31 de janeiro de 2015

O Mundo Está Pronto para o Envelhecimento?


O Mundo Está Pronto para o Envelhecimento?

Dr. Stefano Gennarini
NOVA IORQUE, EUA, 30 de janeiro (C-Fam) Especialistas da ONU que promovem baixa fertilidade ficaram espantados quando indagados sobre o que se aproxima para países que envelhecerão antes de terem uma chance de enriquecerem.
Num painel da ONU na semana passada um especialista da Universidade de Harvard disse: “Existem benefícios econômicos e de saúde com o declínio da fertilidade.” Durante uma apresentação para delegados da ONU numa reunião de especialistas sobre dinâmica populacional e desenvolvimento sustentável outro defensor do controle populacional disse: “Mais recursos são necessários para controlar a fertilidade” de meninas a partir de 11 anos de idade.
Essa teoria — conhecida como “dividendo demográfico” — está sendo testada implacavelmente enquanto mais e mais países experimentam baixa fertilidade sem nenhum ganho econômico acompanhante.
Representantes de países na reunião pareciam mais preocupados com sua fertilidade já baixa do que com a necessidade de reduzi-la ainda mais.
Como é que as pessoas podem “abandonar a ideia de que precisam de famílias ampliadas quando envelhecerem,” perguntou um delegado de El Salvador. “Elevada dependência da família permanece uma realidade porque não existe nenhuma rede de segurança,” explicou ele. “É isso o que está na mente das pessoas. Elas vão acabar sem ninguém para cuidar delas.”
O delegado deu sua própria resposta: “Minha avó foi uma de sete, meu pai foi um de quatro, eu sou filho único… Meu pai e seus três irmãos podem cuidar de minha avó muito melhor do que eu poderei cuidar de meus pais sozinho.”
As respostas dos especialistas não foram reconfortantes.
Jocelyn Finlay, especialista de Harvard, disse que ela não estava ciente de nenhum trabalho para mudar os gastos de saúde sexual e reprodutiva para investir em proteções sociais para os idosos. Os membros do painel ficaram de boca aberta, e só puderam apontar algumas das falhas em sua teoria.
“O dividendo demográfico não é automático,” disse John Wilmoth, o líder dos demógrafos na ONU.
“Nem todo país que experimentou fertilidade reduzida aproveitou benefícios,” acrescentou Finlay. Ela avisou os países que o dividendo demográfico pode se tornar um déficit: “Aja rápido! Essa janela abre e então fecha.”
Finlay frisou o lado escuro da teoria do dividendo demográfico: populações rapidamente envelhecendo. Pessoas nas áreas rurais da Coreia do Sul e China estão “sendo simplesmente abandonadas,” ela disse, não existe “nenhum apoio social para elas.” Antes, Finlay havia apontado para a Coreia do Sul como o garoto-propaganda da teoria do dividendo demográfico. Mas o envelhecimento exige enormes mudanças institucionais e comprovou ser “um pedido grande demais para obter uma resposta,” explicou ela.
Problemas de envelhecimento podem ser mais graves em países pobres da África que atualmente são o alvo de campanhas de redução de fertilidade da ONU.
Na África, a única proteção social é a família. Mas Parfait M. Eloundou-Enyegue da Universidade Cornell disse: “A família é uma rede de segurança só até onde o contrato social é mantido.” Ele disse que até mesmo na África a família está sob pressão da urbanização e resultantes custos elevados de vida.
A Divisão de População da ONU organizou o painel antes da Comissão sobre População e Desenvolvimento em abril.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
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Quem sustentará os idosos?

30 de janeiro de 2015

Alguém no Google não gosta de Julio Severo?


Alguém no Google não gosta de Julio Severo?

Jean Wyllys e elites governamentais homossexualistas brasileiras e americanas sob proteção do gigante Google?

