25 de fevereiro de 2016

Jean Wyllys e os judeus esquerdistas


Jean Wyllys e os judeus esquerdistas

Julio Severo
Com o tema “Novos Desafios da Esquerda Brasileira e Israelense,” Jean Wyllys deu uma palestra na Federação Israelita do Rio de Janeiro em 21 de fevereiro, a convite do rabino Nilton Bonder.
Jean Wyllys dando palestra contra "homofobia" em sinagoga do Rio
Em post de Facebook, Wyllys destaca que o evento entre os judeus tratou de “homofobia, antissemitismo, islamofobia, a complexidade do conflito israelo-palestino, as múltiplas definições do termo ‘esquerda’ e até mesmo as posições do papa Francisco foram temas desse encontro de alto nível.”
Em janeiro deste ano, o deputado homossexualista já havia visitado Israel para dar uma palestra na Universidade Hebraica de Jerusalém. Em sua palestra na universidade, ele tratou de “antissemitismo, racismo, homofobia e outras formas de ódio e preconceito e suas relações com a política contemporânea.”
O que está unindo Wyllys e os judeus? A resposta é o esquerdismo. O esquerdismo anda junto com a ideologia homossexual. E infelizmente, o esquerdismo tem andado junto com os judeus há muito tempo.
Nos EUA, por exemplo, a maioria dos judeus tem preferências políticas esquerdistas que vão contra os interesses do Estado de Israel. Em sua primeira eleição em 1980, Reagan ganhou 39% dos votos dos judeus. Em sua reeleição de 1984, ele conseguiu ganhar apenas 31%. Em comparação, o socialista Barack Obama ganhou surpreendentemente 78% dos votos dos judeus em 2008, ainda que Obama seja mais pró-islamismo e anti-Israel do que Reagan.
A maioria dos judeus americanos não votou no conservador Reagan porque eles eram esquerdistas.
Contudo, o esquerdismo entre judeus não é um problema restrito aos EUA. Em Israel, há o mesmo problema, especialmente porque o nascimento do moderno Estado de Israel foi feito por judeus marxistas.
O problema também não está restrito à esquerda. O direitismo do atual primeiro-ministro Benjamin Netanyahu não inclui luta contra o aborto e a agenda gay. Ele é direitista apenas no aspecto econômico e sobre questões territoriais.
Em 7 de junho de 2015, quando o governo direitista de Israel lançou sua celebração anual de Semana do Orgulho Gay, Netanyahu disse: “A luta para que todas as pessoas sejam reconhecidas como iguais diante da lei é uma luta longa, e há ainda um logo caminho para ir. À medida que a Semana do Orgulho Gay prossegue, quero dar minha bênção para a comunidade LGBT. Tenho orgulho que Israel está entre os países mais abertos do mundo.”
Embora a ideologia gay seja abraçada com paixão ardente pela esquerda israelense, em Israel até num governo direitista como o de Netanyahu a causa homossexual não é vista como ameaça ou inimiga dos interesses políticos israelenses. Apesar disso, direitistas do mundo inteiro veem Netanyahu como um grande direitista.
O esquerdismo faz parte integral e inseparável da vida de Israel e da maioria dos judeus dos EUA. Aliás, Israel tem uma das piores leis de aborto do mundo e é o único país com paradas gays no Oriente Médio. Tem altos impostos. Tem ideologia de gênero. Como disse o escritor judeu Joel Pollak, “Israel é o único país do mundo em que o socialismo fracassado é um sucesso.” Nesse sentido, o entrosamento entre Jean Wyllys e a comunidade judaica brasileira e israelense é compreensível.
Talvez por causa do nascimento marxista de Israel em 1948, tanto a esquerda quanto a direita israelense não têm preocupações pró-vida sobre questões como aborto e homossexualidade.
A esquerda judaica vê a ideologia de Wyllys com prazer. A direita israelense nada vê de mal em Wyllys e sua agenda.
Para aqueles que amam Israel por causa das promessas da Bíblia, tanto o esquerdismo quanto o envolvimento de Israel com ativistas gays representam um dos muitos episódios de desvio de Israel do padrão de Deus.
O seguidor de Jesus ama e defende Israel, mas não ama nem defende suas apostasias e pecados.
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173 comentários :

marcelo victor disse...

Essa é a prova cabal de que os guerreiros do islamismo sao soldados que estao trabalhando a mandado de Deus, assim como a babilonia o foi na epoca do Rei Jeoiaquim.

O grau de imoralidade da Europa, EUA, Israel e das naçoes perifericas alcançou niveis jamais vistos em todo mundo desde o inicio da era cristã, e, por isso, a espada do Senhor està cortando à direita e à esquerda (um trocadilho).

Eu achava que a grande ameaça para o mundo era o islamismo, mas estou vendo que é exatamente o contrario. O ocidente é que està se transformando na maior ameaça à perpetuaçao da especie.

Vai chegar o dia da mae das prostituiçoes e de suas filhas, pois elas perderam a vergonha na cara e nao fazem mais quetao de esconder suas mentiras e miserias, TUDO EM NOME DA PAZ (o novo deus pagao).

Quem duvidou que a epoca da apostasia chegaria? Quem disse que os cavalos do apocalipse eram historia em quadrinhos? Feliz daquele que partiu desta terra com a esperança da vida eterna...foi polpado de assistir esse show de horrores ao vivo.

Essa atitude dos israelitas me fez lembrar de Esaù, que trocou a primogenitura por um prato de lentilhas.

Anônimo disse...

Está provado: esquerdismo é a doença mais grave que já surgiu na humanidade. É desvio de caráter. Debilidade mental, Primitivismo cultural, psicopatia, senvergonhice, banditismo, preguiça, ódio ao conhecimento, inveja - tudo isso bem misturado no liquidificador do diabo (ou do Lula-Dilma) tem-se como resultado o Petralhismo. Mas, tem até pastores e padres que gostam!

Verdureiro Eliel Santos disse...

Há uma grande problema em criticar homossexuais em Israel. Porque? Simples: grandes defensores de Israel no Oriente Médio são homossexuais iranianos, palestinos e arabes. E quando se trata de Israel e os "filhos da graça", vale o que Deus prometeu ao patrirca Abraao: "Abençoarei aos que te abençoarem...". Portanto, há que se ter cuidado, pois Deus não disse que abençoaria somente os heterossexuais que abençoassem Israel.

marcelo victor disse...

Fico admirado como as pessoas usam certos versiculos biblicos e se esquecem de outros.
Em Romanos 9:7-8 esta dito: "Nem todos por serem descendencia de Abraao sao filhos...isto é, nao sao os filhos da carne que sao chamados de filhos de Deus".
Assim sendo, as duas promessas feitas a Abraao, em Gn 12:3, aplicam-se aos descendentes de Abraao segundo a fé, ou seja, a todos que creram em Jesus Cristo como o Filho de Deus, o Messias, e fizeram um concerto com Ele nas aguas do santo batismo.

Verdureiro Eliel disse...

E eu fico ainda mais adimirado da ausencia de contexto e contextualização de citaçôes biblicas. Não estamos falando de quem é filho de Deus, e nem essa é a discussão. Se fosse, bastaria citar romanos 11: "E se alguns dos ramos foram quebrados, e tu, sendo zambujeiro, foste enxertado em lugar deles, e feito participante da raiz e da seiva da oliveira," Romanos 11 : 17

"Porque, se tu foste cortado do natural zambujeiro e, contra a natureza, enxertado na boa oliveira, quanto mais esses, que são naturais, serão enxertados na sua própria oliveira!" Romanos 11:24

Se nem todos são filhos de Deus, como o apostolo os chamou de "Oliveira verdadeira (Sem distinção) aos judeus (Opa, eles não são filhos de Deus?), enquanto os pretensos filhos de Deus (que aceitaram o messias), são chamados de Zanbujeiro Bravo, enxertado no que é verdadeiro? Esse é o problema destes que fazem doutrina em cima de versiculos isolados.

Thiago disse...

Eu não amo esse falso Israel.

Pra mim, o Israel de Deus é o Cristianismo.

Estou com Lutero, e as Igrejas Católica e Ortodoxa.

Judaísmo e Maçonaria, tudo à ver.

Unknown disse...

quem chama israel de falso israel nao e cristao nem tao pouco le e entende a biblia, Israel pertence a DEUS, embora ainda esteja em seus pecados, mas o diabo sujo levanta pessoas pra falar que israel e falso, que e maçom e um monte de baboseiras, tudo isso e levante de satanas para tentar tirar o apoio cristao a israel e ainda inventaram que o cristianismo e israel, mais uma eresia que se ve por ai, DEUS nao e mentiroso, jamais esqueceria e jamais trocaria sua esposa Israel, a menina dos olhos do ALTISSIMO.

Unknown disse...

Israel pertence a DEUS, e DEUS vai corrigir a Israel, suas promessas sao irrevogaveis, e o diabo levanta varias artimanhas acusando israel de maçonaria, iluminatis, tudo baboseira inventada pelo diabo para atacar a legitimidade de Israel, mas o ETERNO esta com israel e ponto final.

Osvaldo Aires Bade - EducaOK disse...

É muito amor!

Thiago disse...

Resposta ao autor desconhecido:

Pois é, pra você 99% do cristianismo na história está errado ao condenar o judaísmo. As tradições cristãs mais antigas estão erradas pra você, não é?

Pois se esta tradição não existisse o Ocidente seria Muçulmano, e talez você nunca conseguisse segurar uma Bíblia.


Renegue já o Messias e se torne um judeu AGORA!

Anônimo disse...

Bispa lésbica sueca manda retirar as cruzes das igrejas para não ofender os muçulmanos na Suécia:

http://shoebat.com/2015/10/12/swedish-lesbian-bishop-has-ordered-all-crosses-removed-from-the-church-to-avoid-offending-muslims/

marcelo victor disse...

Sr Verdureiro Eliel,
Respeito sua opiniao, mas tenho que discordar dela, pois, desde que Deus fez uma promessa a Adao, dizendo-lhe que a sua semente (o Messias) pisaria a cabeça da serpente (o diabo), originou-se uma raiz messianica (santa), que seria composta por todos aqueles que cressem nessa bendita promessa do Messias.

Na geraçao seguinte, Abel deu credito à Palavra de Deus, mas Caim, seu irmao (da mesma geraçao genetica), nao, mostrando-nos que, como Deus havia dito, haveria inimizade entre a semente da mulher e a semente da serpente, ou seja, entre crentes e descrentes (Gn 3:15 e Mt 13:38).

A linhagem dos messianicos passou por Noé, por seu filho Sem e chegou em Abraao, o qual é tido, na Biblia, por "pai de todos os que creem" (na promessa do Messias). Desse Abraao é dito que ele "exultou por ver os dias do Messias, e, vendo-o, alegrou-se (Jo 8:56).

Com Abraao, Deus fez um pacto e prometeu, entao, levantar o Messias dos seus lombos, o qual traria a bençao para todas as familias da terra, sabendo que nem todos os israelitas creriam n'Ele.

Dessa forma podemos entender, entao, a "escolha" feita por Deus com relaçao a Israel, ou seja, que o Messias viria da descendencia de Abraao, promessa essa que Deus zelou por cumprir, apesar da obstinaçao do povo.

Todavia, para Deus, os que fizeram parte da raiz messianica nao foram todos os israelitas, mas somente os que creram, segundo a fé de Abrao, alguns dos quais podem ser vistos em Hb 11, na galeria dos herois da fé.

A passagem que voce citou, trata-se de outro coisa. Nessa passagem, Paulo está tratando com os judeus (convertidos a Cristo), os quais insistiam em manter uma parede de separaçao entre judeus e gentios, querendo manter as tradiçoes de seus pais (judeus).

Dessa forma, Paulo, didaticamente, faz uma comparaçao, dizendo que os judeus eram a "oliveira" verdadeira" e os gentios, um "zambujeiro" (uma parra brava), mas ele bem sabia que nem todos os israelitas faziam parte da raiz messianica, mesmo tendo nascido dos lombos de Abraao.

Nessa comparaçao, entre outras coisas, ele acabou dando uma liçao tanto para judeus, quanto para gentios, dizendo que os ramos naturais (os judeus), quando cressem, poderiam ser enxertados na oliveira com grande facilidade (aquela raiz messianica que eu citei), pois haviam nascido do lobo de Abraao, e que os gentios (aqueles que agora faziam parte da raiz messianica por terem crido) que tomassem cuidado, pois aquilo que houve com os judeu sengundo a carne (haviam sido quebrados) poderia acontecer com eles tambem (caso eles deixassem a fé).

Logo, meu caro, uma passagem nao está em contradiçao com a outra e ambas nos ensinam que para qualquer um, tanto judeu quanto gentio, é melhor fazer parte da raiz messianica, nao seguindo os exemplos de Ismael e Esaù que, embora sejam descendentes de Abraao, nao fizeram parte da raiz santa (os filhos de Deus).

SHTF and Preparation disse...

Obrigado senhor meu Deus Pagão.

Obrigado Pai Céu, por prender o Julio Severo dentro da mesma sala judia junto com o Jean Willis, para sempre. Para toda a eternidade, os dois juntos.

Obrigado Pai Céu, obrigado Júpiter.

Verdureiro Eliel disse...

Marcelo Victor

Tu disseste muito e mais uma vez descontextualizastes as escrituras para que ela se adequaçe a sua doutrina católica da Substituição. Em nenhum lugar da biblia Deus reconsiderou o pacto que fez com a nação de Israel. Nem reconsiderou a promessa sobre o trono de Davi, que o mesmo messias um dia ocupará. E este trono foi prometido para Jerusalem, não para Roma, como dizem os adeptos da doutrina romana da Substituição. E por favor, respeite minha opinião, mas ainda mais, respeite a biblia. Todo o contexto de romanos 11 é sobre a teologia da substituição em voga naquela epoca, e Paulo explicava aos católicos erroneos que jamais Deus rejeitou seu povo. Não vou me ater em discussão contigo pois já discuti muito com romanistas e eles cansam a gente, usando argumentos extra-biblicos somente para que a biblia se adeque a seus dogmas. Ao contrário de sua religião se adequar as escrituras, as escrituras é que devem se adequar a religião romana. Por isso dispenso discussão com romanistas adeptos da doutrina da substituição, que não encontra fundamento em nenhum texto biblico, salvo quando estes textos são descontextualizados, como fizestes com romanos 11

Anônimo disse...

Sr. Verdureiro Eliel,

Nem vou me alongar muito. Segundo a Bíblia, Deus não houve a oração dos ímpios. Portanto, a Palavra dita para Abraão serve para os descendentes da promessa, os cristãos. Se um ímpios amaldiçoa ou abençoa Israel, pouco importa para Deus. E para Israel.

Marlos.

Unknown disse...

resposta ao tiago, me aponte onde o cristianismo condena 99% o povo de israel?, rasgue sua biblia, ha pelo jeito sua biblia nao e a crista, o verdadeiro cristianismo esta de acordo com Israel, pois o cristianismo verdadeiro segue a biblia, e a biblia e clara ao afirmar que Israel sera salvo, romanos 11, nao tentem alguns mudar essa passagem, as promessas de DEUS sao irrevogaveis, e vou ainda de hebreus
Porque, repreendendo-os, lhes diz: Eis que virão dias, diz o Senhor, Em que com a casa de Israel e com a casa de Judá estabelecerei uma nova aliança,
Não segundo a aliança que fiz com seus pais No dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito;Como não permaneceram naquela minha aliança,Eu para eles não atentei, diz o Senhor.
Porque esta é a aliança que depois daqueles diasFarei com a casa de Israel, diz o Senhor; Porei as minhas leis no seu entendimento, E em seu coração as escreverei; E eu lhes serei por Deus, E eles me serão por povo;
E não ensinará cada um a seu próximo, Nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece o Senhor; Porque todos me conhecerão, Desde o menor deles até ao maior.
Porque serei misericordioso para com suas iniqüidades, E de seus pecados e de suas prevaricações não me lembrarei mais.
Hebreus 8:8-12

Unknown disse...

Uma das mais lindas promessas das Escrituras encontra-se em Isaías 49.15: "Acaso pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, eu, todavia, não me esquecerei de ti".

Javé (Yahweh) prometeu a Israel que nunca o abandonará. Com efeito, a figura imaginária de uma mãe que se esquece do seu bebê é muito forte. Uma mãe amorosa, em fase de amamentação, nunca se esqueceria de seu filhinho. Ainda assim, Deus diz que seria mais fácil que isso viesse a ocorrer, do que Ele, o Senhor, esquecer-se de Israel.

Enéas Oliveira disse...

Em quanto Rússia dá lição de Moral!
Lembro dos antigos Reis de Israel contaminando-se com outros reinados e levando sobre si o castigo merecido...
As pessoas continuam as mesmas só muda a tecnologia!

Thiago disse...

A continuação é O Cristianismo.

Eles escolhram BARRABÁS.

Estão de baixo de MALDIÇÃO.

Somente uma parte do protestantismo tem essa sua interpretação, justamente aquelas IGREJAS MACONICAS.

Em dois mil anos de Cristianismo, essa tua interpretação só aparece no século XIX, em meio a pastores MAÇONS.

marcelo victor disse...

Aqueles que ainda esperam por Cristo para reinar no trono de Davi parece nao terem entendido as profecias e seu cumprimento.

Pedro afirmou que as profecias sobre o trono de Davi foram cumpridas quando Jesus se levantou dentre os mortos e subiu ao céu para sentar-se à direita de Deus:
"Sendo, pois, profeta e sabendo que Deus lhe havia jurado que um dos seus descendentes se assentaria no seu trono, prevendo isto, referiu-se à ressurreição de Cristo, que nem foi deixado na morte, nem o seu corpo experimentou corrupção. A este Jesus Deus ressuscitou, do que todos nós somos testemunhas. Exaltado, pois, à destra de Deus, tendo recebido do Pai a promessa do Espírito Santo, derramou isto que vedes e ouvis. Porque Davi não subiu aos céus, mas ele mesmo declara: Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos por estrado dos teus pés. Esteja absolutamente certa, pois, toda a casa de Israel de que este Jesus, que vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo" (Atos 2:30-36).

Assim sendo, quando Jesus reinará no trono de Davi?
Ele já reina!

Unknown disse...

a continuaçao e biblia e o cristianismo segue a biblia, vai estudar de biblia thiago, escolheram barrabas porque estava previsto na biblia, mas voce nao deve saber disso porque deve ser pagao, e toda igreja crista que segue a biblia tem a interpretaçao que compartilho, porque o que compartilho e a biblia, se voce nao gosta,va falar com DEUS e se converta, outra maçonaria quem compartilha e sua igreja catolica que acha substituiu a Israel, para isso ser verdade terao que rasgar metada de sagradas escrituras,
O triunfo final de Israel sobre as nações do mundo é o tema não somente do Antigo Testamento, mas de toda a Bíblia. Infelizmente, muitos cristãos acreditam que a Igreja, através de Cristo, substituiu permanentemente o povo de Israel na função de receptor das bênçãos abraâmicas prometidas. Esse ponto de vista predominante é chamado de Teologia da Substituição ou Teologia Amilenista, termo este que significa a inexistência de um Milênio, ou seja, não haveria um futuro Reino Milenar israelita, pois, na concepção amilenista, o Reino agora é a Igreja.

Como se antecipasse esse ensinamento errôneo, Paulo, especificamente, advertiu os gentios crentes, em Romanos 11, para que não se tornassem arrogantes por causa da sua posição de bênção, em contraste com o povo judeu, a quem ele assemelha a ramos de oliveira que foram cortados de sua própria árvore, devido à incredulidade (vv. 17-20). Paulo ensinou que os crentes de origem gentílica não deveriam se considerar mais justos do que Israel, nem deveriam pensar que Israel havia sido rejeitado permanentemente e tinha perdido as promessas de Deus (Rm 11.1-12). Pelo contrário, os gentios devem entender a sua posição como uma dádiva da graça, baseada nas promessas de Deus a Abraão. Eles agora desfrutam dessa posição como filhos de Abraão, por meio da fé em Cristo, como acontecerá com Israel, quando o Senhor, finalmente, trouxer a nação de volta para Si mesmo (Rm 11.25-32). Conseqüentemente, a Igreja não deveria crer que o Senhor abandonou o povo judeu, mas que Deus está usando a sua atual situação como um meio de trazê-lo de volta a uma genuína fé nEle. Paulo escreveu: "Pergunto, pois: Porventura tropeçaram para que caíssem? De modo nenhum! Mas, pela sua transgressão, veio a salvação aos gentios, para pô-los em ciúmes. Ora, se a transgressão deles redundou em riqueza para o mundo, e o seu abatimento em riqueza para os gentios, quanto mais a sua plenitude!" (Rm 11.11-12).

Unknown disse...

O triunfo final de Israel sobre as nações do mundo é o tema não somente do Antigo Testamento, mas de toda a Bíblia. Infelizmente, muitos cristãos acreditam que a Igreja, através de Cristo, substituiu permanentemente o povo de Israel na função de receptor das bênçãos abraâmicas prometidas. Esse ponto de vista predominante é chamado de Teologia da Substituição ou Teologia Amilenista, termo este que significa a inexistência de um Milênio, ou seja, não haveria um futuro Reino Milenar israelita, pois, na concepção amilenista, o Reino agora é a Igreja.

Como se antecipasse esse ensinamento errôneo, Paulo, especificamente, advertiu os gentios crentes, em Romanos 11, para que não se tornassem arrogantes por causa da sua posição de bênção, em contraste com o povo judeu, a quem ele assemelha a ramos de oliveira que foram cortados de sua própria árvore, devido à incredulidade (vv. 17-20). Paulo ensinou que os crentes de origem gentílica não deveriam se considerar mais justos do que Israel, nem deveriam pensar que Israel havia sido rejeitado permanentemente e tinha perdido as promessas de Deus (Rm 11.1-12). Pelo contrário, os gentios devem entender a sua posição como uma dádiva da graça, baseada nas promessas de Deus a Abraão. Eles agora desfrutam dessa posição como filhos de Abraão, por meio da fé em Cristo, como acontecerá com Israel, quando o Senhor, finalmente, trouxer a nação de volta para Si mesmo (Rm 11.25-32). Conseqüentemente, a Igreja não deveria crer que o Senhor abandonou o povo judeu, mas que Deus está usando a sua atual situação como um meio de trazê-lo de volta a uma genuína fé nEle. Paulo escreveu: "Pergunto, pois: Porventura tropeçaram para que caíssem? De modo nenhum! Mas, pela sua transgressão, veio a salvação aos gentios, para pô-los em ciúmes. Ora, se a transgressão deles redundou em riqueza para o mundo, e o seu abatimento em riqueza para os gentios, quanto mais a sua plenitude!" (Rm 11.11-12).

O Plano Redentor de Deus para Israel
Quando Deus formou Israel, Seu propósito era o de que fosse um "reino de sacerdotes" para o Senhor (Êx 19.6), proclamando-O entre os gentios (1 Rs 8.60). A fé e a obediência de Israel à Aliança Mosaica eram para trazer-lhe tamanha bênção que, por conseguinte, conduziria o mundo pagão ao Senhor.

Porém, depois dos reinados de Davi e de Salomão, os israelitas não foram fiéis à aliança. Por isso, Deus foi obrigado a discipliná-los (Dt 28-29), o que resultou na sua expulsão da terra, via exílio assírio (722 a.C.) e exílio babilônico (586 a.C.). Os profetas israelitas já haviam profetizado esses eventos, mas sempre acrescentavam que a nação seria redimida e restaurada à sua glória do passado, através da vinda do Messias Davídico (Is 1-12).

O profeta Daniel, mais adiante, indicou que um período conhecido como "os tempos dos gentios"interviria (Dn 9.20-27). Assim, como parte de Sua disciplina para com Israel, Deus colocou a nação sob a dominação gentílica até que o Messias venha.

Quando o Messias veio, pela primeira vez, muitos em Israel estavam procurando essa redenção. Entretanto, Deus havia determinado que o Messias seria rejeitado e morreria (At 2.23). Por conseguinte, a instituição do Reino Israelita e suas prerrogativas de banimento dos malfeitores foi adiada, para dar condições de que o Evangelho chegasse até os gentios. Enquanto isso, Israel permaneceria debaixo do domínio dos gentios; daí desenvolveu-se a perspectiva equivocada de que Israel foi rejeitado para sempre. No Segundo Advento (Segunda Vinda) do Messias, o Reino Israelita será estabelecido em Jerusalém e o Messias reinará sobre o mundo inteiro em justiça

Unknown disse...

thiago, em dois mil de cristianismo a minha interpretaçao aparece na biblia, ja a sua aparace so na igreja catolica, alias como voce nao deve ser cristao aprenda que os pais de igreja ja interpretavam o que a igreja crista verdadeira hoje interpreta, ou seja que Israel sera restaurado, porque o ETERNO cumpre suas promessas, veja os pais da igreja como esses: (como Justino Mártir [c. 100-c. 165], Clemente de Alexandria [150-c. 215], Tertuliano [c. 155-c. 225], e outros (veja seção histórica abaixo), os pré-milenaristas também receberam o apoio de alguns católicos romanos (o primeiro Agostinho [354-430], alguns puritanos (Cotton Mather [1663-1728]), da Irmandade de Plymouth (John Nelson Darby [1800-1882]), anglicanos (Crififith Thomas [1861-1924]), antes de falar que tais sao maçons, alis maçonaria e igreja catolica andam de maos dadas.

alcides.ceu@gmail.com disse...

Sei que a Palavra de Deus não cai por terra e ele disse que restaurá um remanescente.
Mas o que assusta é ler que um povo herdeiro das promessas se tornou tão vil. Dando às costa para lei de Deus.

Julio Severo disse...


Caro irmão Thiago, você está certo em entender que tanto a Igreja Católica quanto a Igreja Ortodoxa interpretavam que os judeus estavam sob maldição. E, indo mais longe, ambas tratavam os judeus como “malditos,” a Igreja Católica perseguindo, torturando, roubando e matando judeus, através da Inquisição e incitação de seus padres. O resultado, para a Igreja Católica, é o legado de uma “igreja” que perseguia, torturava, roubava e matava judeus. Claro que Jesus nada tem a ver com isso.

No caso da Igreja Ortodoxa não foi diferente: foi grande instigadora dos famosos pogroms, para perseguir, torturar, roubar e matar judeus. Foi por causa disso que os judeus na Rússia deram todo o apoio para a revolução comunista: para findar os pogroms. E de fato, com o nascimento da União Soviética os pogroms foram eliminados e, pela primeira vez na Rússia ortodoxa, judeus puderam ser líderes políticos e militares. Os judeus não participaram da implantação da União Soviética porque queriam destruição. A motivação deles foi acabar com a perseguição atroz da Igreja Ortodoxa.

Agora compare isso com os EUA, que desde sua fundação deram muita liberdade aos judeus. E qual foi o resultado? Os EUA se tornaram grandes! Veja este artigo:

Judeus tiveram papel fundamental na fundação dos Estados Unidos

Note que muitos judeus que colonizaram os EUA no início eram judeus refugiados do Brasil. Eles haviam fugido da maldita Inquisição e, com ajuda de evangélicos holandeses, eles fundaram uma colônia em Nova Iorque, cujo cemitério judaico mais antigos tem nomes portugueses.

Na época da fundação dos EUA, 98 por cento dos americanos eram evangélicos. Diferente dos católicos e ortodoxos, que tratavam os judeus como “malditos” e dignos de tortura, perseguição e morte, os evangélicos americanos os tratavam com muitos mais respeito e liberdade.

Duas coisas para finalizar: a tradição cristã não está acima da Palavra de Deus. Dois mil anos de tradição, que não está em conformidade com a Palavra de Deus, são tratados como lixo pelo próprio Deus. O que a Palavra de Deus ensina em Romanos capítulos 9,10 e 11 é que Deus tem um plano especial para os judeus.

Se formos aceitar a tradição da Igreja Católica e da Igreja Ortodoxa de que os judeus são “malditos,” então temos de rejeitar a Bíblia, pois ela toda foi escrita por judeus. Temos de rejeitar também Jesus, pois Ele é JUDEU!

Na questão judaica, prefiro me alinhar com os evangélicos americanos, que entenderam e aplicaram em sua sociedade que os judeus precisam de liberdade. Não me alinho, de forma alguma, à Igreja Católica e à Igreja Ortodoxa nessa questão.

A Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa cometeram grandes pecados contra os judeus e no devido tempo Deus lhes dará o que merecem.


Thiago disse...

A ligação entre Judaismo, Maçonaria e Comunismo.

Os maiores inimigos da Cristandade são a Maconaria, suas filosofias/idealismos, incluindo a pior de todas, O Comunismo.

Por que me aliar a um povo que se demonstra inimigo das minhas convicções?

Você já pesquisou o quanto a Maçonaria e a Esquerda Política estão alicançados com o Judaismo?
Já pesquisou sobre como controlam o sismema financeiro, este que nos impõe a Nova Ordem Mundial?


De qualquer forma, apesar das divergências, gosto muito de ti Severo.

Um abraço irmão.

Unknown disse...

A Maçonaria esta ligada a igreja catolica, alias varios padres foram macons, e tambem muitos evangelicos, agora se tem judeu maçom deve ter, e por causa disso vou deixar de amar o povo judeu e dizer que a promessa de DEUS ao seu povo esta anulada? em todos os meios a pessoas boas e ruins, e Cristo que vai separar as ovelhas dos bodes, e outra se ha muitos judeus no sistema financeiro e porque a bençao do ETERNO esta sobre eles, benditos os que te bendizem e malditos os que te maldizem, e outra essa teoria de nova ordem mundial e iluminatis prolifera no mundo islamico e no mundo comunista justamente para atacar Israel e tentar fazer minar o apoio cristao que israel possui, com certeza e mais uma arma do diabo e varios cristaos ao inves de ler a biblia fica procurando teoria nisso e naquilo, se fulano faz um sinal logo dizem que e iluminatis, iluminatis e como papai noel e coelho da pascoa, ha ingenuos que acreditam que existem tais.

Unknown disse...

Existe uma Conspiração Mundial? e bom ler isso, eu fico com a biblia, a sobriedade.

Johannes Pflaum

O chamado à sobriedade
Quando a Bíblia fala dos acontecimentos dos últimos tempos encontramos sempre o chamado à sobriedade e à cautela. Por exemplo, em 1 Tessalonicenses 5.6: “Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos, e sejamos sóbrios!” (ACF). Em 1 Pedro 1.13 está escrito: “Portanto, cingindo os lombos do vosso entendimento, sede sóbrios, e esperai inteiramente na graça que se vos ofereceu na revelação de Jesus Cristo!” (ACF). Justamente os acontecimentos dos últimos tempos podem gerar uma grande insensatez entre os crentes, até mesmo por meio de um falso anseio sensacionalista piedoso e da constante ocupação com o mal.

O perigo de esperar pelo fim dos tempos sem a devida sobriedade havia vitimado a igreja em Tessalônica, ainda que de outra forma. Por isto Paulo escreve em 2 Tessalonicenses 2.2: “…que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como de nós, como se o dia de Cristo estivesse já perto”.Thomas Smith traduz esta passagem da seguinte forma:[1] “Não permitam que sua impressão pessoal lhes tire o equilíbrio e a sensatez e os impeça de avaliar este importante assunto com base na verdade”. Precisamos agir desta forma em relação a todas as teorias conspiratórias que já causaram tanto pânico e inquietação não bíblica.

Devemos ser sóbrios e não permitir que nos tirem o equilíbrio e a sensatez. Mas como surgem as teorias conspiratórias? Este tipo de teoria tem um núcleo de verdade. Em seguida fatos isolados são arrancados de seu real contexto e combinados entre si mediante especulações impossíveis de serem provadas – e muitas vezes habilmente misturadas a meias verdades ou distorções da verdade. Forma-se uma construção que não pode ser comprovada nem refutada. Mais precisamente, trata-se de uma construção de fé.

Unknown disse...

oi, por exemplo, o caso dos signatários da Declaração de Independência dos EUA. É verdade que um terço deles, mais precisamente 13 de 39 pessoas, era maçons.[2] Mas ninguém diz que estes maçons eram minoria entre aqueles que assinaram a declaração. Também é verdade que uma série de presidentes americanos foram maçons. Este núcleo de verdade é combinado então com a afirmação totalmente impossível de ser provada de que os maçons controlam os EUA desde sempre e há muito tempo também a política mundial. Devemos ser sóbrios diante destas coisas e não nos deixar arrastar por qualquer tipo de especulação.

Uma segunda característica de muitas teorias conspiratórias é a citação de fontes secundárias. Não é feita uma pesquisa sobre o que a OMS realmente decidiu em relação à gripe A e as etapas da epidemia, mas há referências a outros especialistas e fontes escritas que afirmam uma ou outra coisa. Isto por si só é suficiente para questionar a veracidade dos fatos conforme são apresentados.[3]

Eu disse há pouco que as teorias conspiratórias são, no fim das contas, uma construção de fé fechada em si mesma. Isto fica claro na forma como lidam com críticas de bom senso. Quem questiona as teorias conspiratórias é visto como ingênuo e inexperiente por aquele que acredita nelas. Ou é considerada simplesmente uma pessoa manipulada, sem que tenha percebido isto. Possivelmente esta pessoa atrairá para si a suspeita de ser ela mesma parte da conspiração. Desta forma, elimina-se a base para qualquer tipo de discussão sensata. Se alguma parte da teoria conspiratória se mostrar como falsa, supostamente isto é parte do disfarce e do jogo de confusão promovido pelos conspiradores. Mas a Bíblia nos chama à sobriedade!

Ao olhar com atenção, a maioria dos fatos misteriosos das conspirações acaba tendo uma explicação simples e racional. Por exemplo: os especialistas em conspirações afirmam que os atentados do 11 de Setembro não foram promovidos pelo Islã, mas pelos EUA, pela maçonaria mundial e pelo serviço secreto de Israel. Por isto o Pentágono não foi atacado por um avião, mas por um míssil de cruzeiro. Como prova alega-se que os EUA não liberaram as gravações das câmeras do circuito interno dos serviços secretos. Aparentemente há algo a ser escondido.

Unknown disse...

Além das teorias conspiratórias esotéricas, o limite entre os ufólogos e os teóricos das conspirações também é volátil. São, em parte, os mesmos especialistas que falam de experiências de tirar o fôlego com OVNIs e também dos aparentes bastidores da conspiração mundial.

Falei antes das quatro fontes principais das teorias conspiratórias. Uma quinta fonte, citada com menos freqüência, são as revelações de católicos conservadores, que relatam uma suposta infiltração da maçonaria na Igreja Católica no contexto da conspiração mundial. Neste ponto quero chamar atenção para o fato de que um ou outro jesuíta alertou para uma suposta conspiração mundial de maçons e judeus. Estas fontes ultracatólicas também são levianamente aproveitadas por cristãos adeptos de teorias conspiratórias, que as usam ao invés de questionar profundamente que tipo de objetivo estaria sendo perseguido por meio delas. Será que forças, que no passado não hesitavam em usar qualquer tipo de intriga política ou inquisição para conseguir poder e domínio para si mesmas, hoje realmente teriam interesse em revelar quem são os verdadeiros conspiradores do mundo? Ou será que estão jogando bombas de fumaça para desviar a atenção das suas próprias ambições de poder?

