22 de agosto de 2017

A guerra racial do Google contra os brancos?


A guerra racial do Google contra os brancos?

Julio Severo
Se a cor da pele não é importante, por que o Google está dando preeminência para o afrocentrismo e o supremacismo negro, que valorizam sua própria cor “cultural” como superior a todas as outras cores “culturais”?
Bispo James E. Dukes do Centro Cristão de Libertação de Chicago quer a remoção da estátuta de George Washington do Parque Washington em Chicago por considerar o primeiro presidente dos EUA “racista”
Se você defende o “europeocentrismo,” isso é rotulado automaticamente de “racista.” Mas se você defende o afrocentrismo (que é sinônimo de “negrocentrismo,” significando que tudo o que tem a cor “cultural” afro ou negra deve ficar no centro de tudo) é simplesmente jóia para a Esquerda e para o Google. Para eles, europeu no centro é “racismo,” só porque europeu é sinônimo de branco. Mas afro no centro não é racismo, só porque afro é sinônimo de negro.
De acordo com o Dicionário Merriam-Webster, racismo é “uma convicção de que algumas raças são superiores às outras; também, discriminação com base em tal convicção.”
O Google vem fazendo isso. Não contra negros. Contra brancos.
O Google coloca o afrocentrismo como superior a outros.
O Google comete discriminação com base em tal convicção.
O Google só não é rigorosamente castigado, condenado, isolado e moral e legalmente linchado pela poderosa grande mídia porque na mentalidade midiática esquerdista predominante qualquer coisa feita contra negros é crime e qualquer coisa feita contra brancos é “algo muito necessário.” A Esquerda acredita que os brancos merecem perseguição.
O Google e a Esquerda desprezam a essência espiritual dos EUA.
Os Estados Unidos têm produzido tantas invenções que EUA e invenções são quase sinônimos.
Já que os EUA são majoritariamente brancos devido às suas raízes europeias, a maioria dos inventores americanos é branca.
Um estudo noticiado no jornal britânico DailyMail deu a razão para o espírito inventivo nos EUA: o protestantismo. O DailyMail disse que os protestantes brancos americanos são incrivelmente criativos. Mais criativos do que os católicos e os judeus.
É só por acaso que a maior nação protestante do mundo — os Estados Unidos — seja também a nação mais criativa do mundo?
O abundante espírito criativo e inventivo histórico dos Estados Unidos é resultado de sua cultura branca predominantemente protestante.
Mas o Google quer que você veja de modo diferente. Quando você usa o Google para pesquisar “white inventors” (“inventores brancos,” em inglês), muitos resultados da primeira página são negativamente exóticos. Muitos nos resultados não são brancos, e muitas reportagens sobre brancos nos resultados não são positivas. (Veja os resultados do Google em inglês registrados aqui: http://archive.is/guslk)
As fotos, que deveriam mostrar só pessoas brancas, em grande parte retratam pessoas negras. Os artigos mais proeminentes refletem brancos de um modo inferior e depreciativo.
Parece que os brancos, no universo do Google, deveriam ser retirados de vista. Talvez eles não devessem existir. O racismo está desenfreado no Google — contra os brancos.
Em contraste, quando você usa o Google para pesquisar “black inventors” (“inventores negros,” em inglês), os resultados são extraordinariamente positivos. Os resultados, na primeira página, mostram reportagens agradáveis sobre negros. (Veja os resultados do Google em inglês registrados aqui: http://archive.is/wq6z5)
As fotos, que deveriam mostrar apenas pessoas negras, de fato retratam apenas pessoas negras!
Mesmo quando você usa o Google em português no Brasil, os resultados para “inventores negros” (veja: http://archive.is/WOmVM) são vastamente melhores do que os resultados para inventores brancos (veja: http://archive.is/xa2wq).
A conduta do Google está em perfeita harmonia com o AFROCENTRISMO. “Afro,” que tem relação com África ou negros. “Centrismo,” que tem relação com o centro. De acordo com o Dicionário Oxford de Inglês, o adjetivo “Afrocêntrico” significa “que tem relação com a cultura africana ou negra como preeminente.”
Retratar a cultura europeia ou branca como preeminente, até mesmo quando é historicamente preeminente nos EUA e na Europa, é “racismo.” Mas retratar a cultura africana ou negra como preeminente, até mesmo quando não é historicamente preeminente numa cultura predominantemente europeia ou branca, não é racismo. Racismo protegido? Desonestidade protegida?
