23 de agosto de 2016

Michele Bachmann está assessorando Donald Trump na política externa


Michele Bachmann está assessorando Donald Trump na política externa

(RÁDIO PÚBLICA DE MINNESOTA) — A ex-congressista republicana de Minnesota Michele Bachmann disse que vem assessorando Donald Trump na política externa e questões de preocupação para cristãos conservadores. Ela disse que Trump está certo de pedir políticas mais restritivas de imigração.
Michele Bachmann fala com a imprensa
“Ele também reconhece que existe uma ameaça no mundo inteiro, não só aqui em Minnesota, de islamismo radical,” disse ela. “Eu queria que o presidente Obama também compreendesse a ameaça do islamismo radical e a levasse a sério.”
Traduzido e editado por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Bachmann: I’m advising Trump on foreign policy
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Um comentário :

Marcelo Victor disse...

Essa guerra contra a moral judaico-cristã e a exaltação mundial do islã, inclusive pelo papa da idolatria romana, parece representar, de fato, a OPERAÇÃO DO ERRO, descrita em 2 Ts 2:11.
Algo me chamou a atenção a respeito da oitava cabeça do animal de sete cabeças e dez chifres, descrito em Apocalipse.
A explicação do anjo a João, no capítulo 17, parece deixar claro que a BESTA (a oitava cabeça) é uma das sete cabeças do referido animal, especificado no capítulo 13. Ou seja, segundo a Bíblia, uma das sete cabeças do animal tem que voltar a ter um domínio mundial.
O Anjo diz a João: "Cinco JÁ CAÍRAM e uma É"; em outras palavras, o Anjo quer dizer que cinco potências imperiais (nações diferentes) haviam caído (NÃO ERAM) e a sexta cabeça estava presente no mundo, naquele exato momento em que o anjo falava (o império Romano).
O Anjo disse também: "A besta que viste, ERA e já não É", ou seja, já havia dominado e não estava mais dominando.
Com isso, a conclusão provável é que a besta não seria a cabeça de número 6 (o império romano) e nem a cabeça número 7, pois a besta ERA (havia sido um império no passado) e já NÃO É (quando o anjo falava).
Portanto, parece ser provável que a BESTA está entre as cinco primeiras cabeças.
Outrossim, "cabeças", segundo o anjo, significam MONTES e montes, no hebraico arcaico, significava GRANDES CIDADES, ou seja, tratam-se de cidades cujo o reino, a partir de determinado rei, ultrapassou a fronteira do seu próprio povo e dominou cidades de outros reis.
A primeira cabeça é o Egito, a segunda é a Assíria, a terceira é a Babilônia (o leão, Daniel 7: 14); a quarta é o império Medo-Pérsia (o urso, verso 5); a quinta é a Grécia (o leopardo, verso 6), a sexta é o império Romano.
A Babilônia se localiza onde hoje é o Iraque; a Assíria corresponde em parte ao que hoje é a Síria e o Iraque; o Egito é o mesmo Egito do passado; e o Império Persa é o Irã.
Sem dúvida o Egito de hoje nada tem a ver com o Egito dos faraós. Já os iranianos ainda carregam o orgulho de terem sido um dos maiores impérios da história.
Os sírios, embora orgulhosos de suas origens, não ficam o tempo todo buscando esta identidade (normalmente, possuem enorme orgulho de serem árabes). Já o Iraque, nos tempos de Saddam Hussein, tentou criar uma ligação com a Babilônia, mas que nunca foi bem sucedida.
Portanto, pelo que parece, com o crescimento significativo do islamismo pelo mundo, podemos concluir que a BESTA tem grande possibilidade de ser a religião muçulmana, que representaria a união das nações árabes contra judeus e cristãos nos tempos do fim.