4 de outubro de 2017

UOL alega que governo Temer “reduziu a zero” as gordas verbas para a políticas contra “homofobia,” mas omite que Brasil está em crise econômica e que, mesmo assim, governo está pagando caras despesas de viagens de ativistas gays


UOL alega que governo Temer “reduziu a zero” as gordas verbas para a políticas contra “homofobia,” mas omite que Brasil está em crise econômica e que, mesmo assim, governo está pagando caras despesas de viagens de ativistas gays

Julio Severo
Em reportagem intitulada “Governo Temer reduz a zero repasses a políticas contra homofobia,” o UOL disse: “O governo do presidente Michel Temer (PMDB) reduziu a zero, em 2017, os repasses federais para programas específicos de defesa da comunidade LGBT. O Ministério dos Direitos Humanos confirma essa paralisação e diz que o dinheiro agora está sendo usado para campanhas de conscientização.”
Não parece que o governo Temer tenha feito a redução motivado pelo interesse na defesa dos valores pró-família. Diferente do governo da Rússia, que tem uma lei específica que proíbe propaganda homossexual para crianças e não dá nenhuma verba para a promoção do homossexualismo, o governo Temer encontra-se atolado numa infinidade de leis homossexualistas deixadas pelos governos socialistas de Lula e Dilma.
O governo Temer está também atolado nas consequências das irresponsabilidades econômicas de Lula e Dilma.
O governo Temer está atolado na mesma crise econômica em que está o Brasil inteiro. Mas a reportagem do UOL não citou uma única vez a palavra “crise.” A reportagem cobra do governo Temer para que gaste milhões na promoção do homossexualismo, sob o falso pretexto de combate à “homofobia,” o mesmo truque ideológico de Lula e Dilma.
Não faz sentido nem lógica gastar milhões em campanhas de combate à “homofobia” enquanto o Brasil está mergulhado numa crise sem precedentes, gerada por dois governos socialistas que desperdiçaram bilhões em corrupção. Uma dessas corrupções foi justamente financiar a promoção do homossexualismo.
Não é necessária nenhuma campanha contra a “homofobia,” pois ninguém tem de medo do homossexualismo. “Fobia” significa medo. Tentar dar a essa palavra ares de “ódio” é um truque muito baixo. É tão desonesto quanto dizer que quem tem acrofobia (medo de altura) tem ódio de altura.
Uma cultura normal tem nojo de atos anormais e repugnantes. Uma cultura normal tem nojo do comportamento homossexual, que é antinatural, anormal e repugnante.
Se indivíduos têm direito de amar um comportamento anormal e nojento, outros têm o direito de sentir nojo e rejeitar.
Eu comemoraria se, a exemplo do governo russo, o governo Temer tivesse cortado as verbas para a promoção do homossexualismo motivado pelo interesse de proteger as crianças e os jovens. Mas essa não foi a motivação.
A motivação foi a crise econômica, devidamente escondida pelo UOL. Sem mencionar a palavra crise, o UOL disse: “De 2008 a 2017, o governo federal desembolsou pouco mais de R$ 15,1 milhões para a agenda da defesa da população LGBT, dos quais R$ 9,1 milhões foram pagos nos últimos três anos do governo Lula. Em 2016, esse valor ficou em R$ 518 mil. Não há registro de pagamentos do governo [Temer] para essas ações específicas em 2017.”
O UOL então cita a queixa de um ativista gay: “Para Toni Reis, diretor-presidente da Aliança Nacional LGBTI, a mudança no caminho do dinheiro não é uma boa notícia.”
Reis tem do que se queixar. Quando ele era presidente da ABGLT, a maior organização homossexual do Brasil, gordas verbas era o que não faltavam. Só para produzir o infame kit gay para crianças das escolas, a ABGLT recebeu dois milhões de reais, conforme informações de 2011.
Esses dois milhões (com correção monetária seriam hoje muitos milhões mais) eram só uma parte minúscula do que a ABGLT e outras ONGs homossexualistas recebiam dos governos Lula e Dilma. Não faltava dinheiro — do povo. Lula chegou a dar para o ativismo gay a quantia exorbitante de 300 milhões de reais em 2010. Havia, para Reis e outros militantes, dinheiro para esbanjar em farras e depravações políticas, legais e físicas.
Enquanto nadava em dinheiro público na ABGLT, Toni Reis aproveitava o tempo para intimidar e ameaçar líderes cristãos que se opõem à agenda gay. Há registros de ameaças dele, através do MPF, contra mim e contra Silas Malafaia por “homofobia.”
Combate à “homofobia,” essencialmente, é isso: Combate a Julio Severo. Combate a Silas Malafaia. Combate aos cristãos que pregam a Bíblia.
A mamata sob o governo Lula e Dilma acabou, e Toni Reis saiu da ABGLT, fundando uma nova entidade e esperando um governo sem crise para engordá-lo de novo.
Apesar de que disse em manchete que os ativistas gays estariam não recebendo nenhuma verba do governo, a reportagem tendenciosa do UOL acabou se desmentindo sem querer ao reconhecer que eles estão viajando e se hospedando às custas do dinheiro do povo. O UOL disse: “Em nota, o ministério também afirmou gastar R$ 225 mil em diárias e passagens para integrantes do Conselho Nacional de Combate à Discriminação contra o Público LGBT.”