Por que o Google está impondo a tendência afrocêntrica, que tem um rastro destrutivo?
Na semana passada, o jornal Washington Times noticiou que o Bispo James E. Dukes do Centro Cristão de Libertação de Chicago virou manchete ao pedir que o prefeito de Chicago dê outro nome para o Parque Washington e remova uma estátua do primeiro presidente dos EUA por causa das ligações dele com a escravidão. O Bispo Dukes, que é um negro pentecostal, disse à sua congregação, através do Facebook: ‘Chegou a hora.’”
E ontem o Washington Times noticiou que “Um monumento de Cristóvão Colombo que estava há mais de 200 anos [na cidade de Baltimore] foi esmagado com uma marreta na segunda-feira para combater uma ‘cultura de supremacia branca.’”
Colombo era um explorador e navegador italiano (de origem judaica) que descobriu a América em 1492. Seu “crime” numa América obcecada pelo afrocentrismo? Ele era branco.
Se até mesmo um bispo pentecostal negro quer uma estátua do branco George Washington removida, o que esperar do Google?
Então não é de admirar que os brancos tenham sido colocados na lista negra moral e cultural do Google não só em inglês, mas também internacionalmente, inclusive no Brasil. Uma pesquisa no Google sobre inventores brancos apresenta resultados desonestos nos EUA e internacionalmente.
Por que o Google está dando preferência ao afrocentrismo?
Por que o Google está rebaixando a rica cultura protestante branca americana?
Por que o Google está se conduzindo de modo discriminatório?
Quer o Google reconheça ou não, os EUA foram fundados por brancos, que eram 98 por cento protestantes.
Os negros americanos, que têm tanto orgulho de suas realizações, conseguiram prosperar só numa cultura protestante branca. Se eles nunca tivessem sido levados para os EUA como escravos e ainda vivessem na África, eles conseguiriam ter prosperado do mesmo jeito que prosperaram nos EUA?
No século XIII, quando a Europa branca tinha castelos e cidades com catedrais e edifícios impressionantes, a África negra não tinha… quase nada. Um continente vasto, maior que a Europa, sem castelos e cidades com catedrais e edifícios impressionantes.
Ainda que os afrocentristas e supremacistas negros apontem para o Egito antigo e suas pirâmides colossais como exemplo de que a África era superior aos antigos castelos e cidades com catedrais europeias, estudos modernos despedaçam a esperança egípcia dos afrocentristas. De acordo com uma reportagem do WND, “No primeiro sequenciamento total do genoma dos antigos egípcios, abrangendo um período de 1.300 anos datando até 1.400 a.C., os cientistas concluíram que as pessoas do período faraônico tinham mais parentesco com os europeus modernos.”
Os americanos protestantes brancos têm um legado enorme de construções e invenções. Exterminar esse legado da história (e do Google) é racismo que leva, obviamente, ao genocídio cultural.
Se os afrocentristas e supremacistas negros (inclusive o Google, que colocou os inventores negros no centro das invenções e acima dos inventores brancos) querem ser honestos consigo mesmos, eles deveriam se mudar para a África e viver apenas com o que os africanos criaram ali.
Se quiserem ser honestos com a realidade, eles deveriam reconhecer que a cultura protestante branca nos EUA era e é o melhor ambiente para eles prosperarem.
Sim, há problemas na cultura branca americana, inclusive racismo. Toda cultura é imperfeita. Mas as igrejas protestantes brancas têm reconhecido, condenado e combatido o racismo séculos antes do Google. E o racismo não é uma questão americana exclusiva. Até na África, existe racismo de tribos negras contra tribos negras.
A abolição da escravidão não veio da África ou dos negros ou do Google ou dos afrocentristas ou dos supremacistas negros. Veio dos brancos protestantes. Mesmo hoje, existe escravidão na África — negros escravizando negros —, enquanto na América branca eles são livres.
Brancos proeminentes no movimento anti-escravidão, que era branco, foram os protestantes William Wilberforce, Charles Finney, Abraham Lincoln, etc.
Wilberforce criou a primeira lei, com impacto internacional, proibindo a escravidão mais de 200 anos atrás.
O pior tipo de racismo branco na história mundial foi o nazismo, que não foi derrotado pela África ou pelos negros ou pelo Google ou pelos afrocentristas ou pelos supremacistas negros. Foi derrotado pelos Estados Unidos e pela União Soviética, nações majoritariamente brancas, que estavam em aliança militar contra o racismo branco esotérico da Alemanha nazista.
