15 de abril de 2015

Jornalista israelense: Se Obama tratasse Israel como Reagan tratou, ele mereceria impeachment


Jornalista israelense: Se Obama tratasse Israel como Reagan tratou, ele mereceria impeachment

Julio Severo
Deparei-me com um artigo intrigante, escrito por Chemi Shale, no jornal israelense Haaretz. Shale faz alguns pontos interessantes sobre Reagan, que é um ícone conservador e é meu herói conservador.
Reagan é considerado amigo de Israel, mas ele nunca visitou Israel. Faço uma pergunta: o que impede um amigo de Israel de visitar Israel?
Sou amigo de Israel. Mas meu motivo para não visitar Israel é econômico. Se eu tivesse uma chance, eu visitaria Israel.
Certamente, se eu fosse um presidente conservador dos Estados Unidos, eu faria uma visita anual à Terra Prometida dada por Deus a Abraão, Isaque, Jacó e seus descendentes judeus.
Acima de tudo, eu faria com que o governo americano reconhecesse oficialmente Jerusalém como capital de Israel. Inacreditavelmente, muito embora alguns presidentes dos EUA, inclusive Reagan, dissessem que eram amigos de Israel, nenhum deles reconheceu Jerusalém como capital de Israel.
Chemi Shale destaca outras grandes questões problemáticas com as quais um amigo de Israel nunca se envolveria, mas com as quais Reagan se envolveu. Ele disse: “Os confrontos do ex-presidente Ronald Reagan com Israel foram duros e pessoais, mas os conservadores do Partido Republicano o reverenciam e os judeus se lembram dele como um grande amigo.”
Em sua primeira eleição em 1980, Reagan ganhou 39% dos votos dos judeus. Em sua reeleição de 1984, ele conseguiu ganhar apenas 31%. Em comparação, o socialista Barack Obama ganhou surpreendentemente 78% dos votos dos judeus em 2008, ainda que Obama seja mais pró-islamismo e anti-Israel do que Reagan.
Shale se esqueceu de mencionar o caso cruel do espião judeu Jonathan Pollard, que tem passado 29 anos de uma sentença de prisão perpétua sem precedentes numa penitenciária federal dos EUA por passar informações secretas para Israel, aliado dos Estados Unidos. A sentença típica para esse crime é 2 a 4 anos. Ninguém mais na história dos Estados Unidos recebeu prisão perpétua por esse crime. Ele foi condenado pelo governo de Reagan.
Pollard não estava espionando para obter vantagem econômica para Israel contra os EUA. Ele estava espionando só para ajudar a tornar Israel mais seguro contra seus vizinhos islâmicos, pois os EUA não revelavam (e não revelam) para seu “amigo” Israel os segredos militares que sabia sobre seus outros amigos: os vizinhos muçulmanos de Israel que odeiam judeus.
Enquanto a NSA fica impune por espionar por suspeitos interesses políticos e financeiros, um judeu foi punido de forma incrível pelo governo de Reagan.
Como fã de Reagan, o que eu deveria pensar? Creio que Reagan foi um conservador sincero. Ele tinha amizade com proeminentes líderes evangélicos, inclusive George Otis, que deu para Reagan uma profecia em 1970 sobre a presidência dos EUA. Otis era um homem de Deus.
Mesmo com suas melhores intenções políticas, Reagan nunca teve êxito em seus esforços para derrotar a vergonhosa lei de aborto, sancionada em 1973 na maior nação evangélica do mundo. Desde então, o aborto, em qualquer fase, se tornou um direito “sagrado” nos Estados Unidos.
Há poderosas forças das trevas no governo dos EUA, e essas forças usam o governo dos EUA para manter uma hegemonia mundial, inclusive no Oriente Médio. Ninguém pode “interferir” em seus interesses. Essas forças não tolerarão que ninguém — Israel, Rússia ou outra nação — perturbe sua influência mundial. Possivelmente, essa é a razão por que Reagan foi tão duro, conforme apontou Shale, com Israel. Aliás, se víssemos hoje Obama fazendo com Israel o que Reagan fez, Shale acha que o chamaríamos “inimigo de Israel.”
A culpa da conduta e políticas supostamente anti-Israel de Reagan deveria ser lançada sobre os neocons oligárquicos, que usam os EUA e seus presidentes para manter sua hegemonia no mundo.
Fico pensando: o que os neocons teriam feito com Reagan se seu governo tivesse oficialmente reconhecido Jerusalém como capital de Israel? O que eles teriam feito com ele se ele tivesse colocado Israel acima dos interesses hegemônicos deles? O que eles teriam feito se ele parasse de queimar incenso para eles?
Se Reagan não era forte o suficiente para desafiar esses bandidos excessivamente maus, quem o fará?
Talvez Israel devesse parar de reconhecer Washington como capital dos Estados Unidos enquanto os EUA não reconhecem Jerusalém. Contudo, quem pode aguentar a força bruta do império neocon americano?
Vamos ser honestos: Reagan não agiu como um conservador de verdade quando ele cedeu aos neocons anti-Israel e pró-Arábia Saudita.
O conservador de verdade deveria resistir a esses bandidos, ainda que desafiá-los signifique martírio.
Com Obama ou Reagan, a suprema oligarquia no governo dos EUA nunca reconhece Jerusalém como capital de Israel, sempre impõe sobre Israel uma divisão intrusiva da Terra Prometida e planos de paz fracassados e sempre, de uma maneira ou de outra, é dura com Israel. Pois quer Reagan ou Obama, quer um presidente esquerdista ou conservador ocupe a Casa Branca, poderosas forças oligárquicas governam por trás deles.
Provavelmente, Chemi Shale é como a maioria dos judeus do mundo todo: socialista. Mas suas palavras no Haaretz deviam ser examinadas:
