21 de junho de 2017

Facebook, censura, palavrões, xingamentos e linguagem suja


Facebook, censura, palavrões, xingamentos e linguagem suja

Julio Severo
O que é liberdade de expressão para o Facebook? Na segunda-feira, logo depois que postei o título e o link do meu mais recente artigo em inglês (versão em português: Vizinhos são obrigados a pagar R$ 15 mil por chamarem homossexual de “veado” http://bit.ly/2sIpysl), recebi comunicação do Facebook mostrando exatamente esse título e link e dizendo que minha conta seria bloqueada por trinta dias, em vigor a partir de 19 de junho, por supostamente violar as normas do Facebook.
Como era de esperar, desde segunda-feira não consigo postar, curtir, interagir e responder aos contatos em minha própria conta de Facebook.
Em 20 de junho, enviei esta mensagem ao Facebook:
Com base numa reportagem da Globo, que é o maior canal noticioso do Brasil, escrevi um artigo sobre um homossexual sendo insultado e os insultadores condenados em tribunal. No texto, deixei muito claro que me oponho a xingamentos. Contudo, o Facebook me bloqueou por trinta dias. Isso é censura!
Este post foi a razão que você apresentou para me bloquear: Vizinhos são obrigados a pagar R$ 15 mil por chamarem homossexual de “veado” http://bit.ly/2sIpysl
Isso é razão suficiente para bloquear um usuário?
Já denunciei alguns posts de usuários abusivos contendo xingamentos e linguagem suja e agressiva (porque detesto xingamentos e linguagem suja), e você me respondeu que não pode removê-los ou bloqueá-los porque isso é só uma questão de opiniões diferentes.
Por que então me bloquear quando não defendi xingamentos e linguagem suja? Por que me bloquear quando claramente condenei xingamentos e linguagem suja? Se isso não é CENSURA, o que é?
Há base para você me bloquear por causa de um artigo que condena xingamentos e linguagem suja?
Por favor, reveja sua decisão sem base!
Usuários homossexualistas, no Brasil e nos EUA, expressam muitos palavrões, xingamentos e linguagem suja contra mim e outros cristãos. Aliás, poucos minutos atrás, a página homossexual americana de Facebook “Pride USA” (Orgulho EUA) postou: “Creep of the Week: Julio Severo,” que traduzido significa “Criatura Asquerosa da Semana: Julio Severo.” (Link: http://archive.is/LEI72) Na semana passada, o jornal homossexual americano Between The Lines, que tem uma página de Facebook, também publicou, em suas versões impressa e online, um artigo intitulado “Criatura Asquerosa da Semana: Julio Severo.” O Facebook já considerou banir as páginas de Facebook deles? O Facebook já considerou banir palavrões, xingamentos e linguagem suja de usuários homossexuais contra cristãos?
Há muitos palavrões, xingamentos e linguagem suja no universo do Facebook. Se o Facebook pretende bloqueá-los, os usuários deveriam respeitar tal decisão, mas a equipe do Facebook deveria ser inteligente para entender que de forma alguma meu post banido (com minha conta bloqueada) apoia palavrões, xingamentos e linguagem suja.
Então qual é a intenção do Facebook em bloquear o usuário cristão Julio Severo de postar, curtir e interagir em sua própria conta por trinta dias?
Se isso não é censura, o que é?
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20 de junho de 2017

Pastor batista diz que o “amor” homossexual é abençoado por Deus numa das maiores paradas do “orgulho” gay do mundo no Brasil


Pastor batista diz que o “amor” homossexual é abençoado por Deus numa das maiores paradas do “orgulho” gay do mundo no Brasil

