29 de setembro de 2015

Curtições insólitas: xingamentos olavianos e zumbis caiofabianos


Curtições insólitas: xingamentos olavianos e zumbis caiofabianos

Julio Severo
A zumbizarada do Caio Fábio finalmente conseguiu um meio fácil e seguro de alfinetar Julio Severo: curtindo os xingamentos do Olavo de Carvalho contra Julio Severo. Dois exemplos de destaque: Além de Danilo Fernandes, dono do tabloide sensacionalista Genizah, agora também Júnior Bocelli, um dos maiores produtores e promotores dos clássicos vídeos de Caio que difamam líderes evangélicos.
Vou reproduzir os comentários aqui não para enojar os leitores, mas para que tenham uma ideia do perfil dos que estão fazendo propaganda dos xingamentos do Olavo. Até entendo o Olavo defendendo a Inquisição e sua atitude recente de ter xingado Lutero e Calvino. Ele pode até xingar a Bíblia, pois isso faz parte do comportamento de quem ainda precisa conhecer Jesus.
Mas quanto aos seguidores do Caio Fábio, que se gabam de conhecer um tal de evangelho puro e genuíno, não dá para entender como eles adoram guerra constante com os evangélicos e se aproveitam de toda e qualquer oportunidade para avançar fofocas, calúnias e difamações contra os evangélicos.
Bocelli se considera conservador, assim como agora seu mestre Caio, que só promove Marina Silva, que tem tanto de “conservadora” quanto Caio, que é seu conselheiro. Bocelli, que usa o nome vulgar de Twitter de Coxinha da P***a, declara que Silas Malafaia e Marco Feliciano são conservadores apenas por dinheiro, classificando-os nas iniciais SM e MF como dois “hereges.” Faltou-lhe dizer a razão por que agora ele mesmo e Caio Fábio querem o rótulo de conservadores, mas não gostam do rótulo de “hereges,” embora Caio Fábio não esteja distante de heresias.
Acompanhe o xingamento do Olavo e a curtição do zumbi caiofabiano pelo Twitter:
OLAVO DE CARVALHO diz: @juliosevero é uma mente porca, um santarrão canalha, um dos homens mais desonestos e indignos de confiança que já conheci nesta vida.
COXINHA DA P***A diz: @OdeCarvalho @juliosevero Isso eu já sabia lá em 2004. Demorou pra perceber, hein?
JULIO SEVERO diz: @juniorbocelli @OdeCarvalho Piadista sem graça. Vc tem vários vídeos doentes contra Silas Malafaia e Marco Feliciano. Seu deus é Caiu Fábio.
COXINHA DA P***A diz: @juliosevero @OdeCarvalho São tipos que “brilham na TV” e não têm vida modesta e de oração. Se dizem conservadores pq rende votos e dinheiro
JULIO SEVERO diz: @juniorbocelli @OdeCarvalho Olavo é um homem que precisa conhecer Jesus. Mas vc é alguém que precisa tomar vergonha.
COXINHA DA P***A diz: @juliosevero @OdeCarvalho Você não pode se alinhar as pessoas só porque elas supostamente atacam quem você odeia. SM e MF são hereges.
Eduardo Pydd Teixeira, em comentário via Facebook, respondeu ao xingamento do Olavo: “É o cúmulo da ironia ler LOGO QUEM acusando o Julio de ter uma ‘mente porca, quando seu próprio linguajar é uma verdadeira fábrica de palavrões e xingamentos. Esse é um dos itens do decálogo de Lenin, ‘acuse-os do que você faz, xingue-os do que você é. Mais uma prova de que ele saiu do comunismo, mas o comunismo não saiu dele.
No ano passado, Caio Fábio, numa entrevista com Olavo de Carvalho, atacou Silas Malafaia. Olavo ficou em silêncio total diante dos ataques. Caio atacou o PT (a quem ajudou a promover entre os evangélicos), e elogiou Marina Silva, que é tão radical em esquerdismo quanto Dilma Rousseff. Olavo abriu a boca para concordar com Caio sobre o PT, mas, de novo, optou pelo silêncio total diante dos elogios de Caio a Marina.
Silêncio vale ouro. Agora os zumbis caiofabianos se juntam aos palavrões olavianos numa questão apologética que envolve desde a Inquisição, que Olavo defende aos palavrões e Julio Severo denuncia sem palavrões, até xingamentos olavianos contra Lutero, Calvino e a Reforma protestante.
Nessa altura, fico impressionado que o Olavo tenha muito mais interesse em me xingar por causa da Inquisição e de questões bíblicas do que xingar Caio Fábio por apoiar a esquerdista Marina e atacar Silas Malafaia, que vem se esforçando muito para ser um bom conservador.
O conservadorismo de Caio e seus zumbis é muito mal disfarçado. No que depender deles, os xingamentos podem continuar.
A união de zumbis olavianos com zumbis caiofabianos trará um resultado adequado aos interesses dos dois grupos. Já que a especialidade da Inquisição, defendida por Olavo e seus zumbis, era torturar e matar “hereges,” pode ser que os zumbis caiofabianos não achariam um má ideia ressuscitar a Inquisição apenas para lidar com Silas Malafaia e Marco Feliciano, os quais Júnior Bocelli acusa de serem “hereges” que se “dizem conservadores porque rende votos e dinheiro.”
Leitura recomendada:

Organização ateísta socialista Observatório da Direita “expõe” Julio Severo, de novo…


Organização ateísta socialista Observatório da Direita “expõe” Julio Severo, de novo…

Julio Severo
O Observatório da Direita (em inglês, Right Wing Watch), uma organização socialista dos EUA, de novo me “expôs” para sua audiência esquerdista nos EUA por opiniões politicamente incorretas.
O Observatório da Direita disse:
Finalmente, Julio Severo não está contente com a nomeação de Eric Fanning como ministro do Exército dos EUA: “Tenho certeza de que no caso de Obama e de Fanning, o Pai dos Estados Unidos aprovaria sentença neles e trataria, com nojo e ódio, a sodomia e defesa da sodomia deles como um crime infame. No mínimo, Obama seria expulso da presidência dos EUA e Fanning seria expulso do Exército, ambos com desonra, para nunca mais voltarem. Ambos cometeram traição contra o Pai dos Estados Unidos.”
O Observatório da Direita expôs, ao mesmo tempo, Dinesh D’Souza, Glenn Beck, Family Research Council e Barbara Simpson apenas por expressarem opiniões conservadoras odiadas pela esquerda dos EUA.
Eles leram minha opinião no Barbwire, um grande site conservador dos EUA, onde sou colunista.
Meu texto completo em português está aqui: Obama nomeia homossexual assumido para liderar Exército dos EUA
Esta não é a primeira vez que o Observatório da Direita me expôs. Eles também me “expuseram” em 30 de junho de 2015:
Julio Severo avisa que “A homossexualidade trouxe destruição para Sodoma, e trará destruição para qualquer cidade ou superpotência que a adote. Um remanescente de cristãos fiéis a Deus precisa alertar acerca do perigo da sodomia e apoiar esforços para proteger crianças e suas famílias contra isso.”
Meu texto completo em português está aqui: “Casamento” homossexual dos EUA afetará outros países
Em 18 de junho, o Observatório da Direita de novo me “expôs” dizendo:
Finalmente, Julio Severo quer ver Scott Lively nomeado “como embaixador especial dos Estados Unidos para os Direitos Humanos das Crianças e Sua Proteção contra a Agenda LGBT.”
De novo, o Observatório da Direita leu minha opinião politicamente incorreta no Barbwire.
Mencionados na “exposição” estão também a Convenção Batista do Sul dos EUA e Phyllis Schlafly por seu conservadorismo.
O que o Observatório da Direita, cujo dono é a entidade People for the American Way, quer?
De acordo com o WND, um dos maiores sites conservadores do mundo, People for the American (PFAW) é “uma organização socialista ateísta que, por meio de publicações como seu ‘Right Wing Watch’ [Observatório da Direita] se dedica à destruição dos conservadores em geral.” 
De acordo com seu site, o Observatório da Direita tem uma missão especial de atacar conservadores que se opõem à agenda gay, ao aborto e à ideologia muçulmana.
O Observatório da Direita “expôs” minha opinião em outras vezes também, e eu respondi aqui: Crítica esquerdista perturbada de People for the American Way contra um conservador brasileiro
Qual é a intenção deles?
Em 2011, o WND havia feito uma reportagem (a versão em português está neste link) sobre a monitoração do Ministério de Segurança Nacional dos EUA contra meu blog. Qual era a intenção deles?
No mesmo ano, o WND fez uma reportagem, que se tornou manchete (a versão em português está neste link), sobre o PayPal cortando minha conta depois da campanha de uma organização homossexual nos EUA.
Por que o Golias (Observatório da Direita, Ministério de Segurança Nacional dos EUA, etc.) monitora e se preocupa com um pequeno Davi?
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28 de setembro de 2015

