2 de maio de 2016

Sociedade Americana de Pediatria alerta contra risco da vacina do HPV


Sociedade Americana de Pediatria alerta sobre o risco da vacina do HPV

A Sociedade Americana de Pediatria (SAP) divulgou uma declaração em janeiro expressando preocupações com a Gardasil, vacina do vírus do papiloma produzida pela empresa farmacêutica Merck, e sua correlação com a insuficiência ovariana prematura, também conhecida como menopausa prematura.
As preocupações da SAP se baseiam em duas séries de registros de casos publicadas desde 2013 em que meninas vacinadas com a Gardasil desenvolveram menopausa prematura. Além disso, houve 213 registros de menopausa prematura ou amenorreia (ausência de períodos menstruais) registrados nos dados do Sistema de Registro de Efeitos Colaterais de Vacinas (SRECV) desde a aprovação da Gardasil em 2006.
A maioria desses registros estava direta e exclusivamente ligada à Gardasil. A SAP comentou que durante o período antes da vacina do HPV, não havia nenhum caso de menopausa prematura registrado no SRECV. A SAP também questionou a validade dos testes clínicos da Merck antes da concessão de licença. Os testes testaram a segurança da vacina porque a Merck não usou um placebo inativo verdadeiro, mas em vez disso um “placebo” bioativo que continha dois dos ingredientes da vacina, um dos quais era o alumínio.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do The Vaccine Reaction: American College of Pediatricians Warns About Gardasil Risk
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19 comentários :

Anônimo disse...

Essa história de vacinação parece estar muito mal contada, há indícios de que esteja virando um comércio que tem trazido consequências maléficas pro publico alvo.

Anônimo disse...

O ser humano é uma instituição falida, por isso não acredito que haja sinceridade em absolutamente nada do que faz.
Segundo a palavra de Deus, o único realmente bom é Deus!!!

Anônimo disse...

Certamente tem político envolvido nessa história de vacinação e, via de regra, onde esse povo põe a mão há ilicitude, vide a história de desvio da merenda escolar.

Anônimo disse...

Com quase toda certeza, essas campanhas indiscriminadas de vacinação devem fazer parte do programa COMUNISTA de conseguir um dinheirinho extra para a vida pessoal da DIRETORIA e do PARTIDO, sempre usando o humanismo.

Ou seja, parece se tratar de mais uma das manobras populistas dos governos comunistas, como as que foram tomadas no passado: taxas do lixo, controlar, pedágios, estojos de primeiros socorros, extintores de incêndio milagrosos, radares, etc.

TUDO VINDO DE GOVERNOS COMUNISTAS.

Ass. Rodrigues

Anônimo disse...

Vejam o que os governos COMUNISTAS estão fazendo:
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2016/04/procon-notifica-hospitais-por-preco-abusivo-de-vacina-contra-gripe.html

Anônimo disse...

Será que não estamos sendo usados como cobaias de algum projeto que não sabemos? Seria isso uma teoria da conspiração?
Isso não é um preparativo pra implantação da marca da besta?

Anônimo disse...

Os comunistas sempre aparecem com esse papo de humanismo, de salvadores da pátria, de donos da verdade, de pessoas que estão acima de qualquer suspeita, de revolucionários do bem...mas ocorre que esse paraíso nunca chega!!!
Ao contrário, os números mostram a falência desse regime, basta olhar, por exemplo, para a Venezuela...isso se não quisermos olhar pra o próprio Brasil, o qual está a beira do abismo moral, financeiro, social, etc.

Anônimo disse...

O pior veneno foi o do diabo: a MENTIRA; para o qual há uma só vacina: JESUS CRISTO.

Anônimo disse...

Tudo não passa de comércio desenfreado com a vida alheia.

Anônimo disse...

Temos visto que o alvo do diabo tem sido, de um jeito ou de outro, as crianças.

Anônimo disse...

O lucrativo negócio das vacinas:
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/05/1767173-governo-estima-que-vacina-contra-dengue-devera-custar-ate-r-400.shtml

Anônimo disse...

