18 de janeiro de 2016

Ignorância da Bíblia, corrupção do clero católico e Inquisição na Inglaterra antes da Reforma


Ignorância da Bíblia, corrupção do clero católico e Inquisição na Inglaterra antes da Reforma

Falta de conhecimento da Bíblia como causa de corrupção generalizada e censura mortífera

Julio Severo
Em pleno século XXI e especialmente no movimento pró-vida e conservador, não faz sentido nenhum defender a Inquisição, tema extremamente divisivo e que em nada contribui para a causa pró-família. Mas desde 2013 tenho visto a Inquisição, que torturava e matava judeus e evangélicos, sendo apaixonadamente desculpada e até mesmo defendida por alguns católicos. Confira estes artigos “A inquisição, o papa e o suspiro de alguns católicos ‘conservadores’” e “Um ativista pró-vida pode defender a Inquisição?” de 2013 e este outro de 2015, onde o autor atribui efeitos praticamente “anestésicos” nas vítimas das fogueiras da Inquisição. Confira também minha comunicação com o escritor católico americano Theodore Shoebat, que disse: “A Inquisição foi necessária para proteger o povo da Espanha e Portugal, e da América Latina, da tirania pagã.” (Para entender mais sobre o caso Shoebat, veja as declarações dele aqui e meu artigo “Uma Inquisição Mundial para Matar Homossexuais?”)
Após essa defesa da Inquisição, vejo-me na obrigação cristã de expor a verdade, pois só a verdade liberta.
Estou lendo o livro “The History of Religious Liberty” (A História da Liberdade Religiosa), escrito pelo Dr. Michael Farris, fundador da prestigiosa Home School Legal Defense Association (Associação de Defesa Legal da Educação Escolar em Casa), que é a maior associação de educação em casa do mundo. Esse excelente livro, que também trata da Inquisição e tortura e morte de cristãos em fogueiras, pode ser adquirido, em sua versão impressa em inglês, no WND (WorldNetDaily), neste link. Para comprar a versão em Kindle, clique aqui.
“The History of Religious Liberty,” recomendado pelo WND, que é um dos maiores sites conservadores do mundo, deveria ser lido por todos os que querem entender o preço sangrento da liberdade religiosa na Inglaterra. Isso grandemente beneficiou os EUA.
Em determinado trecho desse livro, me lembrei do Brasil, que tem, em grande escala, o mesmo problema descrito pelo Dr. Farris e que ocorria de forma abundante na Inglaterra antes da Reforma protestante 500 anos atrás. Ele conta sobre um poderoso cardeal que tinha quase tanto poder na Inglaterra quanto o próprio rei.
O Dr. Farris diz:
“[O ultrapoderoso cardeal Thomas] Wolsey tinha incrível poder e riquezas… Ele foi ordenado padre e se tornou capelão no palácio real em torno do ano 1507. Ao longo do caminho, Wolsey ajuntou uma fortuna estupenda que rivalizava com a fortuna do rei. Parte dessa fortuna veio da prática de conceder cargos múltiplos para os principais clérigos católicos. Desses cargos, ele obtinha parte de múltiplos salários. Enquanto mantinha cargo no governo, Wolsey tinha simultaneamente posições na Catedral de Hereford e nas dioceses de Limington, Redgrave, Lydd e Torrington, entre outras. Isso não significa que Wolsey estava ocupado pregando ou pastoreando essas congregações ou dioceses; a prática comum era similar à de um senhorio ausente: coletando salários lucrativos enquanto dava pouco, se é que dava, serviço direto. Wolsey não era o único que tinha essa prática. Por exemplo, a diocese de Worcester era um dos bispados mais abusados da Inglaterra. Poucos de seus bispos principais haviam vivido ali desde 1476, e depois de 1512 ‘a diocese havia tido três bispos italianos, que viviam folgados em Roma, mas nunca haviam colocado o pé na Inglaterra. Apesar disso, esses bispos recebiam salários gordos.’”
“Em 18 de novembro de 1515, Wolsey foi consagrado cardeal numa cerimônia na Abadia de Westminster e só um mês mais tarde, em 24 de dezembro, ele foi empossado como Juiz Supremo — o cargo mais elevado da Inglaterra depois do cargo do rei. Diz-se que “o poder dele com o rei era tão grande que o embaixador veneziano disse que ele agora podia ser chamado de ‘Ipse rex’ (o próprio rei).”
O Dr. Farris explica então a causa dessa corrupção:
“A Bíblia era essencialmente desconhecida numa nação em que a Igreja Romana era tão dominante que os rendimentos anuais do papa na Inglaterra eram comparáveis aos rendimentos do rei. Até mesmo o clero era em grande parte analfabeto na Bíblia.”
Em outras partes de seu excelente livro, Farris mostra que cristãos ingleses que tentavam traduzir a Bíblia para o inglês eram torturados e mortos na fogueira. Cristãos que tentavam pregar a Bíblia para o povo também sofriam o mesmo destino. A Igreja Católica mantinha o povo na ignorância pregando a Bíblia somente em latim, língua que o povo não entendia. Farris explica como um padre foi condenado à fogueira por pregar a Bíblia ao povo:
“No começo de 1529, um padre chamado Thomas Hitton foi preso por heresia depois de pregar em Kent. Ele foi interrogado — podemos presumir que sem misericórdia — e confessou ter contrabandeado do continente europeu para a Inglaterra um Novo Testamento em inglês. Ele foi condenado pelo arcebispo Warnham e pelo bispo Fisher. Por prática comum, a condenação eclesiástica foi efetuada pelas autoridades seculares para manter o fingimento de que a Igreja Católica não derramava sangue. Em 23 de fevereiro de 1529, Hitton foi queimado na estaca em Maidstone. Os que professavam amar e servir a Deus de modo cerimonioso executaram outro homem que professava ser cristão. Eles fizeram a execução com uma morte lenta, agonizante e brutalmente dolorosa — tudo com o objetivo expresso de enviar este ‘herético’ direto para as chamas do inferno.”
Depois de Wolsey, Thomas More foi nomeado Supremo Juiz da Inglaterra em 1529. De acordo com Michael Farris, More se regozijou ao ver um homem condenado à fogueira pelo único “crime” de possuir um Novo Testamento de Tyndale. Segundo Farris, o sanguinário More disse:
“E agora o espírito do erro e da mentira levou essa alma desgraçada consigo direto da chama temporária para a chama eterna.”
Na sua obsessão de impedir o povo de ter acesso a Bíblia, More perseguia de modo especial quem tentasse traduzi-la para o inglês. Ele foi um grande perseguidor de William Tyndale, cuja tradução da Bíblia foi base para a famosa Versão do Rei James (King James Version), usada pelos povos de língua inglesa desde o século XVII.
De acordo com Farris: “More queria que todos fossem ignorantes da Palavra escrita de Deus para que nunca duvidassem da Igreja Católica em questão alguma.”
Para More, Tyndale era um “herético” digno da fogueira, pois ao traduzir o Novo Testamento ele havia “corrompido” algumas palavras da Bíblia. Entre as palavras, Michael Farris destaca a palavra “amor.” Farris comenta:
“A discussão sobre a palavra grega ágape tinha implicações sérias para as práticas católicas. Traduzida ‘caridade,’ como More desejava, a palavra tem implicações financeiras claras. Se Tyndale está correto, e a palavra for traduzida como ‘amor,’ então 1 Coríntios 13 indica que o dever mais elevado do cristão é amar os outros em vez de dar ofertas de caridade para a Igreja Católica.”
Farris então mostra como Tyndale se defendeu por não usar a palavra “caridade” no lugar de amor:
“Em todos os seus escritos, ele demonstra como as cerimônias que a Igreja Romana argumenta foram reveladas por Deus para as autoridades católicas são compreendidas melhor como oportunidades para o clero fazer dinheiro. A venda de indulgências é, entre essas práticas, a mais conhecida. A Igreja Católica nega às pessoas a liberdade de conhecer a Palavra de Deus, sugere Tyndale, porque se elas pudessem lê-la por si mesmas elas parariam de pagar pelos serviços religiosos que são contrários ao ensino da Bíblia.”
É evidente que o clero católico inglês mantinha o povo deliberadamente na ignorância para explorá-lo financeiramente. E a Bíblia diz que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Nenhum papa, cardeal ou bispo é imune a esse mal.
Isso me faz recordar que a ganância da Igreja Católica, como explicou o neocon católico Cliff Kincaid, tem sido uma das grandes causas da invasão de “imigrantes” islâmicos no EUA. Segundo Kincaid, a Igreja Católica lucra diretamente milhões de dólares com essa invasão.
