31 de dezembro de 2018

Facebook pede desculpas ao evangelista Franklin Graham depois de bani-lo por 24 horas por causa de um post de 2016, no qual ele argumentou em favor de um projeto de lei que regula o acesso de transgêneros aos banheiros


Facebook pede desculpas ao evangelista Franklin Graham depois de bani-lo por 24 horas por causa de um post de 2016, no qual ele argumentou em favor de um projeto de lei que regula o acesso de transgêneros aos banheiros

Keith Griffith do Dailymail.com
O Facebook pediu desculpas ao evangelista Franklin Graham depois de banir o pastor por 24 horas por causa de um post de 2016 que ele fez argumentando em favor de uma lei estadual que restringia o acesso de indivíduos transexuais ao banheiro do sexo registrado em sua certidão de nascimento.
Franklin Graham com seu pai Billy Graham
A rede social divulgou no domingo o pedido de desculpas ao pastor da Carolina do Norte, dizendo que “cometera um erro” ao bani-lo e remover o posto de dois anos atrás.
Graham agradeceu ao Facebook pelo pedido de desculpas, mas atacou a rede social e o fundador Mark Zuckerberg em um comunicado.
“O Facebook está tentando definir a verdade. Havia um personagem em um filme há alguns anos que dizia: ‘A verdade é o que eu digo que é!’ É o que o Facebook está tentando fazer,” escreveu Graham em um comunicado.
“Eles estão fazendo as regras e mudando as regras. Verdade é verdade. Deus fez as regras e a Sua Palavra é a verdade,” continuou a declaração de Graham.
“Na verdade, o Facebook está censurando a liberdade de expressão. A livre troca de idéias faz parte do DNA de nosso país,” acrescentou ele.
Graham também incluiu o texto completo de seu post banido de 2016, perguntando a seus seguidores: “Você vê algum discurso de ódio aqui?”
O post falava em favor do HB2, um projeto de lei da Carolina do Norte que foi sancionado em lei em março de 2016.
A lei proíbe indivíduos transexuais de usarem banheiros que não estejam alinhados com o sexo registrado em suas certidões de nascimento em prédios do governo. A parte do banheiro no projeto foi posteriormente revogada.
Post completo que fez com que Franklin Graham fosse temporariamente banido do Facebook
9 de abril de 2016
“Bruce Springsteen, um ativista dos direitos gays de longa data, cancelou seu show na Carolina do Norte. Ele diz que a lei da Carolina do Norte que impede que homens usem banheiros e vestiários femininos está ‘indo para trás em vez de para frente.’
“Olha, para ser honesto, precisamos voltar! Voltar para Deus. Voltar a respeitar e honrar Seus mandamentos. Voltar ao bom senso. Sr. Springsteen, uma nação que adota o pecado e se curva aos pés do secularismo sem Deus e do politicamente correto, não é progresso.
“Sou grato à Carolina do Norte ter um governador, Pat McCrory, um vice-governador, Dan Forest, e legisladores que colocaram a segurança de nossas mulheres e crianças em primeiro lugar! O HB2 protege a segurança e a privacidade de mulheres e crianças e preserva os direitos humanos de milhões de cidadãos religiosos deste estado.”'
Um link da notícia para um artigo do Washington Post também foi compartilhado com o post.
Em sua declaração, Graham, filho do famoso evangelista Billy Graham que morreu em fevereiro, acusou o Facebook de ter um “livro de regras secretas para policiar o que as pessoas dizem.”
Na semana passada, as regras secretas do Facebook que ditam quais postagens são censuradas em todo o mundo foram reveladas em uma reportagem investigativa no jornal New York Times.
Um comitê de advogados e engenheiros de empresas jovens elaborou os milhares de regras que descrevem quais palavras e frases constituem “discurso de ódio” e devem ser removidas da plataforma de mídia social.
Na página de Franklin Graham no Facebook, milhares de pessoas comentaram, as quais em sua maior parte expressaram indignação com sua proibição temporária.
“O Facebook tem alguns grandes problemas que precisa corrigir! Aparentemente, o Facebook NÃO é uma plataforma para todos. É verdade que devem remover a violência, mas a palavra de Deus não é discurso de ódio,” escreveu Barb Thompson Meyer.
“Obrigado por chamar a atenção para o policiamento da liberdade de expressão praticado pelo Facebook!” comentou Sarah Mannion.
Susan Grumbles Durell disse: “Eu quase não entro mais no Facebook por causa disso. O Facebook está tentando ser a nova Gestapo.”
Leitura recomendada sobre Franklin Graham:
Leitura recomendada sobre censura do Facebook:

