30 de janeiro de 2016

“Os Judeus que Construíram o Brasil” revela capítulo escondido da história brasileira


“Os Judeus que Construíram o Brasil” revela capítulo escondido da história brasileira

Resultado de pesquisas realizadas em todo o mundo e no arquivo secreto do Santo Ofício da Inquisição, "Os Judeus que Construíram o Brasil" revela como judeus e novos cristãos foram perseguidos entre os séculos 16 e 18.
Livro traz detalhes sórdidos da Inquisição portuguesa que transferiu para o Brasil a perseguição aos judeus
Jogando luz sobre uma passagem da história brasileira mantida em sigilo, o livro traz detalhes sórdidos da Inquisição portuguesa que transferiu para a colônia a perseguição aos judeus.
Autorizada pelo Papa, a caça aos judeus começou em 1478 na Espanha e em 1536 em Portugal. Mas só no final do século 16 os portugueses mandaram quadros para o Brasil a fim de vigiar e perseguir os judeus. Distante da Europa, o país foi o destino de muitos convertidos.
Em "Os Judeus que Construíram o Brasil", as historiadoras Anita Novinsky, Daniela Levy, Eneide Ribeiro e Lina Gorenstein contam como a Inquisição prendeu mais de mil pessoas, provocou o desaparecimento de outras mil e arruinou famílias em todo o país.
Lançado pela editora Planeta e com o subtítulo "Fontes Inéditas para uma Nova Visão da História", o livro tem previsão de lançamento para o dia 10 de dezembro e já está em pré-venda na Livraria da Folha.
OS JUDEUS QUE CONSTRUÍRAM O BRASIL
AUTOR Anita Novinsky, Daniela Levy, Eneida Ribeiro, Lina Gorenstein
EDITORA Planeta
QUANTO R$ 33,90 (preço promocional por tempo limitado)
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
Judeus tiveram papel fundamental na fundação dos Estados Unidos

29 de janeiro de 2016

Transgênero animal: Jovem diz que é uma gata presa em corpo humano


Transgênero animal: Jovem diz que é uma gata presa em corpo humano

Com aceitação da família, em casa ela anda de quatro e fica ronronando e miando.

Jarbas Aragão
Na Europa, após a conquista de direitos iguais para homossexuais e, em alguns países, para transgêneros, outro movimento parece ganhar força. A teriantropia seria um “passo adiante” na questão transgêneros. Pessoas poderiam em nome da “construção” da sua identidade, descobrir-se um animal. Já existe até uma nomenclatura para isso: “transespécie”.
O caso mais recente a receber atenção é o de uma mulher na Noruega chamada Nano. Aos 20 anos ela acredita que “nasceu na espécie errada” e afirma que, na verdade, é uma gata presa em um corpo humano.
O canal NRK P3 mostrou em reportagem especial o caso da mulher, que se veste com orelhas de gato e um rabo falsos. “Fui um gato toda a minha vida, mas só assumi aos 16 anos quando médicos e psicólogos descobriram o que havia “dentro” de mim”, disse ela.
Para a jovem, é um “defeito genético”. Com aceitação da família, em casa ela anda de quatro e fica ronronando e miando. Afirma que tem medo de cachorros e que já tentou caçar ratos. Acredita ainda que tem a audição e a visão aguçada dos felinos.
Questionada sobre seu estilo de vida, ela quer aceitação da sua condição. Asseverou que “É cansativo, mas você se acostuma a viver com os instintos de gatos”. Explica que já recebeu ajuda de psicólogos, mas decretou: “vou ser gato toda a minha vida.””

Caso semelhante na França

Meses atrás, foi amplamente divulgado o caso da francesa Karen, que nasceu homem, fez operações para mudar de sexo e agora quer viver como um animal, mais especificamente um cavalo. Ele(a) conta que essa ideia o persegue desde que tinha sete anos de idade.
“Estrela” de um documentário sobre o tema, ela afirma veementemente: “Eu tenho um cavalo dentro de mim”. O que pode parecer loucura na verdade é algo cada vez mais comum. Já existe inclusive um encontro chamado pony-play. As pessoas fingem ser, de fato, um animal, andam de quatro com uma sela nas costas, trotam, e puxam uma espécie de charrete!
Com informações de Christian News
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
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28 de janeiro de 2016