Os principais líderes mundiais contra o nazismo — o protestante Franklin Delano Roosevelt e o ateu Josef Stalin — eram totalmente brancos. Havia uma diferença entre eles — capitalismo e marxismo —, e essa diferença, odiada e amada por negros, nasceu na Europa. Os sistemas democráticos e republicanos também foram criados na Europa.
Até mesmo na África do Sul, o racismo foi derrotado somente depois de uma pressão forte da América branca, da Europa branca e da União Soviética branca.
Então os brancos estão numa posição excelente para falar contra o racismo, pois eles têm combatido o racismo entre si mesmos como nenhuma outra raça já combateu.
Os americanos protestantes brancos e os europeus protestantes ingleses baniram a escravidão em suas nações brancas e também em muitas nações negras da África — sem nenhuma ajuda do Google e dos afrocentristas.
Os americanos protestantes brancos e os europeus protestantes ingleses libertaram escravos brancos e negros — sem nenhuma ajuda do Google e dos afrocentristas.
Os brancos são preeminentes, como nenhuma outra raça, na luta contra o racismo e a escravidão. Até mesmo quando líderes negros estão envolvidos na luta contra o racismo, sua luta foi inspirada e ajudada por brancos. O pastor protestante Martin Luther King Jr., que foi inspirado pelo teólogo batista socialista branco americano Walter Rauschenbusch, nunca teria tido sucesso sem apoio dos brancos. Nelson Mandela, que foi inspirado pelo branco Karl Marx, nunca teria tido sucesso sem o apoio branco da Europa, EUA e União Soviética.
Se, como acusam os afrocentristas, os brancos têm uma dívida eterna com os negros por causa da escravidão negra, e o Google está rebaixando os inventores brancos como medida indenizatória, por que eles não exigem indenizações das nações muçulmanas que foram os principais traficantes de escravos por séculos, inclusive vendendo escravos negros para europeus e americanos? Por que o Google também não rebaixa os muçulmanos? Os muçulmanos também venderam incontáveis milhares de escravos brancos para a África.
Por que os afrocentristas não exigem indenizações de nações africanas que vendiam escravos negros para europeus e americanos? Por que o Google também não rebaixa tais nações em seu mecanismo de busca?
A escravidão negra teria sido impossível sem tribos negras conquistadoras vendendo negros de tribos conquistadas para europeus e americanos. A África tem indenizações imensas para fazer aos negros americanos.
E nos séculos passados quando tribos negras conquistadoras não tinham nenhum americano e europeu para vender seus escravos negros de tribos conquistadas, eles os vendiam entre si. Negro vendendo negro. Negro comprando negro. A escravidão era normal demais na África.
Considerando que a escravidão é antiga e tradicional na África, os negros conseguiriam ter se libertado sozinhos sem os americanos protestantes e os europeus protestantes ingleses? Se eles tivessem tal força, a África não teria escravidão hoje.
Os negros teriam conseguido prosperar sem a cultura protestante branca predominante nos EUA?
A Ku Klux Klan (KKK) é repugnante e deveria ser proibida e condenada. A maioria dos brancos protestantes a condena. Mas o Google e a maioria dos negros condenam o afrocentrismo e o supremacismo negro?
Então os afrocentristas e o Google não têm nenhuma desculpa para usar a KKK para esconder, rebaixar e depreciar verdades factuais sobre brancos e sua óbvia hegemonia positiva nas invenções americanas. O Google não tem nenhum direito de usar seu mecanismo de pesquisa como máquina de propaganda para promover uma ideologia afrocêntrica contra os brancos nos EUA, Brasil e no mundo inteiro.
A desonestidade do Google contra os inventores brancos é tão repugnante quanto a desonestidade da KKK contra os negros.
Se o Google fizesse com os inventores negros o que está fazendo com os inventores brancos, seria considerado pura propaganda racista. Seria conduta criminosa.
O Google faliria se tratasse inventores negros do jeito que vem tratando inventores brancos.
A guerra do Google não é só contra os inventores brancos. É contra a realidade e honestidade.
O racismo está desenfreado nas buscas no Google sobre inventores brancos, privilegiando uma ideologia afrocêntrica e rebaixando a forte cultura criativa americana formada por protestantes brancos.
Versão em inglês deste artigo: Google’s Racial War Against Whites?
Leitura recomendada:

