2 de setembro de 2016

Paraíso canadense: Só para delinquentes homossexuais, não para cristãos


Paraíso canadense: Só para delinquentes homossexuais, não para cristãos

Julio Severo
No que se refere aos cristãos, a liberdade de expressão é uma espécie em extinção no Canadá. Os ativistas homossexuais proeminentes Christopher Hudspeth e George Smitherman, ex-vice-primeiro-ministro esquerdista, entraram com uma ação legal coletiva de 104 milhões de dólares contra o ativista cristão Bill Whatcott por se infiltrar na parada do orgulho gay de Toronto deste ano enquanto ele e seus amigos cristãos estavam vestidos como “zumbis gays” em trajes verdes para distribuir folhetos que avisavam sobre os perigos de saúde do sexo homossexual e acusavam os políticos esquerdistas de estarem em conluio com a agenda gay.
Eles estão processando Whatcott por angústia mental em favor da comunidade gay inteira de Toronto e por difamação contra vários líderes políticos esquerdistas, inclusive o primeiro-ministro Justin Trudeau.
As alegações de “angústia mental” são cômicas, pois a vasta maioria dos mais de um milhão de participantes da parada gay nunca chegaram a ter contato com Whatcott.
Danielle McLaughlin, ex-diretora educacional na Associação de Liberdades Civis do Canadá, que também marchou na parada gay e descreve Whatcott como um “sexista homofóbico,” não conseguiu evitar zombar dos ativistas homossexuais que o estão processando:
“É mesmo? Que tipo de prejuízo eles sofreram como consequência dos folhetos de Whatcott? O ex-vice-primeiro-ministro George Smitherman, um dos que estão liderando a ação legal, perdeu status na comunidade por causa dos folhetos de Whatcott? O primeiro-ministro precisou se esconder por causa dos folhetos (então por que ele marchou em duas paradas gays?)? Meus parentes e amigos LGBTQ experimentaram dor e sofrimento como consequência das palavras de Whatcott? Não que eu tenha reparado.”
A ação coletiva deles pode parecer ridícula, mas Hudspeth e Smitherman sabem exatamente o que estão fazendo. Essa é uma campanha de medo, com a intenção de silenciar todos os ativistas cristãos e jornalistas que podem ter críticas para com a agenda gay. A cobrança de 104 milhões de dólares é para mostrar que quem está processando tem luvas de boxe gigantes, ameaçando ruína financeira para todos os que ousam chiar na oposição.
Whatcott, com outros cristãos, havia pago a taxa de 100 dólares para os organizadores da Parada do Orgulho Gay de Toronto para registrarem sua inventada “Associação de Consumidores de Maconha Zumbis Gays” de modo que eles pudessem andar mais livremente na rota da parada para distribuir um panfleto que mostrava imagens vívidas de doenças ligadas a condutas de mesmo sexo, inclusive verrugas anais e AIDS.
O panfleto não foi forçado nos homossexuais.
“Eu lhes perguntava se eles queriam ‘sexo seguro zumbi,’” Whatcott disse para LifeSiteNews na ocasião. “Todos adoraram isso. Mas, se você tentar dar um folheto do Evangelho, eles xingam você e jogam lama na sua cara. Mas dê-lhes alguma coisa esquisita que parece uma camisinha, eles agarram na hora. Em 20 minutos, eles esgotaram três mil folhetos,” ele disse.
Uma parte do panfleto declarava: “A lei natural é clara, a homossexualidade é incompatível com a natureza humana. Doença, morte e confusão são as realidades tristes e sórdidas do estilo de vida homossexual. Os ‘Zumbis Gays’ estão preocupados com o bem-estar espiritual, psicológico e físico de todos os participantes potenciais da parada do orgulho gay. Por isso, damos a você essas informações acuradas e incentivamos você a se abster da homossexualidade.”
Whatcott disse que a meta da “Associação de Consumidores de Maconha Zumbis Gays” ao participar da parada gay foi dupla: Primeiro, ser um testemunho profético e inequívoco contra a celebração desenfreada da homossexualidade, e segundo, oferecer às pessoas apanhadas no estilo de vida homossexual uma saída por meio de uma chamada ao arrependimento e para se voltarem a Jesus Cristo para serem salvas.”
Whatcott conhece muito bem a homossexualidade. Em sua autobiografia de 2014 “Born in a Graveyard” (Nasci num Cemitério), Whatcott revela sua experiência de não só ser estuprado por outro homem na prisão, mas também de se vender a um homem para pagar seu vício de drogas. Whatcott deixa claro que seu ativismo é inspirado por sua preocupação por outros — com base em seu passado de envolvimento na homossexualidade.
Whatcott ficou famoso por seus jeitos criativos de dar o Evangelho aos pecadores homossexuais. Em 2014 ele marchou na Parada do Orgulho Gay de Vancouver como membro de uma igreja que ele inventou: A Igreja do Monstro de Espaguete Voador. Ali, ele distribuiu panfletos.
Em 2013, o Supremo Tribunal do Canadá condenou Whatcott por tão chamado “discurso de ódio” por distribuir folhetos em Saskatchewan em 2001 e 2002 que criticavam as práticas homossexuais.
O Canadá é uma nação “desenvolvida” que garante plenamente a liberdade de expressão unilateral para anticristãos. Aliás, os anticristãos — principalmente homossexualistas e muçulmanos — têm o direito de cometer agressão verbal e legal contra os cristãos. O Canadá é verdadeiramente um paraíso infernal “desenvolvido.”
No Canadá “desenvolvido,” se você oferece o Evangelho, xingam você. Mas se você oferece um panfleto sobre sexo gay zumbi e maconha, adoram!
O caso de Bill Whatcott está sendo usado pelo ativismo homossexual canadense para amedrontar os cristãos, forçando-os a se esconder no armário e esconder seu testemunho cristão sobre a falta de esperança física, moral, espiritual e mental da conduta homossexual e a única resposta máxima: Jesus Cristo.
Com informações de LifeSiteNews e Mercatornet.
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