Julio Severo
Meu blog, que está hospedado na plataforma Blogspot do Google, ficou fora do ar hoje algumas horas DEPOIS que postei dois artigos denunciando Jean Wyllys:
·         A pedido de Jean Wyllys, MP interrompe curso para pastores sobre temática gay: http://bit.ly/1uIQI8A
·         Hoje Jean Wyllys impede curso para pastores, amanhã mandará fechar igrejas: http://bit.ly/1BBhCV8
Durante algumas horas, houve um “inexplicável” apagão. Tudo o que o leitor conseguiu ver na minha página foi: “Este blog foi removido.” Removido por quem?
O que é isso? Uma nova moda de censura aos pedaços, por algumas horas? Pergunto: Quando isso vai parar?
Três dias atrás, publiquei o artigo “O amor dos cristãos americanos pelo Estado amante de guerras está matando outros cristãos” (neste link: http://bit.ly/1H2UcxO), escrito pelo Pr. Chuck Baldwin, e meu blog ficou fora do ar durante horas, e tudo o que o leitor conseguiu ver foi: “Este blog foi removido.” Removido por quem?
O Google estava em manutenção? Foi um apagão? O Google não gosta do Pr. Chuck Baldwin? Ou o Google não gosta dos artigos de Julio Severo?
Bem exatamente às vésperas da eleição presidencial passada, meu blog sofreu um apagão de 24h depois que publiquei o artigo “Vivendo e aprendendo nas eleições do Brasil,” neste link: http://bit.ly/12brQ1G Nesse ponto, não poderiam me censurar por ser partidário, pois não tomei lado nem de um nem de outro. Meu texto foi claramente contra Dilma e contra a Aécio, por serem reconhecidamente promotores da agenda gay.
Alguém no Google não gosta do Julio Severo? Ou o Google gosta demais de Dilma e Aécio?
Depois de algumas pressões, inclusive do Rev. Alberto Thieme, que fez contato com o Google nos EUA, o Google voltou atrás. Confira aqui: http://bit.ly/1tkacnH
Em 2007, meu blog ficou muitos dias fora do ar, mas nesse caso o Google teve a honestidade de dizer aos advogados e promotores que fizeram contato para a restauração do meu blog que o Google havia removido por causa das queixas recebidas sobre uma estranha criatura alienígena chamada “homofobia.” O papel do Olavo de Carvalho, denunciando a censura, foi também crucial para o Google voltar atrás.
Agora, as remoções acontecem mais vezes e aos pedaços. Publico uma coisa e, por várias horas, remoção. Publico outra, remoção por várias horas.
Pergunto: Quando isso vai parar?
Eu queria que o Google apresentasse ao público uma lista de textos que os blogueiros têm permissão de publicar ou não. Onde está a lista?
Mesmo sem lista pública, já vi, na minha experiência, que o Google não gosta quando denuncio a agenda gay e suas tentativas tirânicas de impor seu comportamento homossexual nojento sobre as pessoas.
Vi também que não posso denunciar a Dilma e o Aécio por seu colaboracionismo homossexualista. Evidentemente, o Google não gosta de críticas às elites homossexualistas do PT e PSDB.
Vi que o Google não gosta quando publico texto de um pastor americano lembrando que as atuais guerras dos EUA estão ajudando no massacre islâmico de cristãos.
E, por fim, o Google parece não gostar de críticas a Jean Wyllys, o deputado gayzista que acha que o Congresso Nacional é seu BBB pessoal, para fazer do Brasil o que quer e ameaçar impunemente pastores e outros cristãos.
Censura aos pedaços ou por apagão. A nova moda para punir críticas às elites homossexualistas do governo do Brasil e dos EUA.
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A pedido de Jean Wyllys, MP interrompe curso para pastores sobre temática gay


A pedido de Jean Wyllys, MP interrompe curso para pastores sobre temática gay

O caso seria investigado pelo MP-DF, que decidiu pelo seu arquivamento.

