27 de fevereiro de 2017

Protegendo os cristãos e combatendo o terrorismo? É exatamente isso o que a Rússia está fazendo


Protegendo os cristãos e combatendo o terrorismo? É exatamente isso o que a Rússia está fazendo

Aleksandar Pavic
Comentário de Julio Severo: Este artigo, que é manchete principal fresquinha do WND (WorldNetDaily), um dos principais sites conservadores do mundo, reafirma o papel inegável da Rússia combatendo o ISIS e protegendo os cristãos. O que me deixa muito triste, como evangélico, é que os Estados Unidos, fundados por evangélicos, foram até Obama a nação que, juntamente com a Arábia Saudita, fundaram, financiaram e armaram o ISIS, que é atualmente a maior máquina islâmica de genocídio de cristãos. A Arábia Saudita é reconhecidamente o maior financiador do terrorismo islâmico mundial e merece ser combatida dia e noite. Qualquer guerra contra o terrorismo que não faça desse país o foco da ameaça é piada. Infelizmente, neste mês o Presidente Donald Trump enviou seu novo diretor da CIA para premiar a Arábia Saudita por “combater o terrorismo,” como se fosse possível a Alemanha nazista combater o nazismo ou a União Soviética combater o marxismo. Tomara que tivesse sido uma piada, mas aconteceu. O próprio Trump já havia reconhecido publicamente que Obama havia fundado o ISIS, mas isso seria impossível sem ajuda saudita. Contudo, com sua atitude de premiar os sauditas, Trump está seguindo a velha linha neocon americana seguida fielmente por Obama e Bush, que é proteger a Arábia Saudita das consequências de chefiar o terrorismo islâmico mundial, e focar, em vez disso, na Rússia como único bode-expiatório, como bem disse o Dr. William J. Murray. Os senadores neocons Lindsey Graham e John McCain, que lideram a oposição á Rússia, tiveram envolvimento com o bilionário esquerdista George Soros. Parece que a Rússia vai continuar combatendo sozinha a maior fonte do terrorismo islâmico mundial, inclusive o ISIS, o maior assassino de cristãos. Confira a seguir a manchete do WND:
Vladimir Putin
Alguns anos atrás, Dmitry Rogozin, vice-primeiro-ministro russo que era então o embaixador da Rússia na OTAN, alertou que havia surgido uma nova influência que estava se tornando uma grande ameaça para grandes segmentos do mundo, isto é, a Ásia, a Europa e a América.
“Uma nova civilização está surgindo no Terceiro Mundo que pensa que o Hemisfério Norte branco sempre a oprimiu e precisa pois cair a seus pés agora… Se a civilização do Norte quiser se proteger, precisa se unir: os EUA, a União Europeia e a Rússia. Se não se unirem, serão derrotados um a um,” disse ele.
Ele estava se referindo principalmente ao islamismo radical. E os EUA, com seu alicerce cristão, a Europa, com sua própria herança judaico-cristã, e até a Rússia, com sua Igreja Cristã Ortodoxa histórica, pareceriam ter razão de fazer parte dessa união.
Então, por que a elite política americana seria tão avessa a buscar melhores relações com a Rússia, conforme sugeriu o presidente Donald Trump?
Afinal, todos os presidentes americanos em anos recentes declararam essencialmente a mesma meta. Recorde a política “reset” da então secretária de Estado Hillary Clinton sob o presidente Obama.
Mas a oposição às sugestões de Trump têm sido altas e longas, apesar do que alguns veem como esforços extraordinários por parte da Rússia para proteger os cristãos.
Foi um padre flamengo de 76 anos do monastério Mar Yakub, construído na cidade síria de Qara no sexto século, que colocou essa questão no contexto que ele entendeu melhor: sua própria vida.
“É miraculoso que ainda estejamos vivos. Devemos isso ao exército do governo de Assad e a Vladimir Putin, pois ele decidiu intervir quando os rebeldes ameaçavam tomar o poder… Entre muçulmanos comuns e cristãos, não há problemas [aqui]. O problema são esses rebeldes islâmicos apoiados pelo Ocidente que querem nos massacrar… Trump entende que o islamismo radical é uma ameaça maior do que a Rússia.”
Na Europa, muitos dos novos partidos nacionalistas anti-globalismo e anti-UE expressam admiração pela defesa que a Rússia faz dos valores tradicionais, junto com os intelectuais cristãos europeus, que se desesperam com o fato de que a Europa Ocidental abandonou suas raízes espirituais.
Nos Bálcãs, a Rússia é a única potência que defende os cristãos perseguidos pelos islamistas e se recusa a reconhecer Kosovo, que foi separado da Sérvia com consentimento do Ocidente. A Rússia também é a única potência que defende os cristãos perseguidos pelos muçulmanos albaneses, que são como o ISIS e estão destruindo a herança de milênios da Igreja Cristã ali.
O arcebispo Vsevovlod Chaplin declarou: “Qualquer luta contra o terrorismo é moral; podemos até chamá-la de luta santa.”
Ele disse que os países cristãos “podem se opor ao pseudo-extremismo islâmico só se baseando em valores religiosos tradicionais.”
“O secularismo jamais conseguirá lidar com o desafio do fanatismo e extremismo religioso que estão chegando à Europa hoje,” ele disse. “O secularismo sempre perderá para o extremismo religioso ou pseudo-religioso. Ainda que o secularismo rechaçasse com êxito o radicalismo religioso e público com a ajuda de poder e dinheiro por algum tempo, não durará muito, só por 20 ou 30 anos.”