Sobre ignorância e corrupção, é interessante observar que a maioria dos atuais políticos petistas corruptos do Brasil tiveram um histórico com a Igreja Católica, especialmente nas comunidades eclesiais de base com sua Teologia da Libertação. Aliás, é opinião geral comum que a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) ajudou a fundar o Partido dos Trabalhadores (PT), o partido socialista que hoje governa o Brasil.
A ignorância do católico brasileiro vai muito mais longe do que ter um apego excepcionalmente grande à Teologia da Libertação. É um apego também a falsificações históricas e religiosas. Enquanto Michael Farris diz que a execução dos “heréticos” na fogueira era uma morte lenta, agonizante e brutalmente dolorosa, o filósofo Olavo de Carvalho desmente tudo isso dizendo:
“Até mesmo na imagem popular das fogueiras da Inquisição a falsidade domina. Todo mundo acredita que os condenados ‘morriam queimados,’ entre dores horríveis. As fogueiras eram altas, mais de cinco metros de altura, para que isso jamais acontecesse. Os condenados (menos de dez por ano em duas dúzias de países) morriam sufocados em poucos minutos, antes que as chamas os atingissem.”
Em contraste com a versão romântica oferecida por Carvalho, Farris escreveu que em 9 de fevereiro de 1555, o bispo protestante John Hooper foi executado por “heresia.” Farris diz:
“O fogo havia queimado suas pernas e ele só ficou com tocos do que sobrou. Ele permanecia orando em angústia. Um de seus braços acabou caindo de queimado. A tortura infernal durou 45 minutos antes que Hooper, retendo consciência o tempo inteiro, finalmente sucumbiu às chamas brutalmente lentas.”
Farris também disse:
“Perotine Gosset, junto com sua mãe e irmã, foi condenada por heresia no verão de 1556 em Guernsey, nas Ilhas do Canal. Perotine não havia revelado às autoridades que ela estava grávida. O calor das chamas fez com que ela desse à luz um filho vivo, que foi arrancado das chamas pelos espectadores. O xerife agarrou o bebê e o jogou de volta à massa em chamas de madeira e carne humana. A aparente razão dele era que o bebê havia estado na mãe quando ela foi condenada a morrer, e assim a sentença de morte também se aplicava a ele.”
A execução de “heréticos,” por morte na fogueira, era realizada nas infames estacas. Farris registra em seu livro muitas de tais execuções na fogueira. A palavra “execução” aparece cerca de 100 vezes no livro de Farris.
Ele diz que entre 1506 e 1519, a Igreja Católica na Inglaterra queimou na estaca 22 seguidores de John Wycliffe (1328-1384), que fez a primeira tradução da Bíblia para o inglês.
Farris conta que em 1529, Thomas More torturou e executou John Tewkesbury na fogueira, por seguir a Bíblia.
De acordo com Farris, More realizou muitas execuções semelhantes. Farris disse: “More defendeu suas muitas execuções descrevendo os ‘heréticos’ que foram ‘com justiça’ queimados na estaca.”
Na opinião de Carvalho, quem mente sobre as execuções horrendas promovidas pela Igreja Católica 500 anos atrás não é ele, mas sim os americanos. Ironicamente, ele não vive mais no maior país católico do mundo (o Brasil). Ele vive no maior país protestante do mundo, bem no Cinturão Bíblico. Mesmo assim, ele diz:
“Esclareço: O mito da Inquisição foi A MAIS VASTA E DURADOURA CAMPANHA DE CALÚNIA E DIFAMAÇÃO DE TODOS OS TEMPOS, DURA ATÉ HOJE, COM FINANCIAMENTO MILIONÁRIO, E PARECE QUE NÃO VAI ACABAR NUNCA. QUEM A INVENTOU NÃO FORAM ILUMINISTAS NEM COMUNISTAS. FORAM PROTESTANTES, QUE CONTINUAM A PROMOVÊ-LA ATÉ AGORA, TENDO COMO CENTRO IRRADIANTE AS IGREJAS DOS EUA. Isso é um fato histórico que nenhum historiador profissional hoje em dia desconhece, e não tem nada a ver com ‘debates teológicos.’”
Num comentário de outubro de 2015, o Sr. Carvalho disse que os protestantes anti-Inquisição são piores do que a KGB. Com sua linguagem habitual de afirmar que ele é apoiado por “fatos históricos, abundantemente conhecidos…” (quando na realidade ele não apresenta nenhuma fonte confiável e mascara seus argumentos fracos com um pseudo-intelectualismo), ele disse:
“É fato histórico hoje abundantemente conhecido que a ‘lenda negra’ da Inquisição foi de cabo a rabo uma invenção de protestantes, não de iluministas ou comunistas. E é fato que essa lenda foi e é ainda a mais vasta, maliciosa, mentirosa e pertinaz campanha de calúnia e difamação já registrada na História. Dura há quinhentos anos, estende-se por todo o mundo ocidental e não dá o menor sinal de querer parar. A KGB nunca realizou nada DESSE tamanho. Gostem ou não gostem, essa é a realidade.”
