22 de janeiro de 2018

Renato Cunha profetizou, e aconteceu: Houve luto no ano das comemorações da Reforma protestante


Renato Cunha profetizou, e aconteceu: Houve luto no ano das comemorações da Reforma protestante

Julio Severo
Em 2016, o Rev. Renato Cunha, que dirige a Editora Carisma (que recomendo a todos), mencionou numa entrevista a mim uma profecia, feita por ele mesmo, sobre um luto que os cessacionistas brasileiros experimentariam.
Cessacionismo é a doutrina espúria e extra-bíblica que diz que depois da morte de Jesus e seus apóstolos, o Espírito Santo parou de conceder profecias, línguas, revelações e outros dons sobrenaturais. Na visão teológica cessacionista, as manifestações de profecias, línguas, revelações e outros dons hoje são demoníacas. Daí, os calvinistas cessacionistas crerem que tanto o pentecostalismo quanto o neopentecostalismo são “heréticos” e até “demoníacos.”

Perguntas e respostas

Na entrevista que o Rev. Renato me deu, eu perguntei:
“Um famoso pastor presbiteriano, que é conhecido como o apóstolo do cessacionismo no Brasil, ataca a posição de ‘apóstolo’ para os dias atuais, mas ele ocupa uma posição de incriticabilidade total em sua denominação, sendo tratado como se fosse acima de apóstolos, profetas e escritores da Bíblia. O que você acha dessa idolatria por parte de quem critica idolatria eclesiástica em outros quintais denominacionais?”
Resposta do Rev. Renato:
“Ela é nociva, certamente está suscitando a ira de Deus e causa sérios prejuízos espirituais para todos os envolvidos. O Senhor não permitirá isso por muito tempo porque ele é zeloso e não divide sua glória com ninguém. Anotem esta profecia e julguem-na como convém: Se não houver arrependimento genuíno (e eu oro para que haja), o cálice da ira do Senhor irá transbordar em breve. O aniversário dos 500 anos de Reforma será celebrado com luto por muitos neste país.”
Todos os calvinistas cessacionistas zombaram dessa profecia e do Rev. Renato. O Dois Dedos de Teologia, de Yago Martins, foi um dos zombadores, embora saiba tratar com extrema delicadeza, sem um pingo de deboche, colegas calvinistas adeptos da heresia marxista.
Contudo, as zombarias dos calvinistas cessacionistas foram insuficientes para deter o cumprimento da profecia do Rev. Renato.

Profecias e confusão?

As profecias nem sempre parecem, aos nossos olhos humanos, acontecer e se cumprir com a exatidão e precisão de examinadores exigentes que cobram perfeição absoluta.
O Apóstolo Paulo recebeu e revelou para a igreja uma profecia sobre si mesmo. Ele disse:
“Agora, pois, compelido pelo Espírito Santo, estou seguindo para Jerusalém, desconhecendo o que ali me sucederá. Sei, no entanto, que em todas as cidades o Espírito Santo me previne que prisões e sofrimentos estão preparados para mim.” (Atos 20:22-23 KJA)
A profecia não deu ao apóstolo um quadro preciso e exato do que aconteceria, de modo que Paulo reconheceu desconhecer o que ocorreria.
Essa imprecisão é constatada também em cristãos que se encontraram com Paulo em outra cidade:
“Depois de avistarmos Chipre e seguirmos rumo sul, navegamos para a Síria. Desembarcamos em Tiro, onde o nosso navio deveria deixar sua carga. Encontrando os discípulos dali, ficamos com eles sete dias. Eles, pelo Espírito, recomendavam a Paulo que não fosse a Jerusalém.” (Atos 21:3-4 KJA)
“Pelo Espírito,” isto é, com a ajuda de revelações e profecias, eles “advertiam Paulo” (conforme a Bíblia NVT) de que não fosse a Jerusalém.
Paulo teve direção do Espírito (mediante profecia) que era para ele ir para Jerusalém. Cristãos fiéis a Deus tiveram direção do Espírito (mediante profecia) que era para Paulo não ir.
Essa “confusão” aparente não era, como diria um calvinista cessacionista, fruto de demônios ou problemas psiquiátricos.
Profecias, sonhos e revelações sobrenaturais se assemelham a mensagens enviadas por um possante transmissor de uma terra longínqua. O problema é que se o transmissor divino profético é potente e perfeito, invariavelmente os receptores humanos não são potentes.