Mas na recente Conferência de Segurança de Munique, o senador Lindsey Graham, R-S.C., disse: “2017 vai ser o ano de o Congresso dos EUA dar um chute na b***a da Rússia.”
Ele citou alegações de que a Rússia hackeou os sistemas de computadores do Partido Democrático e assim corrompeu a eleição presidencial de 2016.
Ele disse que Trump “deveria estar trabalhando conosco para punir a Rússia.”
Graham e seu colega senador John McCain, outro que participou da Conferência de Munique, estão liderando uma campanha ampla para desafiar e possivelmente descarrilhar a meta que Trump muitas vezes expressou de melhorar as relações com a Rússia.
McCain, presidente da Comissão de Serviços Armados do Senado, expressou esperança em janeiro de que o novo presidente dos EUA desistiria da ideia de revogar as sanções contra a Rússia impostas por Barack Obama.
“Se ele não desistir, trabalharei com meus colegas para codificar sanções contra a Rússia na leis dos EUA,” McCain disse.
Graham reforçou tudo o que McCain em Munique, anunciando que ele planejava introduzir uma moção conjunta do Partido Republicano e do Partido Democrático pedindo mais sanções contra a Rússia que obteriam “mais de 75 votos.” Ele também explorou a possibilidade de invocar o Artigo 5 do Tratado da OTAN de que “um ataque a um membro é um ataque a todos os membros.”
A retórica colérica de Graham ocorreu logo depois que Michael Flynn, assessor de segurança nacional, entregou seu cargo em meio a alegações de que ele e outros membros da equipe de Trump tiveram contatos impróprios com diplomatas e autoridades de governo e inteligência da Rússia, algo que tanto Flynn quanto a Casa Branca negam.
Mas os russos, na voz do ministro das relações exteriores Sergei Lavrov, têm desafiado os que fazem tais afirmações a dar alguns fatos com relação às afirmações de hackeação.
“Não vi nenhum fato. Só houve algumas acusações de que tentamos hackear algum site do Partido Democrático,” ele disse.
O Congresso dos EUA está debatendo a questão e o FBI está investigando.
Mas a Política Externa de Trump declara: “Derrotar o ISIS e outros grupos terroristas islâmicos radicais será nossa prioridade mais elevada,” que está em concordância com um dos pontos da recente declaração de política externa oficial da Rússia, datada de apenas algumas semanas atrás.
Essa política declara: “A ameaça terrorista mundial alcançou um novo ponto elevado com o surgimento da organização terrorista internacional Estado Islâmico e grupos semelhantes que decaíram num nível sem precedente de crueldade em sua violência. Eles aspiram criar seu próprio estado e buscam consolidar sua influência num território que se estende desde as praias do Oceano Atlântico até o Paquistão. O esforço principal em combater o terrorismo deveria ser visar criar uma ampla coalizão antiterrorista internacional com uma base legal sólida, baseada em cooperação coerente entre Estados sem nenhuma consideração política ou padrões duplos, acima de tudo para impedir o terrorismo e o extremismo e combater a propagação de ideias radicais.”
Trump e o presidente Vladmir Putin conversaram em 28 de janeiro, e a Casa Branca disse que ambos “têm esperança de que depois da ligação telefônica de hoje os dois lados possam agir rapidamente para lidar com o terrorismo e outras questões importantes de preocupação mútua.”
O governo russo disse: “Os dois líderes frisaram que a união de forças na luta contra a ameaça principal — o terrorismo internacional — é prioridade máxima. Os presidentes falaram claramente sobre estabelecer uma coordenação real de ações entre a Rússia e os EUA com o objetivo de derrotar o Estado Islâmico e outros grupos terroristas na Síria.”
O conflito então parece ser entre os dois presidentes, cujo foco é o terrorismo, e a elite esquerdista nos EUA e Europa, assim como as entidades de mídia como o New York Times, CNN e outros, que ao que tudo indica querem aprofundar o distanciamento entre EUA e Rússia.
Alguns acham que a tensão são restos da Guerra Fria.
Autoridades russas muitas vezes expressam consternação com tal sentimento, que Sergei Lavrov reiterou na Conferência de Munique, opinando que a aliança da OTAN dirigida pelos EUA “permaneceu uma instituição da Guerra Fria” com o objetivo de restringir a Rússia, uma continuação da política antissoviética de contenção concebida pelo diplomata americano George Kennan no agora famoso “Longo Telegrama” de 1946, a essência do qual foi posteriormente publicada na revista “Foreign Affairs” (Assuntos Estrangeiros) em 1947, e se tornou uma coluna da política dos EUA sobre assuntos soviéticos nos anos que se seguiram.
Entretanto, foi o próprio Kennan que expressou grave preocupação exatamente 50 anos depois de que uma expansão maior da aliança da OTAN para o leste, estimulada pelo governo [do presidente esquerdista americano Bill] Clinton, seria, como o título de seu artigo no New York Times descreveu, “um erro fatal,” isto é, “o erro mais fatal da política americana na inteira era pós-Guerra Fria.”
Como explicou Kennan: “Tal decisão poderá inflamar as tendências nacionalistas, militaristas e anti-Ocidente nos sentimentos dos russos; poderá ter um efeito adverso no desenvolvimento da democracia russa; poderá restaurar a atmosfera da Guerra Fria nas relações entre Leste-Oeste, e poderá impulsionar a política externa russa em direções que decididamente os EUA não vão gostar.”