Um Pouco de Verdade Sobre José Serra (e a indústria farmacêutica)
Por na mídia 08/10/2004 às 12:27
http://www.midiaindependente.org/pt/red/2004/10/292002.shtml

Um Pouco de Verdade Sobre José Serra.
A passagem de José Serra pelo Ministério da Saúde foi desastrosa para a indústria nacional de medicamentos e para os consumidores, ou seja, para o povo. O setor farmacêutico nacional foi desnacionalizado, as transnacionais, sobretudo as norte-americanas, foram privilegiadas até quanto aos genéricos, que ele tornou uma farsa, e a importação de medicamentos deu um salto estúpido. Até boa parte das filiais das empresas estrangeiras que operavam no Brasil fecharam as portas.
Com a atuação de Serra em favor das multinacionais, as importações de insumos e remédios acabados saltaram para US$ 2,5 bilhões em 2001. Em 1990,
esse valor era de meros US$ 50 milhões e não se alterou substancialmente até sua entrada no ministério da Saúde. "Nós viramos uma zona franca para
importação de remédios", denunciou Dante Alário Júnior, presidente da Associação de Laboratórios Farmacêuticos Nacionais (Alanac). Segundo dados
da entidade industrial, o incentivo dado por Serra às importações de remédios fez com que o consumo de produtos fabricados no exterior crescesse 30 vezes, saltando da faixa de 1% para 30% do mercado.

SABOTAGEM
A indústria estrangeira de medicamentos instalada no país, que antes importava a matéria-prima para a produção interna, com o escancaramento patrocinado por Serra e companhia, passou a comprar o produto acabado diretamente de suas matrizes. A isenção do imposto de importação, além de desestimular a produção interna e agravar o desemprego no setor, colocou as empresas nacionais - que haviam investido em pesquisa e tecnologia no início da década de 90 para atender à produção dos genéricos criados pelo governo Itamar - em situação difícil. Não havia como concorrer com os produtos importados, que estavam praticamente isentos de pagamentos de impostos.
"Esta situação está aniquilando a indústria nacional", disse José Fernando Magalhães, diretor-executivo da Alanac.
Serra atacou e sabotou como pôde as empresas farmacêuticas nacionais e virou lobista dos laboratórios estrangeiros, que aproveitaram a mãozinha dada por ele e pararam de produzir dentro do país. O resultado não podia ser outro:
além da explosão das importações, várias empresas nacionais fecharam suas portas ou, em dificuldades financeiras, foram açambarcadas por empresas estrangeiras. Este foi o caso da Sintofarma, tradicional produtora de analgésicos e antiinflamatórios, adquirida pela belga Solvay e da empresa mineira Biobrás, única produtora de insulina no país, e que acabou sendo levada pela dinamarquesa Novo Nordisk.
(continua...)

Anônimo disse...

(continuação...)
GENÉRICOS
Na área dos genéricos, a atuação do ministro de Fernando Henrique foi criminosa. Ele não só presenteou os laboratórios estrangeiros com isenção
total nos impostos para importação dos genéricos como passou a aceitar os certificados que eram obtidos em órgãos de outros países, como o norte-americano FDA, para permitir que as empresas estrangeiras lançassem
seus produtos no Brasil sob a capa de "genéricos".
Enquanto isso, as empresas nacionais eram obrigadas a realizar testes e mais testes de bioequivalência para registrar os genéricos produzidos dentro do
país. Os testes, cobrados exclusivamente das empresas nacionais para registro dos genéricos, eram demorados e tinham custos que chegavam a 60 mil dólares. O resultado foi a invasão de produtos "genéricos" fabricados no exterior e importados pelas multinacionais, inclusive medicamentos que não
eram, em absoluto, equivalentes.
A denúncia foi feita por um diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o médico Luiz Felipe Moreira Lima, que classificou a liberação de medicamentos pelo Ministério da Saúde de "um balcão de negócios". Em suma, Serra nomeou uma advogada, Vera Valente, completamente ignorante na área, para liberar medicamentos, passando por cima do diretor da Anvisa legalmente responsável pela liberação. No início do ano passado, a Abbott, laboratório americano, queria entrar numa licitação em São Paulo e apresentou um medicamento, o Gengraf, nome comercial do antibiótico ciclosporina, como equivalente da ciclosporina "genérica" já aprovada pelo Ministério da Saúde, o Neoral. Todos os pareceres técnicos mostraram que a equivalência era uma fraude. No entanto, o medicamento foi liberado como "genérico" - apenas oito dias antes da licitação.
A mala preta que passeava pelo Ministério para a liberação de medicamentos foi exposta quando a agenda do lobista Alexandre Paes dos Santos foi apreendida pela polícia. Paes dos Santos tinha relações com vários assessores de Serra, alguns dos quais denunciados por extorquir empresários nacionais que queriam liberar os medicamentos que produziam. Hoje, segundo dados da Alanac, metade dos remédios genéricos comercializados nas farmácias brasileiras são importados. Esse golpe de Serra na produção brasileira gerou protestos da indústria nacional. "Uma política consistente de medicamentos
genéricos parte do princípio de que eles têm que ser fabricados no país para atender a realidade do país a partir de suas matérias-primas", afirmou o diretor da Alanac, José Fernando Magalhães. Mas, segundo Magalhães, "no Brasil liberaram totalmente a importação do produto genérico terminado e o
registro especial, que libera o produto, também pode vir do exterior. É mais fácil você trazer um genérico de fora e registrar na Anvisa do que produzir aqui dentro. Sai muito mais barato", denunciou o industrial.
(continua...)