Unknown disse...

Mais uma observação sobre as teorias conspiratórias e a sobriedade recomendada: nestes quatro sentidos há, normalmente, dois culpados principais nas conspirações mundiais:

Por um lado, os EUA são a causa de todo o mal, ou, nas palavras do Islã, Satanás.
O mau judaísmo mundial ou o Estado de Israel, que conduzem os EUA e a maçonaria.
É neste ponto que os crentes devem escutar o som de alarmes e isso com todo o cuidado.

Quero fazer quatro breves comentários sobre a transformação dos EUA em alvo principal das teorias conspiratórias. Se o reino anticristão deve surgir das cinzas do Império Romano mundial, como crêem muitos intérpretes da Bíblia, os EUA não desempenharão papel decisivo no final. Esta possibilidade já foi indicada por Dave Hunt há cerca de vinte anos, no livro “Global Peace and the Rise of Antichrist” (A Paz Global e o Surgimento do Anticristo”, em tradução livre).

Em segundo lugar, quero mencionar que renomados observadores da situação mundial, como por exemplo Peter Scholl-Latoure, identificam que os EUA passaram pelo ápice do seu poder há algum tempo e agora se encontram num caminho de decadência. Até agora, os EUA só conseguiram passar pela crise mundial com ajuda da China, já que esta dispõe de longe das maiores reservas de moeda em todo mundo (2.650 bilhões de dólares)[4]. Também não é segredo que, apesar da crise mundial, os EUA olham com preocupação para a Europa e tentam fazer de tudo para impedir que a Europa se levante.

Agora os EUA são responsabilizados por todo o mal. Mas isto será verdade? Lembremos do pensamento neomarxista do movimento de 68, na região de fala alemã. É perfeitamente conhecido que era impulsionado pela chamada Escola de Frankfurt, e não pela Escola de Nova Iorque.

Por um lado, suspeita-se que os EUA sejam o charco de todas as intrigas conspiratórias maçons, que submetem também a Europa. Por outro lado, podemos reconhecer um perigo óbvio na crescente islamização do mundo ocidental. Mas como explicar esta evolução tão contraditória se os destinos são supostamente guiados pela maçonaria ou por uma outra sociedade secreta?

Permita-me uma última pergunta neste contexto: se maçons, Bilderberger & cia conduzem a política mundial e manipulam a população mundial há anos e décadas, por que já não instalaram seu governo mundial há muito tempo? Oportunidades não faltaram, a começar pelo fim da Segunda Guerra Mundial ou mesmo pela queda do bloco soviético.

Unknown disse...

O chamado à autenticidade
Em Romanos 13.12, Paulo nos conclama a, em vista da hora avançada, deixar as obras das trevas e vestir as armas da luz. As armas da luz, sem dúvida, incluem também a verdade e a autenticidade, ainda que não estejam explicitamente mencionadas no texto. Mas encontramos em muitos outros trechos a constante advertência à autenticidade.

Como já mencionamos, quase todos os livros reveladores estão baseados em especulações e conclusões habilmente extraídas de fatos aleatórios. Uma análise mais detalhada mostrará que isto também acontece no caso de livros cristãos que pretendem revelar a maçonaria no mundo. Há muitas conclusões e especulações, mas poucas coisas que realmente podem ser provadas. Não se trata de enfeitar a sedução e a decadência dentro do cristianismo, mas da afirmação não comprovável de que a maçonaria mundial esteja por trás de tudo que leve a estes acontecimentos.

Neste contexto, no entanto, não encontramos apenas especulações, mas também supostos fatos que se revelam ser simplesmente informações erradas e inverdades. Como exemplo quero citar o suposto símbolo dos Illuminati na cédula de um dólar. Eu mesmo tive de encarar o fato de ter transmitido informações inverídicas em várias ocasiões.

Unknown disse...

Diversos livros cristãos supostamente reveladores afirmam que esta é a pirâmide dos Illuminati, o sinal da sociedade mundial. A inscrição latina significaria: “Nova ordem mundial” ou “Por uma nova ordem mundial”, justamente o objetivo do governo mundial secreto que supostamente já existe hoje.

Mas os fatos mostram que nem a descrição como pirâmide dos Illuminati nem a tradução da inscrição latina estão corretos. Não se tem mesmo certeza de que haja qualquer relação entre este símbolo e a maçonaria. Seguem alguns fatos a respeito.

O único ponto em comum entre os EUA e a ordem dos Illuminati que pode ser comprovado é o ano da sua fundação: 1776. Aí está a sementinha de verdade comum a tantas teorias conspiratórias. Mas este ano de fundação também é a única coisa que os Illuminati têm em comum com os EUA. A sociedade não foi fundada na América, mas em Ingolstadt (Baviera, Alemanha), por Adam Weishaupt. Isto aconteceu numa época em que não era possível dar um pulinho de avião nos EUA nem havia outras possibilidades de conexão. O grupo incluía pessoas como o Barão von Knigge e Franz Xaver von Zwack, entre outros. Mas esta sociedade secreta rapidamente foi abalada por discórdias e ciumeiras, o que levou à saída de von Knigge em 1784, apenas oito anos depois da fundação do grupo. A sociedade secreta foi proibida no mesmo ano pelo barão bávaro Karl Theodor e provavelmente terminou em 1785.[5]

Em 1896/97 Leopold Engel, maçom de Dresden e escritor ocultista, tentou reorganizar a ordem dos Illuminati. Somente em 1925 ele convocou o concílio mundial da ordem dosIlluminati e depois ela foi – acredite se puder – extinta definitivamente pelos nazistas, em 1933 e nunca mais ressurgiu. Até aqui, dados históricos. A dissolução pelos nazistas não foi mero acaso, nem tentativa de ocultação. Hitler e Himmler estavam convencidos da conspiração mundial dos maçons, que eles combatiam com todos os meios possíveis. A conspiração mundial era um dos pilares do nacional-socialismo e da Ordem da SS.[6]

A única coisa que se sabe a respeito dos Illuminati é que tentaram, sem sucesso, infiltrar-se nas lojas maçônicas na Alemanha e na Europa. A influência sobre os EUA é impossível de ser comprovada historicamente.[7] De acordo com as minhas pesquisas, as teorias conspiratórias que atribuem o símbolo da cédula de um dólar aos Illuminati começaram somente depois da Segunda Guerra Mundial. Isto dá o que pensar. Mas o divulgador de teorias conspiratórias William Guy Curr cometeu um erro ainda mais grave em seus livros. Ele afirma que a pirâmide foi incluída no brasão dos EUA e, com isto, na cédula do dólar, por meio de Henry A. Wallace (vice-presidente dos EUA na gestão de Franklin D. Roosevelt), suposto membro dos Illuminati. Mas isto não é possível, visto que Wallace nasceu em 1888, sendo que o brasão dos EUA já fora finalizado em 1776, ou seja, 112 anos antes do seu nascimento.

Não é nem mesmo possível comprovar que este sinal sequer tenha relação com a maçonaria, como é freqüentemente afirmado. Possivelmente seja até mesmo um símbolo cristão. Os treze degraus da pirâmide simbolizam os treze Estados fundadores dos EUA. A pirâmide incompleta faz referência aos Estados ainda não organizados dos EUA. O olho dentro da pirâmide flutuante é um antigo símbolo cristão, encontrado em algumas igrejas. A pirâmide possivelmente só foi introduzida na maçonaria em um período tardio, depois de 1863,[8] ou seja, muito tempo depois da fundação dos EUA. Não há uma única fonte histórica que comprove uma relação entre o brasão americano e a maçonaria. De acordo com as pesquisas do Pr. Reinhard Möller, até mesmo as lojas norte-americanas, que são sempre muito abertas sobre as suas relações, se distanciam deste símbolo.

Unknown disse...

á alguns anos, um irmão quis me convencer de que numa imagem ampliada seria possível ler a sigla CVJM (conhecida no Brasil como ACM – Associação Cristã de Moços) numa das pedras da pirâmide e que, por isto, esta organização também faria parte da maçonaria mundial. Na verdade não existe inscrição nenhuma nas pedras, é possível ver alguns padrões pontilhados.

Agora sobre a inscrição: “Nova Ordem Mundial”, ou “Ordem dos Novos Mundos”. Aqui a tradução simplesmente trapaceou. Na verdade a inscrição diz “Novus Ordo Seculorum”, o que significa algo como “Nova ordem dos séculos”, mas não “Nova Ordem Mundial” ou “Por uma nova ordem mundial”. Trata-se de uma citação do poeta romano Virgílio, do ano 40 a.C. Com a fundação do novo país, os pais dos EUA queriam criar uma ordem religiosa, política e social exemplar, em contraste com a escravidão e as muitas perseguições religiosas na Velha Europa. Também queriam que sua Constituição os separasse definitivamente da Inglaterra. Podemos excluir assim o pensamento da busca por um governo mundial.[9]

Acho que isto é suficiente. Seja como for, estas teorias falsas como o suposto sinal dosIlluminati não têm nada que ver com as armas da luz e a verdade relacionada a elas. Como cristãos devemos evitar estas coisas inventadas, afastando-nos delas.
a obra básica sobre sociedades secretas mostra que houve e ainda há muitos maçons ativos na política, mas que não há indícios de uma política mundial maçônica uniforme. Mesmo a assim chamada loja mundial deve fazer parte do reino das lendas. Muitas lojas continentais estão até mesmo em conflito por causa de suas convicções totalmente divergentes. A loja inglesa monarquista é um grande contraste à maçonaria francesa e às ênfases defendidas por esta.[10]

Neste contexto também precisamos ser muito cautelosos ao chamar alguém de maçom ou coisa parecida. Especialmente quando não há provas irrefutáveis e as suposições e especulações foram expressas por auto-denominados especialistas. Às vezes fico espantado com a leviandade e superficialidade com que mesmo grupos fiéis à Bíblia lidam com a verdade.

Há alguns anos alertei um irmão que se ocupava com as teorias conspiratórias e a maçonaria mundial sobre erros factuais e informações erradas, mas ele apenas respondeu: “Pode até ser, mas ainda assim acredito que a teoria conspiratória esteja certa”. Como eu disse: trata-se de um verdadeiro sistema de crenças.

Thiago disse...

Ao senhor desconhecido:

Leia todos esses livros; então você começará se questionar sobre muitas coisas.
( tentei organizar por Relevância)

O Homem Revoltado - Albert Camus
Do Liberalismo à Apostasia - Marcel Lefebvre
Rebelião das Massas - Ortega y Gasset
A Verdadeira História do Clube Bilderberg - Daniel Estulin
1984 - George Orwell
O Imbecil Coletivo - Olavo de Carvalho
Moral and Dogma (Morais e Dogmas ) - Albert Pike
O Livro Negro do Comunismo - Stephane Courtois etc..
As Religiões Políticas - Eric Voegelin
O Livro Negro da Maçonaria - Serge Raynaud de La Ferriere
Ortodoxia - Chesterton
A Revolução dos Bichos - George Orwell
A Nova Era e a Revolução Cultural - Olavo de Carvalho
O Mínimo Que Você Precisa Saber Para Não Ser um Idiota - Olavo de Carvalho
O Século do Nada - Gustavo Coração
História Secreta do Brasil - Gustavo Barroso
Contra Um Mundo Melhor - Luis Felipe Pondé
A Quarta Teoria Política - Alexander Dugin

Muitos deles estão em MINHATECA, um aplicativo.

marcelo victor disse...

Essa ideia de que Deus determinou o mal é uma semente diabolica que o diabo lançou no coraçao do homem, a fim de fazer com que, ao final das contas, Deus seja o culpado por tudo de ruim que acontece no mundo; alem, é claro, de fazer o homem se sentir uma pobre vitima nas maos do TIRANO Deus (uma blasfemia diabolica!!!).

Os homens escolheram Barrabas, nao porque estava escrito, mas por que eles quiseram, assim como, nos dias de hoje, os brasileiros escolheram uma guerrilheira pra governar a naçao. Somente um louco pra imaginar que é da vontade de Deus que uma abortista, ateia, terrorista criminosa e imoral, como essa senhora, pra conduzir uma naçao que se diz predominantemente crista.

Nao podemos nos esquecer de que o Senhor Deus tem o atributo da onisciencia, segundo o qual Ele possui a capacidade de dizer, hoje, o que vai acontecer amanha, mas nao como resultado da Sua escolha e, sim, da escolha humana (Is 46:10). Naturalmente que Ele tem poder para interferir em todo o processo, mas o faz somente para exercer justiça (como ocorreu no caso de Jonas, por exemplo, quando ele mandou uma tempestade e deu ordem a um grande peixe para traga-lo).

O caso do profeta Jonas nos mostra exatamente isso, ou seja, o respeito ao livre-arbitrio do homem e como Deus opera para convencer-nos dos nossos erros. Ele pediu a Jonas que fosse a Ninive e Jonas recusou obedecer Sua ordem, em virtude de suas convicçoes pessoais a respeito daquele povo impio, indo para outro lugar.

Todavia, Deus, em sua infinita misericordia, tomou providencias para que Jonas tivesse uma segundo oportunidade, e o mais curioso é que Ele usou a rebeldia do profeta para se fazer conhecido dos companheiros de viagem de Jonas.

Se Jonas tivesse recusado ir quando Deus falou com ele pela segunda vez Deus, por certo, Ele enviaria outro profeta, mas, graças à misericordia de Deus, Jonas humilhou-se, e, mesmo com grande má vontade, dirigiu-se para Ninive e foi tomado de tal sorte pelo Espirito Santo de Deus que por causa da sua pregaçao, os ninivitas se arrependeram, do maior ao menor.

Quem disse que nem todos os nascidos de Israel sao israelitas nao foi o Thiago, mas o proprio Deus (Rm 9:6-8). Quem disse que a Jerusalem debaixo é escrava com seus filhos, nao foi o Thiago, mas o proprio Deus (Gl 4:25). Quem disse que apenas um remanescente dos israelitas sera salvo pela fé, nao foi o Thiago, mas Deus (Rm 11:5). Quem disse que os israelitas se fizeram inimigos de Deus, nao foi o Thiago, mas o proprio Deus (Rm 11:28). Quem disse que o reino lhes seria cortado e dado a outra naçao nao foi o Thiago, mas o proprio Deus (Mt 21:43). Quem disse que Deus amou o MUNDO inteiro de tal forma que deu Seu filho unigenito para a salvaçao daquele que crer, nao foi o Thiago, mas o proprio Deus (Jo 3:16). Quem disse que a parede de separaçao foi derrubada e dos dois povos foi feito um, nao foi o Thiago, mas Deus (Ef 2:14).

Varias passagens do NT nos mostram que as promessas feitas aos israelitas, no VT, cumpriram-se na pessoa de Jesus:
1 - Joel 2:28-32, Is 44:3, Ez 39:29 "Promessa do Espirito Santo" - ocorreu no dia de Pentecostes, conforme At 2:1-21;
2 - Sl 110:1, 2 Sm 7:12-13, Sl 132:11 "Um Rei se assentaria no trono de Davi para sempre" - cumpriu-se em Jesus Cristo, conforme At 2:30-33 e Ef 1:20-22.
3 - Hb 11:9-10 "Abraao, Isaque e Jaco habitavam em tendas, esperando a terra prometida, ou seja, a cidade que tem fundamentos, da qual o artifice é Deus" - cumpriu-se, em espirito, na Igreja, chamada de cidade do Deus vivo, Monte Siao e Jerusalem celestial, conforme Hb 12:22-24.

Mas onde se ve, entao, o amor de Deus pela naçao de Israel, descrito em Rm 11:28, que diz que "sao amados por causa (da fé) dos pais"?
Porque as misericordias de Deus foram o motivo da naòao nao ter sido consumida e existir até o dia de hoje (Is 1:9, Lm 3:22, Rm 9:29).

Nossa oraçao por Israel é para que todos se convertam e alcançem a sorte que, por misericordia, caiu sobre alguns de nos!!!

Anônimo disse...

Tel Haviv é um primor! Culturalmente despachada e longe de tudo aquilo que os pentecas pensam sobre religiosidade judaica - aliás, o judeu liberal é o tipo religioso predominante, para não falar em ateus e adeptos de espiritualidades alternativas. São os pentecas que constroem a imagem sagrada de Israel; são eles que querem repristinar visões religiosas anacrônicas que diziam respeito ao antigo reino cuja existência se perdeu com os séculos. Esse tipo de sensibilidade passa longe das preocupações e mundivisões do judeu mediano preocupado em se qualificar academicamente e usufruir a vida de qualidade que Israel oferece. O fato de existir uma "réplica" do Templo de Salomão no Brás é motivo de piada para grande parte de uma população poliglota e familiarizada com o cosmopolitismo tão característico das metrópoles do primeiro mundo. Tel Haviv é uma cidade boemia, cheia de vida e cultura, um oasis naquele fim de mundo. Um exemplo...

Unknown disse...

Ao sr. Thiago, agradeco seu conselho mas fico com meus livros e com meus aprendizados, nao sou levado por qualquer doutrina, fico com a biblia e com livros que se enquadrem nela, recomendo pra voce uns livros que lhe abrira mais a mente:
História das Cruzadas (3)
Steven Runciman
Assim Nasceu Israel
Jorge Garcia Granados
A Nova guerra contra Israel
Jed Babbin e Herbert London
Em Defesa de Deus
John Lennox
A Igreja Sem Israel
Reinhold Federolf
O Pequeno Apocalipse
Norbert Lieth
A Inquisição no Rio de Janeiro no começo do século XVIII
Autor: Gilberto de Abreu Sodré Carvalho
e muitos outros que falam a verdade,

Unknown disse...

Salmo 89 fala da aliança eterna entre Deus e Davi. Esse é o terceiro salmo mais longo da Bíblia (depois dos Salmos 78 e 119), e é um dos salmos messiânicos porque a aliança de Davi, descrita nesse texto, somente encontra sua validade e seu cumprimento definitivo em Jesus Cristo.

Vamos ler o Salmo 89 inteiro: “Salmo didático de Etã, ezraíta. Cantarei para sempre as tuas misericórdias, ó Senhor; os meus lábios proclamarão a todas as gerações a tua fidelidade. Pois disse eu: a benignidade está fundada para sempre; a tua fidelidade, tu a confirmarás nos céus, dizendo: Fiz aliança com o meu escolhido e jurei a Davi, meu servo: Para sempre estabelecerei a tua posteridade e firmarei o teu trono de geração em geração. Celebram os céus as tuas maravilhas, óSenhor, e, na assembléia dos santos, a tua fidelidade. Pois quem nos céus é comparável aoSenhor? Entre os seres celestiais, quem é semelhante ao Senhor? Deus é sobremodo tremendo na assembléia dos santos e temível sobre todos os que o rodeiam. Ó Senhor, Deus dos Exércitos, quem é poderoso como tu és, Senhor, com a tua fidelidade ao redor de ti?! Dominas a fúria do mar; quando as suas ondas se levantam, tu as amainas. Calcaste a Raabe, como um ferido de morte; com o teu poderoso braço dispersaste os teus inimigos. Teus são os céus, tua, a terra; o mundo e a sua plenitude, tu os fundaste. O Norte e o Sul, tu os criaste; o Tabor e o Hermom exultam em teu nome. O teu braço é armado de poder, forte é a tua mão, e elevada, a tua destra. Justiça e direito são o fundamento do teu trono; graça e verdade te precedem. Bem-aventurado o povo que conhece os vivas de júbilo, que anda, ó Senhor, na luz da tua presença.

Unknown disse...

Em teu nome, de contínuo se alegra e na tua justiça se exalta, porquanto tu és a glória de sua força; no teu favor avulta o nosso poder. Pois ao Senhor pertence o nosso escudo, e ao Santo de Israel, o nosso rei. Outrora, falaste em visão aos teus santos e disseste: A um herói concedi o poder de socorrer; do meio do povo, exaltei um escolhido. Encontrei Davi, meu servo; com o meu santo óleo o ungi. A minha mão será firme com ele, o meu braço o fortalecerá. O inimigo jamais o surpreenderá, nem o há de afligir o filho da perversidade. Esmagarei diante dele os seus adversários e ferirei os que o odeiam. A minha fidelidade e a minha bondade o hão de acompanhar, e em meu nome crescerá o seu poder. Porei a sua mão sobre o mar e a sua direita, sobre os rios. Ele me invocará, dizendo: Tu és meu pai, meu Deus e a rocha da minha salvação. Fá-lo-ei, por isso, meu primogênito, o mais elevado entre os reis da terra. Conservar-lhe-ei para sempre a minha graça e, firme com ele, a minha aliança. Farei durar para sempre a sua descendência; e, o seu trono, como os dias do céu. Se os seus filhos desprezarem a minha lei e não andarem nos meus juízos, se violarem os meus preceitos e não guardarem os meus mandamentos, então, punirei com vara as suas transgressões e com açoites, a sua iniquidade. Mas jamais retirarei dele a minha bondade, nem desmentirei a minha fidelidade. Não violarei a minha aliança, nem modificarei o que os meus lábios proferiram. Uma vez jurei por minha santidade (e serei eu falso a Davi?): A sua posteridade durará para sempre, e o seu trono, como o sol perante mim. Ele será estabelecido para sempre como a lua e fiel como a testemunha no espaço. Tu, porém, o repudiaste e o rejeitaste; e te indignaste com o teu ungido. Aborreceste a aliança com o teu servo; profanaste-lhe a coroa, arrojando-a para a terra. Arrasaste os seus muros todos; reduziste a ruínas as suas fortificações. Despojam-no todos os que passam pelo caminho; e os vizinhos o escarnecem. Exaltaste a destra dos seus adversários e deste regozijo a todos os seus inimigos. Também viraste o fio da sua espada e não o sustentaste na batalha. Fizeste cessar o seu esplendor e deitaste por terra o seu trono. Abreviaste os dias da sua mocidade e o cobriste de ignomínia. Até quando, Senhor? Esconder-te-ás para sempre? Arderá a tua ira como fogo? Lembra-te de como é breve a minha existência! Pois criarias em vão todos os filhos dos homens! Que homem há, que viva e não veja a morte? Ou que livre a sua alma das garras do sepulcro? Que é feito, Senhor, das tuas benignidades de outrora, juradas a Davi por tua fidelidade? Lembra-te, Senhor, do opróbrio dos teus servos e de como trago no peito a injúria de muitos povos, com que, Senhor, os teus inimigos têm vilipendiado, sim, vilipendiado os passos do teu ungido. Bendito seja o Senhor para sempre! Amém e amém!”

Unknown disse...

A aliança que Deus fez com Davi só encontrou seu cumprimento e sua validade definitiva em Jesus Cristo, o que vemos no anúncio do nascimento de Jesus do anjo Gabriel a Maria:“Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem chamarás pelo nome de Jesus. Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo; Deus, o Senhor, lhe dará o trono de Davi, seu pai; ele reinará para sempre sobre a casa de Jacó, e o seu reinado não terá fim” (Lc 1.31-33).

Depois da ressurreição e da ascensão de Jesus, Paulo diz aos judeus em relação à aliança de Davi: “E, que Deus o ressuscitou dentre os mortos para que jamais voltasse à corrupção, desta maneira o disse: E cumprirei a vosso favor as santas e fiéis promessas feitas a Davi” (At 13.34).

E a Timóteo, seu filho espiritual, Paulo escreve: “Lembra-te de Jesus Cristo, ressuscitado de entre os mortos, descendente de Davi, segundo o meu evangelho” (2 Tm 2.8).

O autor do Salmo 89 chama-se Etã. De acordo com Abraham Meister, esse nome significa: “(Deus é) constância, persistência”. Não foi por acaso que esse Salmo, que fala da aliança eterna de Deus com Davi, foi escrito por um homem com esse nome.

Unknown disse...

As promessas da aliança
No Salmo 89.1-4 lemos: “Cantarei para sempre as tuas misericórdias, ó Senhor; os meus lábios proclamarão a todas as gerações a tua fidelidade. Pois disse eu: a benignidade está fundada para sempre; a tua fidelidade, tu a confirmarás nos céus, dizendo: Fiz aliança com o meu escolhido e jurei a Davi, meu servo: Para sempre estabelecerei a tua posteridade e firmarei o teu trono de geração em geração” (veja também vv. 21-35).

Ao consultarmos o termo “aliança” em enciclopédias, encontraremos uma grande quantidade de informações. Essas fontes mencionam tratados entre países, alianças militares, pactos sociais e acordos de paz. Como exemplos, tivemos em passado recente o Pacto de Varsóvia, o Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e a União Européia. As enciclopédias também citam órgãos governamentais das mais diversas áreas, como meio ambiente, economia e navegação. Há ainda alianças de exilados, de contribuintes, de tendências políticas, de empregadores, de empregados, de inquilinos, de fornecedores e de proteção ambiental. Não faltam alianças ecumênicas, eclesiásticas e teológicas. A aliança mais importante de todas talvez seja o casamento.

Todas essas alianças são caracterizadas pelo fato de serem frágeis e passageiras e não terem durabilidade, pois muitas vezes as partes entram em conflito. Os termos dos pactos quase nunca são cumpridos integralmente, e na maior parte das vezes já de antemão estão condenados ao fracasso. Por isso, a História tem tantos relatos de alianças rompidas e pactos quebrados.

Os pactos e alianças que Deus celebra são totalmente diferentes. Sua garantia é indiscutível e não poderia ser mais segura. No Salmo 89.35-37 o Eterno promete: “Uma vez jurei por minha santidade (e serei eu falso a Davi?): A sua posteridade durará para sempre, e o seu trono, como o sol perante mim. Ele será estabelecido para sempre como a lua e fiel como a testemunha no espaço”. Tentemos responder quatro perguntas:

1. Por que a aliança de Deus é imutável e pode ser mantida para sempre?
Porque está baseada na graça, e não na lei. Tem sua existência eterna na fidelidade e santidade de Deus. Nem mesmo a infidelidade da geração descendente de Davi invalidou a aliança com Deus (cf. Sl 89.30-33). Naturalmente isso teve conseqüências para aquela geração mas não interferiu na própria aliança. Quando Salomão andou por seus próprios caminhos, Deus respondeu dividindo o reino e anunciando o reinado de Jeroboão sobre as dez tribos. O Senhor disse: “Por isso, afligirei a descendência de Davi; todavia, não para sempre” (1 Rs 11.39).

Unknown disse...

O Salmo 89 cita oito vezes a palavra graça ou suas correlacionadas (v.1, “misericórdias”; v.2, “benignidade”; v.14, “graça”; v.17, “favor”; v.24, “bondade”; v.28, “graça”; v.33, “bondade”; v.49, “benignidade”).

Há quatro menções à aliança nesse Salmo (vv.3, 28, 34 e 39).

O conceito da eternidade (“para sempre”) aparece seis vezes (vv.2, 4, 28, 29, 36, 37).

A fidelidade de Deus é referida sete vezes (vv.1, 2, 5, 8, 24, 33, 49).

E há cinco menções ao trono (vv.4, 14, 29, 36, 44).

Unknown disse...

Deus também falou da Sua aliança eterna com Davi pela boca do profeta Jeremias: “Assim diz o Senhor: Se a minha aliança com o dia e com a noite não permanecer, e eu não mantiver as leis fixas dos céus e da terra, também rejeitarei a descendência de Jacó e de Davi, meu servo, de modo que não tome da sua descendência quem domine sobre a descendência de Abraão, Isaque e Jacó; porque lhes restaurarei a sorte e deles me apiedarei” (Jr 33.25-26; cf. também Gn 15.18-21; 17; Êx 33.1-2; Lv 26.41-42,44-45; Dt 4.30-31; 2 Sm 23.5; 2 Rs 13.23; Sl 105.8-11; Sl 132.11ss.).

Essa profusão de menções à aliança também é uma clara indicação de que todas as doze tribos de Israel serão preservadas, retornando no final, mesmo que hoje sua identificação ainda seja difícil.

2. Quando teve início a aliança de Deus com Davi?
Já na escolha de Davi como rei de Israel. Basta atentar para a palavra “poder”, “óleo” ou “ungir”: “...no teu favor avulta o nosso poder...” (Sl 89.17). “...com o meu santo óleo o ungi” (v.20). “...e em meu nome crescerá o seu poder” (v. 24).

Deus mandou o profeta Natã dizer a Davi: “Mas a minha misericórdia se não apartará dele, como a retirei de Saul, a quem tirei de diante de ti. Porém a tua casa e o teu reino serão firmados para sempre diante de ti; teu trono será estabelecido para sempre” (2 Sm 7.15-16).

Há uma diferença profética muito significativa entre a unção de Saul e a unção de Davi para serem reis. No caso de Saul lemos: “Tomou Samuel um vaso de azeite, e lho derramou sobre a cabeça, e o beijou, e disse: Não te ungiu, porventura, o Senhor por príncipe sobre a sua herança, o povo de Israel?” (1 Sm 10.1). Quando Davi foi ungido rei, o relato diz: “Tomou Samuel o chifre do azeite e o ungiu no meio de seus irmãos; e, daquele dia em diante, o Espírito do Senhor se apossou de Davi...” (1 Sm 16.13). O vaso de azeite é quebrável, já o chifre de azeite não é. Essa é uma indicação profética da fragilidade do reinado de Saul e da durabilidade do reinado de Davi.

Unknown disse...

Saul foi instituído rei por Deus, mas não havia sido Seu eleito; ele era um rei mais de acordo com a vontade do povo (1 Sm 12.13). Já Davi era homem segundo o coração de Deus e eleito pelo Senhor (2 Cr 6.5-6).

Quando Saul foi morto pelos filisteus, Davi lamentou sua morte: “Montes de Gilboa, não caia sobre vós nem orvalho, nem chuva, nem haja aí campos que produzam ofertas, pois neles foi profanado(quebrado) o escudo dos valentes, o escudo de Saul, que jamais será ungido com óleo” (2 Sm 1.21). Já sobre Davi está escrito: “A minha fidelidade e a minha bondade o hão de acompanhar, e em meu nome crescerá o seu poder” (Sl 89.24).

3. A que se relaciona a aliança?
a) Às pessoas de Davi, Salomão e seus descendentes: “...também o Senhor te faz saber que ele, oSenhor, te fará casa. Quando teus dias se cumprirem e descansares com teus pais, então, farei levantar depois de ti o teu descendente, que procederá de ti, e estabelecerei o seu reino. Este edificará uma casa ao meu nome, e eu estabelecerei para sempre o trono do seu reino. Eu lhe serei por pai, e ele me será por filho; se vier a transgredir, castigá-lo-ei com varas de homens e com açoites de filhos de homens. Mas a minha misericórdia se não apartará dele, como a retirei de Saul, a quem tirei de diante de ti. Porém a tua casa e o teu reino serão firmados para sempre diante de ti; teu trono será estabelecido para sempre” (2 Sm 7.11-16).

b) Além das pessoas, diz respeito ao trono: “Este edificará uma casa ao meu nome, e eu estabelecerei para sempre o trono do seu reino... Porém a tua casa e o teu reino serão firmados para sempre diante de ti; teu trono será estabelecido para sempre” (2 Sm 7.13,16).

O Salmo 89 fala do trono de modo muito especial: “Para sempre estabelecerei a tua posteridade e firmarei o teu trono de geração em geração” (v.4). “Farei durar para sempre a sua descendência; e, o seu trono, como os dias do céu” (v. 29). “A sua posteridade durará para sempre, e o seu trono, como o sol perante mim” (v.36).

Se a promessa dependesse de quem se assenta no trono, ela já teria se tornado ultrapassada e inválida com Salomão. Mas como a promessa está baseada, por um lado, em Deus, em Sua graça, fidelidade e santidade, e, por outro lado, no trono, ela não tem como ser invalidada.

Unknown disse...

Jesus, o Messias. Davi aparentemente percebeu isso e disse a respeito da aliança que Deus tinha feito com ele: “Foi isso ainda pouco aos teus olhos, Senhor Deus, de maneira que também falaste a respeito da casa de teu servo para tempos distantes; e isto é instrução para todos os homens, óSenhor Deus” (2 Sm 7.19).

Uma passagem paralela no livro das Crônicas, apesar de ter outras ênfases, certamente tem algum significado profético: “...e também te fiz saber que o Senhor te edificaria uma casa. Há de ser que, quando teus dias se cumprirem, e tiveres de ir para junto de teus pais, então, farei levantar depois de ti o teu descendente, que será dos teus filhos, e estabelecerei o seu reino. Esse me edificará casa; e eu estabelecerei o seu trono para sempre. Eu lhe serei por pai, e ele me será por filho; a minha misericórdia não apartarei dele, como a retirei daquele que foi antes de ti. Mas o confirmarei na minha casa e no meu reino para sempre, e o seu trono será estabelecido para sempre” (1 Cr 17.10-14).

• Aqui Salomão não é mencionado como descendente direto de Davi, que subiria ao trono, mas como o “descendente depois de ti, que será dos teus filhos”. Essa indicação não se refere nem a Salomão nem a outro filho seu, mas a um descendente futuro da linhagem de Davi.

• A possibilidade de pecado não é mencionada nesse texto, pois pelo visto esse descendente não pecará.

• Ele próprio, Seu trono e Seu reinado durarão para sempre. Não é só o trono que permanecerá para sempre, mas também a pessoa que se assenta no trono.

Essa profecia não pode estar relacionada a ninguém mais além de Jesus Cristo, que o anjo Gabriel anunciou da seguinte forma a Maria: “Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo; Deus, o Senhor, lhe dará o trono de Davi, seu pai; ele reinará para sempre sobre a casa de Jacó, e o seu reinado não terá fim” (Lc 1.32-33). E por referir-se a Jesus, o Salmo 89.24 também diz: “A minha fidelidade e a minha bondade o hão de acompanhar, e em meu nome crescerá o seu poder”.

Unknown disse...

Qual é a conseqüência dessa aliança?
1. Israel precisa ser preservado como povo.

2. Israel como nação deve possuir a terra. Portanto, os judeus devem retornar a ela. A existência do Estado judeu é uma premissa básica para isso.

3. Jesus tem de retornar literalmente como Messias.

4. É preciso existir um reino literal. Quando Natã, incumbido por Deus, disse a Davi que o seu “reino”seria “estabelecido para sempre” e que seu “trono” existiria “para sempre”, Davi respondeu ao Senhor:“Quem há como o teu povo, como Israel, gente única na terra, a quem tu, ó Deus, foste resgatar para ser teu povo? E para fazer a ti mesmo um nome e fazer a teu povo estas grandes e tremendas coisas, para a tua terra, diante do teu povo, que tu resgataste do Egito, desterrando as nações e seus deuses? Estabeleceste teu povo Israel por teu povo para sempre e tu, ó Senhor, te fizeste o seu Deus. Agora, pois, ó Senhor Deus, quanto a esta palavra que disseste acerca de teu servo e acerca da sua casa, confirma-a para sempre e faze como falaste. Seja para sempre engrandecido o teu nome, e diga-se: O Senhor dos Exércitos é Deus sobre Israel; e a casa de Davi, teu servo, será estabelecida diante de ti” (2 Sm 7.23-26).
No Salmo 89.38-49 parece que Etã não entende mais a promessa que Deus fez a Davi. Antes Etã lembrava as promessas eternamente válidas de Deus a Davi e louvava ao Senhor por isso. Mas ele não conseguia conectá-las com a realidade que estava diante de seus olhos. O que via era totalmente diferente do que Deus tinha prometido. O que via em seus dias não combinava em nada com as promessas dadas por Deus. Parece haver uma enorme diferença entre a teoria e a prática. O que estava acontecendo? Será que Deus estava quebrando Sua palavra? Seria possível que Ele tivesse rompido a aliança feita com Davi? Será que já não era possível continuar confiando nEle?

