9 de março de 2016

Não dá para você amar Jesus e odiar os judeus


Não dá para você amar Jesus e odiar os judeus

Don Hank
Comentário de Julio Severo: O escritor americano Don Hank, conhecedor de vários idiomas, escreveu um artigo interessante sobre as opiniões pessoais do famoso escritor russo Alexander Solzhenitsyn, que foi exilado da União Soviética em 1974 por criticar o totalitarismo soviético. Embora eu ache a questão de “cázaros,” que Solzhenitsyn abordou, confusa e extremamente controvertida, o envolvimento de judeus na revolução que deu início à União Soviética é uma informação que não é segredo para nenhum historiador competente. Essa informação foi também confirmada no meu artigo “O antimarxismo estridente de Hitler.” Leia agora o artigo de Hank:
Eu visitei Auschwitz na Polônia mais de 40 anos atrás e fiquei comovido com as exposições e fotos nesse campo de concentração. Simpatizo com os judeus perseguidos e como cristão, amo os judeus.
Contudo, amo também a verdade. Jesus disse: Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.
Ele também disse: Sou o caminho, a verdade e a vida.
Se você ama Jesus, você ama a verdade.
Mas vivemos numa sociedade em que alguns relatos e descobertas que poderiam levar à verdade são estritamente proibidos.
Alexander Solzhenitsyn
Alexander Solzhenitsyn, ganhador do Prêmio Nobel e historiador meticuloso, escreveu um livro sobre os judeus intitulado “200 Anos Juntos.”
Solzhenitsyn certa vez disse:
“Vocês precisam entender. Os principais bolcheviques que dominaram a Rússia não eram russos. Eles odiavam os russos. Eles odiavam os cristãos. Movidos por ódio étnico eles torturaram e massacraram milhões de russos sem uma gota de remorso. A Revolução de Outubro não era o que as pessoas chamam nos EUA de ‘Revolução Russa.’ Foi uma invasão e conquista que sobreveio ao povo russo. Mais compatriotas meus sofreram crimes horrendos em suas mãos manchadas de sangue do que qualquer povo ou nação já sofreu em toda a história humana. Não dá para abrandar esses fatos. O bolchevismo foi a maior matança humana de todos os tempos. O fato de que a maior parte do mundo desconhece essa realidade é prova de que os próprios meios de comunicação mundiais estão nas mãos dos que cometeram esses crimes.”
Infelizmente para Solzhenitsyn, o livro continha dois capítulos com relatos proibidos, isto é:
1. O fato de que os bolcheviques mais proeminentes que participaram da tão chamada Revolução “Russa” eram judeus (daí sua alusão a “ódio étnico” acima — veja este link para base histórica adicional disso aqui), e
2. As pessoas que se chamavam judias são, de acordo com a pesquisa de Solzhenitsyn, em grande parte descendentes não do Pai Abraão, mas dos cázaros (em inglês, Khazars), que simplesmente escolheram a religião judaica porque era uma das 3 grandes religiões conhecidas da época e eles sentiam que essa religião os beneficiava. (Essa alegação é agora veementemente controvertida, particularmente por geneticistas judeus, que afirmam que muitos padrões de DNA judaicos estudados tinham haplomos do “Oriente Médio em vez de cázaros. No entanto, há três grupos étnicos principais no Oriente Médio, isto é, árabes, persas e turcos, e os cázaros eram conhecidos como de natureza turca, de modo que essa legação precisaria de esclarecimento adicional.)
Sem dúvida alguma por causa dessas alegações polêmicas, esse livro nunca foi publicado numa tradução em inglês. Ainda que haja evidência contrária, é estranho que esse livro tenha sido, na prática, banido. Afinal, outros livros poderiam ter sido escritos mais tarde para refutar essa teoria. Pelo menos, há capítulos desse livro publicados parcialmente na internet em inglês e há um texto pretendendo ser o texto integral aqui.
Lamentavelmente, as duas alegações citadas acima foram apanhadas por vários grupos anti-judaicos que os exploram para fomentar ódio aos judeus. O fato de que esses grupos cooptaram o debate grandemente prejudica mais propagação do outro lado do debate de uma forma imparcial. Os cristãos precisam pegar esse debate de novo e lidar com ele de modo objetivo, não com ódio, mas com o amor que fomos ensinados a trazer não só a nossos amigos, mas, o que é mais importante, para nossos inimigos. Um enfoque de amor significa que dizemos a verdade de modo muito franco, mas dialogamos. Não aceitamos acusações de antissemitismo. Nem nos conduzimos como antissemitas. Até agora, porém, os cristãos optaram por ficar fora do debate ou assumir um enfoque hostil e subjetivo.
Vladimir Putin, o homem que os neocons querem que odiemos, adotou esse enfoque ao lidar com os judeus. Por exemplo, ele vem negociando com Benjamin Netanyahu em várias questões econômicas e estratégicas, tais como exploração dos campos de gás Leviatã, conforme noticiado aqui:
Ele disse que o Sr. Putin havia tido ao Sr. Netanyahu: “Asseguraremos que não haja provocação do Hezbollah ou Hamas contra os campos de gás. Ninguém mexe conosco.”
Putin também se encontrou recentemente com um grupo de líderes judeus russos. Ele lhes disse que a maioria dos bolcheviques proeminentes que participaram da Revolução Russa eram judeus. Ele não disse isso com malícia. Ele só achou que eles iriam querer saber. Solzhenitsyn e Putin se tornaram amigos, de modo que não dá para haver dúvidas de onde Putin obteve essa informação.
O jeito de Putin é na verdade o jeito cristão de lidar com nossos amigos judeus.
Então o que Solzhenitsyn quis dizer com “ódio étnico”? O Talmude contém pistas.
Estes escritos vêm principalmente de acadêmicos judaicos versados no Talmude (veja em inglês aqui, aqui e aqui).
Tenho dito muitas vezes que as elites do governo dos EUA odeiam os cristãos e o Cristianismo. Devem odiar mesmo, pois estão ansiosas de encher os EUA com imigrantes muçulmanos que diluem a herança cristã e suas políticas de guerra têm levado à morte e exílio de cristãos no Oriente Médio. Agora, minha pergunta é: Os EUA estão repetindo a experiência da Rússia? Alguns chegaram ao ponto de predizer que haverá uma tentativa de genocídio contra os cristãos dos EUA no futuro.
Certamente, os membros do Partido Democrático não têm amor pelos cristãos, e se eles tiverem poder suficiente, não haverá mais escolha.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do Laigle’s Forum: You can’t love Jesus and hate the Jews
Leitura recomendada sobre questões judaicas:
Leitura recomendada sobre Don Hank:

9 comentários :

Anônimo disse...

Nem os arabes, pois Deus amou o mundo de tal forma que deu Seu filho para morrer por todos!!!
Devemos odiar o pecado e o diabo, entregando tudo nas maos de Deus, o qual, a Seu tempo, faz justiça com quem odeia seu semelhante!!!

marcelo victor disse...

Amar é diferente de idolatrar...muito cuidado!!!

Anônimo disse...

Isso me fez lembrar a historia do incêndio de Roma, cuja culpa foi colocada nos cristãos...

Ass. Rodrigues

Anônimo disse...

O Papa contraria essa regra, pois, embora ele nao diga isso, suas açoes demonstram exatamente isso. Alias o historico da idolatria romana é de verdadeiro odio para com os judeus.
Como chamar essa gente de "cristaos"?

Anônimo disse...

Quem disse que não dá pra amar a Jesus e odiar os judeus? O Papa Francisco faz exatamente isso; ele diz amar a Jesus, mas odeia os judeus!!!
A historia comprova que pedra no sapato desse verdadeiro Hamã é o fato dos judeus não se curvarem diante dele...por isso, ele nutre um odio mortal dos judeus.

Suas atitudes comprovam exatamente isso (contra fatos não há argumentos)!!!

Anônimo disse...

Pra pesquisador, visita do papa a Israel em 2014 foi cumprimento de profecia:
https://noticias.gospelprime.com.br/visita-papa-israel-cumprimento-profecia/

marcelo victor disse...

Um site divulgou as diversas açoes maligna do papado que comprovam que o catolicismo romano odeia Israel:
https://paraessesdias.wordpress.com/2010/06/24/a-igreja-catlica-e-a-perseguio-aos-judeus-durante-a-histria/

Anônimo disse...

Obama é outra criatura maligna que diz amar ao Deus de Israel, mas exibe, às claras, o seu odio pelos judeus (talvez inveja por causa da eleiçao no VT).

Como os demais populistas, esse cirineu do profeta Maomé, pelo jeito, quer marcar epoca e realizar algo que nunca alguem conseguiu, dessa vez à frente da ONU, ganhando popularidade e até adoraçao (http://exateus.com/?p=2753).

Aproveitando-se da sua condiçao de negro (assim como o sapo barbudo fez com sua condiçao de retirante nordestino), Obama elegue-se presidente dos EUA e agora quer implacar uma mulher em seu lugar, usando-se, certamente, essa condiçao da candidata, de forma a sensibilizar a opiniao publica, nao importando quanto essa senhora seja mentirosa, mal amada e faça parte de um casamento de aparencias (mais ou menos como Marta Suplicy).

O importante pra essas figuras é a gloria pessoal, o resto é resto!!!

marcelo victor disse...

Conforme artigo que li, traduzido por Graça Salgueiro, o desgaste da indignaçao parece ser algo tenebroso que se avizinha de todos nos, seja na Europa ou no RJ.
Vemos, pelo fronte, um real perigo de perdermos a capacidade de nos indignarmos, legitimando, assim, a tomada do poder por parte de tiranos, assassinos de carteirinha:
"Os mecanismos de desgaste da intensidade da indignação merecem estudos específicos. Recentemente, no Rio de Janeiro, uma jovem empresária da moda, Yasmin Brunet, foi assaltada na ravina de Ipanema, um dos pontos mais simbólicos e considerados mais seguros da orla marítima dessa cidade. Em declarações reproduzidas pelo jornal 'O Globo', a jovem Yasmin, com notável percepção, descreveu os movimentos que se deram em sua mente em câmera lenta durante e depois do assalto, destacando a naturalidade com que ela tomou o fato de ser roubada e a incapacidade de se indignar que percebeu em si mesma. 'Até que ponto chegaram as coisas para que uma vítima aceite com naturalidade que alguém roube seus pertences? O assaltante me roubou e até me machucou, mas não consegui me indignar', disse a jovem empresária que acrescentou: 'Talvez pelo fato de viver no Rio de Janeiro, a pessoa já espera que possa ser vítima de um assalto, então, isso deixa de produzir comoção'. Em que medida se estará dando no Brasil, com relação ao tema corrupção, um análogo desgaste ao que estaria se produzindo no Rio de Janeiro com os assaltos? Não é fácil responder. De qualquer maneira, o tema da indignação é chave para o futuro dessa grande nação. Com efeito, se a indignação com relação à corrupção se desgasta e passa a declinar, poderá ficar aberta uma porta psicológica para o retorno político do demiurgo Lula e para um eventual fortalecimento de seu esquerdista Partido dos Trabalhadores".

Quem sabe tudo isso faça parte de uma força diabolica que está preparando a humanidade para aceitar o anticristo e seu governo bestial, mesmo envolto em mentiras, odio a Deus e imoralidade sem igual?