7 de julho de 2015

Brasil, a próxima ameaça (regional ou global) à supremacia econômica dos EUA?


Brasil, a próxima ameaça (regional ou global) à supremacia econômica dos EUA?

O que Chuck Pierce viu sobre os EUA e o Brasil

Julio Severo
Em 2008, encontrei-me com Chuck Pierce. Ele contou para mim e um grupo de líderes evangélicos no Brasil que Deus havia removido sua unção nacional dos EUA em 2008. Para mim, a confirmação chegou no próximo ano, quando Obama (uma criatura pró-islamismo, pró-sodomia e pró-aborto) se tornou presidente dos EUA. Sob sua presidência, os EUA se tornaram o maior exportador da ideologia homossexual do mundo.
Pierce também disse que Deus estava procurando outra nação para conceder essa unção. Ele disse que se o Brasil se aproximasse mais de Israel, Deus iria dar a unção ao Brasil. Então ele teve uma visão sobre o que aconteceria se o Brasil começasse a se desenvolver e desse os primeiros passos para se tornar uma potência mundial: Ele viu o governo dos EUA cercando e sufocando o Brasil economica e militarmente. Ele viu os EUA cheios de inveja. Ele viu os EUA totalmente determinados a impedir a ascensão econômica do Brasil.
O que entendi com a visão dele é que os EUA, como a única superpotência hoje, não aceitarão a ascensão de nenhuma outra nação que rivalize com sua hegemonia. O desenvolvimento de todas as nações tem de estar submetido aos interesses americanos, e esses são interesses malignos, pois o governo americano abandonou o Senhor há muito tempo. Os EUA veem a ascensão econômica de outras nações como competindo com seu poder.
Eu muito duvido que Deus vai dar sua unção nacional especial para o Brasil, pois o Brasil não se aproximou de Israel. Mas não duvido que os EUA tenham perdido, ou rejeitado, essa unção. Como o Saul sem unção, os EUA tentarão, movidos por inveja, fazer tudo em seu poder para impedir e enfraquecer qualquer nação que se assemelhe a um Davi emergente com unção.
Se a profecia de Pierce estiver correta, Deus procurará outra nação, não o Brasil. Entretanto, se o Brasil realmente mudar seus caminhos e se aproximar mais de Israel, honrando a nação judaica, que sempre foi a nação mais honrada por Deus, o Brasil vai prosperar e se levantar à condição de superpotência, não para esmagar nações por ambições econômicas, mas para proteger e honrar Israel.
Provavelmente, Deus terá de levantar outra nação, pois atualmente o Brasil é um forte aliado moral dos EUA, sempre apoiando os EUA em todas as agendas anti-família da ONU. Lamentavelmente, sobre aborto e sodomia, os EUA sempre podem contar com o apoio brasileiro. Se por essas razões os EUA perderam sua unção, o Brasil não precisará se preocupar sobre perder o que nunca obteve.
Como Maria, a mãe de Jesus, guardei a visão e as palavras de Pierce no meu coração, tentando imaginar se ele estava certo sobre o Brasil, sobre uma inveja dos EUA contra uma possível ascensão brasileira no cenário de poder mundial, etc. Então, em 2011, George Friedman lançou seu livro “The Next Decade: What the World Will Look Like” (A Próxima Década: Como o Mundo Vai se Parecer), da editora americana Knopf Doubleday.
Friedman é o fundador de Stratfor, uma empresa de inteligência mundial com sede no Texas cujos membros têm experiência militar e de inteligência. Com tal experiência, Stratfor faz previsões estratégicas.
Enquanto Pierce viu o futuro dos EUA e do Brasil e suas turbulências (os EUA como superpotência ciumenta e o Brasil sendo sufocado pelos EUA) mediante revelação espiritual, Friedman “viu” o futuro por pura análise técnica de eventos e condutas da atualidade, com dados de inteligência dos EUA.
Pierce viu os EUA se sentindo ameaçados pelo Brasil como uma superpotência mundial em ascensão. Friedman viu a necessidade dos EUA conterem a ascensão do Brasil como uma potência regional.
Friedman não viu necessidade de fazer uma previsão sobre um Brasil se levantando como uma superpotência mundial, porque, nesse aspecto, o Brasil não representa nenhuma ameaça imediata aos interesses dos EUA.
A realidade é que só Deus pode levantar o Brasil como uma superpotência mundial.
Então, conforme a previsão de Friedman, se os EUA precisam se preparar contra só uma potência regional, o que os EUA seriam capazes de fazer contra uma superpotência mundial emergente?
A previsão estratégica de Friedman confirma a profecia de Pierce. Por isso, cito vários trechos do livro de Friedman, traduzidos por mim, onde ele diz:
O que acontece na América Latina é de importância secundária para os Estados Unidos, e a região raramente ocupa um lugar significativo na mente dos americanos.
Durante a Guerra Fria, os Estados Unidos ficaram genuinamente preocupados com a influência soviética na região e interviram de vez em quando para bloqueá-la. Mas nem os alemães nem os soviéticos fizeram um esforço estratégico sério para dominar a América do Sul, pois eles entendiam que na maioria dos casos a América do Sul era irrelevante para os interesses dos EUA. Em vez disso, o objetivo dos esforços dos alemães e soviéticos foi meramente irritar o governo dos EUA e desviar recursos americanos.