Julio Severo
Uma das maiores paradas do “orgulho” gay do mundo aconteceu em São Paulo, no domingo passado, mas sua maior surpresa não foi nudez e atos sexuais, que são rotina nesse evento homossexual.
A surpresa foi José Barbosa Júnior, um pastor batista progressista que fez o discurso de abertura na Parada Gay de São Paulo, sugerindo que a sodomia, ou sexo entre dois homens, é “amor.”
Deram-lhe apenas um minuto de fama, e ele usou esse minuto não para falar do amor de Jesus pelos pecadores, mas para exaltar o pecado homossexual como “amor.” Ele envergonhou o Evangelho para criar uma reputação para si.
Num vídeo que gravou seu discurso curtíssimo, ele disse:
Boa tarde, São Paulo.
Eu venho em nome do Movimento “Jesus Cura a Homofobia” pedir perdão à comunidade LGBT por todas as mazelas que a Igreja Evangélica fez com vocês durante todos estes anos.
Eu quero dizer, para deixar bem claro aqui, que Malafaia, Feliciano e tantos outros não representam todos os evangélicos do Brasil. Os evangélicos amam, sim. A gente tá aqui para falar que toda forma de amor é abençoada por Deus. Vocês podem sim se divertir e se amar, porque Deus está com vocês. A bancada evangélica é uma vergonha para o Evangelho e para todas as igrejas.
Então força, para todos vocês, por um Estado totalmente laico, sempre. Muito obrigado.
Você pode assistir a ele em suas próprias palavras na Parada Gay de São Paulo neste vídeo: https://youtu.be/ytsl6E9jouo

Se a sodomia, ou sexo entre dois homens, fosse normal e aprovada por Deus e Sua Palavra, o pastor batista estaria absolutamente certo e toda a comunidade evangélica deveria acolher sua reprimenda com contrição.
No entanto, a sodomia, ou sexo entre dois homens, é anormal e desaprovada por Deus e Sua Palavra. Aliás, Deus não chama isso de “amor.” Deus diz: “Não se deite com um homem como quem se deita com uma mulher; é repugnante.” (Levítico 18:22 NVI) Para Deus, o sexo entre dois homens é totalmente repugnante.
Então José Barbosa Júnior apresentou de forma deturpada Deus e Sua Palavra para pecadores homossexuais. Como explicar a inspiração dele para agir contra a Palavra de Deus? A Bíblia diz:
“O Espírito diz claramente que nos últimos tempos alguns abandonarão a fé e seguirão espíritos enganadores e doutrinas de demônios. Tais ensinamentos vêm de homens hipócritas e mentirosos, que têm a consciência cauterizada.” (1 Timóteo 4:1-2 NVI)
Acerca do pastor batista, a Bíblia diz:
“Pois tais homens são falsos apóstolos, obreiros enganosos, fingindo-se apóstolos de Cristo. Isto não é de admirar, pois o próprio Satanás se disfarça de anjo de luz. Portanto, não é surpresa que os seus servos finjam que são servos da justiça. O fim deles será o que as suas ações merecem.” (2 Coríntios 11:11-15 NVI)
A Bíblia também diz:
“O que aconteceu com Sodoma e Gomorra e as cidades próximas é um exemplo para nós do castigo de fogo eterno. As pessoas dessas cidades sofreram o mesmo destino que o povo de Deus e os anjos sofreram, pois cometeram pecados sexuais e se engajaram em atividades homossexuais.” (Judas 1:7 GWV)
A maioria dos participantes da Parada Gay de São Paulo não sabia disso, e o pastor batista lhes negou a verdade. Jesus veio ao mundo não para exaltar o pecado, mas para libertar as pessoas do pecado.
Os organizadores homossexuais disseram que 3 milhões de pessoas participaram da 21ª parada anual do “orgulho” gay de São Paulo, mas as autoridades não se arriscaram a divulgar uma estimativa da multidão, pois em todos os eventos passados os números foram muito inchados.
O lema da parada neste ano foi: “Independente de nossas crenças, nenhuma religião é lei. Todos e todas por um Estado laico.”
A organizadora Claudia Regina disse: “Nossos principais inimigos hoje são os fundamentalistas religiosos.” Por religião, ela quis dizer só o Cristianismo, não as religiões afro-brasileiras, cuja representante, Daniela Mercury, cantora ganhadora do Grammy, fez uma apresentação na parada. Daniela, que é lésbica, tem sido a embaixadora da UNICEF para as crianças por mais de 20 anos.
Num evento homossexual na ONU em 2015, ela disse: “Não sou a Cinderela nem a Bela Adormecida…Sou uma rainha má. A rainha má da macumba” — termo ligado a uma religião afro-brasileira semelhante ao vodu. Em termos cristãos é feitiçaria brasileira. A homossexualidade é celebrada nas religiões afro-brasileiras e, ainda que detestem o Cristianismo, os ativistas homossexuais no Brasil gostam muito das religiões afro-brasileiras.
Em 2013, Daniela disse que os cristãos que se opõem ao “casamento” gay merecem cadeia, ainda que a própria mãe dela tenha também se oposto.
Adotando um tom político, homossexuais na Parada Gay de São Paulo levantaram cartazes que representavam o presidente americano Donald Trump e o presidente russo Vladimir Putin como “drag queens.”
Eles foram contra Putin porque ele tem lhes negado o bolo inteiro de privilégios homossexuais, principalmente com sua lei que proíbe a propaganda homossexual para crianças. Ele não lhes deu nenhuma fatia do bolo.
Eles foram contra Trump porque o presidente americano lhes deu só fatias, e eles não estão satisfeitos com isso. Eles querem o bolo inteiro!
Tanto Trump quanto Putin não entendem realidades espirituais. Mas aquele que deveria entender — o Pr. José Barbosa Júnior — se portou como cristão enganoso quando disse para a multidão de pecadores homossexuais: “A gente tá aqui para falar que toda forma de amor é abençoada por Deus. Vocês podem sim se divertir e se amar, porque Deus está com vocês.”
A Teologia da Missão Integral, que é a versão protestante da Teologia da Libertação, levou José Barbosa Júnior à perversão da Teologia Gay e a perverter o verdadeiro sentido do amor de Jesus.
Com informações da Associated Press, NBC News e Friday Fax.
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19 de junho de 2017