Anônimo disse...

(continuação...)
CONSUMO
Com as benesses de Serra, o cartel estrangeiro da indústria farmacêutica passou a ganhar nas duas pontas; nos remédios de marca e nos genéricos. Os
dois produtos são importados por eles mesmos. E como, além das isenções fiscais, Serra também presenteou os monopólios com aumentos de preços muito acima da inflação, as multinacionais festejaram um crescimento
extraordinário de seus lucros no Brasil durante os últimos anos. Os aumentos abusivos, tanto nos preços de genéricos como nos remédios de marca, provocaram uma redução no consumo de medicamentos por parte da população mais carente. Desde 1996, apesar da população estar cada vez mais vulnerável às doenças, a venda de remédios vem caindo ano a ano no Brasil. E ao mesmo tempo os lucros dos laboratórios estrangeiros, ao contrário do que era previsto com a queda nas vendas, vêm crescendo ano a ano. "É óbvio que o governo deveria exigir que os laboratórios estrangeiros obedeçam a índices de nacionalização de seus produtos", disse Magalhães. Para ele, esses
laboratórios "deveriam fazer investimentos em produção no território brasileiro".

DÉFICIT
Além de prejudicar a saúde da população brasileira com os aumentos abusivos, de sabotar a indústria nacional de remédios e agravar o desemprego
industrial no país, a política desastrosa de José Serra para a área de saúde contribuiu também para aumentar o desequilíbrio na balança comercial
brasileira. A indústria farmacêutica perde apenas para a área de eletrônica e informática em défitcit comercial. Mas, se for computado o setor químico,
envolvido na produção de medicamentos, o rombo externo atinge a casa dos US$ 7 bilhões.
Toda a prioridade de Serra foi para agradar seus patrões da indústria farmacêutica multincional. Esse setor jamais ganhou tanto dinheiro no Brasil como na gestão do tucano. Mas não é de agora essa ligação íntima de Serra com os laboratórios estrangeiros. Quando da votação da lei de patentes, que era o golpe de misericórdia na indústria nacional farmacêutica, lá estava Serra, atuando freneticamente como lobista no Congresso Nacional em favor do reconhecimento das patentes do cartel farmacêutico. Na época, o próprio
governo norte-americano interferiu a favor das patentes. E Serra, no Congresso, era o principal porta-voz dos interesses americanos. Com as patentes, produtos e processos registrados no exterior ficaram proibidos de serem utilizados ou fabricados pela indústria nacional. Isso deixou o país completamente vulnerável aos ditames e as manobras do cartel farmacêutico externo. Com apoio de Serra, o cartel asfixiou a indústria nacional e passou a extorquir a população num setor altamente estratégico para o país que é a área da saúde e a produção de remédios.

Ass. Rodrigues

Anônimo disse...

Algumas matérias nos revelam a sujeira dos políticos ateu-comunistas, seja na área farmacêutica, seja em qualquer outra área, com vistas a formar verdadeiros impérios do mal, através de um suposto HUMANISMO.
Com suas estratégias malignas, eles jogam o povo contra as forças militares e policiais, para mate-los à distancia dos seus NEGÓCIOS.
Mas essas ilusões estão acabando, pois o povo está sentindo na pele os efeitos da corrupção e da violência desenfreada, oriunda do tráfico de drogas.
Ou seja, o povo está pagando o preço das conversas fiadas dos comunistas com o bolso e com a vida (suor e sangue)

https://flitparalisante.wordpress.com/2010/06/04/os-poroes-da-privataria-a-trajetoria-do-empresario-gregorio-marin-preciado-ex-socio-doador-de-campanha-e-primo-do-candidato-do-psdb-a-presidencia-da-republica/:

Mr Galeto

Anônimo disse...

Os comunistas estão sempre levando vantagem e explorando os pobres brasileiros que acreditam em suas intenções nobre.
A seguinte matéria nos mostra as reais intenções dos comunistas ``bonzinhos´´ (humanistas).
http://www.redebrasilatual.com.br/politica/2012/09/genericos-do-serra-maqueiam-desfalque-de-fhc

``A nova lei prejudicou laboratórios brasileiros e fabricantes de matérias-primas e insumos. Far-Manguinhos, vinculado à Fundação Oswaldo Cruz, já fabricava sete dos medicamentos do coquetel antiaids no começo dos anos 1990. A produção e a comercialização foram então interrompidas. Em entrevista à Revista do Brasil, a química-farmacêutica Eloan Pinheiro, que na época dirigia Far-Manguinhos e o Sindicato dos Engenheiros Químicos do Rio de Janeiro, disse que poucos compreendiam o estrago que estava para ser feito apesar do discurso oficial de que caminhávamos para a modernidade.