Há só um país na América Latina com o potencial para emergir como competidor dos Estados Unidos por mérito próprio, e esse é o Brasil. É o primeiro país da história da América Latina que tem potencial para se tornar uma potência significativa, independente economicamente e mundial.
Neste momento, o Brasil não é uma potência que é particularmente ameaçadora ou importante para os Estados Unidos, e os Estados Unidos não representam um desafio ao Brasil. Há mínima fricção econômica, e a geografia impede o Brasil de desafiar com facilidade os Estados Unidos.
O único desafio que o Brasil poderia representar para os Estados Unidos seria se sua expansão econômica continuasse o bastante para desenvolver suficiente poder naval e aéreo para dominar o Atlântico entre sua costa e a África Ocidental, uma região que não é muito patrulhada pelos Estados Unidos.
Ainda que o Brasil não seja ainda, de forma alguma, uma ameaça aos interesses americanos, a estratégia fundamental dos EUA de criar e manter equilíbrios de poder em todas as regiões do mundo requer que os Estados Unidos comecem a trabalhar agora para criar uma potência de contrapeso. Não há pressa para completar essa estratégia, mas existe um interesse em começá-la. Na próxima década, os Estados Unidos precisam manter relações amistosas com o Brasil e, ao mesmo tempo, também fazer tudo o que puderem para fortalecer a Argentina, o único país que poderá servir de contrapeso.
A meta dos EUA deve ser aos poucos fortalecer a capacidade econômica e política da Argentina de modo que nos próximos vinte a trinta anos, se o Brasil começar a emergir como uma ameaça potencial aos Estados Unidos, o crescimento da Argentina gere rivalidade com o Brasil.
Os Estados Unidos também deveriam se preparar para aproximar mais as forças armadas dos EUA das forças armadas da Argentina, mas por meio do governo civil, a fim de não incitar temores de que os EUA estão favorecendo as forças armadas da Argentina como uma força na política nacional argentina. O presidente dos EUA precisa tomar cuidado a fim de não mostrar suas intenções verdadeiras nisso, e não se apressar. Um projeto exclusivo para a Argentina poderá gerar uma reação prematura do Brasil. Por isso, os EUA precisam incluir o Brasil nos projetos americanos, se o Brasil desejar participar. Se necessário, esse esforço de boa vontade pode ser apresentado como uma tentativa de conter o [bolivarianismo socialista] na Venezuela. Custará dinheiro, mas será muito mais barato, em todo aspecto, do que confrontar o Brasil na década de 2030 ou 2040 para ver quem vai controlar o Atlântico Sul.
As relações dos EUA com o hemisfério se dividem em três partes: Brasil, Canadá e México. O Brasil está muito longe e isolado. Os Estados Unidos podem forjar uma estratégia de longo prazo de contenção, mas isso não é urgente.
Os Estados Unidos têm uma posição segura no hemisfério. O sinal de um império é sua segurança em sua região, com conflitos ocorrendo bem longe sem ameaças à pátria. De modo geral, os Estados Unidos conseguiram isso.
Acima de tudo o mais, os governos do hemisfério não devem perceber os Estados Unidos como se intrometendo nos assuntos deles, uma percepção que coloca em movimento sentimentos antiamericanos, que podem ser desagradáveis. É claro que os Estados Unidos se envolverão em intromissões nos assuntos da América Latina, especialmente da Argentina. Mas isso deve vir embutido num debate interminável de direitos humanos e progresso social. Aliás, especialmente no caso da Argentina, ambos serão promovidos. O que precisa ser escondido são os motivos dos EUA com relação ao Brasil. No entanto, todos os presidentes precisam em todas as coisas esconder suas motivações verdadeiras e negar categoricamente a verdade quando alguém reconhecer o que eles estão tramando.
Os EUA precisam lidar com o Brasil e, se necessário, elaborar planos de longo prazo para conter o Brasil.
Pela análise de Friedman, a América Latina não representa nenhuma ameaça aos interesses dos EUA hoje. Pelas previsões dele, o Brasil pode, a longo prazo, representar alguma ameaça. Contudo, pela profecia de Pierce, é certo que se Deus levantar o Brasil depois que líderes brasileiros abraçarem Israel, os EUA verão o Brasil como uma ameaça que precisa ser contida imediatamente.
Israel é muito importante para Deus. Quando Bush estava insistindo num plano de dois países contra Israel (a divisão ilegal e imoral da Terra Prometida), Pierce foi dirigido pela voz de Deus para ir a Louisiana e liberar o juízo de Deus. Após alguns meses, veio o furacão Katrina, com consequências devastadoras.
Aqueles, até mesmo superpotências, que confrontam o plano de Deus para Israel sofrem as consequências.
Aqueles que abraçam e honram Israel são abençoados, até mesmo com uma bênção de condição de superpotência.
Imagino uma nação conseguindo essa condição depois que seus líderes plenamente reconhecerem Israel e Jerusalém como sua capital, fizerem acordos de amizade com Israel, rejeitarem o plano de dois países contra Israel e, oficialmente, reconhecerem a “Palestina” como uma entidade terrorista que coloca o Estado judaico em perigo.
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10 comentários :