Além disso, Kennan perguntou: “Por que, com todas as possibilidades produzidas com o fim da Guerra Fria, as relações Leste-Oeste deveriam se tornar centradas na questão de quem seria aliado de quem e, por consequência, contra quem em algum conflito militar futuro imaginário e totalmente imprevisível e muitíssimo improvável?”
No entanto, a OTAN realmente se expandiu, em 1999, 2004 e 2009, acrescentando mais 12 países à aliança (com o minúsculo Montenegro sendo o mais recente a ser convidado, pendente até que haja ratificação de vários outros países membros da OTAN, inclusive os EUA). Além disso, em apoio dos esforços da maioria dos albaneses muçulmanos na província sulina de Kosovo que querem se separar da Sérvia, a OTAN unilateralmente bombardeou a Iugoslávia, tradicional aliado da Rússia, na primavera de 1999, o que foi visto pelos círculos elevados da Rússia como sinal de coisas que ocorrerão.
Putin disse na Assembleia Federal Russa em 2014: “Apesar de nossa abertura sem precedentes então e nossa disposição de cooperar em tudo, até mesmo nas questões mais sensíveis, apesar do fato de que consideramos… nossos ex-inimigos como amigos íntimos e até aliados, o apoio que os EUA deram para o separatismo na Rússia, inclusive informações, apoio político e financeiro e apoio fornecido por serviços especiais — foi absolutamente óbvio e não deixou nenhuma dúvida de que eles com alegria deixariam acontecer na Rússia o mesmo cenário de desintegração e desmembramento. Com todas as consequências trágicas para o povo da Rússia.”
Então houve a questão da Ucrânia, que é a fonte mais recente da tensão entre Ocidente e Rússia, com ambos os lados apontando para ela como “prova de agressão” por parte do outro, com líderes ocidentais afirmando que a Rússia “anexou ilegalmente a Crimeia” e está apoiando separatistas pró-Rússia no leste da Ucrânia, e a Rússia acusando as potências ocidentais de terem planejado um golpe em Kiev e instalando extremistas anti-Rússia no governo, e afirmando que a Crimeia foi ilegitimamente unida à Ucrânia por Nikita Khrushchev durante a era soviética.
E, no contexto da crise ucraniana, a OTAN está mobilizando milhares de tropas adicionais para a fronteira da Rússia, como resposta a uma ameaça percebida de agressão russa, ainda que o diretor do Comitê Militar da OTAN, o general Petr Pavel, tenha confessado na Conferência de Munique que ele crê que “a Rússia não tem uma intenção séria de atacar a OTAN.”
E a Rússia continuou buscando iniciativas que beneficiariam conjuntamente os dois lados na Guerra Fria, inclusive uma proposta política para um “Tratado de Segurança Europeu” lançado pelo então presidente Dmitry Medvedev em novembro de 2009.
Embora a proposta tenha sido recebida com ceticismo e rejeição total no Ocidente, líderes russos não a tiraram de cogitação. Por exemplo, na recente Conferência de Munique, o ministro de relações exteriores da Rússia Lavrov repetiu o pedido de um “espaço comum de relações de boa vizinhança desde Vancouver [no Canadá] até Vladivostok [na Rússia].”
Na raiz dessas opiniões baseadas em valores e civilização está um processo que tem passado quase que despercebido pelo Ocidente que está se secularizando rapidamente, o do retorno rápido da Rússia ao Cristianismo. O presidente russo autorizou mais de 2 bilhões de rublos (100 milhões de dólares) de dinheiro de impostos para reconstruir igrejas que foram destruídas sob o antigo regime soviético. Além do mais, nos 25 anos passados, desde a queda do comunismo, a Igreja Cristã Ortodoxa Russa construiu ou restaurou das ruínas mais de 25 mil igrejas.
“Isso significa que mil igrejas por ano estão sendo abertas, isto é, três igrejas por dia,” de acordo com o metropolita Hilarion Alfeyev, diretor do Departamento de Relações Eclesiásticas Externas.
Não diferente de Donald Trump, Putin regularmente professa sua religiosidade, até mesmo num artigo do New York Times de 2013, escrito no aniversário do ataque terrorista islâmico aos EUA em 11 de setembro de 2001, e pedindo uma abordagem cautelosa ao problema na Síria. No artigo, ele concluiu assim: “Somos todos diferentes, mas quando pedimos as bênçãos do Senhor, não devemos nos esquecer de que Deus nos criou iguais.”
E vários dias depois, num discurso no clube conservador Valdai amplamente divulgado na imprensa, Putin pediu que os russos “fortaleçam uma nova identidade nacional baseada em valores conservadores e tradicionais como a Igreja Ortodoxa, alertando que o Ocidente estava enfrentando uma crise moral,” criticando os países ocidentais por “colocarem no mesmo nível famílias de vários filhos e parcerias homossexuais, crença em Deus e crença e Satanás,” bem como os “excessos de ideias politicamente corretas.”
Até mesmo o Rev. Franklin Graham, filho de Billy Graham, comentou: “O que a Rússia está fazendo poderá salvar as vidas de cristãos no Oriente Médio.”
Com relação à Síria, ele explicou: “Entenda que o governo sírio, para o bem ou para o mal durante a história desse país, tem protegido os cristãos, tem protegido as minorias contra os islamistas.”
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Protecting Christians, fighting terror? Russia’s on it
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25 de fevereiro de 2017

