16 de setembro de 2017

Muçulmanos Avisam a Europa: "Um Dia, Tudo Isso Será Nosso"


Muçulmanos Avisam a Europa: "Um Dia, Tudo Isso Será Nosso"

Giulio Meotti
Dias atrás, outro ataque terrorista islâmico teve como alvo a cidade espanhola de Barcelona. Como ela esteve por muitos anos sob o domínio muçulmano, é, portanto, assim como Israel, território que muitos islamistas acreditam estar no direito de reconquistar.
Ao mesmo tempo, longe da Espanha, escolas de ensino fundamental foram fechadas pelo governo quando o número de alunos caiu para menos de 10% da população. O governo está transformando os locais em asilos, para cuidar dos idosos em um país onde 40% da população têm 65 anos ou mais. Isso não é um romance de ficção científica. É o Japão, a nação com a maior concentração de idosos e a mais estéril do mundo, onde há a seguinte expressão popular: "civilização fantasma".
De acordo com o Instituto Nacional de População e Pesquisas de Previdência Social do Japão, por volta de 2040, a maioria das pequenas cidades japonesas verá a dramática queda de um terço até metade da população. Devido ao dramático decréscimo demográfico, muitas câmaras municipais japonesas não puderam mais operar, foram então fechadas. O número de restaurantes passou de 850 mil em 1990 para 350 mil nos dias de hoje, apontando para um "esgotamento da vitalidade". As previsões também sugerem que em 15 anos o Japão terá 20 milhões de casas abandonadas . Será este também o futuro da Europa?
Especialistas em demografia estão propensos a chamar a Europa de "Novo Japão". O Japão, no entanto, está lidando com a catástrofe demográfica com seus próprios meios, proibindo a imigração muçulmana.
"A Europa está cometendo suicídio demográfico, sistematicamente se depopulando, o que o historiador britânico Niall Ferguson chama de a maior redução sustentada da população europeia desde a Peste Negra ocorrida no século XIV", como George Weigel observou recentemente.
Ao que tudo indica, os muçulmanos da Europa estão sonhando em preencher esse vazio. O arcebispo de Estrasburgo, Luc Ravel, nomeado pelo Papa Francisco em fevereiro, declarou recentemente que "os muçulmanos devotos estão cansados de saber que a sua fertilidade é tal hoje, que eles a chamam de... a Grande Substituição. Eles afirmam de maneira tranquila e resoluta: "um dia, tudo isso, tudo isso, será nosso"...
Um novo estudo elaborado pelo instituto interdisciplinar de estudos italiano Centro Machiavelli acaba de revelar que, se as tendências atuais continuarem, por volta do ano 2.065, os imigrantes da primeira e segunda gerações ultrapassarão 22 milhões de pessoas, ou seja, mais de 40% da população da Itália. Na Alemanha, 36% das crianças menores de cinco anos são filhos de pais imigrantes. Em 13 dos 28 países membros da UE, mais pessoas morreram do que nasceram no ano passado. Sem a migração estima-se que as populações da Alemanha e da Itália diminuirão 18% e 16% respectivamente.
O impacto da queda livre demográfica é mais visível no que antes era chamada de "nova Europa", países do antigo bloco soviético, como Polônia, Hungria e Eslováquia, para que se possa distingui-los da "velha Europa", França e Alemanha. Esses países do leste europeu são agora os mais expostos à "bomba da depopulação", colapso devastador da taxa de natalidade que o analista e escritor sobre questões contemporâneas Mark Steyn chamou de "o maior problema da nossa época".
O jornal The New York Times perguntou porque, "apesar da diminuição da população, a Europa Oriental resiste em aceitar migrantes". A diminuição demográfica é exatamente a razão pela qual ela teme ser substituída pelos migrantes. Além disso, grande parte da Europa Oriental já teve o gostinho de ser ocupada pelos muçulmanos por centenas de anos, quando do domínio do Império Otomano e, todos estão bem cientes do que os aguarda se eles voltarem. Países em fase de envelhecimento temem que os valores hostis venham à tona se a população for substituída por outra jovem, estrangeira.
"Há hoje dois pontos de vista distintos na Europa a serem considerados (quanto ao declínio e envelhecimento da população)", o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán salientou recentemente. "Um é sustentado por aqueles que querem abordar os problemas demográficos da Europa por intermédio da imigração. E o outro, sustentado pela Europa Central — e, fazendo parte dela, a Hungria, tem como visão que devemos resolver nossos problemas demográficos lançando mão de nossos próprios recursos, mobilizando nossas próprias reservas, e — venhamos e convenhamos - renovando-nos espiritualmente". Orbán acaba de alertar para o perigo de uma "Europa muçulmanizada". Segundo ele, "a questão das próximas décadas é se a Europa continuará a pertencer aos europeus".
A África também pressiona a Europa com uma bomba-relógio demográfica. De acordo com o parlamentar holandês Geert Wilders:
"Nos próximos 30 anos, o número de africanos crescerá ultrapassando a marca de um bilhão de pessoas. É o dobro da população de toda a União Européia... A pressão demográfica será gigantesca. Um terço dos africanos querem sair da África e muitos querem ir para a Europa. Ano passado mais de 180 mil pessoas atravessaram o mar em barcos em péssimas condições, provenientes da Líbia. E isso é só o começo. De acordo com o representante da UE Avramopoulos, neste exato momento, 3 milhões de migrantes estão a postos para entrarem na Europa".
A Europa Oriental está definhando. A demografia já virou um problema de segurança para a Europa. Há menos pessoas para servirem nas funções militares e nos postos de bem-estar social. O presidente da Bulgária, Georgi Parvanov, de fato, convidou os líderes do país a participarem de uma reunião do Comitê Consultivo Nacional totalmente dedicado ao problema da segurança nacional. Houve uma época que os países da Europa Oriental temiam os tanques soviéticos, agora eles temem os berços vazios.
Segundo estimativas das Nações Unidas havia cerca de 292 milhões de habitantes na Europa Oriental no ano passado, 18 milhões a menos do que no início da década de 1990. O número é equivalente a toda a população da Holanda.
O jornal Financial Times chamou a situação na Europa Oriental como "a maior perda de população na história moderna". Sua população está diminuindo como nunca antes. Nem mesmo a Segunda Guerra Mundial, com os massacres, deportações e movimentos populacionais, chegou a tal abismo.
O caminho de Orbán - lidar com um declínio demográfico usando os próprios recursos do país — é o único jeito da Europa evitar que a previsão do Arcebispo Ravel de uma "grande substituição" se torne realidade. A imigração em massa provavelmente preencherá os berços vazios — mas a Europa então também se tornará somente uma "civilização fantasma", trata-se apenas de um tipo de diferente de suicídio.
Giulio Meotti, Editor Cultural do diário Il Foglio, é jornalista e escritor italiano.
Traduzido por Joseph Skilnik do original em inglês do Instituto Gatestone: Muslims Tell Europe: "One Day All This Will Be Ours"
Divulgação: www.juliosevero.com
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11 comentários :