29 de dezembro de 2018

Netanyahu de Israel encontra-se com Bolsonaro do Brasil


Netanyahu de Israel encontra-se com Bolsonaro do Brasil

Julio Severo
Pela primeira vez, um primeiro-ministro israelense visitou o Brasil para uma posse. Embora o Brasil tivesse vários presidentes católicos conservadores, nenhum deles estava disposto a se aproximar de Israel. Com Jair Bolsonaro, um católico nominal, foi diferente, porque sua base de votação principal era evangélica.
Os evangélicos brasileiros apoiam Israel entusiasticamente — o que é um fenômeno no Brasil, a maior nação católica do mundo, tradicionalmente não conhecida por apoiar Israel e com um histórico tenebroso da Inquisição contra os judeus.
O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu chegou ao Brasil em 28 de dezembro de 2018. Ele pretende permanecer no Brasil até a posse do novo presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, em 1º de janeiro de 2019. Enquanto isso, ambos discutem acordos e parcerias. É uma oportunidade maravilhosa.
Apoiar Israel nestes tempos perversos é um grande desafio. Recentemente, o Facebook bloqueou minha conta por 30 dias porque eu disse que Jerusalém pertence apenas a Israel. O Facebook, que pertence a um bilionário judeu-americano de esquerda, não gosta de apoiar Israel. Mas eu gosto! Você pode ler como o Facebook bloqueou minha conta por causa de minha posição pró-Israel aqui: o Facebook rejeita meu reconhecimento de Jerusalém como a capital de Israel?
Durante anos e décadas, tenho orado, com muitos outros evangélicos brasileiros, por essa parceria, especialmente para o governo brasileiro reconhecer toda a Jerusalém como a capital de Israel e para a paz de Jerusalém. Isso é praticamente uma ordem para todos aqueles que amam a Jesus Cristo e Sua Palavra viva.
Por isso, louvo a Deus por essa nova parceria como resposta às orações.
Vejo também alguns desafios e oportunidades. Enquanto o Brasil tem resistido ao lobby gay e abortista, Israel entregou as pontas há muito tempo. Israel tem algumas das leis mais esquerdistas de aborto e homossexualismo no mundo. Então o Brasil deveria apoiar Israel e Jerusalém como sua capital sem seguir as leis esquerdistas de Israel. Além disso, os evangélicos brasileiros, que oraram por muitos anos por uma parceria brasileiro-israelense, precisam orar pela salvação em Jesus Cristo para ambas as nações.
Pergunto-me se Deus vai abrir as portas para o Brasil de uma maneira extraordinária. Em 2008 conheci o profeta americano Chuck Pierce, que disse que se o Brasil se aproximasse de Israel, Deus daria ao Brasil a unção que os EUA perderam. Você pode ler sobre sua visão neste artigo: Brasil, a próxima ameaça (regional ou global) à supremacia econômica dos EUA?