Um comentário :

Marcelo Victor disse...

As coisas de Deus são misteriosas e precisam ser vistas com certa cautela, pois, ainda que Jesus tenha rasgado a cédula que nos era contrária (a MORTE ETERNA), cravando-a na cruz, Ele não removeu, por exemplo, as maldições proferidas no episódio da queda do homem no jardim do Éden:
1 - A serpente continua sendo a mais maldita que toda a fera, e mais que todos os animais do campo, de forma que continua andando sobre o seu ventre e comendo pó;
2 - A dor da mulher continua sendo multiplicada grandemente, assim como sua conceição; com dor ela dá à luz filhos e o desejo dela continua sendo para o seu marido, e ele a domina;
3 - A terra continua sendo maldita por causa de Adão, produzindo-lhe espinhos e cardos, de forma que, com dor, os homens comem dela; e
4 - No suor do seu rosto, os homem comem o pão e, de brinde, ganharam a pior das maldições, que continua até o dia de hoje: a MORTE.

Por isso, não vejo impossibilidade de que os descendentes de Canaã continuem herdando as maldições proferidas por Noé até o dia de hoje e nem que os demais filhos de Cão continuem a sofrer em decorrência das bençãos que Noé proferiu sobre os outros dois filhos Sem e Jafé: "E disse: Maldito seja Canaã; SERVO dos servos seja aos seus irmãos. E disse: Bendito seja o Senhor Deus de Sem; e seja-lhe Canaã por SERVO. Alargue Deus a Jafé, e habite nas tendas de Sem; e seja-lhe Canaã por SERVO" (Gn 9:25-27).

Alguns historiadores dizem que a Europa é o lar dos descendentes de Jafé, a África é o lar dos descendentes de Cam e a Ásia é o lar dos descendentes de Sem, o que significa que os judeus, como nos mostra o livro do Gênesis, são aqueles que receberam a promessa de benção (Gn 9:25-27) e essa parece se cumprir materialmente na vida desse povo.

Muitos apelam para Cristo, como alguém que erradicou todas as maldições de todos os tempos, porém a Bíblia nos mostra que Jesus representa benção somente na vida daquele que acredita que Ele é o Filho de Deus. Os demais continuam debaixo da ira de Deus (Ef 2:3).

Outrossim, com relação à diferença entre as raças, segundo a Bíblia, o Senhor separou propositadamente os povos, dando-lhes línguas diferentes, a fim de impedir que se unissem e cumprissem todos os intentos malignos de seus corações, em rebeldia contra o Senhor (Gn 11:6-8).

Por isso, à medida que os povos se misturam e procuram unir-se acerca de algum ideal, como, por exemplo, a busca da PAZ e SEGURANÇA (unificando língua, religião, cultura, etc), percebe-se que a maldade se multiplica e a rebeldia aumenta sobremaneira, culminando numa rebeldia extrema e no aparecimento do homem do pecado.