11 de março de 2016

Expulsão dos judeus da Europa medieval prejudicou a economia… e os efeitos ainda são sentidos HOJE: Regiões que os expulsaram têm PIB mais baixo do que as que não expulsaram


Expulsão dos judeus da Europa medieval prejudicou a economia… e os efeitos ainda são sentidos HOJE: Regiões que os expulsaram têm PIB mais baixo do que as que não expulsaram

Richard Gray
Comentário de Julio Severo: A revelação do professor Luigi Pascali, de que os judeus têm um importante impacto econômico com sua larga experiência bancária, não é segredo para os que conhecem a história do nascimento dos Estados Unidos, que deram grande liberdade para os judeus e seu sistema bancário, e o resultado foi: prosperidade. A prosperidade anda com os judeus, quer para o bem ou o mal. Sobre a correlação que ele faz de expulsão de judeus e prejuízo econômico, o Brasil tem sua própria experiência amarga: quando os portugueses, com a ameaça da Inquisição, expulsaram os judeus e os holandeses do Nordeste, essa região caiu em decadência e miséria, que ainda são fortemente perceptíveis hoje.
Eles têm sofrido uma longa história de perseguição e, em alguns casos, os judeus foram energicamente expulsos de regiões inteiras da Europa medieval.
Pintura medieval retratando judeus emprestadores na Europa medieval. 
Mas cidades que toleraram e permitiram que comunidades judaicas florescessem podem ainda estar colhendo os benefícios hoje, de acordo com um recente documento acadêmico.
O documento argumenta que nessas regiões, as comunidades judaicas contribuíram de forma decisiva para o estabelecimento de alguns dos primeiros bancos durante a Renascença e os efeitos são ainda visíveis em economias modernas.
O professor Luigi Pascali, economista da Universidade de Warwick e da Universidade Pompeu Fabra em Barcelona, afirma que a presença de emprestadores de dinheiro e penhoristas judeus durante o século XVI resultou em maior disponibilidade de crédito para as municipalidades.
Esse fluxo de dinheiro garantiu que a produtividade e renda pudessem aumentar.
Falando ao jornal MailOnline, o professor Pascali disse: “Meu argumento é que as cidades, em que a comunidade judaica local no século XVI produziu o começo do desenvolvimento do setor bancário, têm mais bancos hoje e, por causa disso, são mais desenvolvidas hoje. O desenvolvimento bancário local tem um grande impacto causal no desenvolvimento econômico. Em particular, usando dados de nível empresarial, mostro que uma densidade mais elevada de bancos locais aumenta a produtividade total no setor manufatureiro, destinando recursos para as empresas mais produtivas. Esse é o principal canal mediante o qual bancos locais têm um efeito no desenvolvimento econômico.”
Em seu documento, publicado no “The Review of Economics and Statistics” (O Exame da Economia e Estatística) o professor Pascali examina a presença de comunidades judaicas em cidades italianas na Renascença.
Pintura de Rembrandt retratando emprestadores.
Em 1503, uma grande parte do sul da Itália, inclusive o Reino de Nápoles, caiu sob o controle da coroa espanhola, que havia decretado que todos os judeus se convertessem ao catolicismo ou fossem expulsos de seus territórios.
Contudo, no norte da Itália, que permaneceu sob controle francês ou como cidades-estados independentes, os judeus tiveram permissão de permanecer.
Aí eles começaram a estabelecer serviços de empréstimo financeiro depois que a Igreja Católica, por meio de vários conselhos eclesiásticos, proibiu a prática de emprestar para ganhar um lucro entre católicos.
O professor Pascali disse: “Alguns judeus na região central da Itália que haviam se engajado em comércio na Idade Média haviam acumulado fortunas consideráveis e tinham tanto o capital quanto a experiência profissional para se tornarem emprestadores de dinheiro a juros.
“Embora a lei católica que proibia católicos [de emprestar dinheiro] não impedisse o surgimento de uma nova classe de banqueiros mercantis católicos, por mais de um século os judeus gozavam um monopólio no empréstimo aos pobres e à classe média. No começo do século XVI, a expansão geográfica da profissão judaica de empréstimo financeiro estava completa e havia se tornado um fenômeno econômico geral em todas as partes da Itália.”
Penhoristas judeus também começaram a se estabelecer em muitas cidades nortistas, no final levando à criação de bancos de empréstimo de caridade, chamados de Monti di Pieta, numa tentativa de expulsar os judeus do mercado.
Isso significava que até os pobres podiam ter acesso ao crédito se precisassem e essas instituições ainda existem hoje.
Embora haja muitos que argumentam que a expulsão dos judeus do sul da Itália teve um impacto negativo na prosperidade da região na época, o professor Pascali afirma que dá para ver isso ainda hoje.
Foto de decreto espanhol, de 1492, declarando que todos os judeus deveriam se converter ao catolicismo ou enfrentar expulsão de todos os territórios da Espanha.
Ao ver a presença de comunidades judaicas durante a Renascença e o atual poder econômico de cidades hoje, ele afirma que há uma correlação forte.
De acordo com seu estudo, ele estima que se os judeus não tivessem sido expulsos dos territórios da coroa espanhola na Itália, o PIB do sul da Itália teria sido sete por cento mais elevado.
Ele disse que as expulsões dos judeus podem explicar a disparidade de pelo menos 10 por cento de renda atualmente vista no norte e sul da Itália.
O professor Pascali disse: “Embora as casas de penhora desaparecessem com o tempo, Monti di Pietà sobreviveu até hoje e deu origem a uma parcela significativa dos bancos italianos contemporâneos. Meus resultados confirmam que o nível de desenvolvimento bancário durante a Renascença (representado pela presença de um Monte di Pietà ou uma casa judaica de penhora) tinha fortes efeitos causais na atual disponibilidade de crédito nas municipalidades italianas.”
Ele acrescentou que tendências semelhantes às que ocorreram na Itália provavelmente também tenham acontecido em outros países na Europa quando comunidades judaicas foram expulsas na Idade Média.
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22 comentários :