Papa Defende Bebês em Gestação, Família Natural em Discurso na ONU


Papa Defende Bebês em Gestação, Família Natural em Discurso na ONU

Susan Yoshihara
Comentário de Julio Severo: Com seu discurso na ONU, e todos os holofotes sobre ele, o papa conseguiu agradar a gregos e troianos. Ele agradou aos esquerdistas? Sem dúvida alguma! Ele agradou aos ativistas pró-vida? Sim! Estou feliz que ele tenha defendido uma postura pró-vida. Mas, como disse a organização católica C-FAM, o Papa Francisco, em todo o seu discurso, entrelaçou sua defesa da vida e do casamento com a defesa do meio-ambiente e outras questões esquerdistas. Com certeza, os esquerdistas vão aproveitar dele apenas o meio-ambiente e questões semelhantes. Nós, ativistas pró-vida, poderemos aproveitar as questões pró-vida. Como qualquer outro ser humano, o papa não é infalível. Se fosse, ele jamais entrelaçaria defesa da vida e família com a ideologia esquerdista.  
Papa Francisco fala na ONU
NOVA IORQUE, EUA, setembro (C-Fam) Líderes mundiais irromperam em aplauso 27 vezes durante o discurso do papa na Assembleia Geral da ONU hoje, inclusive quando ele pediu a defesa do “direito à vida,” e chamou a família a “principal célula de qualquer desenvolvimento social.”
Ativistas pró-vida e pró-família acolheram o discurso como uma melhoria nas referências mais sutis às suas causas durante o discurso do papa no Congresso dos EUA. Robert Royal, presidente da entidade Cultura da Vida, chamou o discurso na ONU de uma defesa forte e explícita da vida humana e do casamento natural, embora as palavras “aborto” e “homossexualidade” não tivessem sido usadas. Royal faz parte da diretoria do C-Fam, que publica o Friday Fax.
Na ONU, o Papa Francisco deu vários exemplos de como aplicar os quatro princípios do ensino social católico — o bem comum, a solidariedade, a subsidiariedade e a dignidade humana — que ele mencionou explicitamente durante sua fala ao Congresso. Com relação à subsidiariedade, ele argumentou em favor do “direito prioritário da família de educar seus filhos,” e uma rejeição à “elite todo-poderosa.”
Ele condenou a “colonização ideológica” como ele havia feito na encíclica Laudato Si, numa referência ao ato de estabelecer como base que a ajuda aos países pobres fique condicionada à aceitação deles do controle populacional e outros focos ofensivos ao seu povo e contra as leis nacionais como direitos homossexuais.
Em todo o seu discurso, o papa entrelaçou sua defesa característica do meio-ambiente com a necessidade de acabar com a exclusão social e construir solidariedade. Várias vezes em toda a fala de 40 minutos ele ligou a biologia dos seres humanos à da natureza. “Qualquer dano feito ao meio-ambiente, pois, é dano feito à humanidade,” o papa disse. Em Cuba na segunda-feira, ele chamou o aborto de bebês deficientes como um exemplo da “cultura do descarte,” o que ele chamou na ONU de “um desperdício crescente e silencioso da cultura.”
Em certa altura o papa indicou que a defesa da vida deve vir na frente da fala do meio-ambiente: “O lar comum de todos os homens e mulheres deve continuar a se levantar no alicerce de uma compreensão correta da fraternidade e respeito universal à sacralidade de toda vida humana,” inclusive “os bebês em gestação” e acrescentando que deveria “também ser construído em cima da compreensão de certa sacralidade da natureza criada.”
De modo semelhante, ele ligou a defesa do casamento natural à própria natureza. Embora elogiasse a codificação jurídica da ONU em documentos escritos como um das “realizações comuns mais importantes” da ONU, ele invocou a lei natural, o que ele chamou de “uma lei moral escrita na própria natureza humana, uma lei que inclui a diferença natural entre homens e mulheres,” como também exigindo “um respeito absoluto à vida em todas as suas fases e dimensões.”
De modo oposto, ele lamentou a promoção de “direitos falsos” e disse que “nenhum indivíduo humano ou grupo pode se considerar absoluto, ter permissão de ignorar a dignidade e direitos de outros indivíduos ou seus agrupamentos sociais.” Nisso ele ecoou seu predecessor, o Papa Bento 16, que fez menção, em seu discurso de 2008 na ONU, da tentativa de colocar os direitos humanos, tais como os direitos de uma mãe e criança, em rivalidade um contra o outro numa competição falsa que deixava as elites decidirem qual vence.
Embora o papa tivesse mencionado prescrições políticas explícitas tais como as Metas de Desenvolvimento Sustentável e as conversações de mudança climática que ocorrerão em Paris, ele não as endossou especificamente. Em vez disso ele as chamou de um sinal de “esperança.” Ele alertou contra a “tagarelice vazia” de estabelecer metas, mas não fazer diferença real na vida de “homens e mulheres reais que vivem, lutam e sofrem.”
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com