Ex-candidato presidencial Levy Fidelix é condenado a pagar R$ 25 mil por comentários “homofóbicos”


Ex-candidato presidencial Levy Fidelix é condenado a pagar R$ 25 mil por comentários “homofóbicos”

Julio Severo
A Secretaria de Justiça de São Paulo manteve, em 21 de fevereiro, a decisão de multar o ex-candidato presidencial Levy Fidelix (PRTB) em R$ 25 mil. A multa foi originalmente imposta pela Comissão Especial de Discriminação Homofóbica por comentários que Fidelix fez num debate presidencial transmitido pela TV em 2014.
Levy Fidelix
Na ocasião, ele disse:
“Aparelho excretor não reproduz (...) Como é que pode um pai de família, um avô ficar aqui escorado porque tem medo de perder voto? Prefiro não ter esses votos, mas ser um pai, um avô que tem vergonha na cara, que instrua seu filho, que instrua seu neto. Vamos acabar com essa historinha. Eu vi agora o santo padre, o papa, expurgar, fez muito bem, do Vaticano, um pedófilo. Está certo! Nós tratamos a vida toda com a religiosidade para que nossos filhos possam encontrar realmente um bom caminho familiar.”
A condenação contra Fidelix é definitiva. O processo legal contra ele vinha se arrastando desde 2014. Apesar de que Fidelix, que é um católico devoto, usou todo recurso legal para se defender, ele perdeu seu caso. De acordo com a Secretaria da Justiça, a Comissão Especial de Discriminação Homofóbica entendeu que “Fidelix ultrapassou os limites da liberdade de expressão, passando a incitar um discurso de ódio contra a população LGBT, incentivando a agressão, a violência e a segregação em relação a esse grupo social, além de propagar o falso sentimento de legitimação política de condutas discriminatórias.”
Entretanto, essa não é a única agressão legal contra Fidelix. Arrastando-se desde 2014 está também uma condenação do Tribunal de Justiça de São Paulo para forçá-lo a pagar uma multa de R$ 1 milhão numa ação civil pública movida pelo movimento LGBT.
Ele terá de pagar R$ 25 mil por sua recente derrota legal e, se acabar perdendo o segundo caso legal, ele terá de pagar mais R$ 1 milhão.
Na época do debate em 2014, todos os três outros candidatos condenaram Fidelix.
Dilma Rousseff, candidata do Partido dos Trabalhadores que venceu a eleição presidencial, mas acabou sofrendo impeachment, disse sobre a opinião dele: “Eu já disse que sou contra a homofobia e acho que o Brasil atingiu um patamar de civilidade que não podemos conviver com processos de descriminalização que levem à violência. Eu acho que a homofobia tem de ser criminalizada.” Dilma era uma esquerdista com ligações com a Venezuela e Cuba.
Marina Silva, candidata do Partido Socialista Brasileiro, considerou “homofóbicas e inaceitáveis em quaisquer circunstâncias” as declarações de Levy Fidelix. No programa de TV, ela havia se comprometido a mobilizar seu partido, a Rede Sustentabilidade, a processar Fidelix por “homofobia.” Estranhamente, Marina acabou sendo representada, por uma propaganda de origem desconhecida, como evangélica e até pentecostal “conservadora” na mídia americana, que estava silenciosa sobre Fidelix e suas posturas muito mais conservadoras.
Aécio Neves, candidato do PSDB, lamentou as declarações de Fidelix, dizendo: “Nosso repúdio absoluto àquelas declarações. E como já disse mais de uma vez, na minha avaliação, todo tipo de discriminação é crime. Homofobia também.”
Três anos depois do debate, e com a queda do governo de Dilma no ano passado e a derrota consequente de partidos esquerdistas, havia a esperança de que Fidelix não seria punido por suas opiniões católicas sobre a homossexualidade, principalmente com o crescimento extraordinário de movimentos evangélicos conservadores que estão empurrando a política brasileira para a Direita.
Contudo, o sistema legal do Brasil parece ter absorvido anos e anos de socialismo cultural pró-homossexualismo. As forças legais e sociais a serviço da agenda gay querem agora transformar Fidelix num exemplo “criminal” para desestimular todos os conservadores brasileiros de expressar suas opiniões sobre a homossexualidade.
Com informações de O Globo.
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24 de fevereiro de 2017