Mauricio Macri e a ideologia de gênero na Argentina


Mauricio Macri e a ideologia de gênero na Argentina

Julio Severo
Patricia Bullrich, ministra da Segurança da Argentina, nomeou a transexual Mara Pérez Reynoso, líder de um grupo homossexual, como Coordenadora Nacional de Diversidade.
Mauricio Macri
A meta de Bullrich, que atua sob o governo do presidente Mauricio Macri, é tratar como problema de segurança nacional as questões de gênero e diversidade.
Logo que Macri ganhou a eleição para presidente em novembro de 2015, o secretário de Estado dos EUA John Kerry congratulou Macri, dizendo que os EUA continuam a estar gratos pela liderança da Argentina na ONU no avanço das questões homossexuais e aguardando maior cooperação entre EUA e Argentina para expandir essas questões.
O governo de Macri provavelmente não desapontará os desejos do governo americano.
Falta uma mentalidade cristã na Argentina para entender que o problema homossexual é profundamente destrutivo, desde os tempos de Sodoma.
Alguns líderes pró-vida brasileiros haviam celebrado a vitória de Macri. Eles, que combatem a ideologia de gênero no Brasil, celebraram um homem que está promovendo essa mesma ideologia na Argentina. Enquanto eles celebram Macri, todos os meios de comunicação esquerdistas da América Latina celebram a primeira transexual num cargo governamental na Argentina.
Mauricio Macri, o novo presidente da Argentina, é conservador? Eu não tinha uma resposta a essa pergunta. Por isso, logo depois da eleição dele fiz contato com vários líderes pró-vida católicos da Argentina. Um desses contatos foi com o Dr. Jorge Scala, autor do livro “IPPF: A Multinacional da Morte,” publicado pela Cúria Diocesana de Anápolis.
Minhas perguntas: Os meios de comunicação do Brasil estão dizendo que o novo presidente da Argentina é conservador. Por favor, você poderia confirmar se ele é realmente conservador, pró-vida e pró-família? Ele tem lutado contra o aborto e o “casamento” homossexual?
Resposta do Dr. Jorge Scala, direto da Argentina:
 O adjetivo “conservador” é bastante ambíguo. Nãos sei bem qual o significado que poderia ter nos EUA. Contudo, posso dar com clareza algumas informações sobre o presidente argentino eleito em relação ao aborto e uniões homossexuais. Como prefeito da cidade de Buenos Aires, Mauricio Macri promulgou um chamado “protocolo do aborto não punível” para legalizar o aborto a pedido de qualquer mulher com apenas a declaração juramentada assinada de que a gravidez havia sido produto de um estupro. Evidentemente, ele não é “pró-vida.” Quanto às uniões homossexuais, o prefeito Macri em pessoa fez a primeira união civil homossexual na cidade de Buenos Aires, apesar de que naquela época não existia nenhuma lei autorizando isso. Evidentemente, ele é a favor do lobby gay. Provavelmente o qualificativo “conservador” se refere ao fato de que o Sr. Macri é filho de um empresário muito rico e que terá políticas econômicas favoráveis ao capitalismo.
Líderes pró-vida precisam ser cuidadosos. Eles estavam tão entusiasmados com Macri que queriam também um Macri no Brasil. Eles haviam achado que ele era bom só porque ele havia derrotado um candidato socialista que apoiava a ideologia de gênero. O que eles não entendem é que ativistas esquerdistas e empresários não são muitas vezes necessariamente inimigos no que se refere à ideologia de gênero.
A promoção da ideologia de gênero agora é uma das prioridades do governo de Macri.
Não há motivo para celebrar esse tipo de governo.
Versão em inglês deste artigo: Mauricio Macri and Gender Ideology in Argentina
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27 de janeiro de 2016

