26 de janeiro de 2016

Quer ficar mais jovem por mais tempo? Tenha mais filhos! Mulheres com mais filhos têm telômeros mais longos — sinal de longevidade


Quer ficar mais jovem por mais tempo? Tenha mais filhos! Mulheres com mais filhos têm telômeros mais longos — sinal de longevidade

Lizzie Parry
Quantos mais filhos uma mulher tem, menos probabilidade o corpo dela terá de sucumbir aos efeitos do envelhecimento, acreditam os cientistas.
Mulheres que têm mais filhos vivos têm, conforme constatação, telômeros mais longos, um novo estudo indicou.
Os telômeros são pontas protetoras que se acham no final de cada fio de DNA, e dão indícios sobre envelhecimento celular.
Telômeros mais longos são integrais para a reprodução celular, e são associados com a longevidade.
Pesquisadores na Universidade Simon Fraser na Columbia Britânica avaliaram o número de filhos nascidos para 75 mulheres de duas comunidades indígenas rurais vizinhas na Guatemala, e o comprimento dos telômeros delas.
O comprimento dos telômeros das participantes foi medido em dois pontos no tempo, com 13 anos de diferença, por meio de amostras de saliva e exames bucais — um modo de coletar DNA de dentro da bochecha.
Esse é o primeiro estudo a examinar a ligação direta entre o número de filhos e redução de telômeros em seres humanos com o tempo.
Pablo Nepomnaschy, professor de ciências de saúde que conduziu o estudo, disse que as descobertas de sua equipe contradizem a teoria de história de vida, que prediz que produzir um número mais elevado de filhos acelera o ritmo do envelhecimento biológico.
Ele disse: “O ritmo mais lento de diminuição de telômeros revelado nas participantes do estudo que têm mais filhos, porém, pode ser atribuído ao aumento dramático em estrogênio, um hormônio produzido durante a gravidez.
“O estrogênio funciona como um antioxidante potente que protege as células contra a diminuição de telômeros.”
O ambiente social que as participantes do estudo vivem pode também ter influenciado a relação entre seus esforços reprodutivos e o ritmo de envelhecimento, disseram os cientistas.
O professor Nepomnaschy disse: “As mulheres que seguimos durante o curso do estudo foram de populações de fertilidade natural onde mulheres que têm muitos filhos recebem mais apoio social de seus parentes e amigos. Maior apoio leva a um aumento de energia metabólica que pode ser distribuída para a manutenção de tecidos, assim reduzindo o processo de envelhecimento.”
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4 comentários :

MARIA disse...

Contudo, a mulher será restaurada dando à luz filhos, desde que permaneçam na fé, no amor e na santidade, com bom senso. 1Tim 2:15

Anônimo disse...

Não critico quem queira filhos ou muitos filhos. É essencial para a continuidade da raça humana. Contudo, o contexto terrestre atemoriza e aterroriza dar a este mundo perdido crianças inocentes para sofrimentos e provações. E o que se vê no horizonte é a possibilidade de uma terceira guerra mundial, o Armagedon, Apocalipse tal qual descrito biblicamente com bilhões de mortos (Guerra nuclear).
Que as crianças que Deus prometeu a mim fiquem para o mundo Vindouro.

Anônimo disse...

Não foi à toa que os moedinhas criaram o feminismo, feminismo=morte.

ELISEU disse...

Não sei se a minha opinião vai ser muito apropriada (ou muito pertinente) para o assunto deste artigo, mas eu vou dizer exatamente o que eu penso (me corrijam se eu estiver errado).

Alguém, certa vez, disse uma coisa muito certa: "O mundo será o que forem as suas famílias". Um dos pilares da manutenção da família é o casamento. Se o casamento é destruído, a família também será (e as conseqüências serão nocivas tanto para a família em si, como também para o mundo inteiro).

O que acontece hoje? Devido à propagação (e à promoção) do homossexualismo, do feminismo, e também de todo tipo de imoralidade em todo o mundo (inclusive aqui no Brasil), a própria estabilidade da família já está seriamente ameaçada. Em outras palavras: o próprio conceito de família já foi totalmente distorcido do seu sentido original. Família, segundo alguns dicionários, significa "casal formado pela união de um homem com uma mulher (e dos filhos resultantes dessa mesma união)". Por isso, uma dupla de homossexuais (2 homens ou 2 mulheres) jamais poderá ser vista como casal ou família. É somente dupla (e nada mais)!

Muitas mulheres (principalmente as defensoras do feminismo) simplesmente abominam a idéia do casamento (e, conseqüentemente, de constituir família). Tanto que teve uma que me disse sem a mínima cerimônia: "Para que eu vou passar o resto da minha vida com um homem controlando a minha vida (e com crianças para me dar preocupação)? Eu quero ser independente, viver intensamente (sem ter que dar satisfação da minha vida a ninguém), alcançar a minha realização profissional (e financeira), não quero ficar submissa a ninguém! Casamento e filhos? Nem em sonho!". A moda hoje é "ficar", ou seja, ter um relacionamento despretensioso (sem qualquer tipo de responsabilidade ou compromisso). Em outras palavras: não está mais existindo nenhum desejo de se constituir família.

A diminuição do número de casamentos (e também de famílias constituídas) tem trazido conseqüências graves em todo o mundo: mais homens solteiros, mais mulheres solteiras, mais gays, e mais lésbicas. Isso sem contar os divórcios, e também as crianças que nascem ou crescem em lares desfeitos ou desajustados (além das que vivem em outras famílias, por serem filhos de pais separados).

Mas o pior disso tudo é a queda da taxa de natalidade. Só para que todos daqui tenham uma idéia da gravidade do problema, a China já está começando a sentir na própria pele as conseqüências do rígido controle de natalidade imposto a todos os seus cidadãos: está havendo falta de pessoas no mercado de trabalho. Além da China, alguns especialistas já alertaram que a Europa está passando por um processo muito rápido de envelhecimento populacional (inclusive já há casos de alguns países europeus com um alto índice negativo de novos nascimentos). E a tendência, pelo jeito, é que esta situação continue a se agravar cada vez mais (caso não seja tomada nenhuma providência imediata).

Diante de tudo que foi mostrado aqui, eu pergunto a todos:

– O que podemos fazer para mudar (ou tentar reverter) este quadro?

– O que podemos fazer para salvar o casamento e a família (que, como já se ouviu dizer por aí, são consideradas por muitos como instituições falidas)?

Espero uma resposta sensata de alguém daqui na primeira oportunidade.

P.S: Se alguém daqui quiser se manifestar, esteja à vontade