29 de julho de 2015

A Campanha das ONGs para Destruir Israel


A Campanha das ONGs para Destruir Israel

Denis MacEoin
O mundo ocidental está repleto de voluntários que não fazem nada além do bem, como combater doenças, ajudar os menos favorecidos e proporcionar assistência jurídica. Mas há diversos tipos de voluntariados, as assim chamadas Organizações Não Governamentais (ONGs), estas, não raramente, trabalham no cenário internacional, hipoteticamente em defesa dos direitos humanos, ajuda humanitária e em prol da paz. Essas ONGs são financiadas por fundações, comércio, pessoas físicas e ah, governos. O número de ONGs é espantoso: 1,5 milhões nos EUA, 2 milhões na Índia e milhares na Europa, mais de 500 delas são formadas por lobistas no Parlamento Europeu. O total da receita das ONGs ligadas à OCDE é de aproximadamente US$16 bilhões. Infelizmente algumas dessas ONGs traem seu amor pela humanidade adotando políticas discriminatórias.
Muitas delas, principalmente aquelas excessivamente dependentes de dinheiro do governo são, ao que parece, norteadas por comprometimentos ideológicos ou políticos, sendo inevitavelmente arrastadas para o engajamento político.
Na ânsia de ajudar os menos favorecidos, onde quer que eles se encontrem, muitas ONGs optam de forma ideológica sobre quem cairá na categoria dos menos favorecidos e quem cairá na categoria do "opressor". Essa maneira de ver as coisas muitas vezes significa que o bom trabalho de determinadas ONGs pode ser usado como "proteção" para pessoas e ações menos dignas de admiração.
Não é raro encontrar ONGs que ignoram violações dos direitos humanos em países onde elas procuram ter aliados ou com os quais são obrigadas a trabalhar. Às vezes as ONGs adotam posturas políticas deliberadamente preconceituosas ou prejudiciais. A grande maioria das ONGs politizadas, independentemente da sua área de atuação original, são aquelas que condenam somente um país e o fazem sempre que o tema volta à baila. Esse país, obviamente é Israel. Dentro de Israel, a comunidade que eles atacam é sem exceção, a comunidade judaica. Os israelenses, ao que tudo indica, nunca fazem a coisa certa em suas fronteiras, enquanto os palestinos vistos como pobres coitados e vítimas, jamais erram.
Os Quakers, por exemplo, são famosos por sempre terem apoiado a não violência. No entanto ONGs dos Quakers que alegam trabalhar em prol da paz no Oriente Médio, ignoram flagrantemente a violência palestina ao mesmo tempo em que condenam o direito de Israel de se defender dela. Em cooperação com o Conselho Mundial de Igrejas, organização liderada pelos Quakers autodenominada Programa Ecumênico de Acompanhamento nos territórios palestinos e em Israel (EAPPI), repetidamente desfere violentas criticas contra Israel por este fazer uso de postos de controle, ao mesmo tempo em que nada diz sobre palestinos ávidos em se tornarem homens bomba, que são os responsáveis do porquê da segurança israelense ser um imperativo dessa grandeza, uma hipocrisia que não parece incomodar muito a consciência deles. E é exatamente aí que essas ONGs politizadas causam estragos. A contribuição dessas ONGs ao recente relatório da ONU sobre a guerra de 2014 de Israel em Gaza o distorceu de tal forma que ele se tornou inútil para qualquer averiguação mais séria.
O restante deste artigo está neste link: http://bit.ly/1Ircnw9
Traduzido por Joseph Skilnik do original em inglês: The NGO Campaign to Destroy Israel
Divulgação: www.juliosevero.com
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2 comentários :

marcelo victor disse...

Se fosse so Israel...mas, todo aquele que adora a Jesus Cristo vai sofrer nas maos desses filhos do diabo (2 Ts 2:4), numa afliçao que jamais se viu em toda a existencia humana na terra (Mt 24:21).

marcelo victor disse...

A naçao de Israel tem sido, em todas as épocas, um sinal claro da existencia de Deus para todas as geraçoes.
No caso dos verdadeiros cristaos, Israel representa mais do que um sinal da existencia de Deus, trata-se de uma prova concreta de que as promessas de Deus sao fieis e verdadeiras, pois, como està escrito, em Dt7:9, 9:5 e 10:15, as bençoes divinas acompanhariam até 1000 geraçoes daqueles que O amam.
Embora o sangue dos profetas tenha sido requerido das geraçoes subsequentes do Mestre (Lc 11:50), e o sangue de Cristo tenha caido sobre os judeus (Mt 27:25), no holocausto, ninguem pode negar que a Palavra de Deus se cumpriu na vidas dos israelitas (diversas estatisticas comprovam isso).
Assim sendo, se os crentes sao testemunhas de Cristo, os judeus tambem o sao, ainda que, nos dias de hoje, a grande maioria ainda permaneça endurecida, por causa da incredulidade (Rm 11:20).
Outrossim, parece-nos que ainda resta o cumprimento de Zacarias 12,13 e 14, quando Jerusalem representarà um copo de tremor para todas as naçoes da terra, as quais serao reunidas, nas cercanias de Israel, para um juizo de destruiçao, culminando num amargo pranto dos israelitas por Aquele que eles proprios traspassaram (Jesus Cristo).