31 de janeiro de 2017

George Soros e Olavo de Carvalho, na visão de seus ex-alunos


George Soros e Olavo de Carvalho, na visão de seus ex-alunos

Julio Severo
Alguns dos ex-alunos do filósofo esotérico Olavo de Carvalho descobriram uma suposta conexão romena que o liga a entidades e indivíduos ligados ao bilionário esquerdista George Soros.
Primeira denúncia dos ex-olavetes: “Olavo e Soros em uma cama romena.”
Segunda denúncia dos ex-olavetes: “Olavo, Soros e a Conexão Romena.”
Terceira denúncia dos ex-olavetes: “Desenhando a conexão entre Olavo e Soros.”
O que faz sentido, na minha opinião, é que antes do impeachment da presidente socialista Dilma Rousseff, Carvalho louvou a revolução ucraniana como exemplo do que o próprio Brasil deveria fazer. O louvor foi feito diante do Pr. Marco Feliciano, que não questionou ou não teve condições de questionar nem o louvor nem as ideias de Carvalho.
A revolução ucraniana foi mais que uma revolução do povo. Foi a revolução de Soros, e seu troféu especial. Foi sua coroa revolucionária. Foi milionariamente financiada por Soros.
Por que Carvalho, que alega ser contra Soros, louvaria a maior revolução de Soros? Não faz sentido, no mundo lógico, mas parece fazer sentido no mundo esotérico, que vive de fachadas, disfarces e contradições estranhas.
O grupo de ex-alunos de Carvalho tem um blog que alega ter evidências de ligações de Soros com Carvalho. Não que Soros conheça Carvalho pessoalmente. Soros só conhece os homens mais importantes, sem fazer contato direto com grupos e indivíduos menores que ajudam suas revoluções.
Deve-se confiar nos ex-alunos de Carvalho ou no próprio Carvalho? O que faz um seguidor dele se tornar ex-aluno? A diferença básica entre alunos e ex-alunos de Carvalho é que os alunos se submetem bovinamente, como é típico em seitas esotéricas, a todos os ensinamentos e opiniões do “mestre.” A partir do momento em que o aluno começa a questionar, ele vira ex-olavete.
Os ex-olavetes, portanto, são questionadores que pararam sua conduta de submissão bovina. No caso dos ex-olavetes que estão expondo supostas conexões entre Soros e Carvalho, o questionamento e discordância que levaram à separação entre mestre e alunos (termo suave, pois o relacionamento entre Carvalho e seus alunos é de mestre e adeptos) não foi a Inquisição, por exemplo.
Negar a Inquisição, que é como negar o Holocausto dos judeus ou o holocausto do aborto, seria motivo mais que justo para alunos abandonarem um suposto mestre. Embora eu não fosse aluno de Carvalho, minha separação dele ocorreu por causa da questão da Inquisição. Mas não foi esse o motivo da separação dos ex-olavetes que hoje estão denunciando supostas ligações entre Soros e Carvalho. Eles continuam católicos, como o próprio Carvalho alega ser. E continuam também defendendo a negação da Inquisição, como o próprio Carvalho faz frequentemente à custa de suas vítimas judias e protestantes.
Portanto, na questão da Inquisição não tenho como apoiar nem Carvalho nem os seus ex-alunos católicos. Tenho discordância com os dois.
Mas sobre as discordâncias deles entre si, vale a pena acompanhar o textos questionadores “Olavo e Soros em uma cama romena,” “Olavo, Soros e a Conexão Romena” e “Desenhando a conexão entre Olavo e Soros.”
Um olavete é um ser incapaz de pensar e raciocinar. Ele vive para louvar um mestre. Um ex-olavete é alguém expulso da seita esotérica porque conseguiu questionar e não conseguiu louvar o mestre em tudo.
Por que Carvalho, que diz ser contra o neocon Soros, louva a maior revolução desse bilionário esquerdista?
Ele é um esotérico, que disfarça muito bem suas intenções reais.
Embora garanta que não é neocon, suas atitudes garantem exatamente o contrário.
Entendendo o que é neoconservadorismo (neocon), dá para enxergar a própria raiz do louvor apaixonado de Carvalho à revolução do neocon Soros na Ucrânia.
Talvez um neocon original, como se vê nos EUA, só se envolva em política. Por isso, lhe falte contradições. Mas ao possivelmente primeiro neocon do Brasil não poderia faltar contradições, que são parte integrante do caráter esotérico.
Ele só não é o primeiro imigrante neocon esotérico nos EUA porque Trevor Loudon parece já lhe ter passado a perna.
E por falar em neocons esotéricos, Carvalho e Loudon se louvam mutuamente.
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30 de janeiro de 2017