Thiago Cortês
Por solicitação do deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), um curso de orientação sobre homossexualismo ministrado pelo ex-homossexual Claudemiro Ferreira – e voltado para pastores – foi interrompido pelo Ministério Público do Distrito Federal (MP-DF).
Apesar de voltado para lideranças evangélicas, o evento que aconteceria entre os dias 19 e 23 do presente mês foi interrompido por um oficial de Justiça. A programação foi denunciada porque supostamente tratou da homossexualidade “como doença”. O caso seria investigado pelo MP-DF, que decidiu pelo seu arquivamento (veja abaixo).
Mas o foco do evento traz uma perspectiva bastante distante de qualquer vestígio de homofobia. O cartaz do evento dizia somente: “Homossexualismo: ajudando, biblicamente, a prevenir e tratar aqueles que desejam voltar ao padrão de Deus para sua sexualidade”.
Mesmo assim, com base na denúncia de Jean Wyllys, o Ministério Público do Distrito Federal intimou os palestrantes Airton Williams e Claudemiro Soares durante evento em Brasília. Contra eles, foi feita por Wyllys uma acusação sobre “charlatanismo”.
Com a divulgação do caso, lideranças evangélicas passaram a questionar se agora é crime no Brasil ensinar que o homossexualismo é pecado. Outras questionam se Jean Wyllys acionaria o MP se o curso fosse ministrado por um clérigo muçulmano em uma mesquita.
“Qualquer um pode defender o aborto e o uso de drogas, que são crimes, abertamente. O Ministério Público não diz nada. Mas falar em lugar privado sobre terapia para gay é proibido e o lugar invadido pelo MP-DF. É revoltante”, afirmou o pastor Silas Malafaia.
Por sua vez, o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) questionou o “oportunismo” de Jean Wyllys, lembrando a origem do deputado do PSOL, que se deu em um reality-show.
“Não me assusta que o pacóvio deputado ex-BBB ter assumido a autoria da denúncia visando a prisão dos palestrantes. É um cristofóbico assumido. Se os cristãos ficarem calados, amedrontados, preparem-se para verem pastores e padres serem presos, retaliações piores que está virão”, declarou Feliciano.
A advogada e pastora Damares Alves destacou a força do lobby LGBT. “Pasmem, senhores, o Ministério Público foi no local e interrompeu o curso. Olhem o tamanho do poder do deputado Jean Wyllys. Conseguiu interromper um curso fechado para líderes evangélicos. Isso é só o começo. Temos que dar uma resposta à altura a esse episódio”, ressaltou.

MP-DF recua após repercussão

“Tanta coisa para um parlamentar fazer no Brasil e ele preocupado com um curso que tinha apenas 25 pastores presentes querendo tão somente aprender sobre como acolher e lidar com os milhares de homossexuais que tristes e deprimidos procuram nossas igrejas”, sentenciou Damares.
Depois da forte repercussão negativa sobre a interrupção do curso voltado para pastores, o Ministério Público do Distrito Federal decidiu arquivar o caso por não haver indício de discriminação por orientação.
Oficialmente, o MP-DF decidiu pelo arquivamento após o depoimento de um dos palestrantes, Airton Williams. O depoimento do palestrante levou o promotor a conclusão óbvia: o curso é voltado para lideranças evangélicas interessadas em acolher homossexuais.
“Ele explicou que o curso é sobre como acolher homossexuais e como fazer trabalho de orientação eclesiástica para, nas palavras dele, homossexuais que gostariam de deixar de ser”, afirmou o promotor Thiago Pierobom de Ávila.
O promotor disse que o papel do Ministério Público é vedar qualquer ato de discriminação, o que, para ele, até o momento, “não ficou caracterizado”.
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
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Hoje Jean Wyllys impede curso para pastores, amanhã mandará fechar igrejas