Jorge Santos disse...

"Frutificai e mulhiplicai-vos". É um mandamento cristão. A Europa não é cristã.

Marcelo Victor disse...

Será que esses números são verdadeiros ou é historinha de comunista que quer levar o CAOS à civilização ocidental (predominantemente cristã)?
Não acredito em nada do que fala essa gente falaciosa e constantemente corrupta, chamada estrategicamente de "especialista".
Deus me deu a oportunidade de visitar algumas cidades europeias e não vi nada disso que falam. Ao contrário, vi trânsito intenso, grande movimento de pessoas nos centros comerciais e demais regiões, poucos empregos disponíveis, transportes urbanos cheios de gente, etc.

Marcelo Victor disse...

Sem contar que, todas as vezes que quis matricular minha filha em escolas europeias, havia poucas vagas. As salas estavam repletas de crianças e jovens de todas as idades.
O mercado de trabalho, nas cidades em que estive, era acirrado. Havia muitos currículos distribuídos nas empresas e poucas vagas a serem preenchidas.
Não acredito nessas estatísticas desses ditos "especialistas", pois são facilmente manipuladas, exatamente como ocorre no Brasil, em que as próprias autoridades metem descaradamente. Aliás, o número de homicídios no Brasil, por exemplo, deve ser bem maior do que se noticia e se imagina.
Esses fulanos que bolam esses números comprovam que verdadeiramente são filhos do diabo, o pai da mentira.