Eliseu Pereira Lopes Junior disse...

Genesis 12:2-3 "Farei de ti uma grande nação; eu te abençoarei e exaltarei o teu nome, e tu serás uma fonte de bênçãos. Abençoarei aqueles que te abençoarem, e amaldiçoarei aqueles que te amaldiçoarem; todas as famílias da terra serão benditas em ti". Creio que isso diz tudo.

Anônimo disse...

Quando se trata de elogiar o judaísmo, ou se o faz de forma completa ou não. Porque os protestantes não informam os leitores que há segmentos do judaísmo que aceitam a reencarnação. Agora elogiar um aspecto que pode se tornar discutível: Poder Financeiro e sua influência na sociedade.
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Aqui no Brasil, descendentes dos judeus, como o ex-presidente FHC e o cientista J. Goldenberg, ainda quando no poder, tentaram minar todos os esforços da nossa Marinha em desenvolver tecnologia nuclear e construir submarinos. Afora outras "cositas mais".
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Pode e deve-se elogiar quem merece no meio desse povo, mas endeusar a todos é leviandade.

Anônimo disse...

Isso prova mais uma vez a ligação de Julio Severo aos seus patrões judeus maçons.

marcelo victor disse...

De que vale ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?

Jimi Bocão disse...

Na parábola dos talentos, Mt 25:27, recebemos uma orientação clara, de como tratar recursos a nós confiados pelo Senhor. Estrutura bancária que transcende as gerações, favorecendo a prosperidade .

Samuel Yahata disse...

Ainda não me arrependo de terem expulsado os judeus e holandeses, Júlio. Nordeste é Brasil!

Anônimo disse...

O choro eh livre; pode-se espernear aa vontade, mas, nao ha como fugir ao que o Altissimo estabeleceu. Quem abencoar o povo judeu serah abencoado, quer ele seja formado por pessoas "boas" e, ou, "mas". Por exemplo, por "coincidencia", o nosso Pais teve papel ativo, por meio do Chanceler Oswaldo Aranha, na recriacao do Estado judaico. Pouco aa frente e principalmente, no Regime Militar, creio, colhemos os beneficios de um espantoso progresso, que tirou o Brasil da era medieval. Mas, com o advento da "demoniocracia sucialista", em que virou moda se aliar aos inimigos de Israel, a coisa, por "coincidencia" degringolou...
P.S.: Qto a muitos que se dizem judeus, o proprio Senhor Jesus disse que "... nao sao judeus, mas, a sinagoga de satanas". Lembrando que muitas personalidades atuais, que se dizem judeus, na verdade sao os Kazars da Europa Oriental, que, sabe-se lah qdo, se tornaram "judeus".

Antonio.


Julio Severo disse...

Samuel, naquela época, um evangélico não tinha direito nenhum de viver no Brasil, que estava sob a Inquisição. Para viver naquele Brasil, você tinha de ser católico. Entre os judeus com holandeses e o Brasil daquela época, eu iria escolher os judeus com holandeses, que eram protestantes.

Julio Severo disse...

Antonio, o governo militar do Brasil não era pró-Israel. Por causa de sua política de comércio intenso (venda de tanques de guerra e armamento militar) com os países árabes, especialmente Iraque, o Brasil tinha um relacionamento muito aberto com a Organização para a Libertação da Palestina, entidade terrorista muçulmana responsável por inúmeros atentados contra civis israelenses. Confira este link:

Apoio brasileiro ao terrorismo palestino: nem tudo é culpa do PT

Daí, você vê: o governo militar do Brasil tinha também suas sujeiras.

Thiago disse...

Judaísmo e o Anticristo

http://catolicidadetradit.blogspot.com.br/2016/01/o-anticristo-e-o-papel-dos-judeus-nos.html?m=1

Os Maçoms em sua simbologia, são construtores de uma Novus Ordo Seclorum. SÃO PEDREIROS.