Holocausto, aborto e sodomia


Holocausto, aborto e sodomia

Julio Severo
A Marcha pela Vida, um evento pró-vida imenso em Washington D.C., capital dos Estados Unidos, atraiu apoio de evangélicos e católicos que querem banir o crime do aborto nos EUA.
O aborto foi oficialmente legalizado nos Estados Unidos, o maior país protestante do mundo, em 1973, enquanto o governo republicano covarde de Richard Nixon estava redigindo o infame NSSM 200, o guia confidencial do governo americano para a CIA e outras agências promoverem ideias e serviços de controle populacional no mundo inteiro, inclusive por meio da ONU.
A Marcha pela Vida foi realizada em 27 de janeiro, na mesma data do Dia Internacional de Memória do Holocausto. O Rev. Franklin Graham, filho do famoso evangelista Billy Graham, disse:
“Hoje é o Dia Internacional de Memória do Holocausto, um dia que reservamos para recordar os 6 milhões de judeus inocentes assassinados por Hitler — mortos por gás, em experimentos, fuzilados e por meio de trabalhos forçados. Muitos comentam que dava para impedir Hitler antes que tantas vidas se perdessem. Mas há outro holocausto ocorrendo neste mundo hoje — é chamado aborto. Mais de 58 milhões de abortos foram realizados legalmente nos EUA desde a decisão Roe versus Wade em 1973.”
O vice-presidente Mike Pence também participou da Marcha pela Vida. Essa foi a primeira vez na história dos EUA em que um vice-presidente participou de tal evento em prol dos direitos humanos dos bebês americanos. Mas por que os presidentes conservadores não podem participar diretamente e mostrar seu apoio pela vida e pelos bebês?
Se eu fosse um presidente americano, eu participaria. E quando o aborto foi legalizado, Nixon deveria renunciar em protesto contra a vergonha nacional do aborto legal. Ele não fez isso pela vida, mas acabou sendo forçado a renunciar por causa de sua própria vergonha pessoal e política.
Graham disse:
“Em vez de olhar para o passado e desejar que tivéssemos feito algo, vamos trabalhar para acabar com o horror do aborto neste país agora antes que dezenas de milhares de mais vidas inocentes sejam egoistamente eliminadas.”
Em 1974, milhares de manifestantes pró-vida encheram as ruas de Washington D.C. para mostrar que estavam contra o aborto legal. Marchas pró-vida são realizadas em Washington D.C. há décadas. Mas, 44 anos mais tarde, o aborto permanece intacto e sem diminuir massacrando centenas e centenas de milhares de bebês americanos, ainda que o movimento pró-vida tenha estado lutando ano após ano, sob presidentes socialistas e conservadores.
Oração é necessária contra a cultura de contracepção e matança, pois enquanto a contracepção não for vista como cúmplice do aborto, a matança dos inocentes continuará.
Peter LaBarbera, fundador e presidente da entidade Americanos pela Verdade sobre a Homossexualidade, fez uma pergunta interessante enquanto estava marchando pela vida:
“Ei, gente, estou na Marcha pela Vida em Washington e estou tão animado com a intensidade do momento para fazer o aborto retroceder. Ao mesmo tempo, estou entristecido com o contraste entre o movimento pró-vida e o movimento para deter a agenda gay e a agenda transexual. É maravilhoso ver todos esses jovens cheios de energia para defender a vida. Minha pergunta é: como é que podemos capturar o mesmo espírito para salvar o casamento e fazer retroceder a normalização da homossexualidade e a confusão sexual nos EUA?”
Ele acrescentou:
“A parte triste é: até mesmo muitas pessoas boas desistiram de lutar contra a agenda gay, conforme fica evidente com as muitas pessoas com quem tenho conversado em semanas recentes — até mesmo alguns ativistas pró-vida — que dizem que a decisão Obergefell (decisão em que o Supremo Tribunal dos EUA impôs o ‘casamento’ de mesmo sexo) nunca será revogada. É a verdade de Deus, não nossa verdade, e jamais podemos desistir dela!!”
LaBarbera está certo, pois o Presidente Donald Trump parece não mostrar nenhuma disposição de revogar as leis homossexualistas de Obama, especialmente o infame “casamento” gay. E seu vice-presidente, que é um evangélico pró-vida, tem um histórico triste de fraqueza diante da agressiva pressão homossexual.
Se Trump e seu vice tiverem êxito na luta contra o aborto, mas falharem contra a agenda gay, a derrota será devastadora para a família e a sociedade. Foi necessário somente a sodomia, não o aborto, para uma sociedade inteira, Sodoma e Gomorra, serem destruídas. Não será necessário menos para os EUA serem destruídos, principalmente porque Obama colocou os EUA no papel de liderança da promoção mundial do ativismo homossexual.
Sodoma e Gomorra foram castigadas pelos pecados homossexuais que cometeram contra si mesmas. Os EUA serão castigados pelos pecados homossexuais que têm cometido contra si e contra outras nações.
“O que aconteceu com Sodoma e Gomorra e as cidades próximas é um exemplo para nós do castigo de fogo eterno. As pessoas dessas cidades sofreram o mesmo destino que o povo de Deus e os anjos sofreram, pois cometeram pecados sexuais e se engajaram em atividades homossexuais.” (Judas 1:7 GW)
O aborto é a o holocausto dos bebês em gestação.
A aceitação legal da sodomia é o holocausto da sobrevivência da família e da sociedade, no mesmo altar em que sacerdotes homossexuais do passado sacrificavam bebês a Baal e outros demônios.
Versão em inglês deste artigo: Holocaust, Abortion and Sodomy
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29 de janeiro de 2017

