24 de julho de 2017

É fácil publicar documentos fraudulentos em revistas científicas americanas


É fácil publicar documentos fraudulentos em revistas científicas americanas

Julio Severo
Um especialista em neurologia revelou que conseguiu convencer três revistas médicas a publicar seu manuscrito fraudulento com o tema de Guerra nas Estrelas, apesar de abarrotado de referências à série clássica de George Lucas.
George Lucas e Anakin Skywalker de Guerra nas Estrelas
O autor, que escreve online sob o nome de Neuroskeptic (Neurocético), disse que seu documento intitulado “Mitocôndria: Estrutura, Função e Relevância Clínica” foi escrito de modo precário e “uma bagunça absurda de erros factuais, plágio e citações cinematográficas.”
“Eu queria testar se revistas ‘predatórias’ publicariam um documento obviamente absurdo,” o autor do trote escreveu. “Então criei um manuscrito falsificado. Eu o enchi de outras referências à galáxia longínqua, e o apresentei a nove revistas sob os nomes de Dr. Lucas McGeorge e Dra. Annette Kin.”
O nome dos autores dados no documento fraudulento são referências mal-disfarçadas a Lucas — o criador de Guerra nas Estrelas — e Anakin Skywalker.
O documento foi aceito por quatro diferentes revistas — a Revista Americana de Pesquisa Médica e Biológica, a Revista Internacional de Biologia Molecular: Acesso Aberto, a Revista de Farmacologia e Terapia de Austin e a Revista Americana de Pesquisa de Biociência.
A Revista Americana de Pesquisa Médica e Biológica não publicou o documento, mas pediu uma taxa de 360 dólares para publicar.
“É só para lembrar que em algumas revistas cujo conteúdo é avaliado por outros especialistas, não existe de fato nenhuma avaliação significativa,” Neuroskeptic disse. “Tudo o que eu fiz, como Lucas McGeorge, foi testar a qualidade dos produtos que estão sendo anunciados.”
Um documento fraudulento cheio de fantasias foi aprovado em três revistas científicas. Então um documento com apenas algumas referências falsas seria provavelmente aprovado por um número maior de revistas científicas.
Numa época em que as pessoas acreditam em tudo o que as revistas científicas dizem, inclusive seus louvores a fantasias irracionais sobre a homossexualidade, principalmente quando em conflito óbvio com as funções reprodutivas humanas e a complementaridade e as diferenças biológicas naturais, muitas vezes os leitores esquecem que os seres humanos erram, mesmo quando são cientistas, e às vezes são maliciosos na defesa de suas preferências e ideologias.
Com informações do DailyMail.
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22 de julho de 2017

Pá é aprovada como castigo para estudantes mal-comportados em distrito escolar do sul do Texas, EUA


Pá é aprovada como castigo para estudantes mal-comportados em distrito escolar do sul do Texas, EUA

Ann Schmidt
Os estudantes podem agora apanhar de pá quando se comportarem mal num distrito escolar do sul do Texas, EUA.
O conselho administrativo da Escola Independente Three Rivers aprovou a política de castigo físico na terça-feira com uma votação de 6 x 0 com só um membro ausente.
O castigo físico nas escolas é legal no estado do Texas. A Associação de Professores de Sala de Aula do Texas define castigo físico como “imposição deliberada de dor física batendo com uma pá, com a mão ou qualquer outra força física usada como meio de disciplina.”
Pá de disciplina
Só um coordenador comportamental ou o diretor pode bater nos estudantes com uma pá, diz a nova política.
Os pais terão de dar consentimento escrito e verbal se seus filhos devem apanhar com pá ou não, noticiou o jornal Corpus Christie Caller-Times.
Eles decidirão quando matricularem seus filhos no novo ano escolar.
Se o pai ou a mãe aprovou, uma criança mal-comportada apanhará de pá por sua transgressão, o que pode significar ser desobediente aos professores ou não seguir as normas de sala de aula.
“Se o pai ou a mãe não se sente à vontade com isso, fim da discussão,” disse Mary Springs, superintendente do distrito escolar da Escola Independente Three Rivers.
Ela acrescentou que eles ficarão de olho nos incidentes para ver se a nova política faz uma diferença.
“Examinaremos quantos encaminhamentos para especialistas foram feitos em comparação com o ano passado e quantas vezes (o castigo físico) foi administrado. Se reduzir o número de encaminhamentos, então é uma coisa boa,” disse ela.
A ideia da política veio de Andrew Amaro, coordenador comportamento da Escola de Ensino Básico Three Rivers, que espera que a nova política tenha um efeito mais imediato em estudantes mal-comportados.
Antes de o conselho aprovar a política, o distrito escolar da Escola Independente Three Rivers proibia disciplina física.
O Texas é um dos 19 estados dos Estados Unidos que permitem castigo físico nas escolas. Todos os distritos escolares do Texas que permitem o castigo físico requerem que os pais deem consentimento.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do DailyMail: Paddling is approved as a punishment for misbehaving students in South Texas school district
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21 de julho de 2017