26 de setembro de 2015

Olavo de Carvalho excomunga o papa Francisco


Olavo de Carvalho excomunga o papa Francisco

Lucas Banzoli
Poucos meses após ter excomungado o cardeal Odilo Scherer (veja aqui), o Mestre da Virgínia não freou seu ímpeto e colocou o próprio papa Francisco no “rol dos heréticos”, e mediante sua interpretação pessoal do Código de Direito Canônico de João Paulo II descobriu aquilo que nenhum católico sabe, exceto os iluminados olavetes – “esse homem não é papa coisíssima nenhuma”:
Papa Francisco, desesperado em saber via facebook que está excomungado
Só quem acha que o papa Francisco é “papa mesmo” é essa maldita mídia anticatólica:
Já está dado o recado: se você católico pretende ser padre, bispo, cardeal ou papa, vai ter que passar primeiro pela aprovação do Mestre da Virgínia. Fique esperto.
Conclusão: os evangélicos não podem fazer interpretação pessoal da Bíblia e descobrir que o papado é herético, mas os olavetes podem fazer interpretação pessoal do Código de Direito Canônico e descobrir que o papa é herege.
Os olavetes creem ser católicos ortodoxos e leais a Roma, mas ainda não se deram conta de que estão usando o mesmo princípio técnico dos protestantes, dos veterocatólicos e dos sedevacantistas: que o papa é falível. A diferença entre um olavete e um sedevacantista é mínima: enquanto o sedevacantista crê que todos os últimos papas eram hereges, os olavetes creem que apenas este último que é. Mas se os próximos papas forem à la Francisco, a diferença se reduzirá a nada.
E mesmo excomungando o próprio papa(!), eles ainda querem ter moral pra acusar os protestantes de “divisão”. Quer dizer: se um evangélico considera um evangélico de outra denominação “herege”, é divisão. Mas se um católico considera o próprio papa um herege, não tem nada de divisão aí não. São só os seus olhos. Em termos simples: católicos podem brigar, berrar, espernear, crer em coisas diferentes, interpretar o Código de Direito Canônico de acordo com seu próprio ponto de vista e opinião, e até mesmo excomungar o papa, que isso se chama “unidade”. Mas se os evangélicos fizerem coisa parecida entre si, aí é “divisão satânica”.
Antes de terminar, um pequeno comentário sobre a mais nova polêmica olavete. O Mestre da Virgínia soltou seus zumbis adestrados pra cima dos líderes do MBL (Movimento Brasil Livre), tudo porque eles tiraram uma foto com FHC:
Por outro lado, o papa tirou foto com Hitler:
E João Paulo II se reunia com líderes islâmicos terroristas e beijava o Alcorão, livro que manda assassinar os cristãos e os judeus “onde quer que eles estejam”:
Conclusão do olavete: quando o papa se reúne com Hitler e tira foto com ele, é tudo mera diplomacia e pragmatismo. Quando João Paulo II se reúne com líderes islâmicos terroristas e tira foto beijando um livro que manda exterminar cristãos e judeus, é tudo mera diplomacia e pragmatismo. Mas se o Kim Kataguiri e o Fábio Ostermann se reúnem com tucanos e tiram foto com FHC, páááááááááááááára tudo que o mundo acabou!!! Traidores!!! Tucanos!!! Vagabundos!!! #OlavoTemRazao!!!
E assim caminha a mediocridade...
Divulgação: www.juliosevero.com
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25 de setembro de 2015

Comissão da Câmara dos Deputados aprova definição de família como união entre homem e mulher


Comissão da Câmara dos Deputados aprova definição de família como união entre homem e mulher