Imagine se Israel lançasse um ataque preventivo bem-sucedido contra um país que está construindo uma bomba nuclear que ameaça a própria existência de Israel, e o presidente americano descrevesse o ataque como “uma tragédia.”
E então, não só o governo dos EUA deixasse de “permanecer ao lado de seu aliado,” mas também ajudasse uma decisão do Conselho de Segurança da ONU que condena Israel, requer que Israel coloque suas instalações nucleares sob supervisão internacional e exige que Israel pague indenizações (!) pelos danos que provocou.
E então, para piorar as coisas, o presidente dos EUA impusesse um embargo em vendas adicionais de caças F-16 porque Israel “violou seu compromisso de usar os aviões somente em autodefesa.”
Dá para você imaginar o alvoroço? Dá para você imaginar a revolta? O que quero dizer é que se o [Partido Republicano acredita] que o presidente Obama está sacrificando o aliado Israel por razões egoístas — o que eles diriam sobre um presidente que de fato deu as costas para Israel em seu tempo de maior necessidade? Que ele atirou Israel do penhasco com uma granada carregada de explosivos em seu bolso, direto para um vulcão em brasa? 
E se esse mesmo presidente, apenas alguns meses mais tarde, decidisse vender sofisticados armamentos, que verdadeiramente decidem guerras, para a Arábia Saudita, um país árabe que é inimigo declarado de Israel? E não só esse presidente rejeitaria as objeções de Israel de que essas armas colocam em perigo a segurança de Israel, mas ele realmente avisaria, de um modo que deu calafrios nos judeus americanos, que “outras nações não devem se intrometer na política externa dos EUA.”
O que quero dizer é: quais palavras nos restariam para descrever tal conduta, depois que o arsenal do dicionário de sinônimos para palavras como “insulto,” “perfídia” e “facada nas costas” se esgotou para descrever a foto oficial da Casa Branca do presidente Obama conversando com o primeiro-ministro Netanyahu com seus sapatos em cima da mesa?
E se esse mesmo presidente — você sabe de quem estou falando a essa altura, mas vamos indo com o segredo — e se esse mesmo presidente, vez após vez após vez, não só deixasse de exercer o veto dos EUA no Conselho de Segurança da ONU para bloquear resoluções anti-Israel, mas realmente se unisse a nações muçulmanas, comunistas e pagãs para apoiar decisões do Conselho de Segurança que condenavam Israel por assassinar terroristas famosos; por anexar territórios que Michele Bachman claramente declarou que pertencem a Israel; por matar estudantes islâmicos violentos na Universidade Bir Zeit; por travar guerra contra os inimigos da civilização ocidental no Líbano; e até pelas “políticas e práticas de Israel que negam os direitos humanos dos palestinos.” Negar os direitos humanos dos palestinos? Quem foi que escreveu isso?
Especialmente quando o presidente pediu uma parada total na colonização que “mais do que qualquer outra ação, poderia criar a confiança necessária para participação mais ampla nessas conversações”; quando ele ameaçou um relutante primeiro-ministro de Israel numa carta oficial de que “o relacionamento entre nossos dois países está em risco”; quando o mesmo primeiro-ministro de Israel — que, a propósito, era insuportável para esse presidente — é forçado a perguntar por que os EUA estão tratando Israel como se fosse uma “republiqueta”; quando o ministro da defesa desse governo americano não esconde suas críticas a Israel diante de uma multidão pró-Israel no Fórum Saban, mas realmente diz ao Congresso em sessão aberta que o líder israelense “não é moderado”; ou quando o porta-voz da Casa Branca — pelo amor de Deus, o Marlin Fitzwater — diz que a “ocupação” israelense realmente “prejudica o auto-respeito e a opinião mundial acerca do povo israelense.”
E finalmente imagine se esse presidente não só nunca visitou Israel, nem uma única vez, apesar de ocupar a presidência durante oito anos, mas ele chegou a recusar visitar um campo de concentração onde judeus foram mortos, tal qual Obama fez depois de seu discurso no Cairo. Você quer saber a razão? Porque — respire fundo — os alemães “sentem que têm um sentimento de culpa que lhes foi imposto.” Coitadinhos.
Mas espere, ainda não terminei. Então, aonde é que esse presidente insiste em ir, apesar de objeções da maioria esmagadora dos judeus e de um apelo comovente de último minuto de Elie Wiesel no nome dos sobreviventes do Holocausto? Colocar uma coroa de flores numa cerimônia em comemoração dos soldados da Waffen SS, uma unidade nazista designada como organização criminosa nos julgamentos de Nuremberg, cujos soldados cometeram inúmeros crimes de guerra, inclusive a destruição do Gueto de Varsóvia, e assassinaram centenas de milhares de judeus. E o que esse presidente, esse ídolo americano dos conservadores republicanos, esse gentio justo dos judeus direitistas, o que ele tem a dizer acerca desses criminosos nazistas de guerra? Que “eles eram vítimas tão certamente quanto as vítimas nos campos de concentração.”
Agora, com toda a seriedade, dá para você tentar imaginar o caos que explodiria se Obama dissesse tal sentença insensível, obtusa e que beira a negar o Holocausto? Dá para você imaginar o terremoto de indignação e o tsunami de malignidade que de forma espontânea e simultânea explodiriam?
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10 comentários :