Grupos judaicos atacam Trump por causa de seu decreto interditando a imigração islâmica


Grupos judaicos atacam Trump por causa de seu decreto interditando a imigração islâmica

Julio Severo
Uma nova ordem de imigração do presidente Donald Trump atraiu a fúria de uma grande variedade de grupos judaicos, pois entrou em vigor na sexta-feira, 27 de janeiro, no aniversário em que as tropas soviéticas libertaram os judeus do campo de concentração nazista de Auschwitz.
A data é comemorada como o Dia Internacional de Memória do Holocausto.
“É uma ironia horrível que hoje, no mesmo dia em que essa ordem foi sancionada, é também o Dia Internacional de Memória do Holocausto,” disse numa declaração o grupo judaico esquerdista J Street.
“O fato de que a ordem do presidente Trump parece designada especificamente para limitar a entrada de muçulmanos faz lembrar as memórias horríveis entre judeus americanos do período vergonhoso que levou à 2ª Guerra Mundial, quando os Estados Unidos não deram refúgio para a vasta maioria dos judeus na Europa que estavam tentando escapar da perseguição nazista,” disse a declaração.
Uma comparação irracional, pois Trump não está interditando pessoas perseguidas. No governo de Obama, 99% dos sírios que tiveram permissão de entrar nos EUA eram muçulmanos no ano passado e 97% deles eram muçulmanos sunitas. Os muçulmanos sunitas são responsáveis pelo atentado terrorista contra os EUA em 11 de setembro de 2001. Eles são também responsáveis pelos atentados terroristas em Ft. Hood, San Bernardino, Orlando, Paris, Bruxelas e Nice, só para citar alguns exemplos, de acordo com William Murray.
Os cristãos sírios, que são as vítimas reais de perseguição, inclusive do ISIS criado pelos EUA e dos rebeldes treinados pelos EUA, eram só 1% dos imigrantes que tiveram permissão de entrar nos EUA.
Para uma comparação racional, não faria sentido nenhum os EUA permitindo a entrada de 99% de imigrantes nazistas em 1940, quando a maioria das pessoas perseguidas eram judias, e os nazistas eram os opressores. Os cristãos em nações de maioria islâmica são os novos judeus.
Por que os judeus hoje deveriam lutar pela imigração islâmica nos EUA quando os muçulmanos perseguem e atormentam judeus e cristãos?
As portas dos Estados Unidos têm estado escancaradas para os novos nazistas, os muçulmanos, enquanto os cristãos em nações islâmicas são tratados do jeito que os judeus eram tratados na era nazista.
Os verdadeiros judeus entendem a semelhança. Indivíduos esquerdistas, judeus ou não, não entendem.
Os cristãos estão sofrendo um Holocausto em várias nações islâmicas, com um tributo anual de 100 mil cristãos martirizados, e os judeus esquerdistas estão preocupados com seus opressores não obtendo vistos para os EUA?
Os EUA não têm obrigação de receber refugiados, cristãos ou não. Mas pelo fato de que os EUA foram muito responsáveis pela guerra na Síria, criando o ISIS e treinando os rebeldes islâmicos, que perseguiram e massacraram os cristãos, os EUA têm uma obrigação e responsabilidade de acolher refugiados cristãos.
