26 de novembro de 2017

Globo dá holofote para católicos e evangélicos pró-aborto


Globo dá holofote para católicos e evangélicos pró-aborto

Julio Severo
O jornal O Globo, em matéria de 25 de novembro de 2017, disse:
Camila Mantovani, ativista pró-aborto que se auto-intitula “evangélica”
“Uma interpretação de uma passagem do livro Êxodo, na Bíblia, virou uma ferramenta na luta de Camila Mantovani, 22 anos, frequentadora da Igreja Batista do Caminho, em Niterói, para defender a descriminalização do aborto. O Livro Sagrado, geralmente usado para defender o contrário, virou fonte de argumentos para religiosas como ela, que lutam pela liberação do aborto sem se afastar de suas denominações. Camila é uma das mulheres que criou há dois meses a Frente Evangélica pela Legalização do Aborto, com cerca de 30 integrantes no Rio. Ela segue o caminho das Católicas pelo Direito de Decidir. São mulheres que tentam convencer membros de suas denominações de que defender a vida pode significar garantir o acesso das mulheres a procedimentos legais e seguros para a interrupção da gravidez.”
É lamentável que O Globo tenha dado voz de importância para ativistas pró-aborto que se consideram evangélicas quando de forma alguma essas ativistas falam em nome da vasta maioria das igrejas evangélicas do Brasil. Se um grupo pequeno de jornalistas do jornal O Globo dissesse, em nome desse jornal, que o direito à vida é sagrado desde a concepção, esse jornal abortista chamaria o pequeno grupo de desonestos.
Os evangélicos podem agir da mesma forma. Podem chamar de desonesto qualquer grupo pró-aborto pequeno que se auto-intitula de “evangélico.”
A abortista que se rotula evangélica disse ao Globo:
— Algo que tem funcionado para conseguir apoio nessa pauta é trabalhar com dados. Mostrar porque a criminalização não funcionou e explicar que defender a legalização é diferente de defender a prática. Resgatamos alguns trechos da Bíblia, como uma do Êxodo (capitulo 21, versículos 22 e 23), no qual fica claro que a vida da mulher está muito acima da do feto, quando diz que a vida dela deve ser paga com outra. Enquanto no caso da perda do feto, o agressor deveria ser “multado”. Temos na Bíblia um exemplo do quanto a vida da mulher vale mais do que a de um embrião — argumenta Camila, estudante de licenciatura em educação, na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), que sofreu violência sexual aos 12 anos.
Quanto ao uso e abuso de Êxodo para justificar o assassinato de bebês inocentes, vejamos o que a própria Bíblia diz:
“Se homens brigarem e ferirem uma mulher grávida, e ela der à luz prematuramente, não havendo, porém, nenhum dano sério, o ofensor pagará a indenização que o marido daquela mulher exigir, conforme a determinação dos juízes.” (Êxodo 21:22 NVI)
“Se dois homens brigarem e um deles atingir, por acidente, uma mulher grávida e ela der à luz prematuramente, sem que haja outros danos, o homem que atingiu a mulher pagará a indenização que o marido dela exigir e os juízes aprovarem.” (Êxodo 21:22 NVT)
“Se homens brigarem uns com os outros e ferirem uma mulher grávida de modo que ela dê à luz prematuramente [e o bebê viva], mas não haja nenhum dano adicional, aquele que a feriu deverá ser castigado com uma multa [paga] ao marido da mulher, tanto quanto os juízes decidirem.” (Êxodo 21:22 Bíblia Ampliada)
E se o bebê ou a mulher morrer? A Bíblia diz:
“Mas, se houver danos graves, a pena será vida por vida.” (Êxodo 21:23 NVI)
A declaração “a criminalização não funcionou” com relação ao aborto é tão sem sustentação quanto dizer que a criminalização do assassinato não funcionou, só porque há milhares de assassinatos.
— O argumento é muito simples: enquanto cristãos, a defesa da vida tem que estar em primeiro lugar. Se prezamos pela vida, temos de garantir que as mulheres não sejam mortas — defende Camila, que milita no PSOL, partido autor de uma ação no Supremo Tribunal Federal que pede a liberação do aborto até a 12ª semana de gestação. — A criminalização não impede que os abortos aconteçam e assassina as mulheres que o praticam. Ser a favor da legislação atual é uma contradição com a sacralização da vida. Precisamos de uma redução de danos, de um sistema que mate menos pessoas. Por isso argumentamos pela legalização.
A criminalização do aborto de fato não impede que os abortos aconteçam, assim como a criminalização do estupro não impede que estupros aconteçam. Mesmo assim, a lei precisa continuar criminalizando o aborto e o estupro. Sem a lei, tanto o aborto quanto o estupro teriam um aumento estratosférico.
O jornal O Globo também entrevistou uma abortista que se rotula católica. Tanto no caso católico quanto no caso evangélico O Globo foi desonesto, pois abortistas, mesmo quando usam uma máscara cristã, não representam o Cristianismo e seu valores.
Abortistas podem livremente falar em nome de movimentos abortistas e satanistas, mas jamais em nome de Jesus Cristo e da Bíblia.
Jesus disse que ele veio para dar vida, e vida em abundância. A vida jamais inclui o aborto. Em contraste, o diabo veio para matar. O aborto deliberado sempre inclui matar.
Quando O Globo apoia o aborto, faz o que lhe é da natureza. Mas evangélicos e católicos que defendem o aborto estão agindo contra a natureza do Cristianismo, que tem como base a Bíblia que em nenhuma parte mostra abertura para matar inocentes, por meio do aborto ou não.
As abortistas que estão explorando o Cristianismo para seu ativismo nojento deveriam se mudar para o satanismo, que é majoritariamente pró-aborto.
Com informações de O Globo.
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4 comentários :

Thel Araújo disse...

Pelo tipo de "evangélica" da foto, quase nua, deve ser da "Igreja" da Maldição Plena. Tem cara de gente promíscua, que vive tendo relações sexuais ilícitas e abortando.
Repugnante!
O diabo não tem mais o que inventar.

Alexandre Costa disse...

Sinceramente, existe alguma coisa que preste nas organizações globo?

luiz aurelio Tunin disse...

"As abortistas que estão explorando o Cristianismo para seu ativismo nojento deveriam se mudar para o satanismo, que é majoritariamente pró-aborto"

Concordo, pois pela posição adotada por elas em relação à vida humana, em sua fase que demanda proteção, e não destruição, mostra qual é o verdadeiro espírito que as guia - o de Satanás - do qual são filhas autenticas.

Luiz

OVIDIO TUCUNDUVA NETTO disse...

Essa evangélica só podia ser do psol mesmo.E infelizmente universitária.E deve ter apoiado a mãe da menininha inocente servindo de cobaia para a aula de pedofilia no museu. Deve ter dado a idéia de na proxima vez, a expêriencia de palpação deve ser um pênis ereto. No filho dos outros, que não sejam petistas,claro.