Vizinhos são obrigados a pagar R$ 15 mil por chamarem homossexual de “veado”


Vizinhos são obrigados a pagar R$ 15 mil por chamarem homossexual de “veado”

Julio Severo
Um tribunal no Acre condenou três vizinhos por insulto contra um homossexual que caminhou na rua deles. Entre as palavras ofensivas, o homossexual foi chamado de “veado.” O tribunal em Rio Branco, capital do Acre, está obrigando os três vizinhos a pagar R$ 5 mil cada, conforme noticiado pela Globo. A decisão do tribunal foi divulgada em 14 de junho.
Estranhamente, a Globo omitiu o nome da alegada vítima homossexual e seus agressores verbais. A Globo chamou a “agressão” verbal deles de “homofobia.”
Os habitantes do Acre têm muita dificuldade de pagar R$ 5 mil. O Acre é um dos estados mais pobres do Brasil com 0.59% do PIB nacional. Ainda que o progresso e a infraestrutura modernizada não tenham chegado ao Acre, leis anti-“homofobia” já chegaram ali.
Pelo sistema brasileiro, os estados podem aplicar apenas multas quando não existe nenhuma lei federal sobre um crime alegado. Quando existe uma lei federal, os estados podem aplicar multas e prisão.
Como um brasileiro conservador e principalmente como evangélico, me oponho a palavrões. Mas considerando que os ativistas homossexuais veem as passagens da Bíblia que condenam suas práticas sexuais imorais como “ofensivas,” o que os impediria de processar pastores, padres e outros cristãos por meramente citarem tais passagens?
A cultura brasileira, que é profundamente católica sincrética, adora linguagem suja. Todos no Brasil, sem exceção, são vítimas de palavrões. Até mesmo os homossexuais chamam outros homossexuais de “veados.” Aliás, os homossexuais são um dos maiores grupos bocas sujas do Brasil.
Então por que aplicar uma balança legal diferente quando os homossexuais se sentem ofendidos?
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17 de junho de 2017

Trump nomeia ativista esquerdista para um dos tribunais mais importantes da América Latina


Trump nomeia ativista esquerdista para um dos tribunais mais importantes da América Latina

