17 de novembro de 2016

LGBTrump? Homossexual assumido Richard Grenell está na lista dos poucos selecionados de Trump para ser Embaixador dos EUA na ONU


LGBTrump? Homossexual assumido Richard Grenell está na lista dos poucos selecionados de Trump para ser Embaixador dos EUA na ONU

Peter LaBarbera
O presidente-eleito Donald Trump está considerando nomear o homossexual assumido Richard Grenell como o embaixador dos EUA na ONU, de acordo com uma reportagem da Fox News citando uma fonte “que conhece o planejamento da transição.”
Richard Grenell
Grenell defende o “casamento” homossexual como uma questão “conservadora,” critica os “ativistas direitistas cristãos barulhentos” e elogia abundantemente as credenciais pró-LGBT de Trump como republicano. Se nomeado, ele se tornará a “primeira pessoa assumidamente gay a assumir um cargo de política externa de nível ministerial,” noticiou a Fox News.
A nomeação potencial de Grenell levou o cristão conservador Bryan Fischer da Associação Americana da Família a tuitar: “Fiquem espertos, conservadores: Teremos de combater Trump com tanto empenho na questão da agenda homossexual como teríamos de combater Hillary.”
Grenell regularmente critica a política externa do presidente Obama como fraca demais em questões como destruir os terroristas do ISIS e ficar do lado do forte aliado dos EUA, Israel. Contudo, os conservadores sociais questionam se e como ele mudaria o legado de Obama de promover o homossexualismo como “direito humano” nos outros países.

Continuando o ativismo pró-LGBT de Obama nos outros países?

Muitos questionam se o presidente-eleito Trump continuará a política externa agressivamente pró-LGBT de Obama. Sob Obama e sua então secretária de Estado Hillary, os Estados Unidos executavam uma política — anunciada num discurso de Hillary na ONU — de “direitos gays são direitos humanos e direitos humanos são direitos gays.” Embora haja consenso geral de que o ódio e a violência sistemática contra os homossexuais — ou qualquer outra pessoa — sejam questão de direitos humanos, sob Obama a ideia foi aplicada de modo muito mais geral — pressionando os países a adotar o “casamento” homossexual (que foi legalizado nos EUA em 2015), e usando a assistência externa dos EUA para castigar as nações pobres e fazê-las abandonar qualquer lei interpretada como “anti-homossexualismo” pelos padrões esquerdistas do Ocidente.
Outro pioneirismo de Obama que atraiu muitas críticas dos países em que a homossexualidade é mais amplamente considerada imoral do que nos Estados Unidos foi a prática de hastear a bandeira do arco-íris do ativismo gay nas embaixadas americanas em outros países nos dias de celebração do ativismo homossexual.
O Dr. Wayne West, um proeminente líder pró-família na Jamaica e presidente da Coalizão Jamaicana para uma Sociedade Saudável, disse para LifeSiteNews com relação à possibilidade de Grenell sendo nomeado como embaixador dos EUA na ONU: “Estou desapontado. A ONU é um dos principais promotores e defensores políticos da ideologia totalmente ilógica LGBTQ+. Espero que o presidente Trump não siga a vereda de imperialismo cultural do presidente Obama.”

Celebrando o Trump pró-homossexualismo

Grennell celebra a eleição de Trump como o candidato presidencial republicano mais pró-LGBT da história dos EUA. Numa coluna, ele usou como exemplo Trump levantando uma bandeira gay do arco-íris para frisar que Trump é diferente de todos os candidatos republicanos do passado que viviam de favores para os “ativistas direitistas cristãos barulhentos.”

O “casamento” homossexual é uma questão “conservadora”?

Como muitos libertários e republicanos pró-LGBTQ, Grenell avança a noção de “casamento” homossexual como uma questão conservadora.
Em 13 de novembro, Grenell retuitou este tuíte, celebrando que “Trump será o primeiro presidente a ocupar a presidência sem fazer oposição ao casamento gay e aos direitos gays. É o homem mais pró-LGBT que já entrou na presidência dos EUA.”
Traduzido e editado por Julio Severo do original em inglês do LifeSiteNews: LGBTrump? Openly homosexual Richard Grenell makes Trump’s short list for U.S. Ambassador to UN
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3 comentários :

equipepro disse...

O jogo da nwo é esse! Colocam um personagem para desviar o foco por meio da polarização política, porém a implantação da agenda continua em andamento.

helio bandeira disse...

Trump tá precisando criar vergonha na cara,isso sim. Tanta coisa a se pensar, tanta coisa a se resolver, o mundo inseguro, e esses caras só se preocupam com gayzismo... se não tem o que fazer nem o que pensar, eu sugiro que procurem uma lavagem de roupas.

Enéas Oliveira disse...

Avalanche continua...