Hoje Jean Wyllys impede curso para pastores, amanhã mandará fechar igrejas

Joel Engel
A tentativa do deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) de impedir um curso para pastores ministrado pelo ex-homossexual Claudemiro Ferreira é uma mostra absurda da ditadura ideológica que o parlamentar está disposto a impor caso mantenha sua influência sob o Governo.
O curso previsto para acontecer entre os dias 19 e 23 do presente mês foi interrompido pela Justiça após o parlamentar – homossexual assumido e principal opositor da cultura judaico-cristã no país – ter denunciado ao Ministério Público do Distrito Federal (MP-DF) que o curso tratava a homossexualidade como “doença”.
Os palestrantes Airton Williams e Claudemiro Soares foram intimados pelo Ministério Público a comparecer no Núcleo de Enfrentamento a Discriminação durante o evento em Brasília. Contra eles, foi feita por Wyllys uma acusação sobre “charlatanismo”. Uma denúncia absurda, já que o tema do evento não tem qualquer perspectiva de ter discurso de intolerância ou homofobia.
Wyllys está agora disposto a tudo para impedir e influenciar nos trabalhos das igrejas cristãs. Talvez seja por isso que o parlamentar seja favorável ao ensino do islamismo nas escolas públicas do Brasil. Se as lideranças não reagirem agora ninguém poderá impedi-los de interromper outras reuniões para intimar pastores a depor.
O fato é que há movimentos querendo impedir que a verdade seja pregada no Brasil. O cartaz do evento dizia somente: “Homossexualismo: ajudando, biblicamente, a prevenir e tratar aqueles que desejam voltar ao padrão de Deus para sua sexualidade”. Agora é crime no Brasil ensinar que a homossexualidade é pecado? É justamente o que o deputado deseja, que a opinião contra a prática seja criminalizada, instaurando uma ditadura moral.
Wyllys, por exemplo, sente-se no direito de defender a prostituição como prática exemplar para a sociedade, inclusive apresentou um projeto para que as prostitutas tenham os mesmos direitos de trabalhadores comuns. Mas os cristãos não tem o direito de se posicionar contra a homossexualidade? Isso é revoltante. Mordaça, ditadura ideológica, autoritarismo e imposição é coisa de nazistas.
Não aceito ditadura ideológica, mordaça ou gueto, nem para mim nem para ninguém, nem para o crente nem para o ateu, nem para o heterossexual nem para o homossexual. Se qualquer pessoa tem o direito de defender o aborto, o uso de drogas, práticas criminosas, tem gente até favorável a pedofilia, e o Ministério Público não interfere, nós cristãos temos o direito de oferecer ajuda para homossexuais que queiram deixar essa prática.
O deputado gosta de acusar os cristãos de preconceituosos e fundamentalistas. Lenin quem disse: “Xingue-os do que você é, acuse-os do que você faz.” Wyllys é um oportunista que tenta  manter seu nome em alta as custas de perseguir e intimidar cristãos Brasil a fora.
Se nos calarmos agora, se os cristãos aceitarem essa imposição ideológica, devem estar preparados para verem pastores e padres sendo presos acusados de homofobia por pregar contra o pecado da prática homossexual em suas igrejas. Temos que dar uma resposta à altura a esse episódio.
O Ministério Público recuou na denúncia, decidiu arquivar o caso por não haver indício de discriminação após o depoimento de um dos palestrantes, que levou o promotor a conclusão óbvia: o curso é voltado para lideranças evangélicas interessadas em acolher homossexuais.
Nós cristãos precisamos aprender a enfrentar a apostasia e lutar contra a influência do mal na sociedade moderna. Precisamos nos posicionar em defesa do evangelho. Em Salmos 2:8 diz: “Pede-me, e te darei as nações como herança e os confins da terra como tua propriedade”. Deus está disposto a nos entregar essa nação, para que o mundo testemunhe da sua glória, mas precisamos estar dispostos a nos posicionar contra a apostasia, o pecado, a depravação moral, o anti-cristo.
O que se insinua é que as pessoas podem escolher agir por qualquer motivo, menos pela fé. Isso é puro preconceito, intolerância religiosa, perseguição, cristofobia, violação dos direitos humanos, dos direitos constitucionais que nos garantem a livre manifestação de culto. O cristão deve ser sal e luz para o mundo e deve apontar o temor do Senhor e seus mandamentos como dever de todo o homem (Eclesiastes 12:13).
Ateus tem o direito de se manifestar contra a fé, mas não de tentar impedir a manifestação de culto. Se aceitarmos essa imposição ideológica, em breve nossas escolas de obreiros e escolas bíblicas dominicais serão fiscalizadas por órgãos públicos para ter seu conteúdo aprovado.
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
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29 de janeiro de 2015

