29 de maio de 2015

Estudo Fraudulento sobre Casamento de Mesmo Sexo, uma Lição para a ONU


Estudo Fraudulento sobre Casamento de Mesmo Sexo, uma Lição para a ONU

Wendy Wright
NOVA IORQUE, EUA, 29 de maio (C-Fam) Acusações de fraude contra um estudo amplamente propagandeado para converter o público ao casamento de mesmo sexo está oferecendo luz sobre como as instituições de elite são vulneráveis à manipulação ideológica.
Michael LaCour
É um exemplo para os diplomatas da ONU que estão decidindo os padrões para as novas metas de desenvolvimento — e como bilhões de dólares serão gastos.
Considerando o vasto impacto que terão, há um pedido frequente para que as políticas sejam “baseadas em evidências,” apoiando-se em pesquisas acadêmicas.
Em dezembro passado, a prestigiosa revista Science publicou um estudo avaliado por outros especialistas feito por Michael LaCour sobre mudar a mente das pessoas acerca da questão polarizante do casamento de mesmo sexo. As revelações eram inacreditáveis — literalmente, como acabou se comprovando.
O estudo de LaCour mirou californianos que votaram a favor do casamento tradicional. Um grande número de pessoas mudou de opinião depois de uma conversa com o entrevistador da pesquisa que anunciou que ele era homossexual e queria casar. A mudança foi supostamente de longa duração, e os eleitores persuadiram outros em sua família a mudar de ideia.
Suas atitudes foram acompanhadas usando um “termômetro de sentimentos gays.”
Uma “experiência real com um individuo gay” era um truque especial, LaCour supôs. Ele presumiu que o apoio ao casamento natural era baseado em ignorância e preconceito, e pode ser vencido por meio de uma breve conversa com alguém que se identificava como homossexual.
Os meios de comunicação alardearam o sucesso aparente. O estudo foi propagandeado para influenciar as políticas públicas nos EUA e outros países. Dentro de dias, atraiu entrevistas de emprego para LaCour.
“Fiz nove entrevistas de emprego nas últimas três semanas,” LaCour disse ao BuzzFeed News, e a Universidade de Princeton lhe ofereceu um emprego de professor.
Entretanto, tentativas de reproduzir o estudo rapidamente revelaram falhas fatais. LaCour recusou divulgar os dados brutos, então disse que os apagou, e deu motivos conflitantes para seu índice de resposta suspeitamente elevado.
O “termômetro de sentimentos” é um “instrumento notoriamente inconfiável, que mostra muitos erros de medição,” comentaram os investigadores.
Um professor respeitado que assinou como coautor agora confessa que ele nunca viu os dados.
LaCour — que fez um projeto semelhante a favor do aborto — nega publicamente que tenha cometido um ato ilegal.
Um líder do Centro LGBT de Los Angeles, que organizou os propagandistas de LaCour, disse: “Só porque os dados não existem não prova a eficácia desse método de mudar mentes, não significa que a hipótese é falsa.”
Investigadores independentes esclareceram as falsidades de LaCour, e inadvertidamente expuseram uma disposição predominante de ignorar sinais de perigo no que se referia a direitos sexuais.
Em contraste, estudos que revelam os benefícios de estruturas estáveis e tradicionais de famílias são sujeitos aos exames mais rigorosos — e mesmo depois de serem confirmados, seus autores são marginalizados.
Sob uma nova agenda de desenvolvimento da ONU, poderá ser mais difícil corrigir um entusiasmo cego por direitos sexuais.
As Metas de Desenvolvimento Sustentável estabelecem padrões para julgar o progresso dos países. Um dos indicadores propostos para medir a “inclusão” de uma sociedade é a “existência aparente de discriminação” —que, um artigo introdutório diz, inclui orientação sexual e identidade de gênero.
O que constitui uma violação, o documento sugere, deveria ser decidido por especialistas em comitês da ONU, assim elevando as opiniões deles à condição de padrões internacionais incontestáveis.
Esses especialistas cada vez mais ultrapassam sua autoridade, e não prestam contas a ninguém. Com o orçamento enorme e inacessível da ONU, eles não arriscam perder financiamento.
O coautor de LaCour pediu que o estudo fosse cancelado. A ONU planeja adotar sua nova agenda de desenvolvimento em setembro. Estará em vigor até 2030.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
Ligação da homossexualidade com trauma na infância

7 comentários :

Thiago disse...

Nós estamos numa ditadura cientificista. Só quem acredita em Papai Noel pode confiar em tudo que as esquerdas produzem na academia. Tanto na questão de gênero/sexualidade, quanto aquecimento global, ou "armas de destruição em massa no Iraque de Saddam Hussein"... em todas estas questões, a origem do $ financiamento $ das pesquisas fala mais e melhor que a própria realidade tangível, tátil. Somos reféns de fundações Globalistas.

Thiago disse...

Maria Primeira, A Louca ou Um Tapa na Pantera?

https://m.youtube.com/watch?v=ORkvgNtOMfI

Às vezes eu fico confuso com certas citações, sou um sem noção memo mano.