Julio Severo
Nesta quinta-feira (24) a Comissão da Câmara dos Deputados que discute o Estatuto da Família aprovou o texto principal do projeto que define como família a união entre homem e mulher. Essa definição conta com o apoio da maioria do povo brasileiro, mas para uma minoria homossexualista, inclusive elites midiáticas sedentas de impor um comportamento minoritário sobre a maioria, o projeto é “polêmico,” pois não aceita como família uniões formadas por homossexuais, seres incapazes de procriar e formar família natural.
O texto define a família como a união entre homem e mulher por meio de casamento ou união estável, ou a comunidade formada por qualquer um dos pais junto com os filhos. O projeto parece uma total redundância,  pois a Constituição Federal já reconhece apenas homem e mulher para definir família no artigo 226. O projeto só repete o que a Constituição já diz.
O Estatuto da Família busca a preservação da família, falando sobre direitos da família e as diretrizes das políticas públicas voltadas para atender a entidade familiar através da saúde, segurança e educação.
A pergunta que fica é: se a Constituição, que deveria ser a Lei Maior do Brasil, não é suficiente para deter aqueles que querem rejeitá-la, o que um projeto poderá fazer? Se a Constituição não é suficiente para proteger a família contra as ações de ativistas ideológicos determinados a desfigurá-la e mutilá-la, o que um simples projeto poderá fazer a mais?
A deputada Erika Kokay (PT-DF) disse que o projeto abre “brechas para legitimar a discriminação de homossexuais,” como se o crime fosse impedir ativistas homossexuais de mutilar a família, não o ato de cometer a mutilação, que vai frontalmente contra a Constituição, mas niguém está sendo julgado nem punido.
“Mais uma vez a família venceu, este projeto vem num momento bastante oportuno. Nunca a principal instituição da sociedade e o matrimônio foram tão atacados como nos dias atuais”, afirmou o deputado Sóstenes Cavalcante.
Se a Constituição não for suficiente para deter os que a afrontam sem serem devida e merecidamente punidos, muito menos um mero projeto que nem deveria existir se a Constituição estivesse de fato sendo respeitada e cumprindo sua função.
Com informações do GospelPrime.
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24 de setembro de 2015

EUA bloqueiam proposta da Rússia de incluir Estado Islâmico em lista negra da ONU


EUA bloqueiam proposta da Rússia de incluir Estado Islâmico em lista negra da ONU

Os Estados Unidos bloquearam a proposta da Rússia de incluir o grupo terrorista Estado Islâmico na lista de sanções do Conselho de Segurança da ONU, mas Moscou continuará levantando essa questão. A declaração é do diretor do departamento para novos desafios e ameaças do ministério das relações exteriores da Rússia, Ilia Rogachev.
“Não é segredo pra ninguém que o Estado Islâmico é uma estrutura independente que de certa foram serve como rival da ‘Al-Qaeda’. Nós já propomos incluir o Estado Islâmico na lista de sanções da ONU como grupo independente. Mas nossa proposta é bloqueada pelos membros ocidentais do Conselho de Segurança, em primeiro lugar os EUA, sob vários pretextos”, afirmou o diplomata russo. 
Segundo Rogachev, eles consideram
que o “Estado Islâmico é a ‘Al-Qaeda’ no Iraque,  que mudou de ‘marca’, que a Al-Qaeda renasceu, que a ‘Al-Qaeda no Iraque’ não existe mais, mas Moscou possui “outras informações”.
“Nós consideramos que os americanos afirmam isso apenas por causa das circunstâncias: o desejo de mostrar que o poder do Estado Islâmico e o seu sucesso atual não deriva do fato de que os ocidentais, especialmente os Estados Unidos, nutriram a oposição ao governo de Bashar al-Assad, inclusive destinando recursos significativos nas mãos de extremistas. Isso é uma posição puramente política, que não tem quase nada a ver com medidas antiterroristas. Portanto, nós levantamos fortemente esta questão e continuaremos a colocar enfaticamente", disse Rogachev. 
Fonte: Sputnik
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23 de setembro de 2015