Marcelo Victor disse...

Correção: "...as próprias autoridades MENTEM descaradamente".

Thel Araújo disse...

A dúvida que eu quero tirar com os irmãos é a seguinte: como uma região composta praticamente de judeus ou cristãos como o Oriente Médio se deixou se islamizar cerca de 600 anos depois de Cristo? Como é que pode um grupo pequeno de canalhas vencerem o Cristianismo assim e hoje serem maioria esmagadora em toda aquela região? Que tipo de crente era esse pessoal que se deixou vencer desse jeito? Quando penso nessa afronta do Diabo dá vontade de eu mesmo pegar esses vermes falsos cristãos e aplicar uma bela de uma surra no Dia do Juízo Final!

Jorge Santos disse...

Já ouviu falar das igrejas de Corinto, Tessalônica, Colossos, Éfeso, Filipos etc.? Pois é, elas foram fundadas na época da igreja primitiva e não existem mais. Algumas foram fundadas por apóstolos (dos doze). Seriam eles falsos cristãos? A própria Bíblia diz que tudo vai passar exceto a Palavra e a Igreja não será destruída. A Palavra está se cumprindo.

Marcelo Victor disse...

AINDA QUE NÃO POSSA PREVALECER CONTRA OS VERDADEIROS CRENTES (Mt 16:18), HÁ DUAS FORMAS QUE O DIABO UTILIZA PARA COMBATER A IGREJA DE CRISTO NA TERRA:
1 – PRIMEIRA: PERSEGUINDO OS CRISTÃOS (ABERTAMENTE OU DE FORMA VELADA); E
2 – SEGUNDA: ENTRANDO NO MEIO DA IGREJA E DESVIRTUANDO A FÉ, CONFORME OCORREU NO CASO EM QUE BALAÃO (UM PROFETA DO DIABO) ENSINOU BALAQUE A FAZER COM QUE OS FILHOS DE ISRAEL PECASSEM DIANTE DE DEUS (Nm 31:16).
AS SETE IGREJA DA ÁSIA CERTAMENTE FORAM VÍTIMAS DE UMA, OU DAS DUAS AÇÕES DIABÓLICAS, CITADAS ACIMA, E, POR ISSO, NAUFRAGARAM NA FÉ, TRANSFORMANDO-SE EM SINAGOGAS DO DIABO (At 20:29).
VINDO PARA OS DIAS DE HOJE, TEMOS O ALERTA FEITO PELO FILHO DE DEUS QUE, NO FINAL DOS TEMPOS, MUITOS APOSTATARIAM DA FÉ CRISTÃ, DANDO OUVIDOS A ESPÍRITOS ENGANADORES, OS QUAIS TRARIAM DOUTRINAS DIABÓLICAS PARA O SEIO DA IGREJA (Mt 24:12 e 1 Tm 4:1).
PORTANTO, NÃO HÁ COMO FUGIR DESSA TRISTE REALIDADE, A QUAL JÁ ESTÁ SE MANIFESTANDO EM MEIO AOS QUE SE DIZEM CRISTÃOS, COM COISAS DIABÓLICAS QUE POSSUEM APARÊNCIA DE SABEDORIA.
NESSA DISSOLUÇÃO GENERALIZADA, POUCOS FIÉIS SOBRARÃO, OS QUAIS NÃO SE CURVARÃO ÀS DOUTRINAS DEMONÍACAS QUE INVADIRAM OS LUGARES DE CULTO A DEUS, AS QUAIS ESTÃO LEVANDO OS CRENTES À ACEITAÇÃO DA SODOMIA, DO ABORTO, DO FEMINISMO, DO LIBERALISMO, DA NÃO SUFICIÊNCIA DA BÍBLIA, DO EVANGELHO DA PROSPERIDADE, DO HUMANISMO, ENTRE OUTRAS HERESIAS DIABÓLICAS.
BEM VINDOS AO TEMPO DO FIM!!!

Thel Araújo disse...