Anônimo disse...

JÚLIO, A ARABIA SAUDITA NÃO É MAIS INIMIGA DE ISRAEL DESDE O ANO PASSADO SÃO ALIADOS SECRETOS NA LUTA CONTRA O IRÃ. OS INIMIGOS DE ISRAEL SÃO O IRÃ E A TURQUIA.

QUANDO OS MILITARES SALVARAM O EGITO DA IRMANDADE MUÇULMANA,OBAMA CORTOU A AJUDA FINANCEIRA AO PAÍS,SABE QUEM AJUDOU COM UM EMPRÉSTIMO DE BILHÕES DE DOLÁRES? A ARÁBIA SAUDITA, PORQUE OS MILITARES PROTEGEM OS CRISTÃOS ,MAS SÃO ALIADOS DOS SAUDITAS, A MESMA COISA COM O IRÃ,ELES MATAM QUEM SE CONVERTE AO CRISTIANISMO, MAS O IRÃ ENVIOU SOLDADOS PARA AJUDAR ASSAD (XIITA,ALAUITA) A VENCER OS TERRORISTAS DO ESTADO ISLÂMICO(SUNITA). OU SEJA EMBORA IRÃ E ARABIA SAUDITA PROIBAM OS CRISTÃO DE PREGAR INTERNAMENTE, ELES PROTEGEM (INDIRETAMENTE,SEM QUERER) OS CRISTÃOS DO EGITO E DA SÍRIA.
NA ARÁBIA SAUDITA E IRÃ O CRISTIANISMO É PROIBIDO PORQUE QUEM GOVERNA SÃO OS RELIGIOSOS ISLÂMICOS E TODA RELIGIÃO TEME PERDER FIÉIS,FOI O QUE ACONTECEU NO BRASIL PAÍS DE 100% CATÓLICA, MAS QUE COM A LIBERDADE RELIGIOSA,MULTIDÕES VIRARAM EVANGÉLICOS ,ESPIRITAS,HINDUISTA,ATEUS E OUTRAS RELIGIÕES.SE ARÁBIA SAUDITA E IRÃ PERMITISSEM OUTRAS RELIGIÕES COM CERTEZA OS MULÇUMANOS IRIAM SE CONVERTER NÃO SÓ AO CRISTIANISMO,MAS A OUTRAS RELIGIÕES.

