23 de agosto de 2015

Silas Malafaia diz que nunca apoiou Eduardo Cunha para deputado


Silas Malafaia diz que nunca apoiou Eduardo Cunha para deputado

Leiliane Roberta Lopes
Diante das denúncias da Procuradoria Geral da República contra Eduardo Cunha (PMDB), o pastor Silas Malafaia precisou usar seu Twitter para dizer que o deputado – eleito em fevereiro deste ano como Presidente da Câmara – não foi eleito em 2014 com apoio dele.
Eduardo Cunha e Silas Malafaia
Nas eleições do ano passado o candidato apoiado por Malafaia foi Sóstenes Cavalcante, mas por ter comemorado a eleição de Cunha o pastor acabou sendo questionado pelos internautas sobre as acusações que começam a ganhar provas pelo Ministério Público.
“Quando postei minha palavra de apoio a Cunha, foi por ele ter ganho a presidência da Câmara contra o PT. Só ver a data. Qual o problema? Repito novamente, nunca apoiei Cunha como candidato a deputado. O deputado que apoio é Sóstenes Cavalcante. Vibrei quando ele derrotou a petralhada e daí?”, explicar o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.
Sobre as acusações que ligam Cunha ao esquema de corrupção investigado pela operação Lava Jato Malafaia questiona: “Por que o procurado Janot não denunciou Renan, Linderberg, Ciro, Humberto Costa e Mercadante, todos esses citados antes de Cunha na Lava Jato? Será que o procurador Janot não denunciou os senadores citados na Lava Jato antes do Cunha porque quer garantir os votos da sua indicação? Incrível”.
Mas nessa fala Silas Malafaia não pretende defender Cunha, apenas questionar os motivos da PGR em acusá-lo antes de mostrar provas contra os parlamentares ligados ao governo federal. “Vou repetir o que estou falando há muito tempo. Quem estiver devendo na lama da Lava Jato, que pague! Sem proteção de ninguém!”
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com

3 comentários :

Anônimo disse...

Boa noite, Julio Severo:
1. A explicação foi dada. Espero que o deputado consiga provar sua inocência. Deus o assista nessa hora. Mas, a bem da verdade, um sem número de líderes religiosos devem estar muito constrangidos por haver emprestado credibilidade a canditados que já foram condenados por corrupção. Ninguém tem bola de cristal, mas um pouco de informação teria evitado grandes constrangimentos, quiçá co-responsabilidade na eleição de PoTestades.
2. Os líderes religiosos que costumam emprestar seus púlpitos e altares para servirem de palanque eleitoral ou para apadrinhar canditados para atuar nesse sistema político altamente corruptível, falido e viciado não escaparão da crítica e nem da responsabilidade de ter induzido o povo ao erro, se alguma coisa der errado.
4. "Sobre ninguém imponhas a tua mão precipitadamente". Esse conselho bíblico deve valer também nesse caso.
5. Os seminários deveriam proporcionar formação político partidária para seus alunos, alinhada com o pensamento cristão. Um pouco de história política também cairia bem. Assim sendo, essas lideranças ajudariam o povo na difícil escolha de seus representantes e não pagariam o mico de apoiar canditados e partidos que defendem agenda anticristã.
Abraço fraterno, Paulo Ceroll.

Anônimo disse...

Silas está certo. Embora não saibamos o que de fato aconteceu no bastidores do poder, é inegável que Cunha está sendo uma barreira ao projeto de poder petista-marxista. E quanto a Janot, vale lembrar: esperar imparcialidade e idoneidade de alguém indicado por Dilma, e que está no acordão com Renan Calheiros, ou é muita burrice ou é desinformação.

Anônimo disse...

Boa noite, Julio Severo:
1. O noticiário político brasileiro está mais emocionante do que os filmes do Alfred Hitchcock. A diferença é que há mais de um culpado e a gente tem uma clara idéia de quem possam ser.
2. Acho que existe sim, a possibilidade de o PGR surpreender no desfecho da Operação Lava Jato, tal como a maioria do povo brasileiro espera: denunciar todos os envolvidos no desvio do dinheiro público doa a quem doer.
3. E a PISTA é a seguinte: a PF, a PGR e o STF são instituições de Estado. Portanto, permanentes, interdependentes e INFINITAMENTE MAIORES que o próprio PGR.
4. Todos se lembram dos ex-ministros do STF, Suas Excelências Ayres Britto e Joaquim Barboza. Todos foram indicados pelo ex-presidente. E, lembram-se como terminou a história? Esses ilustríssimos senhores DERAM INÍCIO ao fim do projeto de poder desse Governo comunista.
5. Que surpresa! Chegou a ser dito que estava tudo dominado, que a semelhança do que ocorreu nos países vizinhos, o sistema tivesse aparelhado os três Poderes. No entanto, não foi isso que aconteceu aqui!
6. Esse Governo vai passar (e já vai tarde), mas o Estado (aqui representado pela PGR, a PF, o STF) vai permanecer!
7. Acho que uma pessoa no cargo de PGR com potencial para ser um Ministro do STF, não deixaria passar a oportunidade para MOSTRAR seu “notável saber jurídico e conduta ilibada” em um caso como esse, e cumprir o dito popular: “Pau que bate em Chico, bate em Francisco”. Por isso acho que tem alguma estratégia aí. O primeiro milho é das galinhas...
8. A gente está falando do Maior Escândalo de Corrupção e Desvio de Dinheiro Público da História da Humanidade, apurado em uma única Operação Policial. É pouco? E olha que talvez haja outras operações em andamento!
9. Portanto, quem pode garantir, além das especulações, qual seja a real intenção do PGR. Quem sabe não integre a Liga da Justiça, a Força Tarefa que está passando o Brasil a limpo e que vai por este país de cabeça para cima. Esperança é só o que tenho. Mas, quem viver verá. Abraço Fraterno. Paulo Ceroll.