Carnaval no Rio, uma cidade governada por um prefeito neopentecostal


Carnaval no Rio, uma cidade governada por um prefeito neopentecostal

Julio Severo
Enquanto estava fazendo sua campanha no ano passado para se tornar prefeito, Marcelo Crivella, um bispo neopentecostal licenciado, insistiu em que sua religião não atrapalharia no modo de governar o Rio de Janeiro, a cidade mais famosa do Brasil.
Marcelo Crivella
O ex-cantor gospel e missionário, um membro muito conhecido da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), capturou 59 por cento dos votos e assumiu o cargo em 1 de janeiro. Mas menos de dois meses em seu cargo que vai durar quatro anos, as promessas de Crivella estão para ser testadas pelo Carnaval, a farra anual que dura quase uma semana no Rio. Essa farra é marcada por bebedeira descontrolada, uso de drogas, sexo desordenado, crimes e danças 24h.
Considerando a atual crise econômica do Rio, não faz nenhuma diferença se Crivella é neopentecostal, católico ou ateu. É irracional e imoral investir no Carnaval quando o Rio não tem condições de pagar os salários de seus funcionários públicos.
Tradicionalmente, os evangélicos brasileiros, especialmente os pentecostais, não tomam parte no Carnaval. Contudo, a IURD tem sido uma exceção em muitas questões, principalmente aborto, onde seu fundador, Edir Macedo, fez várias declarações pró-aborto. Crivella manteve uma secretaria homossexualista em seu governo encabeçada por Nélio Georgini, um homossexual presbiteriano nomeado por ele.
Quando estava concorrendo no ano passado, Crivella prometeu que não tentaria alterar grandes eventos da cidade, tais como o Carnaval ou a parada gay anual. Isso é um contraste forte com o Dr. Geremias Fontes, que foi governador do Rio (1967-1971). O governo de Geremias removeu toda verba de impostos do Carnaval, ainda que não barrasse grupos particulares de financiá-lo.
Geremias era um presbiteriano que mais tarde foi batizado no Espírito Santo e se tornou eventualmente pastor de uma comunidade renovada independente (Comunidade S8) com um ministério especial para ajudar jovens envolvidos em vício de drogas, um dos muitos problemas que empesteiam o Rio.
Rapazes e moças, com estilo de vida de Carnaval (bebedeira descontrolada, uso de drogas, sexo desordenado), vinham à sua comunidade e eram libertos, curados, salvos e transformados por Jesus Cristo.
Ainda que o Brasil seja a maior nação católica do mundo, os evangélicos, especialmente os pentecostais e neopentecostais, gozam de um crescimento extraordinário de suas igrejas e um papel crescente na vida política.
Vinte dois por cento dos brasileiros atualmente se identificam como evangélicos. Em 1970, só 5 por cento tinham tal identificação.
A Frente Parlamentar Evangélica, representando um quinto do Congresso Nacional, emergiu como uma força conservadora política que foi influente na remoção da presidente socialista Dilma Rousseff no ano passado e promove leis pró-vida e pró-família.
Crivella apoia Israel totalmente. Sua primeira viagem, depois de sua eleição, foi para Israel para agradecer a Deus. Ainda que ele não seja tão conservador quanto Geremias Fontes ou outros neopentecostais, em comparação com Jean Wyllys, o deputado homossexualista pró-aborto que representa o Rio, ele é muito conservador.
Com informações do Associated Press.
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23 de fevereiro de 2017