O Conselho Nacional de Combate à Discriminação contra o Público LGBT (CNCD) foi criado por decreto presidencial de Lula em 2010, mas continua sendo sustentado pelo governo Temer. Pretensamente, o CNCD, cuja meta é “formular e propor diretrizes para ações do governo a nível nacional, visando combater a discriminação e promover e defender os direitos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais,” é composto de funcionários de 15 ministérios do governo e representantes de 15 organizações homossexuais.
Numa de suas ações mais importantes, o CNCD emitiu uma nota em defesa de ativistas gays não contra criminosos, mas contra líderes cristãos e pastores. Em nota de 27 de setembro de 2012, o CNCD disse:
“O Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção de Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais - CNCD/LGBT vem a público REPUDIAR às graves ofensas recentemente espalhadas na mídia formal e em blogs difamatórios na internet por parte de grupos políticos e religiosos fundamentalistas a partir do uso intencionalmente abusivo de pronunciamentos oficiais de reconhecidos/as pesquisadores/as, defensores/as e ativistas LGBT do país, notadamente as pesquisadoras Tatiana Lionço e Marina Reidel, o pesquisador Alexandre Bortolini, o pesquisador e presidente da ABGLT Toni Reis, o Secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação (SECADI/MEC), André Lázaro, a Deputada Federal Fátima Bezerra, o Deputado Federal Jean Wyllys, o pastor Marcio Retamero e outros/as participantes do 9º Seminário LGBT, realizado no último dia 15 de maio de 2012, na Câmara Federal, com o tema Respeito à Diversidade se Aprende na Infância.”
Jean Wyllys, Toni Reis e Marcio Retamero são ativistas anticristãos. Retamero, que se considera pastor presbiteriano, ficou famoso ao chamar os cristãos de “desgraçados” e dizer que estaria disposto a pegar em armas contra os cristãos.
Em 2016, Retamero defendeu a Universidade Presbiteriana Mackenzie contra meu artigo que expõe o liberalismo dessa instituição calvinista.
Em 2009, Retamero publicou um artigo intitulado “Carta Aberta a Júlio Severo - Homofóbico e Fundamentalista Religioso,” onde, ao acusar meu blog de disseminar ódio aos homossexuais, ele disse, em referência às queixas de Toni Reis e outros ativistas homossexuais no MPF por “homofobia,” “peço ao Ministério Público que não diminua os esforços de te achar, de te trazer de volta, ainda que extraditado.”
A meta velada do CNCD é então proteger ativistas homossexuais que miram cristãos como eu, usando e abusando do termo “religiosos fundamentalistas.”
O CNCD, na iniciativa que Toni Reis havia tomado de denunciar a mim e ao Pr. Silas Malafaia, não teria a menor hesitação de defender o agressor contra os “religiosos fundamentalistas,” tudo com dinheiro do governo, que é dinheiro do povo.
Mesmo com crise e sem dinheiro para dar para a promoção do homossexualismo, o governo Temer conseguiu gastar R$ 225 mil em diárias e passagens de ativistas gays nos últimos 12 meses. Dificilmente, durante o governo Lula e Dilma, esses gastos eram menos volumosos. Em comparação com Temer, Lula era o Papai Noel dos ativistas gays, dando-lhes centenas de milhões de reais de presente.
Toni Reis e seus aliados na mídia, inclusive o UOL, então choram que “só” R$ 225 mil, do dinheiro do trabalhador que paga impostos, foram usados para as despesas dos ativistas gays. Eles querem muito, muito mais.
Se esses R$ 225 mil tivessem sido gastos em diárias e passagens de Julio Severo e Silas Malafaia, a imprensa estaria fazendo uma caça às bruxas.
Se Julio Severo e Silas Malafaia fossem integrantes de um Conselho Nacional de Combate à Propaganda Homossexual e Proteção de Crianças e Adolescentes, o UOL e outros canais de comunicação dariam uivos de ódio e fariam uma campanha sistemática de linchamento moral contra nós.
Se eu e Silas Malafaia nos queixássemos de que queremos mais dinheiro do governo, a imprensa nos chamaria de corruptos e nos condenaria à guilhotina social sem dó nem piedade. Mas quando a corrupção envolve seus parceiros ideológicos, tudo se justifica.
Gastar R$ 225 mil em diárias e passagens para ativistas gays não é, na minha opinião, reduzir a zero as verbas para a promoção do homossexualismo. O fato de que o UOL e Toni Reis acham que R$ 225 mil equivale a zero só mostra o “respeito” que eles têm pelo dinheiro do povo.
Sob o pretexto malicioso de “combate à ‘homofobia,’” UOL e Toni Reis querem verbas gordas de milhões de reais para o ativismo homossexual apenas para perseguir Julio Severo, Silas Malafaia e outros cristãos.
Por que não investir milhões na proteção de crianças e adolescentes?
Na sua próxima viagem a Moscou, Temer bem que poderia perguntar para Putin: Como faço para ter no Brasil uma lei para proteger crianças e adolescentes da propaganda homossexual?
É preciso ser homem corajoso para não temer a truculência homossexualista e defender crianças.
Ao sancionar em 2013 uma lei proibindo a propaganda homossexual para crianças e adolescentes, Putin livrou a Rússia da voracidade e ganância de ativistas gays que exigem milhões e milhões em dinheiro para suas orgias políticas, legais e físicas.
Temer bem que podia dar esse livramento para o Brasil.
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4 comentários :