Complô para substituir europeus por imigrantes muçulmanos


Complô para substituir europeus por imigrantes muçulmanos

Liam Clancy
WASHINGTON, EUA — Milhões de imigrantes [muçulmanos] principalmente da África e Oriente Médio estão enchendo a Europa como um dilúvio nos últimos três anos — o resultado do que os líderes mundiais têm explicado como crise de “refugiados” provocada por guerras.
Contudo, um documento da ONU, preparado no ano 2000 e redescoberto pelo WND, revela que a ONU já estava promovendo a noção de “migração de substituição” na Europa com o apoio de ONGs de fronteiras abertas e políticos progressistas.
O documento — “Migração de Substituição: É uma Solução para Populações em Declínio e Envelhecimento?” — explica em detalhes os índices de natalidade caindo em toda a Europa e identifica uma solução: imigração em massa.
O documento de 17 anos argumentou que a imigração em massa é necessária para substituir as populações que estão envelhecendo nos países desenvolvidos. Sem a migração de populações dos países em desenvolvimento, o documento raciocina, as economias sofrerão por causa da escassez de mão de obra e queda na arrecadação de impostos.
“Portanto, entre as variáveis demográficas, só a migração internacional pode ser vital para lidar com o declínio populacional e envelhecimento populacional a curto e médio prazo,” o relatório conclui.
O relatório especificamente mira nos EUA, Alemanha, Inglaterra, França, Itália, Japão, Coreia do Sul e Rússia como os principais candidatos para migração de substituição. Não é um estudo obscuro, escrito e então ignorado, mas é um documento que deu origem à agenda pró-imigração promovida pela ONU, pela Câmara de Comércio do EUA e pelos ativistas de fronteiras abertas.

Migração dominada por homens [muçulmanos]

Mais de 1,3 milhões de migrantes solicitaram condição de refugiado na Europa em 2015, um número recorde para o continente europeu, de acordo com o Centro de Pesquisa Pew.
Um número estimado de 75 por cento dos que solicitaram asilo na Europa em 2015 eram homens jovens [muçulmanos], muitos sem estudo ou educação significativa. Entre eles estavam gambianos (97 por cento homens), paquistaneses (95 por cento homens), afegãos (80 por cento homens), iraquianos (75 por cento homens) e sírios (71 por cento homens).
Na Suécia, o governo aceitou 163.000 [muçulmanos] que buscaram asilo em 2015. Um ano depois, só 500 desses migrantes haviam encontrado algum trabalho, de acordo com o site noticioso europeu de língua inglesa The Local.
Os migrantes [muçulmanos] custam ao governo sueco milhões de dólares em benefícios financeiros e de moradia do Estado.