Etã está debaixo de uma insuportável tensão entre a fé na palavra de Deus e a realidade histórica. Por isso, ele questiona consternado:“Que é feito, Senhor, das tuas benignidades de outrora, juradas a Davi por tua fidelidade?” (Sl 89.49).

Unknown disse...

A coroa de Israel caiu (aparentemente não há mais dinastia real). O trono ruiu, os muros foram derrubados, o templo destruído, os inimigos estão dominando. O reino de Israel foi dividido. Então vieram os inimigos – assírios, babilônios, gregos, Antíoco Epifânio, os romanos – e os judeus foram espalhados entre todas as nações. Além de tudo, ainda aconteceu o Holocausto... Isso realmente pode despertar dúvidas como as de Etã: “Que é feito, Senhor, das tuas benignidades de outrora, juradas a Davi por tua fidelidade?”

Mas Etã não pára por aí; ele suplica: “Lembra-te, Senhor, do opróbrio dos teus servos e de como trago no peito a injúria de muitos povos, com que, Senhor, os teus inimigos têm vilipendiado, sim, vilipendiado os passos do teu ungido” (Sl 89.50-51).

Por que esse afastamento de Israel, essa separação entre a aliança com Davi e a realidade histórica vivenciada? – Porque Deus suspendeu temporariamente a aliança prometida a Davi para que as nações também fossem incluídas na salvação de Jesus, tornando-se participantes da Nova Aliança. No século VIII a.C. o Senhor tinha anunciado por meio de Isaías: “Por breve momento te deixei, mas com grandes misericórdias torno a acolher-te; num ímpeto de indignação, escondi de ti a minha face por um momento; mas com misericórdia eterna me compadeço de ti, diz o Senhor, o teu Redentor... Porque os montes se retirarão, e os outeiros serão removidos; mas a minha misericórdia não se apartará de ti, e a aliança da minha paz não será removida, diz o Senhor, que se compadece de ti” (Is 54.7-8,10).

Israel tirado do meio das nações e reunido como povo é premissa indispensável para a volta de Jesus. Na verdade, será como desenrolar o tapete vermelho para o Rei que vem chegando.

No capítulo seguinte de Isaías Deus continua o raciocínio e deixa claro que (1) a aliança com Davi é válida e que (2) a aliança serve às nações. Desde Pentecostes as nações usufruem dessa verdade salvadora. No reino vindouro de Jesus Cristo a aliança terá sido cumprida, tanto para Israel quanto para as nações. O Senhor convida por meio do profeta Isaías: “Inclinai os ouvidos e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá; porque convosco farei uma aliança perpétua, que consiste nas fiéis misericórdias prometidas a Davi (veja At 13.34). Eis que eu o dei por testemunho aos povos, como príncipe e governador dos povos. Eis que chamarás a uma nação que não conheces, e uma nação que nunca te conheceu correrá para junto de ti, por amor do Senhor, teu Deus, e do Santo de Israel, porque este te glorificou” (Is 55.3-5).

O apóstolo Paulo explica a quebra da aliança aos cristãos de Roma: “Pergunto, pois: porventura, tropeçaram para que caíssem? De modo nenhum! Mas, pela sua transgressão, veio a salvação aos gentios, para pô-los em ciúmes... assim também estes, agora, foram desobedientes, para que, igualmente, eles alcancem misericórdia, à vista da que vos foi concedida” (Rm 11.11,31). Ele esclarece esse mistério, dizendo: “Porque não quero, irmãos, que ignoreis este mistério (para que não sejais presumidos em vós mesmos): que veio endurecimento em parte a Israel, até que haja entrado a plenitude dos gentios. E, assim, todo o Israel será salvo, como está escrito: Virá de Sião o Libertador e ele apartará de Jacó as impiedades. Esta é a minha aliança com eles, quando eu tirar os seus pecados. Quanto ao evangelho, são eles inimigos por vossa causa; quanto, porém, à eleição, amados por causa dos patriarcas; porque os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis” (vv.25-29). A aliança de Davi foi interrompida para oferecer a possibilidade de salvação às nações.

Unknown disse...

A doxologia da aliança
A palavra grega doxologia pode ser traduzida como forma de louvor litúrgico. No final, Etã deve ter alcançado uma libertadora convicção interior, mas ela não é revelada a nós. Ele não mais se expressa sobre isso, mas irrompe em maravilhosa adoração: “Bendito seja o Senhor para sempre! Amém e amém!” (Sl 89.52).

Agora ele tinha certeza absoluta: o Senhor não quebra Sua palavra, Ele permanece fiel! Às vezes, o caminho é diferente daquele que desejamos, mas no final tudo fica bem e todos se unirão no louvor a Deus: “Bendito seja o Senhor para sempre!” Ele transformará tudo em final feliz e concluirá perfeitamente Seu plano de salvação!

Paulo também reconheceu essa realidade e por isso jubila de forma semelhante (no capítulo 11 da Carta aos Romanos): “Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos! Quem, pois, conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi o seu conselheiro? Ou quem primeiro deu a ele para que lhe venha a ser restituído? Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém” (Rm 11.33-36).

Ninguém terá sucesso em se opor ao Senhor, ao Seu Ungido ou ao Seu povo. É o que também expressa o Salmo 89.22: “O inimigo jamais o surpreenderá, nem o há de afligir o filho da perversidade(Anticristo?)”. O versículo 9 também fala da insuperável grandeza e do poder de Deus: “Dominas a fúria do mar; quando as suas ondas se levantam, tu as amainas”. Muitas vezes, água, mares e rios simbolizam as nações (cf. Is 8.7-8; 17.12-13; 28.15; 57.20; Sl 65.7-8; 93.3-4; 124.2-5; Ap 12.15; 13.1). Que o Senhor Jesus um dia reinará sobre as nações também está escrito no Salmo 89.25:“Porei a sua mão sobre o mar e a sua direita, sobre os rios”.

Pensamentos finais de exortação
No Salmo 89.20 lemos: “Encontrei Davi, meu servo; com o meu santo óleo o ungi”. Saul era o rei que o povo desejava; os israelitas viam somente o que estava diante de seus olhos. Mas Deus estava à procura de um coração que lhe fosse totalmente consagrado e encontrou-o em Davi. O que o Senhor encontra em nós?

Em Atos 13.22 está escrito: “E, tendo tirado a este, levantou-lhes o rei Davi, do qual também, dando testemunho, disse: Achei Davi, filho de Jessé, homem segundo o meu coração, que fará toda a minha vontade”. Davi serviu ao Senhor de todo coração até sua morte: “Porque, na verdade, tendo Davi servido à sua própria geração, conforme o desígnio de Deus, adormeceu, foi para junto de seus pais...” (At 13.36). Se o Senhor Jesus demorar com o Arrebatamento, quando estivermos perto da morte será que também poderemos dizer que servimos à vontade do Senhor até o fim?

O Senhor conduz tanto a Igreja quanto nossa vida pessoal ao seu alvo (Fp 1.6). Mesmo que muitos descendentes de Davi tenham falhado completamente, Deus conduzirá Israel ao alvo que propôs.

Unknown disse...

Muitas promessas a Israel ainda se cumprirao, DEUS nao falha e NT fala disso, sua promessa e irrevogavel, o que citamos e a palavra de DEUS e nao palavras de homens e os apostolos e profetas nos ensinaram, como na carta aos romanos e muitas outras passagens biblicas.
Eis que dias vêm, diz o Senhor, em que farei uma aliança nova com a casa de Israel e com a casa de Judá.
Não conforme a aliança que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; porque eles invalidaram a minha aliança apesar de eu os haver desposado, diz o Senhor.
Mas esta é a aliança que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei a minha lei no seu interior, e a escreverei no seu coração; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo.
E não ensinará mais cada um a seu próximo, nem cada um a seu irmão, dizendo: Conhecei ao Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor até ao maior deles, diz o Senhor; porque lhes perdoarei a sua maldade, e nunca mais me lembrarei dos seus pecados.
Assim diz o Senhor, que dá o sol para luz do dia, e as ordenanças da lua e das estrelas para luz da noite, que agita o mar, bramando as suas ondas; o Senhor dos Exércitos é o seu nome.
Se falharem estas ordenanças de diante de mim, diz o Senhor, deixará também a descendência de Israel de ser uma nação diante de mim para sempre.
Assim disse o Senhor: Se puderem ser medidos os céus lá em cima, e sondados os fundamentos da terra cá em baixo, também eu rejeitarei toda a descendência de Israel, por tudo quanto fizeram, diz o Senhor.
Jeremias 31:31-37
Porque não quero, irmãos, que ignoreis este segredo (para que não presumais de vós mesmos): que o endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado
Romanos 11:1-25

Esther disse...

Caro irmão Julio, entendi sua postagem e concordo, no entanto gostaria de fazer uma observação: Em matérias desse tipo, talvez fosse bom salientar sobre o movimento pró-vida em Israel, por exemplo, pois alguns podem entender que não existe tal movimento lá.

Sobre grupos pró-vida em Israel:

http://www.israeltoday.co.il/NewsItem/tabid/178/nid/22951/Default.aspx?article=related_stories

http://www.mrctv.org/blog/israeli-pro-life-group-has-saved-35000-babies-lives-abortion-past-decade


Aqueles que amam perseguir o povo judeu não perdem uma oportunidade. O registro histórico da igreja primitiva mostra que a teologia da substituição começou bem depois, e é uma doutrina de homens.

Claudio Vaz disse...

Thiago, Thiago, Thiago

Por qual caminho você tem andado?
Ontem defendias Marina Silva, Aécio e PSDB.

Graças à Deus você despertou desse lixo mas agora tu vens com Gustavo Barroso, o maior anti-semita brasileiro?

Muitos que começam desprezando os judeus acabam negando JESUS.
CUIDADO.

Não se ofenda com as minhas palavras mas as receba como um conselho de um irmão mais velho.

Deus te abençoe hoje e sempre. Amém.

Thiago disse...

Ao senhor Vaz;

Para levantar o lado obscuro da Maçonaria, há que se analisar coisas desagradaveis. Existe uma extensa bibliografia.

Não tenho ódio do Judaísmo, apenas acredito na doutrina da Substituição.

O que me desagrada é outra coisa, uma instituição chamada Maçonaria. Tudo que lhe arranca a máscara constumo analisar, não importa o quão desagradável ou incompatível com meus principios cristãos.

Mas... continuo Evangélico Pentecostal... Nada de NEOPENTECA... chega de palhaçada. Também não sou mais anti-católico, como boa parte do povo Protestante.

Prometo ouvir teu conselho. Um abraço senhor Vaz.

marcelo victor disse...

Aprendemos com Paulo que as promessas feitas a Abraão pertencem ao seu descendente que é Cristo e n'Ele se cumprem: "Ora, as promessas foram feitas a Abraão e ao seu descendente. Não diz:E aos descendentes, como se falando de muitos, porém como de um só:E ao teu descendente, que é Cristo" (Gl 3:16).

Ao final dessa carta, Paulo nos mostra (v. 19) que tais promessas são extensivas a todos os que crêem em Cristo: "Mas a Escritura encerrou tudo sob o pecado, para que, mediante a fé em Jesus Cristo, fosse a promessa concedida aos que crêem" (Gl 3:22).

A Igreja era composta originariamente de crentes judeus (Rm 2.28,29; 3.3,4; 9.6-8,27,29; 11.15) e por aqueles, dentre os gentios, que foram acrescentados nesta mesma oliveira. Há muito mais continuidade do que descontinuidade (Ef 2.18-20; 3.6; Gl 3.6-29).

O importante é sabermos que não houve mudança no plano de Deus (Ef 1.3-4), mas revelação progressiva (Gl 6.16; 3.13,14). O Verdadeiro Israel é aquele que possui o Messias.

Cristo é a Videira verdadeira (Jo 15.1) e a videira é símbolo notório de Israel. O verdadeiro herdeiro de Abraão é o que tem fé no Messias prometido (Gl 3), de sorte que nao é sem propósito que o número de apóstolos da Igreja é idêntico ao número de tribos de Israel.

Paulo não diz que Deus mudou o seu plano original, antes, ele afirma que a Igreja sempre foi o plano de Deus (Ef 3.4-6, 21, 26, 31; Gl 3.8, 16; ver também Gn 3.15).

O N.T. ensina que a lei, a circuncisão e a própria nação de Israel foram sombras da realidade que se encontra na Igreja (Cl 2.17; Hb 10.1; Ef 1.22,23). Israel era um tipo da Igreja; a terra um tipo do céu; a circuncisão um tipo do novo nascimento e do batismo; a lei um tipo e um aio para o evangelho e o templo um tipo do “Corpo de Cristo” ( Hb 8.5; 9.9, 24; 10.9,16,19-21; 11.9-16,39,40; 12.18-24; 13.10-14; Cl 2.11,12).

Os cristão são chamados de “eleitos de Deus” (Rm 9.33) e a Igreja foi profetizada no A.T., conforme vemos em Jo 8.56; At 3.22-24; 1 Pe 2.9 comparar com Ex 19.5,6; Hb 2.12 comparar com Sl 22.22).

(continua...)

marcelo victor disse...

(continuaçao...)


Em Romanos 11, Paulo fala sobre o futuro do remanescente de Israel. E nenhuma palavra é dita sobre o retorno a terra ou a reconstrução do templo e restauração do ritual levítico, até porque o templo de Deus, em Espirito, passou a ser a igreja (1 Co3:16, 2Co6:16, Ef 2:21-22, Hb 3:6 e 1 Pe 2:5).

Todas as profecias concernentes ao retorno de Israel para a terra e a reconstrução do templo foram feitas antes de 516 a.C., ano em que o templo foi reconstruído. Não existe nenhuma profecia mais a este respeito após 516 a.C., nem no A.T. e nem no N.T. Por exemplo, o livro de Malaquias não menciona, em momento algum, uma expectativa de retorno a terra e reconstrução do templo, pois, evidentemente, entendia que as profecias neste sentido tinham tido o seu cumprimento no ano de 516 a.C.

Mas em Rm 11, Paulo fala de um retorno de Israel para Cristo e não para a Palestina. Nenhuma palavra é dita sobre Israel ser salvo após o “arrebatamento” e Paulo se inclui entre os remanescentes de Israel que serão salvos (Rm 11.1); assim sendo, todos os israelitas crentes serão salvos.

Em nenhum lugar encontramos base para a crença de que haverá uma segunda chance de salvação para os homens quer sejam judeus ou gentios após o arrebatamento da Igreja (Mt 25).

A herança de Abraão é uma pátria celestial (Hb 11.8,13-16, 39,40; 1 Pe 1.4), de tal sorte que as expectativas judaicas se cumprem em Cristo (Lc 1.54, 55,68-74).

A primeira vinda de Cristo completou a redenção de Israel e “tantos quantos o receberem foi lhes concedido o poder de se tornarem filhos de Deus” (Jo 1.10-12).

Os crentes, judeus e gentios, já estão espiritualmente ressuscitados e assentados juntamente com Cristo nos lugares celestiais, ou seja, ao lado daquele que tem todo o poder no céu e na terra e vive e reina do seu alto e sublime trono, acima de todo o principado e potestade (Ef 2:6), e, por iisso, é dito que os crentes já tem "chegado ao monte Sião e à cidade do Deus vivo, a Jerusalém celestial, e a incontáveis hostes de anjos, e à universal assembléia e igreja dos primogênitos arrolados nos céus, e a Deus, o Juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados" (Hb 12:22-22). A vocação deles é celestial: "Por isso, santos irmãos, que participais da vocação celestial" (Hb 3:1).

A esperança do cristão judeu, Paulo, também é a de um reino celestial e não milenar aqui na terra: 1 - "O Senhor me livrará também de toda obra maligna e me levará salvo para o seu reino celestial" (2 Tim 4:18); e 2 - "E, por isso, neste tabernáculo, gememos, aspirando por sermos revestidos da nossa habitação celestial" (2 Co 5:2 cf. Rm 8:21).

Concluimos, entao, que as promessas feitas a Abraão foram destinadas a um descendente em especial que é o Messias. A própria Terra Prometida está sendo preparada por Cristo e se destina a todos os judeus e gentios que creem em n'Ele, pois os da fé são os verdadeiros descendentes de Abraão e herdeiros da promessa, co-herdeiros juntamente com Cristo.

Unknown disse...

Ah! porque aquele dia é tão grande, que não houve outro semelhante; e é tempo de angústia para Jacó; ele, porém, será salvo dela.
Porque será naquele dia, diz o Senhor dos Exércitos, que eu quebrarei o seu jugo de sobre o teu pescoço, e quebrarei os teus grilhões; e nunca mais se servirão dele os estrangeiros.
Mas servirão ao Senhor, seu Deus, como também a Davi, seu rei, que lhes levantarei.
Não temas, pois, tu, ó meu servo Jacó, diz o Senhor, nem te espantes, ó Israel; porque eis que te livrarei de terras de longe, e à tua descendência da terra do seu cativeiro; e Jacó voltará, e descansará, e ficará em sossego, e não haverá quem o atemorize.
Jeremias 30:7-10

Unknown disse...

ênesis 12:7
“Apareceu o SENHOR a Abrão e lhe disse: Darei à tua descendência esta terra. Ali edificou Abrão um altar ao SENHOR, que lhe aparecera”.

Gênesis 13:14-15
“Disse o SENHOR a Abrão, depois que Ló se separou dele: Ergue os olhos e olha desde onde estás para o norte, para o sul, para o oriente e para o ocidente; porque toda essa terra que vês, eu ta darei, a ti e à tua descendência, para sempre”.

Gênesis 15:18
“Naquele mesmo dia, fez o SENHOR aliança com Abrão, dizendo: À tua descendência dei esta terra, desde o rio do Egito até ao grande rio Eufrates”.

Gênesis 17:8
“Dar-te-ei e à tua descendência a terra das tuas peregrinações, toda a terra de Canaã, em possessão perpétua, e serei o seu Deus”.

Levítico 26:33
“Espalhar-vos-ei por entre as nações e desembainharei a espada atrás de vós; a vossa terra será assolada, e as vossas cidades serão desertas”. Levítico 26:43: “Mas a terra na sua assolação, deixada por eles, folgará nos seus sábados; e tomarão eles por bem o castigo da sua iniqüidade, visto que rejeitaram os meus juízos e a sua alma se aborreceu dos meus estatutos”.

Deuteronômio 26:9
“e nos trouxe a este lugar e nos deu esta terra, terra que mana leite e mel”.

Deuteronômio 30:1-11
“1 Quando, pois, todas estas coisas vierem sobre ti, a bênção e a maldição que pus diante de ti, se te recordares delas entre todas as nações para onde te lançar o SENHOR, teu Deus; 2 e tornares ao SENHOR, teu Deus, tu e teus filhos, de todo o teu coração e de toda a tua alma, e deres ouvidos à sua voz, segundo tudo o que hoje te ordeno, 3 então, o SENHOR, teu Deus, mudará a tua sorte, e se compadecerá de ti, e te ajuntará, de novo, de todos os povos entre os quais te havia espalhado o SENHOR, teu Deus. 4 Ainda que os teus desterrados estejam para a extremidade dos céus, desde aí te ajuntará o SENHOR, teu Deus, e te tomará de lá. 5 O SENHOR, teu Deus, te introduzirá na terra que teus pais possuíram, e a possuirás; e te fará bem e te multiplicará mais do que a teus pais. 6 O SENHOR, teu Deus, circuncidará o teu coração e o coração de tua descendência, para amares o SENHOR, teu Deus, de todo o coração e de toda a tua alma, para que vivas. 7 O SENHOR, teu Deus, porá todas estas maldições sobre os teus inimigos e sobre os teus aborrecedores, que te perseguiram. 8 De novo, pois, darás ouvidos à voz do SENHOR; cumprirás todos os seus mandamentos que hoje te ordeno. 9 O SENHOR, teu Deus, te dará abundância em toda obra das tuas mãos, no fruto do teu ventre, no fruto dos teus animais e no fruto da tua terra e te beneficiará; porquanto o SENHOR tornará a exultar em ti, para te fazer bem, como exultou em teus pais; 10 se deres ouvidos à voz do SENHOR, teu Deus, guardando os seus mandamentos e os seus estatutos, escritos neste Livro da Lei, se te converteres ao SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração e de toda a tua alma. 11 Porque este mandamento que, hoje, te ordeno não é demasiado difícil, nem está longe de ti”.

Josué 24:20-28
“20 Se deixardes o SENHOR e servirdes a deuses estranhos, então, se voltará, e vos fará mal, e vos consumirá, depois de vos ter feito bem. 21 Então, disse o povo a Josué: Não; antes, serviremos ao SENHOR. 22 Josué disse ao povo: Sois testemunhas contra vós mesmos de que escolhestes o SENHOR para o servir. E disseram: Nós o somos. 23 Agora, pois, deitai fora os deuses estranhos que há no meio de vós e inclinai o coração ao SENHOR, Deus de Israel. 24 Disse o povo a Josué: Ao SENHOR, nosso Deus, serviremos e obedeceremos à sua voz. 25 Assim, naquele dia, fez Josué aliança com o povo e lha pôs por estatuto e direito em Siquém. 26 Josué escreveu estas palavras no Livro da Lei de Deus; tomou uma grande pedra e a erigiu ali debaixo do carvalho que estava em lugar santo do SENHOR. 27 Disse Josué a todo o povo: Eis que esta pedra nos será testemunha, pois ouviu todas as palavras que o SENHOR nos tem dito; portanto, será testemunha contra vós outros para que não mintais a vosso Deus. 28 Então, Josué despediu o povo, cada um para a sua herança”.

Unknown disse...

CONTINUAÇAO
2 Samuel 7:11-16
“11 desde o dia em que mandei houvesse juízes sobre o meu povo de Israel. Dar-te-ei, porém, descanso de todos os teus inimigos; também o SENHOR te faz saber que ele, o SENHOR, te fará casa. 12 Quando teus dias se cumprirem e descansares com teus pais, então, farei levantar depois de ti o teu descendente, que procederá de ti, e estabelecerei o seu reino. 13 Este edificará uma casa ao meu nome, e eu estabelecerei para sempre o trono do seu reino. 14 Eu lhe serei por pai, e ele me será por filho; se vier a transgredir, castigá-lo-ei com varas de homens e com açoites de filhos de homens. 15 Mas a minha misericórdia se não apartará dele, como a retirei de Saul, a quem tirei de diante de ti. 16 Porém a tua casa e o teu reino serão firmados para sempre diante de ti; teu trono será estabelecido para sempre”.

Esdras 4:1-3
“1 Ouvindo os adversários de Judá e Benjamim que os que voltaram do cativeiro edificavam o templo ao SENHOR, Deus de Israel, 2 chegaram-se a Zorobabel e aos cabeças de famílias e lhes disseram: Deixai-nos edificar convosco, porque, como vós, buscaremos a vosso Deus; como também já lhe sacrificamos desde os dias de Esar-Hadom, rei da Assíria, que nos fez subir para aqui. 3 Porém Zorobabel, Jesua e os outros cabeças de famílias lhes responderam: Nada tendes conosco na edificação da casa a nosso Deus; nós mesmos, sozinhos, a edificaremos ao SENHOR, Deus de Israel, como nos ordenou Ciro, rei da Pérsia”.

Salmo 102:13-20
“13 Levantar-te-ás e terás piedade de Sião; é tempo de te compadeceres dela, e já é vinda a sua hora; 14 porque os teus servos amam até as pedras de Sião e se condoem do seu pó. 15 Todas as nações temerão o nome do SENHOR, e todos os reis da terra, a sua glória; 16 porque o SENHOR edificou a Sião, apareceu na sua glória, 17 atendeu à oração do desamparado e não lhe desdenhou as preces. 18 Ficará isto registrado para a geração futura, e um povo, que há de ser criado, louvará ao SENHOR; 19 que o SENHOR, do alto do seu santuário, desde os céus, baixou vistas à terra, 20 para ouvir o gemido dos cativos e libertar os condenados à morte”.

Isaías 11:11-12
“11 Naquele dia, o Senhor tornará a estender a mão para resgatar o restante do seu povo, que for deixado, da Assíria, do Egito, de Patros, da Etiópia, de Elão, de Sinar, de Hamate e das terras do mar. 12 Levantará um estandarte para as nações, ajuntará os desterrados de Israel e os dispersos de Judá recolherá desde os quatro confins da terra”.

Isaías 18:7
“Naquele tempo, será levado um presente ao SENHOR dos Exércitos por um povo de homens altos e de pele brunida, povo terrível, de perto e de longe; por uma nação poderosa e esmagadora, cuja terra os rios dividem, ao lugar do nome do SENHOR dos Exércitos, ao monte Sião”.

Isaías 27:12-13
“12 Naquele dia, em que o SENHOR debulhará o seu cereal desde o Eufrates até ao ribeiro do Egito; e vós, ó filhos de Israel, sereis colhidos um a um. 13 Naquele dia, se tocará uma grande trombeta, e os que andavam perdidos pela terra da Assíria e os que forem desterrados para a terra do Egito tornarão a vir e adorarão ao SENHOR no monte santo em Jerusalém”.

Isaías 29:1
“Será também como o faminto que sonha que está a comer, mas, acordando, sente-se vazio; ou como o sequioso que sonha que está a beber, mas, acordando, sente-se desfalecido e sedento; assim será toda a multidão das nações que pelejarem contra o monte Sião”. Isaías 29:8: “Ai da Lareira de Deus, cidade-lareira de Deus, em que Davi assentou o seu arraial! Acrescentai ano a ano, deixai as festas que completem o seu ciclo”.

Unknown disse...

saías 60:8-21
“8 Quem são estes que vêm voando como nuvens e como pombas, ao seu pombal? 9 Certamente, as terras do mar me aguardarão; virão primeiro os navios de Társis para trazerem teus filhos de longe e, com eles, a sua prata e o seu ouro, para a santificação do nome do SENHOR, teu Deus, e do Santo de Israel, porque ele te glorificou. 10 Estrangeiros edificarão os teus muros, e os seus reis te servirão; porque no meu furor te castiguei, mas na minha graça tive misericórdia de ti. 11 As tuas portas estarão abertas de contínuo; nem de dia nem de noite se fecharão, para que te sejam trazidas riquezas das nações, e, conduzidos com elas, os seus reis. 12 Porque a nação e o reino que não te servirem perecerão; sim, essas nações serão de todo assoladas. 13 A glória do Líbano virá a ti; o cipreste, o olmeiro e o buxo, conjuntamente, para adornarem o lugar do meu santuário; e farei glorioso o lugar dos meus pés. 14 Também virão a ti, inclinando-se, os filhos dos que te oprimiram; prostrar-se-ão até às plantas dos teus pés todos os que te desdenharam e chamar-te-ão Cidade do SENHOR, a Sião do Santo de Israel. 15 De abandonada e odiada que eras, de modo que ninguém passava por ti, eu te constituirei glória eterna, regozijo, de geração em geração. 16 Mamarás o leite das nações e te alimentarás ao peito dos reis; saberás que eu sou o SENHOR, o teu Salvador, o teu Redentor, o Poderoso de Jacó. 17 Por bronze trarei ouro, por ferro trarei prata, por madeira, bronze e por pedras, ferro; farei da paz os teus inspetores e da justiça, os teus exatores. 18 Nunca mais se ouvirá de violência na tua terra, de desolação ou ruínas, nos teus limites; mas aos teus muros chamarás Salvação, e às tuas portas, Louvor. 19 Nunca mais te servirá o sol para luz do dia, nem com o seu resplendor a lua te alumiará; mas o SENHOR será a tua luz perpétua, e o teu Deus, a tua glória. 20 Nunca mais se porá o teu sol, nem a tua lua minguará, porque o SENHOR será a tua luz perpétua, e os dias do teu luto findarão. 21 Todos os do teu povo serão justos, para sempre herdarão a terra; serão renovos por mim plantados, obra das minhas mãos, para que eu seja glorificado”.

Isaías 66:18-22
“18 Porque conheço as suas obras e os seus pensamentos e venho para ajuntar todas as nações e línguas; elas virão e contemplarão a minha glória. 19 Porei entre elas um sinal e alguns dos que foram salvos enviarei às nações, a Társis, Pul e Lude, que atiram com o arco, a Tubal e Javã, até às terras do mar mais remotas, que jamais ouviram falar de mim, nem viram a minha glória; eles anunciarão entre as nações a minha glória. 20 Trarão todos os vossos irmãos, dentre todas as nações, por oferta ao SENHOR, sobre cavalos, em liteiras e sobre mulas e dromedários, ao meu santo monte, a Jerusalém, diz o SENHOR, como quando os filhos de Israel trazem as suas ofertas de manjares, em vasos puros à Casa do SENHOR. 21 Também deles tomarei a alguns para sacerdotes e para levitas, diz o SENHOR. 22 Porque, como os novos céus e a nova terra, que hei de fazer, estarão diante de mim, diz o SENHOR, assim há de estar a vossa posteridade e o vosso nome”.

Jeremias 3:17-18
“17 Naquele tempo, chamarão a Jerusalém de Trono do SENHOR; nela se reunirão todas as nações em nome do SENHOR e já não andarão segundo a dureza do seu coração maligno. 18 Naqueles dias, andará a casa de Judá com a casa de Israel, e virão juntas da terra do Norte para a terra que dei em herança a vossos pais”.

Jeremias 7:7
“eu vos farei habitar neste lugar, na terra que dei a vossos pais, desde os tempos antigos e para sempre”.

Jeremias 11:10-11
“10 Tornaram às maldades de seus primeiros pais, que recusaram ouvir as minhas palavras; andaram eles após outros deuses para os servir; a casa de Israel e a casa de Judá violaram a minha aliança, que eu fizera com seus pais. 11 Portanto, assim diz o SENHOR: Eis que trarei mal sobre eles, de que não poderão escapar; clamarão a mim, porém não os ouvirei”.

Unknown disse...

Desde o segundo século depois de Cristo, muitos de dentro da Igreja têm afirmado que ela substituiu Israel para sempre. Na metade do segundo século, Justino Mártir, em seu famosoDialogue with Trypho, a Jew [Diálogo com Trifão, um Judeu], chamou a Igreja de “a verdadeira raça israelita”, com base em que “Cristo é Israel”. Justino continua:

Tais são as palavras das Escrituras; portanto, entendam que a semente de Jacó agora se refere a algo mais, e não como se pode supor, que fale sobre o seu povo. Pois não é possível que a semente de Jacó, ou que Deus tenha aceitado aquelas mesmas pessoas a quem Ele reprovara como sendo inadequadas para a herança, e que prometa essa mesma herança a elas novamente.[1]

Passou apenas uma geração depois do encerramento do cânon do Novo Testamento, e já nasceu a horrível teologia de que Israel foi para sempre substituído pela Igreja. Ainda mais perturbador para nós, atualmente, é o fato de que essa teologia não apenas sobrevive em nossos dias, mas está em alta nos meios evangélicos que costumavam ser sempre isentos de tais visões.

As Promessas Sobre a Terra Para Israel
Por todo o Antigo Testamento, começando em Gênesis, o Senhor fez promessa após promessa a Abraão, Isaque, Jacó e a seus descendentes de que a terra de Israel pertence ao povo judeu. A promessa é repetida cerca de vinte vezes no livro de Gênesis.[2] O livro de Deuteronômio fala pelo menos vinte e cinco vezes que a terra é um presente do Senhor ao povo de Israel (Dt 1.20,25; 2.29; 3.20; 4.40; 5.16; etc.). Walter Kaiser, estudioso do Antigo Testamento, observa: “sessenta e nove vezes o escritor de Deuteronômio repetiu a promessa de que Israel um dia ‘possuiria’ e ‘herdaria’ a terra que lhe fora prometida”.[3] Os Salmos, o livro de adoração ao Senhor, freqüentemente levam o adorador a ações de graça ao Senhor por Suas promessas de aliança e por Sua fidelidade. Por exemplo, o Senhor declara: “Pois o Senhor escolheu a Sião, preferiu-a por sua morada: Este é para sempre o lugar do meu repouso; aqui habitarei, pois o preferi” (Sl 132.13-14).

Unknown disse...

continua
or todo o Antigo Testamento, os profetas mostram promessa após promessa desse tempo de restauração futura daquela terra (Is 11.1-9; 12.1-3; 27.12-13; 35.1-10; 43.1-8; 60.18-21; 66.20-22; Jr 16.14-16; 30.10-18; 31.31-37; 32.37-40; Ez 11.17-21; 28.25-26; 34.11-16; 37.21-25; 39.25-29; Os 1.10-11; 3.4-5; Jl 3.17-21; Am 9.11-15; Mq 4.4-7; Sf 3.14-20; Zc 8.4-8;10.11-15). Mesmo assim, a despeito da abundância de declarações tão claras no Antigo Testamento, muitos nos saguões acadêmicos da Igreja dizem que Deus deserdou Seu povo no Novo Testamento.

Falando sobre as promessas da terra a Israel, o estudioso britânico N. T. Wright é típico da mentalidade que vem da academia em nossos dias. Ele diz:

As tentativas modernas de reavivar esse nacionalismo geográfico, e dar a ele um colorido “cristão”, provocam a seguinte e muito importante reflexão teológica: a tentativa de “transportar” algumas das promessas do Antigo Testamento sobre Jerusalém, a Terra, ou o Templo, para que seu cumprimento ocorra em nossos dias tem o mesmo formato teológico que a tentativa do catolicismo da pré-Reforma de achar que Cristo estava sendo recrucificado em cada missa. (...) Se a ira de Deus, sobre a qual Jesus e Paulo falaram realmente tivesse terminado com os horríveis eventos do ano 70 d.C., a única atitude adequada das gerações subseqüentes acerca dos judeus, do Templo, da Terra de Jerusalém deveria ser de pesar ou de dó. Nesse ponto, o “Sionismo Cristão” é o equivalente geográfico de um, por assim dizer, apartheid “cristão”, e deveria ser rejeitado como tal.[4]

Wright segue adiante dizendo que todas essas promessas do Antigo Testamento não devem ser entendidas literalmente, mas são, de certa forma, cumpridas não-literalmente através da primeira vinda de Jesus e da formação do corpo global de Cristo. Ele afirma:

...a leitura completa do Novo Testamento sobre as promessas, de acordo com as quais, como disse Paulo, todas se tornaram realidade no Messias (2 Co 1.20). Isso não é simples “espiritualização”. Em vez disso, essas promessas, vistas através das lentes da cruz e da ressurreição, foram, em certo sentido, afuniladas por um lado, e, por outro lado, foram ampliadas para incluir toda a ordem criada.[5]

Unknown disse...