A ordem executiva de Trump declara que os EUA “priorizarão pedidos de refugiados feitos por indivíduos na base de perseguição religiosa.” Isso se aplica quando “a religião do indivíduo é uma religião minoritária no país de nacionalidade do indivíduo.”
A interdição de Trump coloca uma pausa de 90 dias em vistos e imigração de sete países, inclusive o Iraque, Síria, Sudão, Irã, Líbia, Iêmen e Somália.
A ordem também coloca uma interdição de 120 dias em todas as entradas de refugiados nos EUA e declara que os refugiados da Síria não são bem-vindos até comunicado adicional.
O presidente Trump também tratou do assunto do Holocausto numa declaração reconhecendo o Dia de Memória do Holocausto.
“É impossível entender plenamente a perversidade e horror que o terror nazista infligiu em pessoas inocentes,” ele disse na sexta-feira.
“No nome dos que pereceram, me comprometo a fazer tudo em minha capacidade em toda a minha presidência, e minha vida, para garantir que as forças do mal nunca mais derrotem as forças do bem.”
Com informações do DailyMail.
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28 de janeiro de 2017

Trump: escolha para Suprema Corte agradará cristãos evangélicos


Trump: escolha para Suprema Corte agradará cristãos evangélicos

"Acho que os cristãos evangélicos vão adorar minha escolha e ele os representará de modo muito justo", afirmou Trump

Estadão Conteúdo
São Paulo – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira que está na reta final do processo de aprovação de um nome que indicará para a Suprema Corte dos Estados Unidos.
Em entrevista à Christian Broadcasting Network (CBN News), Trump disse que “acha que sabe” quem será o escolhido, mas não tem 100% de certeza.
“Estamos verificando o nome”, comentou. “Acho que os cristãos evangélicos vão adorar minha escolha e ele os representará de modo muito justo”, afirmou Trump.
A emissora cristã divulgou alguns trechos da entrevista e veiculará a íntegra nesta madrugada.
Nos excertos, Trump diz que todos os 20 nomes cotados por ele para a Suprema Corte são “pessoas fantásticas”, mas que o nome favorito agora está sendo verificado cuidadosamente, para que possa ser aprovado posteriormente pelo Congresso.
Trump disse também que os refugiados cristãos serão uma prioridade em seu governo. “Eles têm sido tratados de maneira horrível”, acredita o novo presidente dos EUA.
“Se você é um cristão na Síria, é muito difícil entrar nos EUA. Se você é um muçulmano pode vir”, afirmou, dizendo que pretende mudar isso.
O republicano também criticou a mídia. “A mídia é o partido da oposição de muitas maneiras”, disse o empresário, para quem grande parcela da mídia age com “desonestidade”.
Ele citou o caso do jornal The New York Times na campanha. “Se você lê o New York Times diz que não há nenhuma chance de que eu fosse ganhar”.
Trump falou, porém, que tem a sorte de ter “uma voz que as pessoas entendem”, citando promessas como trazer empregos e investimento de volta. “A mídia é uma desgraça”, afirmou.
Divulgação: www.juliosevero.com
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27 de janeiro de 2017

