3 de janeiro de 2016

Casais mais felizes têm mais filhos: homens e mulheres que se sentem satisfeitos com suas vidas tendem a ter famílias maiores, revela pesquisa


Casais mais felizes têm mais filhos: homens e mulheres que se sentem satisfeitos com suas vidas tendem a ter famílias maiores, revela pesquisa

Fiona Macrae para o Daily Mail
Pessoas felizes têm mais filhos, revelam os cientistas.
Uma pesquisa mostrou que homens e mulheres que estão contentes e satisfeitos com suas vidas ou têm um forte senso de propósito têm famílias maiores do que outros.
Razões possíveis variam desde se sentir pronto para dar o primeiro passo na vida, a ter mais probabilidade de estar num relacionamento.
O elo é mais forte no que se refere a ter um primeiro filho, sugerindo que logo que a realidade da paternidade se inicia, o otimismo sobre o futuro passa.
Pesquisadores dos EUA analisaram dados sobre felicidade em duas grandes pesquisas.
A primeira envolveu mais de 500 advogados que foram questionados sobre sua satisfação na vida e circunstâncias numa ocasião e também dez anos depois.
Os que estavam mais contentes no início tendiam a ter mais filhos uma década mais tarde.
A segunda pesquisa envolveu uma amostra mais representativa de quase 5.000 pessoas nos EUA.
Essa pesquisa também revelou que alegria, satisfação na vida e senso de propósito estavam ligados a maiores possibilidades de ter filhos nos próximos anos.
O que é interessante, em ambas as análises, é que a ligação se enfraqueceu depois que um filho nasceu.
Isso, diz a Revista de Psicologia Positiva, pode ser porque ‘as questões realísticas associadas com a paternidade superam o efeito do bem-estar e otimismo cognitivo sobre a disposição de ter filhos adicionais.’
Os pesquisadores, da Universidade A&M do Texas, acrescentaram que a influência da felicidade é superada por outros fatores, como renda.
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6 comentários :

Luiz Junior Marques Sá disse...

Que legal essa pesquisa, mas haja dinheiro pra dar uma educação de qualidade aos filhos

Anônimo disse...

Toda aquele que, de uma forma ou de outra, contraria as Escrituras Sagradas acaba sendo infeliz ou trazendo infelicidade pra alguem.
Todavia, fiquemos atentos, pois também se cumprirà o dito do Mestre, a respeito dos ultimos tempos: "Filhas de Jerusalém, não choreis por mim; antes, pranteai, por vós mesmas e por vossos filhos! Porquanto eis que estão chegando os dias em que se dirá: ‘Felizes as estéreis, os ventres que jamais geraram e os seios que nunca amamentaram! (Lucas 23:28-29).
Os tempos jà chegados sao!!!

Sérgio Aparecido Dias disse...

Todavia, não se deve encher o mundo de crianças se não se pode alimentá-las e lhes dar o mínimo conforto. Quando se mora na roça, ou num lugar onde se pode plantar, pescar ou caçar, os filhos até podem ajudar na manutenção do lar. Mas na cidade, onde só os filhos de ricos e famosos podem trabalhar e ganhar milhões como cantores-mirins e artistas-mirins, é bom não abusar da capacidade de "crescer e multiplicar"!!!

ELISEU disse...

Não sei se a minha opinião vai ser muito apropriada (ou muito pertinente) para o assunto deste artigo, mas eu vou dizer exatamente o que eu penso (me corrijam se eu estiver errado).

Alguém, certa vez, disse uma coisa muito certa: "O mundo será o que forem as suas famílias". Um dos pilares da manutenção da família é o casamento. Se o casamento é destruído, a família também será (e as conseqüências serão nocivas tanto para a família em si, como também para o mundo inteiro).

O que acontece hoje? Devido à propagação (e à promoção) do homossexualismo, do feminismo, e também de todo tipo de imoralidade em todo o mundo (inclusive aqui no Brasil), a própria estabilidade da família já está seriamente ameaçada. Em outras palavras: o próprio conceito de família já foi totalmente distorcido do seu sentido original. Família, segundo alguns dicionários, significa "casal formado pela união de um homem com uma mulher (e dos filhos resultantes dessa mesma união)". Por isso, um dupla de homossexuais (2 homens ou 2 mulheres) jamais poderá ser vista como casal ou família. É somente dupla (e nada mais)!