Walter Kaiser propôs a seguinte resposta ao sofisma filosófico de Wright:

Há pelo menos cinco erros fatais no pensamento daqueles que apóiam a tese da Teologia da Substituição: (1) A “Nova Aliança” foi feita com a casa de Israel e de Judá. Deus nunca fez uma aliança formal com a Igreja; (2) O fracasso dos judeus, assim como o fracasso da Igreja, estava calculado no plano de Deus (Rm 11.8); (3) O Novo Testamento ensina claramente que Deus não rejeitou o Israel desobediente (Rm 11.25-26), pois eles são os ramos naturais nos quais a Igreja foi enxertada; (4) O aspecto “eterno” da promessa sobre aquela terra não deve ser igualado ao aspecto “eterno” do sacerdócio arônico (1 Cr 23.13) ou aos descendentes de Recabe (Jr 35.19); e (5) A alegoria de Paulo sobre os gálatas (Gl 4.21-31) não ensina que o Israel nacional foi substituído pela Igreja; ela ensina que a busca pela justificação pela fé e pela graça leva à liberdade e à salvação.[6]

Gary Burge, professor na Wheaton College, é um eco americano do sentimento de Wright sobre este assunto quando, após citar Karl Barth, diz:

Portanto, o Novo Testamento coloca em Cristo todas as expectativas antes mantidas para “o Sinai e Sião, Betel e Jerusalém”. Para um cristão, retornar a uma territorialidade judaica é negar fundamentalmente o que transpareceu na encarnação. É desviar a devoção adequada do novo lugar onde Deus reside, isto é, do Filho. Isso explica por que o Novo Testamento aplica à pessoa de Cristo a linguagem religiosa anteriormente dedicada à Terra Santa ou ao Templo. Ele é a nova espacialidade, o novo local onde Deus pode ser encontrado.[7]

Unknown disse...

Respondendo a Tamanho Absurdo
Tais “teólogos” constroem absurdos totais a partir de um fundamento de pensamento puramente abstrato que não tem apoio nem no Antigo nem no Novo Testamento. Como diz o Pregador em Eclesiastes: “Vaidade das vaidades. Tudo é vaidade e correr atrás do vento” (Ec 1.2; 2.17). Conheço algumas pessoas que diriam simplesmente que tudo isso é apenas bazófia. As realizações de Cristo em Sua primeira vinda são a base sobre a qual Israel herdará suas promessas físicas, não uma base sobre a qual devem-se negar suas futuras bênçãos.

O apóstolo Paulo responde a tais absurdos em Romanos 11, quando faz a seguinte pergunta: “Pergunto, pois: terá Deus, porventura, rejeitado o seu povo? De modo nenhum! (...) Deus não rejeitou o seu povo, a quem de antemão conheceu” (Rm 11.1-2). Adiante, Paulo diz: “Pergunto, pois: porventura, tropeçaram para que caíssem? De modo nenhum!” (Rm 11.11).

Esses “teólogos” estão dizendo coisas que não se encontram na Bíblia. Onde é que o Novo Testamento ensina que Israel foi deserdado de sua terra? Por que o Novo Testamento não menciona isso? O Novo Testamento não o menciona porque isso nunca aconteceu. Por essa razão eles tentam engendrar meras abstrações, produtos de vãs imaginações, porque não há nenhuma passagem que ensine esse deserdar das promessas da terra a Israel.

Unknown disse...

continuando
Quando pensamos sobre a reunião e o restabelecimento mundiais, sem precedentes, da nação de Israel, deveríamos imediatamente fazer as seguintes perguntas: “Por que Deus traria o povo judeu de volta à sua terra natal, restabelecê-lo-ia como nação, se ele não tivesse qualquer futuro naquela terra? Por que Apocalipse 12 fala de Israel naquela terra durante a Tribulação? Por que Paulo fala da corrupção do Templo de Deus pelo homem da iniqüidade em 2 Tessalonicenses 2 se não haverá uma reconstrução do Templo em Jerusalém?”.

O Templo ocupará seu espaço em Jerusalém. Por que Jesus retornará a Jerusalém em Sua segunda vinda se está correto que a OLP esteja no comando daquele pedaço de chão? Por que haverá 144.000 testemunhas judias, 12.000 de cada uma das doze tribos de Israel, se os judeus foram removidos da terra? E o que dizer das duas testemunhas que ministrarão em Jerusalém durante quarenta e dois meses ou três anos e meio?

Deus não rejeitou – e não rejeitará – Seu povo. Israel é verdadeiramente o “supersinal” de Deus sobre o final dos tempos. Israel é o estopim do barril de pólvora para o conflito mundial final. E, ao mesmo tempo, em quase dois mil anos, o estopim está começando a entrar em combustão. O sionismo e o sionismo cristão têm sido instrumentos usados por Deus na história para fazer a bola de neve rolar ladeira abaixo e agora ela já não pode mais ser impedida. Parece que, a cada dia que passa, Israel e as nações se tornam mais alinhadas no rumo que tomarão durante a iminente Tribulação. Mesmo assim, muitos se tornaram cegos pelo chamado “entendimento espiritual” do Novo Testamento.

Unknown disse...

Os dois polos na questão de Israel: substituído pela Igreja ou promessas concretas para o futuro do antigo povo de Deus?
Vamos limitar-nos à comparação entre essas duas correntes antagônicas sem entrar no fato de que nos dois “campos” existem ainda mais diferenciações e variantes.

a) Teologia da substituição: as promessas feitas a Israel e ainda não cumpridas foram transferidas à Igreja de Jesus. Promessas terrenas (como o retorno à terra de Israel) não se cumprirão literalmente; elas foram transferidas simbólica e espiritualmente à Igreja do Novo Testamento. Essa posição é conhecida como a Teologia da Substituição, já que substitui o povo de Israel (como etnia) pelo Israel “espiritual”, a Igreja. Dentro dessa concepção o retorno do povo de Israel à sua terra não teria qualquer significado profético no plano divino de salvação.

A tese de que a Igreja substituiu Israel é um elemento básico no Amilenismo, que ensina que não haverá um reino de mil anos literal (Milênio). Segundo essa corrente, aquilo que Apocalipse 20 descreve já começou por ocasião da primeira vinda de Jesus e perdurará até Sua volta. Essa é a posição clássica da teologia reformada (e em parte da luterana).

Com isso desaparecem quase todas as diferenças entre o Antigo e o Novo Testamento, a Aliança Abraâmica vale tanto para Israel como para a Igreja (“Teologia Aliancista”). Segundo Calvino, o Israel do Antigo Testamento já era a Igreja “como que na infância” (Institutas II, 11.2). O “Israel verdadeiro” é absorvido pela “Igreja de Jesus”, existe apenas uma “comunhão dos crentes, e essa comunhão existia desde o início da antiga ordem até o tempo atual e existirá na terra até o fim do mundo”.[1]

b) Cumprimento literal: as promessas ainda em aberto para Israel como povo se cumprirão literalmente no futuro. Delas fazem parte a conversão do remanescente (“todo o Israel”, Rm 11.26) ao Messias em conexão com a volta de Jesus e então sua existência sem opressão em sua própria terra (“restauração de Israel”). Dentro dessa perspectiva, o retorno do povo secular à terra de Israel depois da Segunda Guerra Mundial faz parte do cumprimento do plano divino. E esse retorno cria as condições para os futuros eventos de Zacarias 12 a 14.

Unknown disse...

Dentro dessa perspectiva esperamos um cumprimento literal das promessas de um reino milenar, para cujo estabelecimento o Senhor voltará. Essa é a posição do Pré-Milenismo (Jesus virá antes do estabelecimento do Milênio real). Na Europa essa posição ficou mais conhecida como Dispensacionalismo.[2] Mas nesse debate não deveríamos nos ater a “rótulos”, já que não existe um Dispensacionalismo fechado, mas diversas variantes agrupadas em volta de uma idéia central.[3] Repetidamente os detratores do cumprimento literal esboçam a caricatura de um Dispensacionalismo extremado. Aí surge a impressão de que todos os que esperam pela restauração de Israel e por um Milênio literal também apóiam doutrinas dispensacionalistas particulares (por exemplo, que o Sermão do Monte se aplica somente ao Milênio...). Esse definitivamente não é o caso!

Com isso chegamos a um resultado intermediário: as posições “a” e “b” se excluem mutuamente e exigem um posicionamento. Que pontos de orientação nos seriam úteis nessa tomada de posição?

2. A posição reformada acerca das Escrituras: retorno ao sentido literal da Bíblia.
Um propósito central dos reformadores era o retorno a um entendimento claro da voz das Escrituras (claritas scripturae). Isso exigiu da parte deles uma postura firme contra a arbitrariedade na exegese das Escrituras que se instaurara ainda nos primeiros séculos da História da Igreja. Na época, ao invés de aceitar o sentido literal dos textos como determinante, buscava-se um sentido “múltiplo” no que as Escrituras declaram. Com isso abriram-se as portas para todo tipo de alegoria (simbolismo), espiritualização e reinterpretação do texto sagrado. Isso conduziu a uma deturpação das verdades que Deus havia revelado aos escritores da Bíblia.

Unknown disse...

m dos protagonistas dessa “espiritualização” foi Orígines, um dos pais da Igreja (185-254), posteriormente criticado duramente, e com justiça, por Martim Lutero. À alegoria e à arbitrariedade na exegese de textos bíblicos os reformadores contrapunham sua reivindicação central: válido seria o sentido simples e evidente das Escrituras, o sentido “literal”. Segundo essa idéia, um texto bíblico deve ser interpretado da forma mais próxima possível de seu sentido original, o mais perto possível daquilo que seus autores originais queriam dizer, sempre levando-se em consideração a gramática, o uso idiomático e o contexto da passagem.

3. Como os reformadores entendiam Israel
Tendo em vista essa regra de aceitação do sentido literal de uma passagem bíblica, é surpreendente que os principais reformadores não a aplicaram quando se tratava da questão de Israel. Enquanto Lutero, em sua antiga interpretação de Romanos (de 1515 a 1516) ainda dizia que no fim dos tempos uma grande parte do povo judeu como “remanescente” étnico (como coletividade nacional) iria converter-se a Jesus, mais tarde afastou-se dessa interpretação. Calvino também explicou Romanos 11.25ss. – contrariando o sentido literal e o contexto – como a comunidade de judeus e gentios que viriam a crer em Cristo no decorrer de toda a história eclesiástica. Isso correspondia à sua idéia de uma só Igreja “desde o princípio até o fim do mundo” (veja o Catecismo de Heidelberg, pergunta 54).

Como foi possível essa “desapropriação” de Israel, com suas promessas especiais transferidas para a Igreja? Certamente as questões escatológicas não foram as que mais ocuparam a atenção dos reformadores. As batalhas teológicas mais decisivas aconteciam em outras áreas, especialmente na questão da salvação e acerca da doutrina da justificação.

Na área da Escatologia os reformadores ficaram presos à posição encontrada em Agostinho, um dos pais da Igreja (354–430). Mas já antes dele, ainda no segundo século, a igreja primitiva tinha começado a ver a si mesma como única herdeira das promessas feitas a Israel (carta de Barnabé, Justino Mártir). Oríogenes, com seu método alegórico, forneceu as ferramentas que possibilitaram transferir para a Igreja as passagens que eram destinadas a Israel. Mais tarde, a Igreja Católica Romana defendeu seu poderio e sua suposta eleição com todos os meios possíveis e imagináveis. Ela já não tinha o mínimo interesse em devolver as promessas feitas a Israel a seus verdadeiros e originais destinatários. Em seu reino milenar presente (amilenismo!), Cristo já estaria há muito reinando através do papado.

Unknown disse...

elo menos na questão do Milênio, nos três primeiros séculos a Igreja antiga ainda tentava preservar a substância bíblica, mantendo a doutrina de um Reino futuro. No mais tardar com Agostinho começou, também nessa questão, um afastamento do sentido literal da Escritura, e esse afastamento tornou-se predominante em toda a Igreja. E os reformadores, mais de mil anos depois de Agostinho, pelo visto não dispunham do tempo nem da necessária clareza para impor a validade de seus princípios escriturísticos à questão de Israel. Hoje, quem quiser se reportar conseqüentemente à Reforma nesse sentido, precisa ir decididamente além dos reformadores e aplicar a literalidade do texto sagrado a todas as questões, inclusive à questão de Israel. Caso contrário, ficará preso a um confessionalismo tradicionalista.

4. O sentido literal de textos proféticos
O leitor da Bíblia encontra-se diante de uma alternativa bem clara: estou disposto a deixar que o texto fale por si mesmo ou leio o texto bíblico através do filtro de um certo sistema teológico? É óbvio que nenhum leitor da Bíblia se aproximará do testemunho das Escrituras completamente isento do conhecimento que já tem e das convicções já formadas em seu coração . Cada um de nós tem a tendência de considerar sua própria explicação como a opção correta (até então), que também deveria fazer sentido para todos os outros.

Apesar desse elemento humano, a Palavra de Deus comprovou sua força fazendo-se entender e se impondo como verdade, mesmo diante dos maiores disparates.

Vejamos um exemplo para comprovar essa afirmação: o Antigo Testamento constantemente associa a renovação do coração do povo judeu com sua volta à terra. Sobre isso basta ler Ezequiel 36.24-28; Ezequiel 37.12-26; Amós 9.11-15 (comp. Jr 16.15; 23.8; 24.6; 31.8,23-34). Quem estudar esses textos encontrará declarações bem claras do Deus vivo acerca de Israel, Seu povo escolhido. A base para ligar a salvação com a terra é a Aliança Abraâmica (Gn 13.15; Gn 17.6-8, etc). Essa aliança é incondicional, ou seja, não impõe condições para ser válida nem depende da obediência de Israel. Como Deus iria invalidá-la?

Unknown disse...

No Novo Testamento essa promessa feita a Israel volta a ser reafirmada e não há uma palavra sequer dizendo que ela foi revogada ou invalidada, nem mesmo quando trata da unidade entre judeus e gentios formando juntos a Igreja (Ef 2.11ss.; Rm 11.17-24). E quando, por exemplo, Tiago cita em Atos 15.15-20 a promessa de Amós 9.11-12 feita para Israel nos tempos finais, ele não afirma, de forma alguma, que essa promessa já se cumpriu na Igreja ou com a Igreja. O que Tiago mostra ao citar essa passagem é que os planos futuros que Deus tem para Israel de forma alguma representam algum prejuízo para os gentios: se Deus, no futuro, plantar definitivamente Seu povo na terra de Israel, isso também será uma bênção para os gentios. Isso combina e se harmoniza perfeitamente (At 15.15), de forma que não podemos nem devemos excluir da Igreja os gentios convertidos nem considerá-los “cristãos de segunda categoria”. Os dois casos (cumprimento futuro da promessa de Amós e o atual ajuntamento da Igreja) são regidos pelo mesmo princípio: a bênção de Deus para judeus e a bênção de Deus para os gentios não são excludentes; elas incluem a ambos.

No Novo Testamento não há um único texto questionando a validade das promessas do Antigo Testamento feitas a Israel. Tudo o que o Novo Testamento diz sobre Israel e seu futuro converge para sua conversão a Jesus como seu Messias e a um cumprimento abrangente e pleno de todas as profecias. Numerosas afirmações (por exemplo, Mt 19.28; Mt 23.37-39; Lc 21.24; Lc 22.30; At 1.6; Rm 11.25-27) reforçam a esperança de Israel porque foram feitas pelo próprio Senhor Jesus (e depois confirmadas por Paulo).

Jacob Thiessen fez uma análise mostrando como são sólidas as fontes neotestamentárias garantindo uma restauração final de Israel (Israel und die Gemeinde [Israel e a Igreja], 2008). E Michel J. Vlach provou em sua dissertação que, onde o Novo Testamento complementa promessas do Antigo Testamento e as aplica a situações atuais (por exexemplo Amós 9.11ss. em Atos 15.15ss.), isso nunca acontece de forma a anular seu sentido original ou literal nem as retira de Israel.[4]

Por isso, sempre vale a pena batalhar pelo literalismo bíblico, inclusive quando a questão é Israel. O que está em jogo não é nada mais, nada menos que a fidelidade das promessas de Deus, que não deixará ao léu a menina dos Seus olhos (Zc 2.12; Dt 32.10). Igualmente em jogo está a nossa própria fidelidade para com o sentido verdadeiro do texto sagrado. Quem se desvia dele para satisfazer algum sistema teológico corre o risco de repetir o mesmo erro em outras áreas. Que Deus nos proteja disso!

marcelo victor disse...

Jaco mudou de nome para Israel e Israel é a naçao dos crentes segundo a fé de Abraao.

A promessa feita a Abraao cumpriu em Cristo, pois ele é a descendencia (Gl 3:16), o descanso (Mt 11:28-30), a terra prometida (Jo 15:1 e Sl 80:8-11) e o edificador do verdadeiro templo de Deus (Zc 6:12-13, Hb 7:25, Hb 8:2).

Jesus Cristo é o cumprimento de TODAS AS PROMESSAS feitas pelos profetas desde Samuel, conforme disse o apostolo Pedro:
"E acontecerá que toda pessoa que não ouvir esse profeta será exterminada dentre o povo. Em verdade, todos os profetas, de Samuel em diante, um por um, pregaram e predisseram estes dias. E vós sois os herdeiros dos profetas e da aliança que Deus estabeleceu com vossos antepassados. Ele declarou a Abraão: ‘Na tua semente (Jesus Cristo), serao benditas todas as familias da terra"At 3:23-25)

Essa é a verdade das Escrituras Sagradas, nao ha como negar!!!

Anônimo disse...

A terra prometida a Moises é uma ALEGORIA da verdadeira terra prometida, ou seja, o verdadeiro descanso (repouso) que se chama JESUS CRISTO, aquele que disse: "Vinde a mim vos que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei. Tomai sobre vos o meu julgo e aprendei de mim que sou manso e humilde de coraòao e achareis descanso para vossas almas" (Mt 11:28-29).

O livro de Hebreus nos mostra exatamente isso:
"Entretanto, resta entrarem alguns naquele DESCANSO, e aqueles a quem anteriormente as boas novas foram pregadas não entraram, por causa da desobediência.

Por isso Deus estabelece outra vez um determinado dia, chamando-o "hoje", ao declarar muito tempo depois, por meio de Davi, de acordo com o que fora dito antes: "Se hoje vocês ouvirem a sua voz, não endureçam o coração".

Porque, se Josué lhes tivesse dado DESCANSO, Deus não teria falado posteriormente a respeito de outro dia.

Assim, ainda resta um DESCANSO para o povo de Deus; pois todo aquele que entra no DESCANSO de Deus, também descansa das suas obras, como Deus descansou das suas.

Portanto, esforcemo-nos por entrar nesse DESCANSO, para que ninguém venha a cair, seguindo aquele exemplo de desobediência" (Hb 4:6-11).

O que passar disso tem procedencia maligna!!!

marcelo victor disse...

Jesus Cristo é o REPOUSO para todas as naçoes da terra, tanto para os judeus como para os gentios...se assim nao fosse, ao entrar em Canaã, Josue nao falaria de outro DESCANSO (o verdadeiro).
Quem permanece com o coraçao no VT (nos rituais, na cidade, nos costumes) nunca conheceu a Cristo, e, portanto, nao conhece tambem a Deus, e, o pior, esta pisando no sangue de Cristo e desprezando suas lagrimas, angustias, sofrimento e morte.
Quem tem o Filho, tem a vida (1 Jo 5:11-12), quem nao tem, esta morto e fora do REPOUSO celestial; tropeçou na pedra de tropeço.
O capitulo 11 do livro de Hebreus nos mostra claramente que todos os profetas e servos de Deus do passado esperavam os dias de Cristo, pois, segundo as promessas de Deus, ao vencer as tentaçoes e a morte, o Messias os conduziria àquela cidade com a qual eles sonhavam (no ceu).
Por isso, a exemplo dos profetas, é com essa cidade que temos que nos preocupar e fazer de tudo para entrar, pois o mundo sera destruido e nao ficara pedra sobre pedra da soberba e da vaidade humana.
Deixemos as alegorias e as sombras do VT e nos agarremos ao verdadeiro REPOUSO, enquanto é dia e se pode caminhar.

Anônimo disse...

Me admira muito os judeus pararem pra ouvir uma pessoa que quer destruir a familia, pondo em risco a perpetuaçao da especie humana.

Vejo que os judeus tropeçaram mesmo na "pedra de tropeço" e FIZERAM UM CONCERTO COM A MORTE, pois se conhecessem verdadeiramente a Deus, jamais dariam ouvidos a um anticristo.

Isaias predisse esses dias:
"Ouvi, pois, a palavra do Senhor, homens escarnecedores, que dominais este povo que está em Jerusalém. Porquanto dizeis: Fizemos ALIANCA COM A MORTE, e com o inferno fizemos acordo; quando passar o dilúvio do açoite, não chegará a nós, porque pusemos a mentira por nosso refúgio, e debaixo da falsidade nos escondemos. Portanto assim diz o Senhor DEUS: Eis que eu assentei em Sião uma pedra, uma PEDRA já provada, pedra preciosa de ESQUINA, que está bem firme e fundada; aquele que crer não se apresse" (Is 28:14-16).

Ass. Rodrigues

marcelo victor disse...

Que pobre escolha desses judeus, mais uma vez trocaram Cristo por Barrabas e mostraram, ao mundo, que sao filhos dos seus pais, os quais mentindo, diziam que, se eles existissem no tempo dos profetas, jamais teriam feito o que os assassinos dos profetas fizeram. HIPOCRITAS!!!
Ao ouvir um imundo e imoral, esse pobres judeus apedrejaram Abraao, Isaac e Jacob, e, como seus pais, manearam suas cabeças e chacoalharam os ombros diante da cruz de Cristo (um judeu).
Mas, o importante para esses traidores e adulteros é que Israel voltou pra sua "terra prometida". Pois bem, que fiquem com essa herança maldita, pois mostram ao mundo que merecem ela.

Anônimo disse...

Pobre alma esse sodomita...sabe o que lhe espera e mesmo assim luta desesperadamente, com as armas do diabo, pra tentar apagar essa verdade da historia e da mente das pessoas. Quando o cancer lhe comer ou outra molestia grave (pois de alguma forma haveremos de partir), no fundo da sua pobre alma, restará uma expectaçao de fogo e pode ser que nao haja mais tempo para reconciliaçao.

Pobres almas aqueles que perdem seus preciosos tempos pra ouvir as mentiras do diabo, na boca de uma criatura pervertida e infeliz, como fez Adao e Eva, deixando de ouvir a voz de Deus (Cristo). Pode ser que tambem nao haja mais tempo para reconciliaçao.

Unknown disse...

O centro da História da Salvação
Esta cidade – Jerusalém – localizada a 760 metros de altura no planalto judeu, situa-se no ponto de encontro de três continentes – Ásia, África e Europa. Por sua posição central, nos tempos antigos ela também formava o ponto de intersecção das grandes civilizações antigas – Sumeriana (Mesopotâmia Austral) Egípcia e Grega.

De acordo com as afirmações da Bíblia, Jerusalém forma o centro geográfico do Plano de Salvação de Deus. Em Ezequiel 5.5, lemos:

“Assim diz o Senhor, o Eterno: Esta é Jerusalém! Eu a coloquei no centro entre as nações e terras ao seu redor”. [1]

Unknown disse...

Os judeus nunca renunciaram ao direito documental de sua terra natal histórica.

Nenhum outro grupo de pessoas jamais estabeleceu sua terra natal naquele território.

O Império Otomano perdeu essa terra (e outras) quando foi derrotado na Primeira Guerra Mundial, e os vitoriosos naquele conflito escolheram criar diferentes Estados independentes no recentemente libertado Oriente Médio. Finalmente, 21 Estados foram estabelecidos para a nação árabe. Na Declaração Balfour foi prometido o estabelecimento de apenas um pequeno Estado para a nação judaica – dentro das fronteiras de sua antiga terra, à época conhecida como Palestina.

A Liga das Nações ratificou a Declaração Balfour e, em San Remo, em 1923, estabeleceu-a?em lei internacional – lei esta que permanece até hoje, de acordo com a Carta das Nações Unidas.

A Grã-Bretanha recebeu a tarefa de supervisionar a implantação daquela lei. Para apaziguar os árabes violentamente intransigentes, que exigiam soberania sobre toda a terra, os britânicos traíram os judeus, fechando uma potencial rota de escape para os judeus europeus, mesmo quando o Holocausto já se delineava.

Como resultado da carnificina de um terço da população mundial dos judeus, as Nações Unidas votaram a divisão de uma fatia do território original da Palestina entre os judeus e os árabes, mas depois planejaram revogar aquela resolução para novamente aplacar os clamorosos Estados árabes.

O povo judeu, por sua própria iniciativa, e totalmente dentro de seus direitos, baseados em fatos bíblicos, históricos e legais, declarou a independência e o renascimento, após 2000 anos, de seu Estado Judeu independente.

Nos 64 anos desde então, o mundo árabe tem buscado repetidas vezes apagar essa realidade, forçando os israelenses a enfrentarem pelo menos uma guerra a cada década e a suportarem ataques terroristas para destruir Israel e matar seu povo, durante 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Mesmo assim, o Estado Judeu tem prosperado, evoluindo para ser uma potência econômica, tornando-se um exemplo de democracia e modelo de direitos humanos e civis no Oriente Médio.

Mas o anti-semitismo, a maior parte dele camuflado com um disfarce mais politicamente correto de anti-sionismo, tem?difamado Israel incansavelmente. Relatos diários de notícias falsas e enganosas, e favoritismos pró-Palestina, subjetivos e descarados, mascarados como jornalismo, têm sido explorados oportunisticamente pelas nações, mais interessadas em assegurar seu acesso ao petróleo árabe do que em seguir o caminho do que é correto e justo, moral e eticamente.

Unknown disse...

A despeito disso, a Bíblia promete que Israel sobreviverá, superará tudo, prosperará e florescerá, e que, um dia, será novamente elevado à posição de destaque, como cabeça das nações do mundo, em vez do que tem sido até agora – a cauda.

Para esses cristãos, tomar o partido de Israel em tudo isso é tomar o partido dos propósitos de Deus e contra um mundo que odeia a Deus.

A fé deles significa que não podem fazer nada menos que isso.
Todos os cristãos (penso eu) crêem que está chegando o dia no qual todas as pessoas terão que prestar contas das escolhas que fizeram e de suas atitudes – e dos motivos por fazerem aquelas escolhas; por adotarem aqueles lados; por lutarem aquelas batalhas; por fazerem aquelas coisas.

Antes que esse dia chegue para cada um de nós, seria bom que considerássemos pessoalmente como e por que nos relacionamos com Israel e com o povo judeu do jeito que o fazemos.

Não seria inadequado que aqueles que se consideram cristãos crentes na Bíblia avaliassem como se sentem acerca de Israel à luz das Escrituras – e como se sentem acerca de outros cristãos que mantêm a crença oposta à deles sobre um assunto de tanto significado, que está causando divisão em famílias e em congregações do mundo todo.

No final das contas, cada um de nós deve fazer o que crê ser o certo, mas deveríamos pesar cuidadosamente nossas razões para crermos da forma que cremos.

Considere o seguinte: quando se trata de seus companheiros crentes, onde você se posiciona? Toma o partido dos poucos odiados, que buscam seguir o Senhor e agem motivados pela convicção de que estão alinhados com a Palavra de Deus no que se refere a Israel? Ou toma o partido das massas que negam a existência de Deus e/ou rejeitam Sua Palavra?

Há uma relação estreita entre tomar o partido dos crentes que amam o Senhor e tomar o partido de Deus (Lc 9.50).

E há uma distância perigosamente curta entre tomar o partido dos que são contra a nação que o Senhor diz que ama “com amor eterno” (Jr 31.3) e tomar o partido dos que são contra Deus.

marcelo victor disse...

"Aquele que vem de cima é sobre todos; aquele que vem da terra é da terra e fala da terra. Aquele que vem do céu é sobre todos" (Joao 3:31).

Como Abraao, Isaac e Jacob eu busco a patria celestial, pois, garantiu o meu Mestre: "Nem neste no monte (de Samaria), nem em Jerusalem adorareis o Pai".

Anônimo disse...

Vejo diversas pessoas defendendo a ideia de uma ISRAEL TERRENA, como uma promessa divina de importância escatológica e salvífica, e fico imaginando como alguém pode acreditar nisso e desprezar o terrível sofrimento e dura morte do Senhor Jesus para libertar o homem deste mundo e da escravidão do pecado.

A exemplo dos diversos reinos terrenos, citados nos livros de história e na própria Bíblia, o suposto reino milenar de Cristo também não seria capaz de libertar o homem do pecado, pois, segundo uma leitura literal do apocalipse, ao final do reino milenar, o diabo seria solto lideraria uma revolta de milhões de pessoas, o que representaria um verdadeiro fracasso do reino de Jesus Cristo na terra.

Qual seria, então, a utilidade desse reino milenar terreno, depois de uma batalha em que o poder de Jesus Cristo foi mais do que provado e comprovado diante do universo (a batalha do Armagedom)? Será que alguém acredita em salvação pelas obras, uma vez que a fé teria sido aniquilada com a vinda de Cristo?

Só posso entender que alguns pretendem, com essa teoria, dar uma segunda chance aos judeus rebeldes que trocaram Jesus Cristo por um ladrão e a Jerusalém celestial pela terrena, ignorando que todas as promessas feitas por Deus se cumpriram na pessoa de Cristo (At 3:23-25).

Ass. Rodrigues

Unknown disse...

"Lembrai-vos das coisas passadas da antigüidade: que eu sou Deus, e não há outro, eu sou Deus, e não há outro semelhante a mim; que desde o princípio anuncio o que há de acontecer e desde a antigüidade, as coisas que ainda não sucederam; que digo: o meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade" (Isaías 46.9-10).

A profecia bíblica é a chave para se entender tanto o passado quanto o futuro. Embora aos céticos essa talvez pareça uma pretensão absurda, ela é facilmente comprovada. Pelo fato de ter se cumprido a maior parte das profecias registradas na Bíblia, fica muito simples determinar se essas profecias são ou não confiáveis.

Dois importantes assuntos da profecia estendem-se consistentemente por toda a Escritura: (1) Israel; (2) O Messias que vem para Israel e através de Israel para o mundo como Salvador de toda a humanidade. Ao redor destes dois temas centrais quase todas as demais profecias se desenrolam e encontram o seu significado, seja o Arrebatamento da Igreja, o Anticristo, seu governo e religião vindouros, o Armagedom, a Segunda Vinda de Cristo, ou qualquer outra ocorrência profética. A Bíblia é absolutamente única na apresentação dessas profecias, as quais ela registra com detalhes específicos, começando há mais de 3.000 anos.

Cerca de 30% da Bíblia são dedicados à profecia. Esse fato confirma a importância do que tem se tornado um assunto negligenciado. Em contraste marcante, a profecia está completamente ausente no Corão, nos Vedas hindus, no Baghavad Gita, no Ramayana, nas palavras de Buda e Confúcio, no Livro de Mórmon, ou quaisquer outros escritos das religiões mundiais. Esse fato isolado já provê um inegável selo de aprovação divina sobre a fé judaico-cristã, que falta em todas as outras crenças. O perfeito registro do cumprimento da profecia bíblica é suficiente para autenticar a Bíblia, diferentemente de todos os outros escritos, como a única e inerrante Palavra de Deus.

Unknown disse...

Há muitas provas importantes para a profecia bíblica. A primeira de todas, o cumprimento da profecia estabeleceu prova irrefutável da existência do próprio Deus que inspirou os profetas. Pelos importantes eventos da história mundial, profetizados centenas e mesmo milhares de anos antes de acontecerem, o Deus da Bíblia prova ser o único Deus verdadeiro, Criador do Universo e da humanidade, o Senhor da História – e que a Bíblia é a Sua Palavra infalível, dada a fim de comunicar os seus propósitos e meio de salvação a todos os que crerem. Aqui está uma prova tão simples que uma criança pode entender e tão profunda que os maiores gênios não podem refutar.

A profecia, pois, desempenha um papel vital ao revelar o propósito de Deus para a humanidade. Ela também fornece uma prova inteiramente segura na identificação do verdadeiro Messias de Deus, ou Cristo, e desmascara o impostor de Satanás, o anticristo, de maneira que ninguém que observar a Palavra de Deus venha a ser por ele enganado.

Entretanto, por ser a profecia única na Bíblia, ela é única para Cristo. Profecia nenhuma narrou a vinda de Buda, Maomé, Zoroastro, Confúcio, Joseph Smith, Mary Baker Eddy, os populares gurus hindus que têm invadido o Ocidente, ou qualquer outro líder religioso, todos eles sem as credenciais que distinguem Jesus Cristo. Entretanto, há mais de 300 profecias do Velho Testamento que identificam o Messias de Israel. Séculos antes de Sua vinda, os profetas hebreus estabeleceram critérios específicos que deveriam ser preenchidos pelo Messias. O cumprimento destas profecias nos mínimos detalhes da vida, morte e ressurreição de Jesus de Nazaré demonstram indiscutivelmente ser Ele o prometido por Deus, o verdadeiro e único Salvador.

Visto que estes dois importantes itens da profecia bíblica, Israel e o Messias, são tratados em alguns dos meus livros, principalmente em "Quanto Tempo Nos Resta?", vamos resumi-los aqui rapidamente. Em Isaías 43.10, o Deus de Israel declara que os judeus são Suas testemunhas para o mundo do qual Ele é Deus. Tal é o caso, apesar de 30% dos israelitas hoje afirmarem ser ateus e a maior parte dos judeus do mundo inteiro jamais pensarem em dizer que Deus existe. Mesmo assim eles são testemunhas da existência dEle, tanto para si mesmos como para o mundo, por causa do espantoso cumprimento exato na história daquilo que Deus falou que iria acontecer a esse povo especial.

Unknown disse...

O Povo Escolhido – Sua Terra e Destino
Embora muito do que os profetas predisseram para Israel ainda seja para o futuro, noveprofecias importantes envolvendo detalhes específicos e verificáveis já se cumpriram, exatamente como fora previsto séculos antes.

1. Deus prometeu uma terra e fronteira claramente definidas (Gênesis 15.18-21) a Abraão (Gênesis 12.1; 13.15; 15.7, etc.) e renovou tal promessa a Isaque, filho de Abraão (Gênesis 26.3-5), ao seu neto Jacó (Gênesis 28.13) e aos seus descendentes para sempre (Levítico 25.46; Josué 14.9, etc.).

2. É um fato histórico Deus ter trazido esse "povo escolhido" (Êxodo 7.4-8; Deuteronômio 7.6; 14.2, etc.) à Terra Prometida; uma surpreendente história de milagres por si só.

3. Quando os judeus entraram na Terra Prometida, Deus os advertiu que, se eles praticassem a idolatria e imoralidade dos habitantes primitivos, os quais Ele havia destruído por praticarem o mal (Deuteronômio 9.4), Ele os lançaria também para longe (Deuteronômio 28.63; 1 Reis 9.7 e 2 Crônicas 7.20, etc.). Que isso aconteceu é, também, inegável pela história.

Até este ponto, a história nada tem de especial. Outros povos acreditaram que uma certa área geográfica era a sua "terra prometida" e depois de entrarem nela foram posteriormente expulsos pelos inimigos. Porém, as próximas seis profecias e o seu cumprimento são absolutamente únicos na história dos judeus. A ocorrência desses eventos, exatamente como foram profetizados, jamais pode ter acontecido por acaso.