O que todo conservador precisa saber sobre Donald Trump


O que todo conservador precisa saber sobre Donald Trump

John Stemberger 
Comentário de Julio Severo: Quero deixar claro que as posturas de Trump sobre o islamismo são as posturas que todo conservador genuíno durante toda a história americana não hesitaria em ter. Ele tem também feito promessas incríveis de ajudar os cristãos perseguidos. Mas como é que ele conseguirá cumprir suas promessas? Como é que um homem que sempre apoiou financeiramente a esquerda americana de repente virou o candidato aparentemente favorito dos direitistas dos EUA? Meu amigo Dr. Michael Brown diz: Você sabia que na eleição geral de 2012, Donald Trump tuitou: “Sempre voto nos ganhadores. Congratulações ao meu amigo @BarackObama”? Leia mais aqui neste artigo revelador de John Stemberger:
Donald Trump
Há muitas coisas para se gostar em Donald Trump.
Primeira, em contraste com os típicos políticos excessivamente tímidos, ele fala sem rodeios, direto ao ponto e sem fazer concessões. Ele também fala sobre questões difíceis como imigração e islamismo radical de um modo inflexível enquanto outros candidatos dão respostas nebulosas.
Depois de sentirem que muitos políticos (dos dois grandes partidos dos EUA) mentiram para os americanos por tantos anos, eis um homem que parece que será implacável e fará escolhas difíceis.
Além disso, muitos conservadores e eleitores do ultraconservador Tea Party se sentem de modo especial atraídos para com Trump porque ele está disposto a confrontar a elite do Partido Republicano, que há anos vem convencendo os conservadores a votar só em candidatos republicanos, mas logo que são eleitos abandonam os valores conservadores defendidos pelo seu próprio partido.
Por último, Trump é talvez o candidato presidencial mais divertido da história da política americana.
Trump se encaixa perfeitamente num mundo que está acostumado a receber suas notícias por meio de jornalistas que mais parecem comediantes como Jon Stewart, Stephen Colbert, Bill Maher e Rush Limbaugh. Sem retoques e simplesmente fascinante de assistir, Donald Trump é verdadeiramente o máximo de um candidato da Reality TV; sua apelação geral é um fenômeno como nada que os americanos viram antes na história americana.
Apesar desses fatores, há coisas sobre a vida, histórico e opiniões de Trump que deveriam nos fazer parar para pensar ou até nos deixar muito preocupados? Em minha opinião, os eleitores conservadores que estão considerando apoiar Trump deveriam fazer para si três perguntas.
Por favor, considere-as:
1. Qual é o histórico político e de votação de Donald Trump?
Em 2008, milhões de americanos que votaram em Barack Obama cometeram um grande erro.
Os eleitores avaliaram Obama superficialmente com base no fator de que ele era bacana, em seu carisma, em seu tom apartidário, capacidade dinâmica de falar, sua esposa energética Michele e o romance por trás da ideia de fazer história elegendo o primeiro presidente afro-americano.
Os que apoiaram Obama não sabiam realmente quem era ele ou o que ele defendia. Eles não sabiam sobre seu histórico e relacionamentos com outros filósofos radicais, sobre seu pastor racista antiamericano e as forças que influenciaram quem Obama realmente era.
Os Estados Unidos elegeram um ativista socialista que foi senador durante alguns anos; os meios de comunicação nada fizeram para ajudar os eleitores a compreender como a opinião desse homem sobre o mundo era realmente radical e extremista.
Em resumo, os eleitores não fizeram um exame do histórico de Obama.
Muitos eleitores que gostam de Donald Trump também não têm ideia dos fatos com relação ao seu histórico, sua vida, seus valores e suas posturas registradas sobre algumas questões realmente importantes.
Pelo fato de que Trump não tem um histórico de votação como uma autoridade eleita, só temos fatos históricos gerais e o registro de suas próprias declarações públicas para considerar.

Filiação partidária:

Trump se filiou ao Partido Democrata [socialista e, em questões de vida e família, igual ao PT no Brasil] em 2001, e permaneceu nesse partido por oito anos. [Depois, ele se filiou ao Partido Republicano.] Contudo, ele tirou férias desse partido em 2011, embora voltasse a ser republicano em 2012.
Em resumo, Trump trocou de partido várias vezes e já foi filiado ao Partido Republicano, ao Partido da Independência, ao Partido Democrata, foi candidato do Partido da Reforma e agora está de volta no Partido Republicano.

Apoio aos democratas [semelhantes aos petistas]:

De 1989 a 2011, Trump doou 581.350 dólares para 23 candidatos democratas diferentes em disputas estaduais e federais, inclusive Ted Kennedy e Harry Reid. Em 2010, Trump doou 50.000 para Rahm Emanuel, prefeito de Chicago que é um assessor chegado do presidente Obama.
As doações de Trump para candidatos do Partido Republicano incluem muitos republicanos esquerdistas tais como Charlie Crist, governador da Flórida, e o senador Arlen Spector.
Em 2004, quando perguntado por Wolf Blitzer da CNN “Você se identifica mais como democrata ou republicano?” Trump respondeu: “… em muitos casos eu provavelmente me identifico mais como democrata.”
Ele então explicou: “Tenho muitos anos de vida, e parece que a economia tem desempenho melhor sob democratas do que sob republicanos.”
Trump foi também um crítico muito aberto do presidente George W. Bush — chegando a exortar a democrata Nancy Pelosi a iniciar o impeachment dele. Trump chamava George W. Bush de “maligno” e “o pior presidente da história dos Estados Unidos,” chegando ao ponto de dizer que o que Bush fez foi pior do que o que Bill Clinton fez para provocar impeachment.

Trump votou em Obama

Finalmente, talvez o fato mais surpreendente sobre Donald Trump que a maioria das pessoas não sabe é que ele declarou, com orgulho e de forma pública, que ele votou em Barack Obama.
Depois de não acompanhar as eleições primárias de 2012, Trump tuitou depois da eleição geral: “Sempre voto nos ganhadores. Congratulações ao meu amigo @BarackObama.” Em 19 de setembro de 2015, um blogueiro conservador deu a notícia inédita de que Trump deletou o tuíte sobre votar em Barack Obama, mas que ele havia feito um print screen do tuíte.
2. As posturas esquerdistas de Donald Trump em questões políticas nos dizem como ele governaria como presidente?
Conversando com dezenas de meus amigos no Tea Party e círculos cristãos, vi que eles gostam de Trump porque ele tem disposição, retoricamente, de “confrontar a elite” do Partido Republicano.
Mas isso eleva a forma acima da substância? Será que podemos presumir que falar duro se transformará num compromisso com uma política pública conservadora? Você sabe qual tem sido a postura de Trump durante anos em questões como aborto, impostos, casamento de mesmo sexo e o sistema público de saúde socialista de Obama antes que ele tivesse decidido concorrer para presidente?