Uma súplica para Israel: Salve os cristãos do Oriente Médio


Uma súplica para Israel: Salve os cristãos do Oriente Médio

Joseph Farah
Nada me deixaria mais feliz do que ver os Estados Unidos da América estendendo a mão para salvar os cristãos do Oriente Médio que estão neste exato momento enfrentando um mini-holocausto, nada menos do que um genocídio, perseguição sem paralelo desde o nascimento do islamismo 1.300 anos atrás.
ISIS matando cristãos
Mas os EUA não estão ajudando. E não acho que vão ajudar. A verdade triste? A vasta maioria dos cristãos nos EUA não está ciente do que está acontecendo, e tão impotente e indisposta a fazer muito mais sobre isso do que estão fazendo para salvar os valores cristãos que tornaram seu próprio país especial — valores que estão diminuindo diariamente diante de seus próprios olhos.
Enquanto isso, olhe para os líderes dos EUA: o país está sendo dirigido por uma elite anticristã no governo e na cultura popular. Em vez disso, como o WND noticiou recentemente, os EUA estão abrindo seus braços para dezenas de milhares de refugiados muçulmanos sunitas do Oriente Médio. É necessário recordar a todos que os muçulmanos sunitas são os próprios indivíduos que estão mais perseguindo e matando no Oriente Médio hoje? Autoridades dos EUA e da elite cultural não conseguem nem mesmo dizer o nome da ideologia que está queimando igrejas, massacrando cristãos e fazendo-os fugir como refugiados.
Permita-me dizer o nome dessa ideologia para você: Islamismo radical, jihadismo, xariá, o movimento em prol de um novo califado que domine todos os aspectos da vida.
Permita-me lhe dar algumas estatísticas:
No início do século passado, os cristãos representavam 20 por cento da população árabe. Hoje eles representam 4 por cento.
Aproximadamente 100.000 cristãos são mortos anualmente em países muçulmanos.
Desde o ano 2000, 77 por cento dos cristãos iraquianos fugiram.
Existe apenas uma força no mundo que está na brecha no Oriente Médio, e essa força é Israel.
Por isso, talvez seja hora para que apelemos aos judeus, que sabem sobre genocídio e perseguição, para que abram os olhos e sua terra para as novas vítimas que não têm país próprio.
Anos atrás, supliquei em prol da criação de um país cristão no Oriente Médio, pois eu previ que essa grande perseguição aconteceria. Ninguém deu atenção. Ninguém mais ouviu meu apelo. Não existe probabilidade hoje de que a imprensa, a comunidade internacional ou os EUA indiquem tal solução. A probabilidade maior é que eles lhe dirão por que o único país judeu do mundo tem a obrigação de entregar pedaços de sua terra minúscula ou por que Israel deveria parar de construir lares e comunidades para sua crescente população de refugiados do mundo inteiro que fogem para Israel.
Pode parecer tarde demais para qualquer nação, senão Israel agir por misericórdia e compaixão. Mudaria fundamentalmente o caráter de Israel aceitar os refugiados cristãos do Oriente Médio? Não acho isso. Os cristãos e os judeus têm valores semelhantes. Sou cristão. Se ou quando eu deixar os Estados Unidos, o único outro país no mundo que apela para mim como pátria potencial é Israel. Não acho que sou o único a pensar assim.
Israel tem o programa mais bem-sucedido do mundo para absorver imigrantes e refugiados. Demonstrou com refugiados da ex-União Soviética, África, o mundo árabe e outros lugares. Sim, eles eram todos judeus. Mas por que esse sistema não poderia ser usado para salvar a vida dos cristãos e lhes fornecer um lar?
É claro que precisamos fazer a pergunta óbvia: O que Israel ganharia com isso?
Embora Israel seja um país pequeno, é um país próspero. Tem uma economia vibrante. No entanto, sua população é relativamente pequena, especialmente para uma nação que é cercada por vizinho hostis.
Será que Israel poderia pelo menos fazer a experiência de um programa limitado — um teste para os mais desesperados em busca de um lugar para viver? Não vejo por que não. Caso você não tenha notado, Israel não é mais amado entre as nações do mundo. Como é que um ato de misericórdia altruísta desse tipo seria visto pelo mundo cristão? Quem ousaria criticá-lo? Só imagine o anúncio de que Israel está abrindo suas portas para cristãos perseguidos de fala árabe de todo o Oriente Médio — pessoas que ninguém mais está recebendo.
Estou pensando numa ideia que poderia parecer absurda superficialmente. Mas diga-me a razão. Os cristãos do Oriente Médio precisam de resgate neste exato momento. Eles estão sendo caçados e sistematicamente eliminados. Um número maior está fugindo. Se não Israel, quem?
Recentemente, o Pe. Gabriel Naddaf de Nazaré, Israel, falou no Conselho de Direitos Humanos da ONU sobre a situação difícil dos cristãos no Oriente Médio. Você sabe o que foi que ele disse?
“Se olhamos para o Oriente Médio… vemos que existe apenas um único lugar seguro onde os cristãos não são perseguidos. Um lugar em que eles são protegidos, gozando liberdade de adoração e expressão, vivendo e não sujeitos a matanças e genocídio.”
Dá para imaginar qual é esse país?
“É Israel, o país em que vivo,” ele disse. “O Estado judeu é o único lugar seguro em que os cristãos da Terra Santa vivem em segurança.”
Talvez, apenas talvez, o Estado judeu possa achar espaço para mais alguns.
Traduzido por Julio Severo do artigo original do WND: A plea to Israel: Save Mideast Christians
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22 de setembro de 2015