Talvez um dos maiores desafios seja que, enquanto o pai de Netanyahu é autor de um livro volumoso contra a Inquisição e seu revisionismo, um dos conselheiros de Bolsonaro, a quem chamo de o Rasputin de Bolsonaro, é o mais proeminente defensor brasileiro da Inquisição e seu revisionismo.
O Rasputin de Bolsonaro minimiza a gravidade dos horrores da Inquisição, inclusive neste comentário público:
“Até mesmo na imagem popular das fogueiras da Inquisição a falsidade domina. Todo mundo acredita que os condenados "morriam queimados", entre dores horríveis. As fogueiras eram altas, mais de cinco metros de altura, para que isso jamais acontecesse. Os condenados (menos de dez por ano em duas dúzias de países) morriam sufocados em poucos minutos, antes que as chamas os atingissem.”
Meu artigo “Olavo de Carvalho e a Inquisição” diz:
Em 2013, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu se encontrou com o Papa Francisco no Vaticano, e deu ao líder da Igreja Católica “The Origins of the Inquisition in Fifteenth Century Spain” (As Origens da Inquisição na Espanha do Século Quinze), um livro que em grande parte gira em torno de católicos espanhóis questionando, torturando e castigando judeus, expondo como milhares deles foram expulsos da Espanha ou queimados vivos na estaca.
A Revista Judaica (Jewish Journal) disse que “As Origens da Inquisição na Espanha do Século Quinze,” uma obra-prima acadêmica e um tomo minucioso sobre a Inquisição da Espanha, descreve como a Igreja Católica perseguia, e muitas vezes executava, multidões de judeus.
O Business Insider comentou que “é importante pensar no contexto do livro, que foi escrito Ben-Zion Netanyahu, pai de Netanyahu. Ben-Zion era um historiador conceituado que trabalhava na Universidade Hebraica de Jerusalém e na Universidade Cornell nos EUA.”
A CBS News disse: “Ben-Zion Netanyahu, pai de Netanyahu, era um historiador israelense… melhor conhecido em círculos acadêmicos por suas pesquisas acerca da Inquisição da Igreja Católica contra os judeus da Espanha na Idade Média.”
Certamente, Netanyahu não sabe que o Rasputin de Bolsonaro defende a Inquisição e seu revisionismo. Quando souber disso, ele trará, na próxima viagem ao Brasil, alguns exemplares de “As Origens da Inquisição na Espanha do Século XV.”
Os evangélicos que oraram por uma parceria entre Israel e o Brasil sabem que Deus responde às orações e agora precisam orar para que Deus remova os defensores da Inquisição do governo brasileiro e coloque líderes de acordo com os propósitos de Deus.
Versão em inglês deste artigo: Israel’s Netanyahu Meets Brazil’s Bolsonaro
Leitura recomendada sobre a Inquisição:
Leitura recomendada sobre Israel:
Leitura recomendada sobre Bolsonaro:

28 de dezembro de 2018

Trump: “Os Estados Unidos não podem continuar a ser a polícia do mundo”


Trump: “Os Estados Unidos não podem continuar a ser a polícia do mundo”

Julio Severo
Depois de uma visita surpresa às tropas americanas no Iraque e na Alemanha, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse: “Os Estados Unidos não podem continuar a ser a polícia do mundo.”
Concordo plenamente com ele. Seu comentário está de acordo com sua opinião em 2016, quando ele expressou hostilidade aos neoconservadores, que mantêm os EUA cativos em guerras eternas.
Em sua posição de polícia mundial, os EUA têm cerca de 800 bases militares em 148 países — um número assombrosamente elevado, considerando que o mundo tem apenas 196 países. Militarmente, os EUA estão ocupando cada vez mais as nações. Trump queria dizer que o papel dos EUA como ocupante militar e policial terminaria?
No entanto, o que Trump acrescentou como uma explicação para sua suposta postura contra os EUA como polícia mundial está muito longe de suas opiniões antineocon originais. Ele disse que não quer que os EUA sejam “mais explorados pelos países que nos usam e usam nossos incríveis militares para protegê-los,” ao reclamar que “eles não pagam por isso, e eles vão ter de pagar.”
Posso concordar com ele sobre o fato de que é inaceitável os Estados Unidos como a polícia do mundo. Mas onde é que as forças armadas dos EUA estão sendo exploradas pelos países? Ele quer que as nações ocupadas paguem por sua ocupação?
Trump quer dizer, por exemplo, que a Europa deveria pagar a OTAN por proteção militar quando a OTAN tem sido completamente inútil para proteger a Europa das invasões islâmicas? Na verdade, o próprio Trump disse em 2016 que a OTAN é inútil. Concordo plenamente com ele. A maior ameaça à civilização europeia está invadindo-a bem debaixo do nariz da OTAN!
De que adianta a Europa pagar se a OTAN não concede proteção militar contra as invasões islâmicas? Além disso, muitas vezes a Europa foi explorada pelos EUA para proteger as ambições islâmicas sauditas.
Ainda que Trump tenha irado os neocons com sua ordem de retirar da Síria as tropas americanas ilegalmente mobilizadas ali por Obama, ele igualmente alegrou os neocons com seu plano de não retirar tropas do Iraque, explicando que os EUA usariam o Iraque como base para futuras operações no Médio Oriente. A polícia mundial pretende ocupar o Iraque para suas operações militares.
Trump condenou Bush pela invasão do Iraque. Ele disse que Bush mentiu sobre suas razões para invadir o Iraque. Trump estava certo então ou Trump está mentindo agora?
“É um país sobre o qual venho falando há muitos anos, muitos anos,” disse ele a jornalistas na quarta-feira, em referência a suas alegações anteriores de que os EUA não deveriam ter travado uma guerra no Iraque depois do 11 de setembro. “Eu estava falando sobre isso como civil,” ele lembrou.
Alguns líderes políticos iraquianos condenaram a visita surpresa de Trump como uma violação da soberania do Iraque. Quem pode culpá-los? Os americanos também teriam reclamado se um presidente estrangeiro tivesse visitado suas tropas estrangeiras dentro dos EUA. Os americanos, no final do século XVIII, conseguiriam se identificar com eles.
Quando o Império Britânico manteve suas tropas nos EUA, os americanos chamavam isso de opressão e inaceitável. Por que não pode ser chamado de opressão e inaceitável quando os EUA, como um império, mantêm suas tropas em nações estrangeiras em detrimento de populações cristãs vulneráveis?
Os americanos não gostavam de ser invadidos e ocupados por tropas britânicas há 200 anos. Hoje eles também não gostariam de ser invadidos e ocupados militarmente por qualquer nação estrangeira. Seu sentimento patriótico é correto, saudável e tem uma boa base bíblica:
“Assim, em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles lhes façam; pois esta é a Lei e os Profetas.” (Mateus 7:12 NVI)
A invasão do Iraque por parte de Bush provocou, em suas consequências, incalculável sofrimento, devastação e morte para as pequenas comunidades cristãs. Se a polícia mundial não pode proteger os cristãos, por que ficar no Oriente Médio?
A verdade é que o papel dos EUA como polícia mundial não tem sido particularmente bom para os cristãos perseguidos e sua sobrevivência.
No Iraque, Trump disse que a coalizão da Turquia e da Arábia Saudita vai acabar com o Estado Islâmico e reconstruir a Síria. O problema é: a Arábia Saudita, auxiliada pela vigarista Hillary Clinton, criou o ISIS, que era auxiliado pela Turquia, uma nação islâmica notória por seu genocídio de cristãos. Os cristãos na Síria e no Iraque sofreram genocídio nas mãos do ISIS, enquanto as bases militares americanas no Oriente Médio protegem a Arábia Saudita e a Turquia.
