23 de junho de 2015

Neto de Billy Graham renuncia ao pastorado de igreja presbiteriana depois de confessar adultério


Neto de Billy Graham renuncia ao pastorado de igreja presbiteriana depois de confessar adultério

Stoyan Zaimov
Prefácio de Julio Severo: A Igreja Presbiteriana Coral Ridge, sob a liderança de D. James Kennedy, tinha participação ativa nas décadas de 1980 e 1990 no movimento conservador, combatendo agendas malignas, inclusive o aborto e a homossexualidade. Depois da morte dele, Tullian Tchividjian, neto de Billy Graham, assumiu a liderança, afastando a Igreja Presbiteriana Coral Ridge das guerras culturais. De acordo com Gleanings:
A gestão de Tchividjian na Igreja Presbiteriana Coral Ridge estava turbulenta desde o início. Na primavera de 2009, a igreja nomeou Tchividjian, que estava então com 36 anos, como seu pastor sênior. Fundada pelo famoso pregador D. James Kennedy, a Igreja Presbiteriana Coral Ridge outrora atraía até 7 mil pessoas para seus cultos. Mas o número de seus membros estava diminuindo desde a morte de Kennedy em 2006. Os presbíteros da igreja esperavam que a juventude, a visão e o nome de Tchividjian conseguissem ressuscitar a boa sorte da congregação que estava envelhecendo. Em vez disso, eles obtiveram caos. Dentro de seis meses, um grupo de membros liderados pela filha de Kennedy, Jennifer, pediu a expulsão de Tchividjian. Os dissidentes foram banidos da igreja. Em questão estava uma mudança no estilo de adoração e o fato de que Tchividjian rejeitava as políticas de guerras culturais.
A decisão de Tchividjian de banir os membros conservadores, inclusive a filha de Kennedy, porque eles queriam continuar a tradição da Igreja Presbiteriana Coral Ridge de envolvimento nas guerras culturais foi uma decisão infeliz. Sua atitude de se afastar das guerras culturais não tem nada a ver com a família Graham. Franklin Graham, filho de Billy Graham e presidente da Associação Evangelística Billy Graham, tem estado muito ativo nas guerras culturais.
Tullian Tchividjian
Os adultérios do casal Tchividjian são uma questão só entre eles e Deus e sua igreja. Mas a decisão de Tchividjian de banir o ativismo conservador de sua igreja foi um desastre.
Contudo, sua decisão de renunciar foi apropriada. Que ele mantenha sua decisão e se afaste da conduta de alguns que mais tarde se arrependem de sua renúncia e querem desesperadamente o holofote do púlpito de volta.
Quanto à mídia secular, ela não está atacando a ele e sua família. Isso não é surpresa: Pelo fato de que ele evitava guerras culturais, a mídia está lhe dando um bônus. Se ele estivesse envolvido em guerras culturais, as manchetes nacionais e internacionais explodiriam, “Proeminente Pastor Antigay e Antiaborto se Envolve em Escândalos Sexuais!” seguido de um texto crivado de diatribe ácida.
Família Tchividjian
Agora, o que nós cristãos conservadores deveríamos fazer? Orar pela família Tchividjian, pois não só a agenda gay, mas também o adultério e o divórcio são uma ameaça ao casamento e à família.
Eis a reportagem completa do Christian Post:
Tullian Tchividjian, pastor da Igreja Presbiteriana Coral Ridge na Flórida, renunciou ao pastorado depois de confessar que estava envolvido num relacionamento adúltero. O neto de Billy Graham disse que ele estava enfrentando questões conjugais crônicas.
“Renunciei ao pastorado na Igreja Presbiteriana Coral Ridge hoje devido a questões conjugais crônicas. Como muitos de vocês sabem, voltei de uma viagem poucos meses atrás e descobri que minha esposa estava tendo um caso extraconjugal. De coração partido e devastado, informei à liderança de nossa igreja e pedi uma licença para focar exclusivamente em meu casamento e família,” Tchividjian revelou numa declaração ao jornal Washington Post.
“Quando o caso extraconjugal dela continuou, nós nos separamos. Com lamento e vergonha, subsequentemente busquei consolo numa amizade e eu mesmo desenvolvi um relacionamento impróprio. Na semana passada, os líderes da nossa igreja vieram até mim e perguntaram sobre meu próprio caso extraconjugal. Confessei tudo e foi decidido que o melhor curso de ação seria eu renunciar.”
O pastor acrescenta que ele e sua esposa, Kim, estão “de coração partido” por suas ações, e estão pedindo a Deus que lhes dê “a graça que precisamos para arejar este coração partido.”
Entretanto, Kim Tchividjian disse numa mensagem posterior ao Washington Post que “a declaração refletia as opiniões de meu esposo, mas não as minhas.”
“Por favor, respeite a privacidade da minha família neste momento, obrigada. Agradeço muito a todos pela manifestação de amor por minha família também durante esse tempo difícil e apreciamos todas as orações e apoio que estamos recebendo,” ela acrescentou.
A Igreja Presbiteriana Coral Ridge, que foi iniciada oficialmente em 1960, empossou Tchividjian como pastor sênior em 2009.
“Vários dias atrás, o pastor Tullian confessou uma falha moral, reconhecendo que suas ações o desqualificam de continuar a trabalhar como pastor sênior ou pregar no púlpito, e renunciou — em vigor imediatamente,” revelou Rob Pacienza, pastor executivo da igreja.
“Estamos entristecidos com essa notícia, mas estamos trabalhando com Tullian e dando assistência a ele e sua família para ajudá-los a passar por esse momento difícil, e pedindo que as pessoas se unam a nós em oração para que Deus traga restauração por meio desse processo e cura para todos os envolvidos.
Tchividjian, que tem três filhos com Kim, também tem escrito colunas publicadas no Christian Post. Ele tem falado explicitamente sobre muitas questões durante os anos, e em dezembro passado afirmou que o envolvimento dos evangélicos no movimento político conservador está prejudicando o Cristianismo.
“No curso dos últimos 20 ou 30 anos, o evangelicalismo, especificamente sua ligação com a Direita religiosa e políticas conservadoras, tem feito mais danos ao nome do Cristianismo do que qualquer outra coisa,” o pastor disse numa entrevista.
“Isso não significa que os cristãos não têm opiniões sobre questões sociais e que não deveríamos expressar essas opiniões, mas o púlpito de culto de domingo não é o lugar,” ele acrescentou.
Para acessar a versão em inglês com o prefácio de Julio Severo, use este link: Billy Graham’s Grandson Tullian Tchividjian Resigns as Coral Ridge Presbyterian Pastor After Admitting Affair
Leitura recomendada:

16 comentários :

Marcelo disse...

Esse protestantismo norte-americano parece mais um farisaismo, um sistema que vive de aparencias.
Que decadencia, que péssimo exemplo para o mundo, que fim de feira...esse è um forte indicio de que a agenda gayzista nao vai encontrar barreiras por là, pois os lìderes religiosos nao tem moral para pregar contra o pecado.
Se depender deles, nao sò a sodomia vai prosperar, mas, tambem, o ecumenismo com o catolicismo romano e outras vertentes religiosas, pois o alvo deixou de ser Ctisto (se è que algum dia o foi).
No Brasil entao, nem se fale!!!

Thiago disse...

comentando o post do Julio:
https://m.facebook.com/permalink.php?story_fbid=626226184080531&id=185623904807430

Sexo anal e sexo oral é tão natural quanto defecar pela boca ou se alimentar pelo ânus.

É um crime contra a natureza!

É sodomia do mesmo jeito.

É mudar o uso natural da mulher.

OH SÓ O MUNDANISMO ENTRANDO NO MEIO CRISTÃO!

ARREPENDAM-SE.

Julio Severo disse...

Um americano, que frequentava a Igreja Presbiteriana Coral Ridge na época do Pr. James Kennedy acabou de me enviar este comentário:

Eu era membro da Igreja Presbiteriana Coral Ridge antes de me mudar da cidade de Ft. Lauderdale, e recordo quantas vezes o Dr. Kennedy pregava que os cristãos deviam ser sal e luz. Já que o Pr. Tullian hesitava tanto de lidar com coisas pecaminosas na cultura (e falava com tanto entusisasmo sobre seus anos de rebelião), isso me fez pensar se ele não agia assim a fim de se sentir mais à vontade. Que ele tenha, para limpar a própria barra, exposto a esposa é algo que me impressiona e me deixa extremamente curioso (qual o marido qie, buscando reconciliação, faria isso?).

Thiago disse...

Julio,

Não adianta, o diabo tá invadindo a Igreja com fúria.

Tudo isso entristece o coração de Deus.

Vestes puras, alvas mais que a neve, A Noiva tem de estar preparada. Muita gente que se diz cristão vai ficar, se o arrebatamento estiver próximo (e como está).