Aparentemente, só por ser protestante americano Michael Farris estaria envolvido num suposto “mito” e “campanha de difamação” contra a Inquisição e suas execuções. Fico imaginando se Carvalho também incluiria o Rev. Franklin Graham, presidente da Associação Evangelística Billy Graham, que disse sobre a Inquisição: “Muitas pessoas na história usaram o nome de Jesus Cristo para fazer coisas malignas para realizar seus próprios desejos. Mas Jesus ensinou paz, amor e perdão. Ele veio para dar Sua vida pelos pecados da humanidade, não para tirar a vida de ninguém.”
Ignorância da Bíblia e do Evangelho é a maior causa dessas confusões, inclusive do papel inegável da Igreja Católica no Brasil promovendo um marxismo teológico que tem feito imenso sucesso no Brasil nos últimos 50 anos.
Menos Bíblia significa mais ideologia, mais ganância e mais corrupção. Se a Igreja Católica no Brasil ensinasse seu povo a se dedicar à Palavra de Deus, haveria pouco ou nenhum espaço para a ideologia marxista, e o PT nunca teria sido fundado. E a CNBB seria uma pregadora do Evangelho, não uma pregadora de ideias socialistas.
Não se pode, pois, atribuir toda a corrupção epidêmica no Brasil exclusivamente ao marxismo e aos petistas. Como bem mostrou Michael Farris, séculos antes de existir marxismo, a corrupção e a ganância do clero católico na Inglaterra eram coisa de invejar a qualquer petista moderno. Os petistas só não chegaram a queimar na fogueira os verdadeiros seguidores de Jesus.
Não é coincidência também que todo o atual escândalo de corrupção petista está ocorrendo no maior país católico do mundo. Em muitos aspectos, isso lembra os escândalos expostos por Farris. Como disse Salomão em Eclesiastes há 3 mil anos, não há nada novo debaixo do sol.
Logo que a Inglaterra se desfez do domínio de um clero católico que a controlava com ganância e abraçou a Reforma protestante com sua prática de leitura da Bíblia, a nação prosperou intensamente, se tornando o Império Britânico. Mas a abertura da Inglaterra à Bíblia não foi total. Onde foi total, houve maior prosperidade, e os Estados Unidos, onde a Bíblia era o livro nacional principal, se tornou um império muito mais importante e poderoso do que o Império Britânico.
Thomas More, o assassino que tinha uma câmara de tortura no porão de sua casa para arrancar confissões de suas vítimas “heréticas,” acabou sendo condenado e executado por intrigas políticas. A Igreja Católica o transformou em “santo” e “mártir.” Ele deixou este mundo com um rastro de protestantes torturados e mortos. O foco de sua vida era a religião católica, não obediência a Deus por meio da Bíblia.
William Tyndale, considerado por Michael Farris um dos precursores da liberdade religiosa nos EUA, era ferozmente combatido por More e foi condenado à morte na fogueira como “herético.” Tyndale deixou este mundo sem nunca ter torturado e matado um único católico ou discordante religioso. O foco de sua vida era Jesus e Seu Evangelho.
Esse é o próprio exemplo dos apóstolos de Jesus, que eram conhecidos por pregar o Evangelho com uma dedicação tão grande que eles estavam dispostos a morrer por ele, não a matar no nome dele.
Ignorância da Bíblia leva inevitavelmente à corrupção generalizada e à Inquisição — censura total e mortífera contra os verdadeiros seguidores de Jesus Cristo.
O acesso à leitura da Bíblia é fundamental para a libertação de um povo das trevas do ateísmo e da religião. Todos os primeiros presidentes dos Estados Unidos eram leitores assíduos da Bíblia. Alguns a liam nos originais grego e hebraico. Outros foram também presidentes de sociedades bíblicas, cuja missão era facilitar o acesso e leitura da Bíblia e a evangelização dos povos.
A decadência moral e espiritual da Inglaterra e EUA hoje se deve, coincidentemente, ao fato de que essas duas nações abandonaram, entre suas lideranças políticas e suas populações, a prática da leitura e obediência da Bíblia, cujo acesso foi adquirido para ingleses e americanos por Tyndale e outros com preço de sangue e martírio.
Leitura recomendada:

21 comentários :

Malvina Viana disse...

Muito bom, o artigo!

Samuel Yahata disse...

Recomendo um livro para você, Julio:Solving the Mystery of Babylon the Great de Edward Hendrie. Obrigado e Deus abençoe.

Julio Severo disse...

Falta de argumento e honestidade. Tempos atrás, Olavo de Carvalho, num de seus descontroles frequentes, me comparou com Carlos Velasco, que se tornou, por razões que desconheço, inimigo dele. Mas vamos ver com quem Velasco tem mais afinidade.

Velasco se diz católico, assim como Olavo. Nesse ponto, afinidade entre os dois.

Velasco defende a máquina assassina da Inquisição, chamando-a de “Santa Inquisição,” quando na verdade era uma máquina que dia e noite atentava contra a santidade de Deus. Foi a máquina mais profana e assassina da Cristandade. Por coincidência ou não, Olavo também defende a “Santa Inquisição.” Velasco e Olavo têm total afinidade nessa questão. Eles são irmãos de Inquisição.

Então, da próxima vez que Olavo quiser usar Carlos Velasco para fazer comparações, só cabe aí a própria pessoa dele. Não faz sentido nenhum me comparar com um pseudo-católico que defende a Inquisição.

Velasco e Olavo são irmãos de Inquisição.

Anônimo disse...

Vivemos épocas de inquisiçao branca, populista (como sempre), e vinda de um jesuita, o qual, pelo andar da carruagem papal, tem um ardente desejo de dominar o mundo (novamente), por os judeus debaixo dos seus pés e destruir a igreja protestante. Sò nao vê quem nao quer (ou nao consegue).
Esse tal jesuita fala como cordeiro, veste pele de cordeiro, mas não passa de mais um lobo devorador que, em breve, mostrará suas garras.
Seus dois chifres parecem ser os dois polos do poder mundial, EUA e Russia, os quais se alinharao, possivelmente, com o Secretario Geral da ONU, donde muito provavelmente sairá a autoridade politica mundial (Obama?).
Com palavras que agradam o coraçao dos inconstantes, esse infeliz jà tem conseguido engambelar grande parte da humanidade, a qual està envolvida em salvar o planeta do caos e em obter a "paz e segurança". Poucos estao dando conta disso!!!

Ass: Rodrigues

Anônimo disse...