Aborto:

Durante uma entrevista televisiva nacional em 1999, Trump declarou: “Olha, sou muito a favor de se escolher o aborto. Odeio o conceito do aborto. Odeio. Odeio tudo o que ele representa. Sinto repugnância quando escuto pessoas debaterem esse assunto. Mas, mesmo assim, acredito que as pessoas têm o direito de escolher o aborto.”
De novo em 1999, Trump declarou para a Associated Press: “Acredito que [o aborto] é uma decisão pessoal que deveria ser deixada para as mulheres e seus médicos.”
Em seu livro de 2000 “The America We Deserve” (A América que Merecemos), Trump declarou: “Apoio o direito da mulher escolher, mas não me sinto à vontade com os procedimentos.” (The America We Deserve, págs. 31-32)
Em 2011, Trump diz que ele mudou de ideia sobre essa questão, mas mesmo hoje ele apoia o aborto no caso de estupro, incesto e a vida da mãe e ele disse que apoia os “aspectos bons” de se financiar a Federação de Planejamento Familiar [a maior rede de clínicas de aborto dos EUA].

Impostos:

Trump não é um conservador econômico e há muitos anos ele apoia o aumento de impostos e se opõe a um imposto único. Ele crê que os impostos deveriam aumentar com a renda e se opõe ao livre comércio mais do que qualquer outro candidato em ambos os partidos, exceto talvez Bernie Sanders. Por um lado, Trump pede impostos mais baixos, mas por outro, ele propôs o maior aumento de impostos da história.

Sistema público de saúde de Obama:

Sem nenhum constrangimento, Trump se declara “esquerdista” na questão de saúde pública.
No livro “A América que Merecemos,” Trump escreve: “Sou conservador na maioria das questões, mas esquerdista na questão de saúde… Precisamos de um sistema de saúde para todos.”
Embora ele tenha declarado continuamente em sua campanha que os americanos precisam se livrar do sistema público de saúde de Obama, ele também apoia um sistema de saúde controlado pelo Estado. No lugar do sistema público de saúde de Obama ele promete “algo excelente.” Contudo, Trump não explicou como seu plano de saúde pública seria diferente do sistema de Obama.

Propriedade privada:

Sobre os direitos de propriedade, Trump é também esquerdista e apoia o mau uso de leis de confisco de propriedades. Ele foi bem claro em seu apoio à decisão Kelo versus New London do Supremo Tribunal dos EUA em 2005 dizendo: “Por acaso concordo com essa decisão 100 por cento.”
Em Kelo, o Supremo Tribunal decidiu que a propriedade privada pode ser confiscada pelo governo e redistribuída para outro proprietário privado enquanto fosse considerada no melhor interesse do público conforme decisão do governo.

Direitos gays:

Trump também favorece novos direitos gays e leis de “casamento” homossexual “que garantem às duplas de mesmo sexo direitos legais iguais como os casais heterossexuais casados.” Trump se opunha à lei das forças armadas que proibia militares abertamente homossexuais.

Jogatina e cassino:

Donald Trump constrói e possui cassinos. Em 2013 o cassino Taj Mahal de Trump em Nova Jérsei foi o primeiro dos EUA a incluir um clube de strip-tease, completo com dança erótica do colo e um “espetáculo de homens” para mulheres.
Quatro dos cassinos de Trump faliram.
O histórico de declarações de Trump sobre questões de políticas específicas não dá indicação nenhuma de que ele é um conservador coerente. Pelo contrário, ele tem adotado muito mais posições esquerdistas do que posições conservadoras durante os anos.
3. Donald Trump tem o tipo de caráter e integridade que dá para confiar?
Como vimos no escândalo e vergonha internacional do presidente Bill Clinton e Monica Lewinski, integridade e caráter são importantes.
A essência do caráter é poder confiar em alguém. Um homem de caráter é um homem de palavra. Caráter significa que o homem não fica mudando constantemente, e as ações e palavras dele são as mesmas.
Com base em seu próprio histórico, há uma questão séria quanto a se ou não podemos confiar em Donald Trump.

Concorrendo como independente:

No primeiro debate do Partido Republicano Trump foi rápido e claro que ele não excluiria um terceiro partido ou partido independente para concorrer para presidente e também não teria compromisso com um indicado republicano.
Logo depois, ele mudou de ideia e publicamente prometeu por escrito que só concorreria como republicano. Então em novembro de 2015 Trump ameaçou mudar de ideia de novo e quebrar sua promessa concorrendo à presidência como independente se a elite republicana se opusesse a ele.
Se Trump concorrer como candidato de terceiro partido, ele instantaneamente neutralizaria um indicado republicano; isso com certeza entregaria a eleição para Hillary Clinton por omissão e levanta questões reais sobre seu motivo para concorrer.
Como assunto prático as pesquisas de opinião pública são claras: de todos os candidatos republicanos a candidatura de Trump dá a maior chance possível de perder a presidência para Hillary Clinton.
Os insultos deploráveis de Trump, suas falas e ideias de duplo sentido certamente o destruiriam numa eleição geral. Mas o que aconteceria se ele ganhasse a eleição geral e se tornasse o próximo presidente? O que aconteceria quando a função presidencial não mais fosse algo divertido? Ele se demitiria? Ele tem o caráter de trabalhar na presidência até as últimas consequências?

