23 de dezembro de 2015

Universidade Presbiteriana Mackenzie e seu professor marxista


Universidade Presbiteriana Mackenzie e seu professor marxista

Julio Severo
É fato inegável que as universidades seculares estão repletas de professores marxistas. O resultado evidente é que jornalistas e economistas saem dessas universidades regurgitando Karl Marx.
Osvaldo Coggiola
Como fazer curso de jornalismo e economia sem se contaminar com o marxismo das universidades seculares e estatais? A resposta aparentemente óbvia para os evangélicos brasileiros é: faça tais cursos na Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM) em São Paulo. Supostamente, uma universidade evangélica nunca teria um professor marxista.
Só supostamente, porque na realidade a UPM tem o professor Osvaldo Coggiola, que dá aulas de jornalismo e economia ali. Ele é autor de um artigo intitulado “Em Defesa do Marxismo.” Esse é o menor de seus trabalhos.
Sua especialidade é a defesa do marxismo, e ele faz isso frequentemente nos seus muitos livros publicados, inclusive:
·         O trotskismo na América Latina
·         O Marxismo Hoje (com Michael Löwy, Jacob Gorender, Cláudio Katz e James Petras )
·         Marx e Engels na História
·         História e Revolução
·         Engels: o Segundo Violino
·         Ontem e Hoje: Manifesto Comunista
·         Revolução Cubana
·         Escritos Sobre a Comuna de Paris
·         América Latina: Encruzilhada da História Contemporânea
·         Governo Lula: da Esperança à Realidade
·         Neoliberalismo ou Crise do Capital? (com Claudio Katz)
·         Governos Militares na América Latina (com Jaime Pinsky)
·         25 de Outubro de 1917: a Revolução Russa (com Arlene Clemesha)
Se a dona da UPM (a Igreja Presbiteriana do Brasil) é de fato evangélica, por que deixa isso acontecer? Falta de visão?
Falta de visão, para quem não acredita em visão, é normal. A UPM já foi comandada por muitos anos pelo Rev. Augustus Nicodmeus, que tinha autoridade na questão de contratação de professores contra o marxismo e o aborto, mas preferia ocupar-se com sua teologia cessacionista, que nega que o Espírito Santo dá hoje dons como visão e profecia. Nicodemus é o maior teólogo cessacionista do Brasil.
Enquanto ele estava ocupado atacando evangélicos que creem nos dons sobrenaturais de Deus hoje, o diabo — o pai do aborto, marxismo e cessacionismo — estava escolhendo professores para a UPM.
Talvez se Nicodemus e sua universidade presbiteriana tivessem esses dons, poderiam enxergar espiritualmente e evitar a tentação de contratar professores marxistas e pró-aborto.
Mas será que é preciso dons sobrenaturais para enxergar o fato óbvio de que uma universidade evangélica jamais deveria ter professores marxistas e pró-aborto?
Leitura recomendada:

17 comentários :

Anônimo disse...

Protestante e não evangélica. Evangélicos não têm Universidades de fato no Brasil. Aliás, o MEC sequer reconhece a maioria dos cursos evangélicos de teologia, se é q reconhece algum.

Anônimo disse...

https://www.youtube.com/watch?v=ns0gLePq_qk

Anônimo disse...

Esses crentes do mackenzie são politicamente corretos...

Anônimo disse...

Ninho de comunistas disfarçados...serão os primeiros a se alinhar com o ecumenismo humanitário, a religião do anticristo que aceita tudo em nome da paz, até despacho com cabeça de bode em cima da Bíblia.

Leandro disse...

O problema não é ser marxista (apenas).
O problema é ser um marxista excessivamente militante, com um horizonte muito específico.
Em resumo, um bitolado.

marcelo victor disse...

Karl Marx defendia uma reforma social, com luta de classes e revolução do proletariado, num sistema diametralmente oposta ao capitalismo (o qual baseia-se na meritocracia), a fim de que o homem supostamente voltasse ao "estado natural", onde todos teriam o mesmo direito a tudo, mediante a abolição da propriedade privada.
Não sei o por quê, mas essa ideia me lembra muito o cidadão Caim que invejou seu irmão e acabou assassinando-o, pelo simples fato de que era relaxado e não tinha humildade em seu coração.
Por isso, fico com as Escrituras Sagradas que dizem que os pobres sempre os teremos, pois, naturalmente, uns se destacam dos outros, tanto na vida material como na vida espiritual.

Aprendiz disse...

Marcelo Victor

O sistema de livre mercado não se baseia na meritocracia. Meritocracia é um método supostamente objetivo para escolha de funcionários públicos e crescimento desses funcionários dentro do aparato estatal. Surgiu em oposição à aristocracia.