Migração [muçulmana] “inevitável”

Junto com a União Europeia, a ONU tem sido um grande defensor da migração [muçulmana] para o continente europeu.
A Declaração de Migrantes e Refugiados da ONU, um documento adotado pela Assembleia Geral em 2016, demonstra o apoio incessante que a ONU dá para migrantes [muçulmanos]. Esse documento inclui cláusulas que “condenam fortemente a xenofobia contra os refugiados e migrantes e apoiam uma campanha mundial para combater a xenofobia.”
Traduzido e editado por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Plot to replace Europeans with refugees exposed
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20 de julho de 2017

Vitória para Putin: Trump encerra projeto da CIA que armava rebeldes islâmicos na Síria


Vitória para Putin: Trump encerra projeto da CIA que armava rebeldes islâmicos na Síria

Julio Severo
O presidente Donald Trump está encerrando um projeto secreto da CIA que entregava armas para os rebeldes islâmicos na Síria — um projeto que o presidente russo Vladimir Putin há anos acusa de ser ilegal.
O projeto recrutava militantes islâmicos, que a CIA dizia eram “moderados,” treinando-os e armando-os para derrubar o presidente sírio Bashar al-Assad.
O projeto foi lançado em 2013 por iniciativa da então secretária de Estado Hillary Clinton durante o governo de Barack Obama.
Ao encerrar o projeto, o governo de Trump está atendendo a uma reivindicação do governo russo, que despachou tropas em 2015 para ajudar o governo de Assad, que estava lutando em duas grandes frentes de batalha: contra o implacável ISIS e contra os rebeldes islâmicos de Obama.
“Se for verdade — e espero que não seja — seria uma capitulação completa para Assad e a Rússia,” disse decepcionado o senador republicano neocon Lindsey Graham.
Outro senador republicano neocon, John McCain, detestaria o que eles estão chamando de “capitulação de Trump.” No entanto, agora diagnosticado com câncer no cérebro, McCain, que está com 80 anos e não apoiou a eleição de seu colega republicano Trump, muito pouco pode fazer para pressionar Trump e avançar sua ideologia neocon, que foi o pior câncer da vida dele.
McCain foi o principal apoiador das intervenções do governo de Obama na Síria, especialmente para armar os rebeldes islâmicos. Ele chegou a ser louvado pelo ISIS.
O ataque que o governo americano cometeu contra o governo sírio em abril ocorreu depois que Trump capitulou para os neocons, especialmente McCain. Esse ataque, que foi elogiado por muçulmanos sírios, foi condenado por cristãos sírios e também por grandes apoiadores de Trump, especialmente a escritora Ann Coulter.
Autoridades do governo americano disseram que o encerramento do projeto secreto da CIA é parte dos esforços de Trump de melhorar as relações com o governo russo e um reconhecimento de que armar os rebeldes islâmicos já não tem tanta chance de êxito agora que Assad consolidou seu poder, com a ajuda da força aérea da Rússia.
Em 2015, Putin criticou o projeto da CIA como ilegal.
“Em minha opinião, dar equipamento militar para grupos ilegítimos viola os princípios das leis internacionais e da Carta da ONU,” Putin disse. “Apoiamos apenas governos legítimos.” Ele disse que o único exército legítimo na Síria era o exército de Assad.
Trump vem buscando melhores relações e negociações com a Rússia. Os dois presidentes tiveram uma reunião oficial em Hamburgo, na Alemanha.
Na terça-feira de noite, a Casa Branca confirmou que Trump e Putin tiveram também um segundo encontro, secreto, durante um jantar do G20.
O jornal New York Times relatou que o encontro durou uma hora.
Com informações do DailyMail.
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19 de julho de 2017