Somente aceita a inquisiçao como algo "cristao" quem realmente nao conhece a Biblia, pois a Palavra de Deus é lampada para os pés e luz para o caminho, ou seja, Ela abre a mente das pessoas e as transforma.
Das duas uma: ou o sujeito nao conhece a biblia (e portanto nao conhece a Deus) ou, apos ler a Biblia, resolveu permanecer nas trevas (amou mais as trevas do que a luz).
Sugiro aos leitores que nao usem mais o termo "cristao" ou "cristinaismo" para designar açoes ou acontecimentos envolvendo a idolatria romana, mesmo que a historia assim o faça (usemos aspas quando necessario), pois acabamos envolvendo o Mestre Jesus Cristo (tres vezes santo) em toda essa verdadeira lama.
Outrossim, na minha opiniao, a prosperidade das "naçoes protestantes" nao se deve propriamente ao fato dos governos assumirem essa posiçao perante o mundo, mas por haver, entre os cidadaos, homens e mulheres que realmente entregaram suas vidas a Cristo, trazendo bençao de Deus para toda a naçao (Gn 18:32 e Rm 8:28).
A unica naçao cujo Deus é o Senhor é a "Israel de Deus" (os lavados e remidos no sangue do Cordeiro Santo e Imaculado).

Anônimo disse...

Confusao em reuniao...mais uma vez a CNBB se viu em maus lençois!!!
https://www.youtube.com/watch?list=PL4fQwwgA67zJXDhrCZQ361d1ebnILJAu5&v=L4HReqN21S4

Anônimo disse...

Somente aceita a inquisiçao como algo "cristao" quem realmente nao conhece a Biblia (a verdade), pois a Palavra de Deus é "lampada para os pés e luz para o caminho", ou seja, Ela abre a mente das pessoas, as esclarece e transforma.
Das duas uma: ou o sujeito nao conhece a biblia (e portanto nao conhece a Deus) ou, apos ler a Biblia, resolveu permanecer nas trevas (amou mais as trevas do que a luz).
Sugiro aos leitores que nao usem mais o termo "cristao" ou "cristinaismo" para designar açoes ou acontecimentos envolvendo a idolatria romana, mesmo que a historia assim o faça. Quando tivermos que faze-lo, em uma citaçao qualquer, usemos aspas, pois, caso contrario, acabamos envolvendo o Mestre Jesus Cristo (tres vezes santo) na lama da idolatria.
Outrossim, tenho a opiniao de que a prosperidade das chamadas "naçoes protestantes" nao se deve propriamente ao fato dos governos assumirem essa posiçao perante o mundo, mas, sim, por haver, entre os cidadaos, homens e mulheres que realmente entregaram suas vidas a Cristo, trazendo bençao de Deus para toda a naçao (Gn 18:32 e Rm 8:28).
A unica naçao cujo Deus é o Senhor é a "Israel de Deus", ou seja, os lavados e remidos no sangue do Cordeiro imaculado.

Ass. Rodrigues

Anônimo disse...

Severo, então porquê você continua a dar atenção ao velho fumageiro de Oakland? Se o sujeito mente e distorce os fatos de forma sistemática, então não é digno de confiança e deve ser desprezado, pois não vale nada. Simples assim.

Anônimo disse...

Graças a Deus o povo brasileiro está acordando para a farsa das religiões chamadas "cristãs", juntamente com suas teologias diabolicas, contrarias à Palavra de Deus.

Anônimo disse...

Parabéns e obrigado pelo artigo! Ele ajuda a revelar que de "santo" Thomas More não tinha nada! Em minha ignorância eu acreditava piamente na lenda católica do "mártir" que só fez o bem, recusou-se a ceder aos caprichos do Rei Henrique VIII e morreu sem abjurar de sua fé. Mas Deus, em sua Maravilhosa Graça, trouxe-me os livros "Completando as Aflições de Cristo" de John Piper e "A Difícil Missão de William Tyndale" do Dr. Steven Lawson. Eles revelam um More cruel, sem compaixão e papista fanático! Promoveu a queima dos Novos Testamentos traduzidos por Tyndale (a 1ª tradução do grego para o inglês - a versão de Wycliffe era da Vulgata), a perseguição aos protestantes e a obsessão com a captura e morte de William Tyndale. Sua morte nos faz pensar se não foi uma ironia divina, já que o perseguidor implacável se tornou o perseguido, tendo o mesmo destino de muitas de suas vítimas!

