28 de maio de 2017

Pastores metodistas, presbiterianos, episcopais e batistas lideram comício a favor do aborto nos Estados Unidos


Pastores metodistas, presbiterianos, episcopais e batistas lideram comício a favor do aborto nos Estados Unidos

Micaiah Bilger
A maioria das religiões judaico-cristãs acreditam que a Bíblia ensina que todas as vidas humanas são valiosas e merecem proteção.
Mas há algumas que se desviam do ensino e promovem o aborto.
Um grupo de líderes eclesiásticos do Estado de Nova Iorque recentemente defendeu o aborto na capital estadual, conforme reportagem da Rede Noticiosa Cristã.
Juntos, ativistas abortistas que se identificam como católicos, presbiterianos, metodistas, episcopais, batistas, unitaristas e judeus exortaram os legisladores do Estado de Nova Iorque a apoiar o aborto e a Federação de Planejamento Familiar, a maior rede de clínicas de aborto dos Estados Unidos, de acordo com a reportagem.
“Como pastores, cremos na capacidade dos nova-iorquinos de obter serviços médicos apoiados por seus ensinos religiosos e convicções pessoais,” o diretor Dennis Ross, um rabino judeu reformado, disse ao jornal Legislative Gazette. “Pessoas de todas as religiões creem em aborto seguro e legal, acesso à contracepção e educação sexual, e acreditamos que a Federação de Planejamento Familiar é um fornecedor essencial de serviços médicos.”
Sara Hutchinson Ratcliff da organização Católicas pela Escolha, que não é ligada à Igreja Católica, também participou do evento na cidade de Albany.
“Independente do que os bispos católicos possam dizer aos legisladores, a grande maioria dos fiéis na Igreja Católica discorda de nossa hierarquia acerca das questões do aborto, contracepção, e onde e como deveria ser o papel adequado das vozes religiosas na formulação de políticas públicas,” disse Ratcliff.
É preocupante ver esses líderes eclesiásticos investindo seu tempo e energia no apoio da multimilionária indústria do aborto e da destruição da vida dos bebês em gestação quando eles poderiam estar ajudando as mulheres e bebês que precisam desesperadamente de seu apoio.
As religiões judaico-cristãs ensinam seus seguidores a proteger e defender as pessoas mais vulneráveis, até mesmo quando não é fácil. Os bebês no útero são alguns dos seres humanos que mais sofrem discriminação e violações em nossa cultura hoje. Anualmente nos Estados Unidos, aproximadamente 1 milhão de bebês em gestação são abortados, e suas mães e pais muitas vezes ficam feridos e angustiados.
Os líderes eclesiásticos deveriam estar lutando pelos direitos dos bebês em gestação e exortando os membros de suas igrejas a fazer o mesmo. Muitos já estão fazendo isso. Organizações religiosas e casas de adoração muitas vezes apoiam mulheres grávidas e famílias com crianças pequenas fornecendo apoio material e emocional. Alguns administram lares maternais e centros de assistência às grávidas, outros ajudam famílias com dificuldades com despesas de moradia, alimentação e contas médicas. E muitos oferecem amizade e esperança para mulheres grávidas que se sentem oprimidas e temerosas.
Para aqueles que estão chorando por um bebê abortado, mais casas de adoração estão oferecendo aconselhamento pós-aborto e retiros de cura. Eles asseguram àqueles envolvidos em abortos que eles podem perdoar a si mesmos e obter cura do sofrimento.
Esses líderes eclesiásticos pró-aborto não estão ajudando as mulheres ou suas famílias ao promoverem o aborto. Eles estão ajudando apenas a indústria do aborto.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do LifeNews: Methodist, Presbyterian, Episcopalian, and Baptist Pastors Lead Rally for Abortion
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8 comentários :

Jorge Santos disse...

Alguém conhece a igreja pentecostal Cidade de Refúgio?

Antonio Fernando Da costa disse...

Estamos mesmo no fim dos tempos.Homens que deveriam ser exemplo e ensinar os princípios biblicos e os valores eticos da familia agora defendem a morte dos inocentes.O amor esfriou sim.

Julio Severo disse...

Sua comparação é ridícula, Jorge. A Cidade de Refúgio não é uma denominação. É uma igrejinha isolada de todas as denominações, sem filiação em nenhum conselho de pastores, etc. Em contraste, as denominações citadas neste artigo não são igrejinhas e fazem parte de estruturas evangélicas. Se a Cidade de Refúgio fizesse parte de uma denominação pentecostal como a Assembleia de Deus, seria sim uma tragédia. O caso entre os metodistas, presbiterianos e outros é infinitamente mais grave do que a isolada e não-reconhecida Cidade de Refúgio.

luciano betim disse...

Boa tarde pessoal, graça e paz.

Infelizmente o liberalismo dominou as maiores igrejas protestantes americanas. Uma pena. Um dia, essas igrejas já foram responsáveis por enviar missionários por todo mundo. Que o Senhor traga quebrantamento e arrependimento.

Só é necessário esclarecer quais são as Batistas liberais, Luteranas liberais e Metodistas liberais. Muitas igrejas conservadoras deixaram essas igrejas e uniram-se a novas denominações conservadoras.

Um grande abraço.

Jorge Santos disse...

O objetivo é provocar mesmo. Não se pode generalizar. Ou pode?http://juliosevero.blogspot.com.br/2012/04/assembleia-de-deus-do-bras-recebe.html?m=1

Jorge Santos disse...

É verdade Luciano. Grande parte das igrejas tradicionais apostataram no Brasil e nos EUA. Sou de uma igreja batista tradicional reformada, contra o aborto, homossexualismo, socialismo, tmi etc.

luciano betim disse...

Caro Jorge, boa tarde

No caso do Presbiterianismo Americano, a PCUSA que um dia foi uma denominação conservadora, hoje está tomada de liberais.

Muitas igrejas locais na PCUSA estão saindo e unindo-se a outros grupos Presbiterianos consevadores, como a Evangelical Presbyterian Church, a Presbyterian church in America e Ortodox Presbyterian Church.

Mesmo dentro da PCUSA há igrejas resistentes contra o liberalismo, lutando para que haja arrependimento entre os liberais: www.layman.org

Um grande abraço

Jorge Santos disse...

Consta um comentário no site de que já estâo orando para Alá.