E como o acesso universal ao tratamento de doentes de aids foi baseado na produção local de medicamentos vendidos a preços muito inferiores aos daqueles praticados internacionalmente pelos laboratórios detentores de patentes, logo vieram os efeitos colaterais da lei.

Os danos aos cofres do Ministério da Saúde nos anos seguintes a 1996, aliás, explicam o apoio de FHC à indústria dos genéricos – uma das principais propagandas do candidato à prefeitura de São Paulo José Serra (PSDB). Pressionado pela crescente demanda pelo custeio de tratamento para pacientes infectados pelo HIV – os gastos da pasta com aquisição desses medicamentos saltaram de US$ 35 milhões em 1996 para US$ 305 milhões em 1998, com tendência de aumento –, o governo que concedeu as chamadas patentes pipeline hoje questionadas no STF não viu outro jeito senão criar, três anos depois, o programa de medicamentos genéricos.

Segundo a Pró Genéricos, em dez anos foram investidos mais de US$ 170 milhões na construção e modernização de plantas industriais. Pela lei, os genéricos são, no mínimo, 35% mais baratos que os de referência.

A LPI é consequência de um projeto do então presidente Fernando Collor de Mello, que pretendia atrair investimentos externos. O projeto se arrastou na Câmara e no Senado, onde, sob pressão explícita do governo brasileiro, da embaixada dos Estados Unidos e do lobby da indústria, especialmente a farmacêutica americana, foi sucessivamente modificado até a sua aprovação, ainda no primeiro mandato de FHC´´.

Anônimo disse...

Como confiar em guerrilheiros comunistas que assassinaram a sangue frio várias pessoas, torturaram inocentes, perpetraram atentados terroristas que ceifaram vidas de cidadãos indefesos, justiçaram seus próprios companheiros, etc.

Eis algumas de suas articulações:
No fim de 2001, um dos mais conhecidos lobistas de Brasília, Alexandre Paes dos Santos, deixou vazar que teria provas de que dois funcionários do Ministério da Saúde, então capitaneado por Serra, estavam achacando o presidente de um laboratório farmacêutico com o objetivo de fazer caixa para a campanha presidencial do tucano. Ao saber do assunto, Serra convocou Santoro ao seu gabinete e pediu providências. Em vez de investigar os dois suspeitos, Santoro mirou no lobista, mas o fez da forma habitual – disfarçadamente. No caso, recorreu a um dos seus auxiliares mais fiéis, o procurador Marcelo Ceará Serra Azul. "Ele me passou o caso, sim", confirma Serra Azul. De posse de um mandado judicial, Serra Azul invadiu o escritório do lobista e recolheu pencas de documentos, entre eles a célebre agenda que continha informações escaldantes – até códigos dos pagamentos de propinas a parlamentares. A agenda chegou a passear pelo Ministério da Saúde, pousando de mão em mão. "Eu precisava identificar todos os nomes de funcionários citados na agenda", diz Serra Azul, ao admitir que levou a agenda ao ministério. "Como eu iria fazer isso sem a ajuda do governo?", explica. Talvez ele pudesse pedir a lista de todos os funcionários do ministério para cruzar com os dados da agenda, não? "Demoraria séculos", responde.

José Serra diz que conheceu Santoro por indicação de Geraldo Brindeiro, procurador-geral no governo de FHC. "Nunca foi meu amigo. Temos relações cordiais. Só isso", diz Serra. O ex-ministro afirma que jamais viu a agenda, nem soube que ela esteve circulando pelo ministério. "Se soubesse mandaria imediatamente devolver sem olhar", diz. O fato é que, com a exótica investigação, na qual se invadiu o escritório do denunciante e levaram-se as supostas provas ao denunciado, nunca mais se falou sobre a tal extorsão dos funcionários da Saúde. É lamentável que a saúde política do país fique flutuando ao sabor de fitas nas quais um subprocurador enxerga o potencial de "ferrar" o ministro-chefe da Casa Civil e pelas quais o próprio governo se sente ameaçado a ponto de ver em seu tráfego uma "conspiração".
http://ppavesi.blogspot.com.br/2010/06/o-quadrilheiro-jose-serra.html

Anônimo disse...

Onde esses comunistas põem suas mãos, fede!!!

Anônimo disse...

Os fanáticos não respeitam absolutamente NADA...a vida de seus semelhantes é um mero detalhe!!!