Muitas mulheres (principalmente as defensoras do feminismo) simplesmente abominam a idéia do casamento (e, conseqüentemente, de constituir família). Tanto que teve uma que me disse sem a mínima cerimônia: "Para que eu vou passar o resto da minha vida com um homem controlando a minha vida (e com crianças para me dar preocupação)? Eu quero ser independente, viver intensamente (sem ter que dar satisfação da minha vida a ninguém), alcançar a minha realização profissional (e financeira), não quero ficar submissa a ninguém! Casamento e filhos? Nem em sonho!". A moda hoje é "ficar", ou seja, ter um relacionamento despretensioso (sem qualquer tipo de responsabilidade ou compromisso). Em outras palavras: não está mais existindo nenhum desejo de se constituir família.

A diminuição do número de casamentos (e também de famílias constituídas) tem trazido conseqüências graves em todo o mundo: mais homens solteiros, mais mulheres solteiras, mais gays, e mais lésbicas. Isso sem contar os divórcios, e também as crianças que nascem ou crescem em lares desfeitos ou desajustados (além das que vivem em outras famílias, por serem filhos de pais separados).

Mas o pior disso tudo é a queda da taxa de natalidade. Só para que todos daqui tenham uma idéia disso, a China já está começando a sentir na própria pele as conseqüências do rígido controle de natalidade imposto a todos os seus cidadãos: está havendo falta de pessoas no mercado de trabalho. Além da China, alguns especialistas já alertaram que a Europa está passando por um processo muito rápido de envelhecimento populacional (inclusive já há casos de alguns países europeus com um alto índice negativo de novos nascimentos). E a tendência, pelo jeito, é que esta situação continue a se agravar cada vez mais (caso não seja tomada nenhuma providência imediata).

Diante de tudo que foi apresentado aqui, eu pergunto a todos:

– O que podemos fazer para mudar (ou tentar reverter) este quadro?

– O que podemos fazer para salvar o casamento e a família (que, como já se ouviu dizer por aí, são consideradas por muitos como instituições falidas)?

Espero uma resposta sensata de alguém daqui na primeira oportunidade.

Sérgio Aparecido Dias disse...

Concordo com o Eliseu. Seu comentário enriqueceu muito o post o qual estamos discutindo. Penso que se houvesse um empenho da parte das autoridades, no sentido de apoiar a família, dando condições de trabalho e emprego (emprego seguro e não os de agora, quando o trabalhador tem a sua carteira assinada num dia e é mandado embora 6 meses depois), a fim de que os pais de família pudessem prover o sustento adequado para o seu lar, as coisas poderiam ser melhoradas. Reverter esse quadro certamente não, o mal que está feito já está feito. Mas poderia ser possível, quem sabe, INVERTER a situação atual em benefício da Sociedade. Mas com líderes moralmente decadentes e comprometidos com o homossexualismo, como Barack Obama e seus cupinchas internacionais, prevejo que as coisas tenderão a piorar. O próprio Jesus disse que, antes de sua vinda, o mundo seria "como Sodoma e Gomorra". Mas o Apocalipse (11:9-16) fala de um exército composto de "vinte mil vezes dez milhares", ou seja: 200 milhões de soldados, que matarão a terça parte das pessoas da terra, isto certamente numa guerra de proporções mundiais. Também está escrito, no capítulo 7 e versículos 9 a 14, sobre uma grande multidão"que ninguém podia enumerar", composta de redimidos de todas as nações, vindos "da grande tribulação", portanto naquele período antes do milênio. Depois de 1000 anos do domínio de Cristo (o Milênio), Satanás seduzirá uma multidão de revoltosos, cujo número será "como a areia do mar". Eis aí boas e más notícias quanto a um futuro AUMENTO POPULACIONAL, e não uma destruição total da humanidade: multidões inumeráveis serão destinadas à vida eterna, e multidões inumeráveis serão destinadas à perdição eterna. DEUS TEM TUDO SOB SEU CONTROLE ABSOLUTO E TOTAL!!!

Anônimo disse...

são justamente os mais ricos que não tem filhos..QUEM TEM CONDIÇÃO DE TER MAIS FILHOS NÃO OS TEM.. FALTA É QUALIDADE HUMANA ...