18 de junho de 2016

EUA pressionam ONU para exigir direitos gays no mundo inteiro


EUA pressionam ONU para exigir direitos gays no mundo inteiro

Julio Severo
Depois do pior massacre a tiros da história dos EUA, o governo americano apelou na segunda-feira para que a Organização das Nações Unidas (ONU) se unisse para exigir direitos lésbicos, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT) no mundo inteiro.
Samantha Powers
Ausente na exigência americana em prol da agenda gay na ONU está o fato de que o islamismo ou terrorismo islâmico está por trás do pior massacre a tiros nos EUA.
O Conselho de Segurança da ONU, também na segunda-feira, condenou fortemente o atentado de Orlando, pela primeira vez mencionando a seleção de pessoas na base da orientação sexual, sem condenar o terrorismo islâmico.
O atentado islâmico deu ao governo dos EUA a desculpa perfeita para trabalhar ainda mais para criminalizar posturas morais e cristãs contra a conduta homossexual nas nações ocidentais e oprimir nações como a Rússia, que criminalizam a propaganda homossexual para crianças e adolescentes, mas não criminalizam a conduta homossexual e não matam homossexuais. Especificamente, o governo dos EUA nunca usou o sistema da ONU para condenar a Arábia Saudita, que proíbe a conduta homossexual e mata homossexuais.
O assassino que cometeu o assassinato em massa no domingo numa boate gay em Orlando, Florida, havia jurado lealdade ao Estado Islâmico. Seu ato de terrorismo é o ataque mais mortal em solo americano desde 11 de setembro de 2001, quando sequestradores muçulmanos sauditas treinados pela al-Qaeda explodiram aviões comerciais a jato no World Trade Center de Nova Iorque, no Pentágono e num campo na Pensilvânia, matando umas 3 mil pessoas.
Embora os EUA, sob o presidente conservador George W. Bush, tenham usado o Iraque e outras nações como distração para os atentados islâmicos sauditas, hoje a grande mídia dos EUA usa outros bodes-expiatórios, principalmente os cristãos, como distração para o atentado islâmico.
“Se nos unirmos em nossa indignação com a matança de tantos — e estamos nos unindo —, vamos igualmente nos unir em torno da premissa básica de sustentar a dignidade universal de todas as pessoas independente de quem amam, não só em torno de condenar os terroristas que as matam,” disse David Pressman, vice-embaixador dos EUA na ONU com relação à campanha homossexual dos EUA na ONU depois do ataque em Orlando.
Apesar de campanhas intensas lideradas pelos Estados Unidos, os termos “orientação sexual” e “identidade de gênero” são parte de apenas uma resolução da Assembleia Geral. Pressman se queixou sobre isso, dizendo que “há uma batalha campal sobre se é conveniente incluir orientação sexual nessa proteção.” Inclusões de “orientação sexual” e “identidade de gênero” são esforços para exigir a agenda gay na ONU, mas esses esforços recebem oposição feroz de grupos pró-família.
Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU, há muito tempo defende direitos gays, mas tem enfrentado oposição da Rússia, países africanos, árabes e muçulmanos. Sob o Papa João Paulo II, o Vaticano também era uma oposição proeminente. Mas o atual papa não parece querer desempenhar um papel importante nessa oposição.
Em 2014, Ban anunciou que a ONU reconheceria todos os “casamentos” de mesmo sexo de seus funcionários. A Rússia tentou, sem êxito, derrubar essa medida no ano passado, com muitos governos apoiando a Rússia.
Em seu esforço pró-homossexualismo, Ban tem recebido apoio do “Principal Grupo LGBT,” um grupo de onze país comprometidos em realizar “ações conjuntas” para promover direitos LGBT. O “Principal Grupo LGBT,” liderado pelos EUA, é composto pela União Europeia, Israel e Brasil. (O Brasil sob a presidente marxista Dilma Rousseff era uma apoiadora leal de todas as causas de aborto e homossexualidade defendidas pelo governo de Obama na ONU.)
A embaixadora dos EUA na ONU Samantha Power e embaixadores especiais de 16 países na ONU se reuniram num bar gay histórico de Nova Iorque na quinta-feira para estimular campanhas mundiais para avançar direitos LGBT depois do atentado numa boate gay de Orlando.
Os diplomatas mais experientes, em grande parte da Europa e América Latina, se reuniram para discutir novas iniciativas para promover direitos homossexuais no mundo inteiro.
“Como local para nos reunirmos, não conseguimos pensar num lugar mais simbólico do que este depois do atentado monstruoso em Orlando,” Power disse no Bar Stonewall, considerado o berço do movimento homossexualista americano.
A embaixadora holandesa Karel van Oosterom, membro do Principal Grupo LGBT, pediu uma “ação mundial para tratar disso,” e disse que “o Principal Grupo LGBT muito ajudará nisso.”
Com o atentado terrorista islâmico numa boate gay em Orlando, os EUA estão renovando sua exigência em prol da agenda gay na ONU sem condenar o islamismo ou o terrorismo islâmico.
Com informações da Reuters e Yahoo News.
Versão em inglês deste artigo: U.S. Urges UN to Push for Global Gay Rights
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5 comentários :

