7 de maio de 2015

Amazon impede clientes de escolher brinquedos com base nas diferenças sexuais entre meninas e meninos


Amazon impede clientes de escolher brinquedos com base nas diferenças sexuais entre meninas e meninos

Julio Severo
Antes que os engenheiros sociais tivessem começado a transformar as crianças em pequenos seres amorfos, as menininhas brincavam com bonecas, casinhas e kits de cozinha, e os menininhos brincavam com armas, kits de construção e heróis de ação.
A Amazon está adotando uma postura a favor dos engenheiros sociais e contra as diferenças sexuais entre as crianças.
Numa medida que com certeza entusiasmará homossexualistas, feministas e socialistas, a gigantesca empresa de venda de produtos online deletou os botões de “menino” e “menina” de seu menu online, impedindo os clientes de pesquisar e escolher brinquedos com base nas diferenças sexuais entre meninas e meninos.
“A Amazon tem sido alvo de pressões de forças politicamente corretas,” disse Chris McGovern, presidente da organização Campanha pela Educação Real.
“Esse é outro exemplo do feminismo dominando o modo como pensamos. No mundo real, são as mulheres que tendem a ter instintos maternos, de modo que faz sentido que bonecas sejam recomendadas como brinquedos apropriados para meninas.
“Existe uma diferença biológica. Temos de parar de tentar turvar a diferença entre os sexos. Se você quer que os meninos sejam meninas, e as meninas sejam meninos, é desse jeito que se faz.”
Ele acrescentou: “Temo que o feminismo desenfreado não tem feito muito bem para nossa sociedade.”
A medida polêmica da Amazon segue queixas de feministas de que os brinquedos são supostamente “sexistas” porque incentivam meninas novas a aspirar a ser mães, a brincar com maquilagem ou fazer de conta que elas estão realizando tarefas domésticas.
As psicólogas feministas afirmam que preparar uma menina para ser esposa e mãe limita o vasto horizonte de carreiras para ela.
Enquanto isso, elas dizem que os brinquedos de menino — tais como armas, heróis de ação e kits de construção — treinam meninos para se tornarem “machistas.”
Elas propõem inversão: meninos brincando com brinquedos de menina e meninas brincando com brinquedos de menino.
A decisão da Amazon está sendo muito bem recebida por militantes e educadores feministas e homossexualistas, que dizem que todas as crianças devem ser livres para brincar com brinquedos feitos para ambos os sexos.
Essa não é a primeira medida polêmica contra as crianças. A Amazon tem sido notoriamente apoiadora do “casamento” homossexual, que geralmente inclui direitos de adoção e é fundamentalmente prejudicial para a criação normal e saudável das crianças.
A Amazon tem se tornado uma gigantesca empresa capitalista a serviço das perversões homossexuais, feministas e socialistas.
Com informações do DailyMail.
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4 comentários :

Marcelo disse...

As bombas jogadas contra os soldados do Reino de Deus (que não é aparente e nem deste mundo) vem de dentro e de fora da igreja.

Enquanto o diabo lança sua enxurrada maligna fora da igreja (e o mundo absorve tudo até a ultima gota), no meio religioso, muitos são vencidos por teorias heréticas, como a imortalidade da alma, o arrebatamento secreto, a teologia da libertação, a teologia da prosperidade, etc...

Anônimo disse...

É mais uma empresa que se posiciona contra nossos princípios,portanto, se continuarmos fazendo compras através dela, estaremos fortalecendo seus braços para continuar detonando com os nossos valores.

Sebastião

Anônimo disse...

Algumas empresas pro gaysBloomberg, Coca Cola, Pepsi, Facebook, Apple, Google, eBay, Amazon, Procter & Gamble, United Airlines, Delta Airlines, Groupon, Hewlett-Packard, Microsoft, Twitter, Intel, General Electric, American Express, Visa, Bank of America, Chase, JPMorgan, HSBC, Deutsche Bank, Walt Disney, CBS, Pfizer, Johnson & Johnson, Dow Chemical, Glaxo, Colgate-Palmolive.

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Anônimo disse...

Brasil é praticamente uma "Suécia tropical" .. Por isso ninguém vai esperar boicote de brasileiros ...