“Reforma” islâmica invasora na Alemanha de Lutero


“Reforma” islâmica invasora na Alemanha de Lutero

Julio Severo
Relatos de vários canais noticiosos europeus estão confirmando episódios da imigração em massa provocados por hordas de islâmicos que a mídia ocidental insiste em retratar como “refugiados.” Um dos relatos diz:
Meia hora atrás na fronteira entre a Itália e a Áustria vi uma multidão imensa de imigrantes. Com toda solidariedade para com as pessoas em circunstâncias difíceis, tenho de dizer que o que vi causa horror. Essa enorme massa de gente era — desculpe-me — selvageria pura… Vulgares, jogando garrafas, gritando “Queremos a Alemanha.” Então a Alemanha agora é um paraíso?
Vi uma idosa italiana num carro que foi cercado pelos imigrantes. Eles a arrancaram pelos cabelos do carro e queriam usá-lo para ir para a Alemanha. Eles tentaram tombar o ônibus em que eu estava. Eles jogaram fezes em nós, dando pancadas na porta para o motorista abrir, cuspiam no vidro. Minha pergunta é: qual o propósito disso? Como é que eles querem assimilar na Alemanha? Por um momento, me senti numa zona de guerra.
Entre eles quase não havia nenhuma mulher e criança. A vasta maioria eram rapazes agressivos.
Muitos milhares de “refugiados” muçulmanos estão invadindo a Europa para alcançar a Alemanha, às vezes mais de 10 mil por dia.
A Arábia Saudita, que se gaba de Meca e sua centralidade para o islamismo mundial, ofereceu “ajudar” a Alemanha. Sua oferta é construir 200 mesquitas na Alemanha para a assistência espiritual dos “refugiados.” Essa é toda a ajuda que os sauditas estão dispostos a oferecer aos seus irmãos espirituais.
A Alemanha poderia reagir à oferta saudita oferecendo-se para construir 200 igrejas evangélicas luteranas na Arábia Saudita. Afinal, se a Arábia Saudita se gaba de ser o centro da religião islâmica, a Alemanha se gaba de ser o berço do luteranismo, um movimento protestante criado para exaltar Cristo e Sua Palavra. Aliás, a Alemanha é o berço do Protestantismo mundial.
No entanto, a Arábia Saudita proíbe Bíblias e se gaba de que não existe uma única igreja cristã em seu território.
A Arábia Saudita, com a Turquia e os EUA, têm sido expostos pelo site noticioso conservador WorldNetDaily por seu envolvimento suspeito na guerra civil da Síria, principalmente por seu apoio indireto e até direto ao ISIS e à al-Qaeda, que vêm estuprando, torturando e massacrando cristãos sírios.
Essa é a principal fonte da crise de refugiados muçulmanos na Alemanha.
Se os refugiados islâmicos suspeitos podem fugir para a Alemanha, por que os refugiados cristãos não podem fugir para a Arábia Saudita? Porque essa nação islâmica radical, um forte aliado dos EUA, mata cristãos. O Cristianismo é punível com a morte no paraíso islâmico saudita.
Será que pelo menos a Arábia Saudita não pode receber refugiados islâmicos, que são seus irmãos de religião? Uma pergunta muito boa! Seria justo que uma nação islâmica radical recebesse refugiados islâmicos radicais. Mas a Arábia Saudita não tem enfrentado nem acolhido nenhuma onda de imigração islâmica em massa.
Talvez essa crise, em que potências islâmicas como a Arábia Saudita não querem ajudar seus irmãos religiosos, seja um castigo sobre a Alemanha.
Em 2011, a Alemanha prometeu dar 100 milhões de euros para apoiar a Primavera Árabe, um movimento induzido e usado pelos EUA que acabou trazendo caos e morte, especialmente para minorias cristãs, na Líbia e Síria. Como consequência direta da Primavera Árabe, o ISIS e a al-Qaeda controlam boa parte da Líbia e Síria hoje, e os cristãos são suas vítimas principais. Mas as portas da Europa, especialmente da Alemanha, não têm estado escancaradas para as multidões de cristãos sofredores que foram vítimas da Primavera Árabe. Têm estado escancaradas para seus opressores.
Há relatos de cristãos assassinados por muçulmanos quando eles tentam fugir para a Europa. Enquanto isso, refugiados muçulmanos suspeitos exigem um suposto direito de entrar e viver na Alemanha. Eles acham que a Alemanha tem a obrigação de acolhê-los e qualquer hesitação se depara com acusações de “racismo.” Até mesmo as ondas de estupros islâmicos na Europa não podem ser denunciadas por temores de acusações de “racismo.” O multiculturalismo tem sido um forte aliado e protetor da invasão islâmica, inclusive suas notórias e infames ondas de estupros.