O livre mercado se baseia no atendimento das demandas dos compradores. Não só dos compradores finais (consumidores de bens de consumo) mas dos compradores ao longo de toda a cadeia produtiva (porque no livre mercado o governo não escolhe vencedores, nem protege seus empresários favoritos). Quando, comparando preços, características, qualidade, prazos, garantias, condições de pagamento, o comprador decide por um determinado produto, aumenta o capital disponível naquela linha da cadeia produtiva, e deixa de fornecer capital a outras linhas da cadeia produtiva. Ele avalia (com seu próprio dinheiro, ou com o dinheiro da empresa para a qual trabalha) a capacidade que aquele produto tem de atender sua demanda. Num certo sentido muito restrito, não deixa de ser uma avaliação de mérito do produto, mas apenas muito indiretamente e de forma muito restrita, é uma avaliação sobre os méritos de todas as pessoas envolvidas naquela linha especifica da cadeia produtiva.

Vou dar um exemplo: Você vai às compras, escolhe e compra um sapato. Certamente você premiou as pessoas envolvidas em todas as etapas do fornecimento desse sapato (desde o pecuarista que criou o boi de onde foi extraído o couro até o vendedor que o atendeu). Mas seria um grande exagero dizer que você fez uma avaliação geral do MÉRITO de cada pessoa envolvida. Você apenas avaliou que, naquele caso específico, elas atenderam melhor que outros a sua demanda.

marcelo victor disse...

Segundo li, “Embora a meritocracia tenha sua raiz na gestão pública, ela se expandiu amplamente para o setor privado em todo o mundo todo, seja através da consolidação do livre mercado ou em face ao surgimento de várias teorias a respeito da administração empresarial. Empresas aplicam o sistema meritocrático em seu sistema de reconhecimento, recompensa e gestão de carreira com o objetivo de valorizar aqueles que garantem bons resultados, fazendo a diferença nos negócios. Na atualidade, as empresas privadas usam diversos mecanismos para reconhecer seus funcionários pelo mérito e os promovem de todos os meios possíveis, seja pela ascensão hierárquica, aumento do salário fixo, ampliação da remuneração variável, viagens, treinamentos, bolsas de estudo dentre outros, a fim de melhorar a qualificação profissional e seu desempenho. Com isso, garantem lucros elevados e o crescimento da instituição, aperfeiçoando seus produtos e serviços, gerando empregos e ampliando salários, assim recompensam toda a sociedade, sejam trabalhadores ou consumidores”.
Outrossim, segundo li, “O sistema meritocrático está inserido nas nações mais desenvolvidas do planeta, como da América do Norte, da Europa Ocidental, da Oceania e na Ásia Oriental. Diante tais evidências é impossível não se questionar o porquê de socialistas criticam este modelo (e punem os que se destacam dando-lhes o mesmo valor que os demais)?!”
Salvo erro, a meritocracia, em linhas gerais, parece estar presente em todas as áreas da sociedade capitalista, até mesmo nas relações internacionais, ao ponto das nações mais eficientes, em termos de política internacional, e mais competitivas economicamente estabelecerem as melhores relações.

Anônimo disse...

A Teologia da Libertação consiste exatamente na invasão comunista da Igreja
A TL prega um conceito marxista (inspirado pelo teórico do marxismo, o ateu Carlos Marx), segundo o qual haverá um paraíso na Terra quando os pobres retirarem dos ricos as riquezas e as distribuírem, criando assim uma sociedade sem classes.
O mecanismo desta revolução seria a “luta de classes”: os pobres, revoltando-se contra a sua pobreza, conquistariam o poder e assegurariam uma distribuição igualitária de todos os bens materiais (independentemente de mérito e demérito).
Para o marxista, logo para o TL, o único pecado que existe é a acumulação de riquezas, vista por eles como essencialmente ruim (independentemente de mérito). Do mesmo modo, eles vêem em qualquer hierarquia um pecado contra a “igualdade” que eles crêem existir entre os homens (independentemente de méritos e deméritos).
Assim, a TL considera que o que realmente importa é pregar entre os pobres a revolta contra os ricos, com o fim de estabelecer uma sociedade igualitária, não havendo problema em roubar, mentir, cometer adultério e até matar. O único pecado seria o pecado social, ou seja: ter bens materiais em quantidade maior que outras pessoas (independentemente de mérito e demérito). Assim, para a TL, todo pobre é santo e todo rico é bandido.
Devemos, portanto, procurar evitar ao máximo a leitura de livros e folhetos escritos pela TL, assim como procurar sempre impedir suas investidas em nossas regiões, principalmente através da oração. Alguns dos autores TL mais conhecidos são: Gutiérrez, Leonardo Boff (frade franciscano que apostatou, traiu seus votos e hoje vive com uma mulher casada), Frei Betto, Marcelo Barros...

marcelo victor disse...