Everaldo Oliveira disse...

Graças a Deus por isso tudo está acontecendo. Porque isso é mais uma evidência da veracidade profética das Escrituras. Combateremos sim, o bom combate em todas as áreas possíveis para que isso seja denunciado como uma clara rebelião contra Deus. O certo é que há uma clara dissimulação por parte dos grupos da esquerda mundial para confrontar os valores conservadores. O triste é ver que essa iniciativa normalmente parte de um país que outrora influenciou o mundo com as liberdades de uma nação conquistadas pelo advento da ética protestante

Nil disse...

Julio ! Você sabe das ameaças do EI contra o Brasil que agora pode ser também atacado. Veja: A noticia da Veja:O EI agora tem um recrutador de brasileiros: Ismail al-BraziliRelatório da Abin revela que o grupo extremista faz esforços para obter seguidores no Brasil – e que o país está exposto a um ataque terrorista.
http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/o-ei-agora-tem-um-recrutador-de-brasileiros-ismail-al-brazili
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Eu vejo as coisas desta forma,o Islã é um mal satânico que veio para trazer morte,dor e sofrimento ao mundo inteiro. No principio o Islã há 1400 anos só trouxe morte e sofrimento na Arábia Saudita,nos dias que Maomé ainda vivia. Depois o mal foi se alastrando e atingiu os primeiros países conquistados pelo Islã: Síria,Iraque,o Irã e a agressão e tomada de terras do Imperio Bizantino. No decorrer dos anos ,o mal islâmico foi cada vez mais longe (como foi muito longe) atingiu norte da Àfrica,India e finalmente a Península Ibérica (Portugal e Espanha). No decorrer dos séculos povos do leste da Europa conheceram o terror islâmico. Exemplo o cerco de Viena. O mal islâmico foi espantindo e alcançando terras a alguns milhares de quilômetros da Arábia Saudita. Finalmente hoje já não existe terras por mais distante que forem do Oriente Médio que não são atingidas pelo terror islâmico. Certamente portugueses e espanhóis do tempo de Maomé se achavam distantes demais da Arábia Saudita para temerem as barbaridades que ocorriam por lá. Mas ! Cem anos apôs a morte de Maomé, o terror islâmico chegava a tão distante Península Ibérica.
O tempo passou e hoje o Brasil não está tão longe assim que não possa ser atingido pelos seguidores de Maomé.

Renan Prats disse...

Os idiotas do povo americano elegendo os "democratas", como Obama, que à realidade são os esquerdistas, como o PC do B, PT, PSOL etc. daqui, estão assinando a propria condenação à morte, entregando-se às chamas sem motivo algum - passando-se por uns otarios!
Aqui, o PC do B aqui envolvido em ficar com até 30% dos recursos da MCMV - que transparencia os partidos comunistas, hem?
Nas bestas do PT nesse item fraudes, então nem se fala neles!
Ainda mais nos EUA elegerem um traste como Obama, que reúne em si ainda ser muçulmano - bem verdade que há uma inseparável aliança satanista comunoislâmica, farinhas do mesmo saco!
Pelo erro de elegerem caóticos, vão implantando simploriamente o que a NWO quer!

Helio Bandeira disse...

Obama, sai do armário!
Só porquê tú és queres que o mundo seja!!!KKKKKKKKKK

Helio Bandeira disse...

Coitado do capitão américa, está sendo substituído pelo capitão gay! KKKKKKKKKK...