28 de junho de 2016

O Brexit e a vingança dos globalistas


O Brexit e a vingança dos globalistas

Scott Lively
Comentário de Julio Severo: Providencialmente, o Dr. Scott Lively participou, logo após a votação do Brexit, de uma importante reunião com líderes pró-família em Londres para traçar planos para o futuro do movimento pró-família britânico. Sua visão sobre o Brexit está no artigo a seguir publicado no WND (WorldNetDaily):
LONDRES, Inglaterra — A votação bem-sucedida do Brexit no Reino Unido é a maior vitória da soberania nacional e liberdade individual no mundo num longo tempo. É uma vitória enorme!
As elites globais, lideradas por Obama, têm estado desesperadas para avançar rápido sua agenda de governo mundial durante a presidência dele e consequentemente avançaram rápido demais no “casamento” gay, fronteiras abertas e o estabelecimento de sua infraestrutura de governo planetário — despertando o gigante populista dormente no mundo ocidental. Cada vez mais em todos os lugares as pessoas estão reconhecendo que a campanha de Trump, o crescimento da direita política na Europa Oriental e o Brexit são partes de um fenômeno mundial. E que as explosões de caos no mundo inteiro com os desastres da Primavera Árabe e a irresponsável campanha de propaganda de guerra contra a Rússia têm uma só origem: Obama e a elite globalista.
É importante observar que as elites têm plena consciência de que suas políticas estão provocando rebelião — e poderiam ter aplacado o povo em qualquer tempo simplesmente recuando ou até mesmo confessando que suas políticas não estavam funcionando. Mas em vez disso elas se dispuseram a arriscar revoluções totais para cumprir seu sonho de uma ordem socialista mundial e criam que poderiam suprimir a oposição por meio de propaganda e manipulação psicológica. Essas ferramentas sempre funcionaram para elas no passado. Mas a vitória do Brexit representa o fracasso desses mecanismos de controle, e a revolução contra a agenda delas agora ganhou muito incentivo.
Então o que você acha que as elites farão em resposta ao Brexit? Confessarão que foram derrotadas e se renderão à vontade do povo? Desistirão de seu sonho e começarão a reafirmar a importância da família natural, liberdade pessoal e soberania nacional? Duvido.
Ou farão tudo o que puderem para reestabelecer controle sobre o povo e esmagar a rebelião?
Minha estimativa é que farão tudo para reestabelecer controle sobre o povo e esmagar a rebelião, mediante uma crise econômica orquestrada a curto e médio prazo como forma de castigo — com a meta de fazerem os britânicos lamentarem sua decisão e colocando medo e incerteza no coração de outros movimentos rebeldes. E acredito que poderão também instigar guerra, provavelmente com a Rússia, possivelmente uma guerra na Síria, para desviar a atenção do mundo da rebelião, para deter seu ímpeto e criar o pretexto para um novo nível de controles de estado policial ou lei marcial sob a qual qualquer outra rebelião semelhante seja tratada como conduta criminal ou traição.
Para ler o restante deste artigo em inglês, clique aqui.
Traduzido e editado por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): The people’s Brexit and the coming globalists’ revenge
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6 comentários :

S I disse...

As guerras já estão em andamento. Se quiser discutir mais, entre em contato.

Enéas Oliveira disse...

Na guerra do Armageddon vai ter muito soldado com identidade de gênero.Fácil de derrota-los!!!

marcelo victor disse...

A Alemanha não perde tempo e não nega suas raízes, como se não bastasse as loucuras da primeira e segunda guerras mundiais.

O curioso é que, no passado, os alemães usaram, para despertar o sentimento nacionalista, justamente o ódio contra os judeus, e, agora, parecem caminhar na mesma direção, só que com uma estratégia diferente, qual seja: através do apoio à invasão de muçulmanos em toda a Europa, mesmo com o terrível sofrimento dos próprios alemães (principalmente das alemãs).

Assim sendo, a história parece estar se repetindo, pois, segundo notícias, o anti-semitismo (e, de quebra, o anticristianismo) tem aumentado sobremaneira em toda a Europa.

A diferença básica com a época da segunda guerra mundial é que, nos dias de hoje, num primeiro momento, ninguém ainda pegou em armas e nem declarou formalmente guerra a ninguém. No entanto, no ritmo em que as coisas caminham, possivelmente, muito em breve, uma perseguição cruel será inevitável, mesmo que seja novamente contra os judeus, principalmente em virtude do amor suicida para com os árabes que tomou conta do mundo todo, com rara exceções.

Outro sinal de que estamos diante de uma repetição de acontecimentos mundiais, de um passado não muito distante, é a aliança entre alemães e italianos, os quais parecem sempre se alinhar quando se trata de disputa pelo PODER, pois além das nações estarem novamente juntas, o próprio Vaticano vem sinalizando que quer ter um papel proeminente nessa nova guerra disfarçada contra a moral judaico-cristã.

averdadeliberta disse...

"existe uma hierarquia a ser seguida. Dentro desse sistema, o governo britânico terá a supremacia através do cargo de executivo mundial. Como de qualquer forma isso já está prometido para a família real britânica, eles podem continuar tranquilamente sua rotina estúpida nos sites de fofocas sem se manifestar publicamente sobre o referendo. A futura supremacia inglesa que está acima da Rússia e da China encontra-se em várias epístolas do cristo cósmico como a descrita abaixo: "

https://apocalipsetotal.wordpress.com/2016/06/26/analisando-o-referendo-britanico/

Enéas Oliveira disse...

Esse cenário está parecendo com o filme 300 de Esparta,onde,os persas são os Estados Unidos e união europeia seus aliados.Quem se opor as suas pretensões corta-se a cabeça.Espero que a Rússia seja os espartanos!!!

Helio Bandeira disse...

Se querem amar os muçulmanos tem que amar também os seus atos de terror. Que o terrorismo acompanhe sempre os defensores do islamismo.