Milo e a “Síndrome de Estocolmo” de Sodoma


Milo e a “Síndrome de Estocolmo” de Sodoma

Scott Lively
Em meados da década de 1970, os Estados Unidos ficaram conhecendo a “Síndrome de Estocolmo” quando Patty Hearst, herdeira e estudante de 19 anos da Universidade de Berkeley, foi transformada de vítima para terrorista doméstica ao se identificar com seus sequestradores. A Síndrome de Estocolmo é uma escravidão mental induzida por trauma ao indivíduo ou grupo que causou o trauma, e Patty desde então simboliza essa síndrome. Com a identidade sequestrada, ela se uniu aos sequestradores do Exército Simbionês de Libertação e acabou indo para a prisão por crimes que ela cometeu voluntariamente nessa identidade falsa.
Scott Lively
No espetáculo que se revelou do escândalo de pederastia de Milo Yiannopoulos, os EUA estão passando a conhecer uma forma muito mais potente e comum desse fenômeno: a Síndrome de Sodoma. Como milhões de meninos durante os séculos, o Milo de 14 anos foi recrutado na homossexualidade por um predador homossexual adulto. Ele então justificou seu molestador, “Padre Michael,” em sua própria mente e recentemente em comentários imprudentes, mas francos, nos meios de comunicação. Muito tipicamente de homens homossexuais adultos que tiveram experiências semelhantes de recrutamento, Milo retratou o Padre Michael como uma espécie de mentor que o levou ao amadurecimento, e a si mesmo como um adolescente novo numa parceria consensual, plenamente competente para fazer suas próprias decisões. (Historicamente, a maioria dos líderes do sexo masculino do movimento gay tem esse perfil.)
Em resposta ao escândalo, Milo se remodelou como uma vítima indefesa. Embora isso pareça cínico, ele realmente é vítima numa extensão muito maior do que a maioria das pessoas, inclusive ele mesmo, percebe. Acredito que a experiência que Milo teve aos 14 anos foi a Síndrome de Sodoma, e como Patty Hearst no Exército Simbionês de Libertação, a identidade dele foi absorvida na cultura LGBT através do trauma psico/sexual, reforçado ao associar o clímax sexual com a orientação de seu predador. É tudo química cerebral e mecanismo subconsciente de superação, não livre escolha — pelo menos não no início.
Como Milo tive um relacionamento ruim com meu pai, e me aventurei no mundo bem novo. Desde os 12 anos eu era alcoólatra e viciado em drogas e maconha. Desde os 14 anos, eu vivia uma vida sem rumo, apenas pegando carona. Essa vida durou mais de uma década e me levou de ponta a ponta dos EUA. Eu era o alvo perfeito para o recrutamento de predadores e fui aliciado por recrutadores gays inúmeras vezes. Para ser justo, só raramente esses homens tentaram o uso de força e felizmente nenhuma deles teve êxito. Para ser claro, nunca tive experiência homossexual e não sucumbi ao recrutamento gay, embora eu não creia que alguém seja imune à Síndrome de Sodoma.
Quando eu tinha 14 ou 15 anos, passei uma tarde fumando maconha com um cara gay que estava na faixa dos 20 anos que explicou que jovens durante a puberdade têm uma identidade sexual muito fluída e como tinha sido fácil para ele transformar adolescentes novos em parceiros sexuais. Eu era bem tolerante naquele tempo, e não pensei duas vezes sobre isso, nem tive conversas semelhantes com outros homossexuais (embora alguns tivessem essa mesma franqueza). Um estudo posterior, que confirmou isso, revelou que 25% dos adolescentes novos sofrem confusão homossexual, mas a maioria deles sai dessa confusão de forma natural no final da adolescência.
Depois que entreguei minha vida a Cristo, fui liberto dos meus vícios e comecei minha própria família, vi o mundo de uma forma totalmente diferente. Um rapaz de 19 anos, que havia se assumido publicamente como gay depois de ser molestado sete ou oito anos antes, abusou sexualmente de um menino de 4 anos. Eu era próximo de ambas as famílias e observei o menino mudar de meigo e simpático para hiperativo e revoltado. Ele nunca se tornou homossexual até onde sei, mas também nunca se recuperou e agora, com seus 40 anos, vive uma vida triste de vícios e crimes.
Posteriormente, quando minha compaixão pelos homossexuais aumentou, acolhemos um rapaz que se arrependeu da homossexualidade. Ele estava morrendo de AIDS. Sonny viveu conosco no último ano de sua vida e eu estava com ele quando ele morreu. Ele atribuiu sua homossexualidade ao estupro que ele sofreu, de um amigo de seu pai, num dormitório da Associação Cristã de Moços. A forma de Síndrome de Sodoma de Sonny o levou a buscar sexo gay em ambientes com o forte cheiro de urina. Ele nunca escolheu ser desse jeito e expressava profunda vergonha disso, mas até mesmo em seus últimos dias em Cristo, o padrão imprimido no cérebro dele pelo trauma na juventude permaneceu a identidade de sua carne enquanto sua mente e espírito estavam livres só por meio da abstinência sexual.
Nos primeiros dias do meu ministério, tive o prazer de fazer amizade com Anthony Falzerano, um dos líderes do movimento de ex-gays. Ele disse que o denominador mais comum em meninos que são recrutados é um tipo de “fome de um pai” devido a relacionamentos familiares problemáticos, e que os predadores que estão à espreita reconhecem isso facilmente porque eles mesmos sofreram isso. Ele e outros líderes ex-gays me mostraram pelo seu exemplo que a cura para a anormalidade homossexual é a restauração da normalidade masculina por meio de relacionamentos saudáveis de longa duração com mentores paternos.
Meu amigo ex-gay Richard de Portland, Oregon, buscou minha ajuda desse jeito depois que o predador que o transformou em empregado doméstico aos 12 anos (seu professor de piano) lhe deu um chute e o substituiu quando ele ficou “velho” demais. Minha ajuda paterna abençoou Richard em tempos difíceis e me deu a experiência pessoal de mentorar ex-gays. Ele nunca voltou à homossexualidade e está indo bem hoje.
Frequentemente sou acusado pelos esquerdistas pró-LGBT de ser um homossexual reprimido porque o trabalho da minha vida tem sido fazer oposição à agenda deles. Isso não é verdade no meu caso, mas não me sinto insultado com essa sugestão porque não desprezo homossexuais como eles presumem. Faço esse trabalho porque sou um cristão salvo pela graça, treinado e incumbido para esse trabalho por meu Salvador. Faço isso porque reconheço que o pecado de Sodoma é a força mais destrutiva na civilização humana, totalmente diferente na forma como é condenado na Bíblia. Faço isso porque não quero ver mais jovens perderem sua identidade heterossexual inata para a Síndrome de Sodoma. Não se engane — o problema está crescendo como um câncer descontrolado porque o deixamos ser normalizado na sociedade.
Apesar de minhas críticas anteriores, meu coração sofre por Milo Yiannopoulos, pois vejo o que eu mesmo poderia ter me tornado sob circunstâncias diferentes e é difícil observar alguém cair e se queimar de forma tão impressionante. O que Milo realmente precisa é de seu Pai no Céu, é claro, mas ele também precisa de um pai para conduzi-lo para fora da escuridão da perversão e levá-lo à luz da normalidade. Oro para que essa crise abra a vida e o coração dele para ambos. Pessoalmente, estou disposto a ajudá-lo nisso, se ele não tiver ninguém mais. Oro também para que o sofrimento de Milo não seja em vão, mas abra realmente os olhos dos Estados Unidos para a Síndrome de Sodoma e seu próprio pecado em fingir — como um jeito de evitar confrontar verdades difíceis e oposição cruéis — que eles “nasceram assim” e não podem ser curados.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Milo and the “Stockholm Syndrome” of Sodom
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21 de fevereiro de 2017