Para a TL, Jesus era comunista e Sua vida comprovou isso.
Ele não multiplicou os pães, mas os dividiu entre os pobres; Ele não deu vista aos cegos, mas tirou-lhes as escamas da ideologia de seus entendimentos; Ele não curou o leproso, mas lutou contra a exclusão social; Ele não mostrou aos homens que devemos olhar primeiro para os nossos próprios pecados para só então olhar para os pecados alheios, mas não condenou o adultério (falando da mulher que foi pega no ato do adultério); etc.
Pelo jeito, para essa gente, os verbos no infinitivo, encontrados no NT, não significam, em hipótese alguma, uma “ação”. Com isso, desqualificam qualquer forma de “mérito”.
Quando Jesus diz que “o pede recebe”, que “o que busca encontra” e que “o que bate a porta se-lhe abre” Ele não está falando de mérito. Ou seja, aquele que não faz nada daquilo que jesus disse também é atendido.
Porém a Bíblia diz (ao que creu e foi batizado) que: “A fé sem obras é morta” (Tg 2:20).
O que isso significa senão a meritocracia, guiada pelo Espírito Santo, dado àquele que creu em Cristo (uma ação da pessoa)?

Anônimo disse...

Tenho por mim que essa postura dos presbiterianos do Mackenzie está relacionada, direta ou indiretamente, ao fato de serem calvinistas, e, portanto, não se importarem tanto com os atributos morais de Deus, mas unicamente com a soberania.
Por certo eles crêem que já estão salvos e que não podem, de forma alguma, perder a salvação, independentemente das suas obras. Assim sendo, não creem na necessidade de produzir as obras da fé, negligenciando Tg 2:20.
Além disso, possivelmente eles se esqueceram de que cada pessoa que morre leva consigo o memorial das suas obras, produzidas em vida (Ap 14:13), para que seja julgada naquele grande Dia segundo as obras, conforme 2 Co 5:10 e Ap 20:12.
Assim sendo, segundo a doutrina que seguem, mesmo que eles estabeleçam alianças satânicas, o que importa é que Deus já os salvou e, segundo eles, nada os pode separar do amor de Deus.
Quanto aos não eleitos (soberanamente), creio que eles não estejam muito preocupados, pois, segundo a doutrina calvinista, os tais estão destinados, por Deus, para o sofrimento eterno e não estão sob a responsabilidade dos presbíteros, contrariando Hb 13:17.

Anônimo disse...

O presbiteriano Rubem Alves também era adepto dessas teologias de esquerda, Evangelho Social e tal, que visavam trazer o paraíso na Terra, a utopia, quando a Palavra de Deus nos promete é habitar à direita de Cristo na Nova Jerusalém. Rubem Alves já ficou magoadinho com o ''frei'' Beto, por rejeitá-lo, mas não por ele ser um protestante, não, mas sim por ele não ser marxista e ter escrito a sua tese nos EUA (anti-americanismo) - no que Rubem Alves objetou que Marx escreveu ''O Capital'' em Londres.

https://www.youtube.com/watch?v=njJW1xAMW3Y

ELISEU disse...

A verdade nua e crua é a seguinte: transformaram o Mackenzie num reduto de ideologias esquerdistas. E não foi só com o Mackenzie que fizeram isso. Outras instituições e igrejas também foram corrompidas a este nível.

Se Jesus aparecesse repentinamente no Mackenzie e em outras instituições (e igrejas) que se dizem cristãs, com certeza Ele iria expulsar de dentro delas os promotores do esquerdismo. E com certeza Ele diria as mesmas palavras que disse ao expulsar os vendilhões do templo:

"Está escrito: A Minha casa será chamada casa de oração; mas vós a transformastes em um covil de ladrões" (Mateus 21:13)

Não é exatamente isto o que acontece quando algumas instituições (e igrejas) ditas cristãs negligenciam a obediência à Palavra de Deus e permitem a infiltração de ideologias demoníacas?

Luciano A. Betim disse...

A teologia Calvinista ensina que o verdadeiro cristão deve seguir na santificação. Infelizmente porém, há muito calvinistas que nem conhecem suas confissões, como muita coisa que se lê nos comentários desse blog.

A quem interessar, leia com atenção o que dizem as confissões reformas:

Confissão de Fé de Westminster:

CAPÍTULO XIII
DA SANTIFICAÇÃO

I. Os que são eficazmente chamados e regenerados, tendo criado em si um novo coração e um novo espírito, são além disso santificados real e pessoalmente, pela virtude da morte e ressurreição de Cristo, pela sua palavra e pelo seu Espírito, que neles habita; o domínio do corpo do pecado é neles todo destruído, as suas várias concupiscências são mais é mais enfraquecidas e mortificadas, e eles são mais e mais vivificados e fortalecidos em todas as graças salvadores, para a prática da verdadeira santidade, sem a qual ninguém verá a Deus.