Trecho de entrevista de "uma PresidANTA muito louca", da Coluna de Augusto Nunes, da Veja; vejam só:

HomeDireto ao PontoHistória em ImagensEntrevistaBaú de PresidentesSanatório GeralO País quer SaberHomem Sem VisãoOpiniãoFeira Livre
29/05/2015 às 22:30 \

"Direto ao Ponto
Ouça a íntegra e confira um trecho da entrevista espantosa: a presidente do Brasil já não governa sequer o que diz


O áudio em estado bruto e o texto sem revisão nem retoques, ambos divulgados pelo Portal do Planalto, informam que o que deveria ser uma entrevista da presidente Dilma Rousseff ao jornalista mexicano Dario Pignotti foi uma genuína conversa de hospício. O que se ouve e lê é um documento histórico tão precioso quanto perturbador. E o confronto de alguns trechos demonstra que o diálogo amalucado nada tem a ver com versão publicada por La Jornada.
Dos 22min22 aos 24min02, por exemplo, entrevistado e entrevistadora produzem em dueto uma estarrecedora sequência de frases desconexas, afirmações sem pé nem cabeça e apartes bêbados que a rapaziada do Portal do Planalto transcreveu com elogiável fidelidade:

Presidenta: Qual é a cor da sua bandeira?

Jornalista: Branca, azul e vermelha.
Presidenta: Branca, vermelha e azul, não é? Não, verde.

Jornalista: Não, vermelha e verde, verde. Igual que a da Irlanda, igual que a da Itália, só que tem o escudo no meio, da águia com a serpente.

Presidenta: Ah, tem o escudo no meio, está certo, com a serpente. E deixa eu te falar uma coisa…

Jornalista: Mexicanos são grito de guerra,

Presidenta: Por que que eu perguntei isso? Sabe por quê? Teve um teatrólogo brasileiro, que você deve conhecer, Nelson Rodrigues, que, além, disso, foi um colunista de futebol.
Jornalista: Sim, claro.

Presidenta: Que quando se referia à Seleção Brasileira, dizia que a Seleção Brasileira era a pátria de chuteiras, a pátria verde e amarela de chuteiras, Lá, a Seleção Mexicana é a pátria azul, branca e verde…

Jornalista: Não, a camisa é verde, a camisa da Seleção. Sim, é verde.

Presidenta: É verde? Então, é a pátria verde e chuteiras. A nossa também às vezes é verde, hein?

Jornalista: Agora deixa eu fazer uma pergunta, uma pergunta...

Presidenta: Agora, a Petrobras é tão importante para o Brasil como a Seleção.

Jornalista: Claro.

Presidenta: Então, eu sempre disse o seguinte: se a Seleção Brasileira é a pátria de chuteiras, a Petrobras é a pátria com as mãos sujas de óleo.

Jornalista: Ah, isso é muito bom, Presidente, é uma frase muito boa.

Presidenta: E vocês têm também a pátria suja de óleo lá, a mão suja de óleo.

Jornalista: Desde o presidente Cárdenas.

Presidenta: Cárdenas, el grande presidente Cárdenas."

na íntegra:
https://m.soundcloud.com/augusto-nunes_veja/entrevista-concedida-por-dilma-rousseff-ao-jornal-mexicano-la-jornada

O BAGUIO TÁ DOIDO!

Thiago disse...

Julio,

Recordar é viver,

http://m.youtube.com/watch?v=aeTjiPujjP4

Eu hoje sonhei (pesadelo) com você (Dilma).

"Dilmes castiço"... NOJENTO! TCHAN!

...E o salário, oh... vai pra pagar o rombo do Petrolão...

Anônimo disse...

O avanço científico que vem ocorrendo nos últimos séculos, puxado quase que exclusivamente pelas ciências exatas e biológicas, fez com que a ciência ganhasse um status, no qual ela tem praticamente a palavra final em quase tudo. Acredito que este status pode até ser válido quando estamos tratando de ciências exatas (embora tenha algumas ressalvas), bem como de ciências biológicas (estas, em grau menor). Nestas duas áreas do conhecimento não há muito espaço para manipular resultados que deem suporte a causa de quem quer que seja. Os escândalos que ocorrem nas áreas de exatas e biológicas como: falsificação de resultados, plágios e etc., são facilmente detectados. Agora quando nos referimos às ciências humanas, com todo o respeito àqueles que se dedicam a estudar este valioso campo, o status de ter a palavra final está longe de ser alcançado. Portanto, as ciências humanas não deveriam ter a palavra final em praticamente nada. Ganharam este status de carona com as outras, porque fazem parte da academia, mas a natureza desta ciência é visivelmente diferente das outras. As outras duas ciências, embora tenham também teorias, estão fundamentadas mais em leis e princípios (leis de Newton, leis de Mendel, princípio de exclusão de Pauli e etc.). O mesmo não ocorre com as ciências humanas, que se fundamentam muito mais em teorias, muitas das quais se contradizem sobre certos temas.
Quando alguém diz que realizou um estudo científico que foi publicado em uma importantíssima revista (como a Science), poucos são os que se atrevem a contestar. Com isto, os interessados em implantar costumes contrários à moral cristã vão avançando em seus estudos fraudulentos. Este tipo de “estudo”, mais cedo ou mais tarde vai ser desmascarado, o problema é que, enquanto não é desmascarado, causa muito estrago.

Sebastião

Anônimo disse...

vamos pirar tal qual esse povo e imaginar o seguinte:-um belo dia a ciencia e seus seguidores os glbt,abortistas,feministas e todos os seus apoiadores descobrem que ooooooohhh existe o gene gay e ai todos os que nao querem um filho homossexual faça um aborto ...talvez ai eles se torna-sem seguidores da palavra de Deus pois eles seriam instintos

Marcelo disse...

A unica VERDADE è a Escritura Sagrada, o resto è tudo FRAUDE...e vem por aì coisa muito pior, que milhoes crerao!!!

Thiago disse...

Marcelito... q vc sabe amigo?

Vixe! Compartilha aê maninho.