Defesa da pedofilia derruba proeminente gay “conservador”


Defesa da pedofilia derruba proeminente gay “conservador”

Julio Severo
O “conservador” nacionalista gay Milo Yiannopoulos havia sido convidado como principal palestrante da Conferência de Ação Política Conservadora (CAPC), o evento conservador mais importante dos Estados Unidos, mas foi rapidamente desconvidado depois que vídeos vieram à tona dele defendendo sexo entre homens e meninos.
Os vídeos foram postados no Twitter por um grupo chamado Reagan Battalion (Batalhão de Reagan), que “se anuncia como fonte de notícias conservadoras,” noticiou o USA Today.
“Estamos falando sobre relações entre meninos de 13 anos e jovens de 25 e entre meninos de 13 anos e jovens de 28 anos. Essas coisas realmente acontecem de forma perfeita e com consentimento,” Yiannopoulos disse num dos vídeos.
O primeiro vídeo, que o Batalhão de Reagan divulgou no final de semana, é de uma entrevista de 2016 num podcast chamado “The Drunken Peasants.” Nele Yiannopoulos denunciou a “ideia arbitrária e opressiva de consentimento” e disse: “As pessoas desordenadas e complexas, e realmente no mundo homossexual em particular, alguns desses relacionamentos entre meninos mais novos e homens mais velhos, esses relacionamentos de maturidade, os relacionamentos em que os homens mais velhos ajudaram os meninos mais novos a descobrirem quem são e lhes dão segurança e proteção e lhe fornecem amor e uma base confiável, onde eles não podem falar com seus pais.”
Ele também disse que tais relacionamentos não constituem pedofilia. “A pedofilia não é uma atração a alguém que tem 13 anos que é sexualmente maduro,” ele disse. “A pedofilia é uma atração a crianças que não alcançaram a puberdade.”
Depois de discutir seu relacionamento sexual com o “Padre Michael,” o qual ele alegadamente teve como adolescente com 14 anos, o entrevistador, Joe Rogan, disse: “Parece abuso sexual para mim… Para mim, parece abuso sexual de padre católico.”
No entanto, Yiannopoulos não condenou a experiência. Ele disse: “Não foi abuso sexual.”
“Isso é realmente abuso sexual,” Rogan disparou.
Ainda que Yiannopoulos tenha claramente sido vítima de abuso sexual nas garras de um padre católico, ele respondeu: “Sou grato ao Padre Michael. Se não fosse por ele, eu não daria quase uma pessoa tão generosa.”
“Spotlight” parece se encaixar no caso de Yiannopoulos, mas ele não parece ter odiado seu abuso.
Yiannopoulos, que é um editor do site conservador Breitbart, se tornou herói em alguns círculos direitistas nacionalistas devido à sua retórica furiosa e desdém pelo politicamente correto, principalmente em universidades. No início deste mês sua palestra na Universidade da Califórnia em Berkeley foi cancelada depois que protestos contra sua visita se tornaram violentos. Até Trump se envolveu ameaçando retirar as verbas da universidade.
Muitos conservadores haviam criticado a CAPC por escolher Yiannopoulos como palestrante principal porque eles não o veem como conservador tradicional. Em vez disso, Yiannopoulos é visto como o líder do movimento alt-Right, um movimento que se orgulha do nacionalismo, que muitos acusam de racismo e antissemitismo.
Entretanto, os vídeos pró-pedofilia destruíram abruptamente sua oportunidade de palestrante principal.
“Devido à revelação de um vídeo ofensivo nas últimas 24 horas desculpando a pedofilia, a União Conservadora Americana decidiu cancelar o convite para Milo Yiannopoulos dar palestra na Conferência de Ação Política Conservadora,” Matt Schlapp, presidente da UCA, disse numa declaração na segunda-feira.
O Dr. Michael Brown disse:
“Primeiro, foi um erro a CAPC convidar Milo como palestrante principal, apesar de seu brilhantismo retórico e sua capacidade de desmantelar e expor os extremos ridículos do politicamente correto de hoje. Uma coisa é Milo dar palestra em universidades e outros ambientes, onde ele pode ser ele mesmo, inclusive usando sua grande variedade de palavrões, vulgaridades e estardalhaço gay. Mas outra coisa é a CAPC celebrar um homossexual assumido e orgulhoso como um de seus campeões (afinal, isso faz parte de ser um palestrante principal numa conferência desse tipo; você é convidado por causa de sua liderança e voz)… embora a CAPC seja uma organização política e não religiosa, se não conseguir manter uma posição firme contra o ativismo gay, deixará de ser verdadeiramente conservadora.”