Unknown disse...

4. Deus declarou que o seu povo seria espalhado "entre todos os povos, de uma até à outra extremidade da terra" (Deuteronômio 28.64; comp. 1 Reis 9.7; Neemias 1.8; Amós 9.9; Zacarias 7.14, etc.). E assim aconteceu. O "judeu errante" é encontrado em toda parte. A precisão com que essas profecias aconteceram exclusivamente aos judeus se tornou marcante, porque segue cumprimento após cumprimento até que a existência de Deus através do trato com o Seu povo escolhido se torne irrefutável.

5. Deus os admoestou que onde quer que vagassem, os judeus seriam "pasmo, provérbio e motejo entre todos os povos" (Deuteronômio 28.37; 2 Crônicas 7.20; Jeremias 29.18; 44.8, etc.). Incrivelmente isso tem se tornado realidade a respeito dos judeus através de toda a história, exatamente como a geração presente pode muito bem constatar. A maledicência, o desprezo, as piadas, o ódio violento chamado anti-semitismo, não apenas entre os muçulmanos, mas até mesmo entre os que se chamam cristãos, é um fato único e persistente na história peculiar do povo judeu. Mesmo hoje, apesar da freqüente memória do Holocausto de Hitler, que chocou e envergonhou o mundo inteiro como um desafio à lógica e à consciência, o anti-semitismo está vivo e recrudesce em todo o mundo.

História de Perseguição
Além do mais, os profetas declararam que esse povo espalhado não apenas seria difamado, denegrido e discriminado, mas:

6. Seria perseguido e assassinado como nenhum outro povo na face da terra, fato que a história atesta com eloqüente testemunho, pois foi exatamente o que aconteceu aos judeus, século após século, onde quer que fossem encontrados. O registro histórico de nenhum outro grupo étnico ou nacional de pessoas contém algo que ao menos se aproxime do pesadelo de terror, humilhação e destruição que os judeus têm suportado na história, pelas mãos dos povos entre os quais foram espalhados.

Vergonhosamente, muitos que afirmaram ser cristãos e, portanto, seguidores de Cristo, que era um judeu, estavam na primeira fila da perseguição e extermínio dos judeus. Havendo ganho completa cidadania no Império Romano pagão, em 212 d.C., sob o Édito de Caracalla, os judeus se tornaram cidadãos de segunda classe e objeto de incrível perseguição depois que o Imperador Constantino supostamente se tornou cristão. A partir daí, foram os que se chamavam cristãos que se tornaram mais cruéis com os judeus do que os pagãos jamais haviam sido.

Os papas católicos romanos foram os primeiros a fomentar o anti-semitismo ao máximo. Hitler, que permaneceu católico até o fim, afirmaria que estava apenas seguindo o exemplo dos católicos e dos luteranos em concluir o que a igreja havia começado. O anti-semitismo fazia parte do catolicismo, do qual Martim Lutero jamais se libertou. Ele advogava que se incendiassem as casas dos judeus, dando-lhes a alternativa de se converterem ou ficarem sem a língua.[1] Quando os judeus de Roma foram libertados de seus guetos pelo exército italiano em 1870, sua liberdade finalmente pôs fim a cerca de 1.500 anos de inimaginável humilhação e degradação nas mãos dos que afirmavam ser os vigários de Cristo. Papa nenhum odiou os judeus mais do que Paulo IV (1555-1559), cuja crueldade foi além da imaginação humana. O historiador católico Peter de Rosa confessa que uma inteira "sucessão de papas reforçou os antigos preconceitos contra os judeus, tratando-os como leprosos, indignos da proteção da lei. Pio VII (1800-1823) foi sucedido por Leão XII, Pio VIII, Gregório XVI e Pio IX (1846-1878) – todos eles discípulos de Paulo IV.[2] O historiador Will Durant nos lembra de que Hitler teve bons precedentes para a suas sanções contra os judeus:

Unknown disse...

O Concílio (católico romano) de Viena (1311) proibiu qualquer transação entre cristãos e judeus. O Concílio de Zamora (1313) estabeleceu que se proibissem aos cristãos de se associarem aos judeus... E levou as autoridades seculares (como a igreja havia há muito estabelecido em Roma e nos estados papais) a confinar os judeus em quarteirões separados (guetos) e compeli-los a usar um distintivo (antes havia sido um chapéu amarelo) e assegurar sua freqüência aos sermões para que se convertessem.[3]

Preservação e Renascimento
Deus declarou que apesar de tais perseguições e massacres periódicos,

7. Ele não permitiria que o Seu povo fosse destruído, mas o preservaria como um grupo étnico e nacional identificável (Jeremias 30.11; 31.35-37, etc.). Os judeus teriam toda razão de se misturarem através de casamentos [com os gentios], de mudarem seus nomes e de esconderem sua identidade de qualquer maneira possível, a fim de escaparem à perseguição. Por que preservaram sua linha sangüínea, se não possuíam uma terra própria, se a maioria não cria literalmente na Bíblia, e se a identificação racial só lhes trazia as mais cruéis desvantagens?

Deixar de se misturar em casamentos não fazia sentido. A absorção por aqueles entre os quais viviam pareceria inevitável, de modo que poucos sinais dos judeus como povo distinto deveriam permanecer até hoje. Afinal, esses desprezíveis exilados foram espalhados por todos os cantos da terra por 2.500 anos, desde a destruição de Jerusalém por Nabucodonosor em 586 a.C. Poderia a "tradição" ser tão forte sem uma fé real em Deus?

Contra todas as previsões, os judeus permaneceram um povo distinto, depois de todos esses séculos. Este fato é um fenômeno sem paralelo na história e absolutamente peculiar aos judeus. Para a maioria dos judeus que viviam na Europa, a lei da igreja tornava impossível o casamento misto sem a conversão ao catolicismo romano. Aqui mais uma vez a igreja católica desempenhou um papel infame. Durante séculos era pecado mortal, sob a jurisdição dos papas, o casamento entre judeus e cristãos, evitando-se os casamentos mistos mesmo entre os que o desejassem.

A Bíblia diz que quando Deus determinou guardar o Seu povo escolhido separado para si próprio (Êxodo 33.16; Levítico 20.26, etc.), Ele o fez porque

Unknown disse...

Os traria de volta à sua terra nos últimos dias (Jeremias 30.10; 31.8-12; Ezequiel 36.24,35-38, etc.), antes da segunda vinda do Messias. Essa profecia e promessa há tanto esperada foi cumprida com o renascimento de Israel em sua Terra Prometida. Isso aconteceu em 1948, quase 1.900 anos após a Diáspora final, na destruição de Jerusalém, no ano 70 d.C., pelos exércitos romanos liderados por Tito. Essa restauração de uma nação, depois de 25 séculos, é absolutamente espantosa, um fenômeno sem paralelo na história de qualquer outro povo e inexplicável por meios naturais e muito menos pelo acaso. Mais notável é que

9. Deus declarou que nos últimos dias, antes da segunda vinda do Messias, Jerusalém se tornaria "um cálice de tontear... uma pedra pesada para todos os povos" (Zacarias 12.2-3).Quando Zacarias fez esta profecia, há 2.500 anos, Jerusalém permanecia em ruínas e cheia de animais selvagens. A profecia de Zacarias parecia uma grande loucura, mesmo após o renascimento de Israel em 1948. Pois hoje, exatamente como foi profetizado, um mundo de quase 6 bilhões de pessoas tem os seus olhos voltados para Jerusalém, temendo que a próxima Guerra Mundial, se explodir, seja travada sobre essa pequenina cidade. Que incrível cumprimento da profecia!

Nenhuma Explicação Normal
Israel ocupa 1/6 de 1% da área de terra que os árabes possuem. Os árabes têm o petróleo, a riqueza e a influência mundial que tais recursos aparentemente inesgotáveis proporcionam. Não apenas o pedacinho de terra de Israel é dificilmente perceptível no mapa-múndi, como também lhe faltam todas as coisas essenciais para que se torne o centro das preocupações de todo o mundo. Entretanto, desafiando o bom-senso, Israel é o foco da atenção mundial, exatamente como foi profetizado.

Anônimo disse...

Quantas vezes o Espirito Santo vai ter que tomar seus apóstolos e profetas pra nos dizer que o Velho Testamento é uma alegoria para o Novo Testamento. Alegoria quer dizer sombra do verdadeiro, uma ilustração.
Assim sendo, a velha aliança era figura da nova, um aio que nos conduziu a Cristo, em quem TUDO encerrou-se, pois Ele é o TUDO de Deus.
A igreja não é uma substituição do Israel de Deus (os crentes como Abraão), mas uma continuidade dele, com melhores promessas do que foram feitas aos antepassados, pois aquelas referiam-se a um lugar terreno, mas estas promessas se referem a um REINO ETERNO, não deste mundo.
Agora, cada um tem direito de escolher a qual aliança quer pertencer: continuar escravo (do pecado), como os judeus étnicos, ou se libertar do pecado como os crentes genuínos.
Paulo explica isso em Gálatas:
"O que se entende por alegoria: pois essas mulheres são DUAS ALIANÇAS; uma do monte Sinai, que dá à luz filhos para a servidão, e que é Agar. Ora, esta Agar é o monte Sinai na Arábia e corresponde à Jerusalém atual, pois é escrava com seus filhos. Mas a Jerusalém que é de cima é livre; a qual é nossa mãe (dos crentes, segundo a fé de Abraão)" (Gl 4:24-26).

Ass. Rodrigues

Unknown disse...

Embora nós dois sejamos gentios de nascimento e seguidores de Jesus Cristo, há muito tempo temos amado o povo judeu e a nação de Israel. É assim que deveria acontecer com todos os crentes. As Escrituras e a história apresentam pelo menos três importantes motivos para os cristãos cuidarem do povo judeu e de sua terra.

Primeiro, o fundador da nossa fé, Jesus Cristo, era judeu. Foi miraculosamente concebido no útero da judia virgem Maria. Foi criado como filho de um pai judeu chamado José, na cidade judaica de Nazaré. Embora tenha sido traído por Seu próprio povo e entregue às autoridades romanas, Sua morte na cruz levou à Sua ressurreição ao terceiro dia em Jerusalém, a capital de Israel. A Igreja logo teve início nessa mesma capital judaica no Dia de Pentecostes (Atos 2), crescendo rapidamente entre os judeus antes de se expandir em meio aos gentios em todo o mundo.

Segundo, os autores humanos da Bíblia eram quase que exclusivamente do povo judeu. Desde Moisés, autor de Gênesis, até o apóstolo João, autor de Apocalipse, os livros da Bíblia são o resultado de escritores judeus que foram guiados pelo Espírito Santo para produzir as palavras que dirigem nossa fé cristã hoje. Com a possível exceção de Lucas, autor do Evangelho de Lucas e de Atos dos Apóstolos, todos os livros da Bíblia foram escritos por autores judeus. Na verdade, muitos estudiosos creem que Lucas era judeu. Ele foi levado à fé em Cristo pelo apóstolo judeu Paulo.

Terceiro, o povo judeu fundou a Igreja em Jerusalém. Sem a liderança dos apóstolos judeus de Jesus e dos corajosos primeiros seguidores de Cristo, a Igreja que amamos hoje não seria o que é. Esses primeiros judeus cristãos arriscaram suas vidas pelo Evangelho e muitos foram martirizados por causa de sua fé em Cristo.

Unknown disse...

A história dos Estados Unidos da América também tem sido grandemente influenciada por seu relacionamento com a nação de Israel e com o povo judeu. Muitos dos maiores líderes da América reconheceram a aliança de Deus com Abraão em Gênesis 12.3: “abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra”. Quando Israel se tornou novamente uma nação, em 1948, os Estados Unidos tiveram um papel importante no apoio ao seu reconhecimento na comunidade internacional. Os esforços dos Estados Unidos da América na Segunda Guerra Mundial também afirmaram seu apoio ao povo judeu, salvando muitas vidas de judeus dos campos de concentração e da ira do nazista alemão Adolf Hitler.

Hoje, os EUA enfrentam uma crise nova e crescente relativamente a seu relacionamento histórico com Israel. A nação judaica está rodeada por vizinhos hostis, que tanto se negam a reconhecer sua existência quanto se propõem a apagar Israel do mapa. Além disso, muitos desses vizinhos estão fomentando uma aliança de nações que se colocam em oposição a Israel e sua soberania. Dentre essas tensões que estão surgindo, as nações ocidentais falam cada vez mais de paz, mas mostram pouca ação de apoio a Israel. Essas “inações” deixam o povo judeu em uma posição vulnerável, que mostra finalmente a proteção de um Deus amoroso que cuida das fronteiras da nação.A pequenina nação de Israel e seus hostis vizinhos muçulmanos. As nações árabes totalizam mais de 5.000.000 de milhas quadradas de território, enquanto que Israel conta com somente 9.000 milhas quadradas. (Fonte: Randall Price, Fast Facts on the Middle East Conflicts [“Breves Fatos Sobre os Conflitos no Oriente Médio” em tradução livre] (Eugene, OR: Harvest House, 2003), p. 82. Usado mediante permissão.

Unknown disse...

srael é o super sinal de Deus para os tempos do fim. Infelizmente, um número crescente de cristãos não interpreta a Bíblia literalmente no que se refere a Israel. Em vez disso, líderes e movimentos cristãos advogam popularmente os errôneos ensinamentos daquilo que é conhecido como Teologia da Substituição. Os proponentes dessa visão creem que a Igreja substituiu Israel no plano de Deus para o futuro. Em vez de olharem para a frente, para as bênçãos futuras de Deus sobre Israel, aqueles que adotam a Teologia da Substituição querem reivindicar as bênçãos de Deus sobre a Igreja. Todavia, aqueles que sustentam essa visão entendem mal os três grupos de pessoas ordenados por Deus os quais a Bíblia menciona no contexto dos tempos do fim. Paulo menciona esses grupos em 1Coríntios 10.32: “Não vos torneis causa de tropeço nem para judeus, nem para gentios, nem tampouco para a igreja de Deus”.

Estes três grupos incluem claramente os gentios, os judeus e os cristãos. E o que dizer sobre os judeus que aceitaram Cristo pela fé? Esses indivíduos são judeus por nascimento e cristãos pela fé. Nosso amigo e colega Dr. Thomas Ice fez a seguinte observação em Charting the End Times [Gráficos Sobre os Tempos do Fim]:

O estudo da profecia bíblica divide-se em três grandes áreas: as nações (gentios), Israel, e a Igreja. Das três áreas, são apresentados mais detalhes relativos aos planos futuros de Deus para Sua nação, Israel, do que para as nações ou para a Igreja. Quando a Igreja entende essas profecias pertencentes a Israel literalmente, como nós fazemos, então vemos que uma grande agenda profética está por vir referente a Israel como povo e nação. Quando a Igreja espiritualiza essas promessas, como tem feito com muita frequência na história, então a singularidade profética de Israel é irrealisticamente incorporada pela e combinada com a Igreja. Mas, se considerarmos as Escrituras criteriosamente, poderemos ver que Deus tem um futuro maravilhoso e abençoado planejado para os judeus individualmente e para o Israel nacional. É por isso que cremos que Israel é o “super sinal” de Deus para os tempos do fim.

Unknown disse...

As promessas de Deus a Abraão e a Israel são incondicionais e garantidas através de várias alianças subsequentes. Um padrão definido para a história futura de Israel foi profetizado em Deuteronômio antes que os judeus colocassem o pé na Terra Prometida (Deuteronômio 4.28-32). O padrão predito para o programa de Deus para Israel foi: Eles entrariam na terra sob a liderança de Josué, e finalmente se voltariam contra o Senhor e seriam expulsos da terra e espalhados por entre as nações gentílicas. De lá, o Senhor reagrupará o povo judeu durante os últimos dias e eles passarão pela Tribulação. Próximo do final da Tribulação, eles reconhecerão o Messias e serão regenerados. Cristo então retornará à Terra e resgatará Israel das nações que estarão reunidas no Armagedom para exterminar os judeus. Um segundo reajuntamento da nação então ocorrerá em preparação para o reinado milenar com Cristo, em cujo tempo todas as promessas a Israel que não tiverem sido cumpridas se realizarão. Este padrão é apresentado pelos profetas e reforçado no Novo Testamento.

Assim como está fazendo com a Igreja e as nações, Deus está movendo Seu povo escolhido – Israel – ao lugar determinado para o cumprimento futuro de Suas profecias relacionadas com a nação. Ele já trouxe o povo judeu de volta à sua terra da antiguidade (1948) e já lhes deu Jerusalém (1967). Entretanto, a atual situação de Israel é de constante caos e crise, especialmente na cidade velha de Jerusalém. Finalmente, Israel assinará uma aliança com o Anticristo e isso dará início à Tribulação de sete anos.

O reajuntamento de Israel e o caos são sinais específicos de que o programa de Deus para os tempos do fim está à beira de ser lançado a toda velocidade. Adicionalmente, o fato de que todas as três correntes da profecia (as nações, Israel, e a Igreja) estão convergindo pela primeira vez na história constitui um sinal em si mesmo. É por isso que muitos estudantes de profecia creem que estamos próximos dos últimos dias. Se você quiser saber o rumo que a história está tomando, simplesmente mantenha seus olhos naquilo que Deus está fazendo a Israel. [1

Unknown disse...

O Evangelho de Jesus Cristo é para todos os grupos étnicos: asiáticos, africanos, europeus, judeus, árabes – nenhum está excluído. Deus não é antiárabe e tampouco nós o somos. Ele ama o povo árabe como ama todos os povos. Duas vezes Ele poderia ter resolvido o chamado conflito árabe-israelense 4.000 anos atrás se deixasse Ismael, o pai dos árabes, morrer no deserto (Gn 16.7-11; 21.17-18). Em vez disso, o próprio Senhor interveio para poupar a vida de Ismael e promete fazer dele uma grande nação, o que, de fato, Ele fez.

O verdadeiro conflito no Oriente Médio é mais religioso do que étnico. Islamismo é uma religião, enquanto que árabe é uma etnia. Nem todos os árabes são muçulmanos. Há muitos árabes que são cristãos, que são política e socialmente mantidos atrás da “Cortina Islâmica”. Eles precisam de nossas constantes orações, ajuda e apoio. Da mesma forma, há muitos muçulmanos que não são árabes. Por exemplo, há turcos, curdos, afegãos, iranianos e indonésios que não são da etnia árabe. Portanto, a verdadeira ameaça a Israel e ao ocidente é o fanatismo religioso.

A mão de bênçãos de Deus tem estado sobre o povo judeu por toda a história – desde o início com Abraão e Sara, durante a fuga da escravidão no Egito sob a liderança de Moisés, e durante inúmeros acontecimentos encontrados tanto na Bíblia quanto por toda a história. Durante séculos, o povo judeu tem estado espalhado por todo o mundo, mas, em décadas recentes, Deus o está reunindo na moderna nação de Israel. Quanto ao futuro, a Bíblia fala de ambos os tempos de julgamento e de bênçãos sobre Israel, culminando em novos céus e nova terra, que incluirão a cidade celestial chamada Nova Jerusalém.

Uma das fontes chave do ódio contra Israel nestes dias são as facções islâmicas extremistas, que estão determinadas a reconquistar qualquer terra que algum dia já tenha pertencido às forças islâmicas. Isto inclui a moderna nação de Israel. Nem todos os muçulmanos são extremistas, mas infelizmente aqueles que são extremistas são inúmeros e são firmemente comprometidos com a destruição e eliminação de Israel. Esses terroristas radicais creem nas mentiras de Satanás que blasfema contra a natureza de Deus e Seus mandamentos para vivermos vidas santas, de acordo com a Bíblia, e oferecem uma eternidade profana e imoral para aqueles que derem sua vida à promoção do avanço da dominação muçulmana por sobre todo o mundo

marcelo victor disse...

As profecias feitas por Zacarias estavam relacionadas à reconstrução do Templo de Jerusalém, e se cumpriram quando o Templo foi reconstruído.
No decorrer do seu livro, Zacarias refere-se também ao Messias, dando-nos uma descrição exata dos acontecimentos futuros (a ele Zacarias) e de como o Messias estabeleceria o Seu maravilhoso reino (Mt 28:18, Ap 1:18, 1 Co 15:25), um reino que não teria aparência exterior (Lc 17:20-21) e que seria de alcance mundial (Mt 28:19).
Tal reino também é referido como uma cidade gloriosa, cujo muro é o próprio Deus (Gl 4:26 e Is 26:1).
Não se tratava de uma cidade fortificada para a guerra (como ocorre com a Jerusalém terrena), mas cheia de paz (Jo 5:24); não a paz do mundo, mas a paz de Deus, de sorte que seus habitantes não temeriam mais a morte, pois já haviam passado da morte para a vida (Jo 14:27 e Hb 2:15).
Mostra o livro de Zacarias que o Messias, em toda sua glória e poder, assentar-se-ia no trono de Davi, não na terra, mas no céu (Hb 1:3 e At 2:33-36) e triunfaria paulatinamente sobre os seus inimigos, pondo-os debaixo de seus pés (1 Co 15:25).
Segundo a Bíblia, Cristo já julga entre as nações e repreende muitos povos pela vara da Sua boca, cuja boca é a pregação e testemunho da igreja, formada por pessoas que outrora eram violentas e até desumanas, mas que tiveram suas naturezas trocadas pela presença do Espirito Santo (Isaías 2:4).
Os crentes vivem uma vida de alegria, bebendo direto da fonte divina (o Espirito Santo que neles habita), dando graças a Deus e recebendo obras gloriosas das suas mãos, o qual é grande no meio do Seu povo em sinais e prodígios (Isaías 12:3-6).
A santidade foi gravada no coração dos resgatados do Cordeiro, os quais oferecem sacrifícios espirituais agradáveis a Deus, levantando mãos santas e vendo o cumprimento das suas orações, às quais recorrem os povos que não conhecem a Deus (Zacarias 14:20-21)
A marca registrada desse povo santo (separado) é o amor, como numa linguagem universal, pelo qual todos conhecem que determinada pessoa é um servo de Deus (Sofonias 3:9).
Ao longo dos seculos, a igreja sempre representou um grande empecilho para os governantes do mundo e será ainda mais odiada quando o Senhor enviar ao mundo a operação do erro (2 Ts 2:11), a qual fará com que os rebeldes creiam ainda mais na MENTIRA e, consequentemente, sejam julgados pelas suas maldades (que se intensificarão nos últimos dias).
Nesse momento, o Israel de Deus se fará uma pedra ainda mais pesada para os povos (Zc 12:2-3), aquela pedra que foi cortada sem auxilio de mãos humanas e atingiu a estatua de Nabucodonosor nos pés (Dn 2:34).
Diz Daniel que, nos últimos dias, o Deus dos céus estabeleceria um novo reino que não poderia ser abalado e nunca seria destruído, não justificando uma nova rebeldia das nações, num suposto reino milenar terreno, e, muito menos, o auxilio que viria dos céus à Jesus Cristo, como se o Rei dos reis precisasse de ajuda.

Anônimo disse...

Amar o povo judeu não tem nada a ver com tudo o que eu tenho dito até agora, neste forum de debates; aliás, minhas falas são citações da Palavra de Deus e não vieram da minha mente.
O amor dos cristãos deve ser universal, imparcial e sem esperar nada em troca, exatamente como o amor de Deus: "Deus amou o MUNDO de tal forma que deu Seu filho para que TODO AQUELE que n'Ele crer não pereça, mas tenha a voda eterna" (Jo 3:16). Isso engloba judeus, árabes, livres, servos, etc.
Muitos dizem que Deus tem um amor maior pelos judeus, pois Jesus Cristo veio dos judeus. Mas, antes de ser um judeu, Jesus era um ser humano.
Deus te abençoe!!!

Ass. Rodrigues

Unknown disse...

Virtualmente todos os estudantes da Bíblia reconheceriam que o Livro de Atos é uma transição de Israel para a Igreja como instrumento de Deus através do qual Ele propaga Sua mensagem. Há três passagens principais que devem ser entendidas a fim de que se consiga captar do que trata essa transição. Essas três passagens são: Atos 1.3-10, Atos 3.11-26 e Atos 15.6-21.

Deixe-me também dizer logo de início que o Novo Testamento ensina que a Igreja é um mistério (Rm 16.25-27; Ef 3.3-9; Cl 1.26-27), sendo sempre parte do plano de Deus para a história, mas escondida do homem até que o apóstolo Paulo a revelou em alguns de seus escritos. Assim, a Era da Igreja é uma fase temporária na história, na qual o Evangelho é pregado “até que haja entrado a plenitude (isto é, literalmente: ‘o número completo’) dos gentios” (Rm 11.25). Quando o propósito do Senhor Jesus para a Igreja chegar ao fim, Ele arrebatará Sua Noiva para o céu para que Deus termine Suas ações incompletas com Israel durante a 70ª semana de Daniel, também conhecida como a Tribulação de sete anos.

Atos 1.3-10
A primeira passagem sobre a transição é encontrada no capítulo um de Atos, antes que a Igreja tivesse tido início, no capítulo seguinte. Lucas nos diz que Jesus apareceu repetidas vezes a Seus discípulos depois de Sua ressurreição, durante um período de quarenta dias, “falando sobre as coisas concernentes ao reino de Deus” (At 1.3). Por que Jesus ensinou a eles sobre as coisas relativas ao reino quando havia tantas outros assuntos que Ele poderia ter ensinado? Parece-me que foi porque esses homens eram todos judeus e a grande esperança do povo judeu é que o Messias venha e reine com eles em um futuro reino terreno; eles devem ter pensado que a vitória do Messias sobre a morte significava que o reino estava próximo. Exatamente essa mentalidade se reflete na pergunta que fizeram a Jesus repetidamente[1] no dia de Sua ascensão: “Senhor, será este o tempo em que restaures o reino a Israel?” (At 1.6). Está claro que eles esperavam que o reino judeu, que nós conhecemos como o Milênio, chegasse naquele momento da história. Contudo, Deus tinha outros planos. A resposta de Jesus relativamente a essa pergunta foi: “Não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou para sua exclusiva autoridade; mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra” (At 1-7-8).

Unknown disse...

Observe que Jesus não repreendeu a visão de reino que eles tinham, como expressaram no versículo 6: “o reino a Israel”. Cristo não disse que eles tinham a visão errada sobre o reino, uma vez que Ele estava mudando de um reino literal, com Israel no centro, para uma visão espiritual do reino. Em vez disso, a resposta de Cristo foi sobre o tempo do estabelecimento do reino de Israel e Ele voltou seu enfoque para o próximo estabelecimento da Era da Igreja, apresentando a quinta repetição da Grande Comissão.[2]

Deve-se observar que, quando a nação de Israel rejeitou oficialmente a Jesus como seu Messias em Sua primeira vinda, em Mateus 12, Jesus continuou com os mistérios relativos ao programa do reino em Mateus 13. A essência dos ensinamentos dEle em Mateus 13 é que o reino um dia chegará, mas por enquanto está sendo adiado. A resposta de Cristo em Atos 1.8 confirma esse ensinamento. Segue-se que o reino de Israel do Antigo Testamento foi adiado na história, mas, durante esse ínterim, a Igreja é chamada a evangelizar o mundo.

Atos 3.11-26
A questão do adiamento do reino é mais tarde esclarecida à medida que o Livro de Atos se move para o capítulo 3. Esse evento parece ter ocorrido apenas semanas depois da fundação da Igreja em Atos 2. Como resultado das circunstâncias observadas na passagem, Pedro está pregando um sermão na área do monte do Templo para os judeus e diz a eles que precisam se arrepender e crer no Evangelho. Pedro acrescenta as seguintes declarações:

Unknown disse...

Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados, a fim de que, da presença do Senhor, venham tempos de refrigério, e que envie ele o Cristo, que já vos foi designado, Jesus, ao qual é necessário que o céu receba até os tempos da restauração de todas as coisas, de que Deus falou por boca de seus santos profetas desde a antiguidade” (At 3.19-21).

Mais adiante, Atos 3 estabelece no Novo Testamento que há um futuro reino para Israel, mas essa passagem também esclarece a condição para a vinda do reino judaico. A exigência para o estabelecimento do reino de Israel é que a nação deve reverter sua rejeição a Jesus como seu Messias nacional e individual (isto é, deve arrepender-se), o que levará ao perdão de seus pecados. Até que aconteça esse arrependimento, Pedro diz que Jesus, o Messias designado para a nação de Israel, deve permanecer no céu. Entretanto, quando essa condição for satisfeita, o Messias voltará e estabelecerá “os tempos da restauração de todas as coisas” e “os tempos de refrigério”, que são referências ao reino milenar. Pedro diz que “os tempos de refrigério” e “os tempos da restauração de todas as coisas” também são mencionados em todo o Antigo Testamento pelos profetas. O substantivo “restauração” vem da mesma raiz grega que é usada em Atos 1 como verbo, quando os discípulos ficam perguntando a Jesus se aquele seria o tempo em que Ele “restauraria” o reino a Israel. Isso nos fornece uma ligação clara do capítulo 3 com o reino citado no capítulo 1. Essa passagem confirma, e também desenvolve, o progresso da revelação de Deus relativamente às promessas de reino de Israel no Antigo Testamento, que não estão sendo descartadas pelo estabelecimento da Igreja. Atos 3, mais adiante, estabelece um reino futuro, mas adiado, para o Israel nacional, quando os judeus colocarem sua fé no Messias (Zc 12.10; Rm 11.25-27). O período da Tribulação, que é a 70ª semana de Daniel, será um tempo futuro quando Israel “se arrependerá” e “se voltará” para o Senhor, resultando na remoção de seus pecados pessoais e na redenção nacional.

Unknown disse...

Atos 15.6-21
O Concílio de Jerusalém está registrado em Atos 15 e fornece o contexto no qual acontece nossa última passagem sobre a transição. A questão envolvida é se os gentios tinham que ser circuncidados e convertidos ao judaísmo a fim de crerem no Evangelho, ou se poderiam simplesmente crer no Evangelho como gentios, sem qualquer relação com o judaísmo. Tal questão vai direto ao âmago do propósito de Deus para a Era da Igreja, que começou em Atos 2, e sua relação com Israel. Tiago, meio-irmão de Jesus e chefe da Igreja em Jerusalém, que foi o centro do cristianismo judaico inicial, apoiou a visão de Pedro, Barnabé e Paulo, que ensinavam: “Cremos que fomos [os judeus] salvos pela graça do Senhor Jesus, como também aqueles [os gentios] o foram” (At 15.11).

Tiago declara o seguinte:

“Expôs Simão [Pedro] como Deus, primeiramente, visitou os gentios, a fim de constituir dentre eles um povo para o seu nome. Conferem com isto as palavras dos profetas, como está escrito: Cumpridas estas coisas, voltarei e edificarei o tabernáculo caído de Davi; e, levantando-o de suas ruínas, restaurá-lo-ei” (At 15.14-16).iago constrói seus comentários em torno de uma citação de Amós 9.11, que fala dos últimos e permanentes dias de restauração do povo judeu à terra de Israel: “e, dessa terra que lhes dei, já não serão arrancados” (Am 9.15). Quando olhamos para Amós 9.11-12, vemos que Tiago retira a frase “Naquele dia”, que inicia o versículo 11, e acrescenta “Cumpridas estas coisas, voltarei”, em Atos 15.16a. “Naquele dia”, em Amós 9.11, dá orientação sobre o cumprimento dessa palavra quando o Senhor reconstruir o tabernáculo caído de Davi, que está dentro do contexto milenar (compare com Amós 9.13-15). O prólogo de Tiago, “Cumpridas estas coisas, voltarei”, dá orientação sobre a citação do Antigo Testamento com respeito à atual Era da Igreja. Claramente, “Cumpridas estas coisas”, refere-se ao período em que Tiago e seus companheiros crentes estavam vivendo, que é a Era da Igreja. Tiago estava falando ao Concílio, basicamente composto por judeus, que, depois que a presente Era da Igreja tiver sido completada, o Senhor “retornará” e cumprirá as promessas a Israel. Isso proporciona um roteiro bem claro para o história – a atual Era da Igreja, seguida pelo cumprimento das promessas davídicas a Israel no reino milenar.

Conclusão
Em todas as três passagens da transição em Atos, a palavra “restaurar” é usada de alguma forma. Essa palavra é chave para a compreensão de que Deus não terminou Seu tratamento com Israel e um dia irá “restaurar” o reino a Israel. Tiago nos diz que o propósito da atual Era da Igreja é constituir de entre os gentios um povo para o Seu nome, que é a Igreja, a Noiva de Cristo. Quando o número completo de gentios for completado (Rm 11.25), Deus voltará e tratará com a nação de Israel, levando-a à conversão e à chegada do reino milenar. O Novo Testamento não ensina que a Igreja substituiu Israel, mas, em vez disso, reconfirma os ensinamentos do Antigo Testamento de que Israel entrará em seu reino uma vez que creia e clame pelo nome de Jesus como seu Messias durante o tempo da angústia de Jacó (Rm 10.13-15). Tal reunião de judeus levará a um ainda maior número de conversões dos gentios (Rm 11.12), à medida que Jesus retornar para literalmente reinar e governar a partir de Jerusalém, através da nação de Israel, e com Sua Noiva a Seu lado

marcelo victor disse...

A "restauraçao", de que fala o Senhor (Am 9:11), se trata do relacionamento de Deus com o HOMEM, rompido no Eden pela desobediencia. Refere-se, portanto, a algo muito mais profundo e grandioso do que a visao mesquinha de particularidade etnica (de um relacionamento particular com esta ou aquela naçao).

Deus sempre quis ter um relacionamento pleno com a humanidade, a quem criou à Sua imagem e semelhança, porem, por causa da liberdade de escolha, obrigou-se a suportar a rebeldia humana, elaborando um plano para salvar os que cressem na Sua Palavra.

Para tanto, fez de Israel uma alegoria para o tempo presente, buscando os verdadeiros adoradores, dentre os quais estao Raabe, Rute, Naama e outros nao judeus.

Outrossim, nao existe salvaçao pelas obras, mas somente pela fé, de sorte que isso, por si só, já invalida a possibilidade de um reino milenar terreno, com a presença de Cristo (pois o que se vê nao se espera).

Deus nao tem qualquer divida com os judeus (a nao ser o amor), pois tudo foi cumprido na pessoa de Jesus Cristo. Cada vez que os judeus caminham de volta para os rituais do VT, eles se afastam mais e mais de Deus, nao reconhecendo a providencia divina e pisando no sangue de Cristo.

marcelo victor disse...

O pior do movimento judaizante é que ele conduz as pessoas a uma aliança que ja foi encerrada na pessoa de Jesus Cristo (Hb 8:13, Hb 10:9, 2Co 5:17). Por isso tenho debatido neste forum, mas sei que nao sao todos que compreendem isso, por apego às coisas paupaveis, aquilo que se vê, como foi o caso de Tomé, antes da conversao (Jo 20:25,27).
Nao os culpo pela incapacidade de se voltarem para as coisas espirituais, pois os proprios sacerdotes e escribas, mesmo vendo os sinais e prodigios que o Messias fazia, nao enxergaram (ou nao quiseram enxergar).
Uma coisa é certa, se tivessemos, em maos, somente o Novo Testamento, isso ja seria o suficiente para a nossa salvaçao. Assim sendo, sugiro que os leitores sigam as recomendaçoes de Paulo, quando disse que os crentes deveriam deixar as fabulas e genealogias interminaveis e se apegassem à fé em Jesus cristo (1Tm 1:4), usando das Escrituras Sagradas legitimamente, ou seja, considerando a lei sob o prisma espiritual (Rm 7:15): como um aio pra nos conduzir a Cristo (ou seja, como figura do verdadeiro pacto).

