7 de dezembro de 2015

Cúpula do Clima Frustra Grupos de Controle Populacional


Cúpula do Clima Frustra Grupos de Controle Populacional

Dr. Stefano Gennarini e Dra. Rebecca Oas
NOVA IORQUE, EUA, dezembro (C-Fam) Promotores do controle populacional estão ofendidos que a Cúpula do Clima da ONU em Paris não tratará da redução da fertilidade.
“É muito difícil reduzir sua pegada de carbono quando você não para de acrescentar mais pés…” disse o Centro de Mídia Populacional num boletim, uma organização de controle populacional que continua às margens das negociações de Paris.
Essa organização diz que os líderes mundiais são “irresponsáveis” por negligenciarem políticas para reduzir as populações em seus esforços para limitar as emissões de carbono. Descreve a contracepção como uma cura mágica para eliminar a pobreza, guerra, crime e proteger o meio-ambiente.
A contracepção é “só um custo” (despesa de uma única vez), afirmam eles, cujos “benefícios se multiplicam perpetuamente por meio dos descendentes que nunca existirão de cada pessoa que nunca existirá.”
Essa organização afirma que cada dólar gasto na contracepção pode evitar aproximadamente 1 tonelada de emissões de carbono, e elogia abundantemente os benefícios, em termos de economia de energia, de impedir “nascimentos e daí existências” citando um estudo pago pela Population Matters.
O estudo, que não afirma ter sido avaliado por outros profissionais semelhantes, presume que milhões de mulheres que atualmente não usam contraceptivos por razões tais como preocupações de saúde e objeções religiosas decidirão usar — se mais dinheiro for gasto por governos, empresas e contribuintes na contracepção.
O estudo se apoia na noção falha de “necessidade não atendida” de planejamento familiar. Embora uma ferramenta poderosa de levantamento de fundos, esse conceito não mede a demanda real de contraceptivos. Menos de dez por cento das mulheres descritas como tendo “necessidade não atendida” afirmam ter dificuldade de obtê-los. O único jeito de suprir a suposta “necessidade não atendida” seria se as mulheres que não querem usar contraceptivos fossem de certo modo forçadas a usá-los.
Excetuando os defeitos do estudo, a Divisão Populacional da ONU — uma fonte autorizada que tradicionalmente simpatiza com a redução da fertilidade — já desmascarou a base das afirmações no estudo elogiado por Population Media Matters.
Um relatório da ONU publicado no começo deste ano é comprovadamente a palavra final sobre se investir na contracepção deve estar no arsenal de políticas para reduzir as emissões de carbono. Esse relatório revela que as políticas populacionais têm pouco impacto nas emissões de carbono em comparação com as mudanças em produção e consumo, e política ambiental sã.
No começo deste ano, John Wilmoth, que preside a Divisão Populacional da ONU, criticou a elite da mudança climática por usar ciência falha numa tentativa de ligar questões populacionais ao clima. Wilmoth explicou que há “incerteza relativamente pequena” em projeções populacionais para o próximo século, mas há “incerteza completa” acerca de emissões de carbono em sua relação a questões populacionais.
Líderes internacionais poderosos estão apoiando a ligação entre políticas de redução da fertilidade com emissões de carbono, inclusive o famoso economista Jeffrey Sachs, que preside o Instituto da Terra na Universidade de Colúmbia; o ex-vice-presidente Al Gore; o fundador da Empresa Microsoft Bill Gates; e a chefe de clima da ONU Christiana Figueres, entre outros.
Falta de progresso num acordo internacional sobre a mudança climática demonstrará ser dispendioso para campanhas de controle populacional.
Se as conversações sobre o clima em Paris resultarem em sucesso no final, será necessário que os países mobilizem quantias nunca antes vistas de recursos numa tentativa de mudar o clima da Terra. A ex-secretária de Estado Hillary Clinton e o secretário-geral da ONU Ban Ki-moon prometeram 100 bilhões de dólares por ano em assistência climática.
Com o tempo esses recursos reduziriam a assistência pública e privada da qual dependem hoje os grupos de controle populacional — e poderiam se tornar sua nova tábua de salvação se eles conseguirem convencer o mundo a lhes dar um lugar à mesa.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
Histeria do aquecimento global: promovendo direitos da natureza em Durban

4 comentários :

Anônimo disse...