Sob a loucura multiculturalista, a Alemanha não pode defender suas raízes cristãs contra as agressões islâmicas, mas tem a obrigação de defender o islamismo e seus adeptos.
De modo oposto, a Arábia Saudita pode livremente defender suas tradições islâmicas, matar cristãos, financiar o terrorismo islâmico mundial e rejeitar a imigração islâmica para si, mas encorajá-la para a Alemanha.
Quando a Alemanha não tinha líderes tolos, o óbvio era óbvio.
Para os ditadores sauditas, as nações muçulmanas são para os muçulmanos. Essa é a razão por que na Arábia Saudita igrejas cristãs são proibidas. Tudo bem. Vamos aplicar esse princípio de forma recíproca:
Os cristãos deveriam viver em nações cristãs. Os refugiados cristãos deveriam ser acolhidos em nações cristãs, inclusive a Alemanha.
Os muçulmanos deveriam viver em nações muçulmanas. Os refugiados muçulmanos deveriam ser acolhidos em nações muçulmanas, inclusive na Arábia Saudita.
De modo especial, a Alemanha deveria se lembrar de Martinho Lutero, que foi salvo por causa de uma ameaça islâmica à Europa. O que Lutero queria era o que a Igreja Católica de sua época não queria: cristãos livres para ler a Bíblia e adorar a Deus.
Tal liberdade era punida com a morte naquela época, e muitos foram punidos desse jeito, inclusive João Hus e William Tyndale. Apenas recorde a Inquisição. Ainda que Lutero tivesse praticamente sido sentenciado à morte pela Igreja Católica e governos católicos, a iminente ameaça de invasão islâmica na Europa manteve os assassinos tão ocupados que era muito difícil focar em Lutero.
Os muçulmanos foram como “salvadores” filisteus para Lutero. A Bíblia diz que quando o furioso e ciumento rei Saul estava perseguindo Davi e bem perto de apanhá-lo, os filisteus começaram a invadir Israel e Saul foi forçado a deixar sua perseguição de Davi para focar nos filisteus.
Davi clamou a Deus, e Ele o salvou usando os filisteus. Evidentemente mais tarde Davi lutou ferozmente contra os filisteus e os derrotou e conquistou.
Lutero clamou a Deus, e Ele o salvou usando os muçulmanos.
Mas agora que a Alemanha está sendo invadida, onde se acharão cristãos de verdade para clamar? Quem conquistará os novos filisteus? Onde estão os novos Davis?
A Alemanha precisa de um novo Lutero e uma nova Reforma contra a ameaça islâmica.
Há relatos de que os refugiados muçulmanos que estão indo em direção à Europa estão clamando: “Mamãe Merkel, nos ajude!” Mas eles não dirigem seus clamores para os ditadores islâmicos sauditas, chamando-os de “Papais.”
A tolamente “compassiva” Angela Merkel está ajudando a construir uma Alemanha sob a ideologia “compassiva” de Maomé, uma ideologia que traz “paz” somente depois que destrói seus inimigos e rivais, inclusive os cristãos. Em seu devido tempo, o Alá “compassivo” da ideologia islâmica retribuirá aos alemães tolamente compassivos.
Se Merkel continuar recebendo “refugiados” muçulmanos, a velha Alemanha de Lutero será substituída pela nova e abominável Alemanha de Maomé.
Onde os muçulmanos invadem, eles controlam e dominam. Muitas das igrejas do Novo Testamento estavam em regiões hoje controladas pela ideologia islâmica, que conquistou essas regiões que no passado eram em grande parte cristãs. A moderna Turquia islâmica, que cometeu um notório genocídio contra os cristãos armênios, era uma “Alemanha” cristã no passado.
Ditaduras, até mesmo tiranias marxistas, retrocedem. Mas uma tirania islâmica nunca retrocede.
A Alemanha está semeando uma ditadura islâmica irreversível, onde Lutero será apagado de sua história. Nessa altura, a Arábia Saudita terá a liberdade de construir quantas mesquitas quiser na Alemanha, em honra da infame “Reforma” islâmica que ela está encorajando no berço da Reforma protestante.
Versão em inglês deste artigo: Invading Islamic Reformation in Luther’s Germany
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