11 de setembro de 2016

O 11 de Setembro e a Matança Covarde Feita por Muçulmanos


O 11 de Setembro e a Matança Covarde Feita por Muçulmanos

Julio Severo
Hoje é o dia em que 15 anos atrás os Estados Unidos sofreram o maior atentado terrorista em sua história. Mais de 3 mil americanos inocentes foram covardemente mortos.
Devia ser tristemente lembrado também que após o atentado o presidente americano George W. Bush visitou uma mesquita para dizer que o “islamismo é uma religião de paz.”
Além disso, mesmo sabendo que os terroristas eram sauditas, ele não invadiu e atacou a Arábia Saudita. Ele invadiu o Iraque, que foi transformado num bode-expiatório para salvar o rei saudita.
Bush fez um bom trabalho pró-vida. Mas, acerca do islamismo, ele não foi diferente de Obama: Ambos trataram o islamismo como religião de paz. Ao que parece, a glorificação que Bush deu ao islamismo como ideologia pacífica abriu o caminho para o primeiro presidente americana com nome totalmente islâmico: Barack Hussein Obama.
A invasão desnecessária de Bush no Iraque provocou sofrimento imenso para a antiga comunidade cristã iraquiana, que foi reduzida de mais de 2 milhões para menos de 400 mil. Bush podia ter recebido esses cristãos perseguidos como refugiados nos Estados Unidos — perseguidos por muçulmanos enfurecidos com a guerra dele. Mas em vez disso ele recebeu milhares e milhares de “refugiados” islâmicos.
Quem se importa com os cristãos? Não o governo dos EUA, que provoca guerras que trazem perseguição a eles e, como Pilatos, lava as mãos.
Mais cristãos iraquianos foram mortos nas mãos dos seguidores da religião de paz, como consequência da invasão americana do Iraque, do que americanos foram mortos nas mãos desses seguidores em 11 de setembro de 2001.
Versão em inglês deste artigo: 9/11 and the Coward Killing by Muslims
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4 comentários :

Flávio Da Vitória disse...

Religião de paz...

Hey Júlio Jonh Piper disse que isso foi ordenado por Deus.

O Sousa da Ponte - João Melo de Sousa disse...

Ali a zona é complicada. Na altura do 11 de Setembro os EUA tinham de ripostar. Foi um ataque em terreno americano.

Invadir o Afeganistão é pacífico. A al qaueda tinha sedes lá

O importante até tirar a frente de guerra dos EUA.

A Arábia Saudita é um meio aliado de Israel e valem mais estes idiotas que a governam que outros que a gente não conhece.

A grande potência local era o Iraque.

Atacaram o Iraque. Israel e a Arábia Saudita aplaudiram. O Kuwait também.

A frente de guerra passou para os confins do Iraque e Síria.

Alguns atentados na Europa mas nada parecido com uma forte al quaeda

Os financiadores sauditas ficaram cheios de medo.

Os sauditas nem são mais de todo. Tem um medo dos americanos medonho.

No meio disto tudo baixa o petróleo, base do maduro e do islao, Israel não sofre nenhum ataque e tudo rola.

O estado islâmico surge e tem como principal inimigo o hezbolla, velho inimigo de Israel que já pediu ajuda a Israel

De fato a política externa dos EUA é pouco ética mas eficaz.

Lá se vai o pan islamismo ou qualquer veleidade de supremacia islâmica.

Cicero disse...

Meca na Arábia Saudita é a Babilônia, da qual os EUA já são escravos...

Leonardo Melanino disse...

Onze de setembro é uma data de número "254" num calendário comum (ou de número "255" num bissexto). Dois mil e um foi um ano deste fatídico atentado orquestrado pela Ordem dos Iluminados Bávaros (Ó-I-Bê). A OIB, que é a Maçonaria Globalista, é uma seita mais perigosa do que o Islamismo. Ela está por trás de muitas desgraças mundiais. O dia da semana em que ocorreu este crime iluminista foi uma terça-feira, o dia do deus bélico Marte. "Novecentos e onze" é um número demoníaco idolatrado pela OIB e ele é o número do Serviço Estadunidense de Emergências Médicas. Então, esta seita será destruída no Armagedom, a Quarta Guerra Mundial (Quatro-Gê-Eme).