Comentários sobre as Mulheres:

Finalmente, e talvez o mais preocupante, Trump tem um longo histórico de comentários vis e desprezíveis sobre as mulheres que são moralmente condenáveis e comprovarão ser politicamente devastadores se chegarem a ser usados contra ele numa eleição geral por oponentes.
Numa entrevista de 1991 no jornal Esquire ele disse: “Sabe, não importa realmente o que a mídia escreve enquanto temos uma **** jovem e bela.”
Numa entrevista de 1992 na Revista New Yorker ele disse: “Temos de tratar as mulheres como [palavrão]” (Revista New York, 9 de novembro de 1992)
Em 2005 em seu livro “Trump Nation: The Art of being Donald” (Nação de Trump: A Arte de Ser Donald), ele disse: “Minha parte favorita [do filme ‘Pulp Fiction: Tempo de Violência’] é quando Sam mostra sua arma no jantar e diz ao cara que mande sua namorada fechar a boca. Diga a essa p**a que fique calma. Diga: ‘P**a, fique calma.’ Adora esses termos.”
Em 2006 no programa “Entertainment Tonight” ele disse: “Se eu fosse dono do programa The View, eu demitiria Rosie. Quero dizer: Eu a olharia bem naquela face gorda e feia dela e diria: ‘Rosie, você está demitida.’ Todos nós somos um pouco gordos, mas Rosie é pior do que a maioria de nós.”
Em 2012 ele chamou Bette Midler de “grotesca” no Twitter.
Em 2013 num programa de “Celebrity Apprentice” Trump fez uma insinuação direta de sexo oral na rede de televisão ao dizer para Brande Roderick, coelhinha da Playboy: “Deve ser um quadro lindo. Você se abaixando até meus joelhos.”
Em 2015 no Twitter ele chamou Arianna Huffington de “cadela.”
Em 2015 num artigo da revista Rolling Stone, falando sobre Carly Fiorina ele disse: “Olhe para a cara dela! Alguém votaria naquilo?”
Com base no histórico dele, dá para votar nele?
Donald Trump claramente atingiu um ponto nevrálgico nos conservadores que estão frustrados com o governo dos EUA. Mas as políticas e valores de Trump não são diferentes — e talvez sejam piores — do que a maioria dos políticos americanos.
Ele é coerentemente incoerente e muda de posições regularmente, se contradiz muitas vezes e surfa em cima das questões mais populares.
Hoje ele trata Hillary Clinton como lixo, mas ele a louvou como uma trabalhadora excelente nas duas últimas eleições, e esperava que ela conseguiria a indicação presidencial do Partido Democrático em 2008.
Hoje, ele critica o presidente Barack Obama, mas em 2009, quando Obama estava salvando, com dinheiro de imposto, empresas falidas, Trump avaliou Obama da seguinte forma:
“Eu contrataria Obama. Ele lidou muito bem com a tremenda bagunça na qual ele interveio. Ele tem ainda uma tarefa hercúlea a frente dele, mas parece ser páreo para o desafio… acima de tudo, acredito que ele fez um trabalho muito bom.”
Ele deu grande apoio para candidatos do Partido Democrático. Ele votou em Barack Obama. Ele é esquerdista em importantes questões políticas. Ele ainda considera um terceiro partido para concorrer. Ele despreza e humilha as mulheres.
É realmente esse tipo de homem que os americanos querem que lidere e represente os Estados Unidos?
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do site conservador NewsMax: Stemberger: 3 Questions Every Voter Should Ask Before Supporting Trump
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26 de janeiro de 2016

Quer ficar mais jovem por mais tempo? Tenha mais filhos! Mulheres com mais filhos têm telômeros mais longos — sinal de longevidade


Quer ficar mais jovem por mais tempo? Tenha mais filhos! Mulheres com mais filhos têm telômeros mais longos — sinal de longevidade