Bispo Macedo: Jesus nunca falou contra o homossexualismo


Bispo Macedo: Jesus nunca falou contra o homossexualismo

Julio Severo
As denominações evangélicas estão divididas, especialmente nos Estados Unidos, entre a postura liberal, predominante entre igrejas protestantes históricas, de apoiar a agenda gay e a postura conservadora, predominante entre igrejas pentecostais e neopentecostais, de fazer oposição a essa agenda predatória.
Essa divisão é tão intensa que recentemente quando o Rev. Eugene Peterson, criador da Bíblia “A Mensagem,” tentou apoiar o “casamento” homossexual (postura liberal que já é comum na sua denominação, a Igreja Presbiteriana dos EUA), a reação conservadora foi imediata, fazendo Peterson retroceder. Mas a Igreja Presbiteriana dos EUA, que é a maior denominação presbiteriana dos EUA, persiste nessa postura.
Outras denominações protestantes históricas nos EUA também estão adotando a postura liberal com relação ao pecado homossexual.
No Brasil, a única exceção neopentecostal tem sido a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), que não critica a postura liberal, mas tem atacado a postura conservadora.
O site oficial da IURD anunciou em 2015 que seu fundador, Bispo Edir Macedo, disse:
“Há muitos crentes, pastores e igrejas levantando uma bandeira contra o movimento gay, contra o casamento de homossexuais. Eu pergunto: Jesus faria isso se estivesse vivendo no nosso tempo? Eu não creio que Ele faria. Porque no tempo dEle já havia homossexuais e Jesus não falou nada. Jesus não levantou uma bandeira, falando: ‘Olha, vocês têm que falar contra o homossexualismo, que é proibido, que não deve.’”
Depois dessa declaração, Macedo recebeu o Oscar Gay 2015, do Grupo Gay da Bahia, fundado por Luiz Mott, o maior ativista homossexual do Brasil.
Macedo também poderia dizer: “Quantas vezes Jesus falou sobre abuso sexual infantil? Quantas vezes Jesus falou contra os estupradores de crianças? Jesus não levantou uma bandeira contra o abuso sexual contra crianças, falando: ‘Olha, vocês têm que falar contra o estupro de crianças.”
Na verdade, Jesus nunca falou contra o abuso sexual infantil e os estupradores de crianças.
Deveríamos então remover a agenda gay e o abuso sexual infantil das preocupações cristãs somente porque Jesus nunca mencionou diretamente essas questões?
Jesus só não atacou de frente a agenda gay porque essa não era a obsessão da sociedade judaica em que ele ministrou o Evangelho. Cada geração tem seus próprios desafios e ênfases. Sem o Espírito Santo para nos orientar na Palavra de Deus, é impossível dar uma resposta a esses desafios e ênfases.
Nesse ponto, é importante dar atenção às palavras de Lutero:
“Se eu professo com a mais alta voz e a mais clara expressão cada porção da verdade de Deus, exceto precisamente aquela pequena porção que o mundo e o diabo estão, neste momento, atacando, então eu não estou [realmente] confessando Cristo, por mais que eu cante de galo clamando que O estou professando.”
A pergunta importante é: Por que o bispo Edir Macedo não critica a postura liberal, mas tem atacado a postura conservadora que se opõe à agenda gay?
Parece que Macedo fez suas declarações polêmicas por pura pirraça, para não ser visto imitando o pastor assembleiano Silas Malafaia e outros líderes neopentecostais que estão encabeçando (“levantando uma bandeira”) a luta contra o “casamento” gay e outras exigências da agenda gay, inclusive a doutrinação homossexual de crianças exigida por predadores gays. Ele não quer ser visto como imitador de evangélicos conservadores.
Mas não existe nada de pioneiro no fundador da IURD “apoiando homossexuais.” A Igreja Presbiteriana dos EUA já faz muito mais que isso há anos. Ela casa homossexuais. Ela apoia o aborto — tal qual faz Macedo.