Anônimo disse...

Queimar os Livros Sagrados, impedir o acesso à informaçao, substituir Deus no coraçao das pessoas (por uma organizaçao, por um partido politico, etc), tudo isso sao coisas que vem se repetindo ao longo dos seculos; e, como nao podia ser diferente, estao acontecendo tambem nos nossos dias.
Sao armas frequentemente usadas pelos grandes imperios, incluindo a idolatria romana, para manter o povo na ignorancia e se perpetuar no poder.
Atençao: sabendo que "QUEM NAO DEVE NAO TEME", toda vez que nos depararmos com uma autoridade, seja ela quem for (politica ou religiosa), usando de todos os recursos para que as pessoas nao tenham acesso às informaçoes (ou manipulando-as), podemos ter certeza de que estamos diante de uma pessoa movida pelo espirito do anticristo.

Buck Williams disse...

Belíssimo texto! Matou a pau, Júlio!

Deixo aqui o link de uma antiga entrevista do historiador Flávio Mendes Carvalho no programa "Jô Soares Onze e Meia" sobre os arquivos secretos da inquisição.

https://www.youtube.com/watch?v=cxxhF1WNNWg

Anônimo disse...

Creio que jà estamos vivendo uma verdadeira inquisiçao homossexual, ainda de forma branda, mas que tende a piorar muito: https://www.youtube.com/watch?v=FcuyXCO8NWk
O mais emocionante disso tudo é que essa abominaçao vem sendo apoiada por autoridades religiosas, mostrando-nos quem sao as moedas verdadeiras e as moedas falsas: http://www.angelicamorango.com.br/papaapoiacasamentogay.html, e http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/10/documento-do-vaticano-defende-mudanca-da-igreja-em-relacao-gays.html

Anônimo disse...

Segura esta sobre sua "santidade" (que parece ignorar a Biblia):
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2015/08/1674801-papa-francisco-apoia-polemico-livro-infantil-com-casal-gay.shtml

Ass. Rodrigues

MARIA disse...

Excelente trabalho, Júlio. Livro muito bom. Você pode informar como esses autores obtém os detalhes desses fatos ocorridos há tanto tempo? Todos deveriam ler esse livro.

Fernando Costa disse...

Ótimo artigo. Poucas vezes li um texto tão bom sobre a inquisição. Espero que você continue a fazer artigos sobre esse tema,para que possa exclarecer os que ainda não conhecem muito.

Anônimo disse...

Igreja católica representa o auge da heresia nos tempos do Cristianismo.

Renato.

Willians Franco disse...

http://noticias.gospelmais.com.br/papa-pede-perdao-protestantes-perseguicao-catolica-81259.html. O Olavo vai ter um enfarte com essa notícia.

Ana Paula disse...

Ao desculpar a Inquisição católica, Olavo de Carvalho demonstra, na aparência, ter um catolicismo que nem mesmo o Papa João Paulo II tinha. Adicione a isto que sua ministração de cursos de filosofia tem um componente espiritual que tem levado evangélicos fracos a uma conversão “católica”. O caso mais conhecido é, como já revelou o Sr. Severo, o de Gustavo Abadie, que era pastor evangélico e se converteu em católico, com a sua esposa Camila, depois de fazer o curso de filosofia do Olavo. Há outros exemplos infelizes tb. Porém, estranhamente, os poderes convertedores de Olavo parecem não se aplicar à sua própria família. Um dos seus filhos é astrólogo e esotérico, seguindo fielmente o rastro do pai. Não houve conversão “católica” para ele. Outro filho do Sr. Olavo é muçulmano, seguindo a linha ocultista islâmica do pai, que simula, com a sua paixão pela Inquisição, um catolicismo que é incapaz de arrancar seus próprios filhos da astrologia e islamismo. Nos tempos de Jesus chamariam tal hiper-religioso amante da Inquisição de fariseu e hipócrita.