“Nevoeiro,” “neblina” e “janela embaçada”

O Deus perfeito envia mensagens perfeitas para receptores humanos imperfeitos que nunca conseguem captar perfeitamente o que foi transmitido. Uns, captam um melhor sinal; outros, mais fraco. Cada um, provavelmente, de acordo com a maturidade que tem. Mas todos são incapazes de captar um sinal 100 por cento perfeito.
O Apóstolo Paulo disse:
“Porquanto em parte conhecemos e em parte profetizamos.” (1 Coríntios 13:9 KJA)
Em seu livro “Renewal Theology: Systematic Theology from a Charismatic Perspective” (Teologia da Renovação: Teologia Sistemática a partir de uma Perspectiva Carismática), publicado pela editora Zondervan, o teólogo presbiteriano J. Rodman Williams disse:
“A profecia, como diz Paulo em 1 Coríntios 13:9, é ‘em parte,’ mas isso é devido principalmente ao fato de nossa situação finita. Deus fala plenamente, mas dentro dos limites da condição humana.”
Embora fosse calvinista, Williams não era cessacionista.
Em seu livro “The Gift of Prophecy in the New Testament and Today” (O Dom de Profecia no Novo Testamento e Hoje), publicado pela editora CrossWay Books em 1988, o teólogo calvinista Wayne Grudem disse:
“A frase ‘em parte’ se refere principalmente a uma imperfeição quantitativa na profecia: A profecia só dá conhecimento parcial do assunto que ela trata.”
Embora seja um dos maiores teólogos calvinistas da atualidade, Grudem não é cessacionista.
Está mais que claro, portanto, que não existe dom perfeito de profecia. Em outras versões da Bíblia, as palavras de Paulo dizem:
“Agora nosso conhecimento é parcial e incompleto, e até mesmo o dom da profecia revela apenas uma parte do todo.” (1 Coríntios 13:9 NVT)
“Dons de conhecimento e profecia são parciais na melhor das hipóteses.” (1 Coríntios 13:9 The Voice)
“Pois nosso conhecimento é fragmentário (incompleto e imperfeito), e nossa profecia (nosso ensino) é fragmentário (incompleto e imperfeito).” (1 Coríntios 13:9 Bíblia Ampliada)
“Pois nosso conhecimento é defeituoso, e nosso ato de profetizar é defeituoso.” (1 Coríntios 13:9 Mace)
“Pois o nosso conhecimento é limitado, e limitada é a nossa profecia.” (1 Coríntios 13:9 Bíblia de Jerusalém)
“Nós agora sabemos muito pouco, mesmo com a ajuda desses dons especiais; e até a pregação mais inspirada é ainda muito imperfeita.” (1 Coríntios 13:9 O Livro)
Paulo ensinou que a capacidade profética é parcial, limitada, defeituosa, incompleta, fragmentária e imperfeita. Se no caso dele e dos cristãos de sua época o dom de profecia era imperfeito, o que dizer desse dom entre nós hoje? Seria mais perfeito que antes? Os teólogos cessacionistas que rejeitam as profecias sob a alegação de que esse dom hoje não é perfeito têm a obrigação moral de rejeitar todas as profecias de Paulo e outros servos de Deus na Bíblia, pois o próprio Paulo garantiu que eles profetizavam imperfeitamente.
Na versão da Bíblia de John Nelson Darby, encontramos esta explicação para nossa capacidade imperfeita de enxergar a realidade espiritual:
“Pois vemos agora confusamente mediante uma janela embaçada.” (1 Coríntios 13:12 Darby)
Paulo estava falando da própria visão profética dele e dos cristãos de sua época.
Janela embaçada
Os vidros das janelas da época de Paulo eram imperfeitos, opacos e turvos, não permitindo ver com clareza e precisão o outro lado. Assim é nossa visão profética hoje. Assim era a visão profética de Paulo e outros cristãos de sua época.
Em outra versão, as palavras de Paulo sobre a visão profética dele e de outros cristãos de sua época são:
“Hoje, não vemos as coisas com clareza. Estamos como que num nevoeiro, enxergando com dificuldade por entre a neblina.” (1 Coríntios 13:12 A Mensagem)
Por isso, muitas vezes quem dá e quem recebe profecias não entende perfeitamente a mensagem dada e recebida. O “nevoeiro” e a “neblina” na mensagem profética já eram comuns e esperados desde os tempos de Paulo.
À propósito, o autor da Bíblia parafraseada “A Mensagem” é o teólogo presbiteriano Eugene Peterson.
Entendendo nossa realidade humana imperfeita diante da realidade divina perfeita, podemos lidar com profecias sem o extremismo e o radicalismo de aceitar tudo ou rejeitar tudo. Paulo nunca aceitou nem rejeitou tudo de profecias. Ele era maduro.
Quando os cristãos tiveram a direção do Espírito para ele não ir a Jerusalém, ele não os xingou, não os humilhou nem os acusou de serem “heréticos” por terem tido uma direção profética diferente da direção profética que ele havia recebido. Ele agiu maduramente, sem extinguir a chama do Espírito.