Mesmo que a IURD comece a casar homossexuais, não haverá nada de pioneirismo nessa apostasia. A Igreja Presbiteriana dos EUA está na frente e na vanguarda.
Macedo é apenas um imitador barato. Ele tem um apartamento de luxo nos EUA e viveu vários anos nos EUA. Parece que em sua permanência nos EUA, ele escolheu a influência dos evangélicos mais liberais, embora os EUA tenham muitos evangélicos conservadores finos.
Macedo tem também imitado o cessacionismo, uma doutrina herética predominante na Igreja Presbiteriana dos EUA. Essa doutrina extra-bíblica ensina que Deus não fala hoje por meio de profecias, revelações e sonhos. Teólogos calvinistas como John MacArthur nos EUA e Augustus Nicodemus no Brasil acreditam e promovem essa doutrina. Mesmo não sendo calvinista, Edir Macedo também acredita e promove essa doutrina.
Aliás, a Universidade Presbiteriana Mackenzie, onde Nicodemus foi chanceler, tem professores homossexualistas e é defendida por ativistas gays.
Então, a postura cessacionista de Macedo é mera imitação das posturas cessacionistas de presbiterianos e calvinistas radicais.
O que sobrou de “pentecostalismo” na IURD foi talvez apenas a expulsão de demônios. Sua teologia da prosperidade é baseada totalmente em “determinar” com o Sola Scriptura (rejeitando totalmente profecias e revelações), muito lembrando o calvinismo antigo, que aliás via a prosperidade como sinal da eleição.
A IURD rejeita totalmente a possibilidade de um cristão ouvir a voz do Espírito Santo hoje porque ela crê no Sola Scriptura.
A IURD rejeita totalmente o dom de profecia hoje porque ela crê no Sola Scriptura.
A IURD rejeita totalmente a possibilidade de um cristão receber revelações do Espírito Santo hoje porque ela crê no Sola Scriptura.
A IURD crê totalmente que profecias e revelações hoje são manifestações demoníacas porque ela crê no Sola Scriptura.
A IURD diz crer “só na Bíblia,” cuja tradução para o latim é “Sola Scriptura” — forma preferida pelos calvinistas, por parecer intelectualmente mais elegante. No final, a IURD e a Igreja Presbiteriana dos EUA usam o Sola Scriptura para apoiar o que Deus nunca apoiou nem apoiará: o aborto e o cessacionismo.
Aborto é matar uma vida inocente no útero da mãe. Cessacionismo é matar a vida espiritual na igreja. Nenhum cristão tem autoridade, teológica ou de outra natureza, para matar o que Deus dá.
A postura pró-homossexualismo e pró-aborto de Macedo é mera imitação das posturas esquerdistas da Igreja Presbiteriana dos EUA.
Ainda que imperfeitamente, a Igreja Universal do Reino de Deus é, no que se refere ao cessacionismo e ao homossexualismo e ao aborto, uma imitação barata da Igreja Presbiteriana dos EUA.
Coincidentemente, Marcelo Crivella, prefeito do Rio de Janeiro e ex-bispo da IURD, escolheu para presidir uma secretaria de defesa de causas LGBT Nélio Georgini, um ativista homossexual presbiteriano, que tem como parceiro sexual outro homem. Crivella é parente de Macedo.
A Igreja Universal do Reino de Deus é uma quimera sincrética: é a primeira e única igreja neopentecostal cessacionista pró-aborto e pró-homossexualismo do Brasil.
Mas se Macedo quiser ser um imitador perfeito, ele terá de fazer muito mais do que só “apoiar homossexuais,” que para ele significa não combater o “casamento” gay e outras exigências da agenda gay, inclusive a doutrinação homossexual de crianças exigida por predadores gays. A Igreja Presbiteriana dos EUA já realiza cerimônias de “casamento” gay e já ordena pastores homossexuais.
Quando é que a IURD vai começar a realizar cerimônias de “casamento” gay e ordenar pastores homossexuais?
Fonte: GospelPrime
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17 de julho de 2017