O Holocausto e as críticas mal direcionadas de um judeu brasileiro contra conservadores na Europa e América


O Holocausto e as críticas mal direcionadas de um judeu brasileiro contra conservadores na Europa e América

Julio Severo
Hoje é o Dia Internacional de Memória do Holocausto, quando o mundo para para recordar o Holocausto e suas vítimas: 6 milhões de judeus assassinados pelos nazistas.
Osias Wurman, que é o cônsul honorário de Israel no Rio de Janeiro, com acerto disse: “Se tivesse existido um Estado Judeu reconstruído, já na década de 30/40, este genocídio não teria se consumado.”
Então ele acrescentou no jornal O Globo:
“Hoje, mais do que nunca, é preciso alertar a opinião mundial para esta perigosa guinada à direita que vem assolando a Europa e alguns países do continente americano. Uma pesquisa global, realizada em 2014, já mostrava que 46% dos entrevistados nunca tinham ouvido falar em Holocausto!”
O sr. Wurman faz uma comparação impossível. Ele busca igualar a mudança conservadora de curso político na Europa e provavelmente nos Estados Unidos com a indiferença ao Holocausto. Num tom pior, ele disse que essa mudança é “perigosa,” e fala da necessidade de alertar o mundo contra a mudança para a direita que está “assolando” a Europa e provavelmente os Estados Unidos.
Aliás, os mesmos militantes esquerdistas que veem “perigo” na mudança para a direita vêm acusando o presidente americano Donald Trump de ser Adolf Hitler. Todos os judeus concordam com a Esquerda? Não. Numa entrevista para o WND (WorldNetDaily), Anita Dittman, que viveu o Holocausto como uma menina judia na Alemanha durante as décadas de 1930 e 1940, tem uma mensagem para os que acham que Trump é o Hitler americano, neste Dia Internacional de Memória do Holocausto. “Quando dizem que ele é outro Hitler, eles estão loucos,” Dittman disse para o WND.
O sr. Wurman parece apoiar a Esquerda. Mas a Esquerda europeia e americana tem sistematicamente se oposto ao Estado de Israel. Se, como sugere o sr. Wurman, a existência do Estado de Israel é importante para evitar um genocídio de judeus, a conclusão é que a Esquerda quer tal genocídio.
Enquanto isso, a mudança conservadora “perigosa,” especialmente energizada pelos evangélicos, trouxe Donald Trump, que está mostrando claramente seu apoio a Israel. Aliás, alguns meses atrás, o Sinédrio de Jerusalém pediu que Trump e Putin, que também é conservador, reconstruam o Templo judaico em Jerusalém.
O Sinédrio nunca ficaria à vontade para fazer o mesmo pedido para líderes esquerdistas.
Ao ajudarem a reconstruir o Templo, Trump e Putin estariam incentivando as pessoas a se esquecer do Holocausto? Que “assolações” e “perigos” as ações conservadoras deles poderiam trazer?
Admito que há alguns indivíduos na Direita que apoiam posturas perigosas e até anti-judaicas, ainda que discretamente. No Brasil, onde o sr. Wurman vive, alguns quarteirões da Direita têm sido influenciados por um esotérico que é antimarxista e defensor da ideia estranha de que a Inquisição foi um mito e lenda. Ele nega a Inquisição do mesmo jeito que os muçulmanos e neonazistas negam o Holocausto.
Entretanto, o sr. Wurman não tem exposto ou denunciado a defesa da Inquisição na Direita brasileira. Ele tem se ocupado com ameaças imaginárias: ele tem denunciado o perigo alegado de uma Direita na América que está apoiando Israel!
Trump tem um genro judeu e ele tem sido um amigo de Israel. Então a crítica perturbada do sr. Wurman é mal orientada. Não deveria ter sido dirigida indiretamente a Trump e outros conservadores. Deveria ter sido dirigida aos esquerdistas na Europa e América, os quais estão ajudando a invasão islâmica em suas nações, à custa da segurança dos cidadãos judeus, pois a maioria dos muçulmanos odeia os judeus e adora Hitler. Mein Kampf, a autobiografia de Hittler, é best-seller nas nações islâmicas do Oriente Médio.
E a crítica perturbada do sr. Wurman deveria ser dirigida aos negadores da Inquisição, pois negar a Inquisição é como negar o Holocausto. É negar que os judeus foram vítimas inocentes de perseguição, tortura e assassinato sistemáticos.
Não existe justificativa para o sr. Wurman acusar indiretamente Trump ou outros conservadores, que estão sendo atacados pela Esquerda.
Mas existe muita justificativa para ele acusar direitistas cujas posturas pró-Inquisição não estão sendo fortemente desaprovadas pela Esquerda e pela Direita.
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26 de janeiro de 2017