Quem estará no topo desta ordem? O Judaísmo que controla a USURA, ou seja, o sistema financeiro internacional. Com esse sistema pairando como Poder Supremo sobre as nações, o ideal dos pedreros é a realização da República Universal (ONU).

Para quê?

Para para que aconteça a RECONSTRUCAO DO TEMPLO em Jerusalém, que abrigará o "Cristo" que os judeus ainda esperan, ou seja, O ANTICRISTO. Esse demônio encarnado governará o Mundo através de lá.

Pesquisem sobre:

- A Fé Bahaí ( "Religião" oficial da ONU).

- B'nai B'rith, Maçonaria Judaica mais influente no Mundo.

marcelo victor disse...

Vejo muitos comentarios referindo-se a passagem em que Deus diz que abençoaria aquele que abençoasse Abraao, como uma forma de influenciar os ouvintes a amar os judeus e te-los, ainda, como "povo escolhido de Deus".

Todavia, fico me perguntando: seria mais abençoado aquele que seguisse à risca essas palavras ou aquele que cresse em Jesus Cristo? Quem tipo de bençao as pessoas estao desejando? Se for a espiritual, a unica forma de ser abençoado por Deus (com a vida eterna) é crendo em Jesus Cristo!!!

Se lermos com cuidado essa passagem, logo vamos perceber que Deus esta se referindo, pontualmente, à pessoa de Abraao (aquele que representa um simbolo de todo homem que acredita na Palavra de Deus), do quem viria a fonte da vida e de bençao para todas as familias da terra (haveria bençao maior do que essa?).

A bençao material dos judeus foi prometida por Deus em Agar, a escrava egipcia de Abraao, cujo filho é citado, por Deus, como futuro pai de doze tribos, o que se cumpriu no Israel etnico segundo a Biblia ( Galatas 4:22-26, Gn 21:18, Gn 16:10-12, Gn 17:20).

Anônimo disse...

Não nos esqueçamos de que a bençao de Israel está atrelada ao fato dela descender de Abraao e nao por causa de suas virtudes proprias, pois, se dependesse dos judeus, Deus teria tornado Israel como Sodoma e Gomorra (Is 1:9).

Anônimo disse...

Julio Severo, por que você não fala das cidades em Israel que por se recusarem receber Jesus quando por lá peregrinava, foram amaldiçoadas e se encontram desérticas ainda hoje 20 séculos depois?!

Anônimo disse...

Isso é uma vertente da Teologia da Prosperidade!!!

Anônimo disse...

Tem gente que busca, guerreia e chega a matar (até profetas e santos) pela gloria deste mundo (o catolicismo entende bem disso).
Fico com o ensino do Mestre: "Buscai primeiro o Reino dos Ceus e a sua justiça e as demais coisas vos serao acrescentadas".

Anônimo disse...

''Malditos! do presente na ruína
Como torpe, despida Messalina
Aos apertos infames do estrangeiro
Traficam dessa mãe que os embalou!
Almas descridas do sonhar primeiro
Venderiam o beijo derradeiro
Da virgem que os amou!''

(Álvares de Azevedo)

Anônimo disse...

VELHO TESTAMENTO

Êxodo 22:25
Neemias 5:7-13
Salmos 15:4-5
Ezequiel 22:12
Provérbios 11:28
Eclesiastes 5:10-15
Isaías 56:10-11
Ezequiel 22:12
Habacuque 2:6

NOVO TESTAMENTO

Mateus 6:19-34
Mateus 7:15-23
Mateus 10:8-10
Mateus 21:12-13
Lucas 6:20-26
Lucas 6:27-38
Lucas 12:15
Lucas 12:20-21
Atos 20:33-35
Romanos 2:18-22
2 Coríntios 11:7-15
2 Coríntios 12:14-15
Efésios 5:5
Colossenses 3:5
1 Timóteo 6:3-11
1 Timóteo 6:17-19
Tito 1:11
Tiago 5:1-6
2 Pedro 2:3

Anônimo disse...

Hebreus 13:5

Anônimo disse...

Pelo jeito, muitos apoiam Israel de olho nas bençoes terrenas...que falencia!!!
Deveriam amar mais a Deus, o qual entregou Seu Filho pra morrer pela humanidade, aquele que tem vida eterna pra dar a tantos quantos crerem n'Ele e O servir.

marcelo victor disse...

Israel nao tem vida eterna pra dar pra ninguem...ponham a confiança unicamente em Jesus Cristo, a quem Israel entregou para ser crucificado.

Anônimo disse...

Cada um colhe o que planta!!!

Daniel Liu disse...

Tem um blog aqui no blogspot "Questom Judaica" que num dos artigos mostra exatamente como a riqueza acompanha esse povo. Eram incríveis comerciantes e trabalhadores de modo geral. Tinha rixas também.

Um dos artigos que lembro-me é o "JUDEUS GALEGO-PORTUGUESES DE SALÓNICA"

O blog está escrito em galego-português. Tem farto material histórico.
questomjudaica.blogspot.com

Abraços e que a paz do Senhor Jesus Cristo esteja convosco!