Dr. Gualberto Garcia Jones
(LifeSiteNews) — Muitos advogados conservadores internacionais ficaram chocados quando o Departamento de Estado dos Estados Unidos nomeou o advogado Douglass Cassel, ativista socialista membro da organização esquerdista ACLU, para a Comissão Interamericana de Direitos Humanos.
Douglass Cassel
A Comissão Interamericana de Direitos Humanos, com sede na capital dos Estados Unidos, é um órgão semi-judicial criado pela Organização dos Estados Americanos — uma ONU miniatura na América Latina. É semi-judicial porque seu mandato não é apenas resolver disputas, mas também atuar como defensora dos direitos humanos. Por causa de seu mandato amplo, o potencial para atuar como tribunal desembestado é muito real.
Na América Latina, a Organização dos Estado Americanos e a Comissão Interamericana de Direitos Humanos são amplamente consideradas como os defensores mais importantes da democracia e direitos humanos. Quem os Estados Unidos nomear para essa comissão é um sinal claro para a América Latina de qual é a política externa do governo americano.
Essa comissão é o cumprimento de um sonho para ativistas judiciais e frequentemente um pesadelo para nós que buscamos proteger os valores tradicionais e a soberania nacional.
Com a nomeação de Cassel, o presidente Donald Trump está escolhendo um juiz esquerdista radical.
Uma das principais causas defendidas por Cassel tem sido a defesa de terroristas presos na Prisão da Baía de Guantânamo. Coincidentemente, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos está na vanguarda das pressões internacionais para fechar a Prisão da Baía de Guantânamo por preocupação com o “direito à liberdade pessoal e tratamento humanitário” dos terroristas.
Preocupações humanitárias semelhantes parecem estar completamente ausentes dessa comissão quando rotineiramente ela pede a legalização do aborto em países latino-americanos em que essa prática é rejeitada pela maioria da população e proibida pelas constituições locais.
No mês passado, num evento patrocinado pelas fundações de George Soros, Cassel declarou que ele trabalharia para minar a soberania dos EUA tentando submeter os EUA à plena jurisdição dessa comissão. Com orgulho, ele também elogiou abundantemente suas credenciais como advogado da entidade esquerdista ACLU, tendo ele mesmo processado o governo dos EUA.
Cassel representa o oposto exato da filosofia judicial que o presidente Trump prometeu. Não é tarde demais para cancelar a nomeação desse ativista judicial globalista e nomear alguém que verdadeiramente represente a ética judicial que o presidente Trump tem defendido.
Para o bem de todo o continente americano, os Estados Unidos precisam nomear juízes internacionais que respeitem a soberania e recusem usar o judiciário para impor ideologias esquerdistas no povo do continente americano.
Gualberto Garcia Jones é jurista e diretor-executivo do Grupo Internacional de Direitos Humanos, uma organização de ativismo legal conservador com credenciais diante da Organização dos Estados Americanos.
Traduzido e condensado do original em inglês de LifeSiteNews: Trump appoints a liberal activist to one of Latin America’s most important courts
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16 de junho de 2017

“Deus decidiu”: Putin afirma que é seu “dever” impedir gays de se casarem de modo que as pessoas tenham mais bebês


“Deus decidiu”: Putin afirma que é seu “dever” impedir gays de se casarem de modo que as pessoas tenham mais bebês