Marcelo disse...

Esse construiu sua casa sobre a areia, e quem acabou pondo a sua confiança nele tem grande chance de enfraquecer na fé...pobre alma.

Marcelo disse...

Caro Thiago,
Concordo plenamente com o irmao, quanto à necessidade de nos santificarmos em todos os sentidos, inclusive nas relaçoes intimas, embora tenha que admitir que se trata de um assunto bastante delicado.

Cabe ao crente lutar contra sua propria carne, principalmente os que vieram do mundo, e que possuiam habitos mundanos.

O segredo, creio eu, é clamar a Deus, pois somente o Espirito Santo pode limpar a mente e o coraçao de um homem (e de seu conjuge ao mesmo tempo).

Marcelo disse...

Caros Julio e Thiago,
Gostaria de saber suas opinioes sobre a seguinte materia, que fala de apostasia de protestantes na segunda guerra mundial: https://caiafarsa.wordpress.com/a-igreja-de-hitler/

Deus vos abençoe!!!

Julio Severo disse...

Ainda que nominalmente (e batizado também), Hitler era católico. Ainda que nominalmente, a Alemanha nazista estava dividida: metade católica, metade protestante. Os protestantes nominais, que eram maioria, tinham a esperança de que Hitler se converteria ao luteranismo.

Uma minoria de protestantes, inclusive o pastor luterano Dietrich Bonhoeffer, estava envolvido em conspirações para matar Hitler. Uma minoria de católicos, inclusive o Conde Claus von Stauffenberg, estava envolvida em conspirações semelhantes.

Ao contrário de Lutero, que sofreu uma bula pública de excomunhão vinda do papa, Hitler nunca sofreu tal bula. Talvez o Vaticano visse Lutero como mais perigo do que Hitler, pois até hoje não se tem notícia de que o papa da época tenha excomungado Hitler do catolicismo.

Thiago disse...

Não sei se o Julio vai publicar,

Não sei se ele ainda está bravo comigo...

Mas vamos lá

Marcelo,

Eu não entendo como a Igreja Católica e o Protestantismo reagiram ao Fascismo/Nazismo. Sou contra ideologias modernas (liberalismo, fascismo e comunismo). É um dos meus interesses e eu tenho muita vontade de me aprofundar no assunto desse período.

Sou conservador, paleoconservador, ou seja só admiro sistemas arcaicos ou semi arcaicos (monarquia feldal, absoluta) ou mon. constitucional / "federalistas" . Acredito que a sociedade é orgânica e o sistema só serve para arbitrar conflitos e não para construção "de um mundo melhor" positivista, não acredito em revolução, não acredito em utopia.

Paraíso só no Céu. Na Nova Jerusalém.

Flavio Jm disse...

Thiago,

11 de setembro de 1930 foi publicado pelo Arcebispado em Moguncia, Alemanha, que o Movimento Nazista era incompatível com a Fé Católica e inimiga desta. Também afastava de todos sacramentos fiel ou religioso filiado ao Partido Nacional Socialista, que é a excomunhão católica na prática.

Thiago, Hitler foi batizado como Católico, era filho de luterano e católico, mas aos 21 anos já tinha abandonado a fé, se aproximando de algo parecido a Nova Era, que depois ele irá mesclar com apostatas do luteranismo criando uma religião protestante nazista.

Dúvidas sobre a Igreja, pergunte prá quem é da Igreja, não se confunda.

Marcelo disse...

Seguindo a linha interpretativa, profética, dada por Deus a Daniel (Dn 2:38-43), segundo a qual tratavam-se de reinos "mundiais", que se levantariam contra o povo de Deus (contra Deus), tenho a impressao de que o Imperio Alemao (III Reich) parece ter sido a sétima cabeça da besta apocalìptica (Ap 17:10).

Digo isso, por duas razoes:
1 - Tal império (nao citado em Daniel 2, mas citado em Ap 17), possuia pretençoes de dominio mundial (vide aliança com Italia e Japao) e durou pouco tempo (39 a 42); e
2 - Uma de suas principais bandeiras era a completa extinçao do povo judeu, juntamente com a criaçao de uma nova religiao que apoiasse a filosofia da purificaçao das raças (isso segundo estudiosos), o que significava opor-se radicalmente à moral judaico-crista.

