7 de fevereiro de 2016

Pastor é condenado à prisão por ajudar ex-lésbica e sua filha


Pastor é condenado à prisão por ajudar ex-lésbica e sua filha

Ex-lésbica Lisa Miller e sua filha Isabella saíram dos EUA com ajuda do religioso

Jarbas Aragão
Um pastor menonita norte-americano foi condenado por dar assistência a uma ex-lésbica que fugiu do país com a filha. Ele começará a cumprir pena no próximo mês, pois perdeu o recurso.
O pastor Kenneth Miller foi condenado em agosto de 2012 por ter ajudado a ex-lésbica Lisa Miller e sua filha Isabella a cruzarem a fronteira com o Canadá. Em seguida, ambas fugiram para a Nicarágua.
O caso teve início em 2000, quando Lisa Miller ainda era homossexual e vivia em união estável com Janet Jenkins. Elas decidiram fazer um procedimento de inseminação artificial e Miller deu à luz a Isabella em 2002. Em 2003, Miller e Jenkins se separaram.
Nessa época, Lisa converteu-se, renunciou ao estilo de vida homossexual. Quando a união civil foi legalmente dissolvida, o tribunal deu a guarda da criança para Lisa, mas Janet tinha o direito de visitar a criança.
Logo começaram a surgir problemas. Isabella passou algumas noites na casa de Janet, que continua sendo homossexual. A mãe afirma que essas visitas estavam causando grande trauma para a menina.
Quanto tinha seis anos de idade, a menina voltava para casa tocando suas partes íntimas “de forma inadequada”, garante Lisa. Também falava sobre suicídio. Para Lisa, a criança passou por alguma situação muito difícil, pois pedia para não ficar mais com Janet.
Isso a fez recorrer ao tribunal e pedir a custódia exclusiva de Isabella. No primeiro momento teve ganho de causa, mas Janet recorreu. O processo se arrastou até 2008, quando a Suprema Corte concedeu novamente o direito de Janet receber Isabella em sua casa.
Como Lisa se recusou a isso, o juiz Richard Cohen ameaçou passar a custódia para Janet se ela não acatasse a decisão do tribunal. Desesperada, Lisa decidiu fugir do país.
Quando um processo foi instaurado para apurar o caso, o nome do pastor Kenneth Miller apareceu. Ele era citado como “cúmplice” na fuga. Em 2013, o caso foi julgado e o pastor condenado a 27 meses atrás das grades, mais um ano de condicional supervisionada.
O pastor recorreu, mas o 2º Circuito de Apelações confirmou a decisão no final de janeiro de 2016. Como a Nicarágua não possui tratado de extradição com os Estados Unidos, Lisa e Isabella continuarão com suas vidas no novo país.
No site oficial do caso, montado pela defesa do pastor, Ken Miller afirma que irá cumprir a pena. Pede orações por ele e pela sua família. Em uma ‘carta aberta’ afirma que tentou apenas ajudar Lisa e Isabella. Para ele, suas atitudes meramente apoiaram o desejo de Lisa de mudar de vida, seguir a Jesus e sair de um relacionamento que contraria os padrões estabelecidos por Deus.
O pastor cita Romanos 8:28. “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus”. Afirma ainda que “Não estamos desanimados ou deprimidos por causa do futuro, porque Deus está no futuro e nós estamos com Deus, por isso somos encorajados”.
Finaliza ressaltando que “Algumas coisas nunca poderão ser trancadas atrás dos muros de uma prisão. Verdade. Consciência. Retidão moral e o Evangelho salvador de Jesus”. Com informações Christian News
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada sobre o caso Lisa Miller:

3 comentários :

Anônimo disse...

Um dos motivos pelos quais nós cristãos não concordamos com estas uniões estáveis entre pessoas do mesmo sexo, é porque mais cedo ou mais tarde vão querer envolver crianças. Cada adulto pode fazer da sua vida o que quiser sem dar satisfação a qualquer outro ser humano, mas quando envolve crianças, aí temos alguém que é indefeso submetido a uma situação cujos danos não se pode comensurar.
O caso deste pastor demonstra (como muitos outros), que a perseguição aos cristãos por suas crenças já não está mais só na esfera dos países islâmicos.

Sebastião

Andreza disse...

Sebastião, já estão começando a tentar "aliviar" a barra da pedofilia.
Por causa daquele programa imundo, chamado big brother que tinha um cara que gosta de adolescentes, a globo está começando a dizer a tentar passar uma imagem menos cruel desse crime contra indefesos.

Anônimo disse...

Andreza, é só questão de tempo.

Sebastião