue desempenhou um papel importante na história de Washington. Por quase 150 anos, uma congregação presbiteriana tem adorado neste local ou perto dele. Durante todo esse período, essa igreja pregou a mensagem cristã nessa movimentada capital.”
Na cerimônia da colocação da pedra fundamental, o jovem filho do Rev. Peter Marshall, Peter John Marshall, deu ao Presidente Truman um Novo Testamento, ao que o Presidente respondeu: “Muito obrigado por este Testamento. Agradeço muito por tê-lo. E tudo que posso lhe dizer é que espero que você cresça para ser um homem tão bom quanto seu pai.”
O filho, Peter John Marshall, cresceu e se tornou um autor de livros best-sellers, que, junto com o coautor David Manuel, escreveu livros populares narrando a Mão Providencial de Deus na expansão da liberdade no início da história americana, como: “The Light and the Glory”; “From Sea to Shining Sea”; e “Sounding Forth The Trumpet.”
Em 13 de janeiro de 1947, o capelão do Senado dos Estados Unidos, Peter Marshall, declarou:
“A escolha diante de nós é clara: Cristo ou caos, convicção ou compromisso, disciplina ou desintegração. Estou bastante cansado de ouvir sobre nossos direitos… Chegou a hora de ouvir sobre responsabilidades… O futuro da América depende de ela aceitar e demonstrar o governo de Deus.”
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Rights, yes; but what about responsibility?
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27 de maio de 2018

Arábia Saudita não permitirá que igrejas sejam construídas


Arábia Saudita não permitirá que igrejas sejam construídas

Nota da organização International Christian Concern: No início do mês, a imprensa egípcia publicou reportagens dizendo que a Arábia Saudita havia concordado em permitir a construção de igrejas católicas no país. Essas reportagens foram amplamente divulgadas na mídia internacional. No entanto, o Vaticano negou que tal acordo tenha sido feito com a Arábia Saudita. O Egito e a Arábia Saudita têm um relacionamento estratégico e ambos têm uma reputação negativa de liberdade religiosa. Na Arábia Saudita, é impossível que alguém pratique abertamente o Cristianismo.
Arábia Saudita (Mohabat News) — Alegações de que a Arábia Saudita concordou com o Vaticano em permitir a construção de igrejas pela primeira vez em sua história foram rejeitadas como “notícias falsas” nesta semana. Notícias na imprensa egípcia afirmaram em 4 de maio que a Arábia Saudita havia feito um acordo com o Vaticano para construir igrejas para “cidadãos cristãos.”
Mas o Vaticano depois negou que tal acordo tenha sido feito, e o jornal Egypt Independent, a fonte original da reportagem, removeu o artigo de seu site.
O jornal havia originalmente declarado que a Liga Mundial Muçulmana, uma organização financiada pelo governo saudita e que promove os ensinamentos islâmicos, havia assinado o acordo com o cardeal Jean-Louis Tauran, presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso.
A reportagem não afirmou se alguma igreja seria construída na própria Arábia Saudita.
A Arábia Saudita segue uma estrita interpretação wahhabi do islamismo e é impossível para qualquer um que viva no país praticar abertamente o Cristianismo. Há centenas de milhares de cristãos de outras nações, como as Filipinas, outras partes da Ásia ou países africanos, que vivem e trabalham na Arábia Saudita. Mas eles são obrigados a se reunir em casas particulares para adorar e arriscar assédio, prisão e deportação se forem pegos fazendo isso.
Só Deus sabe o número de cidadãos sauditas que são cristãos. Como convertidos do islamismo, eles correm risco de serem executados por apostasia e, portanto, a maioria é de crentes secretos.
As leis administrativas do Reino da Arábia Saudita declaram que sua constituição é o “Alcorão Sagrado e as tradições do Profeta [Maomé],” e o sistema judicial opera com base numa interpretação estrita da lei sharia, que oficialmente impõe a pena de morte para qualquer cidadão muçulmano que se converta ao Cristianismo. Homens e mulheres adultos estão sujeitos à pena de morte por se apostatarem do islamismo sob a forma sunita hanbali da lei sharia praticada na Arábia Saudita.
Então, se tivesse realmente existido o acordo, como informado, de que a Arábia Saudita permitiria templos de igrejas para “cidadãos cristãos,” a questão teria surgido se tais cidadãos cristãos sauditas se revelariam para o público.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do International Christian Concern: Saudi Arabia Will Not Allow Churches to be Built
Leitura recomendada sobre a Arábia Saudita:

26 de maio de 2018

Detido por horas pela polícia enquanto homens cuspiam no nome de Jesus. Meu dia em Jerusalém


Detido por horas pela polícia enquanto homens cuspiam no nome de Jesus. Meu dia em Jerusalém

Michael L. Brown
Comentário de Julio Severo: Michael L. Brown, um dos maiores líderes judeus messiânicos dos EUA, viajou a Israel para participar em Belém da Conferência Cristo no Posto de Controle. Embora essa conferência seja de cristãos palestinos da Teologia da Libertação (inclusive com o próprio presidente dessa conferência tendo já visitado o Brasil), Brown vai representar a postura conservadora. Enquanto está em Jerusalém, ele deu testemunho público de Jesus, tendo de ficar várias horas numa delegacia de polícia por causa de acusações infundadas de judeus ortodoxos, que odeiam Jesus e os cristãos. Pelo fato de que Brown é conhecido nos EUA, isso pode ter ajudado para que ele não permanecesse muitas horas mais na delegacia e até fosse deportado, pois normalmente uma das imposições feitas aos turistas evangélicos em Israel é NÃO FALAR DE JESUS. (Você pode ler mais sobre liberdade cristã em Israel neste link.) Contudo, como não falar dEle? Brown agiu certo. Em tempo e fora de tempo, em Israel e outras nações, o seguidor de Jesus não pode deixar de falar dEle. Leia o artigo de Brown no WND (WorldNetDaily):
Estou escrevendo no silêncio do meu quarto de hotel em Jerusalém à meia-noite, mas hoje não foi nada tranquilo. (Se você é impaciente e quer pular à frente, assista a este curto vídeo em inglês agora. Você verá que as coisas ficaram muito intensas.)
Eu estava com uma pequena equipe em uma área mista em Jerusalém, obtendo imagens de vídeo para usar na TV cristã. Algumas das pessoas eram muito religiosas, outras mais seculares. Mas meu objetivo era entrevistar os judeus mais religiosos e, se eles estivessem interessados em conversar mais, conectá-los com alguns crentes locais.
Não demorou muito e alguns dos judeus religiosos começaram a gritar “Missionários!” Nesse ponto, encerramos as entrevistas, não querendo criar uma cena.
Mas quando tentamos sair em silêncio, um agitador começou a me seguir gritando “Missionário!” no mercado lotado. Outros judeus ultra-ortodoxos então se juntaram a ele e começaram a me cercar e me desafiar.
Naquela altura, decidi que essa era a oportunidade perfeita para compartilhar minha fé com ousadia e clareza. Eu já tinha alguém oferecendo publicidade gratuita (embora em voz alta e muito negativa). Eu disse a eles que, sim, claro, eu acredito em Yeshua (Jesus), e sim, eu ainda sou judeu.
Virei-me para os espectadores, muitos dos quais não eram religiosos, perguntando-lhes: “Isso é ilegal? É ilegal eu pregar abertamente aqui? É ilegal um judeu acreditar em Jesus?”
É claro, eles me disseram, que não era ilegal. Um deles até me perguntou: “Você apoia Trump?”
Quando eu disse sim, ele me elogiou para a multidão que estava assistindo. Sério. (Falarei mais sobre isso em outro artigo, mas você ficaria surpreso em saber o quanto o presidente Trump é respeitado por muitos israelenses.)
Quanto aos judeus ultra-ortodoxos que me cercaram e gritaram comigo, você tem de ver as coisas do ponto de vista deles. O que eles leem sobre Jesus em sua própria literatura lhes diz que ele era um enganador que fazia milagres pelo poder da bruxaria. Eles acreditam que ele levou as pessoas para longe do único Deus verdadeiro. E eles o associam diretamente ao Holocausto e ao sofrimento dos judeus ao longo da história.