E O PODER RELIGIOSO IRIA SE ENFRAQUECER COMPLETAMENTE IGUAL ACONTECEU NO BRASIL,HOJE A IGREJA CATÓLICA NÃO TEM MAIS PODER PARA IMPEDIR A PERDA DE FIÉIS PARA OUTRAS RELIGIÕES.
É O QUE ACONTECEU NA SÍRIA,MILHARES ESTAVAM SE CONVERTENDO AO CRISTIANISMO,OS CLEROS MULÇUMANOS FICARAM APAVORADOS, TEMEM PERDER SEU PODER DE INFLUENCIA E CONTROLE SOBRE O POVO,IGUAL ACONTECEU NO BRASIL, POR ISSO OS CONFLITOS DA PRIMAVERÁ ARABE ,ENTRE OS RADICAIS QUE QUEREM MATAR TODOS OS NÃO ISLÂMICOS E OS MUÇULMANOS MODERADOS ,MILITARES DO EGITO,ASSAD, E O CURDISTÃO IRAQUIANO QUE PROTEGEM OS CRISTÃOS DO ESTADO ISLÂMICO.

NÃO SE PREOCUPE COM O AVANÇO DA INFORMAÇÃO E TROCAS CULTURAIS O PODER DO ISLÂMISMO VAI CAIR NO ORIENTE MÉDIO IGUAL O PODER DO CATOLICISMO CAIU NA AMÉRICA LATINA , É SÓ UMA QUESTÃO DE TEMPO,ISSO É CLARO SE O MUNDO NÃO ACABAR ANTES NUMA GUERRA NUCLEAR ENTRE EUA,EUROPA X RÚSSIA E CHINA X MUNDO ISLÂMICO.

GABRIEL

Julio Severo disse...

Gabriel, a Arábia Saudita sempre foi inimiga de Israel. Além disso, a Arábia Saudita é o maior patrocinador do terrorismo islâmico internacional.

A Arábia Saudita tem também financiado e treinado os rebeldes islâmicos que estupram e matam cristãos na Síria.

Existe uma ligação econômica colossal entre sauditas e americanos, tão grande que os EUA prestam submissão total aos sauditas. Quando dez terroristas sauditas islâmicos atacaram os EUA em 11 de setembro de 2001, os EUA, em vez de invadirem a Arábia Saudita, invadiram o Iraque.

O atual diretor da CIA, John Brennan, se converteu ao islamismo na Arábia Saudita.

Na Arábia Saudita, é proibida a pregação cristã, não existe nenhuma igreja cristã ali e os cristãos descobertos podem ser mortos.

Quanto ao Irã, existe, com relação aos cristãos, algumas particularidades.

Há dois tipos de igrejas cristãs no Irã: a igreja oficial (que em grande parte é de linha presbiteriana) e a igreja não oficial e subterrânea (que em grande parte é pentecostal).

A igreja oficial começou em meados de 1830, com o corajoso trabalho missionário de pastores presbiterianos dos EUA. Essa igreja, a Igreja Evangélica Presbiteriana do Irã (IEPI), tem o reconhecimento do governo e goza certa liberdade. Desde 1950, a IEPI faz parte do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), uma verdadeira babilônia de esquerdismo, ecumenismo, feminismo, gayzismo, etc.

O Irã permite igrejas, mas só as reconhecidas (por exemplo, a presbiteriana).

Pentesctoais são totalmente perseguidos no Irã. Veja: http://juliosevero.blogspot.com/2012/09/pr-youcef-nadarkhani-um-heretico-para-o.html

Nem todos os cristãos são perseguidos no Irã.

