9 de junho de 2015

Obama orquestrou golpe na Ucrânia para reiniciar a guerra fria e impedir a Rússia de liderar revolta mundial contra a agenda LGBT


Obama orquestrou golpe na Ucrânia para reiniciar a guerra fria e impedir a Rússia de liderar revolta mundial contra a agenda LGBT

Scott Lively
Prefácio de Julio Severo: Vendo o avanço implacável da agenda gay nos EUA, vários grandes líderes evangélicos americanos estão investindo na propagação da resistência em outros países. No ano passado, a Campanha pelos Direitos Humanos (CDH), que é o maior grupo homossexualista americano, publicou um relatório intitulado “Exportação de Ódio,” denunciando líderes cristãos americanos que, em contrariedade à política externa oficial dos EUA que promove a agenda gay no mundo inteiro, estão promovendo uma resistência mundial a essa agenda.
É claro que quando o próprio Mal diz que é “Exportação de Ódio” é exatamente o contrário. A real “Exportação de Ódio” — ódio pela família, crianças e cristãos — é o governo dos EUA financiando o ativismo homossexual no mundo inteiro.
Tenho saudades dos dias em que a maior exportação dos EUA eram o Evangelho de Jesus Cristo, com a bênção do governo americano. Hoje, é a sodomia…
O lugar número 1 do relatório da CDH ficou para o Rev. Scott Lively, autor livro “Pink Swastika,” que tem se destacado por inspirar os russos a assumir uma firme postura contra as políticas homossexualistas do Ocidente. O relatório também aponta que além da Rússia, ele também viaja para Uganda, Europa Oriental e Inglaterra.
Então se a maior organização homossexual do mundo diz que Lively é o inimigo número 1 da agenda gay mundial, a visão e o discernimento de Lively são extremamente importantes para os líderes pró-família internacionais. Eu fortemente incentivo você a ler e divulgar o alerta profético dele abaixo:
Vim a crer que Obama orquestrou o golpe na Ucrânia para reiniciar a guerra fria para impedir a Rússia de liderar uma revolta mundial contra sua vaca mais sagrada, a agenda LGBT. Embora houvesse fatores geopolíticos claramente importantes na decisão de Obama de iniciar a mudança no governo da Ucrânia, estou convencido de que o estímulo principal foi provocar estragos na oposição, que está em sua fase inicial, ao rolo compressor LGBT internacional. Escrevi sobre esse assunto aqui:
Agora vem a evidência de que George Soros, que é amigo de Obama e financia o escritório de advocacia marxista que está me processando por “Crimes Contra a Humanidade” por pregar contra a homossexualidade em Uganda, é um grande manipulador de fantoches na guerra civil da Ucrânia, algo que eu havia suspeitado sem provas, até agora.
Infelizmente, a estratégia de Obama funcionou e a Rússia foi forçada a sair de sua trajetória anterior de cooperação mundial, depois que o Ocidente adotou uma postura de inimizade cada vez maior e enquanto Obama e a elite neocon do Partido Republicano (unidos pela perversão) continuam a retratar a Rússia como um país excluído e, ao mesmo tempo, tentam simultaneamente provocar “mudanças de regimes” dentro das fronteiras russas.
Acredito que uma das consequências da estratégia de “punir a Rússia” é (perigosamente para Israel) a transformação do Irã no protagonista principal do Oriente Médio e os EUA foram forçados a se tornarem um pretendente (com o carinhoso tratado nuclear) para o “ex-“arqui-inimigo dos EUA numa tentativa de frustrar o fortalecimento das relações entre Rússia e Irã enquanto a Rússia se volta para o Leste por causa do desprezo do Ocidente. E, evidentemente, (perigosamente para os EUA) as relações entre Rússia e China estão aquecidas consideravelmente pela mesma razão.
Eu culpo essa transformação preocupante diretamente em Obama, cuja lealdade à agenda LGBT suplanta todas as outras preocupações, até mesmo o risco real e crescente de guerra nuclear.
Ainda acredito que a Rússia oferece um modelo, ainda que imperfeito, para o Ocidente enfrentar os marxistas culturais, mas com os EUA promovendo e impulsionando o renascimento da guerra fria, a incessante propaganda anti-russa nos meios de comunicação do Ocidente, e a Rússia cada vez mais se voltando politicamente para o Leste, tenho pouca esperança de que haverá uma revolução cultural liderada pela Rússia em valores pró-família.
Contudo, ironicamente, se resta alguma esperança, pode ser preservada pela própria Ucrânia. Como um observador político astuto recentemente comentou, o governo ucraniano achava que o Ocidente estava lhes oferecendo um prato de comida, mas em vez disso lhes deram propaganda LGBT. Agora os ucranianos estão protestando nas ruas contra a agenda gay.
Obama ainda pode fracassar em seus esforços de envenenar o mundo ocidental contra a Rússia, como ele fracassou em muitas áreas de política externa. Eu, por exemplo, gostaria de ver a restauração das tendências de cooperação que vimos nas relações entre EUA e Rússia antes do Obama ter decidido sabotá-las, e por consequência dessas sabotagens penso que a unidade em valores pró-família levaria um longo tempo para curar a divisão que Obama agravou entre Rússia e Ucrânia e para enfraquecer a agenda de perversões dos EUA e da União Europeia no resto da Europa Oriental e nos países bálticos.
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