Brown também disse:
“Milo atraiu a atenção para o fato de que muitos homens gays mais velhos estão envolvidos com homens gays mais jovens (comumente chamados de ‘meninos,’ de acordo com Milo), uma prática defendida em 2013 pelo influente jornalista gay Michelangelo Signorile, que comentou que ‘Historicamente, os homens gays se envolvem em encontros sexuais entre gerações, romances breves e relacionamentos de longa duração — entre adultos que consentem — provavelmente muito mais do que pessoas heterossexuais têm se envolvido.”
“Não é segredo que os ativistas gays estão muitas vezes na vanguarda da promoção da redução da idade de consentimento. Não é também segredo que a literatura gay durante séculos tem celebrado o ‘amor’ de homens adultos e meninos, e nesses casos, não há dúvida de que eles eram menores em vez de jovens.”
A tentativa de associar a homossexualidade com o conservadorismo produzirá um divórcio automático do aliado mais importante do conservadorismo: os valores cristãos.
O conservadorismo pode sobreviver sem o homossexualismo, mas não pode sobreviver sem valores cristãos.
No início deste mês, o Rev. Scott Lively alertou profeticamente acerca de “conservadores que estão sendo seduzidos a abraçar o porco faminto por atenção Milo Yiannopoulos como herói do conservadorismo: fujam!”
Ele também alertou que a união do nacionalismo e homossexualismo tem um precedente tenebroso: o nazismo.
A nova união do nacionalismo e homossexualidade não destruirá o movimento homossexualista. Trará o movimento homossexualista para dentro do movimento conservador, dando aos militantes gays o privilégio supremo de avançar sua ideologia por meio da Esquerda e da Direita ao mesmo tempo. Destruirá a união tradicional entre o movimento conservador e cristãos que creem na Bíblia nos Estados Unidos.
A Bíblia jamais condena o movimento homossexualista. Ela ataca somente a conduta homossexual, pois daí flui todos os males, inclusive o movimento homossexualista.
Se o movimento conservador rejeitar a Bíblia, não poderá ficar surpreso quando um líder gay “conservador” for pego desculpando o sexo entre homens e meninos.
O que é interessante é que quando o artigo de Lively sobre Yiannopoulos foi disponibilizado no Brasil, alguns nacionalistas católicos o atacaram porque, na visão deles, não existe problema um líder conservador ser um gay assumido. Contudo, um padre católico pedófilo de certo modo “produziu” o gay “conservador” Yiannopoulos.
E o Breitbart e a CAPC trabalharam para apresentá-lo, aos EUA e ao mundo, como um modelo de conservadorismo. A CAPC é politicamente tão importante que até o presidente Trump está agendado para dar uma palestra em seu evento.
O Breitbart, a CAPC e outros grupos conservadores precisam mais de Cristianismo com base na Bíblia e nenhuma homossexualidade “conservadora.” Não existe nenhuma necessidade de colocar homossexuais, que desafiam a Deus por meio de seus estilos de vida imorais, em papéis de liderança conservadora, mas existe necessidade de dar proeminência para a Bíblia e seus valores no movimento conservador.
Sem a Bíblia, o movimento conservador tem apenas cargos e proeminência inúteis para oferecer para Yiannopoulos e outros homossexuais, cujos vícios e problemas acabam destruindo o conservadorismo.
Com a Bíblia, o movimento conservador pode oferecer Jesus para Yiannopoulos e outros homossexuais.
O conservadorismo sem Jesus é inútil e não salva, não liberta e não cura os homossexuais e outras pessoas arruinadas.
Com informações do The Blaze, USAToday, The Washington Times, The Daily Beast e The Advocate.
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