16 de julho de 2016

Facebook está ajudando governo alemão a suprimir opiniões contra o islamismo


Facebook está ajudando governo alemão a suprimir opiniões contra o islamismo

Leo Hohmann
Comentário de Julio Severo: Você consegue imaginar ser rudemente despertado lá pelas 3h da madrugada por batidas fortes na sua porta e se deparar com uma polícia federal fortemente armada lhe apresentando mandado de prisão? Você consegue não ficar chocado quando os policiais explicam que o mandado de prisão tem como base um post num grupo fechado de Facebook que você escreveu contra a invasão de imigrantes islâmicos? Se você não está na Alemanha, sorte sua, pois isso já está acontecendo na Alemanha: Batidas policiais de madrugada contra usuários de Facebook que se manifestam contra o islamismo. E para piorar, a imprensa alemã, em colaboração com o governo alemão, não diz que os posts eram contra o islamismo, mas contra os judeus, a fim de obter melhor simpatia popular contra os acusados. Leia o artigo do WND:
A polícia alemã conduziu uma batida policial em plena madrugada em cerca de 60 lares nesta semana prendendo residentes acusados de postar conteúdo xenofóbico, racista ou de outra natureza “direitista extremista” num grupo fechado de Facebook em violação das leis alemãs contra o “discurso de ódio.”
E as ações repressivas, embora estejam sendo louvadas por boa parte da mídia como tendo como alvo o “antissemitismo,” parece que em grande parte estão focadas em pessoas que criticam o islamismo e as centenas de milhares de migrantes muçulmanos que inundaram a Alemanha.
A polícia federal alemã — Bundeskriminalamt ou BKA — disse num comunicado de imprensa que foi a primeira vez que o governo usou força policial para combater discurso de ódio na internet.
O Facebook, junto com o Twitter, o Google e o YouTube, têm sido criticados em alguns setores por permitir que o discurso de ódio se espalhe em suas plataformas na Alemanha, informou Lisa Vaas, jornalista de tecnologia.
Em dezembro as maiores mídias sociais concordaram em ajudar o governo alemão a reprimir opiniões de “ódio.” Elas se comprometeram a deletar certos comentários de seus serviços dentro de 24 horas para ajudar a combater uma onda crescente de “racismo online” dirigido ao influxo de refugiados na Alemanha, noticiou Vaas.
Mais de mil mulheres alemãs foram apalpadas e violentadas na véspera de ano novo em Colônia, e centenas de outras têm sofrido agressões de migrantes em vários festivais musicais alemães. Isso provocou uma onda de resistência que só está crescendo em intensidade, pois todos os dias os alemães se sentem abandonados pelo governo nacional liderado por Angela Merkel.
Ambos os lados do debate relatam ser alvos de ataques violentos. Mulheres têm sofrido agressões, e então alguns alemães reagiram pondo fogo em centros de asilo que abrigam migrantes.
A polícia alemã registrou 45 casos de incêndio criminoso em centros de refugiados na Alemanha desde o início de 2016.
Às vezes a retórica online fica inflamada em ambos os lados: os que buscam limitar o influxo de refugiados e os que querem acolher todos os 1,1 milhão deles. Parece que a Alemanha está dividida como nunca antes.
Durante meses o Facebook vinha se preparando para transformar em realidade sua política de remover posts em 24 horas.
Sob pressão do governo alemão, a empresa lançou uma força-tarefa contra opiniões de ódio em setembro para lidar com postagens contrárias aos refugiados, informou Vaas.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Facebook helping Germany crack down on anti-Islam speech
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2 comentários :

Helio Bandeira disse...

Dizem que o islamismo é uma religião de paz. Obama e seus lambe botas europeus(principalmente dona Ângela), não negam isso á ninguém."Corroborando" essa posição deles lembrei de alguns "feitos notáveis" do islamismo em "prol" da paz. Vamos lá: Olimpíadas de Munique 1972, saldo 17 mortos; USA 2001 quase 3000 mortos; Madrid 2011 quase 200 mortos; Metrô de londres, França e etc etc etc e etc... Tudo isso graças à " religião da paz".

Helio Bandeira disse...

Esqueci de Bruxelas... Viva à "religião da paz".