Preciso de sua colaboração urgente


Preciso de sua colaboração urgente

Julio Severo
O ativismo pró-vida e pró-família que exerço tem provocado, em várias ocasiões, dificuldades para diversos ativismos nocivos, especialmente o homossexualista e esquerdista. Mais recentemente, o Observatório da Direita, da entidade esquerdista americana People for the American Way, tem focado de forma preocupada no meu ativismo nos EUA. Confira este link: http://bit.ly/2jAMggA
Mas enquanto os ativismos nocivos dependem em grande parte de verbas volumosas de governos e até entidades internacionais, o meu ativismo não recebe absolutamente nada de nenhuma entidade multimilionária. Ele depende só de você e sua colaboração.
Enquanto o bilionário esquerdista George Soros despeja milhões e milhões de dólares em todo tipo de ativismo nocivo no mundo, quem sustenta meu ativismo pró-família são leitores como você. E não são milhões ou mesmo milhares de dólares que chegam até mim. É muito, muito menos que isso.
Trago uma emergência aos leitores que podem ajudar. Tenho uma conta bancária no Brasil que funciona normalmente, mas meu cartão está temporariamente bloqueado, me deixando neste momento sem acesso aos recursos de que minha família precisa sem demora. Até que se resolva essa situação, que espero será logo, preciso da colaboração urgente dos leitores, para que depositem numa conta dos EUA.
Estou neste momento com um bebê recém-nascido e mais seis crianças. Temporariamente impossibilitado de acesso à minha conta brasileira, estou sem condições até de comprar o alimento básico para a criançada.
Contudo, tenho total acesso a uma conta bancária dentro dos Estados Unidos.
Se você está nos EUA ou tem condições de depositar numa conta bancária dos EUA, e quer colaborar nesta emergência, por favor entre em contato comigo agora mesmo por este email: juliosevero@hotmail.com
Você pode também se comunicar comigo por minha página de Facebook, aqui: https://www.facebook.com/blogjuliosevero/
Sua ajuda é muito importante para mim e minha família neste momento. Ao ajudar minha família, você estará ajudando a manter acesa a chama do ativismo que tem incomodado grandes ativismo nocivos, desde o Brasil até os EUA.
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24 de janeiro de 2017