Lizzie Parry
Quantos mais filhos uma mulher tem, menos probabilidade o corpo dela terá de sucumbir aos efeitos do envelhecimento, acreditam os cientistas.
Mulheres que têm mais filhos vivos têm, conforme constatação, telômeros mais longos, um novo estudo indicou.
Os telômeros são pontas protetoras que se acham no final de cada fio de DNA, e dão indícios sobre envelhecimento celular.
Telômeros mais longos são integrais para a reprodução celular, e são associados com a longevidade.
Pesquisadores na Universidade Simon Fraser na Columbia Britânica avaliaram o número de filhos nascidos para 75 mulheres de duas comunidades indígenas rurais vizinhas na Guatemala, e o comprimento dos telômeros delas.
O comprimento dos telômeros das participantes foi medido em dois pontos no tempo, com 13 anos de diferença, por meio de amostras de saliva e exames bucais — um modo de coletar DNA de dentro da bochecha.
Esse é o primeiro estudo a examinar a ligação direta entre o número de filhos e redução de telômeros em seres humanos com o tempo.
Pablo Nepomnaschy, professor de ciências de saúde que conduziu o estudo, disse que as descobertas de sua equipe contradizem a teoria de história de vida, que prediz que produzir um número mais elevado de filhos acelera o ritmo do envelhecimento biológico.
Ele disse: “O ritmo mais lento de diminuição de telômeros revelado nas participantes do estudo que têm mais filhos, porém, pode ser atribuído ao aumento dramático em estrogênio, um hormônio produzido durante a gravidez.
“O estrogênio funciona como um antioxidante potente que protege as células contra a diminuição de telômeros.”
O ambiente social que as participantes do estudo vivem pode também ter influenciado a relação entre seus esforços reprodutivos e o ritmo de envelhecimento, disseram os cientistas.
O professor Nepomnaschy disse: “As mulheres que seguimos durante o curso do estudo foram de populações de fertilidade natural onde mulheres que têm muitos filhos recebem mais apoio social de seus parentes e amigos. Maior apoio leva a um aumento de energia metabólica que pode ser distribuída para a manutenção de tecidos, assim reduzindo o processo de envelhecimento.”
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25 de janeiro de 2016

Proeminente ativista gay ateu afirma que Julio Severo foi o responsável pela disseminação do termo “gayzista” no Brasil


Proeminente ativista gay ateu afirma que Julio Severo foi o responsável pela disseminação do termo “gayzista” no Brasil

Julio Severo
Um ativista homossexual conhecido afirma que eu, Julio Severo, disseminei tanto o termo “gayzista” anos atrás que até o filósofo Olavo de Carvalho acabou usando-o.
Mas, ao contrário do que diz o ativista, não fiz a disseminação através do que aprendi com amigos americanos.
Os termos que uso por hábito contra o ativismo gay estão registrados no meu livro “O Movimento Homossexual,” publicado originalmente pela Editora Betânia em 1998. Só anos depois é que conheci o termo “gayzista” — através dos artigos do Olavo.
O ativista que fez a confusão é Sérgio Viula, que ficou famoso quando abraçou publicamente, mais de uma década atrás, o homossexualismo e o ateísmo depois de ser pastor. Aliás, ele saiu do pastorado justamente quando estava ganhando notoriedade como apologeta, trabalhando para instituições apologéticas evangélicas e atacando, em artigos, muitas práticas dos pentecostais e neopentecostais.
Viula já foi entrevistado por importantes mídias seculares por sua defesa ao homossexualismo. Ele já foi entrevistado pela revista Época. Ele já foi entrevistado por Carta Capital, numa matéria medíocre atacando Silas Malafaia.
Sobre o termo “gayzista,” Viula disse:
“Ver um ou outro ateu usando termos como ‘gayzista’, por exemplo, para desmerecer a luta das pessoas LGBT por direitos iguais é algo que me causa profundo estranhamento. Primeiro, porque o termo foi cunhado por fanáticos do movimento neo-pentecostal americano que venderam essa ideia para extremistas evangélicos no Brasil, como foi o caso de Julio Severo, que através de seus canais na internet, serviu de interface entre os pastores extremistas e caça-níqueis americanos e brasileiros do ignóbil quilate de Silas Malafaia, Marco Feliciano e outros. Note bem o que estou dizendo: EU, SERGIO VIULA, já ouço Júlio Severo usando esse termo há anos. Há uns 14 anos!!! De repente, o mais fake de todos os fakes de filósofo, o insuportável Otávio de Carvalho, começou a usar o termo também. Bastou isso para que alguns ateus (não mais inteligentes do que essa turma de ignorantes) achassem o termo engraçadinho e começassem a usá-lo.”
Ele continua atacando Malafaia e Feliciano — herança dos tempos de apologeta protestante. Mas agora — não se esqueçam! — ele é apologeta gayzista.
Viula acerta quando atribui a mim à grande disseminação do termo “gayzista.” Foi uma disseminação enorme durante muitos anos, como o própria movimento gay confirma. Aliás, disseminei também tantas outras ideias contra o movimento gay que em 2007 a Editora Betânia estava sob pressões e ameaças de ativistas gays contra meu livro.
Mas Viula erra ao achar que copiei esse termo dos americanos. O fato de que quando ele via esse termo difundido mais através de mim 14 anos atrás é devido à proeminência do meu trabalho na época. Depois que meu livro foi publicado, meu nome ficou muito mais conhecido entre evangélicos e ativistas pró-vida do que o nome do Olavo. (Nos grandes encontros nacionais católicos pró-vida e conferências evangélicas sobre temática homossexual, meu livro era sempre destaque por ser pioneiro no assunto ativismo homossexual.) Daí a confusão de um proeminente ativista gay achar que Julio Severo estava divulgando um termo de neopentecostais americanos, não de Olavo de Carvalho.
Apesar das minhas discordâncias com Olavo e sua defesa intransigente e irracional da Inquisição católica, que torturava e matava judeus e evangélicos, “gayzista” é filhote dele e um termo muitíssimo apropriado: lembra nazista, cuja ideologia era imposta na sociedade a ferro e fogo.
O gayzista Sérgio Viula deveria corrigir suas ideias sobre o autor desse termo. No que se refere à “gayzista,” fui grande divulgador não de um termo criado por neopentecostais americanos, mas por Olavo Carvalho. O que divulguei e divulgo dos americanos está no meu blog e no meu livro “O Movimento Homossexual.”
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24 de janeiro de 2016