Thel Araújo disse...

Temer gastaria trilhões, se preciso fosse, para livrar a própria pele.
Mas dou graças a Deus que diminui a cada dia a influência maligna desses tabloides de Esquerda (como UOL, deVeja, LixoÉ, Estadão e outros) na formação de opinião. O povo não está nem aí mais para esses tabloides que tentam empurrar a ideologia de gênero goela abaixo na sociedade, ao contrário, o povo tomou nojo deles, até aqueles que não conhecem Jesus não aguentam mais essas maldades.

Cicero disse...

Então fogo e enxofre para esses esquerdistas homo e pedófilos, assim como para Sodoma e Gomorra.

Enéas Oliveira disse...

A fatia do bolo 🎂 foi pequeno.kkkkkkkkk

RONALDO disse...

O Brasil como todo o mundo meu Irmão, caminha para o pior.

OS ESQUERDOPATAS MAIS UMA VEZ EXPÕE P/ CRIANÇAS SUAS SUPOSTAS "ARTES" ORGIAS, BACANAIS, PEDOFILIA, ZOOFILIA, E ETC... DESSA VEZ FOI EM BH goo.gl/3p6165

OAB DE SP A SERVIÇO DA IDEOLOGIA DE GÊNERO. goo.gl/zSeYat É UM ABSURDO!

MARANATA! ORA VEM SENHOR JESUS!