Frente Parlamentar Evangélica defende criminalização da “homofobia”


Frente Parlamentar Evangélica defende criminalização da “homofobia”

“Homofóbico tem que ir preso”, declara presidente da bancada evangélica

Julio Severo
O deputado Hidekazu Takayama (PSC-PR) presidente da Frente Parlamentar Evangélica (FPE) na Câmara dos Deputados desde abril, deu uma entrevista chocante ao HuffPost Brasil em junho, dizendo que a Frente Parlamentar Evangélica está pronta para aprovar a criminalização da “homofobia.”
Hidekazu Takayama
Ele também deixou claro: “Homofóbico tem que ir preso.”
Ao mesmo tempo, ele disse que a bancada evangélica é contra o “casamento” homossexual, explicando: “Amanhã ou depois vão abrir o padrão para dizer que pode fazer sexo com criança, pode fazer sexo com animal e tudo bem. Existe uma fronteira. E nós vivemos essa fronteira e pronto.”
Ele também tentou explicar que os evangélicos não são “homofóbicos,” dizendo: “Nós amamos o homossexual. Só não amamos a prática. Jesus disse: Eu amo o pecador. Ele não disse: Eu amo o pecado.”
A entrevistadora do HuffPost Brasil não se mostrou convencida nem se importou com a explicação dele e continuou apertando-o contra a parede.
Se o termo “homofobia” significasse apenas “violência contra homossexuais,” Takayama estaria certo. Mas esse sentido de violência só é entendido dessa forma por quem não o conhece.
Na visão homossexualista, o termo “homofobia” é muito mais abrangente, significando toda e qualquer contrariedade ao comportamento homossexual em ações, atitudes, palavras e opiniões. Isso inclui oposição ao “casamento” gay.
Não existe nenhuma lei criminalizando a “homofobia” no Brasil. Mesmo assim, por mais de 10 anos tenho sido abundantemente acusado de ser “homofóbico.” Quantos homossexuais matei e agredi? Nenhum.
Perdi a conta de quantas vezes os ativistas homossexuais me xingaram de “homofóbico.”
Em 2007, a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) apresentou queixa no Ministério Público Federal contra Julio Severo por “homofobia.”
A queixa foi feita porque regularmente denuncio a conduta homossexual como imoral, e me oponho às metas do movimento homossexual.
Luiz Mott se regozijou então com a notícia. “Estamos todos orgulhosos da ABGLT pela denúncia contra este nosso arquiinimigo Julio Severo,” ele foi citado como declarando numa lista homossexual de emails do Yahoo. “Tomara que ele seja condenado à prisão perpétua em Sodoma e Gomorra.”
No entanto, as ações do ativismo gay contra mim não se restringem apenas aos anos passados. Em 2011, uma campanha internacional de ativistas gays americanos pressionou com sucesso o PayPal para fechar a minha conta sob a acusação de “homofobia.” Minha conta foi de fato fechada, e hoje só posso receber contribuições de leitores através da conta de PayPal do Instituto Judaico de Consciência Global dos EUA.
Em junho de 2017, minha conta de Facebook foi bloqueada por 30 dias porque postei um artigo no Facebook tratando de um caso em que três vizinhos foram condenados por xingarem um homossexual, embora eu deixasse claro que sou contra xingamentos. Mesmo depois que o Facebook reconheceu ter cometido erro contra mim, o bloqueio permaneceu.
Em junho de 2017 The Advocate, a maior revista homossexual do mundo, ao tratar do assunto “homofobia,” incluiu o nome de Julio Severo, não porque eu seja assassino de homossexuais, mas exclusivamente porque tenho uma posição cristã contrária às aberrações e exigências do movimento homossexual, inclusive denunciando seus predadores.
Se eu fosse assassino de homossexuais, Luiz Mott, por suas muitas provocações, já estaria morto há uma década, inclusive por publicar meu suposto endereço na internet, numa tentativa insana de expor a mim e minha família a ameaças. Outros ativistas gays também buscam meu endereço. Será que toda essa obsessão é apenas para me trazer presentes?
Sem a existência de nenhuma lei criminalizando a “homofobia,” continuo enfrentando, em nível nacional e internacional, acusações de “homofobia.” Mesmo assim, Takayama quer a “homofobia” criminalizada, sem entender, ou fazendo de conta que não entende, as implicações de sua aprovação.