Militantes climáticos-ecológicos-ideológicos-patológicos. Existe apenas um único meio pelo qual as teses delirantes desses doentes mentais podem ser postas em prática: A extinção da humanidade.

Leonardo Melanino disse...

Isso é mais uma obra para a implantação da Nova Ordem Mundial, a Megatribulação, o Reino do Anticristo, que durante ela, ocorrerá uma drástica redução populacional mediante pragas escritas no Apocalipse.

Nil disse...

NOTICIA QUENTE !
http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/emissoes-de-gas-carbonico-devem-cair-em-2015-diz-estudo ]

Emissões de gás carbônico devem cair em 2015, diz estudoDe acordo com análise apresentada na COP-21 nesta segunda, a diminuição histórica – provavelmente uma exceção – pode ser atribuída à redução de consumo de carvão pela China.

As emissões de gás carbônico, o principal causador do efeito estufa, se estabilizaram em 2014 e devem cair 0,6% até o fim de 2015, revela um novo estudo feito por pesquisadores de instituições como a Universidade Stanford, nos Estados Unidos, e o Centro Internacional de Pesquisas Climáticas e Ambientais, na Noruega. De acordo com os dados anunciados nesta segunda-feira, é a primeira vez que há um declínio semelhante durante um período de forte crescimento econômico global. A diminuição histórica pode ser atribuída à redução do consumo de carvão pela China, atualmente responsável por mais de um quarto das emissões de carbono em todo o mundo, de acordo com os cientistas.
A conclusão inesperada do estudo foi divulgada pelo Projeto Global Carbon, na Cúpula do Clima (COP-21), durante a semana em que a conferência entra em uma fase decisiva para limitar o aquecimento global em 2°C e no dia em que a capital chinesa, Pequim, emitiu o primeiro "alerta vermelho" de poluição atmosférica de sua história.
LEIA TAMBÉM:
COP-21: Por que é importante um acordo contra as mudanças climáticas?
'Metas climáticas brasileiras estão na direção certa, mas poderiam ser mais ambiciosas'
Segundo a nova análise, publicada também no respeitado periódico Nature Climate Change, as reduções são temporárias, mas poderiam ser uma "esperança" para interromper as mudanças climáticas. Os cientistas afirmam que o declínio se dará porque a China resolveu adotar fontes renováveis de energia nos últimos anos - em 2015 as emissões do país caíram 3,9%. No entanto, a Índia tem o plano de dobrar o uso do carvão em suas indústrias para expandir seu crescimento - as emissões do país são hoje iguais às da China nos anos 1990 - o que anularia os resultados positivos.
Na última década, as emissões globais cresceram por volta de 2,4% ao ano, e a queda de 0,6% pode ser considerada uma exceção.

"O tempo dirá se essa interrupção surpreendente de crescimento das emissões é transitória ou o primeiro passo para a estabilização", afirmam os autores no estudo.
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"O tempo dirá se essa interrupção surpreendente de crescimento das emissões é transitória ou o primeiro passo para a estabilização", afirmam os autores no estudo.
OPINIÃO : Eu acredito que as emissões de gás carbônico vão cada vez mais caírem nos próximos anos. Meu otimismo é porque acredito que o esforço de muitos e a tecnologia podem tornar as emissões de gás carbônico cada vez menores no futuro.

marcelo victor disse...

Na contra-mao dos idiotas uteis, professor universitario defende RESFRIAMENTO GLOBAL!!!
https://www.youtube.com/watch?v=oC2KoWBhxP8