Euclydes disse...

Olá Júlio!
O tema me fez lembrar de uma palavra do profeta John Paul Jackson sobre o Canadá. Apesar de tudo o que já se permite por lá, há algo que pode mudar SE permanecerem ao lado de Israel. Caso mudem, os problemas apontados na profecia virão. https://www.youtube.com/watch?v=fYUJPrESn60 - sem legendas.

Embora eu não confie uma vírgula na maioria dos nossos políticos, pode ser que, se um cristão genuíno assumir a presidência e firmar compromisso com Israel, conforme diz o Senhor, o Brasil venha a ser não só uma grande potência mas um celeiro de evangelistas para os dias que vêm. Por tudo o que o Senhor já me falou, não estou confiante nisso para agora. A exceção é se ocorrer o que diz em 2Cr.7:14 - arrependimento, confissão de pecados e conversão ao Senhor. Ao meu ver, primeiro vem a disciplina - como em Jeremias. Depois do fogo, a pepita, agora purificada, pode refletir a imagem de Cristo e o Ourives cessa de aquecê-la.

O que o Senhor tem lhe mostrado?

Abs!


Dom Rafael disse...

Cara, eu vou confessar algo aqui pros irmãos:

Depois dessa aí, eu fiquei até mais animado em entrar pra política! ah, se Deus quiser/ permitir!... vocês verão o que é um deputado "ULTRA CONSERVADOR CRISTÃO (EVANGÉLICO/ PROTESTANTE)", hahaha!

Paz.

Anônimo disse...

Hà um video interessante que trata dos Pastores POLITICOS brasileiros, que, salvo erro, poe em duvida se o Senhor Deus està nessa historia: https://www.youtube.com/watch?v=V2RPuQ8nvkI

MARIA disse...