Verdade, irmão.
Você respondeu sabiamente!

Thel Araújo disse...

Verdadeiramente o Diabo tem usado muitos falsos cristão para destruir a igreja de dentro para fora, e isso é pior do que perseguição aberta e direta. Eu mesmo já fui vítima de dezenas de servos do Diabo travestidos de cristãos, e se estou de pé é porque Deus cuida de mim e não me deixa desanimar frente a esse cenário.
Alguns dizem que Deus vai promover um novo avivamento nesses últimos dias, porém eu mesmo tenho ressalvas sobre isso porque o que estou presenciando é justamente o contrário.

Marcelo Victor disse...

UM DOS MAIORES RISCOS PARA A FÉ CRISTÃ, NA ATUALIDADE, É NÃO CRER NA SUFICIÊNCIA DA BÍBLIA E NÃO CONSIDERÁ-LA COMO A INFALÍVEL PALAVRA DE DEUS.

LER LIVROS DE HISTÓRIA E TENTAR ENTENDER A BÍBLIA A PARTIR DESSES LIVROS É UM RISCO MUITO GRANDE, POIS SOMENTE A BÍBLIA É INSPIRADA POR DEUS E OS LIVROS DE HISTÓRIA TRAZEM A VISÃO DO AUTOR.

UM EXEMPLO ATUAL, CLARO, DE DESVIO DA VERDADE É O DESCUMPRIMENTO DA ORDEM DIVINA PARA QUE A MULHER PERMANEÇA CALADA NA IGREJA DURANTE OS CULTOS, O QUE IMPEDE QUE ELAS OCUPEM MINISTÉRIOS NA IGREJA, EXERCENDO AUTORIDADE SOBRE OS HOMENS, POIS NÃO PODE ENSINAR (1 Coríntios 14:34-35, 1 Timóteo:2:11-12).

NO ENTANTO, OS LÍDERES RELIGIOSOS E TEÓLOGOS INSISTEM EM JOGAR A PALAVRA DE DEUS PELAS COSTAS E PREFEREM ENTENDER QUE SE TRATAVA DE ALGO TEMPORAL, MESMO QUE PAULO TENHA DITO QUE AS COISAS QUE ENSINAVA ERAM MANDAMENTOS DE DEUS (1 Co 14:37).

O ENSINO E EXORTAÇÃO À SANTIDADE, POR EXEMPLO, SUMIU DAS IGREJAS, DE FORMA QUE OS PREGADORES VIRARAM PROFETAS (COMO OS DO VELHO TESTAMENTO), PREGANDO PROMESSAS E MAIS PROMESSAS, AS QUAIS QUASE SEMPRE NÃO CUMPREM.

SE OLHARMOS PARA OS TESTEMUNHOS DESSES FULANOS, ENTÃO, AÍ É QUE A COISA FICA FEIA, POIS QUASE SEMPRE ESTÃO METIDOS COM POLÍTICA, PROSPERIDADE MATERIAL, IMORALIDADES E OUTRAS ABOMINAÇÕES.

POR ISSO, MEU CARO IRMÃO, TODO CUIDADO É POUCO PARA NÃO CAIR NO CONTO DO VIGÁRIO!!!

Samuel Rw disse...

Naquela região não havia somente judeus e cristãos. O Cristianismo ainda estava em processo de consolidação doutrinária e de práticas, além de ser abertamente perseguido pelas grandes nações da época. O Judaísmo, apesar de já ser uma religião consolidada e com muitos adeptos no ano 600 d.C, estava concentrada na região da Palestina. Logo, existiam vastas multidões adeptas do paganismo, nas suas mais diversas formas (panteão grego/romano, panteão persa, panteão egípcio, zoroastrismo, etc.).
O Islamismo surgiu em um ambiente majoritariamente pagão, o que tornava mais fácil a conversão de grandes massas, quando comparadas com a fidelidade judaica ou cristã.
Além disso, Maomé era um hábil estrategista de guerra. Ele implantou este espírito bélico no Islamismo o qual, em questão de conhecimento e poderio de guerra, eram muito avançados. A expansão em território e número de fiéis do Islamismo, portanto, foi na base da espada.