A bomba relógio da dívida dos Estados Unidos


A bomba relógio da dívida dos Estados Unidos

Stephen Moore
Desculpe, mas o problema que vou mostrar não dá para ninguém culpar num dos dois grandes partidos dos EUA. Sim, o presidente Barack Obama tornou o problema muito, muito pior, mas a verdade assustadora é que a dívida nacional dos EUA continua aumentando implacavelmente não importa quem ou qual partido esteja no governo dos EUA. Essa é a nova lei da política americana.
“Na Dívida Confiamos”
Quando cheguei pela primeira vez a Washington no início da década de 1980, a dívida estava em torno de 2 trilhões de dólares. Nesta semana, 30 anos e cinco presidentes depois, a dívida excedeu pela primeira vez 18 trilhões de dólares. Nos últimos 40 anos — com exceção de apenas 4 anos —, os EUA estão no vermelho.
Isto é $18.000.000.000.000. Todos sabemos que 18 milhões é muito dinheiro. Mas, nesse caso, é 18 milhões de dólares vezes outro milhão. Esse número é tão gigantesco que não vamos compreendê-lo nem conseguiremos compreendê-lo.
Muitos americanos dizem:
·         Por que se preocupar?
·         Devemos essa dívida para nós mesmos.
·         A poderosa economia americana é grande o suficiente para absorver essa dívida.
·         Os EUA foram construídos em dívida.
·         Não existe melhor época para tomar emprestado do que quando as taxas de juro são as mais baixas em 40 anos.
Algumas dessas afirmações têm alguma verdade. Com certeza, os EUA têm uma economia de quase 18 trilhões de dólares, mas o problema da dívida está aumentando mais do que a economia.
Só nos últimos sete anos — o último ano do governo de George W. Bush e os primeiros seis anos do governo de Obama — a dívida aumentou cerca de 7,4 trilhões de dólares — 10 vezes mais do que toda a dívida que os EUA tiveram em seus primeiros 200 anos de história como nação.
Minha opinião é que a dívida que o governo faz nem sempre é inerentemente má. A sabedoria de tomar emprestado depende do modo como se usa o dinheiro:
·         Os EUA tomaram emprestados trilhões (no dólar de hoje) para ganhar a 2ª Guerra Mundial. Com certeza valeu a pena.
·         Os EUA tomaram emprestado outro 1,8 trilhão de dólares durante os anos Reagan para financiar medidas para ganhar a Guerra Fria e reconstruir a economia privada com cortes de impostos, claramente beneficiando gerações futuras, de modo que assumissem parte das despesas.
Mas o que os EUA compraram com a maior parte de sua dívida nas últimas duas décadas é um Estado assistencialista maior e mais expansivo. Quase metade dos lares americanos, de acordo com a agência de recenseamento dos EUA, recebe ajuda financeira do governo ou um benefício direto do governo hoje. Mais de um terço dos lares americanos recebe algum tipo de benefício governamental sem trabalhar.
Obama chamou essas políticas, que envolvem gastar e tomar emprestado, de “estímulo.” Será mesmo?
O que é que as dívidas do governo de Obama mostram? O escândalo Solyndra. Quarente e seis milhões de bolsas-família. O colapso do sistema de saúde público de Obama. Etc.
Esta é uma das primeiras vezes na história americana (a era pós-Guerra do Vietnã é outra) em que os EUA abriram as comportas de empréstimos numa época em que o orçamento de suas forças armadas tem sido cortado de forma drástica.
Eis a maior preocupação com uma dívida de 18 trilhões de dólares: O que acontecerá se/quando as taxas de juros voltarem a subir?
Resposta: esse é o equivalente econômico da opção nuclear.
Cada aumento de 1 ponto de percentagem faz com que o déficit dos EUA aumente em mais que 1 trilhão de dólares durante 10 anos. Então um aumento de ponto de base de 300 em índices — nada mais que uma volta à normalidade — significaria cerca de 5 trilhões de dólares em déficits federais.
Se isso acontecer, os custos de manter a dívida crescem astronomicamente e os pagamentos de juros se tornariam o maior item de despesa no orçamento. Os americanos começam a pagar mais e mais impostos só para financiar os empréstimos que tomaram no passado.
Foi isso o que aconteceu na cidade de Detroit; olhe o resultado final: Detroit hoje é uma cidade falida.
Talvez essa bolha não vá estourar. Os americanos precisam orar para que não estoure. Se estourar, o colapso imobiliário de 2008-2009 vai parecer piquenique em comparação.
Os políticos acham que estão trapaceando aqui, mas a vasta maioria dos americanos sente que a economia está na direção errada em grande parte por causa dessa bomba relógio de dívida.
Esse quadro explica por que as políticas de Barack Obama foram totalmente destroçadas durante as eleições do Congresso dos EUA em novembro passado. Uma grande nação não registra contas não pagas mês após mês, ano após ano, década após década. O bom senso básico dos americanos lhes diz que não dá para se manter no caminho da prosperidade à custa de empréstimos e dívidas.
Oh, e os EUA continuam tomando emprestado um trilhão de dólares por ano. Então, a dívida provavelmente atingirá 20 trilhões de dólares em algum momento antes de 2018. Vai ser difícil os EUA terem dias melhores.
*Stephen Moore é o principal economista da Fundação Heritage.
Traduzido por Julio Severo do artigo da CBN News: The United States of Debt: A Ticking Time Bomb
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28 de janeiro de 2015