Se os americanos da 2 Guerra Mundial tivessem tal mentalidade, eles teriam protegido Hitler e pedido sua ajuda para derrotar o nazismo!
Trump também reclamou que os EUA gastaram “7 trilhões de dólares no Oriente Médio.” Essa quantia enorme não foi gasta para proteger os cristãos perseguidos. Foi gasta para atender às ambições assassinas da ditadura islâmica da Arábia Saudita.
Não dá para os EUA retirarem suas tropas do Oriente Médio e as mobilizarem nas fronteiras dos EUA? Não dá para os EUA gastarem 7 trilhões de dólares na segurança das fronteiras dos EUA?
Nenhum jovem quer ir para a guerra em uma nação estrangeira distante para lutar por uma causa antipatriótica. Isso não foi diferente com Trump, que nunca serviu no exército, tendo recebido um diagnóstico médico de que ele tinha esporões ósseos. O diagnóstico ajudou-o a receber uma isenção do serviço militar obrigatório durante a Guerra do Vietnã.
Contudo, as filhas do médico que forneceu a desculpa médica afirmaram que seu pai ofereceu o diagnóstico como um favor para os pais de Trump. Então, Trump é uma evidência viva de que nenhum jovem quer ir para a guerra e nenhuma família quer que seus filhos vão para guerras longínquas.
Em 1935, em seu livro “War Is a Racket” (A guerra é uma ocupação profissional criminosa), o major-general Smedley D. Butler disse: “Os 4.000.000 de jovens que vestiram uniformes e marcharam ou partiram de navio não foram perguntados se queriam sair para sofrer e morrer.”
Butler, que disse que há uma indústria da guerra nos EUA que lucra muito com guerras, acrescentou:
“Uma ocupação profissional criminosa é melhor descrita, creio eu, como algo que não é o que parece para a maioria das pessoas. Apenas um pequeno grupo ‘interno’ sabe do que se trata. É conduzida em benefício dos poucos, às custas dos muitos. Algumas pessoas fazem enormes fortunas com guerras. Na [1] Guerra Mundial, um mero punhado obteve lucros da guerra. Pelo menos 21.000 novos milionários e bilionários foram feitos nos Estados Unidos durante a Guerra Mundial.”
Seu livro patriótico expõe como os líderes militares americanos estavam, há mais de 80 anos, priorizando as ambições do complexo industrial militar em detrimento do verdadeiro patriotismo e da segurança nacional dos EUA. É impossível não concluir que as ambições não aumentaram.
Para construir um império, o complexo industrial militar está destruindo os EUA como nação cristã.
Nenhum jovem quer ir para uma guerra estrangeira distante para sofrer uma morte sem sentido. Trump era um jovem inteligente quando ele e sua família usaram uma desculpa médica para isentá-lo do serviço militar obrigatório durante a Guerra do Vietnã.
Nenhuma nação inteligente aceita a ocupação militar de um império. Os americanos no século XVIII lutaram contra um império militar opressivo, não para construir um império militar opressivo.
Como polícia mundial, os EUA conseguiram isolar a Rússia, a maior nação ortodoxa cristã do mundo, mas não isolaram a Arábia Saudita, principal patrocinadora do terror islâmico em todo o mundo. Pelo contrário, os EUA armam fortemente os sauditas.
Se Trump leva a sério seu comentário “Os Estados Unidos não podem continuar a ser a polícia do mundo,” ele deveria fazer exatamente o que os americanos do século XVIII fizeram. Ele deveria lutar pelos EUA como nação e lutar contra o império dentro dos EUA que, como parasita, está corrompendo e destruindo a nação cristã americana original.
Livrar os EUA de seu papel como polícia mundial resultará em:
* Salvar milhares de vidas de jovens soldados americanos e outros milhares de vidas de cristãos que perecem no rastro de invasões e intrusões dos EUA no Oriente Médio.
* Economizar trilhões de dólares que, em vez de serem gastos em operações sangrentas para atender às ambições da Arábia Saudita, poderiam ser gastos na segurança das fronteiras dos EUA e na infraestrutura necessária nos EUA.
* Redirecionar os EUA para se construir como uma nação cristã cuidando de suas próprias fronteiras, como pretendido por seus Fundadores, não como um império militar com 800 bases militares em 148 países.
Não dava para Trump usar seus poderes presidenciais para libertar os Estados Unidos de seu papel questionável como polícia do mundo?
Com informações do DailyMail.
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