Trump e profecias, e um novo modelo de líder nacional e mundial


Trump e profecias, e um novo modelo de líder nacional e mundial

Julio Severo
Há algumas profecias sobre o presidente Donald Trump, e elas são fascinantes. “Trump se tornará uma trombeta, diz o Senhor,” berrou o “profeta cantante” Kim Clement numa gravação que teria sido feita em 4 de abril de 2007, na cidade de Redding, Califórnia, EUA.
“Trump se tornará uma trombeta. Eu levantarei Trump para se tornar uma trombeta. Eu levantarei Trump para se tornar uma trombeta e Bill Gates para abrir as portas da esfera financeira para a igreja, diz o Senhor.”
Continuando, Clement disse, ou cantou: “Ocorrerá que o homem que eu colocar no cargo mais elevado irá sussurrando meu nome. Mas Deus disse, quando ele entrar no cargo, ele estará gritando pelo poder do Espírito. Pois o encherei do meu Espírito quando ele entrar no cargo e haverá um homem de oração no cargo mais elevado dos EUA.”
Ele disse algo semelhante, de acordo com a gravação, em 10 de fevereiro de 2007: “Haverá um presidente de oração, não um religioso, pois enganarei o povo, diz o Senhor. Enganarei o povo, sim, enganarei, Deus diz, aquele que for escolhido entrará e dirão, ‘Ele tem sangue quente.’ Pois o Espírito de Deus diz, sim, ele pode ter sangue quente, mas ele trará os muros de proteção neste país de um jeito maior e a economia deste país mudará rapidamente, diz o Senhor dos exércitos.”
“Escute a palavra do Senhor, Deus diz, colocarei na liderança de seu país, por dois mandatos, um presidente que orará, mas ele não será um presidente de oração quando começar,” continuou Clement. “Eu o colocarei no cargo e então o batizarei com o Espírito Santo e meu poder, diz o Senhor dos exércitos.”
Clement profetizou também acerca de várias outras pessoas proeminentes, mas essas profecias nunca se cumpriram. Será que sua profecia sobre Trump pode acontecer? Não sei, mas se sua profecia for real, minha interpretação é que Deus está dando uma chance a Trump, assim como ele deu uma chance a Saul. Não há nada de mal em orar para que Trump use sua oportunidade dada por Deus para fazer a vontade de Deus.
Há também outras profecias interessantes sobre Trump. Stephen Powell, num artigo recente na revista Charisma, disse que ele ouviu a voz de Deus dizendo:
Escolhi você, Sr. Trump, e você será um líder para muitos, não só de seu povo, mas do mundo. Você não só será visto, Sr. Trump, mas você será ouvido, pois liberei um som em você, e esse som será ouvido no mundo inteiro. Vai se cumprir alto, e será como uma onda de choque em muitos países.
À medida que você honrar Israel, eu honrarei você.
Escolhi Donald Trump para ser o precursor de um novo modelo de líder nacional; sim, até mesmo uma nova forma de líder mundial.
O fato é que o discurso de Trump contra os neocons foi um avanço revolucionário, um novo modelo de liderança. Nenhum outro presidente americano já falou com tanta força contra os neocons como fez Trump em sua campanha política. Ele cumprirá a guerra que ele prometeu contra os neocons? Não sei.
Essas profecias sobre Trump são confiáveis? Não sei. Mas não há nada de mal em orar para que Trump use sua oportunidade dada por Deus para fazer a vontade de Deus.
Fiquei empolgado que a primeira ação do presidente Donald Trump foi cortar todo financiamento da Federação Internacional de Planejamento Familiar, essa vasta máquina de planejamento familiar, aborto e educação sexual. Essa é uma das organizações mais malignas do mundo.
Os cristãos, inclusive eu, se regozijaram com a primeira grande ação pró-vida de Trump.
Entretanto, George W. Bush adotou a mesma ação exata no primeiro dia de seu governo. Ele cortou todo financiamento da Federação Internacional de Planejamento Familiar.
Os cristãos, inclusive eu, se regozijaram com a primeira grande ação pró-vida de Bush.
E, sim, havia profecias maravilhosas sobre Bush.
Muitos anos atrás, Hank Kunneman disse:
“Depois de Clinton, levantarei um homem como Davi,” disse o Senhor. “Um homem escolhido conforme Meu coração que conduzirá esta nação em justiça.”
Tive uma visão antes da eleição do ano 2000 em que vi o Senhor remover Al Gore e colocar Bush na Casa Branca. Profetizei sobre isso publicamente, de modo que você pode imaginar minha preocupação quando os noticiários inicialmente anunciaram que Gore havia ganho. Eu queria me esconder!