Revolucionando sua vida de oração: “Nem Uma Hora” de Larry Lea


Revolucionando sua vida de oração: “Nem Uma Hora” de Larry Lea

Julio Severo
Tendo lido vários livros sobre oração, posso, como testemunha, dizer que o melhor que vi até agora é o clássico “Nem Uma Hora,” escrito pelo Dr. Larry Lea e publicado pela Editora Betânia.
Só pude ler a versão em inglês quase trinta anos atrás e foi exatamente extraordinária.
Depois de ler esse livro, você dificilmente conseguirá orar menos de uma hora, pois haverá um interesse espiritual em interceder pelos seus familiares, amigos, igreja, cidade, nação, etc.
Recomendo, pois, que você adquira agora mesmo esse livro e veja, por você mesmo, sua vida de oração sendo revolucionada.
Se você é daquele tipo de cristão que mal consegue orar 10 minutos por dia, esse livro vai mudar tudo.
Se você é do tipo de cristão que ora 1 hora por dia, com certeza vai querer orar muito, muito mais.
Estou fazendo essa propaganda gratuita porque de fato esse livro merece e porque muitos merecem conhecer esse poderoso recurso espiritual.
Para comprá-lo da Editora Betânia, clique aqui.
Se você já leu e tem um testemunho desse livro, mande-o para meu email: juliosevero@hotmail.com
Depois que você ler esse livro e Deus fizer coisas extraordinárias, faça contato comigo.
Mais do que nunca, o Brasil precisa de oração, e “Nem Uma Hora” é uma excelente maneira de encarar o que está acontecendo no Brasil.
Leitura recomendada:

23 de janeiro de 2016

Judeus brasileiros mudam-se para Israel em números recorde


Judeus brasileiros mudam-se para Israel em números recorde

Arno Froese
A imigração para Israel, ou aliyah, do Brasil mais do que dobrou nos últimos quatro anos, de 191 em 2011 para mais de 400 [em 2015]. O crescimento médio da aliyah para toda a América Latina, no mesmo período foi de apenas 7 por cento. Embora tenha aproximadamente a metade da população judaica da vizinha Argentina, o Brasil enviou mais imigrantes para Israel por dois anos consecutivos. Estima-se que 120.000 judeus vivem no Brasil.
"Eles buscam um futuro melhor", disse Gladis Berezowsky, 58 anos, que ajuda a administrar Beit Brasil, uma organização não governamental com sede em Israel estabelecida em 2014 para ajudar os brasileiros que pretendem mudar para Israel.
"Nós queríamos dar aos nossos filhos uma melhor qualidade de vida nos campos educacional, social e religioso", disse Fabio Erlich. "Israel permite que você seja um judeu sem limitações, não só no exterior, mas principalmente no coração. Encontrar um emprego em Israel fez o nosso grande sonho sionista se tornar realidade". — www.jpost.com, 08 de dezembro de 2015
Brasil, o país que tem tido um sucesso notável em sua reestruturação, agora está tropeçando. Como resultado, os judeus estão deixando o país para ir a Israel.
Quando Moisés se dirigiu ao povo de Israel, revelando a bênção e a maldição, ele conclui, "Então o Senhor teu Deus te fará voltar do teu cativeiro, e se compadecerá de ti, e tornará a ajuntar-te dentre todas as nações entre as quais te espalhou o Senhor teu Deus. Ainda que os teus desterrados estejam na extremidade do céu, desde ali te ajuntará o Senhor teu Deus, e te tomará dali; E o Senhor teu Deus te trará à terra que teus pais possuíram, e a possuirás; e te fará bem, e te multiplicará mais do que a teus pais. E o Senhor teu Deus circuncidará o teu coração, e o coração de tua descendência, para amares ao Senhor teu Deus com todo o coração, e com toda a tua alma, para que vivas." Deuteronômio 30.3-6 — Arno Froese — Beth-Shalom.com.br
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22 de janeiro de 2016