Julio Severo disse...

Uma coisa que gosto muito nos leitores americanos, especialmente conservadores, é que eles leem e questionam o que leem, especialmente as fontes. Diferente do leitor brasileiro, que acha que quem tem mais conhecimento é autoridade final e infalível.

O leitor americano geralmente tem muito conhecimento. Se não tem, o busca para entender melhor o assunto que lê. Esse é o motivo por que não existe um clube de olavetes nos EUA, onde o Olavo não ousa, EM INGLÊS, dizer palavrões nem xingar os protestantes americanos, como ele faz em português. Ele é esperto o suficiente para esconder sua sujeira em português, sem revelá-la em inglês. Se ele começar a escrever em inglês coisas que normalmente ele escreve em português, que a Inquisição foi invenção dos protestantes, ele perderá vez e voz nos EUA. Com esse tipo de conhecimento, Olavo só pode fazer sucesso no meio de ignorantes do Brasil.

Eu sempre defendi o Olavo nos pontos específicos da minha agenda pública de luta contra o aborto e agenda gay. Fora isso, eu sabia que ele tinha coisas que não valiam a pena ler. Quando ele recomendava o bruxo islâmico René Guénon para leitura entre seus estudantes e seguidores uns 13 anos atrás, nunca segui. Só o recomendei nos pontos pró-vida, inclusive homeschooling.

Mas quando ele, por iniciativa própria, resolveu me agredir verbalmente em 2013 por causa da Inquisição, da qual discordo e que ele defende, aí precisei estudar um pouco mais o assunto, resultando que já escrevi alguns artigos, tanto em inglês quanto em português. Meus artigos sobre Olavo e Inquisição foram publicados em grandes sites conservadores dos EUA. Por que? Porque os americanos viram que minhas fontes são boas e confiáveis. Se o Olavo tentar expor em grandes sites conservadores dos EUA suas opiniões radicais pró-Inquisição, ele será questionado e contestado por um grande público.

Gostaria que o público brasileiro tivesse essa capacidade americana de ler, analisar, questionar e contestar, mas infelizmente não tem.

É desse tipo de público ignorante que o Olavo depende para fazer sucesso, inclusive com suas teorias sobre Inquisição, que em nada diferente do marxismo.

Julio Severo disse...

Olavo de Carvalho chama evangélicos de “evanjegues,” debochando deles como jegues (que também significa burros, asnos, jumentos, etc.). Ele disse:

“A credulidade com que tantos evanjegues ouvem pastores semi-analfabetos, drogados, ladrões e putanheiros é a oitava maravilha do mundo.”

Ele com certeza deve estar se referindo ao Pr. Marco Feliciano, a quem dias atrás ele insinuou que levou uma mocinha a um motel. Confira a insinuação neste link: http://bit.ly/2bfEZjO

E os alunos evangélicos dele são também evanjegues por pagarem uma taxa mensal no COF (Curso Online de Filosofia)?

Para deixar de ser “evanjegues” o evangélico tem de se matricular no COF, deixar a Bíblia de lado e tratar as palavras (inclusive palavrões) do Olavo acima da Palavra de Deus?

Mais da metade dos membros do instituto do Olavo nos EUA são evangélicos. Eles também são evanjegues? Eles já sabem que o Olavo trata os evangélicos brasileiros como evanjegues? Ou a barreira da língua os impede de ler as asneiras que o Olavo escreve em português?

Nesse ponto, fazendo um trocadilho com as palavras do próprio Olavo, digo:

“A credulidade com que tantos evanjegues se abaixam para ser pisoteados, xingados e humilhados por um filósofo esotérico é a oitava maravilha do mundo.”

Um desses “evanjegues,” o próprio Feliciano, chamou Olavo de “verdadeiro profeta” no Congresso Nacional. Mais evanjegues que isso, impossível. Confira neste link: http://bit.ly/1XHSaHr

Como diz a Bíblia, dizendo-se “sábios,” tornaram-se loucos.

Fonte: Facebook Blog Julio Severo