Kelly Mclaughlin
O presidente russo Vladimir Putin afirmou que é seu “dever” impedir gays de se casarem numa tentativa de “dar mais força para as famílias,” pois as duplas de mesmo sexo “não produzirão nenhum bebê.”
Numa série de entrevistas com o diretor cinematográfico americano Oliver Stone, Putin explicou suas opiniões contra o “casamento” de mesmo sexo e sua convicção de que ele precisa “defender os valores tradicionais.”
Ele disse: “E posso lhe dizer isto, que como chefe de Estado hoje, creio que é meu dever defender os valores tradicionais e os valores da família. Mas por que? Porque os ‘casamentos’ de mesmo sexo não produzirão nenhum bebê. Deus decidiu, e precisamos cuidar da questão dos índices de natalidade em nosso país. Precisamos dar mais força para as famílias. Mas isso não significa que deva haver perseguições contra ninguém.”
Na entrevista, Putin também focou seu ataque na adoção de mesmo sexo, dizendo que é melhor que crianças cresçam em lares “tradicionais.”
“Não posso dizer que nosso público aceita bem [a adoção de crianças por duplas gays],” ele disse para Stone. “Digo isso francamente. Como em meu ponto-de-vista, as crianças terão uma escolha mais livre quando se tornarem adultas se crescerem numa família tradicional.”
O presidente russo também insistiu em que os gays não enfrentam perseguição no país, dizendo que a Rússia é “um tanto liberal.”
“Não existe situação como em alguns países muçulmanos em que os homossexuais enfrentam pena de morte,” ele disse. “Não temos restrições ou importunações com base em sexo. Além disso, muitas pessoas explicitamente falam sobre orientação sexual não tradicional. Mantemos relações com eles e muitos deles alcançam resultados estupendos em suas atividades… chegam até a receber prêmios e promoções estatais por suas realizações.”
Putin defendeu a lei polêmica da Rússia que proíbe a disseminação para menores de idade de “propaganda” que legitime a homossexualidade, dizendo que “o raciocínio por trás dessa lei é dar às crianças a oportunidade de crescerem sem impactar sua consciência.”
Embora haja animosidade generalizada contra a homossexualidade na Rússia e as autoridades regularmente neguem aos ativistas gays permissão para fazer passeatas, Putin disse que “nossa sociedade é de mentalidade liberal até certo ponto.”
Depois que Putin comentou que não existe proibição formal para gays nas forças armadas, Stone perguntou se Putin tomaria banho de chuveiro num submarino com um tripulante gay.
“Prefiro não ir ao chuveiro com ele. Por que provocá-lo?” Putin disse. “Mas, sabe de uma coisa, sou também mestre em artes marciais.”
Stone conduziu as entrevistas com Putin entre 2015 e 2017.
As entrevistas foram primeiramente exibidas no canal de TV a cabo dos EUA Showtime em quatro partes no começo desta semana.
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15 de junho de 2017

A viagem de Trump a Israel: Nada de exclusividade e embaixada americana em Jerusalém


A viagem de Trump a Israel: Nada de exclusividade e embaixada americana em Jerusalém