Anônimo disse...

Temo que essa fixaçao de voltar pro Oriente Medio a qualquer preço (custe o que custar) seja uma grande armadilha que os judeus estao armando contra si proprios.
Pra piorar um pouco mais a situaçao, os judaizantes acabam pondo lenha na fogueira, fazendo com que o mundo creia que todos os arabes sao verdadeiros demonios, uma vez que estao impedindo Israel de estabelecer o "reino de deus na terra" e de reconstruir o Templo de Jerusalem.

Essa historia me faz lembrar a posiçao da igreja catolica com relaçao aos negros africanos, os quais eram tidos como pecadores e inimigos de Cristo, provavelmente por questoes raciais (https://www.youtube.com/watch?v=Mp6_xHz3ous).

Nessa aventura judaica, milhoes de vidas ja se perderam e provavelmente muitas mais irao se perder, numa verdadeira guerra entre fanaticos religiosos.

Fico me perguntando: sera que o Duomo da Rocha nao é uma providencia divina e um recado bem claro aos judeus de que Deus o ultimo sacrificio a ser realizado, para o perdao dos pecados, foi o do Cordeiro perfeito e imaculado, Jesus Cristo?

Ass. Rodrigues

marcelo victor disse...

Uma aula do Reverendo Augusto Nicodemus sobre o tema Israel:
https://www.youtube.com/watch?v=Mpfu5zHJiBY

Julio Severo disse...

Marcelo, o Augustus Nicodemus é adepto da heresia cessacionista, que diz que os dons sobrenaturais do Espírito Santo (como profecia, revelação, cura, etc.) cessaram depois da morte dos apóstolos. A linha teologia dele e de seus companheiros calvinistas também costuma ser adepta da teologia da substituição, que diz que a Igreja substituiu Israel e que o povo judeu não tem mais nada com Deus.

marcelo victor disse...

Sempre é bom ouvirmos argumentos e contra-argumentos para uma correta analise dos textos biblicos.
Nao sou calvinista como ele e nem mesmo cessacionista, mas, a meu ver, há diversas posiçoes que ele defende, que sao plenamente compativeis com os textos biblicos.

Thiago disse...

Eu acredito que...

Voltarão (os judeus) a ser enxertados quando crerem que Jesus é O Cristo. Então se dará a ressurreição dos mortos.

Quanto às questões levantadas, são controvérsias que, penso eu, não se resolverão até a volta de Jesus Cristo Nazateno. Senhor, Rei, Santo Filho do Altíssimo.

Ps: oi Marcelo

Julio Severo disse...

Thiago, vc está confuso. Você andou bebendo de muitas fontes fora da Palavra de Deus e sua visão agora é essencialmente fora da Palavra de Deus.

“Lâmpada para os meus pés é a tua Palavra,” diz a Bíblia. As outras lâmpadas, filosóficas ou não, nos fazem tropeçar...

Unknown disse...

Quem é "o Israel de Deus?"

Mal Couch

O aumento do anti-semitismo: os primeiros sinais de alerta
Pode-se dizer que o outono está se aproximando quando as folhas começam a fazer barulho ao vento frio. Há um vento teológico gelado que está soprando na forma de uma atitude que nega o direito de Israel à Terra Santa, conforme estabelece a Aliança de Deus com Abraão.

Essa negação está, aos poucos, tornando-se bem visível entre os dispensacionalistas progressistas (DP). Embora rejeitem essa acusação, os fatos indicam que eles estão cada vez mais desinteressados em apoiar o direito dos atuais judeus de viverem em sua antiga terra. Por um lado, eles afirmam ter sempre sustentado o cumprimento profético da volta física de Cristo e da conversão e restauração do povo judeu a suas raízes territoriais. Na melhor das hipóteses, essa crença parece fraca. Por outro lado, a voz de apoio dos DPs está agora mudando de posição. Essa mudança vem na forma de críticas contra o povo israelense e sua atual defesa de sua própria existência.

Essas críticas procedem atualmente de alguns líderes evangélicos de grandes seminários, que costumavam ser firmemente dispensacionalistas, mas que estão perdendo seu amor e diminuindo seu apoio tácito ao povo judeu!

A outra fonte de negação não é nova. Os amilenistas sempre negaram ou ignoraram as reivindicações literais da Aliança Abraâmica a uma volta histórica literal do povo judeu à sua terra. Recentemente, porém, parece que essa voz está encontrando oportunidades de se fortalecer.

Unknown disse...

m exemplo é a publicação de O Israel de Deus, escrito por O. Palmer Robertson. O livro apresenta o amilenismo requentado com seus costumeiros argumentos fracos, mas com uma estratégia nova de censurar a atual geração de judeus por sua reivindicação à terra [de Israel]. Essa crítica é logo seguida por [uma espécie de] apoio à reivindicação do povo palestino à Terra Santa. Em sua análise, Robertson freqüentemente faz uso de artimanhas ilusórias! No mesmo parágrafo (1), ele parece confundir propositalmente sua discussão da Antiga Aliança (a Lei) e as promessas proféticas da Aliança Abraâmica, que dá a terra perpetuamente aos descendentes de Abraão (é da Aliança Abraâmica que vem a expressão “terra prometida”.) Além disso (2), ele parece não dar atenção ao fato de que foi um Deus soberano que fez promessas firmes e literais de restaurar Seu povo terreno à terra. Na maior parte, ele simplesmente argumenta contra a reivindicação dos judeus à terra a partir da atual crise política.

Abaixo está um exemplo claro de como Robertson mistura os pactos bíblicos do Antigo Testamento. Ele faz isso de propósito ou por ignorância. Robertson escreve que há aqueles

Unknown disse...

que hoje reivindicam um relacionamento de aliança com Deus com base naadministração da antiga aliança. Eles ainda consideram válida a aliança que Deus fez com Abraão na forma pela qual foi originariamente administrada. Teriam eles o direito legítimo sobre a terra da Bíblia? (p. 55, destaque meu).Eis como Robertson responde a sua própria pergunta:

Um grande problema dessa posição é que há outros povos nesse território que também o reivindicam, especialmente porque ele pertencia às suas famílias havia várias gerações (p.55, destaque meu).

Na primeira citação, Robertson parece confuso. A “administração da antiga aliança” seria uma referência à Aliança Mosaica – a Lei – não à Aliança Abraâmica. Os judeus receberam a promessa da terra através da Aliança Abraâmica, não da Mosaica, embora fossem inicialmente expulsos da terra por não obedecerem à Lei de Moisés, à qual ninguém jamais pôde obedecer! Na segunda citação, Robertson não parece estar ciente da história do Oriente Médio. Nunca houve uma nação “palestina” naquela terra. Durante séculos aquele território ficou sob o controle de governantes muçulmanos e, depois, dos turcos, que governaram a região com mão de ferro. Os povos árabes viveram ali em pequenas vilas, como invasores e nômades. Pelo fato dos turcos cobrarem impostos das pessoas com base no número de árvores em sua propriedade, os árabes as cortaram totalmente e deixaram a terra nua, tornando-a árida, com pântanos e terrenos secos e poeirentos.

Repito: Nunca houve uma nação “palestina” na Terra Santa.

Robertson prossegue:

Uma segunda atitude daqueles que declaram que a terra pertence eternamente aos judeus, em relação ao povo que já habitava o território, simplesmente defende que as pessoas já presentes devem ser deslocadas. A terra deve ser desocupada, a qualquer custo, para que os judeus possam tomar posse dela (p. 56, destaque meu).

Os pré-milenistas jamais propuseram que os árabes que vivem naquela terra sofressem atos de crueldade. Muito pelo contrário. Enquanto um grande número de árabes está tentando matar todos os judeus ou expulsá-los completamente, milhares de árabes vivem pacificamente, sem sofrer nenhum perigo, sob o governo israelense. Robertson vai além com seu amilenismo e mostra como está confuso com as questões. Ele escreve:

se a terra da Bíblia pertence aos participantes da nova aliança, como alguns afirmariam, deveria pertencer a todos os que são descendentes de Abraão pela fé, judeus ou gentios, israelitas ou palestinos (Gl 3.26-29) (p. 57).

Unknown disse...

Na Aliança Abraâmica (Gênesis 12.1-3), Deus prometeu a terra exclusivamente à descendência de Abraão. Ele prometeu que através de Abraão “serão benditas todas as famílias da terra” (v. 3). Essa “bênção” viria mediante a Nova Aliança. Os cristãos estão hoje recebendo os benefícios da salvação através de Cristo, que a ratificou por Seu sangue e Sua morte (Lucas 22.20). Algum dia, no futuro, os judeus reconhecerão e aceitarão Jesus como Messias e Salvador, quando Ele voltar triunfante. Eles O aceitarão baseados na Nova Aliança. Também naquele tempo eles herdarão as promessas relativas à terra e habitarão ali no reinado de mil anos do Senhor.

A dispensação atual da Igreja é, realmente, composta de judeus e gentios, que aceitaram Jesus como Salvador. Juntos, no tempo presente, os crentes judeus e gentios são abençoados pela Nova Aliança, que é uma extensão do aspecto da “bênção” da Aliança Abraâmica!

Com uma interpretação inteiramente errada das alianças, e das Escrituras em geral, Robertson declara ainda:

Reconhecer a validade da reivindicação à “promessa da terra” redentora (seja como for que essa promessa seja entendida) por um grupo de pessoas identificado de alguma forma que não seja pela fé em Jesus como o Cristo inevitavelmente implica um retorno ao plano de sombras (ou tipos) das provisões de redenção da antiga aliança. A aceitação desse tipo de reivindicação significaria uma regressão às antigas formas tipológicas da obra redentora de Deus (p. 57).

Continuando, ele escreve:

O reconhecimento de um povo distinto que é recebedor das bênçãos redentoras de Deus e, no entanto, tem uma existência à parte separada da igreja de Jesus Cristo cria problemas teológicos insuperáveis. Jesus Cristo tem somente um corpo e uma única noiva, um povo que ele chama como seu, que é o verdadeiro Israel de Deus.Esse povo é composto de judeus e gentios que acreditam que Jesus é o Messias prometido (p. 57, destaque meu).

Unknown disse...

Essas declarações mostram uma profunda ignorância das diferentes questões proféticas e escatológicas na Escritura. O problema de Robertson é que ele não conhece a Bíblia tão bem quanto afirma!As promessas relativas à terra para Israel vêm através das promessas proféticas da Aliança Abraâmica, e são eternas. Essas promessas não mudam, nem foram revogadas! A escritura da terra pertence ao povo judeu para sempre mediante Jacó. Embora seus olhos estejam cegos no tempo presente, algum dia os judeus serão redimidos, e realmente têm uma existência separada da Igreja. Esses eventos ocorrerão para Israel quando a Igreja tiver sido arrebatada!

Nesta atual dispensação, há apenas um corpo, e esse corpo é a Igreja! Entretanto, foram feitas promessas ao povo judeu, isto é, promessas nacionais. É claro que a redenção dos judeus inclui promessas relativas à terra e o reconhecimento do Senhor Jesus como seu rei terreno e Messias!

A Bíblia nos diz:

“...toda esta terra que vês, eu ta darei, a ti [a Abraão] e à tua descendência, para sempre” (Gênesis 13.15).

“Estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência no decurso das suas gerações, aliança perpétua, para ser o teu Deus e da tua descendência. Dar-te-ei e à tua descendência a terra das tuas peregrinações, toda a terra de Canaã, em possessão perpétua, e serei o seu Deus” (Gênesis 17.7-8).

“Se falharem estas leis físicas [da lua e das estrelas] diante de mim, diz o Senhor, deixará também a descendência de Israel de ser uma nação diante de mim para sempre” (Jeremias 31.36).

O resto do livro de Robertson continua a rejeitar o direito atual dos judeus de estarem naquela terra. Os dispensacionalistas nunca apoiaram Israel quando Israel esteve errado, e sabem que judeus se converterão antes e enquanto estiverem entrando na terra. O Espírito Santo os persuadirá: “Porei em vós o meu Espírito, e vivereis, e vos estabelecerei na vossa própria terra” (Ezequiel 37.14), e eles “olharão para aquele a quem traspassaram; pranteá-lo-ão como quem pranteia por um unigênito” (Zacarias 12.10).

Unknown disse...

Mas o apoio a Israel em nossos dias não deve ser abalado! A oração de Davi, de validade permanente, é: “Orai pela paz de Jerusalém! Sejam prósperos os que te amam” (Salmo 122.6). E mesmo hoje, enquanto os judeus se opõem ao Evangelho, Deus ainda os ama. Paulo escreve:“Quanto ao evangelho, são eles [os judeus] inimigos por vossa causa; quanto, porém, à eleição, amados por causa dos patriarcas [judeus]; porque os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis” (Romanos 11.28-29).Em outras palavras, o Senhor atualmente ama o povo judeu porque Ele lhe fez promessas irreversíveis de bênçãos. Portanto, temos um mandato de também cuidar dele atualmente, apesar do fato dos judeus não conhecerem Jesus como seu Salvador e Messias!

Poucos dias antes de escrever este artigo, ficamos chocados quando o presidente de um grande e famoso seminário voltou atrás em seu apoio ao Israel moderno. Embora reconhecesse que os judeus têm promessas futuras sobre aquela terra e que estas se cumprirão, ele argumentou que o povo judeu precisa tratar “os estrangeiros” [os palestinos] como se fossem israelitas. Ele citou Ezequiel 47.21-22: “Repartireis, pois, esta terra entre vós, segundo as tribos de Israel. Será, porém, que a sorteareis para vossa herança e para a dos estrangeiros que moram no meio de vós, que geraram filhos no meio de vós; e vos serão como naturais entre os filhos de Israel; convosco entrarão em herança, no meio das tribos de Israel” (Ezequiel 47.21-22).

Embora esse professor tenha comentado, com razão, que essa é uma passagem sobre o reino (Milênio), ainda assim ele a aplicou à atual situação de “guerra” na Terra Santa entre Israel e os maus palestinos que desejam destruir a nação judaica. Ele disse, supostamente citando Cristo: “‘Tratem os outros como vocês quiserem ser tratados’. Isso soa como o que disse Jesus, não é mesmo? De acordo com Ele, se tratarmos os outros como quisermos ser tratados, cumpriremos a lei e os profetas”.

A seguir, ele teve a ousadia de perguntar: “Vocês sabem o que está faltando em Israel? Apenas o cumprimento de um pequeno item no programa de Deus: trate os outros como você quiser ser tratado”.

O povo judeu vem reivindicando a terra que o Senhor lhe prometeu. Sim, ele retornou em estado de incredulidade, porém Deus, em Seu próprio tempo e pelo Seu Espírito Santo, corrigirá isso. Sabemos que os judeus ainda sofrerão na Tribulação, mas devemos nos lembrar de que, no tempo presente, o Senhor os chama “amados” por causa de Suas promessas no passado. Os cristãos evangélicos devem ter a mesma atitude neste tempo.

Esse professor da Bíblia que escreveu as palavras acima sugere que Israel está tratando os palestinos com crueldade. Quero testificar que, tendo feito vinte e três viagens a Israel, nunca os vi sendo tratados de modo cruel. Muitos palestinos vivem com os israelenses e são profundamente abençoados. Israel é a única democracia no Oriente Médio e a justiça faz parte de suas políticas, mesmo sob a horrível pressão dos que desejam matar os judeus.

Esse mesmo professor deixa de mostrar que os noticiários sobre o Oriente Médio e Israel parecem ter um só lado – contra o povo judeu. Quase todos os árabes desejam ver os judeus entregando parte da “terra prometida” ou sendo expulsos completamente pela violência. São a teologia e o ódio dos árabes que mantêm a ferida sangrando.

Unknown disse...

O Israel de Deus
Voltemos às declarações de Robertson. Ele comete o mesmo erro horrendo a respeito da afirmação de Paulo, “o Israel de Deus” (Gl 6.15-16). Nessa passagem, Paulo escreve: “Pois nem a circuncisão é coisa alguma, nem a incircuncisão, mas o ser nova criatura. E, a todos quantos andarem de conformidade com esta regra, paz e misericórdia sejam sobre eles e sobre o Israel de Deus”.

Embora nem todos os estudiosos concordem, alguns dos gramáticos mais respeitados crêem que Paulo está se referindo a israelitas salvos e não aplicando “o Israel de Deus” como uma nova designação para a Igreja, conforme dizem os amilenistas.

Dunn escreve:

A referência... seria ao povo judeu como um todo... em outras passagens Paulo jamais chama os “cristãos” de Israel. Mas, à luz de seu argumento inicial, a expressão deve significar o povo judeu precisamente em sua identidade na Aliança [Abraâmica], como “Israel” em vez de “os judeus”.[1]

Bruce acrescenta:

Mas a referência ao Israel de Deus não precisa ser uma mudança de idéia. [Paulo] teria se sentido à vontade com uma oração que pedisse a Deus “paz e misericórdia sobre nós e sobre todo o Israel, teu povo”. Sendo assim, as palavras “e sobre o Israel de Deus” teriam saído prontamente de seus lábios. Paulo tinha muita esperança na bênção final sobre Israel... o fato de que alguns israelitas estavam fazendo isso [aceitando Cristo] era, aos seus olhos, uma garantia de que esse remanescente aumentaria até que, com a reunião de todos os gentios [plenitude], “todo o Israel será salvo” (veja Romanos 11.25-26 – N.R.). Essa invocação de bênção sobre o Israel de Deus provavelmente tem uma perspectiva escatológica.[2]

O Israel de Deus é Israel! Não é a Igreja. Paulo nunca rotula a Igreja, na qual realmente há judeus e gentios crentes, como o “Israel de Deus”.

Conclusão
Os evangélicos devem apoiar os judeus que agora se reuniram na Terra Santa vindo de todos os lugares do mundo. Embora alguns demonstrem resistência para confessar que essa volta que está ocorrendo hoje é parte das profecias, não pode haver dúvida de que, no mínimo, é o começo do começo.

Anônimo disse...

Uma certa feita, Jesus passou por uma figueira, e, vendo que nela nao havia fruto algum, disse: "Nunca mais nasça fruto de ti!"; e a figueira secou imediatamente (Mt 21:19). Isso era uma alegoria ao Israel etnico, o qual o havia rejeitado.

Porem, mais adiante um pouco, Ele diz aos seus apostolos: "Eu sou a videira verdadeira..." (pois havia uma falsa), numa clara referencia à Israel de Deus, ou seja, à naçao formada por todos (de todas as eras) que creram na Palavra de Deus, so quais sao objetos do Seu amor.

Unknown disse...

A passagem de Jesus e a figueira so demonstra que a figueira que nao der seus figos sera cortada, o apostolo paulo adverte sobre isso: "E se alguns dos ramos foram quebrados; e tu, sendo zambujeiro foste enxertado em lugar deles e feito participante da raiz e da seiva da oliveira não te glories contra os ramos; e, se contra eles te gloriares, não és tu que sustentas a raiz mas a raiz a ti". Rm 11:17,18., saibas que a raiz e santa, e jesus disse que era a videira e seu PAI o agricultor, e JESUS e REi de Israel e rei de todos os salvos, porem ele nunca deixou de ser rei de israel, falso e tentar passar o carro na frente dos bois, a igreja nunca foi e nunca sera Israel, o Israel de DEUS e o judeus convertidos a qual o apostol menciona, Jesus chama a igreja de sua noiva, a noiva do cordeiro, nao tente tirar o que esta escrito, Israel nao foi rejeitado para sempre, apenas dada a aportunidade para todos nos e logo o tempo dos gentios se findara e DEUS voltara seus olhos para Israel, a sua naçao que ele formou e que chama de seu primogenito."Então dirás a Faraó: Assim diz o SENHOR: Israel é meu filho, meu primogênito." (Êxodo 4 : 22).
Romanos 11:24-"Serão enxertados na própria oliveira". Àqueles ramos naturais que compreenderem o plano Salvador de Cristo serão salvos. A Bíblia relata que isso irá acontecer nos últimos dias " todo o Israel será salvo"(Rm 11:26).

Unknown disse...

“Orai pela paz de Jerusalém; prosperarão aqueles que te amam”

Sl 122:6
A intercessão por Israel além de essencial para a nação como um todo é também veículo de bênção para a vida daqueles que por ela oram.

Sempre que falamos de intercessão estamos falando de uma “batalha” onde o intercessor se coloca entre o Eterno e aquele por quem intercede – neste caso a nação de Israel. Na língua hebraica a palavra “intercessão” significa também “interpor-se” e traz em seus contextos uma conotação dupla de milagres, pois quem intercede gera um milagre na vida daquela pessoa ou nação e esta milagre vem também sobre a vida do intercessor, sendo assim uma “via de mão dupla”.

Por isso a intercessão é fundamental e ela, além de fundamental traz consigo promessas para a vida daqueles que assim o fazem; então se não temos nenhum motivo para orar por Israel, intercedamos então pela nação para sermos abençoados!

Seguem abaixo motivos de intercessão por Israel:

Que haja paz verdadeira sobre Israel e prosperidade dentro de seus palácios (Sl 122).
Que seja derramado espírito de sabedoria e de coragem sobre o primeiro ministro de Israel, também sobre seu presidente, sobre todos os líderes do governo a nível federal e local e que todas as suas ações sejam dirigidas pelo Espírito Santo de D-us.
Pelo fortalecimento da agência Israelense de Imigração e demais instituições que trabalham no repatriamento e assentamento de judeus na nação de Israel (liberação de recursos financeiros, materiais e humanos para todos estes empreendimentos).
Que os judeus dispersos pelo mundo sejam tocados pelo Espírito Santo no sentido de desejarem e efetivarem a volta para a terra de Israel (que D-us levante “pescadores” na Igreja do Messias [Jr 16.14-16]), que haja recursos financeiros e condições em Israel para moradia, trabalho, escola e sustento dos imigrantes.
Pelo crescimento e fortalecimento dos ministérios pró-Israel levantados por D-us em todo o mundo (e que também com eles abundem os recursos financeiros, materiais e humanos).
Que a Igreja do Messias em todo o mundo seja movida por D-us quanto a auxiliar a nação de Israel financeira e materialmente (Rm 15.27).
Que a Igreja do Messias em todo o mundo se conscientize acerca de sua dívida de amor para com Israel e de seu chamado para abençoar Israel e para exercer misericórdia para com o povo judeu neste tempo, colaborando assim para que a redenção final dos descendentes de Abraão se efetive (Rm 9.31, 32, 25,26; Is 40. 1,2).
Para que D-us levante e capacite intercessores por Israel em todo o mundo.
Que a Igreja de Ieshua o Messias em todo o mundo reconheça que os seus pecados contra Israel e se arrependa em todas as suas palavras e/ ou ações preconceituosas e anti-semitas empreendidas através dos séculos.
Que a “nação Igreja” (I Pe 2.9) assuma a posição prática a favor da “nação Israel” (Ex 19.6), não importando as circunstâncias (Zc 4).
Pelo cumprimento de todas as palavras proféticas acerca de Israel para este tempo e de todo o propósito de D-us para com o povo e a nação de Israel.
Pela derrota de todo espírito terrorista e de violência que se levanta contra Israel.
Pelo enfraquecimento e queda da religião muçulmana e pela conversão a Ieshua de um número cada vez maior de árabes e muçulmanos (o Islamismo tem sido o maior instrumento do diabo hoje para se levantar contra Israel).
Que o Senhor abra todas as portas necessárias para levar a Igreja de Ieshua de todo o mundo a Israel, preparando-a antes para ver Israel com olhos proféticos e para abençoar a nação e por ela interceder e profetizar (Sl 122.3 e Zc 8.22).
Pela reconstrução do Templo de Jerusalém, no lugar Santo.
Pela aproximação e bom relacionamento das comunidades judaicas com a Igreja do Messias em todo o mundo (que caiam por terra todas as barreiras de Israel para com a Igreja, por causa das atrocidades que esta cometeu contra Israel, através da história, “em nome de Ieshua”).

marcelo victor disse...

Ainda bem que esperamos uma patria celestial e que a nossa esperança nao está nesta terra, nas coisas desta vida, nas riquezas deste mundo, em qualquer cidade terrena, ou promessas terrenas...deixemos os mortos enterrarem os seus mortos e se afundarem na lama da corrupçao, da mesma forma que fez Noé e sua familia, os quais entraram na arca e se salvaram (alegoria a Jesus Cristo).
Nao façamos como a mulher de Lò, cujo coraçao estava na gloria deste mundo, nos prazeres desta vida, nas propriedades que tinha, na cidade onde morava...e acabou esquecendo-se de que era peregrina e forasteira, pois aguardava a cidade cujo arquiteto é Deus.
Olhemos pro alto e entremos no repouso, pois os elementos, ardendo, se fundirao e nao ficara pedra sobre pedra!!!

luiz lobo filho disse...

Ótima observação. Se lembramos que os judeus consideram os Cristãos (os únicos que os defendem) hereges, não será difícil perceber o seu apoio ao esquerdismo e uma futura perseguição de judeus aos Cristãos dentro de Israel.

Anônimo disse...

O Velho Testamento nos revela, exaustivamente, a obstinaçao do coraçao do povo escolhido por Deus, para anunciar, ao mundo, as Suas virtudes.

Segundo a Biblia, eles fizeram exatamente o contrario disso, pois o nome de Deus foi blasfemado entre os povos pagaos por causa deles, com raras exceçoes, quando Deus levantou profetas no meio do povo. Todavia, os profetas foram apedrejados, mortos, serrados ao meio, etc.

Segundo uma parabola dita por Jesus, por derradeiro de todos o dono da vinha (Deus) enviou o seu proprio filho: "Então, disse o proprietário da vinha: ‘Que farei? Enviarei o meu filho amado; é possível que a este respeitem mais’. Contudo, assim que os vinicultores o viram, tramaram entre si argumentando: ‘Este é o herdeiro! Ora, vamos matá-lo, e assim, a herança caberá a nós’ (Lc 20: 12-14).

Jesus conclui entao essa parabola, relatando aquilo que sucederia aos vinicultores:
"E, agora? O que lhes fará o dono da vinha? Virá e destruirá aqueles vinicultores maus e dará a vinha a outros!”

Assim sendo, parace ficar claro que as unicas promessas que restaram para o povo escolhido, do VT, sao as setenças proferidas por Jesus Cristo, pois todas as promessas se cumpriram na pessoa do Filho.

Mas, como os dons e vocaçao de Deus sao sem arrependimento, restou um remanescente dos judeus que nao dobrou os joelhos diante de Baal, onde estao incluidos Paulo, Pedro, Joao e muitos outros, que serao salvos mediante a fé.


Unknown disse...

Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas. Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça. Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão" (Mt 24.32-35).

Além da oliveira, da videira e do espinheiro, a figueira é uma ilustração de Israel, do judaísmo. Essas quatro "árvores" são mencionadas em uma passagem de Juízes (9.8-15). Além delas, também a romã é uma representação do povo judeu. Certamente a passagem bíblica que exprime com maior precisão que a figueira é uma ilustração de Israel está em Oséias 9.10, onde Deus, o Senhor, diz: "Achei a Israel como uvas no deserto, vi a vossos pais como as primícias da figueira nova..." É o que também se vê claramente em Jeremias 24.3-7: "Então, me perguntou o Senhor: Que vês tu, Jeremias? Respondi: Figos; os figos muito bons e os muito ruins, que, de ruins que são, não se podem comer. A mim me veio a palavra do Senhor, dizendo: Assim diz o Senhor, o Deus de Israel: Do modo por que vejo estes bons figos, assim favorecerei os exilados de Judá, que eu enviei deste lugar para a terra dos caldeus. Porei sobre eles favoravelmente os olhos e os farei voltar para esta terra; edificá-los-ei e não os destruirei, plantá-los-ei e não os arrancarei. Dar-lhes-ei coração para que me conheçam que eu sou o Senhor; eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus; porque se voltarão para mim de todo o seu coração."

Além disso, a figueira contém um sentido profético muito profundo, o que se vê claramente nas palavras proféticas de Jesus quando fala da Sua vinda: "Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas" (Mt 24.32-33).

Unknown disse...

A seguir vamos analisar a figueira Israel à luz profética da Bíblia, perguntando-nos o que podemos aprender dela: "Aprendei, pois, a parábola da figueira..." Três simbolismos chamaram a minha atenção e quero compartilhá-los a seguir:

Primeira representação: a figueira como mestre que ensina o caminho certo, o caminho para a justiça verdadeira, legítima e permanente
Onde a figueira (Israel) aparece pela primeira vez na Bíblia?
Talvez alguns leitores dirão que encontramos em Gênesis 12 o chamamento de Abraão como primeiro hebreu, seguido pelo seu filho Isaque e pelo seu neto Jacó, cujo nome foi mudado por Deus para Israel em Gênesis 32.28: "Então disse: Já não te chamarás Jacó, e sim Israel, pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens e prevaleceste." É correto que o nome Israel aparece aqui pela primeira vez.

Mas eu creio que a figueira (Israel), na profundidade profética dos desígnios da salvação de Deus ("Aprendei, pois, a parábola da figueira..."), já aparece nas primeiras páginas da Bíblia, isto é, em Gênesis 3.7: "Abriram-se, então, os olhos de ambos; e, percebendo que estavam nus, coseram folhas de figueiras e fizeram cintas para si." Segundo o meu entendimento, encontramos aqui a primeira menção de Israel como figueira na Bíblia, ou seja, o Israel da lei, que apenas pode cobrir o pecado.

Além da árvore da vida e da árvore do conhecimento do bem e do mal (Gn 2.9), a figueira ("...coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si") é a única árvore do jardim do Éden mencionada pelo nome. Para mim, a menção da figueira já nas primeiras páginas da Bíblia (ao lado de inúmeras outras árvores paradisíacas criadas por Deus, cujos nomes não são citados) é uma gloriosa figura da eleição de Israel: "...o Senhor, teu Deus, te escolheu, para que lhe fosses o seu povo próprio, de todos os povos que há sobre a terra" (Dt 7.6).Adão e Eva haviam pecado e, em conseqüência, reconheceram que estavam nus. Então eles apanharam folhas de figueira e cobriram sua nudez com essas folhas. Entretanto, assim eles somente puderam cobrir a sua culpa, mas não puderam obter o perdão do seu pecado. Para isso foi necessário um sacrifício de sangue: "Fez o Senhor Deus vestimenta de peles para Adão e sua mulher e os vestiu" (Gn 3.21) Isso significa que Deus matou dois animais e, com sua pele, cobriu a nudez dos dois primeiros seres humanos. O sangue derramado nesse ato serviu para o perdão do pecado.

Unknown disse...

Portanto, já nas primeiras páginas da Bíblia é revelado profeticamente todo o Plano de Salvação. Ali ele ainda está envolto em mistério, mas no decorrer de outras revelações posteriores tornou-se cada vez mais nitidamente visível.

O que aprendemos disso?

1. As folhas da figueira apontam para uma outra salvação, que é melhor e mais perfeita
Em Hebreus 7.19 está escrito: ("...pois a lei nunca aperfeiçoou coisa alguma), e, por outro lado, se introduz esperança superior, pela qual nos chegamos a Deus." Mas quem é a esperança superior, acima da lei? O sacrifício providenciado por Deus em Jesus Cristo na cruz!

Segundo o meu entendimento, as cintas de folhas de figueira indicam a necessidade de uma vestimenta mais definitiva, que exigia um sacrifício com sangue, uma esperança superior. Depois que Adão e Eva pecaram, imediatamente souberam que estavam nus e que deviam cobrir-se: "...coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si." Mas isso não foi suficiente diante do Deus santo. Por isso, cheio de misericórdia, Ele matou dois animais e "fez o Senhor Deus vestimenta de peles para Adão e sua mulher e os vestiu."

Exatamente este é o sentido e a finalidade de Israel no Plano de Salvação. A figueira Israel, do começo até o fim, aponta para a salvação superior em Jesus Cristo, o Grande Sacrifício da Justiça de Deus. Em Israel nos foi dada a lei. Mas por meio dela reconhecemos que somos pecadores e carecemos da graça de Deus. Outrora Adão e Eva tomaram as folhas da figueira, mas perceberam que essas cintas feitas por eles mesmos não podiam salvá-los do pecado que haviam cometido e que necessitavam de outra salvação.

Unknown disse...

Quase toda a Epístola aos Hebreus mostra que o antigo Israel, em todos os seus procedimentos, é uma indicação para Cristo; que todos os seus sacrifícios apontam para o perfeito sacrifício de Jesus na cruz, e que o sumo sacerdote judeu da Antiga Aliança é uma referência ao Sumo Sacerdote verdadeiro, definitivo e eterno: Jesus Cristo.
Israel sob a lei aponta para a graça (Gl 3.24). Em Israel, sob a lei, os pecados puderam ser apenas cobertos (folhas de figueira). Mas pelo sacrifício de Jesus, com sangue – que maravilhosa boa nova de salvação!! – os pecados são perdoados e tirados. A respeito lemos em Hebreus 9.26: "...Ora, neste caso, seria necessário que ele tivesse sofrido muitas vezes desde a fundação do mundo; agora, porém, ao se cumprirem os tempos, se manifestou uma vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de si mesmo, o pecado."Pelas folhas da figueira vemos que as obras da lei não podem produzir a justiça que vale diante de Deus
Em nenhum lugar isso é demonstrado mais claramente do que na figueira Israel. Em todo o decurso da história desse povo, Deus mostrou a todo o mundo que a lei não pode salvar.

Mas justamente este é o grande problema de Israel até hoje, pois eles continuam pensando que podem ser salvos pelas obras da lei. A Bíblia, porém, ensina inequivocamente: "...por obras da lei, ninguém será justificado" (Gl 2.16). Em Gálatas 3.10 isso é expresso de maneira ainda mais precisa: "Todos quantos, pois, são das obras da lei estão debaixo da maldição..." O apóstolo Paulo dirigiu essas palavras profundamente sérias em primeiro lugar aos crentes na Galácia, que além da graça em Jesus Cristo ainda queriam assumir as leis do judaísmo. Como Adão e Eva ("...coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si)", hoje muitos procuram alcançar o favor de Deus pela observância da lei ou de exercícios religiosos. Conheci, por exemplo, um homem que antes de se converter a Jesus orava o "Pai Nosso" 150 vezes por dia. Todos que fazem tais coisas se esforçam em vão, pois assim estão realmente "...debaixo da maldição". Diante disso, como soa maravilhosa a mensagem do sacrifício de Jesus na cruz: "Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito (Dt 21.23): maldito todo aquele que for pendurado em madeiro" (Gl 3.13) – "fez o Senhor Deus vestimenta de peles para Adão e sua mulher e os vestiu." Ele realizou uma salvação superior!

Unknown disse...