Mas na Arábia Saudita, todos os cristãos são perseguidos.

Torreal disse...

Sempre desculpando seus idolos, hein Julio...
Putin, Reagan, Graham...
o primeiro um assassino autoritario com ambicoes de poder extremo, o novo czar.
o segundo um imperialista que enriqueceu a America em detrimento dos paises que controlava.
e o terceiro um pastor milionario cuja pregacao tem um objetivo muito especifico de gerar poder e dinheiro para sua propria familia.
parabens, Julio.
vc eh sensacional!!!

Flavio Jm disse...

Gosto da forma contundente e honesta das análise do Severo, mas infelizmente haverá sempre essa limitação do autor enquanto puxar saco dos EUA e de Israel, ambas nações que nada, eu digo nada, tem de Deus, basta ver o estrago que o imperialismo norte americano faz no mundo e a situação religiosa do Estado Laico Judeu.

Usar o nome de Deus em discurso presidencial não significa nada, até a judia ateia Dilma usou.

Thiago disse...

É...

tem gente que não tem SEMANCOL

Tem gente que admira Mao Tsé, 70 milhões de mortes civis em tempos de paz. Perseguição religiosa e cultural.


Tem gente que admira Leonardo Boff, o sujeito que há de rachar a Igreja de Roma ao meio.

Sem critério subjetivo "cumpadi". Números frios, nada de paixonite ideológica.

Se não gostou (?), VAI PRA CUBA! LÁ TEM COMIDA PARA QUATRO DIAS POR SEMANA, OLHA SÓ QUE MARAVILHA!

GRAHAM foi um homem de culhão, que defendeu a VIDA, não foi um cristão sem-vergonha que fica lutando pra matar criancinhas no útero materno.
Cristão assim é que não TEM UM PINGO DE VERGONHA NA CARA. É "cristão" apologético "certinho" perante os outros, mas as obras... condizem com as do DIABO, que só veio para MATAR, roubar e destruir. Mas fazer o quê? Tem gente que não considera um bebezinho na barriga da mãe um ser humano.

Quero só ver essa CRENTALHA pós-moderna quando alguém decidir abortar um feto de um cachorrinho, hão de parar o Brasil para que tal atrocidade não aconteça! Bando de Históricos Cessacionalistas Liberais, Aborteiros, Sem-Vergonhas, Paras-de-Pau, Hipócritas, Fariseus!

BANANA PRA VOCÊS!
AQUI FARROUPILHA!

Marli disse...

Vc foi generoso ao dizer que Boff vai rachar a Igreja Católica no meio. Para que isto pudesse acontecer, pelo menos uma metade católica deveria ser esquerdista e a outra metade conservadora. Vc acha mesmo que há tantos conservadores assim na Igreja Católica? Olhando para o Brasil, a maior superpotência católica do mundo, o óbvio é que menos de 10 por cento dos católicos é conservadores.

Anônimo disse...

Caro Júlio,

Os E.U.A. são a maior nação evangélica do mundo, mas quem exerce de fato o poder por lá é uma elite que há muito tempo deixou de ser cristã, hoje é atéia e antissemita.
Essa elite têm um plano, há muito tempo elaborado, para os judeus e para Israel que consiste em
um primeiro momento apoiar Israel afim de que o país possa atrair os sete milhões de judeus americanos para fazerem Alyah; num segundo momento desarmar Israel e apoiar os muçulmanos contra ele.
Essa é a verdade, infelizmente...

Thiago disse...

Esta não é a Igreja de Roma, já é a Besta. Já é o governo mundano à lá ONU e Karl Marx. Todos estamos lascados. Os endemoniados comunas tomaram todos os cargos de comando. Agora é só entregar o poder e autoridade ao Anticristo.

E olha que não sou católico. Mas me aborreço ao vê-la nesta lastimável situação. Pra cima deles Tradicionalistas! Vão com tudo! Com paus e pedras se for necessário!

Thiago disse...

Júlio, minha mãe virou tua fã. Passa um tempão lendo teus textos. Te mandou um abraço e disse que você é um homem de Deus.

Julio Severo disse...

Diga a ela, Thiago, que me sinto honrado com a atenção dela aos artigos.