Judeus tiveram papel fundamental na fundação dos Estados Unidos


Judeus tiveram papel fundamental na fundação dos Estados Unidos

Bill Federer
Em 1492, Colombo foi enviado para descobrir uma rota marítima para a Índia e China. Ele foi enviado pelos monarcas espanhóis Fernando e Isabel, que haviam acabado de libertar a Espanha de 700 anos dos exércitos muçulmanos de ocupação.
Estátua de Robert Morris, à esquerda, George Washington, no centro, e do financista judeu Haym Solomon, à direita, em Chicago
A Espanha então forçou os judeus sefarditas a fugir.
Alguns judeus foram para o Império Otomano, e alguns foram para Portugal e então foram para Amsterdã. De Amsterdã, alguns judeus acompanharam, de navio, mercadores holandeses para a América do Sul, se estabelecendo na cidade de Recife. Em Recife, eles construíram a primeira sinagoga do continente americano, a Sinagoga Kahal Zur Israel.
Quando a Espanha e Portugal atacaram Recife, os judeus fugiram de novo.
Vinte três foram de navio para Port Royal, na Jamaica. Daí, no navio francês Sainte Catherine, eles chegaram em 1654 à Colônia Holandesa de Nova Amsterdã, se tornando os primeiros judeus da América do Norte.
O governador holandês Peter Stuyvesant tentou expulsá-los, mas eles tiveram permissão de ficar, pois a Companhia Holandesa das Índias Ocidentais na Holanda considerava a Espanha e Portugal seus principais inimigos, não os judeus ou outros dissidentes.
Os holandeses estavam numa disputa mundial com a Espanha e Portugal para possuir a Indonésia, a Índia, a África e a América do Sul, de modo que eles queriam rapidamente povoar a colônia da Nova Holanda para defendê-la e fazê-la dar lucro.
Em 1663, a Companhia Holandesa das Índias Ocidentais, embora estivesse estabelecendo oficialmente a fé reformada holandesa, instruiu Peter Stuyvesant com relação aos quacres “e outros membros de seitas”: “Precisamos favorecer a imigração… nesta fase inicial da existência do país. Portanto, você pode fechar seus olhos, pelo menos não forçando nada na consciência das pessoas, mas permitindo que todos tenham suas próprias crenças, enquanto se conduzirem de forma pacífica e de acordo com as leis, não afrontando seus vizinhos e não se opondo ao governo.”
Os judeus na Nova Amsterdã não tinham permissão de fazer reuniões religiosas fora de seus lares nem de se juntar ao exército municipal que protegia a cidade.
Então, em 1664, exércitos britânicos assumiram o controle da Nova Amsterdã, mudando seu nome para Nova Iorque, e os judeus ganharam mais liberdade.
Em 1730, os cidadãos judeus de Nova Iorque compraram terra e construíram a pequena “Sinagoga da Rua Mill,” a primeira sinagoga da América do Norte.
Durante a era colonial, a população dos Estados Unidos aumentou para 3 milhões, com uma população judaica de cerca de 2 mil em sete congregações sefarditas:
·         A congregação Shearith Israel, na cidade de Nova Iorque, começou em 1655;
·         A congregação Yeshuat Israel, em Newport, Rhode Island, começou em 1658;
·         A congregação Mickve Israel, em Savannah, Georgia, começou em 1733;
·         A congregação Mikveh Israel, na Filadélfia, começou em 1740;
·         A congregação Shaarai Shomayim, em Lancaster, Pensilvânia, começou em 1747;
·         A congregação Kahal Kadosh Beth Elohim, Charleston, na Carolina do Sul, começou em 1749;