Na sua essência, a profecia do Rev. Renato se cumpriu

No caso do Rev. Renato, que vê imperfeitamente o mundo espiritual (assim como eu mesmo vejo), a pergunta importante é: No ano das comemorações da Reforma protestante, houve ou não houve luto entre os calvinistas cessacionistas do Brasil?
A resposta é mais que óbvia, e os próprios lamentos de Augustus Nicodemus são evidência: Houve luto.
Como o cessacionismo é uma heresia importada de teólogos americanos, qualquer coisa que aconteça a um teólogo cessacionista americano reverbera entre cessacionistas do Brasil. Tal reverberação ocorreu: Um dos maiores teólogos presbiterianos cessacionistas dos EUA morreu em 14 de dezembro de 2017. Houve luto entre todos os calvinistas cessacionistas dos EUA e Brasil. Morreu, no ano das comemorações da Reforma protestante, o Rev. R. C. Sproul.
No entanto, olhando pelo “nevoeiro,” “neblina” e “janela embaçada,” alguns pensaram que a profecia do Rev. Renato era sobre o Nicodemus, que é o maior teólogo presbiteriano cessacionista do Brasil. Enganaram-se. Era sobre um cessacionista acima do Nicodemus. Foi uma profecia muito mais forte do que se pensava. Se fosse sobre o Nicodemus, já seria forte. Mas foi sobre um presbiteriano muito acima dele. Nem passava pela cabeça dos cessacionistas debochadores que não era sobre o Nicodemus. Nem passava pela cabeça de assembleianos debochadores, que simpatizam com calvinistas cessacionistas, que não era sobre o Nicodemus.
Sproul era um cessacionista infinitamente mais famoso e franco do que Nicodemus, o maior “apóstolo” do cessacionismo do Brasil, embora seu comportamento seja evasivo e dissimulado na defesa de seu “apostolado” cessacionista.
Nicodemus expressou seus lamentos sobre a morte de Sproul. Os dois se conheciam tanto que Nicodemus foi um dos preletores da Conferência Ligonier de 2017. Esse evento foi fundado por Sproul.
Em seu discurso na Conferência Ligonier, Nicodemus fez o que ele não faz no Brasil: Ele se revelou mais cessacionista e pescador de assembleianos. No Brasil, para não desagradar aos assembleianos, que são os alvos preferidos de sua pescaria, ele demonstra um cessacionismo dissimulado. Na frente de Sproul, Nicodemus buscou mostrar um cessacionismo sem dissimulações, para agradar ao mestre acima dele. Confira tudo neste artigo: Por que um teólogo calvinista cessacionista não pode usar seu púlpito para cruzadas contra o aborto, a sodomia e o feminismo, mas pode usá-lo para cruzadas contra pentecostais e neopentecostais?
No sentido de luto entre cessacionistas, a profecia do Rev. Renato se cumpriu perfeitamente. Em outros sentidos, a profecia dele foi tão “perfeita” quanto foram as profecias de Paulo e seus colegas cristãos sobre a ida dele a Jerusalém e se ele morreria, seria torturado, preso, etc. O que importava era que a ida de Paulo a Jerusalém envolveria problemas para ele.
Mesmo com “nevoeiro,” “neblina” e “janela embaçada” sobre nomes específicos, o que importa da profecia do Rev. Cunha é a referência clara sobre luto entre calvinistas no ano da Reforma protestante. Houve cumprimento dessa profecia. Os cegos cessacionistas, é claro, nada verão de útil na profecia dele e, se vivessem na época de Paulo, não veriam também nada de útil nas profecias de Paulo e outros cristãos daquela época. Aliás, até cegos assembleianos, enamorados de calvinistas cessacionistas, também nada viram.
Você pode conferir a postura anti-profecias de Sproul neste artigo: R.C. Sproul: Não há profecia verdadeira hoje

