25 de setembro de 2015

Comissão da Câmara dos Deputados aprova definição de família como união entre homem e mulher


Comissão da Câmara dos Deputados aprova definição de família como união entre homem e mulher

Julio Severo
Nesta quinta-feira (24) a Comissão da Câmara dos Deputados que discute o Estatuto da Família aprovou o texto principal do projeto que define como família a união entre homem e mulher. Essa definição conta com o apoio da maioria do povo brasileiro, mas para uma minoria homossexualista, inclusive elites midiáticas sedentas de impor um comportamento minoritário sobre a maioria, o projeto é “polêmico,” pois não aceita como família uniões formadas por homossexuais, seres incapazes de procriar e formar família natural.
O texto define a família como a união entre homem e mulher por meio de casamento ou união estável, ou a comunidade formada por qualquer um dos pais junto com os filhos. O projeto parece uma total redundância,  pois a Constituição Federal já reconhece apenas homem e mulher para definir família no artigo 226. O projeto só repete o que a Constituição já diz.
O Estatuto da Família busca a preservação da família, falando sobre direitos da família e as diretrizes das políticas públicas voltadas para atender a entidade familiar através da saúde, segurança e educação.
A pergunta que fica é: se a Constituição, que deveria ser a Lei Maior do Brasil, não é suficiente para deter aqueles que querem rejeitá-la, o que um projeto poderá fazer? Se a Constituição não é suficiente para proteger a família contra as ações de ativistas ideológicos determinados a desfigurá-la e mutilá-la, o que um simples projeto poderá fazer a mais?
A deputada Erika Kokay (PT-DF) disse que o projeto abre “brechas para legitimar a discriminação de homossexuais,” como se o crime fosse impedir ativistas homossexuais de mutilar a família, não o ato de cometer a mutilação, que vai frontalmente contra a Constituição, mas niguém está sendo julgado nem punido.
“Mais uma vez a família venceu, este projeto vem num momento bastante oportuno. Nunca a principal instituição da sociedade e o matrimônio foram tão atacados como nos dias atuais”, afirmou o deputado Sóstenes Cavalcante.
Se a Constituição não for suficiente para deter os que a afrontam sem serem devida e merecidamente punidos, muito menos um mero projeto que nem deveria existir se a Constituição estivesse de fato sendo respeitada e cumprindo sua função.
Com informações do GospelPrime.
Leitura recomendada:
A loucura do planejamento do homem

6 comentários :

Unknown disse...

Boa!

Anônimo disse...

Julio, essa comissão é formada por mais de dois terços de deputados evangélicos. Era o esperado. Quando o projeto for pro plenário é que vamos ter um entendimento maior do que pensa a Câmara...

Carlos de Cristo disse...

Esta foi sem sombra de duvidas mais uma vitória da democracia maioria contra minoria, foi mais uma vitória da constituição contra a inconstitucionalidade, da verdade de Deus e da família contra as mentiras dos filhos das trevas!
É por estas e outras que todo cidadão de bem, de família, de Deus devem exercitarem em comentar, divulgar, se preparar para o embate de ideias de ideologias, e cobrar de seus políticos estas providencia em nosso favor. O estado é laico, mais a bancada cristã é do verdadeiro segmento familiar.
Esta luta sempre existiu desde a queda o do homem no jardim no Edem no inicio da humanidade até aqui nos tempos atuais e sempre vai existir até que Cristo retorne e estabeleça um período de paz e justiça por meio de homens comprometidos com Deus com a sociedade de bem e até chegar no céu aonde não haverá mau nenhum, pelo contrario Deus Reinará com seu povo por toda a eternidade!

Anônimo disse...

Por ora é um vitória, mas infelizmente quando chegar ao STF o questionamento de algum partido de esquedopatas, eles irão derrubar com certeza essa definição de família.

ELISEU disse...

Não sei se a minha opinião vai ser muito apropriada (ou muito pertinente) para o assunto deste artigo, mas eu vou dizer exatamente o que eu penso (me corrijam se eu estiver errado).

Alguém, certa vez, disse uma coisa muito certa: "O mundo será o que forem as suas famílias". Um dos pilares da manutenção da família é o casamento. Se o casamento é destruído, a família também será (e as conseqüências serão nocivas tanto para a família em si, como também para o mundo inteiro).

O que acontece hoje? Devido à propagação (e à promoção) do homossexualismo, do feminismo, e também de todo tipo de imoralidade em todo o mundo (inclusive aqui no Brasil), a própria estabilidade da família já está seriamente ameaçada. Em outras palavras: o próprio conceito de família já foi totalmente distorcido do seu sentido original. Família, segundo alguns dicionários, significa "casal formado pela união de um homem com uma mulher (e dos filhos resultantes desta mesma união)". Por isso, um dupla de homossexuais (2 homens ou 2 mulheres) jamais poderá ser vista como casal ou família. É somente dupla (e nada mais)!

Muitas mulheres (principalmente as defensoras do feminismo) simplesmente abominam a idéia do casamento (e, conseqüentemente, de constituir família). Tanto que teve uma que me disse sem a mínima cerimônia: "Para que eu vou passar o resto da minha vida com um homem controlando a minha vida (e com crianças para me dar preocupação)? Eu quero ser independente, viver intensamente (sem ter que dar satisfação da minha vida a ninguém), alcançar a minha realização profissional (e financeira), não quero ficar submissa a ninguém! Casamento e filhos? Nem em sonho!". A moda hoje é "ficar", ou seja, ter um relacionamento despretensioso (sem qualquer tipo de responsabilidade ou compromisso). Em outras palavras: não está mais existindo nenhum desejo de se constituir família.

A diminuição do número de casamentos (e também de famílias constituídas) tem trazido conseqüências graves em todo o mundo: mais homens solteiros, mais mulheres solteiras, mais gays, e mais lésbicas. Isso sem contar os divórcios, e também as crianças que nascem ou crescem em lares desfeitos ou desajustados (além das que vivem em outras famílias, por serem filhos de pais separados).

Mas o pior disso tudo é a queda da taxa de natalidade. Só para que todos daqui tenham uma idéia disso, a China já está começando a sentir na própria pele as conseqüências do rígido controle de natalidade imposto a todos os seus cidadãos: está havendo falta de pessoas no mercado de trabalho. Além da China, alguns especialistas já alertaram que a Europa está passando por um processo muito rápido de envelhecimento populacional (inclusive já há casos de alguns países europeus com um alto índice negativo de novos nascimentos). E a tendência, pelo jeito, é que esta situação continue a se agravar (caso não seja tomada nenhuma providência imediata).

Diante de tudo que foi apresentado aqui, eu pergunto a todos:

– O que podemos fazer para mudar (ou tentar reverter) este quadro?

– O que podemos fazer para salvar o casamento e a família (que, como já se ouviu dizer por aí, são consideradas por muitos como instituições falidas)?

Espero uma resposta sensata de alguém daqui na primeira oportunidade.

escolhaobem disse...

Glória a Deus! Aleluia!