I Cor. 1:30; At. 20:32; Fil. 3:10; Rom. 6:5-6; João 17:17, 19; Ef. 5-26; II Tess. 2:13; Rom. 6:6, 14; Gal. 5:24; Col., 1:10-11; Ef. 3:16-19; II Cor. 7:1; Col. 1:28, e 4:12; Heb. 12:14.

II. Esta santificação é no homem todo, porém imperfeita nesta vida; ainda persistem em todas as partes dele restos da corrupção, e daí nasce uma guerra contínua e irreconciliável - a carne lutando contra o espírito e o espírito contra a carne.

I Tess. 5:23; I João 1:10; Fil. 3:12; Gal. 5:17; I Ped.2:11.

III. Nesta guerra, embora prevaleçam por algum tempo as corrupções que ficam, contudo, pelo contínuo socorro da eficácia do santificador Espírito de Cristo, a parte regenerada do homem novo vence, e assim os santos crescem em graça, aperfeiçoando a santidade no temor de Deus.

Rom. 7:23, e 6:14; I João 5:4; Ef. 4:15-16; II Ped. 3:18; II Cor. 3:18, e 7: 1.

Catecismo maior de Westminster

75. Que é santificação?

Santificação é a obra da graça de Deus, pela qual os que Deus escolheu, antes da fundação do mundo, para serem santos, são nesta vida, pela poderosa operação do seu Espírito, aplicando a morte e a ressurreição de Cristo, renovados no homem interior, segundo a imagem de Deus, tendo os germes do arrependimento que conduz à vida e de todas as outras graças salvadoras implantadas em seus corações, e tendo essas graças de tal forma excitadas, aumentadas e fortalecidas, que eles morrem, cada vez mais para o pecado e ressuscitam para novidade de vida.

Ef. 1:4; 1 Cor. 6:11; 11 Tess. 2:13; Rom. 6:4~6; Fil. 3:10; Ef. 4:23-24; At. 11:18; 1 João 3:9; Judas. 20; Ef. 3:16-19; Col. 1:10-11; Rom. 6:4-6.

76. Que é o arrependimento que conduz à vida?

0 arrependimento que conduz à vida é uma graça salvadora, operada no coração do pecador pelo Espírito e pela Palavra de Deus, pela qual, reconhecendo e sentindo, não somente o perigo, mas também a torpeza e odiosidade dos seus pecados, e apreendendo a misericórdia de Deus em Cristo para com os arrependidos, o pecador tanto se entristece pelos seus pecados e os aborrece, que se volta de todos eles para Deus, tencionando e esforçando-se a andar constantemente com Deus em todos os caminhos da nova obediência.

Luc. 24:47; II Tim. 2:25; João 16:8-9; At. 11:18, 20:21; Eze. 18:30, 32; Luc. 15:17-18; Eze. 36-31. e 16:61, 63; Sal. 130:34; Joel 2:12-13; Jer. 31:18-19; II Cor. 7:11; At. 26:18; 1 Reis 8:47-48; Eze. 14:6; Sal. 119:59, 128; Rom. 6:17-18; Luc. 19:8.

Anônimo disse...

Segundo teólogo, Calvino era ecumênico e comunista:
http://noticias.gospelmais.com.br/segundo-teologo-calvino-era-ecumenico-e-comunista.html

Anônimo disse...

Se pensarmos bem, o Calvinismo é uma espécie de Comunismo disfarçado, pois o deus calvinista não está à porta do coração batendo (Ap 3:20), como alguém que respeita a liberdade de decisão de cada indivíduo. Ao contrário, a sua vontade é a que vale e ele a impõe, soberanamente, a todos as suas pobres criaturas (vítimas do sistema).
Com isso, entendemos claramente que o deus calvinista não respeita a propriedade privada, uma vez que invade os corações e determina soberanamente as ações de cada um, castigando-os por aquilo que ele próprio determinou que fizessem, sendo, de quebra, injusto.
Isso parece caracterizar um deus ditador e marxista, pois usa sua força para fazer o que bem entende, sem se preocupar com os sentimentos alheios.

Anônimo disse...

Creio que a intenção dos presbiterianos seja semelhante ao pensamentos da idolatria romana, ou seja, diante do risco iminente de que o esquerdismo domine o mundo, eles decidiram salvar as suas próprias peles, aderiram ao politicamente correto.
Com isso, uniram o útil ao agradável, ou seja, uniram a imagem de um deus ditador (o deus calvinista) e um regime ditatorial (o comunismo), os quais são essencialmente falsos, pois pregam uma coisa e fazem outra (como mostram as Escrituras e a história).