Alguém pode me dizer como um país como o Brasil, onde quase todos os jovens são analfabetos, ou drogados, ou fãs de funk, ou noveleiros inveterados, ou imbecis de qualquer outro tipo, onde não se produz praticamente nada em inovação científica, onde até entre os quem possuem uma graduação pode-se encontrar muitos analfabetos, onde uma enorme parcela da população vive de esmola do governo, onde as instituições estão tomadas por verdadeiros ratos de esgoto, que corroem quase 50% de tudo que a nação produz e ainda liderados por uma **** **** que quer transformar o país em uma ***** socialista, como um país assim pode algum dia ser potência mundial? ?? Que profecia é essa? A tirar pelo andar da carruagem, Brasil vai ser uma grande potência, sim, DO BANDITISMO, DO CONSUMO DE DROGAS E DA ROUBALHEIRA. Esse país está a passos largos para o caos. O Brasil não tem lugar de Importância em cenário algum nesse mundo.

JOEL CARVALHO - BRASÍLIA - DF disse...

Em setembro(não me recordo o dia) de 2007, tive uma espécie de sonho perturbador sobre o Brasil. No sonho, o Brasil era atacado por uma potência militar, que no sonho eu entendia ser os EUA. Lembro-me de detalhe sobre mim mesmo, onde eu me refugiava embaixo de um viaduto de um ataque aéreo. Logo depois desse ataque aéreo, tropas de infantaria(a pé)muito bem equipadas, e que causavam terror pela postura extremamente imponente se deslocavam pelo terreno. Interessante é que o viaduto onde me abrigava é muito parecido com os que temos aqui em Brasília.
Cheguei a postar essa espécie de "visão" em um blog de um colega aqui de Brasília, o extinto "blog da segurança pública", mas é claro, todos acharam que era apenas uma conversa maluca, e alguns me chamaram de esquizofrênico.

Bem, pelo texto acima, parece que não foi só eu que já tive esse "presságio", sobre um ataque militar ao Brasil.

Agora, levando em conta o governo que temos, que INSTITUCIONALIZA o MAL através de política malignas de promoção do homossexualismo, pedofilia(cartilha do MEC - GUIA ESCOLAR de 2011), bem como a clara ojeriza a Israel, penso que estamos mais para sofrer um juízo de Deus, ainda que seja pelos EUA, que nos tornarmos uma potência mundial.

Thiago disse...

Penso que o temos que nos focar nas coisas espirituais. Superpotência? Acho que o juízo para a humanidade chega bem antes disso.

Jesus está voltando.

Franscô disse...

Tenho por profecia anterior a consagração do Brasil como "Terra de Santa Cruz". Por isso acho que o Brasil é terra consagrada e um refúgio para o povo de Deus. Quanto ao país de equilibrio, vejo hoje o Paraguai livre do bolivarianismo e em franco crescimento econômico.

Duílio disse...

Posso ser bem franco? Sinceramente, eu não acredito que o Brasil se torne uma ameaça aos Estados Unidos (ou a qualquer outro país) em nenhum sentido. Não é querer ser pessimista, mas acho até um exagero alguém pensar (ou acreditar) que isso vai acontecer algum dia.

O ideal seria que o Brasil se tornasse uma potência no sentido moral e espiritual. Em outras palavras: nós (cristãos) gostaríamos que o Brasil fosse um país governado por dirigentes obedientes à Palavra de Deus. É como bem disse o salmista:

"Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor, e o povo ao qual Ele escolheu para a Sua herança" (Salmo 33:12)

Só que o nosso governo atual é totalmente corrupto e imoral (e age totalmente contra a Palavra de Deus). O que podemos esperar de um governo desses? A Palavra de Deus diz claramente que "não pode vir, da mesma fonte, água doce e salgada" (Tiago 3:11). Que bem haverá para um país cujos governantes são escravos do mal? É como disse com muita precisão o apóstolo Paulo:

"Não vos coloqueis num jugo desigual com os incrédulos. Pois, que sociedade a justiça tem com a injustiça? E que união pode haver da luz com as trevas? E que aliança há entre Cristo e o maligno? E que parte tem o fiel com o infiel? E que concordância existe do templo de Deus com os ídolos?" (2 Coríntios 6:14–16)

A mesma coisa é dita por Jesus:

"Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou amará a um e odiará o outro, ou há de se dedicar a um e desprezar o outro" (Mateus 6:24)

"Quem não é por Mim, é contra Mim; e quem Comigo não ajunta, espalha" (Mateus 12:30)

"Pois não há árvore boa que dê mau fruto, assim como também não há árvore má que dê bom fruto" (Lucas 6:43)

Se o nosso Brasil, desde o descobrimento, tivesse sido obediente ao Senhor Jesus e à Sua Palavra, com certeza nós seríamos uma nação grandiosa (e, quem sabe, até servir de referência para o mundo inteiro). Mas, infelizmente, a nossa colonização foi muito mal feita (principalmente no sentido espiritual). Um dos fatores que contribuiu negativamente nesse sentido foi a herança que trouxemos dos escravos africanos e suas "entidades" (que são, na verdade, demônios), as quais causam todo tipo de maldição ao nosso país.

Aliado a isso, temos o agravante de que praticamente 90% da classe política faz parte da Maçonaria, sem contar os casos de políticos que estão envolvidos com a magia negra, umbanda, bruxaria, quimbanda, vodu, candomblé, espiritismo, e até mesmo o satanismo! Diante de tal estado de coisas, eu fico temeroso pelo futuro da nossa nação. Que herança deixaremos para nossos filhos e netos (e para as gerações futuras)?

Deixo esta pergunta no ar para alguém daqui responder na primeira oportunidade.

Anônimo disse...

A religião não pode nem deve ser imposta a quem quer que seja. Infelizmente foi isso que foi feito no Brasil, desde os tempos coloniais até a República, quando Igreja e Estado foram legalmente separados. Por isso não quero dizer que pre-ceitos sadios, em defesa da sociedade, não devam ser impostos. No entanto, com o passar do tempo, a definição do que seja "sadio" já se modificou, a ponto de que ações, no passado consideradas absurdas, hoje são aceitas pela sociedade em geral. Assim, fica a cada grupo religioso o dever de impor suas regras apenas aos que lhe pertencem. Cumpre então lembrar aos judeus e cristãos, que as regras básicas para eles foram estabelecidas há 3.000 anos, nos Dez Mandamentos As religiões africanas no Brasil, foram no passado proibidas e até consideradas criminosas. Mas isso de nada adiantou, pois hoje até a classe branca mais elevada, se utiliza dessas práticas; inclusive alega-se que certo Presidente da República do Brasil mantinha uma "mãe de santo" na residência presidencial, a fim de montar práticas africanas para protege-lo dos inimigos políticos, o que aliás não funcionou. A ideia de que o Brasil um dia substituirá os EUA, como potência máxima (econômica e militar) me parece absurda. De fato há naquele país, que já foi cristão, uma decadência moral que já chega as raias do absurdo, quando comparado ao que hoje se vê. Quanto ao Brasil, cumpre lembrar que esse foi um país que até 1930 ainda tinha 76% de analfabetos. Com esforço máximo conseguimos alfabetizar as massas, se bem que saber soletrar as palavras não possa ser devidamente considerado como alfabetização plena. Há muito caminho pela frente, e as potência intelectuais - como os EUA, Europa e Israel - continuarão se movimentando, e será quase que impossível jamais alcança-las. Outros comentários poderiam ser feitos, mas prefiro deixar isso para outra ocasião.

Dr. Roonie, Líder Roonie. disse...

Isso, por absurdo que pareça, está se concretizando através do péssimo governo da Dilma Rousseff e das suas consequências a longo prazo.
O PT fez o povo odiar a Esquerda, e a Direita, a essa altura, está aprendendo o que é ficar do outro lado. Goste ou não, quando ganhar as próximas eleições, não vai poder cometer os erros do PT, o que significa ser menos corrupto, ou ser corrupto mais escondido. De qualquer maneira, a corrupção está sendo dificultada nos dias de hoje, o que vai permitir o crescimento do Brasil.
A Argentina é impossível de controlar - os EUA se desgastariam muito com essa tática, é um país ainda mais confuso e brigão do que o nosso.
Depois que a Dilma sair, é impossível impedir o crescimento do Brasil, o máximo que pode-se fazer é retardar. É agora uma questão de tempo.