Sou visado há quase duas décadas, por ser o autor do livro “O Movimento Homossexual,” publicado pela Editora Betânia em 1998. Esse foi o primeiro livro do mundo evangélico e talvez até do mundo secular no Brasil denunciando o movimento homossexual e suas tramas.
No caso de Luiz Mott, que me quer “condenado à prisão perpétua em Sodoma e Gomorra,” ele é o mais importante promotor da agenda dos “direitos gays” no Brasil. Se ele e grupos homossexuais já queriam mais de dez anos atrás condenação e prisão para cristãos como eu, como é que uma lei criminalizando a “homofobia” hoje amenizará os antigos desejos deles?
O entendimento que vai prevalecer nesse tipo de lei não é a posição cristã, mas a postura homossexualista, esquerdista e ateísta de que toda oposição ao “casamento” homossexual e outras metas da agenda gay já constitui em si “homofobia.”
A influência de Mott tem sido fundamental para usar a ONU para pressionar o Brasil a criminalizar a “homofobia” — que inclui opiniões contrárias às práticas homossexuais.
Se a Frente Parlamentar Evangélica conseguir criminalizar a “homofobia” no Brasil, estará querendo ou não entrando em aliança com Luiz Mott, ONU e outras forças malignas que querem neutralizar o testemunho dos cristãos, inclusive com ameaça de cadeia.
Pela lei aprovada, qualquer pai ou mãe cristã que seguir as instruções da Bíblia de usar a vara da disciplina para filhos desobedientes será tratado como um criminoso comum. Agora, toda vez que um noticiário brasileiro trata de pais disciplinadores, chama sua disciplina de “agressão,” “maus-tratos” e “violência.” Mas quando esse mesmo noticiário trata de Maria do Rosário e outros militantes marxistas e ateístas apoiando o aborto, não se faz uma única menção de que o ato do aborto intencional sempre envolve real agressão e violência contra crianças.
Se o papel da FPE foi totalmente nocivo ao povo brasileiro na questão da Lei da Palmada, defendida por marxistas e ateístas, por que deveríamos estranhar a atitude igualmente nociva da FPE querer a criminalização da “homofobia”?
Depois da aprovação da Lei da Palmada com a ajuda pérfida da FPE, a conclusão de muitos foi que a existência da FPE é inútil. Com a criminalização da “homofobia,” essa conclusão se confirmará.
Hidekazu Takayama é pastor assembleiano e deputado federal do PSC (Partido Social Cristão), um partido que, apesar do nome cristão, está se abrindo para bruxos. Em São Paulo, o PSC tem membros umbandistas.
Em Brasília, o PSC tem Victorio Galli e Marco Feliciano que, apesar de não serem umbandistas, estão fazendo coisas de verdadeiros embruxados.
Ambos, que também são pastores assembleianos, andam louvando o maior astrólogo brasileiro, que demonstra contra os evangélicos a mesma hostilidade de um marxista e ateísta. Só um pastor kamikaze ou embruxado louvaria ou recomendaria tal esotérico antievangélico.
Nesse estado deplorável dos pastores pentecostais do Brasil, é perfeitamente compreensível que a Frente Parlamentar Evangélica aprove leis que vão contra os cristãos — desde a Lei da Palmada até a uma lei criminalizando a “homofobia.”
Talvez Takayama tenha acenado para a criminalização da “homofobia” apenas para fazer bonito para o HuffPost Brasil, que o entrevistou. O HuffPost Brasil é esquerdista.
Mas o cristão, seja deputado ou não, não está neste mundo para fazer bonito para os esquerdistas, para os ateus, para os ativistas gays e para os esotéricos e bruxos antievangélicos. É para Jesus que ele deve dar testemunho. É para Jesus e Sua Palavra.
Só uma bancada evangélica kamikaze ou embruxada aprovaria uma Lei da Palmada. E ela já fez isso.
Só uma bancada evangélica kamikaze ou embruxada quereria aprovar uma lei criminalizando a “homofobia.”
Só Deus pode libertar os pastores embruxados do PSC na bancada evangélica.
Só Deus pode libertar a bancada evangélica de suas ideias e ações suicidas.
Com informações do HuffPost Brasil.
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