“Os EUA entrarão num período de guerra, mas a restauração começou. Quero este homem no cargo por oito anos, pois enquanto a justiça estiver no cargo, todas as coisas serão expostas.”
Profetas e suas profecias nunca são perfeitos. Ainda que saibamos hoje que a Arábia Saudita é o principal patrocinador do terrorismo islâmico internacional e que os dez terroristas que atacaram o World Trade Center eram muçulmanos sauditas, Kunneman disse:
Como muitas igrejas, minha congregação se reuniu para orar em 11 de setembro de 2001. Enquanto eu estava orando, perguntei ao Senhor quem era responsável pelo atentado. Então tive uma visão de um coração com a palavra “Afeganistão” escrita no centro. As palavras “Síria” e “Iraque” apareceram em torno dele.
Pelo fato de que Bush e Obama interviram nessas nações, mas não ajudaram os cristãos perseguidos na esteira de suas más decisões, as intervenções americanas resultaram em caos total para os cristãos.
A Guerra do Iraque foi um desastre humanitário para os cristãos. Durante sua campanha, Donald Trump disse que o governo de Bush mentiu sobre suas razões para invadir o Iraque. Trump disse que ele se opôs a tal invasão. Cristãos no Iraque pagaram um preço muito alto pela decisão ruim de Bush. A comunidade cristã iraquiana, que tinha mais de 2 milhões de pessoas antes da invasão dos EUA, tem agora menos de 400.000.
Bush tinha um interesse muito forte no petróleo iraquiano, mas nenhum interesse no sangue cristão dos iraquianos.
Os neocons queriam a Guerra do Iraque, e conseguiram. Eles queriam a Guerra Síria, e sob Obama quase conseguiram. E, é claro, eles querem guerra com a Rússia.
Os neocons representam guerra e desastre e até mesmo quando um evangélico os segue, o resultado é sempre guerra e desastre.
O maior erro do evangélico Bush foi seguir os neocons. Foi um erro desastroso.
O evangélico Trump, louvado por novas profecias, condenou a Guerra do Iraque. E condenou os neocons que dominavam o governo de Bush e Obama.
O Trump escolhido por profecias condenou o Bush escolhido por profecias. Aliás, Bush disse que ele não votou em Trump.
Pessoas escolhidas por Deus por meio de profecias são imperfeitas. Os profetas e suas profecias são imperfeitos.
Ainda que as pessoas e suas ideologias (inclusive ideologias teológicas) sempre mudem, Deus nunca muda. Ele era, Ele é e Ele sempre será um Deus profético.
Deus escolheu Saul como rei de Israel. Mas Ele precisou substituir Sua própria escolha. Ele é imperfeito também? Muito cedo em seu reinado, ou governo, Saul violou a vontade de Deus várias vezes, e ele foi rejeitado. O escolhido foi rejeitado.
Deus sabe escolher? Claro que sabe! Mas o livre arbítrio é para todos, inclusive os escolhidos por Deus.
Deus substituiu o perdedor Saul com Davi, que se conduziu de modo certo e sábio nos primeiros anos de seu reinado. Mas o governo de Davi foi atormentado, depois de seu adultério, por várias calamidades, inclusive uma revolta violenta liderada por um de seus próprios filhos.
Deus escolheu Saul, que por seu próprio livre arbítrio escolheu ser um perdedor ao violar a vontade de Deus.
Deus substituiu o escolhido Saul com Davi, que não perdeu seu reinado, mas perdeu muito de sua paz de espírito e seu povo também perdeu muito de sua paz de espírito com o adultério dele. O pecado pessoal dele afetou gravemente o governo dele e a capacidade de ele governar em paz.
Só porque um homem é escolhido por Deus não significa que ele fará tudo certo. Saul não fez e foi rejeitado. Davi também cometeu muitos erros, mas ele se arrependeu, e Deus escolheu lhe dar mais chances.
Se líderes evangélicos que profetizaram sobre Bush e Trump são falsos profetas, será que Deus também é um falso deus porque Ele escolheu o perdedor e imperfeito Saul?
Se as profecias estão corretas, Deus quer que Trump seja batizado no Espírito Santo e se torne um presidente de oração. Não há nada de mal em orar para que Trump receba essas bênçãos.
Não há nada de mal em orar para que ele não imite os erros calamitosos de Bush.
E não há nada de mal em orar para que Deus o proteja da influência e pressões malignas dos neocons, que inspiraram Bush a lançar a Guerra do Iraque, que destruiu milhares de cristãos no Iraque.
Deus pode usar Trump contra os neocons. E nesta guerra, ele será um novo modelo de líder nacional e mundial.
Com informações do WND (WorldNetDaily) e Charisma.
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