Para tanto, a historia parece dizer que os religiosos que se mantiveram fieis ao Evangelho foram perseguidos e entregues aos campos de concentraçao, o que nao podia ser diferente para as pretençoes imperialistas, fazendo de Hitler numa especie de anticristo.

Jà a oitava cabeça, que vem das sete, e que é a propria besta, ou seja, incorporarà, em si, todo o mal e paganismo dos demais impérios (Ap 17:11), parece ser os EUA, um imperio que preenchem tanto as profecias de Daniel 2, como profecias Apocalipticas. Nao esquecendo que os EUA originaram-se dos paises da Europa.

Ainda com relaçao ao Imperio Alemao, sua derrocada parece cumprir tambem outra profecia biblica escrita em Dn 7:24, que diz que uma ponta pequena (EUA) surgiria e derrubaria tres pontas (Alemanha, Japao e Italia), e que dessa pequena ponta pequena viria o filho da perdiçao 2 Ts 2:3-4.

Creio que tais pensamentos nao fogem do tema desta materia, que trata da apostasia dos ultimos tempos, de sorte que os submeto aos irmaos.

Deus nos abençoe!!!

Thiago disse...

Que saudade Flávio!

Bom, não fui eu quem perguntou. Foi o Marcelito. Somente expus minha completa ignorância sobre o assunto. Tinha minhas suspeitas, mas como não me aprofundei...

Abraço

Julio Severo disse...

Flávio, você usa e abusa da ignorância das pessoas. Não sei de que cartola você tirou suas ideias. Mas vamos aos fatos, de novo. Hitler foi batizado católico, foi criado como católico e até o final da vida dele ele nunca renunciou ao catolicismo. Isto é, ele morreu católico, quer você goste ou não.

O papa da época nunca o excomungou.

O site Jewish Virtual Library (Biblioteca Virtual Judaica) informa:

As ações do Papa Pio XII (1876-1958) durante o Holocausto permanecem polêmicas. Na maior parte da guerra, ele manteve uma fachada pública de indiferença e permaneceu em silêncio enquanto as atrocidades alemãs eram cometidas. Ele rejeitou súplicas para que ele ajudasse por causa da neutralidade, enquanto fazia declarações condenando injustiças em geral.

Até mesmo as ações de Pacelli, enquanto era cardeal, com relação a Hitler eram polêmicas. Hitler assumiu o poder em 30 de janeiro de 1933. Em 20 de julho do mesmo ano, Pacelli e o diplomata alemão Franz Von Papen assinaram uma concordata que garantia liberdade de prática para a Igreja Católica Romana. Em troca, a Igreja Católica concordou em separar a religião da política. Isso diminuiu a influência do Partido Centro Católico e dos sindicatos trabalhistas católicos. A concordata é geralmente vista como uma vitória diplomática para Hitler.

Enquanto há alguma controvérsia sobre a assistência do papa aos judeus, o papel da Igreja Católica ajudando assassinos nazistas a escapar, e buscando clemência para criminosos nazistas condenados, é muito bem documentado.

Um conselho, Flávio: guarde sua cartola para você mesmo.

Luciana disse...

Desista, Júlio. Os fatos de nada servem para os que idolatram a Igreja Romana.

Julio Severo disse...

Outra coisa, Flávio. O regime nazista era extremamente antissemita. O nazismo, em sua curta existência, tinha uns 20 anos de antissemitismo. Já a Igreja Católica tem séculos de antissemitismo. Isso não sou eu quem diz. São os fatos. Aliás, Giulio Meotti, que é escritor católico italiano, escreveu o livro “O Vaticano contra Israel,” com farta evidência do antissemitismo da instituição católica. Mais informações, use este link: http://juliosevero.blogspot.com/2014/08/o-vaticano-contra-israel-critica-do.html

Até Lutero, vindo de raízes católicas, mantinha acesso esse antissemitismo que sempre fez parte da instituição católica. Veja: http://juliosevero.blogspot.com/2013/10/martinho-lutero-mais-catolico-do-que.html

Flavio Jm disse...

Cito a fonte Severo: Bula sinodal da Igreja, você mesmo pode consultar. Entra no site Zenit, que tá lá.
E quanto tua acusação, quem usa da bondade ou ignorância não sou eu, não vivo de Ministério" e trabalho. Tá cheio de ungido que vive da fé alheia no teu meio né. Cito fontes direto das fontes, mesmo que não concorde. Diferente de alguns blogueiros ou não?
Mas te agradeço pela paciência e querendo ou não acabei conhecendo Olavo por tua causa, que é um gigante.