·         E a congregação Kahal Kadosh Beth Shalom, Richmond, Virgínia, começou em 1789.
Desde o terceiro século, o ensinamento do Rabino Samuel da Babilônia, de que “a lei da terra é a lei,” resultou em que os judeus se refreavam de tentar mudar sua situação política. A Guerra Revolucionária Americana foi a primeira vez desde o exílio deles de Jerusalém que os judeus lutaram ao lado de vizinhos cristãos como iguais na luta pela liberdade.
Mercadores judeus, como Aaron Lopez de Newport e Isaac Moses da Filadélfia, manobravam seus navios através dos bloqueios britânicos para fornecer roupas, armas, pólvora e alimento para os necessitados soldados revolucionários. Alguns mercadores perderam tudo.
Um número estimado de 160 judeus lutaram no Exército Americano Continental durante a Guerra Revolucionária, tais como o tenente Solomon Bush e Francis Salvador da Carolina do Sul, o primeiro deputado estadual judeu, que foi morto numa batalha da Guerra Revolucionária; Mordecai Sheftall de Savannah era vice-diretor do serviço de intendência para as tropas americanas, em 1778; Abigail Minis supria provisões para os soldados americanos em 1779; e Reuben Etting de Baltimore lutou e foi nomeado delegado federal para Maryland pelo presidente Jefferson, em 1801.
O Dr. Philip Moses Russell, médico judeu de George Washington, sofreu com ele no Vale Forge.
O presidente Calvin Coolidge relatou em 3 de maio de 1925: “Haym Solomon, financista judeu polonês da Revolução. Nascido na Polônia, foi feito prisioneiro dos exércitos britânicos em Nova Iorque, e quando escapou estabeleceu seus negócios na Filadélfia. Ele negociou para Robert Morris todos os empréstimos levantados na França e Holanda, empenhou sua fé e fortuna pessoal em prol de quantias enormes, e pessoalmente adiantou grandes montantes para homens como James Madison, Thomas Jefferson, Baron Steuben, General St. Clair e muitos outros líderes patriotas que testificaram que sem a ajuda dele eles não teriam conseguido avançar a causa.”
Em 1975, um selo postal dos EUA honrou Haym Solomon, com a mensagem: “O empresário, financista, corretor e herói Haym Solomon foi responsável por levantar a maior parte do dinheiro necessário para financiar a Revolução Americana e mais tarde salvou a nova nação do colapso.”
George Washington enviou cartas para a Congregação Judaica de Newport, Rhode Island, e de Savannah, Georgia, declarando: “Que a mesma Deidade operadora de maravilhas, a qual muito tempo atrás livrou os hebreus de seus opressores egípcios, os plantou numa terra prometida, cuja intervenção providencial foi nos últimos tempos evidente na fundação dos Estados Unidos como nação independente, continue a regá-los com orvalhos do céu.”
Judeus asquenazes eram poucos nos EUA até que uma perseguição na Bavária na década de 1830 resultou na imigração de muitos milhares.
O presidente Martin Van Buren enviou uma carta aos turcos otomanos muçulmanos pedindo-lhes que parassem de matar os judeus na Síria. Foi uma carta “em prol de uma raça oprimida e perseguida, que tem parentes que são alguns dos cidadãos americanos mais dignos e patriotas.”
David Yulee, “Pai das Ferrovias da Flórida,” foi o primeiro judeu eleito ao Senado dos EUA em 1845. Ele foi acompanhado em 1853 pelo senador Judah P. Benjamin da Louisiana.