Hans Brandenburg disse certa vez:

O legalismo é o equívoco de trocar o diagnóstico pela terapia... Legalismo sempre é algo pela metade. Em geral o homem escolhe um ponto especial que está disposto a observar e guardar, e então se apóia na pressuposta observância dessa lei e negligencia a comunhão com Jesus.

Exatamente assim também Paulo se expressa quando fala da figueira Israel: "Porquanto, desconhecendo a justiça de Deus e procurando estabelecer a sua própria, não se sujeitaram à que vem de Deus" (Rm 10.3-4).

Qual é a sua situação? Você já aceitou a graça? No fundo, é tudo tão simples: basta ir ao Senhor Jesus Cristo e Lhe entregar toda a nossa vida. Na verdade, este já é o passo do arrependimento, quando reconhecemos: "Eu sou um grande pecador". É impossível mencionar todos os pecados que cometemos em pensamentos, palavras e ações durante nossa vida. Por isso, venha a Jesus Cristo com toda a sua vida e diga a Ele: "Eu sou um grande pecador. Senhor, eu preciso de Ti para toda a minha vida – para tudo que houve, para tudo que é, e para tudo que virá. Eu te aceito agora como meu Salvador". Então você experimentará repentinamente o que é salvação verdadeira – pois esta é a justiça em Jesus, a justiça que tem valor diante de Deus!

Já nas primeiras páginas da Bíblia a figueira nos é mostrada como uma ilustração de Israel, como um livro didático de Deus ensinando sobre a salvação verdadeira. Assim como as folhas de figueira de Adão e Eva indicavam o anseio de salvação – e mais além o sacrifício pleno e suficiente de Jesus Cristo –, Israel nos é dado como um exemplo que aponta para a graça redentora. Por meio deste povo nos é mostrado claramente o anseio por salvação e a satisfação desse anseio em Jesus Cristo.

Unknown disse...

Segunda representação: a figueira como mestre que ensina sobre a salvação
Em 2 Reis 20.5-7 o Senhor diz ao Seu profeta Isaías: "Volta e dize a Ezequias, príncipe do meu povo: Assim diz o Senhor, o Deus de Davi, teu pai: Ouvi a tua oração e vi as tuas lágrimas; eis que eu te curarei; ao terceiro dia, subirás à Casa do Senhor. Acrescentarei aos teus dias quinze anos e das mãos do rei da Assíria te livrarei, a ti e a esta cidade; e defenderei esta cidade por amor de mim e por amor de Davi, meu servo. Disse mais Isaías: Tomai uma pasta de figos; tomaram-na e a puseram sobre a úlcera; e ele recuperou a saúde."

O que aprendemos disso?
1. A figueira Israel existe para salvação
Israel é como uma pasta de figos, como remédio para a humanidade, para todas as nações. Mas não é em si mesmo que este povo é salvação e bênção sobre a terra. Israel só pode ser uma ajuda para um mundo enfermo por causa dAquele que vem de Israel e se tornou o sacrifício para o mundo: Jesus Cristo. Este já foi o desígnio de salvação de Deus com Abraão, quando falou ao patriarca de Israel: "...em ti serão benditas todas as famílias da terra." (Gn 12.3b). Jesus é o Salvador do mundo, mas foi o judaísmo que o trouxe ao mundo. Essa é a única razão de ser do povo judeu, do qual o Eterno de Israel fez vir Seu Filho Jesus Cristo para salvação do mundo inteiro!

Os botânicos descrevem a figueira da seguinte maneira:

– "Tem tronco retorcido com casca clara". Em si mesmo, Israel é torto e rebelde, mas resplandece por meio de Jesus Cristo. Tive que pensar em Moisés, que em si mesmo também era "torto". Mas quando retornava do encontro com Deus, "a pele do seu rosto resplandecia" (Êx 34.29).

– "A ramada se estende em todas as direções e tem folhas com cinco pontas". Israel se tornou salvação para todos os povos. O Evangelho foi anunciado primeiramente em Jerusalém, Samaria e Judéia, mas depois, partindo de Israel (figueira), – para todas as direções, para todos os povos. Folhas com cinco pontas: cinco é o número da graça. Uma pasta de figos foi colocada sobre a parte enferma do corpo de Ezequias e ele foi curado. Jesus teve cinco ferimentos que se tornaram a salvação do mundo.

Unknown disse...

Em Isaías 49.3 está escrito: "...e me disse: Tu és o meu servo, és Israel, por quem hei de ser glorificado" (Is 49.3). Aqui vemos a identificação de Israel com seu Filho maior, Jesus Cristo. A figueira Israel, em conexão com Jesus, o Messias, tornou-se a salvação para o mundo. Por isso está escrito mais adiante: "Sim, diz ele: Pouco é o seres meu servo, para restaurares as tribos de Jacó e tornares a trazer os remanescentes de Israel; também te dei como luz para os gentios, para seres a minha salvação até a extremidade da terra" (Is 49.6). Aqui a Palavra de Deus não se refere mais a Israel propriamente, mas Àquele que viria de Israel, a Jesus Cristo: "...pouco é o seres o meu servo, para restaurares as tribos de Jacó e tornares a trazer os remanescentes de Israel..." Pois Israel não poderia restaurar a si mesmo, nem poderia tornar a trazer os remanescentes de si mesmo. E como a figueira Israel em si mesma é torta, resplandecendo somente em seu Messias, assim também é evidente que as palavras seguintes se referem ao Filho maior de Israel: "...também te dei como luz para os gentios, para seres a minha salvação até a extremidade da terra". Por isso Jesus disse em João 4.22b: "...a salvação vem dos judeus."
Profeticamente parece que já se delineia também a futura salvação de Israel – seu próprio restabelecimento se avizinha
Voltemos novamente para o rei Ezequias, que já estava diante da morte, mas em lágrimas implorou a cura ao Senhor. Deus ouviu sua oração e ordenou a Isaías: "Volta, e dize a Ezequias, príncipe do meu povo: Assim diz o Senhor, o Deus de Davi, teu pai: Ouvi a tua oração e vi as tuas lágrimas; eis que eu te curarei; ao terceiro dia, subirás à casa do Senhor. Acrescentarei aos teus dias quinze anos e das mãos do rei da Assíria te livrarei, a ti e a esta cidade; e defenderei esta cidade por amor de mim e por amor de Davi, meu servo. Disse mais Isaías: Tomai uma pasta de figos; tomaram-na e a puseram sobre a úlcera; e ele recuperou a saúde" (2 Rs 20.5-7).

Assim como Ezequias, também Israel ainda terá que enfrentar angústia mortal. Pois no tempo da Grande Tribulação todas as nações da terra se voltarão contra Israel e se reunirão em Armagedom para destruí-lo totalmente. Mas então esse povo, em agonia, como Ezequias outrora, clamará ao Senhor com suas últimas forças: "Deus de Abraão, Isaque e Jacó! Nosso Messias, vem e salva-nos dos nossos inimigos!" Ele ouvirá Seu povo e o salvará – Israel poderá ir ao templo novamente (pois Jesus levantará o templo do Milênio) – Ele derrotará os inimigos de Israel e protegerá a cidade de Jerusalém.

Unknown disse...

A história de Ezequias se encaixa no contexto das afirmações de Deus sobre o futuro de Israel e da vinda de Jesus. Assim talvez já possamos ver, na pasta de figos, por meio da qual a saúde de Ezequias foi restabelecida, um paralelo da figueira restabelecida em Mateus 24: "Aprendei, pois, a parábola da figueira..." E a declaração: "...no terceiro dia subirás à casa do Senhor", é no mínimo interessante. Pedro disse: "Há, todavia, uma cousa, amados, que não deveis esquecer: que, para o Senhor, um dia é como mil anos, e mil anos, como um dia" (2 Pe 3.8). Desde a primeira vinda de Jesus a Belém já se passaram quase dois mil anos (dois dias divinos). Não é em vão que após 1948 anos Deus fez de Israel novamente um povo na Terra Prometida, e no ano de 1967 lhe devolveu a cidade de Jerusalém. Será que Israel subirá novamente à casa do Senhor no "terceiro dia"? Não sabemos o momento exato da vinda de Jesus para a Sua Igreja, nem o dia da Sua volta para Seu povo Israel. Mas vemos e presenciamos em nossos dias a restauração da figueira: Israel é conduzido em direção à sua cura. E nosso Senhor prometeu expressamente: "Em verdade vos digo que não passará esta geração, sem que tudo isto aconteça. Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão" (Mt 24.34-35).

Unknown disse...

Terceira representação: a figueira como mestre que ensina sobre os desígnios proféticos da salvação de Deus
Em Lucas 17.5-6 lemos: "Então, disseram os apóstolos ao Senhor: Aumenta-nos a fé. Respondeu-lhes o Senhor: Se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a esta amoreira: Arranca-te e transplanta-te no mar; e ela vos obedecerá."

É preciso esclarecer que, conforme diversos autores, a árvore aqui chamada de amoreira é, na verdade, o sicômoro, a figueira brava, a mesma árvore em que Zaqueu subiu para ver Jesus (Lucas 19). Um dicionário da Bíblia diz a respeito: "O sicômoro pode atingir até 16 metros de altura e alcança uma circunferência de até 10 metros. A madeira é dura, uniforme e muito durável e, depois do cedro, é a melhor madeira para carpintaria."
O Senhor Jesus apontou para uma árvore tão grande e disse aos seus apóstolos, que eram judeus: "Se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a esta amoreira: Arranca-te e transplanta-te no mar; e ela vos obedecerá." Certamente podemos dizer que, no sentido profético, isso se cumpriu exatamente. Foi o que realmente aconteceu com a figueira Israel, que no tempo de Jesus havia se tornado um povo orgulhoso. Os israelitas foram desarraigados da sua pátria judaica e lançados no mar das nações. Este foi um desígnio de salvação de Deus e tornou-se uma bênção para os povos. Por meio da fé dos apóstolos, que eram judeus, descendendo eles mesmos da figueira, o Evangelho foi levado aos gentios.

Unknown disse...

A Bíblia fala em Atos 13.46-47 sobre essa transferência do Evangelho de Israel para as nações: "Então, Paulo e Barnabé, falando ousadamente, disseram: Cumpria que a vós outros, em primeiro lugar, fosse pregada a palavra de Deus; mas, posto que a rejeitais e a vós mesmos vos julgais indignos da vida eterna, eis aí que nos volvemos para os gentios. Porque o Senhor assim no-lo determinou (Is 49.6): Eu te constituí para luz dos gentios, a fim de que sejas para salvação até aos confins da terra." Ao desarraigamento espiritual de Israel seguiu-se, então, também o desarraigamento como nação: no ano 70 d.C. os judeus foram arrancados de sua terra e espalhados por todo o mundo.

Os apóstolos tiveram a fé para transplantar a bênção de Israel para o mar das nações. O Messias deles nos foi trazido como o Cristo. Certa vez o Senhor Jesus apontou para esse fato ao dizer: "Portanto, vos digo que o reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que lhe produza os respectivos frutos" (Mt 21.43).

O que parecia juízo – e, com certas reservas, também o foi – tornou-se uma bênção para os gentios. Paulo fala a respeito em suas palavras aos judeus, e assim explica que, de acordo com Isaías 49.6, isso foi necessário para se tornar salvação e luz para todos os gentios. Enquanto o sicômoro foi transplantado ao mar das nações, nós nos tornamos participantes da "bênção e seiva salvadora" da figueira. A esse respeito Paulo diz em Romanos 11.11: "Porventura, tropeçaram para que caíssem? De modo nenhum; mas, pela sua transgressão, veio a salvação aos gentios..."
Mas Israel não continuará para sempre com suas raízes arrancadas. A palavra profética da Bíblia promete à figueira seu restabelecimento na terra dos pais – o que acontece desde 1948 e continuará acontecendo –, com o que também a bênção volta para a terra e para o povo de Israel. A figueira novamente lançará raízes e trará frutos. Por isso Paulo continua dizendo: "Ora, se a transgressão deles redundou em riqueza para o mundo, e o seu abatimento, em riqueza para os gentios, quanto mais a sua plenitude!" (v. 12). Esse novo arraigamento da figueira Israel na sua terra para restauração espiritual e nacional também é salientado em Romanos 9.26: "e no lugar em que se lhes disse: Vós sois o meu povo; ali mesmo são chamados filhos do Deus vivo." De que lugar se fala aqui? Da terra de Israel!

Assim, finalmente tudo converge na gloriosa promessa de Miquéias 4.4: "Mas assentar-se-á cada um debaixo da sua videira e debaixo da sua figueira, e não haverá quem os espante, porque a boca do Senhor dos Exércitos o disse" (compare também Ageu 2.19). O sentar-se debaixo da videira e da figueira é uma maravilhosa imagem de uma vida em paz assegurada. Agora ainda não é assim, mas Israel será levado a isso – no Milênio de Jesus Cristo. Já o reinado de Salomão apontou para o Milênio, onde um dia reinará paz: "Judá e Israel habitavam confiados, cada um debaixo da sua videira, e debaixo da sua figueira, desde Dã até Berseba, todos os dias de Salomão" (1 Rs 4.25). Isso se cumprirá de maneira completa quando Jesus Cristo voltar ao Seu povo como o Messias de Israel. Por isso oramos: "Maranata – vem Senhor Jesus!

marcelo victor disse...

Pedro, em certo momento, estava voltando a sonhar com os mandamentos da lei, com o passado, com a escravidao do mundo, e foi severamente repreendido pelo Senhor, na boca de Paulo (Gl 2:14). Ele estava querendo deixar a unica forma de salvaçao possivel, ou seja, a salvaçao mediante a fé (Gl 3:11).

Por certo, Pedro estava olhando de novo para o Templo de Jerusalem, para os rituais vazios que nele eram feitos (pois nao podiam salvar), para a cidade, ja bastante paganizada naquele periodo, e para um testamento que havia sido encerrado, pois havia sido totalmente cumprido por nosso Senhor Jesus Cristo (erros que muitos repetem até o dia de hoje).

O diabo, naquela epoca e tambem nos dias de hoje, vem lutando por levantar paredes de sepaçao, as quais o Senhor Deus ja destruiu ha 2 mil anos. Em Cristo, ja nao ha mais judeus, gregos, servos, livres, homem mulher, preto, branco, pois Cristo é tudo em todos (Gl 3:28); e vemos milhoes de judeus (e judaizantes) que ainda nao compreenderam isso, mesmo tendo uma nuvem de testemunhas de judeus crentes (como Paulo, Pedro, Joao, Tiago, etc) e de gentios salvos por meio da fé, mesmo so do VT.

Embora tenha havido uma separaçao entre crentes e nao crentes, desde o principio do mundo, por causa do livre-arbitrio (começando pelo acontecimento envolvendo Caim e Abel), o olhar de Deus sempre esteve centrado em toda a humanidade, pois Deus ama a todos os HOMENS, como podemos ver nas proprias palavras que Ele dirigiu a Abraao: "Em ti serao benditas todas as familias da terra", referindo-se à sua semente que é Jesus Cristo).

A lei, segundo a Biblia, nos serviu apenas como "aio" para nos conduzir a Cristo e para que, pela fé, fossemos justificados (Gl 3:24). O mesmo podemos dizer do povo eleito no VT para anunciar as virtudes de Deus (a descendencia de Abraao).

O Espirito Santo nos mostra que nem todo filho de Abraao é israelita, mas somente os que creem na Palavra de Deus, de sorte que os rebeldes nunca foram eleitos, até porque nunca anunciaram ao mundo as virtudes de Deus, ao contrario, faziam com que o nome de Deus fosse blasfemado (pois eram corruptos, desobedientes, mentirosos, "pagaos" em suas condutas).

Dessa forma, os desobedientes, os rebeldes, os que nao creram em Cristo e tropeçaram na pedra de tropeço, nunca fizeram parte da aliança "abramica", ou seja, eram filhos de Abraao segundo a carne somente (como Esau o era). Zacarias retrata bem isso, ao dizer que Deus passaria os descendentes de Abraao pelo fogo e que restaria somente a terça parte, a qual O invocaria (por crer no unico Pastor) e Ele responderia: "É meu povo; e ela dirá: O Senhor é o meu Deus".

Encerro minha participaçao por aqui, pois vejo que muitos preferem agir como Pedro (o qual, em determinado momento, queria voltar às alegorias) e se preparam para receber o falso Messias, defensor dos rituais do VT, que trara uma falsa paz ao mundo e aos coraçoes inconstantes.

Unknown disse...

O futuro de Israel é claro, não nublado.
De fato, o seu amanhã será muito mais glorioso do que o seu passado. Nesta última secção, dos capítulos 9-11 de Romanos, Paulo expõe o programa divino para Israel sendo exalado por Deus, pela manifestação de sua graciosa sabedoria.

A cegueira de Israel (Romanos 11:25) - Paulo escreveu no verso 25: “Porque não quero, irmãos, que ignoreis este segredo (para que não presumais de vós mesmos): que o endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado”. A era atual da igreja (Mateus 16:18) é um mistério não revelado em tempos passados, até que descobríssemos, por nós mesmos, que a cegueira de Israel tem persistido até a plenitude dos gentios. Ela é um hiato no programa profético de Deus para Israel (Daniel 9:24-27), uma inserção entre a 69ª e a 70ª. Semana de Daniel.

A era da igreja é conhecida como existindo até a plenitude dos gentios. É o tempo em que Deus tem visitado os gentios para, entre eles, “tomar um povo para o Seu nome” (Atos 15:14. Cristo está edificando a Sua igreja constituída de judeus e gentios, reunidos em um só corpo espiritual (Efésios 2:11-22).

Embora a igreja primitiva fosse composta em sua maioria de crentes judeus, nos 2.000 anos de Cristianismo verdadeiro, agora eles são minoria (Ver o Livro de Atos). A plenitude dos gentios vai terminar, quando o último gentio for salvo na era atual da igreja, e esta for arrebatada à presença de Cristo, conforme a 1 Tessalonicenses 4:13-18.

Nesta era, a cegueira de Israel é parcial e alguns judeus têm crido em Jesus Cristo como o Messias. Sua cegueira vai terminar, com o Arrebatamento e os subsequentes sete anos da Tribulação, em cumprimento à 70ª. Semana de Daniel 9:24-27, atingindo o clímax na volta de Cristo à Terra.
O Messias de Israel (Romanos 11:26-27). Após a era da igreja, Israel será salva, com a vinda do Messias prometido, JESUS CRISTO: “E assim todo o Israel será salvo, como está escrito: De Sião virá o Libertador, E desviará de Jacó as impiedades. E esta será a minha aliança com eles”. que o ETERNO abençoes sempre a naçao de Israel e a todos nos cristaos, JESUS logo vira.

marcelo victor disse...

Meu caro Unknown,
Leia Apocalipse 7:4 e veja a "multidão" de judeus (crentes) que serão salvos: 144 mil.
Agora leia Apocalipse 7:9 e veja o número "bem pequeno" de gentios que serão salvos: uma multidão que não se podia contar!!!
Acorde e deixe de acreditar em teorias antibíblicas!!!

Ass. Rodrigues

Anônimo disse...

Inventaram mais uma era salvífica, além da era da Lei e da era da Graça? A Bíblia diz que teremos uma terceira era? Mas onde está escrito isso? Quando Cristo voltar, segundo Suas próprias palavras, Ele se assentará para dividir os bodes das ovelhas e inaugurará os tempos eternos.

Quando a Bíblia nos mostra que a "plenitude dos gentios" seria enxertada no lugar dos "ramos naturais" (que foram cortados por causa da incredulidade), ela não quer dizer, em absoluto, que todos os "ramos naturais" foram cortados, uma vez que, assim como os apóstolos, há muitos judeus, ao longo dos anos, que creram em Cristo (esses não foram cortados).

Ass. Rodrigues

Portanto, vemos que essa passagem é mais uma daquelas que normalmente são mal-interpretadas, pois os judeus do antigo pacto, que creem em Jesus, permanecem na videira.

Assim sendo, quando a plenitude dos gentios forem enxertados, todo o Israel de Deus será salvo, ou seja, os judeus crentes e os gentios que foram enxertados na videira verdadeira, por causa da fé.

Unknown disse...

Todavia, trarei restauração e cura para ela; curarei o meu povo e lhe darei muita prosperidade e segurança.
Mudarei a sorte de Judá e de Israel e os reconstruirei como antigamente.
Eu os purificarei de todo o pecado que cometeram contra mim e perdoarei todos os seus pecados de rebelião contra mim.
Então Jerusalém será para mim uma fonte de alegria, de louvor e de glória, diante de todas as nações da terra que ouvirem acerca de todos os benefícios que faço por ela. Elas temerão e tremerão diante da paz e da prosperidade que eu lhe concedo’.
"Assim diz o Senhor: ‘Vocês dizem que este lugar está devastado, e ficará sem homens nem animais. Contudo, nas cidades de Judá e nas ruas de Jerusalém, que estão devastadas, desabitadas, sem homens nem animais, mais uma vez se ouvirão
as vozes de júbilo e de alegria, do noivo e da noiva, e as vozes daqueles que trazem ofertas de ação de graças para o templo do Senhor, dizendo: "Dêem graças ao Senhor dos Exércitos, pois ele é bom; o seu amor leal dura para sempre". Porque eu mudarei a sorte desta terra como antigamente’, declara o Senhor.
"Assim diz o Senhor dos Exércitos: ‘Neste lugar desolado, sem homens nem animais, haverá novamente pastagens onde os pastores farão descansar os seus rebanhos, em todas as suas cidades.
Tanto nas cidades dos montes, da Sefelá, do Neguebe e do território de Benjamim, como nos povoados ao redor de Jerusalém e nas cidades de Judá, novamente passarão ovelhas sob as mãos daquele que as conta’, diz o Senhor.
" ‘Dias virão’, declara o Senhor, ‘em que cumprirei a promessa que fiz à comunidade de Israel e à comunidade de Judá.
" ‘Naqueles dias e naquela época farei brotar um Renovo justo da linhagem de Davi; ele fará o que é justo e certo na terra.
Naqueles dias Judá será salva e Jerusalém viverá em segurança, e este é o nome pelo qual ela será chamada: O Senhor é a Nossa Justiça’.
"Porque assim diz o Senhor: ‘Davi jamais deixará de ter um descendente que se assente no trono de Israel,
nem os sacerdotes, que são levitas, deixarão de ter descendente que esteja diante de mim para oferecer, continuamente, holocaustos, queimar ofertas de cereal e apresentar sacrifícios’ ".
O Senhor dirigiu a palavra a Jeremias:
"Assim diz o Senhor: ‘Se vocês puderem romper a minha aliança com o dia e a minha aliança com a noite, de modo que nem o dia nem a noite aconteçam no tempo que lhes está determinado,
então poderá ser quebrada a minha aliança com o meu servo Davi, e neste caso ele não mais terá um descendente que reine no seu trono; e também será quebrada a minha aliança com os levitas que são sacerdotes e que me servem.
Farei os descendentes do meu servo Davi e os levitas, que me servem, tão numerosos como as estrelas do céu e incontáveis como a areia das praias do mar’ ".
O Senhor dirigiu a palavra a Jeremias:
"Você reparou que essas pessoas estão dizendo que o Senhor rejeitou os dois reinos que tinha escolhido? Por isso desprezam o meu povo e não mais o considera como nação.
Assim diz o Senhor: ‘Se a minha aliança com o dia e com a noite não mais vigorasse, se eu não tivesse estabelecido as leis fixas do céu e da terra,
então eu rejeitaria os descendentes de Jacó e do meu servo Davi, e não escolheria um dos seus descendentes para que governasse os descendentes de Abraão, de Isaque e de Jacó. Mas eu restaurarei a sorte deles e lhes manifestarei a minha compaixão’ ".
Jeremias 33:6-26
o que escrevo e o que creio e biblia, o ETERNO é fiel, nao misturo as coisas e ponho texto fora de contexto e nem tao pouco tento tirar o que esta escrito, a biblia e clara e enfatica que salvara Israel, seu povo, sua naçao, o povo de Israel pertence a DEUS e um remanescente sera salvo na grande tribulaçao e sera cabeça das naçoes, e nos governaremos com Cristo tambem, promessa de DEUS nao e promessa de homens, elas se cumprem.

Unknown disse...

tenho que desenhar porque o sr. rodrigues tem problema pra ler e interpretar o que esta escrito tao literalmente, tao simples e facil
O Povo Escolhido – Sua Terra e Destino
Embora muito do que os profetas predisseram para Israel ainda seja para o futuro, noveprofecias importantes envolvendo detalhes específicos e verificáveis já se cumpriram, exatamente como fora previsto séculos antes.

1. Deus prometeu uma terra e fronteira claramente definidas (Gênesis 15.18-21) a Abraão (Gênesis 12.1; 13.15; 15.7, etc.) e renovou tal promessa a Isaque, filho de Abraão (Gênesis 26.3-5), ao seu neto Jacó (Gênesis 28.13) e aos seus descendentes para sempre (Levítico 25.46; Josué 14.9, etc.).

2. É um fato histórico Deus ter trazido esse "povo escolhido" (Êxodo 7.4-8; Deuteronômio 7.6; 14.2, etc.) à Terra Prometida; uma surpreendente história de milagres por si só.

3. Quando os judeus entraram na Terra Prometida, Deus os advertiu que, se eles praticassem a idolatria e imoralidade dos habitantes primitivos, os quais Ele havia destruído por praticarem o mal (Deuteronômio 9.4), Ele os lançaria também para longe (Deuteronômio 28.63; 1 Reis 9.7 e 2 Crônicas 7.20, etc.). Que isso aconteceu é, também, inegável pela história.
Até este ponto, a história nada tem de especial. Outros povos acreditaram que uma certa área geográfica era a sua "terra prometida" e depois de entrarem nela foram posteriormente expulsos pelos inimigos. Porém, as próximas seis profecias e o seu cumprimento são absolutamente únicos na história dos judeus. A ocorrência desses eventos, exatamente como foram profetizados, jamais pode ter acontecido por acaso.

Unknown disse...

. Deus declarou que o seu povo seria espalhado "entre todos os povos, de uma até à outra extremidade da terra" (Deuteronômio 28.64; comp. 1 Reis 9.7; Neemias 1.8; Amós 9.9; Zacarias 7.14, etc.). E assim aconteceu. O "judeu errante" é encontrado em toda parte. A precisão com que essas profecias aconteceram exclusivamente aos judeus se tornou marcante, porque segue cumprimento após cumprimento até que a existência de Deus através do trato com o Seu povo escolhido se torne irrefutável.

5. Deus os admoestou que onde quer que vagassem, os judeus seriam "pasmo, provérbio e motejo entre todos os povos" (Deuteronômio 28.37; 2 Crônicas 7.20; Jeremias 29.18; 44.8, etc.). Incrivelmente isso tem se tornado realidade a respeito dos judeus através de toda a história, exatamente como a geração presente pode muito bem constatar. A maledicência, o desprezo, as piadas, o ódio violento chamado anti-semitismo, não apenas entre os muçulmanos, mas até mesmo entre os que se chamam cristãos, é um fato único e persistente na história peculiar do povo judeu. Mesmo hoje, apesar da freqüente memória do Holocausto de Hitler, que chocou e envergonhou o mundo inteiro como um desafio à lógica e à consciência, o anti-semitismo está vivo e recrudesce em todo o mundo.Além do mais, os profetas declararam que esse povo espalhado não apenas seria difamado, denegrido e discriminado, mas:

6. Seria perseguido e assassinado como nenhum outro povo na face da terra, fato que a história atesta com eloqüente testemunho, pois foi exatamente o que aconteceu aos judeus, século após século, onde quer que fossem encontrados. O registro histórico de nenhum outro grupo étnico ou nacional de pessoas contém algo que ao menos se aproxime do pesadelo de terror, humilhação e destruição que os judeus têm suportado na história, pelas mãos dos povos entre os quais foram espalhados.

Vergonhosamente, muitos que afirmaram ser cristãos e, portanto, seguidores de Cristo, que era um judeu, estavam na primeira fila da perseguição e extermínio dos judeus. Havendo ganho completa cidadania no Império Romano pagão, em 212 d.C., sob o Édito de Caracalla, os judeus se tornaram cidadãos de segunda classe e objeto de incrível perseguição depois que o Imperador Constantino supostamente se tornou cristão. A partir daí, foram os que se chamavam cristãos que se tornaram mais cruéis com os judeus do que os pagãos jamais haviam sido.

Os papas católicos romanos foram os primeiros a fomentar o anti-semitismo ao máximo. Hitler, que permaneceu católico até o fim, afirmaria que estava apenas seguindo o exemplo dos católicos e dos luteranos em concluir o que a igreja havia começado. O anti-semitismo fazia parte do catolicismo, do qual Martim Lutero jamais se libertou. Ele advogava que se incendiassem as casas dos judeus, dando-lhes a alternativa de se converterem ou ficarem sem a língua.[1] Quando os judeus de Roma foram libertados de seus guetos pelo exército italiano em 1870, sua liberdade finalmente pôs fim a cerca de 1.500 anos de inimaginável humilhação e degradação nas mãos dos que afirmavam ser os vigários de Cristo. Papa nenhum odiou os judeus mais do que Paulo IV (1555-1559), cuja crueldade foi além da imaginação humana. O historiador católico Peter de Rosa confessa que uma inteira "sucessão de papas reforçou os antigos preconceitos contra os judeus, tratando-os como leprosos, indignos da proteção da lei. Pio VII (1800-1823) foi sucedido por Leão XII, Pio VIII, Gregório XVI e Pio IX (1846-1878) – todos eles discípulos de Paulo IV.[2

Unknown disse...

O Concílio (católico romano) de Viena (1311) proibiu qualquer transação entre cristãos e judeus. O Concílio de Zamora (1313) estabeleceu que se proibissem aos cristãos de se associarem aos judeus... E levou as autoridades seculares (como a igreja havia há muito estabelecido em Roma e nos estados papais) a confinar os judeus em quarteirões separados (guetos) e compeli-los a usar um distintivo (antes havia sido um chapéu amarelo) e assegurar sua freqüência aos sermões para que se convertessem.[3]

Preservação e Renascimento
Deus declarou que apesar de tais perseguições e massacres periódicos,

7. Ele não permitiria que o Seu povo fosse destruído, mas o preservaria como um grupo étnico e nacional identificável (Jeremias 30.11; 31.35-37, etc.). Os judeus teriam toda razão de se misturarem através de casamentos [com os gentios], de mudarem seus nomes e de esconderem sua identidade de qualquer maneira possível, a fim de escaparem à perseguição. Por que preservaram sua linha sangüínea, se não possuíam uma terra própria, se a maioria não cria literalmente na Bíblia, e se a identificação racial só lhes trazia as mais cruéis desvantagens?

Deixar de se misturar em casamentos não fazia sentido. A absorção por aqueles entre os quais viviam pareceria inevitável, de modo que poucos sinais dos judeus como povo distinto deveriam permanecer até hoje. Afinal, esses desprezíveis exilados foram espalhados por todos os cantos da terra por 2.500 anos, desde a destruição de Jerusalém por Nabucodonosor em 586 a.C. Poderia a "tradição" ser tão forte sem uma fé real em Deus?

Contra todas as previsões, os judeus permaneceram um povo distinto, depois de todos esses séculos. Este fato é um fenômeno sem paralelo na história e absolutamente peculiar aos judeus. Para a maioria dos judeus que viviam na Europa, a lei da igreja tornava impossível o casamento misto sem a conversão ao catolicismo romano. Aqui mais uma vez a igreja católica desempenhou um papel infame. Durante séculos era pecado mortal, sob a jurisdição dos papas, o casamento entre judeus e cristãos, evitando-se os casamentos mistos mesmo entre os que o desejassem.

A Bíblia diz que quando Deus determinou guardar o Seu povo escolhido separado para si próprio (Êxodo 33.16; Levítico 20.26, etc.), Ele o fez porque

8. Os traria de volta à sua terra nos últimos dias (Jeremias 30.10; 31.8-12; Ezequiel 36.24,35-38, etc.), antes da segunda vinda do Messias. Essa profecia e promessa há tanto esperada foi cumprida com o renascimento de Israel em sua Terra Prometida. Isso aconteceu em 1948

Unknown disse...

Assim, a Era da Igreja é uma fase temporária na história, na qual o Evangelho é pregado “até que haja entrado a plenitude (isto é, literalmente: ‘o número completo’) dos gentios” (Rm 11.25). Quando o propósito do Senhor Jesus para a Igreja chegar ao fim, Ele arrebatará Sua Noiva para o céu para que Deus termine Suas ações incompletas com Israel durante a 70ª semana de Daniel, também conhecida como a Tribulação de sete anos.

Anônimo disse...

A Biblia diz que a unica forma de nos salvarmos é atraves da fé (Jo 3:16-18). Assim sendo, se existir, de fato, um reino milenar terreno, com Cristo reinando sobre a humanidade, entao não existiria mais a "fé", pois o que se vê nao se espera (como esperar aquilo que já está diante de nòs?).

Dessa forma, como poderia se dar, então, a salvaçao dessas milhares de pessoas que viveriam no milenio, uma vez que está escrito que pelas obras da lei nenhuma carne seria justificada? Tratar-se-ia de uma vida inutil?

Nao havendo fé, nao haveria derramamento do Espirito Santo e as pessoas seriam semelhantes à epoca do VT, ou seja, cheias de rebeldia e outras abominaçoes novamente, culminando, ao final do milenio, com uma nova revolta contra Deus (Ap 20:9).

Isso me faz crer que nao houve utilidade esse tal milenio, marcando um derrota de Cristo que nao foi capaz de convencer as pessoas a ficarem do Seu lado. Sera que os judeus se revoltariam novamente contra o Senhor? Que utilidade pratica teria tudo isso?

Unknown disse...

caro marcelo que é o mesmo rodrigues que escreve anonimo, so se voce inventou uma terceira era salvivica visto que voce muda o que esta escrito na biblia e se apoia em teoria antibiblica, alias tenta em vao mudar o que esta escrito, cuidado DEUS nao tera o culpado por inocente, o que ponho e que escrevo e tambem copio e so biblia, simpres so o que esta escrito, a se le a, e b se le b, simples a biblia e simples e suas promessas sao fieis, e ela diz que Israel sera salvo e que vivera na sua terra que DEUS deu para sua possesao perpetua e que Cristo vai salvar seu povo, porque Cristo e o REI dos Judeus, simples.
A questão do adiamento do reino é mais tarde esclarecida à medida que o Livro de Atos se move para o capítulo 3. Esse evento parece ter ocorrido apenas semanas depois da fundação da Igreja em Atos 2. Como resultado das circunstâncias observadas na passagem, Pedro está pregando um sermão na área do monte do Templo para os judeus e diz a eles que precisam se arrepender e crer no Evangelho. Pedro acrescenta as seguintes declarações:

“Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados, a fim de que, da presença do Senhor, venham tempos de refrigério, e que envie ele o Cristo, que já vos foi designado, Jesus, ao qual é necessário que o céu receba até os tempos da restauração de todas as coisas, de que Deus falou por boca de seus santos profetas desde a antiguidade” (At 3.19-21).