Julio Severo
O presidente Donald Trump perderia sua credibilidade se ele não guardasse sua promessa de mudar a Embaixada dos EUA para Jerusalém, uma autoridade do governo de Israel disse à CBN News antes da visita de Trump.
Durante sua campanha, Trump prometeu mudar a embaixada para Jerusalém e, pela urgência de sua promessa, seus eleitores evangélicos, cujos votos foram vitais para sua eleição, esperavam que ele cumprisse sua promessa logo depois de sua posse.
Eles tinham a esperança de que ele nomeasse Mike Huckabee, ex-governador e pastor batista, como embaixador americano para Israel para ajudar a mudar a embaixada americana para Jerusalém. Mas isso nunca aconteceu.
Meses se passaram e os eleitores evangélicos de Trump esperavam que ele fizesse uma surpresa em sua viagem para Israel e anunciasse a mudança da embaixada. De novo, isso nunca aconteceu.
“Acredito sinceramente que depois que o presidente Trump, em mais de uma ocasião, se comprometeu a mudar a embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém, se ele não fizer isso, acho que ele realmente perderá a credibilidade,” Michael Oren, vice-ministro de diplomacia de Israel, disse para Pat Robertson, fundador da CBN (Rede de Televisão Cristã), numa entrevista exclusiva antes da viagem de Trump para Israel.
“As pessoas respeitam aqueles que mantêm suas palavras ainda que suas palavras sejam polêmicas,” disse ele.
As promessas de Trump ficaram sem cumprimento porque ele tinha uma prioridade máxima: Arábia Saudita. Sua primeira viagem internacional foi ao Oriente Médio. Mas a primeira nação que ele visitou não foi Israel. Foi a Arábia Saudita, que forneceu a maioria dos terroristas responsáveis pelo atentado islâmico contra os EUA em 11 de setembro de 2001.
Se Trump compreendesse como Deus ama as primeiras coisas que são oferecidas a Ele, ele teria feito sua primeira viagem a Israel. Mas ele escolheu oferecer as primeiras coisas para a Arábia Saudita, que é o principal patrocinador do terrorismo islâmico mundial.
A visita de Trump para a Arábia Saudita produziu uma imediata transação comercial enorme de 110 bilhões de dólares em equipamento militar que representou o “maior acordo de vendas de armas da história dos EUA.” Trump também assinou um acordo extraordinário no valor total de 350 bilhões de dólares em equipamento militar durante dez anos. Ele disse: “Centenas de bilhões de dólares de investimentos nos Estados Unidos e empregos, empregos, empregos.”
Depois do acordo enorme, Avigdor Lieberman, ministro da Defesa de Israel, disse: “Não estou em paz com a corrida armamentista no Oriente Médio. Vendas de armas na região alcançaram 215 bilhões e isso não é uma quantia pequena… A compra saudita enorme e a corrida armamentista não caem bem.”
Embora a Arábia Saudita tenha sido pesadamente armada por Trump, os Estados Unidos prometeram aumentar sua assistência em equipamento militar para Israel para apenas 3,8 bilhões, a partir de 2019, uma quantia vastamente inferior ao que os sauditas recebem em equipamento militar americano. Em comparação ao que os sauditas recebem, Israel recebe meras esmolas militares.
Se uma guerra ocorrer entre Israel e a ditadura islâmica saudita, só Deus pode ajudar Israel, pois os israelenses estão em pavorosa desvantagem numérica diante dos sauditas, que têm abundantes armas americanas.
Provavelmente, Trump não mudou sua embaixada para Jerusalém para agradar ao seu cliente saudita. Na década de 1940, o presidente Franklin Delano Roosevelt prometeu ao ditador saudita que enquanto ele fosse presidente, os Estados Undios jamais reconheceriam um Estado judeu. Deus precisou remover Roosevelt para que Israel fosse formalmente reconhecido pelo governo americano.
Por causa da Arábia Saudita, Roosevelt não queria que o moderno Estado de Israel nascesse, e Deus trabalhou contra ele. Ao que tudo indica, por causa da Arábia Saudita, Trump está hesitante para cumprir sua promessa sobre Jerusalém. Ele está hesitante de colocar o Deus de Israel em primeiro lugar. Mas de um jeito ou de outro, Deus de novo trabalhará contra o governo americano e seus presidentes que se recusam a colocar o Deus de Israel em primeiro lugar.
Até mesmo a visita de Trump a Israel não foi exclusiva. Ele fez questão de visitar ao mesmo tempo o líder palestino, depois que ele já havia aumentado seu financiamento para a Autoridade Palestina.
O presidente conservador Ronald Reagan fazia questão de evitar se encontrar com líderes palestinos em seu governo de 8 anos, porque ele os via como terroristas. Depois de mais de trinta anos, o que mudou? O mesmo líder palestino com quem Trump se encontrou tem um governo notório por pagar famílias de terroristas-suicidas contra Israel. Reagan nunca se encontraria com esses terroristas. Ele nunca daria financiamento para a Autoridade Palestina. Trump tem feito isso.
Colocando mais lenha na fogueira, Trump se encontrou com o líder palestino Mahmoud Abbas em Belém, uma cidade tradicionalmente pertencente aos judeus, mas hoje ocupada pelos palestinos. Ao se encontrar com Abbas ali, Trump reconheceu a ocupação palestina, que é um insulto imenso para os judeus e até mesmo cristãos. Trump ratificou o insulto.
Trump cumprimentou com aperto de mão várias autoridades palestinas, inclusive líderes islâmicos, e ele saudou dois oficiais militares palestinos.
O Guia do Oficial Militar dos EUA diz: “É costume saudar oficiais de nações estrangeiras amigas quando reconhecidas como tais” — o que quer dizer que a saudação de Trump indicaria que a Autoridade Palestina é uma “nação estrangeira amiga.”
Existe uma amizade entre EUA e Israel? Sim, mas nenhuma exclusividade e primeiro lugar. A exclusividade e primeiro lugar pertencem à Arábia Saudita? Ao que tudo indicam, sim.
A Arábia Saudita tem sido armada até os dentes pelo governo americano, sob Bush, Clinton, Bush, Obama e agora Trump. Quem pode garantir que algum dia a Arábia Saudita islâmica, que proíbe a entrada de judeus e da Bíblia em seu território, não atacará Israel?
Com informações do DailyMail, CBN e Haaretz.
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