O governador David Emanuel da Georgia foi o primeiro governador judeu de um estado dos EUA.
Em 1818, Solomon Jacobs foi prefeito de Richmond, Virginia.
Uriah P. Levy foi o primeiro comodoro judeu da Marinha dos EUA, lutando na Guerra de 1812 e comandando a esquadra do Mediterrâneo. Ele foi responsável por acabar com a prática de punição de chicote na Marinha. Uma capela em Annapolis e um destroier da 2ª Guerra Mundial ganharam o nome dele.
Quando a casa Monticello do presidente Jefferson estava caindo em ruínas, Levy a comprou em 1836, consertou-a e a abriu ao público. Ele comissionou a construção da estátua de Jefferson que está na rotunda do Capitólio dos EUA.
Samuel Mayer Isaacs, editor do jornal Jewish Messenger (Mensageiro Judaico), escreveu acerca dos Estados Unidos em 28 de dezembro de 1860: “Esta república foi a primeira a reconhecer nossas reivindicações de igualdade, com homens de quaisquer denominações religiosas. Aqui podemos nos sentar cada um debaixo de sua videira e figueira, sem ninguém para nos amedrontar.”
Em 1862, o jornal London Jewish Chronicle (Crônica Judaica de Londres) noticiou: “Agora temos algumas palavras dos judeus dos Estados Unidos em geral… Tendo a Constituição estabelecido perfeita liberdade religiosa, os judeus eram livres nos EUA… Eles… num tempo comparativamente curto, prosperaram e tiveram sucesso ali num grau que nunca aconteceu na Europa.”
Na época da Guerra Civil, a população dos Estados Unidos era 31 milhões, inclusive em torno de 150 mil judeus. Um número estimado de 7 mil judeus lutou no exército da União e 3 mil lutou no exército confederado, com cerca de 600 soldados judeus morrendo em batalha.
Os generais judeus da União eram: Leopold Blumenberg; Frederick Knefler; Edward S. Salomon e Frederick C. Salomon.
Os oficiais confederados judeus incluíam: Judah P. Benjamin, ministro da Guerra; coronel Abraham Charles Myers, general intendente; e o Dr. David Camden DeLeon, ministro da Saúde. O Dr. Simon Baruch, que era cirurgião, serviu na equipe pessoal do general Robert E. Lee.
O major Raphael J. Moses era o Oficial Comissário da Georgia e depois da guerra começou uma indústria de pêssegos na Georgia.
Enquanto que o primeiro capelão católico do Exército dos EUA foi nomeado durante a Guerra entre EUA e México, o primeiro capelão judeu foi nomeado durante a Guerra Civil, o Rev. Jacob Frankel, da Congregação Rodeph Shalom da Filadélfia.
Em 1 de março de 1881, o czar Alexandre II da Rússia foi assassinado e um pogrom começou contra os judeus, fazendo com que mais de 2 milhões fugissem para os EUA.
Em 1916, a população dos Estados Unidos era 100 milhões, dos quais 3 milhões eram judeus.
Durante a 1ª Guerra Mundial, o presidente Woodrow Wilson escreveu: “Enquanto que em países em guerra há 9 milhões de judeus, a maioria dos quais estão destituídos de comida, abrigo e roupas; expulsos de suas casas sem aviso… provocando fome, doença e sofrimento imensurável… o povo dos Estados Unidos ficou sabendo, com tristeza, dessa horrível situação… Proclamo 27 de janeiro de 1916 como dia para fazer contribuições, mediante a Cruz Vermelha Americana, para a assistência dos judeus assolados.”
Traduzido por Julio Severo do artigo do WorldNetDaily: Jews prove critical to founding of America
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