Mais adiante, Atos 3 estabelece no Novo Testamento que há um futuro reino para Israel, mas essa passagem também esclarece a condição para a vinda do reino judaico. A exigência para o estabelecimento do reino de Israel é que a nação deve reverter sua rejeição a Jesus como seu Messias nacional e individual (isto é, deve arrepender-se), o que levará ao perdão de seus pecados. Até que aconteça esse arrependimento, Pedro diz que Jesus, o Messias designado para a nação de Israel, deve permanecer no céu. Entretanto, quando essa condição for satisfeita, o Messias voltará e estabelecerá “os tempos da restauração de todas as coisas” e “os tempos de refrigério”, que são referências ao reino milenar. Pedro diz que “os tempos de refrigério” e “os tempos da restauração de todas as coisas” também são mencionados em todo o Antigo Testamento pelos profetas. O substantivo “restauração” vem da mesma raiz grega que é usada em Atos 1 como verbo, quando os discípulos ficam perguntando a Jesus se aquele seria o tempo em que Ele “restauraria” o reino a Israel. Isso nos fornece uma ligação clara do capítulo 3 com o reino citado no capítulo 1. Essa passagem confirma, e também desenvolve, o progresso da revelação de Deus relativamente às promessas de reino de Israel no Antigo Testamento, que não estão sendo descartadas pelo estabelecimento da Igreja. Atos 3, mais adiante, estabelece um reino futuro, mas adiado, para o Israel nacional, quando os judeus colocarem sua fé no Messias (Zc 12.10; Rm 11.25-27). O período da Tribulação, que é a 70ª semana de Daniel, será um tempo futuro quando Israel “se arrependerá” e “se voltará” para o Senhor, resultando na remoção de seus pecados pessoais e na redenção nacional.

Unknown disse...

A biblia e clara em dizer o que milenio sera literal, tanto em apocalipse como em Isaias, se voce nao cre no milenio e uma interpretaçao sua, eu creio na biblia e o que nela esta escrito.
A obra do Espírito Santo será mais abundante e terá uma manifestação muito maior na era milenar do que em qualquer outra época. Portanto a plenitude do Espírito Santo será comum nesta era (Isaías 32.15; 44.3; Ezequiel 39.29; Joel 2.28-29).

O cristão será, portanto, habitado pelo Espírito Santo da mesma forma como este é hoje (Ezequiel 36.27; 37.14; Jeremias 31.33).

Anônimo disse...

Pare com esse cola-copia ridiculo, seja mais autentico. E nao se esqueça de jogar fora o NT, de circuncidar-se, de correr para uma sinagoga, de por um kipà na cabeça, de fazer um curso de hebraico, de odiar arabes e de nao aceitar mais Jesus como o Messias.
Shalom!

Ass. Rodrigues

Anônimo disse...

A diferença entre nossas crenças, meu caro, é a seguinte: Jesus Cristo é o centro da minha fé e da historia humana e os judeus sao o centro da sua.
A minha Biblia gira em torno de Jesus Cristo e a sua gira em torno dos judeus...por isso, eles serao os seus juizes.

Ass. Rodrigues

Anônimo disse...

Voce fez um cola-copia de uma materia que dizia que a restauraçao do templo de Jerusalem traria uma gloria maior do que a gloria do primeiro templo, mas acontece que, depois dessas palavras de Ezequiel 43, houve a restauraçao do templo de Jerusalem e sabe onde esse templo está agora, neste exato momento? No chao, pois nao ficou pedra sobre pedra.

Por isso, meu velho, essa sua leitura literal dos textos biblicos é falaciosa, pois Deus fala por alegorias, e os teologos espertalhoes literalizam quando lhes convem e alegorizam quando lhes convem, para validar suas teorias, tambem falaciosas.

Ezequiel fez a separaçao entre a Lei e a Graça (o tema central da Biblia), e o Templo que ele cita está em pé até o dia de hoje, tendo sido levantado pelo Rei da Gloria, Jesus Cristo, sobre o qual estamos edificados (os que creem), nao como estrangeiros, nem imigrantes; pelo contrário, como concidadãos dos santos e membros da família de Deus.

O nosso edificio foi construido sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, sendo o próprio Cristo Jesus a principal pedra angular desse alicerce. Nele, o edifício inteiro, bem ajustado, cresce como TEMPLO SANTO no Senhor, para morada de Deus no Espirito" (Ef 2:19-22).

Por isso, sugiro que voce examine melhor suas teorias e veja bem em quem voce esta pondo a sua confiança, pois os escribas e fariseus eram tao sabios que acabaram dando com os burros n'agua.

Cuidado para nao terminar sua carreira junto com todos aqueles que fecharam os olhos para a providencia divina, semelhantemente ao episodio registrado em Numeros 14, no qual o povo nao aceitou os caminhos de Deus e depois, quando estavam arrependidos, tentaram buscar o Senhor pelas suas proprias forças, mas ja era tarde demais (Numeros 14:40-45).

Ass. Rodrigues

Unknown disse...

ao sr. anonimo rodrigues que e o marcelo, mas se disfarça de rodrigues,
Primeiro voce nao conhece a Cristo, se conhecesse amaria seu povo judeu a qual Ele é o rei ETERNO, outra o que escrevo e biblia e contexto da biblia, agora voce so escreve coisas antibiblicas, frutos de sua imaginaçao debalde e tudo fora da biblia, e outra se voce tem raiva do que escrevo, que sao promessas ao povo de Israel que sera restaurado, vai se converter ou rasgue sua biblia, porque voce nao pode tirar o que esta escrito e nem tao pouco anular o que DEUS prometeu. coma biblia para aprender, engula o rolo que descera como mel ao seu paladar.
Naquele tempo, diz o SENHOR, serei o Deus de todas as famílias de Israel, e elas serão o meu povo.
Assim diz o Senhor: O povo dos que escaparam da espada achou graça no deserto. Israel mesmo, quando eu o fizer descansar.
Há muito que o Senhor me apareceu, dizendo: Porquanto com amor eterno te amei, por isso com benignidade te atraí.
Ainda te edificarei, e serás edificada, ó virgem de Israel! Ainda serás adornada com os teus tamboris, e sairás nas danças dos que se alegram.
Ainda plantarás vinhas nos montes de Samaria; os plantadores as plantarão e comerão como coisas comuns.
Porque haverá um dia em que gritarão os vigias sobre o monte de Efraim: Levantai-vos, e subamos a Sião, ao Senhor nosso Deus.
Porque assim diz o Senhor: Cantai sobre Jacó com alegria, e exultai por causa do chefe das nações; proclamai, cantai louvores, e dizei: Salva, Senhor, ao teu povo, o restante de Israel.
Eis que os trarei da terra do norte, e os congregarei das extremidades da terra; entre os quais haverá cegos e aleijados, grávidas e as de parto juntamente; em grande congregação voltarão para aqui.
Virão com choro, e com súplicas os levarei; guiá-los-ei aos ribeiros de águas, por caminho direito, no qual não tropeçarão, porque sou um pai para Israel, e Efraim é o meu primogênito.
Ouvi a palavra do Senhor, ó nações, e anunciai-a nas ilhas longínquas, e dizei: Aquele que espalhou a Israel o congregará e o guardará, como o pastor ao seu rebanho.
Porque o Senhor resgatou a Jacó, e o livrou da mão do que era mais forte do que ele.
Assim que virão, e exultarão no alto de Sião, e correrão aos bens do Senhor, ao trigo, e ao mosto, e ao azeite, e aos cordeiros e bezerros; e a sua alma será como um jardim regado, e nunca mais andarão tristes.
Então a virgem se alegrará na dança, como também os jovens e os velhos juntamente; e tornarei o seu pranto em alegria, e os consolarei, e lhes darei alegria em lugar de tristeza.
E saciarei a alma dos sacerdotes com gordura, e o meu povo se fartará dos meus bens, diz o Senhor.
Assim diz o Senhor: Uma voz se ouviu em Ramá, lamentação, choro amargo; Raquel chora seus filhos; não quer ser consolada quanto a seus filhos, porque já não existem.
Assim diz o Senhor: Reprime a tua voz de choro, e as lágrimas de teus olhos; porque há galardão para o teu trabalho, diz o Senhor, pois eles voltarão da terra do inimigo.
E há esperança quanto ao teu futuro, diz o Senhor, porque teus filhos voltarão para os seus termos.
Jeremias 31:1-17

Unknown disse...

A Bíblia garante que, no final dos tempos, o templo judeu será reconstruído em Jerusalém. A Bíblia relata que dois templos já foram construídos e destruídos. São eles:

O primeiro templo foi construído por Salomão e destruído em 586 A.C.
O segundo templo foi construído em 535 A.C. por autorização de Artaxerxes e destruído em 70 D.C. pelos romanos
Haverá então um terceiro templo judeu. O próprio Senhor Jesus assim disse em Mateus 24:15, referindo-se ao templo como o lugar santo:

Jesus disse em Mateus 24:15
"Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo; quem lê, atenda [a isso];"
Daniel 11:31
"E [na terra santa] braços serão colocados sobre ele, que profanarão o santuário e a fortaleza [espiritual], e tirarão o sacrifício contínuo [ofertas diárias de holocausto], estabelecendo abominação desoladora [provavelmente um altar para um deus pagão]."
2 Tessalonicenses 2:3-4
"Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia [ao menos que o grande e previsto dia da partida daqueles que professaram a fé para tornarem-se cristãos tenha chegado], e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição (condenação), O qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus."
Apocalipse 11:1-2
"E foi-me dada uma cana semelhante a uma vara; e chegou o anjo, e disse: Levanta-te, e mede o templo de Deus, e o altar [de incenso], e [o número dos] os que nele adoram. E deixa o átrio que está fora do templo, e não o meças; porque foi dado às nações, e pisarão a cidade santa por quarenta e dois meses.

Unknown disse...

O cenário do final dos tempos na Palavra de Deus exige que um Templo Judeu esteja erigido quando o Anticristo governar o mundo. Ele o profanará e o povo judeu será forçado novamente a deixar o Templo porque se manterá fiel a Deus e se recusará a adorar o Anticristo (Dn 9.27).

Em Seu Sermão no monte das Oliveiras (Mt 24-25), Jesus confirmou a profecia de Daniel. Ele chamou a profanação de “o abominável da desolação” e disse que ela ainda não havia acontecido (Mt 24.15).

Algum dia, o Messias, Jesus, voltará para Jerusalém e construirá Seu Templo nesse pedaço de terra (Zc 1.16; Zc 6.12); e, a partir desse Templo do Milênio, Ele governará o mundo (Zc 6.13). Esse templo é descrito em detalhes vívidos e precisos em Ezequiel 40-46. Nada que tenha sido construído até agora se encaixa na descrição de Ezequiel. Nem o Tabernáculo, nem o Primeiro Templo edificado pelo rei Salomão, nem mesmo o Segundo Templo que foi dedicado por Zorobabel e magnificamente restaurado por Herodes o Grande. Sequer a estrutura desenhada na prancha de projetos de hoje será aquele Templo; essa estrutura será o Templo da Tribulação; que deverá estar em funcionamento na metade do período de sete anos que se denomina “tempo de angústia para Jacó” (Jr 30.7).

Existe um obstáculo principal para a construção do Terceiro Templo: a edificação muçulmana cuja cúpula é coberta de ouro, o Domo da Rocha, que ocupa o monte do Templo. Não é uma mesquita, mas um edifício islâmico.

Algumas pessoas sugerem que um Templo Judeu poderia existir ao lado do Domo da Rocha, ambos partilhando do monte do Templo. Mas, falei com muitos líderes do movimento para a reconstrução que crêem que o Domo da Rocha terá que ser removido. Quando lhes perguntei como eles planejam fazer isso acontecer, disseram que não planejam. Eles pensam deixar esse detalhe para o Messias, mas querem estar prontos para começar a construção quando Ele abrir o caminho.

Você está preparado para o Arrebatamento da Igreja? Se está, viva pura e produtivamente para estar cheio de alegria quando ouvir o glorioso som da trombeta de Deus nos chamando para casa (1Ts 4.15-17). Acordo todas as manhãs com a expectativa de que este será o dia. À luz de tudo o que está acontecendo para a preparação de um Templo Judeu no monte do Templo, faríamos o certo se mantivéssemos nossos ouvidos bem abertos para o brado do Senhor, a voz do arcanjo e o chamado da trombeta de Deus

Unknown disse...

A sr. rodrigues que é o marcelo, conforme voce disse que temos diferença em nossas crenças, a minha esta alinhada com o autor do blog Julio Severo e claro com Cristo, portanto quem esta em desacordo aqui é voce e nao eu, e leia esta mensagem do blog do proprio julio Severo,
Para os cristãos que rejeitam Israel…
Exclusivo: Joseph Farah desmascara “doutrina maligna” se enraizando na igreja
http://juliosevero.blogspot.com.br/2012/04/para-os-cristaos-que-rejeitam-israel.html

marcelo victor disse...

Pare com essa idolatria com relação aos judeus, pois qualquer adoração que não seja ao Deus verdadeiro leva o homem à condenação eterna.
Ponha sua confiança unicamente em Jesus Cristo, o único caminho (que nos leva ao céu), a verdade e a vida eterna.
Fico imaginando o absurdo que seria Jesus assentado num trono terrestre (como o do Papa, por exemplo), reinando sobre os homens rebeldes (que O rejeitaram na primeira vinda) e construindo um templo para matar animais e oferecer sacrifícios mortos a Deus...que confusão antibíblica!!!
Saia disso enquanto é tempo!!!

"Derribai este templo e em três dias o levantarei...mas ele falava do templo do seu corpo" (Jo 2:19,21).

Ass. Rodrigues

Unknown disse...

o unico que esta idolatrando é voce, idolatrando o ensino errado e antibiblico que aprendeu, saia dessa enquanto e tempo e se volte para biblia, DEUS ama e sempre amara seu povo de Israel; e sobre seus pensamentos de como cristo vai reinar, se contente com que a biblia ensina, se rejeitaram na primeira vinda foi isso a salvaçao dos gentios, paulo mesmo fala, quanto mais vai ser sua aceitaçao, uma grande gloria, e sobre o templo e a biblia que diz e confirma, entao trate de se conformar com a biblia, DEUS e fiel e cumpre o que fala.
4 O qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus.(2.tes.2.4)
2 Exclua, porém, o pátio exterior; não o meça, pois ele foi dado aos gentios. Eles pisarão a cidade santa durante quarenta e dois meses. (ap.11.2)
"Assim, quando vocês virem ‘o sacrilégio terrível’, do qual falou o profeta Daniel, no lugar santo — quem lê, entenda — (mt.24.15)
E fala-lhe, dizendo: Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Eis aqui o homem cujo nome é RENOVO; ele brotará do seu lugar, e edificará o templo do SENHOR.
Ele mesmo edificará o templo do Senhor, e ele levará a glória; assentar-se-á no seu trono e dominará, e será sacerdote no seu trono, e conselho de paz haverá entre ambos os ofícios.
Zacarias 6:12,13
Ezequiel 40-46. Nada que tenha sido construído até agora se encaixa na descrição de Ezequiel. Nem o Tabernáculo, nem o Primeiro Templo edificado pelo rei Salomão, nem mesmo o Segundo Templo que foi dedicado por Zorobabel e magnificamente restaurado por Herodes o Grande. Sequer a estrutura desenhada na prancha de projetos de hoje será aquele Templo; essa estrutura será o Templo da Tribulação; que deverá estar em funcionamento na metade do período de sete anos que se denomina “tempo de angústia para Jacó” (Jr 30.7).
Jesus reinara em Israel e sera SENHOR e REI de Israel e toda Terra. amem

Anônimo disse...

Nobre Unknown,
Entendo sua forma de enxergar as coisas, mas temo em te dizer que possivelmente elas nao se sucederao exatamente como pensas, ainda que voce ache que estás sendo biblico.
Nao duvido que Deus, em Sua infinita misericordia, a use novamente para com os judeus como uma naçao etnica (para nao dizer que Ele já o faz dia-a-dia), mas, se assim for, provavelmente isso deverá ocorrer mediante muito sofrimento e dor, e nao para reinar nesta terra, pois, segundo a Biblia, Jesus Cristo já reina entre nòs, sem aparencia exterior (embora muitos nao reconheçam).
Assim sendo, estarei orando por voce e por todos os judeus, para que esse dia chegue e eles possam humilhar-se diante de Deus, para alcançar esta sorte que nos coube a nòs, os crentes.

Ass. Rodrigues

Anônimo disse...

Veja neste filme, como Ele reina:
https://www.youtube.com/watch?v=n2Q4k1gg5aE

Ass. Rodrigues

Unknown disse...

Prezado sr. Rodrigues, DEUS é Fiel e o fara, eu tenho uma linha de pensamento e voce tem outra, isso e normal, pois vai ser DEUS quem vai revelar todos os misterios que ainda nao sabemos e nao entendemos, e que DEUS abençoes a todos nos, senao vamos ficar postando aqui o ano todo, fica na paz e DEUS abençoes.

Anônimo disse...

Amem!

Ass. Rodrigues

Fernando Costa disse...

Nossa,três livros do Enrolado de parvalho. Está explicado o comentário abaixo. Melhor alienação não há.

Fernando Costa disse...

Cara,fico muito impressionado com o poder de persuasão do astrólogo. Você sofreu uma lavagem cerebral tão forte,que não percebe a contradições ambulante que se tornou.
Parece que você não deve possuir muito conhecimento histórico,faz parecer que o protestantismo é o "vilão" da história. Se você se esqueceu,a reforma surgiu em oposição a toda a apostasia que tomou a igreja da época. E os protestantes é que foram perseguidos,não ao contrário. Se temos motivos pra ser "anti-católicos" não é por razões bobas ou intolerantes,e sim, por que essa é a definição de protestante.
Já que você foi por esses caminhos,pelo menos seja um pouco coerente. Se declare logo como católico romano,assim você fica menos "anti-católico" .

Thiago disse...

Resposta a Fernando Costa.

Tá com raivinha por quê?

Você é Maçom?

Não acredita na Doutrina da Substituição?

Odeia a herança Católica da Reforma?

É um apoidor cego de Israel?

Ou deseja a reconstrução do templo em Jerusarlem para entronizar o Anticristo Maçônico?

Ou será apenas mais um SAFADO de um MAV, enraivecido por Olavo por este ter Destruído a Hegemonia da esquerda no país?

Você não passa de um
P-A-L-H-A-Ç-O!!!
Fernando Costa - um esquerdistazinho metido à besta.

Danielrfraga disse...

Deus não é mentiroso como seu adversário, satanás. O Senhor jurou abençoar a descendência de Abraão e que o Messias (Jesus) haveria de sentar no trono de David. Bem não quero aqui fazer escatologia ou tese. Mas para mim é muito claro que Israel atual está mergulhado, como no passado, no pecado e em idolatria (só muda os deuses, agora ideologias, aborto, homossexualismo, etc...não que inexistisse isso antes).
Mas ainda há descendentes anônimos fiéis ao Senhor (no tempo de Elias havia 7.500). Os atuais líderes estão comprometidos com a agenda da Nova Ordem Mundial, que prevê a 3ª Guerra Mundial (morticínio da 2/3 da população)e das cinzas dessa guerra surgirá o Anticristo mundial, pois sempre foi intento de satanás extinguir os judeus da face da Terra, para que Deus falhasse em preservar aos filhos de Abraão. Disso tudo, segundo Apocalipse temos a promessa que do povo restante será consagrado ao Messias (Jesus) 144.000 almas, por ocasião de sua segunda vinda E é mais expecífico ainda: 12.000 de cada Tribo. Então amigos, Israel é nação eleita, nunca foi os cristãos e nunca será. Nós somos gentios eleitos, salvos por Jesus Cristo (que era judeu)... e enxertados,pela graça de Cristo á Oliveira eterna, a nação Israelita. Amo a nação Israelita e se pudesse teria seu sangue correndo nas minhas veias. YHVW salvará Israel, só precisa por um tempo ainda...purificá-lo para Sua Honra e Glória Eterna. Paz a todos. Daniel Fraga.

marcelo victor disse...

Olhem só o perigo da doutrina dos judaizantes, o sujeito passa a querer ter sangue judeu e é capaz até de ir pra Israel receber transfusão sanguinia para se sentir merecedor de alguma coisa. Esse infeliz acaba virando uma especie de Michael Jackson, aquele que nasceu negro e queria ser branco (ou coisa parecida).

Nobre Daniel Fraga, carne e sangue não hedarão o reino dos ceus; nem por serem filhos de Abraao, os judeus incredulos sao israelitas, diz a Palavra de Deus (Romanos 9:7). Os que querem se salvar devem comer a carne e beber o sangue de Jesus Cristo pra ter parte com Ele, caso contrario, nunca verão a Deus.

Dê gloria a Deus, meu velho, por ter nascido do jeito que voce nasceu, pois Deus te quis assim e providenciou uma tao grande salvaçao pra voce, melhor do que muitos milhares de judeus que estao morrendo na incredulidade. Deixe os judeus que se acertem com o Senhor, pois, conforme nos mostra a Palavra, é por meio de muitas perseguiçoes, guerras e lutas que o homem chega ao conhecimento da Graça e pode alcançar a salvaçao.

Danielrfraga disse...

Marcelo Victor

Primeiro me chama de judaizante, depois de infeliz, depois de nobre e termina com "meu velho".
Você que se julga Cristão é uma raça perniciosa, perigosa até, típica da que Jesus condenou,os fariseus, belos por fora e podres por dentro, como sepulcros caiados. Se não tolera um comentário que "ofenda" sua estirpe, será melhor continuar no mundo, pois essa atitude ofensiva e desrespeitosa nada tem haver com o Jesus que conheço. Irmãos como você o Senhor vai dispensar aos milhares, quando separar o joio do trigo. Boa sorte!

Thiago disse...

Marcelito...

Não fique jogando suas pérolas para uma besta quadrada.

Os judeus VERDADEIROS, os SEFRADITAS, se converteram ao catolicismo em 1492 em Portugal. Nossos ancentrais portugueses receberam 350 mil judeus que seriam mortos na Espanha. A maioria virou católico, uma minoria endinheirada, 20 mil pessoas aprossimadamente, fugiu para a Holanda, se aliando aos CALVINISTAS e cooptando a MAÇONARIA aos seus interesses.

O judeu de hoje não é sefradita. Mais de 90% da população judia atual descendente do povo russo/ucraniano, da região chamada hoje de Ucrânia, Chechenia e Armênia, cuja etinia se denomina ASHKENAZI. O Rei do Império Khazar determinou que o povo se convertesse ao judaísmo por volta do ano 700 depois de Cristo, impondo a nova Religião aos seus súditos.

Esse camarada TEM sangue judeu em suas veias, assim como eu e você. O sangue do Israel ANTIGO corre nas veias dis portugueses e brasileiros (a maioria dos CRISTÃOS NOVOS virem colozizar a TERRA DE SANTA CRUZ, vulgo Brasil).

https://en.m.wikipedia.org/wiki/Khazar_theory_of_Ashkenazi_ancestry

http://thoth3126.com.br/o-reino-dos-khazares-parte-ii-final/

Julio Severo disse...

Thiago, você disse: “Os judeus VERDADEIROS, os SEFRADITAS, se converteram ao catolicismo em 1492 em Portugal.” Você se esqueceu de citar um PORMENOR: Os judeus foram obrigados a se converter ao catolicismo. A força desse proselitismo compulsório era a Inquisição católica, que saqueava os judeus e também os torturava e matava. Para evitar essa ditadura sanguinária religiosa, os judeus não tinham escolha: tinham de simular conversão, ou morrer.

marcelo victor disse...

Caro Thiago,
Agradeço sua aula e admiro seu conhecimento de historia. Como voce viu, eu apenas quis mostrar a esse cidadao o perigo de nos afastarmos da cruz de Cristo, como a unica esperança de salvaçao para judeus e gentios, independentemente de cor, raça, tribo, naçao e lingua.
Vejo, com pesar, esses movimentos judaizantes que estao arrastando centenas de pessoas pra longe do Filho de Deus, induzindo-lhes, por exemplo, a acreditarem que Jesus é um nome falso do Messias (entre outras coisas semelhantes).
Mas, enfim, quem sou eu pra mudar a cabeça de alguém? Se ele quer mudar seu sangue, seu nome, sua aparencia, sua lingua e sua patria, o dinheiro é dele, o tempo é dele e a vida é dele.
Quanto à minha pessoa, sei que serei salvo somente pela misericordia de Deus, pois, se depender das minhas forças e das minhas condiçoes, a condenaçao é certa. Todavia, meu velho, aceito as criticas e procuro aprender com elas, pois as minhas crenças podem estar equivocadas (enquanto há vida, há esperança).
Espero que o Daniel me perdoe por ter dito a verdade (da Biblia, nao a minha)!

Deus te abeçoe, grande Thiago!!!

Julio Severo disse...

Thiago, Portugal impôs a Inquisição sobre os judeus também, até no Brasil. Há vários livros sobre como a Inquisição roubava e matava judeus no Brasil. Agora, a ideia de que o problema maior seria judeus com maçonaria se aliando a calvinistas faz parecer, pelas palavras que você usou, que os judeus inventaram a bruxaria e qualquer um que se aliasse a eles estaria facilitando a bruxaria. Nessa perspectiva, os católicos estariam certos, pois eles não davam nenhuma liberdade aos judeus, e os calvinistas e outros protestantes estariam errados, pois davam liberdade excessiva aos judeus.

Ora, os judeus não criaram a bruxaria. Além disso, havia e há várias ordens ocultas dentro da Igreja Católica. Certa vez, um líder católico que visita frequentemente o Vaticano me disse pessoalmente: “Satã habita no Vaticano.”

Sim, a Igreja Católica, que sempre foi hostil aos judeus, tem problemas de satanismo em seu próprio coração. Aliás, a Inquisição foi 100 por cento satânica, pois fazia exatamente a vontade do diabo: matar, roubar e destruir.

Jesus veio para dar vida.

Entre a posição católica (que matava, roubava e destruía os judeus) e a posição protestante (que dava liberdade aos judeus, sendo que os EUA de vasta maioria protestante eram símbolo da liberdade evangélica aos judeus), prefiro ficar com o lado evangélico.

Thiago, o catolicismo sempre anda com o sincretismo, que envolve também bruxaria. Conheci inúmeros católicos envolvidos em bruxaria.

Thiago disse...

A questão Vaticano - Satanismo, foi imposta por maçoms, culminando no Vaticano II.

DURANTE TRÊS SÉCULOS O PAPADO LUTOU CONTRA ESSA INFILTRACAO.

Mas capitulou no Papado de João XXIII.

Existem profecias de santos católicos que avisaram sobre esse tempo que viria. Os católicos sabem que no final dos tempos o Papado seria uma Babilônia ecumênica guiada pela Maçonaria.



Julio Severo disse...

Ah, Thiago! Pelo amor de Deus! Para com essa conversa fiada de “infiltração”! Isso é conversa de adepto de seita. Os problemas de satanismo no catolicismo são antigos, mas pelo visto, você pretende atribuir toda a culpa do nos judeus. Você sobre uma tremenda lavagem cerebral. Pare de ler o que você está lendo e leia somente a Bíblia. Confesso que não estou te reconhecendo mais. Tempos atrás, você era alguém que buscava, e agora você se porta como se conhecesse a verdade. NÃO! A fonte do ódio católico antecede a tudo isso que você disse, crendo eles que os judeus são assassinos, culpados de matar Jesus e, portanto, merecedores de todos os castigos possíveis. Essa teologia maldita, é claro, fez vista grossa ao fato de que Jesus foi morto pelos romanos que usaram seu método romano habitual para matar quem não fosse romano: a crucificação. Agora, olhe para o nome oficial da igreja que passou séculos odiando os judeus: Igreja Católica Apostólica Romana. Coincidência?

Thiago disse...

Julio,

Gosto muito de você, sou evangélico como você, mas...

Pesquise como a Maçonaria se infiltrou no nosso meio. Infelizmente o grande problema é a infiltração Maçônica, vc sabe o porquê?

Porque ela envenena a teologia das igrejas com seu Liberalismo e seu Ecumenismo... principalmente com religiões não cristãs.

Thiago disse...

A Infiltração Maçônicas, seus valores disceminados nos seminários e tambem pessoas infiltradas em cargos estratégicos para comandar as instituições cristãs:

Princípios Maçônicos:

O casamento do Liberalismo Teológico com Ecumenismo com todas as tradições religiosas dá à luz a quê?

Ao Relativismo e ao Indiferencismo ("todos os acaminhos levam à Deus" - Lema dos Maçons - LOBOS EM PELE DE CORDEIROS, como padres e pastores enviados para destruir o suposto fundamentalismo cristão).

Essas ideais maçônicas corroem as certezas absolutas dos demais sacerdotes e fiéis.

Com esse enfrequecimenro, não se denuncia nem se combate mais o pecado, pois a dúvida corrói a fé do cristão, sua base, seu sustentáculo. Abalabos fundamentos do Cristianismo, o proximo passo da máfia é impreguinar nas doutrinas das mesmas ideias imundas.

Qual é o resultado de tudo isso?

Igrejas fracas, fies descrentes, ou fieis fracos pois não lhes orientam sobre a contaminação do pecado.

Resultado:

Papa rezando em Mesquita.

Católicos Espíritas.

Igrejas Protestantes Históricas apoando casamento gay e aborto.

Igrejas Historicas e o Conselho Mundial das Igrejas, braço da ONU.

E.....

Lobos devoradores fazendo comércio com a Palavra do Altíssimo, pois não têm temor, exploram o fraco, areancam o coro do pobre, fazem barganha com Deus.

A FÉ CRISTÃ ESTA CORROMPIDA!

marcelo victor disse...

Os judeus, tanto quanto os demais povos, sao culpados pela morte de Cristo, pois foi por causa dos pecados de toda a humanidade que Cristo morreu. Mas a Biblia tambem nos revela algumas coisas interessantes sobre a morte de Cristo.

Os romanos crucificaram Jesus, mas os judeus tinham a lei e os profetas, e, sem analisa-los corretamente (e por inveja), O entregaram aos pagaos.

Ao dizer que eles proprios nao podiam matar Jesus, os judeus deixaram claro que, se pudessem, eles proprios O teriam matado, exatamente como fizeram com os profetas do passado.

Temos, entao, a sequencia dos acontecimento: Judas (um judeu) traiu e entregou Jesus aos sacerdotes (todos judeus). Esses, condenaram Jesus à morte e O entregaram aos romanos (nao judeus).

Pilatos (nao judeu), quando O julgava, disse que nao via pecado n'Ele, lavando as maos e ouvindo de Jesus as seguintes palavras: "...aquele que me entregou a ti maior pecado" (Jo 19:11). Tais palavras parecem sugerir que o pecado dos judeus foi maior do que o dos romanos, fato que, por certo, serà requerido daquela geraçao de judeus no Dia do Juizo.

Pilatos, ao ouvir o povo clamar para que Jesus fosse crucificado, aquietou-se e quis agradar os judeus, mesmo podendo contraria-los, os quais diziam: "Que o sangue desse homem cai sobre nòs e nossos filhos!".

Assim sendo, numa analise mais detalhada, o sangue de Jesus parece estar nas mãos de todos eles, embora nao possamos negar que Jesus tenha feito distinçao entre os pecados de cada qual (At 4:27).

Por isso, creio que haja diversas vantagens em ser judeu, como aponta a Biblia (Rm 3:1-2 e Rm 9:4), porem a responsabilidade tambem é maior, a qual, a meu ver, jà é requerida em vida dos responsaveis e tambem serà levada em conta por ocasiao do Juizo Final. A Biblia diz que aquele que soube a vontade de seu senhor e agiu contrariamente a ela com mais açoites será castigado (Lc 12:47-48).

Com relaçao ao catolicismo romano, creio que a principal razao do visivel odio que o papado nutre pelos judeus é o fato dos mesmos nao se curvarem (com razao) diante das doutrinas pagas que a idolatria romana pratica. Rejeito a ideia de que o catolicismo romano surgiu da igreja primitiva, ao contrario, entendo que os idolatras mataram os nossos irmaos crentes ("nao pouparam o rebanho", como disse Paulo).

Fernando Costa disse...

Kkk Você é engraçado cara. Eu já esperava que você não me responde se e que fugiria do assunto,mas essa teoria da conspiração que você criou entorno de mim é fascinante.
Eu não sou esquerdista,se não concordar com a igreja católica torna se alguém esquerdista,então podemos concluir que o Julio,Ronald Reagan,Eu e tantos outros protestantes,somos automaticamente de esquerda. Acho que essa afirmação não procede.
O que seria a "herança católica da reforma" ? Você está precisando seriamente verificar sua sanidade.

Fernando Costa disse...

Eu concordo com o que defendeu o comentarista "Unknow" . Os judeus ainda estão debaixo da promessa de Deus,assim como todos os que aceitarem a Jesus como seu salvador. É irracional imaginar que Deus tenha regeitado os Judeus depois de toda a história desse povo com ele.
PS : Agora o novo ataque dos católicos a fé protestante, parece ser essa idéia de afirmar que somos maçons. Foi se o tempo de argumentos coerentes ...

marcelo victor disse...

"Herança catolica da reforma" quer dizer a influencia maligna dos dogmas da idolatria romana, demonstrada por suas condutas, os quais, apesar de terem ido bem longe nas reformas que promoveram, ainda trouxeram marcas indeleveis do passado (arraigadas na pessoa dos reformistas), coisas que perduram até o dia de hoje e contaminam a maior parte das igrejas protestantes.

Muitas igrejas protestantes praticam e defendem, com unhas e dentes, heresias pagãs ensinadas no catolicismo, tais como:
- adoraçao de imagens (nas igrejas protestantes, as imagens falam),
- trindade satanica, criada pra diminuir a importancia de Jesus Cristo (o verdadeiro Deus e a vida eterna), seguido de adulteraçao das Escrituras (1 Jo 5:7),
- imortalidade da alma (para dar legalidade ao purgatorio e diminuir a importancia da ressurreiçao),
- batismo infantil (seguido, necessariamente, da crisma, ou seja, de algo inventado e que nao tem qualquer fundamento biblico),
- batismo em nome da trindade (desvirtuando o batismo apostolico realizado em nome do Senhor Jesus, o Cristo); e outros paganismos.

Essa herença maldita é responsavel pela expressao: "a mãe e suas filhas", as quais vão juntas pro LAGO DE FOGO.

Sobre o pecado da idolatria, deixo as seguintes palavras:
"Por Deus ser Espírito, é tanto pecado quanto tolice fazer qualquer imagem ou desenho de Deus (Ex 20.5; Dt 5.8,9). Nossas mãos são tão incapazes de formar uma imagem dele ou desenhá-lo como são incapazes os nossos olhos de vê-lo. Que a proibição de fazer imagens de Deus para adorar ou ajudar na adoração é para todos os povos e de todos os tempos é clara, pois Ele julgará tanto o Seu povo quanto os pagãos por fazerem isto (Is 40.18-26; Rm 1.21-25). Tais pessoas que fazem as imagens e desenhos, reais ou imaginativos, são tão estúpidas quanto as imagens que fizeram (Sl 115.4-8)".

marcelo victor disse...

Uma boa refutaçao à TRINDADE SATANICA:
https://www.youtube.com/watch?v=FIm69rF9eZk