É por isso que um deles (capturado no vídeo) gritou em hebraico: “Não acreditamos em Yeshua,” e depois cuspiu no chão.
Quanto a mim, aos olhos deles, eu estava ainda pior. Eu não era apenas um missionário, mas também uma fraude, já que eu ainda afirmava ser judeu. Como meu coração sente pena desses homens!
Eventualmente, depois que o agitador principal continuou nos perseguindo, eu decidi que a última coisa que ele faria seria nos expulsar. Então, enquanto ele gritava, eu permaneci e compartilhei minha fé.
Mas ele ligou para a polícia, alegando (falsamente) que eu estava infringindo a lei. E então, quando ele empurrou o celular dele para o meu rosto (literalmente) e eu o afastei, ele começou a gritar que eu o ataquei. Sério!
Finalmente, duas policiais chegaram e, por causa das acusações dele, tivemos de ir à delegacia local. Todo o processo levou cerca de quatro a cinco horas, com a maior parte do tempo gasto sentado sem telefone, sem fazer nada. (Claro, eu estava orando em silêncio e agradecendo a Deus por este dia especial, também orando pelo meu acusador, que ficou sentado na minha frente o tempo todo.)
O grande problema para mim foi que eu sou fluente em hebraico bíblico, mas fraco no hebraico moderno, então não entendi muito do que meu acusador estava dizendo e estava preocupado que eu não conseguiria explicar as coisas claramente aos policiais.
Finalmente, um interrogador chegou, passando cerca de 20 a 30 minutos com meu acusador, e depois me entrevistando. A essa altura, tínhamos esse mesmo vídeo no YouTube, para que ele pudesse ter uma ideia do que estava acontecendo. E ele entendeu completamente que eu não fiz nada errado ou ilegal.
Então ele me perguntou: “Você é um missionário?”
No mundo dos judeus, especialmente em Israel, o termo “missionário” tem conotações muito ruins. Mas já que eu tinha deixado claro para ele que eu era um crente público e destemido em Jesus e que eu compartilho minha fé com o meu povo, respondi afirmativamente.
Para minha surpresa e alegria, ele disse: “Tudo bem. Missionários são bons!”
Poucos minutos depois, com um sorriso e sem qualquer papelada para levar comigo, ele me disse que eu poderia ir.
Agora, fazia muitas horas desde que meu telefone fora tirado de mim, então Nancy e minha família, minha equipe de ministério e amigos não tinham ideia de onde eu estava ou dos detalhes do que aconteceu. Mas, quando saí da delegacia, antes de ligar para casa e contar o caso completo, fui recebido por mais três judeus ultra-ortodoxos. Um deles gritou “missionário” e tirou minha foto com o celular. Eu o cumprimentei com um grande sorriso.
Outro disse com um sorriso: “Então Michael Brown agora é violento?” (Parece que ele já me conhecia!) Eu ri com ele, percebendo que ele sabia que a história era falsa.
Então ele me disse: “Você deveria levar esta mensagem para a Belém.”
Eu disse: “Estou indo lá este fim de semana para falar numa conferência polêmica e antissionista como um amigo de Israel!”
Ele respondeu: “Eu sei!”
E então, perguntando se ele poderia voltar para o hebraico (já que estávamos falando em inglês), ele disse: “Apenas nessa ocasião, desejo-lhe sucesso!”
Que dia em Jerusalém!
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Detained for Hours by the Police As Men Spit on the Name of Jesus. My Day in Jerusalem
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