Sproul e predestinação

Claro que o cessacionismo não era o único problema de Sproul.  Havia também a questão da predestinação. Em seu livro “Chosen by God” (Escolhido por Deus) Sproul conta que John Gerstner, um teólogo, lhe perguntou: “Se Deus soberanamente decretou a eleição e a condenação desde toda a eternidade, por que deveríamos nos preocupar com o evangelismo?”
Sproul respondeu: “Olha, Dr. Gerstner, sei que essa não é a resposta que você está buscando, mas uma pequena razão por que ainda precisamos nos preocupar com evangelismo é que, olhe, você sabe, afinal Jesus nos manda fazer evangelismo.”
O livro “Chosen by God” é uma defesa à predestinação.
Resumindo, a resposta de Sproul mostra que, em vista da visão calvinista de que todos já estão escolhidos para a salvação e condenação desde a eternidade, o evangelismo é desnecessário no que se refere a alcançar pecadores para a salvação de Jesus Cristo. Na visão de Sproul, a única razão por que devemos evangelizar é apenas porque Jesus mandou. Só isso.
Tente imaginar como um calvinista age de acordo com o evangelismo de Sproul. Um calvinista, numa raridade, evangeliza seus amigos e vizinhos e diz: “Tenho uma notícia de Deus para você!”
Um amigo diz: “É notícia boa ou ruim?”
O calvinista responde: “Depende. Se você foi predestinado para a salvação, é notícia excelente!”
O amigo indaga: “E se não?”
O calvinista diz: “Se não… você foi predestinado para o inferno e não há nada que se possa fazer para ajudar você. Não adianta você ler a Bíblia, não adianta você ir à igreja, não adianta você buscar a Deus, está tudo predestinado.”
O amigo pergunta: “Se está tudo predestinado, para quê você veio até mim?”
O calvinista responde: “Apenas para lhe dar esta péssima ou boa notícia!”
Confesso que ao ler os Evangelhos, vejo Jesus evangelizando todo mundo pregando o Evangelho, curando os enfermos e expulsando demônios. Era sempre boa notícia com muitos milagres. Mas quando vejo o “evangelho” de calvinistas cessacionistas como Sproul, vejo outro evangelho!
Além de condenarem a cura de enfermos e expulsão de demônios no evangelismo, calvinistas cessacionistas desfiguram o Evangelho, tornando-o uma Boa Notícia apenas para uma minoria elitista escolhida (eles mesmos, é claro).
Na visão de Sproul, não é necessário pregar o Evangelho para todos os pecadores, pois tudo já está predestinado. Nem é necessário fazer evangelismo com cura de enfermos e expulsão de demônios.
Se vivesse 2 mil anos atrás, Sproul teria imensa dificuldade de se relacionar com Jesus e seus 12 Apóstolos!

