31 de dezembro de 2017

Trump deseja Feliz… Kwanzaa, por amor à ideologia politicamente correta


Trump deseja Feliz… Kwanzaa, por amor à ideologia politicamente correta

Julio Severo
Em 26 de dezembro de 2017, o site da Casa Branca anunciou:
Declaração do Presidente Donald J. Trump sobre Kwanzaa
Hoje marca o primeiro dia do Kwanzaa, uma celebração de uma semana da herança e cultura dos negros americanos. Juntos, vamos celebrar durante esta época de alegria a riqueza do passado e olhar com esperança em direção a um futuro mais brilhante.
Enquanto as famílias e amigos se unem para acender a Kinara, Melania e eu estendemos nossos desejos mais calorosos para um feriado alegre e um próspero ano novo.
O que é o Kwanzaa? É um feriado dos negros americanos criado por Maulana Karenga em 1965 para ser uma alternativa ao Natal. Ele acreditava que Jesus era psicótico e que o Cristianismo era uma religião “branca” que os negros deveriam evitar. Mais tarde, quando o Kwanzaa ganhou mais adeptos, Karenga mudou sua posição de modo que cristãos não se sentissem alienados.
O nome original de Karenga era Ron Everett, nascido em 1941. O pai dele era um pastor batista. Ele escolheu um nome africano depois de se envolver com a ideologia socialista. Karenga fundou uma organização nacionalista violenta, que era uma versão negra do nazismo. Mas pelo fato de que bajular movimentos politicamente corretos é mais importante do que enfrentar a realidade, as ideias dele são celebradas por marxistas e conservadores — inclusive Bush e Trump — nos EUA.
O Kwanzaa é uma celebração que tem suas raízes no movimento nacionalista negro dos EUA na década de 1960 e foi estabelecido como meio de ajudar os negros americanos a se ligarem novamente com sua herança cultural e histórica africana. Para Karenga, uma personalidade importante no movimento Black Power nos EUA nas décadas de 1960 e 1970, a criação de tais feriados também enfatizava uma premissa essencial de que “precisamos de uma revolução cultural antes da revolução violenta. A revolução cultural dá identidade, propósito e direção.”
Por que Trump tem ajudado tal feriado de orientação revolucionária?
O esforço para “se ligar novamente com a herança cultural e histórica africana,” principalmente quando liderado por um negro marxista, leva à ilusão espiritual. Aliás, até mesmo quando tal esforço é liderado por um negro “conservador,” a ilusão não é menor.
Ela visitou mães-de-santo e terreiros de candomblé na Bahia — sem perceber, como presbiteriana, que essa religião afro-brasileira é semelhante ao vodu e Santeria. Isto é, não são apenas “cultura.” São bruxaria.
Se o Kwanzaa celebra tais raízes espirituais africanas, o que Trump vai ganhar para os EUA ao incentivar os EUA a celebrá-lo?
Aliás, Trump não tem nenhum motivo para incentivar os EUA a celebrar tal feriado nacionalista negro. Ele tem vários motivos para não fazer isso:
* Enquanto mais de 100 milhões de americanos celebram o Natal, só uns 2 milhões de pessoas participam do Kwanzaa. Por que dar importância a um feriado marxista insignificante? Os propagandistas mais proeminentes do Kwanzaa nos EUA são presidentes, inclusive Bush e Obama. Contudo, todos achavam que Trump quebraria essa propaganda desnecessária.
* Se os EUA tivessem um feriado criado pelos nazistas, haveria protestos generalizados para bani-lo. O Kwanzaa foi criado por um nacionalista negro marxista. Por que Trump não o baniu?
* Mesmo que Karenga não fosse marxista, seu histórico pessoal envolve condenações criminais e prisão por violência contra mulheres. Como é que Trump ou outro presidente americano pode honrar um feriado criado por um criminoso?
* Se o Kwanzaa foi criado como alternativa ao Natal, por que honrá-lo? Enquanto o Kwanzaa, que é insignificantemente celebrado, não tem nada a ver com os EUA e negros conservadores, o Natal tem tudo a ver com os EUA e sua história.
A escritora conservadora americana Ann Coulter disse: “O feriado inventado de Karenga é uma mistura doida de retórica sentimentalista da década de 1960, racismo negro e marxismo. Os sete princípios do Kwanzaa são os mesmos sete princípios do [grupo terrorista comunista] Exército Simbionês de Libertação… O Kwanzaa louva o coletivismo em todas as áreas possíveis da vida — economia, trabalho, personalidade… Quando pediram que Karenga distinguisse o Kawaida, a filosofia que é a base do Kwanzaa, do marxismo clássico,’ ele essencialmente disse que, sob o Kawaida, nós também odiamos os brancos.”
Como é que Trump pôde honrar tal lixo marxista?
Em seu artigo “Kwanzaa: Holiday brought to you by the FBI” (Kwanzaa: Feriado trazido até você pelo FBI), Coulter explica que Karenga era um fantoche negro radical do FBI. Ela disse: “Mais absurdamente, para os esquerdistas de qualquer forma, eles se esqueceram do incentivo tácito que o FBI deu para essa seita nacionalista negra assassina fundada pelo pai do Kwanzaa. O Kwanzaa não veio da África, mas do PROCOINTEL do FBI. É um feriado celebrado exclusivamente por esquerdistas brancos idiotas. Os negros celebram o Natal.”
Então Trump e outros presidentes americanos têm honrado um feriado marxista criado pelo PROCOINTEL (PROgrama de COntra-INTELigência) do FBI.
Não há dúvida de que o FBI criou uma criatura marxista bastante estúpida. Por que celebrá-la?
Alguns poderiam desculpar que pelo menos Trump honrou ao mesmo tempo o Natal e o Kwanzaa, diferentemente do que ele fez em 31 de outubro passado, quando o mundo celebrou os memoráveis 500 anos da Reforma protestante. Foi uma data histórica, mas Trump preferiu celebrar o Dia das Bruxas
Por amor à ideologia politicamente correta, Trump ignorou a Reforma e honrou o Dia das Bruxas, que tem ligações íntimas com o satanismo.
Por amor à ideologia politicamente correta, Trump celebrou o Natal e o Kwanzaa.
Se a presbiteriana republicana Condoleezza Rice tiver êxito em levar para os EUA as “tradições dos negros brasileiros” (bruxaria brasileira), Trump vai honrar os orixás do candomblé só para não ofender a Esquerda politicamente correta?
Com informações de Ann Coulter e Wikipedia.
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Um comentário :

Alexandre Costa disse...

Nada mais feito pelo Trump me surpreende.