O pior cego é o que quer cegar os outros


O pior cego é o que quer cegar os outros

Eguinaldo Hélio Souza
Se há algo que nos cansa na argumentação marxista é a desgastada ladainha afirmando que a ditadura, o terror e a carnificina que cercam a história do comunismo foi um desvio das ideias de Marx. Por mais que se mostre aos seus defensores os textos marxistas, as fontes teóricas primárias a partir das quais os estados totalitários foram construídos, eles se recusam a enxergar o óbvio. Para tiranos como Lênin, Stálin, Mao e Pol-Pot, os escritos da dupla Marx-Engels equivaliam ao Antigo e ao Novo Testamento para os cristãos. Eram escritos sagrados, norma de fé e prática.
Mesmo cientes da cegueira auto imposta, insistiremos em apresentar três textos que até poderiam ajudar os cegos a enxergar, embora seja mais provável que o amor à cegueira e à escuridão os impeça.
Abaixo, em itálico, trechos do Manifesto Comunista:
O proletariado utilizará sua supremacia política para arrancar pouco a pouco todo capital à burguesia, para centralizar todos os instrumentos de produção nas mãos do Estado...
Todavia, nos países mais adiantados, as seguintes medidas poderão geralmente ser postas: Expropriação da propriedade latifundiária e emprego da renda da terra em proveito do Estado; Imposto fortemente progressivo; Abolição do direito de herança; Confiscação da propriedade de todos os emigrados e dos contrarrevolucionários. (Isto é, quem não concordasse com as ideias de Marx – comentário meu); centralização do crédito nas mãos do Estado por meio de um banco nacional com capital do Estado e com o monopólio exclusivo; centralização, nas mãos do Estado, de todos os meios de comunicação e transporte. Adequação do sistema educativo ao processo de produção material (isto é, doutrinação comunista e oposição o que não for marxista – comentário meu), etc. 
Resumindo, Marx e Engels idealizaram uma tomada violenta do poder, com a implantação de um governo onde o Estado se apoderaria à força da economia, dos meios de comunicação, da educação, destruindo “as verdades eternas, a religião e a moral”. E ai dos contrarrevolucionários (chamados de rebeldes em algumas traduções)! Esse foi o plano exposto no Manifesto.
Agora, dentre as muitas descrições possíveis, vamos usar um trecho da biografia mundial do comunismo do livro Camarada, de Robert Service:
Os novos estados comunistas na Europa oriental e no leste da Ásia – de Tirana a Pyongyang e de Tallin a Xangai – tinham coisas em comum. Normalmente, governava um único partido. Às vezes, havia outros grupos políticos, quando eram de esquerda e submissos, que eram incorporados no partido comunista ou aos quais era dada uma semi-autonimia. A ditadura era imposta. Os tribunais e a imprensa estavam subordinados ao comando político. O estado expropriava grandes setores da economia e foi introduzido o planejamento industrial central. A religião era perseguida. As associações da sociedade civil eram obrigadas à submissão ou simplesmente aniquiladas. O marxismo-leninismo era disseminado na sua variante estalinista e as ideologias rivais eram perseguidas. A administração era centralizada. O controle das instituições do estado era reforçado por meio do sistema da “nomenklatura” e eram mantidas interligações estreitas entre o partido, o governo, a polícia e o exército.  
Centralização política, centralização econômica, monopólio ideológico, perseguição religiosa, censura da imprensa, perseguição aos opositores. A cartilha do Manifesto na prática, ponto por ponto. Para não ver isto, basta virar o rosto para o outro lado, ou fechar os olhos, ou furá-los. É o que tem feito os defensores do pensamento marxista. A verdade, porém, é que quanto mais Marx, mais morte.
O último texto é do Nobel em economia, Georg Monbiat:
Os comunistas contemporâneos costumam ceder à vaidade de achar que sua receita não falhou; dizem que o que aconteceu foi que ela sequer chegou a ser experimentada. Alegam que a emancipação dos trabalhadores, sempre que veio a ser praticada em escala continental, foi frustrada por tiranos, que corromperam a ideologia de Marx em benefício de seus objetivos. Durante alguns anos eu mesmo acreditei nisso. Mas nada é mais revelador dos riscos do programa político de Marx do que o Manifesto Comunista. Penso que este tratado, sob a forma de teoria, contém todo o potencial de opressão que mais tarde se abateu sobre os povos das nações comunistas. O problema das recomendações que faz não é que tenham sido aplicadas com rigor. As políticas de Stalin e Mao foram mais marxistas do que, por exemplo, as dos governos mais transigentes – e portanto mais ameno – do que Cuba e do estado indiano de Kerala.
Aqui estão evidentes a causa e o efeito, a semente e o fruto, a teoria e a prática. O que existe de destrutivo, de enganoso, de mortífero e anticristão nos governos marxistas do passado e de presente são resultados direto da pena de Marx e Engels. Só não vê quem não quer. E infelizmente, há muitos.
E esses deficientes visuais ideológicos, não veem e não desejam que outros vejam. Sem dúvida algum o pior cego é o que deseja cegar os outros.
Leitura recomendada:
O antimarxismo estridente de Hitler