Aviso divino contra o cessacionismo

Não fico contente com a morte de Sproul. Mas, querendo ou não os cessacionistas (que ainda estão lamentando a morte dele), houve luto entre os calvinistas cessacionistas do Brasil no próprio ano das comemorações da Reforma protestante. O Rev. Renato Cunha acertou, e toda a glória seja dada Àquele que é a fonte dos avisos proféticos para sua igreja.
A profecia dele indica que Deus está descontente com o cessacionismo. Mas há realmente necessidade de profecias para entender que Deus não gosta e não aceita o cessacionismo? A Palavra de Deus não é mais que suficiente? Nem Jesus nem seus apóstolos nunca ensinaram nem praticaram essa heresia.
Calvinistas que vivem no cessacionismo vivem em luto espiritual, como se o Espírito Santo tivesse morrido há 2 mil anos, e podem sofrer as consequências de sua incredulidade e deboches nesta vida ou na eternidade. Um dos maiores debochadores, Hank Hanegraaff, citava por nome os alegados “hereges,” geralmente pentecostais, tendo publicado vários livros. Hoje, Hanegraaff, que tem histórico calvinista, está desviado da fé evangélica e com seu corpo coberto de câncer.
Diante da enxurrada de deboches de calvinistas cessacionistas contra pentecostais e neopentecostais, Renato Cunha deu uma palavra de alerta que se cumpriu. Talvez não tenha se cumprido do jeito que ele sentiu e outros esperavam. Talvez em alguns momentos, ele tenha sentido que a profecia era sobre Nicodemus. Eu mesmo cheguei a ter tal pensamento — por causa do “nevoeiro,” “neblina” e “janela embaçada.” Mas o importante é que se cumpriu. Se tivesse sido sobre Nicodemus, teria sido certeira. Sobre Sproul, foi certeiríssima.
O Rev. Renato foi zombado por calvinistas que desprezam todas as profecias para hoje. Conforme sua carnalidade teológica, sem nunca terem consultado a Deus e interpretado corretamente a Bíblia, eles julgam que o Espírito Santo cessou todas as profecias 2 mil anos atrás. O que dizer? Eles estão certos e Deus e sua Palavra estão errados?
Profecias podem ser certas ou não. Nem todas devem ser aceitas. Mas presunçosamente rejeitar todas por causa do “nevoeiro,” “neblina” e “janela embaçada” é debochar de quem dá avisos proféticos certos hoje e sempre: Deus. Todas as profecias devem ser examinadas e aceitas ou não — com a maturidade bíblica do Apóstolo Paulo, que encarou profecias aparentemente “contrárias” sem xingar ninguém de “herege.” Mas deboches contra a atividade sobrenatural — que inclui profecias e revelações — do Espírito Santo devem sempre ser rejeitados.
Para os que não aceitam profecias com “nevoeiro,” “neblina” e “janela embaçada,” por que aceitar a Bíblia que aceita, defende e promove esse tipo de profecia ontem, hoje e sempre neste mundo?
Cedo ou tarde, como fariseus modernos, os debochadores calvinistas cessacionistas questionarão: Por que um Deus perfeito usou um Apóstolo Paulo que reconheceu que as profecias são parciais, limitadas, defeituosas, incompletas, fragmentárias e imperfeitas?
Eles querem (se é que querem) atividades sobrenaturais de Deus sem “nevoeiro,” “neblina” e “janela embaçada”? Eles querem profecias perfeitas e sem nenhum defeito? Eles precisam da humildade do Apóstolo Paulo e deveriam ler mais os ensinos dele sobre esse assunto.
Se eles se submetessem mais aos ensinos de Paulo do que submetem à sua carnalidade teológica, eles aceitariam alertas proféticos e se consertariam em sua incredulidade e deboches.
Em sua teologia sistemática “Welcome, Holy Spirit” (Bem-vindo, Espírito Santo), publicado pela editora Augsburg Publishing House em 1987, o teólogo luterano Larry Christenson disse:
“Ainda que imperfeitamente compreendidos e usados, os dons espirituais são uma parte prática do ministério do Evangelho.”
Os dons sobrenaturais do Espírito Santo, inclusive profecias, eram parte integral do ministério de Jesus e seus apóstolos. Não deveria ser diferente com nosso ministério hoje.
O cessacionismo nunca fez parte do ministério de Jesus e seus apóstolos. Por que deveria então fazer parte do nosso ministério hoje?
O fato é que, com ou sem “nevoeiro,” “neblina” e “janela embaçada,” com ou sem zombarias de incrédulos, a profecia do Rev. Renato se cumpriu para os calvinistas cessacionistas: Houve luto no ano das comemorações da Reforma protestante.
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3 comentários :

Cicero disse...

Certamente os calvinistas cessacionistas já estão PREDESTINADOS a ir para o inferno! pois estão blasfemando contra o Espírito Santo.

William Andrade disse...

Meu irmão vc tem uma bíblia em casa?. Ou melhor vc conhece realmente o evangelho de Jesus Cristo? Cuidado com sua palavra irmão pois dará conta de cada uma delas no dia do juízo. Que Deus te abençoe e te converta verdadeiramente.pois se até o o último aposto Paulo que era um dos maiores perseguidores dos cristãos se converteu e gerou muitos frutos bons creio no Senhor que vc amado possa estudar mais a palavra e rever seus comentários. Fique na paz de Cristo irmão e reflita.

Ana Carolina disse...

Sr. Cicero, pode nos esclarecer onde estamos blasmemando contra o Espírito Santo e pq, na sua visão, vamos para o inferno?